Pesquisa mensal de valores de locação residencial cidade de São Paulo – Julho de 2013

No mercado de locação residencial na cidade de São Paulo, os contratos de aluguel realizados em julho elevaram-se em média 0,7% relativamente à situação de mercado de junho de 2013. Considerando o comportamento dos valores nos últimos 12 meses, de agosto de 2012 a julho deste ano, o aumento acumulado da locação alcançou 9,05%, percentual superior ao da elevação do índice geral de preços de mercado – IGP-M, da Fundação Getúlio Vargas, que reajusta a maioria dos contratos de locação residencial em andamento, e que foi de 5,18% no período de agosto de 2012 a julho de 2013. O IGP-M serve de parâmetro de reajuste para os contratos com aniversário em agosto e que utilizem o comportamento do IGP-M como fator de reajuste.

As moradias que tiveram maiores acréscimos nos aluguéis foram as das residências de 1 dormitório, que subiram em média 1,3%. Os outros tipos de imóveis tiveram aumentos menores: os valores locatícios dos imóveis de 2 quartos subiram 0,5% e os de 3 dormitórios, um pouco menos (0,2%).

Esta pesquisa sobre o mercado de locação residencial é produzida pelo Secovi-SP, o Sindicato da Habitação, e visa acompanhar o comportamento do setor de aluguéis na cidade de São Paulo. As informações estão disponibilizadas em valores por m2 (área privativa de apartamentos e área construída de casas e sobrados) e estão organizadas em oito grandes regiões: Centro; Norte; Leste (dividida em duas zonas: a que corresponde à área do Tatuapé à Mooca; zona B – outros bairros dessa área geográfica, como Penha, São Miguel Paulista etc.); Oeste (segmentada em duas: zona A – Perdizes, Sumaré, Pinheiros e vizinhanças; zona B – bairros como Butantã e Jaguaré); Sul (dividida em duas sub-regiões: zona A – Jardins, Moema, Campo Belo, Vila Mariana, dentre outros; zona B – bairros como Campo Limpo, Cidade Ademar etc).

Os dados estão apresentados por faixa de valores por metro quadrado, por número de dormitórios e por estado de conservação. Por exemplo, um imóvel de três quartos na zona Norte, em bom estado, possui aluguel por m2 entre R$ 19,13 e R$ 19,87. Uma moradia de 90 m2 nessa região tem sua locação entre R$ 1.721,00 e R$ 1.788,00.

Nos bairros da área Sul – zona A, como Jardins, Moema e Vila Mariana, têm nas locações de residências de três dormitórios faixa de valores por m2 entre R$ 25,72 e R$ 32,90 Assim, um imóvel com área em torno de 150 m2 na região tem aluguel entre R$ 3.858,00 e R$ 4.935,00.

O tipo de garantia mais usado foi o fiador, utilizado em quase metade dos contratos de locação (48%). A segunda modalidade mais recorrida foi o depósito de até três meses (31,5%) e o seguro-fiança foi o instrumento jurídico garantidor de aproximadamente um quinto dos imóveis locados.

Os apartamentos tiveram um período para estarem locados um pouco maior do que o das casas. Estas apresentaram prazo médio de escoamento entre 13 e 32 dias. Os apartamentos demoraram um pouco mais: o IVL (Índice de Velocidade de Locação) – que mede em número de dias quanto tempo se espera até que se assine o contrato de aluguel – alcançou tempo médio de ocupação entre 19 e 39 dias.

Fonte:  SECOVI-SP

Tombar para não demolir

Casa de Ruy Ohtake sob ameaça em SP

  (Foto: Ines Bonduki/Folhapress )
Residência Paulo Bittencourt Filho, projetada em 1972 por Ruy Ohtake, situada na Rua Dom Henrique nº 507, Jardim Lusitânia

Corria o ano de 2011 quando o advogado Emerson Scapatricio decidiu investir 2,7 milhões de reais na compra de uma casa da qual não gostava. Apesar da boa localização – o Jardim Lusitânia, na Zona Sul de São Paulo – e dos generosos 420 m² de área, o comprador se dizia insatisfeito: “o pé-direito é baixo e a há poucas janelas”, pensava. Seu propósito, desde que pousou os olhos na morada de concreto, era colocá-la no chão. Uma vez que restassem ali apenas o lote e o endereço, o advogado poderia, finalmente, erguer o lar de seus sonhos, uma casa em estilo neoclássico, como as demais construções do bairro, segundo ele.

Mas logo o sonho azedou. Isso porque Scapatricio não comprara qualquer casa. A construção que até hoje ele sonha demolir é a Residência Paulo Bittencourt Filho, projetada em 1972, por Ruy Ohtake. Assim, o pedido de demolição enviado à prefeitura levou o Conpresp, o Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo, a abrir um processo de tombamento dessa e de outras três residências modernistas assinadas pelo arquiteto.

Se a morada passar a ser considerada patrimônio arquitetônico da cidade, restarão para Scapatricio apenas duas opções: viver na casa projetada pelo famoso arquiteto, ou tentar vendê-la. “Acabei com um mico nas mãos”, lamenta-se à imprensa.

  (Foto: divulgação)
Residência Paulo Bittencourt Filho fotografada na década de 1970

Do outro lado, o autor do desenho alegra-se com o possível resgate do projeto do qual se orgulha. “Aquela casa foi feita sob encomenda para o Paulo [Bittencourt Filho], e lá ele viveu sem queixas por mais de 30 anos”, conta. “Paulo apenas decidiu desfazer-se da casa, pois com os quatro meninos crescidos e emancipados, achou melhor mudar-se com a esposa para um lar menor”, explica. Fiel, o cliente não hesitou: antes de colocar a casa a venda, pediu a benção daquele que a projetara.

“É um absurdo que os órgãos responsáveis pelo tombamento ajam como bombeiros, apenas resgatando o patrimônio ameaçado, em vez de tratarem de preservá-lo muito antes de o perigo de degradação se apresentar”, opina o arquiteto. Segundo ele, o serviço prestado por tais instituições seria de mais valia caso fosse preventivo. Ohtake sugere que seja feito um levantamento constante das obras arquitetônicas culturalmente relevantes, de modo que o processo de tombamento possa ser iniciado, também, em momentos de calmaria.

Além disso, ele sugere que o estado busque estimular ativamente a compra de imóveis tombados. Para isso, seria preciso tornar as propriedades atraentes. “Por que não isentar tais imóveis do IPTU ou proporcionar uma ‘bolsa manutenção’ como incentivo?”, indaga. “Neste país, ter uma propriedade tombada é ter um problema nas mãos; não deveria ser assim”, critica .

E ele não repousou o alfinete. “O Emerson não foi inteligente. Por que comprou a casa se não gostava dela?”, desabafa. “A morada fica numa área de zoneamento estritamente residencial, ou seja, demolindo a minha casa e construindo outra ele não poderia ter nem mesmo ganho de área, pois eu ergui a construção dentro dos limites permitidos”, aponta o viés técnico. “Só me resta um conselho: venda!”.

Fonte: Casa Vogue

Sótão se transforma em canto de trabalho, estudo e descanso

Em três meses, o mezanino do sobrado se transformou em uma confortável área para ler, relaxar, estudar e armazenar livros

sotao-se-transforma-em-canto-de-trabalho-estudo-e-descanso

Um refúgio para ler, relaxar, estudar e guardar os livros. Esse era o desejo da médica da cidade paulista de Bebedouro. O primeiro passo ela deu ao reformar o sobrado onde vive: aproveitou o vão entre a estrutura do telhado e o forro do quarto para criar um mezanino de 17,50 m², com piso de porcelanato e janelas que convidam a claridade a entrar. O passo seguinte foi organizar o espaço, encarando as limitações impostas pelo pé-direito entre 1,04 m e 2,08 m. Nessa fase, contou com a designer de interiores Sarita Ávila, de Ribeirão Preto, SP. Para armazenar publicações e papéis em geral, a profissional desenhou estante, prateleira, arquivo e nichos. A generosa bancada atende bem à necessidade de um local para o computador e, no trecho onde o teto é mais baixo, encaixou-se o agradável canto de leitura. “Do projeto à entrega, foram três meses”, conta Sarita.

montagem antes (página 85) e depois (página 84)As estantes convencionais não funcionariam no ambiente com telhado inclinado. Por isso, a designer de interiores Sarita Ávila dedicou-se a buscar opções mais adequadas. Uma delas é percebida quando se galgam os degraus rumo ao mezanino: cinco nichos foram parafusados logo abaixo da cobertura, acompanhando seu caimento. De acordo com a designer de interiores, cada módulo suporta até 30 kg.
Compradas durante uma viagem à Bahia, oito persianas rolô de fibra vegetal (2,20 x 0,50 m cada) filtram os raios solares, que dificultavam o uso do computador e aqueciam excessivamente o espaço. O tapete que adiciona cor à decoração e o pendente de luz fria, indicada para a mesa de estudos, foram reaproveitados – ambos já pertenciam à médica. Projeto da designer de interiores Sarita Ávila.
Nem o canto de 77 x 69 cm no alto da escada ficou sem utilidade. Um arquivo produzido sob medida preenche essa área e serve de lar a publicações antigas. A instalação das persianas assegurou privacidade à moradora, já que a vidraça alta, acima da bancada, mira o terreno vizinho e a baixa, no lado oposto, dá para a garagem. Projeto da designer de interiores Sarita Ávila.
E não é que o guarda-corpo vazado – preexistente – foi providencial para outra boa sacada? Ele permite que, estando na escada, a moradora alcance os livros de medicina guardados em oito vãos de uma estante baixa. Como o móvel é dupla face, o outro lado, voltado para o escritório, oferece oito nichos para revistas de decoração. Graças a rodízios, a peça pode ser facilmente deslocada para a limpeza do sótão. Projeto da designer de interiores Sarita Ávila.
O ar-condicionado do tipo split ajuda a manter o calor sob controle. Dispostas ao longo da vidraça inferior, três jardineiras receberam mudas de espada-de-são-jorge. Orquídeas em vasos aumentam a quantidade de verde no ambiente multiúso. Projeto da designer de interiores Sarita Ávila.
Sobre o tampo do móvel, duas molduras exibem imagens em preto e branco que retratam as aventuras da proprietária, apaixonada por praia e mergulho. Outro par de quadros, pendurados assimetricamente, finalizam o arranjo. Projeto da designer de interiores Sarita Ávila.
Em vez de incomodar, o telhado próximo proporciona um clima aconchegante à porção destinada a relaxamento e leitura. Colocado sobre o piso, o futon revestido de lona de caminhão reciclada foi acrescido de duas almofadas, que oferecem encosto. Um módulo baixo, com gaveta, abriga a papelada e apoia a luminária articulada. Esta, trazida de outro cômodo, garante foco dirigido para quem lê recostado no futon. Projeto da designer Sarita Ávila.
Quando visitou o escritório da designer Sarita Ávila, a cliente adorou a mesa composta de tampo solto e cavaletes. Não teve dúvida: arrematou o conjunto e fez dele sua bancada de estudos, acompanhada do gaveteiro laranja que já possuía. Para que os livros estejam sempre à mão, a profissional especificou uma prateleira com dois níveis, parafusada acima da mesa. Seu traçado em zigue-zague possibilita que as edições fiquem também na vertical.

Quanto custou? R$ 13493

– Nichos aéreos: inspiradas em caixotes de feira, as cinco peças de pínus com seladora (55 x 30 x 35 cm* cada) foram confeccionadas por Paulo, marceneiro da Equipe Sarita Ávila. R$ 1 mil.

– Arquivo preto: produzido com MDF revestido de finish foil (película impressa e envernizada), mede 0,47 x 0,40 x 1,05 m e conta com rodinhas e três gavetas. Equipe Sarita Ávila, R$ 2 mil.

-Estante dupla face: nas dimensões 2,10 x 0,60 x 0,70 m, o móvel de pínus com seladora tem rodízios e dispõe de 16 nichos. Equipe Sarita Ávila, R$ 3 mil

– Luminária de globo: modelo similar: Globo terrestre físico (ref. 1315), da Editora Holon. Com 30 cm de diâmetro, é de plástico. Disponível em 110 v. Kalunga, R$ 116,80.

– Futon: o estofado de 1,80 x 1 x 0,15 m reveste-se de lona de caminhão reciclada. Item produzido pelo tapeceiro Adilson, da Equipe Sarita Ávila. R$ 2500.

– Almofadas: têm 50 x 50 cm e também são de lona de caminhão reciclada. Equipe Sarita Ávila, R$ 80 cada.

– Módulo baixo: mede 1 x 0,30 x 0,30 m o móvel de MDF com finish foil. Equipe Sarita Ávila, R$ 1500.

– Quadros: impressão de fotografias e molduras: uma de 50 x 40 cm e três de 40 x 30 cm. Eduardo Molduras, R$ 600.

– Mesa de estudos: o tampo de pínus com seladora (1,60 x 0,60 m, Equipe Sarita Ávila, R$ 400) vai sobre dois cavaletes Tret duo. Eles são de tubo de aço com pintura epóxi-pó e levam sapatas plásticas. Cada suporte (58 x 37 x 71 cm) aguenta até 60 kg, distribuídos uniformemente (Tok Stok, R$ 58 cada).

– Prateleira em zigue-zague: com 3 cm de espessura, o modelo de pínus, protegido por seladora, mede 3,45 x 0,20 m. Equipe Sarita Ávila, R$ 1500.

– Vasos cerâmicos: Três jardineiras de 40 x 20 x 20 cm. Jardim Cristina, R$ 300.

– Mão de obra: montagem dos móveis. Equipe Sarita Ávila, R$ 300.

*largura x profundidade x altura.

Preços pesquisados em 22 de abril de 2013, sujeitos a alteração

Fonte:  Texto Alberto Silva | Fotos Rubens Okamoto

Técnicas de negociação aumenta o lucro nas vendas

Nos dias de hoje, está cada vez mais difícil vender bem, principalmente quando os clientes estão mais exigentes e a concorrência muito grande.

Hoje, para se conseguir obter um lucro positivo sobre as vendas dos imóveis é necessário estudar muito o mercado e traçar um planejamento estratégico detalhado.
O que também pode te ajudar muito na hora da venda dos imóveis é saber negociar bem com o cliente, para não sair perdendo. Um corretor que não saiba negociar pode perder a venda para outro, mais instruído, mesmo que o produto que ofereça seja melhor, ou ter que reduzir o valor da sua comissão para conseguir conquistar o comprador.
Baseado nas dicas recebidas pela especialista em experiência do consumidor, Sydney Barrows, e em estudos do MNCA (Modelo de Negociação por Cognição Acompanhada), apresentamos a seguir algumas dicas, para ajudar você corretor na hora de encarar o cliente e vender o seu imóvel:

1- Utilize muitas imagens na hora de vender o produto, fotos chamam mais a atenção do cliente do que breves descrições. Sempre importante levar o cliente no imóvel para que ele confira pessoalmente as informações e não pense que você apenas apresentou fotografias bonitas de um imóvel ruim;

2- Faça o cliente acreditar que ele precisa do imóvel, que ele precisa daquele imóvel para ter uma vida melhor;

3- Fale sobre o custo benefício com os clientes, mostre sempre a eles o porquê seria vantajoso comprar aquele imóvel;

4- Resolva o problema de seu cliente. Se você não tem exatamente o produto que seu consumidor está procurando não significa que não pode vender algo a ele;

5- Saber tudo sobre o imóvel, ter conhecimento sobre aquilo que está vendendo, mostrar confiança ao comprador é o mínimo que se deve esperar de um bom corretor.
Então amigo corretor fique atento nessas dicas e comece a praticá-las mais para que conseguir obter o maior lucro possível sobre suas vendas.

Fonte: Blog – Sou corretor de imóveis

Parmigiani Fleurier chega ao Brasil disposta a atingir público AAA

Com produção artesanal de apenas 5 mil peças por ano, relojoaria suíça terá relógios cujo preço médio é US$ 60 mil

relojoaria suíça Parmiani Fleurier não tem loja no mundo inteiro, não conta com celebridades como garoto-propaganda, muito menos investe em grandes campanhas publicitárias. Na verdade, se vistos na rua, seus relógios dificilmente serão reconhecidos pelo público em geral. E é exatamente assim que o CEO da marca, Jean-Marc Jacot, quer seja. “Não queremos ser como Rolex , que até mesmo quem usa um modelo falsificado corre o risco de ser assaltado. Queremos ser conhecidos, claro, mas de forma discreta, mantendo um certo mistério, para atender a um cliente que quer algo único”, afirma o executivo, que esteve em São Paulo na última semana para a inauguração de um pequeno estúdio da marca dentro da loja Tolls & Toys, no Shopping Cidade Jardim, em São Paulo

O modelo Pershing adaptado para a parceria com a CBF, com estojo em titânio e a moldura em ouro rosa ou branco. Foto: Divulgação

A presença sutil dentro da loja que vende de imóveis a barcos é proposital. Afinal, pela filosofia da marca, atende-se o cliente onde quer que ele queira: em casa, na empresa ou no apartamento finamente montado junto ao escritório brasileiro. “Vendemos um produto que não é, de fato, importante para o mundo, é o supérfluo do supérfluo, onde o luxo vem de uma adição de detalhes. Então, precisamos levar muito a sério nossa missão de fazer feliz quem ama relógios ”, diz Jacot.

E ele não está se referindo a um público amplo. Seu foco é restrito àqueles que prezam a exclusividade, a customização e podem pagar de US$ 20 mil a mais de US$ 1 milhão pelo acessório de status. Sim, porque há muito o relógio deixou de simplesmente contar o tempo para se tornar símbolo do poder e posição social, seja ela real ou não. “Assim como o carro, o relógio é uma forma de se diferenciar e marcar seu lugar na sociedade. Principalmente entre os homens”, explica o executivo.

Com cinco fábricas próprias para produzir todos os componentes de seus 20 modelos, a Parmigiani pode se dar ao luxo de oferecer, com facilidade, relógios totalmente personalizados aos clientes que desejarem algo realmente único. Mas com a produção anual reduzida a pouco mais de 5 mil peças artesanais, feitas com materiais e pedras nobres, será difícil encontrar um modelo idêntico no pulso de outra pessoa. “Nosso produto é como alta-costura . Não temos mais de 20 mil pessoas realmente interessadas nesse tipo de relógio”, diz Jacot, referindo-se a colecionadores e verdadeiros amantes da relojoaria e suas complexidades. “No Brasil, vamos focar apenas nos modelos mais especiais e de alto valor. Se chegarmos a 300 relógios vendidos nesse primeiro ano ficaremos realmente felizes”, completa.

Para ajudar a atingir a meta mais facilmente, a Parmigiani firmou acordo com a CBF para o lançamento de modelos temáticos especiais. Caso do Pershing (R$ 73.400 o feminino) e do Transforma – um box com dois relógio (um esportivo e outro clássico), para serem usados no pulso ou no bolso (acompanhe a transformação no vídeo anexo) –, à venda por R$ 168.300. Veja na galeria de fotos outros modelos da marca.

Modelo Parmigiani Bugatti Super Sport

Serviço:
Parmigiani Fleurier
Tel: (11) 2592-0009

Tools & Toys
Shopping Cidade Jardim
Av. Magalhães Castro, 12000, 3º piso – São Paulo (SP)
Tel: (11) 3552-4000