Alta de 9,05% no valor dos contratos de locação de imóveis residenciais em SP

Alta de 9,05% no valor dos contratos de locação de imóveis residenciais em SP

Segundo levantamento realizado  pelo Secovi-SP  (Sindicato da Habitação), o valor dos contratos de locação de imóveis residenciais registrou alta de  9,05% na cidade entre os meses  de agosto de 2012 e julho de 2013.

O índice medido pelo  IGP-M (Índice Geral de Preços e Mercados) revelou que o percentual é maior que os 5,18% da inflação do  mesmo período no ano passado.

Os contratos de aluguel realizados em julho elevaram-se em média 0,7%, relativamente à situação de mercado de junho de 2013, considerando apenas o sétimo mês do ano.

De acordo com o levantamento da instituição os imóveis que tiveram as maiores altas no mês passado foram as unidades de um dormitório, com aumento de 1,3% no aluguel. Enquanto ocorreu alta de 0,5% os valores de locação das residências de dois quartos e 0,2% nas unidades de três dormitórios.

A garantia mais utilizada nos contratos de locação foram os fiadores, representando 48% do total. Já o depósito de até três aluguéis representou 31,5% dos imóveis locados, já o seguro-fiança foi o instrumento jurídico garantidor de 20,5% das unidades alugadas.

Fonte: comunidade imobex

Bom relacionamento pode garantir mais lucro

Amigo corretor, hoje em dia a concorrência está muito acirrada. E são várias as razões e situações, como por exemplo: os clientes tratarem de negócios e de seus interesses com pessoas conhecidas e próximas ou desconhecidas e de lugares distantes, tudo por causa da internet.

Outro fator: atualmente há tantas pessoas trabalhando no ramo imobiliário, que é necessário você se desdobrar para possuir e manter um bom relacionamento com os clientes, até porque, será importante na hora em que ele for escolher de quem comprar.
Por essas razões, muitas empresas já começam a tratar o cliente como se ele fosse mais importante que o próprio produto. Algumas começam a focar todos seus esforços em como tratar melhor o cliente e a tratá-lo como se fosse o único, exclusivo, e claro, quase um ‘Deus’.
Você, corretor, precisa entender que é necessário manter um bom relacionamento com os clientes até depois que o negócio for fechado, pois as chances de ele indicar o seu trabalho, o seu atendimento para um conhecido é muito maior, especialmente se ele foi tratado muito bem por você.
As dicas que elencamos abaixo são apenas orientações para que o profissional do mercado imobiliário possa melhorar o relacionamento com seus clientes e, quem sabe, conquistá-lo para fechar o negócio e ainda indicá-lo para os amigos dele, que também necessitarem de uma assessoria na área.
Por isso, seguir alguns desses passos pode fazer a diferença:

  • O primeiro contato com o cliente é muito importante. Exponha seu serviço de maneira correta para alcançar e garantir a atenção do público alvo;
  • Informe todos os diferenciais sobre o seu serviço e como o cliente pode tirar dúvidas com você. Saber abordá-lo faz toda a diferença entre finalizar ou não a venda;
  • Depois da venda dos seus produtos, deixe um cartão com o cliente, agradeça a ele por ter comprado com você, compartilhe a sensação de satisfação dele e a sua por terem fechado um bom negócio para ambos;
  • Continue coletando informações sobre os clientes para, quando tiverem um futuro interesse em comprar ou vender imóveis, saber o qual indicar;
  • Sempre se dedique na hora da conversa com o cliente, tenha um sorriso natural no rosto;
  • Mantenha contato de forma personalizada com cada cliente. Sempre busque saber mais sobre seus clientes e também informá-los sobre as novidades, principalmente condições de aquisição ou financiamento, qualidade dos imóveis ou adequação às necessidades dele. Isso faz uma enorme diferença no relacionamento de negócios e, claro, aproxima o corretor da chance de conquistar a venda.

Fonte:  Blog Sou Corretor de Imóveis

10 Dicas econômicas de decoração.

Quem não quer morar em uma casa bonita e agradável? Mas se você está sem grana ou simplesmente não quer torrar todas as suas economias, a decoração pode acabar ficando para depois. Casa e Jardim tem a solução. Aqui, provamos que é possível ter um lar com estilo sem gastar muito.
 (Foto: Edu Castello e Lufe Gomes)
(Foto: Edu Castello e Lufe Gomes)

1- Uma boa dose de tinta
Pintar as paredes com uma cor vibrante faz uma enorme diferença no ambiente. Esta dica é valiosa especialmente se seus móveis forem neutros. O arquiteto Paulo Carvalho escolheu o azul-marinho para o quarto de hóspedes. Ele ousou no tom porque as camas, dos anos 1950, tinham base branca.

 (Foto: Edu Castello)
(Foto: Edu Castello)

2- Reutilize
Às vezes, peças antigas que você nem lembra mais que existem podem virar a estrela da decoração. Basta um olhar diferente sobre elas. Assim aconteceu com as molduras que decoram o corredor de entrada da casa da ilustradora Lili Tedde. “Elas me trazem uma lembrança forte porque a maioria veio da minha família. No começo, não sabia o que fazer com tantos modelos, mas percebi que gostava deles vazios mesmo”, conta.

 (Foto: Salvador Cordaro e Cedoc)
(Foto: Salvador Cordaro e Cedoc)

3- Conforto cinco-estrelas
Nada como relaxar em uma cama igual àquelas do hotel na qual você se hospedou nas últimas férias. Para ter este clima no quarto, crie volume com vários travesseiros e almofadas. O visual fica mais interessante se misturar diferentes modelos de roupa de cama: lisos, estampados florais, listrados e com texturas, como bordados. A unidade é conseguida a partir de uma cor de base. Aqui é o azul.

 (Foto: Edu Castello)
(Foto: Edu Castello)

4- O frescor do verde
Traga vida para os ambientes com plantas. Algumas espécies são à prova de interiores, como hortelã, manjericão, minirrosas, barba-de-bode, mini-samambaias e véu-de-noiva. Se você não tem vasos, pode improvisar com latas de chá. Faça dois ou três furinhos no fundo e acrescente camadas de argila expandida, manta geotêxtil e terra adubada.

 (Foto: Marcelo Magnani)
(Foto: Marcelo Magnani)

5- Misture o novo e o velho
Nem tudo precisa ser recém-comprado. Misture novos itens com móveis retrô. Nesta cozinha, o arquiteto Luciano Dalla Marta desenhou a mesa de madeira laqueada branca, com visual clean, e garimpou as cadeiras em vários brechós.

 (Foto: Lufe Gomes e Victor Affaro)
(Foto: Lufe Gomes e Victor Affaro)

6- Estilo retrô
Sempre há achados surpreendentes em antiquários, brechós e feirinhas de antiguidade. O sofá Chesterfield era um sonho de consumo do fotógrafo Lufe Gomes, que ele realizou arrematando a peça antes de ser restaurada em uma loja de usados. “Salvei-o da breguice”, conta. “Paguei 1.500 reais porque o couro estava detonado, do jeito que eu queria, e é do tamanho que eu podia ter.”

 (Foto: Cezar Kirizawa)
(Foto: Cezar Kirizawa)

7- Faça você mesmo
Sem grana para pagar pela decoração dos sonhos? Coloque a mão na massa! Você pode fazer um móbile para quarto de bebê, uma luminária com cabides ou um painel de tacos (clique para assistir aos passos a passos). Outra ideia é liberar seu lado artístico e fazer uma parede diferente. No lugar de flores, a árvore desenhada com giz pastel tem moldurinhas enfeitadas com papel de origami. Para o giz não apagar, passe verniz fosco spray. Produção de Ana Wenzel.

 (Foto: Maíra Acayaba e divulgação)
(Foto: Maíra Acayaba e divulgação)

8- Capricho nas janelas
Cortinas não costumam ser muito caras e fazem uma grande diferença na decoração e na qualidade da iluminação natural da casa. Que tal um modelo colorido, como na foto?

 (Foto: Luis Gomes)
(Foto: Luis Gomes)

9- Luz faz toda a diferença
Uma casa escura é desconfortável e pouco prática. Por isso, vale investir em um projeto de iluminação. Os trilhos são uma ótima solução, porque dispensam o forro de gesso e qualquer tipo de reforma. A arquiteta Valeria Bartholi usou este recurso na cozinha. “Acesas apenas as luminárias com foco para cima, o clima é mais intimista”, explica.

 (Foto: Luis Gomes)
(Foto: Luis Gomes)

10- Decorar leva tempo
Não espere que a casa fique pronta de um dia para o outro. Às vezes não é possível comprar tudo de uma vez. Sem problemas. Assim você decide aos poucos o que fica bom em cada lugar. Para Carla Ribeiro, que trabalha com decoração há 13 anos, sua sala ainda é um trabalho em construção. “Acho que nunca estará do jeito que gosto”, afirma.

Fonte: Casa e Jardim

MAC, Novo supermuseu

No aniversário dos 50 anos, museu ganha um projeto de Paulo Mendes da Rocha na USP
mendesxxxx
Arquiteto Paulo Mendes da Rocha
Foto: Denise Andrade

Em ritmo de expansão, o Museu de Arte Contemporânea (MAC/USP) ganha em seus 50 anos uma nova sede na Cidade Universitária, após quase concluída a ocupação integral de sua outra sede no Ibirapuera, onde funcionava o Detran – o que deve acontecer até o fim do ano com a transferência do acervo provisoriamente abrigado no edifício da Bienal. O autor do projeto, Paulo Mendes da Rocha, prêmio Pritzker de Arquitetura de 2006, revelou com exclusividade ao Estado como será o novo museu, a ser construído na Avenida Professor Lineu Prestes, integrando-se à Praça dos Museus, projeto concebido também por ele e cujas obras estão em andamento.

A proposta inicial da praça, projetada há 13 anos, abrigaria apenas um conjunto de quatro edifícios – um auditório e três museus (de Ciências, Arqueologia e Etnologia e Zoologia). Desses, os dois primeiros já foram levantados e estão em obras, restando apenas o de Zoologia, em fase de licitação. Com a inauguração do novo MAC no Ibirapuera, em janeiro do ano passado, conclui-se que, embora o espaço seja muito generoso, não permite expor obras de grandes dimensões devido ao acanhado pé direito do complexo arquitetônico, projetado nos anos 1950 por Oscar Niemeyer. Assumido o compromisso de entregar o andar ocupado no prédio da Bienal e com as limitações físicas da sede atual do MAC (na Praça do Relógio da Cidade Universitária), optou-se por construir um novo edifício, na Praça dos Museus da USP.

“Estamos terminando o projeto executivo e vamos fazer dele o prédio símbolo da USP”, promete o reitor da universidade, João Grandino Rodas, adiantando que o edifício-sede atual do MAC no campus terá outra destinação. “O MAC tem um acervo muito grande e a divisão em dois vai certamente trazer maior visibilidade à instituição”. Localizada numa área antes periférica do campus, a Praça dos Museus passará, segundo Rodas, a ser o “centro” da universidade. Nela, será instalada, além dos já citados museus, uma torre para abrigar o MAC, que vai dividir o espaço com o Instituto de Estudos Avançados (IEA) e o Núcleo de Estudos da Violência (NEV), que, desde 1987, desenvolve pesquisas sobre violência, democracia e direitos humanos.

Democracia. O espaço do supermuseu será bastante democrático – e isso não só porque o arquiteto Paulo Mendes da Rocha, uma das vítimas da ditadura, teve seus direitos políticos cassados em 1969 e sabe o que significa liberdade e cidadania. O reitor Rodas compara a Praça dos Museus à antiga ágora grega, espaço central da pólis, uma grande invenção urbanística para incorporar cultura e política num único espaço. “A torre do MAC será, de fato, a porta de entrada dos visitantes e um espaço de convivência na Cidade Universitária”, completa o arquiteto, apresentando o projeto. Nele, destaca-se uma edificação vertical de 80 metros de altura com heliponto, café, biblioteca, auditório (2 mil m²) e um grande espaço expositivo no subsolo (mais de 3 mil m²). Ao lado, um estacionamento circular de rampa contínua vai receber 400 automóveis, tendo no topo alojamentos para professores residentes e convidados.

O custo do projeto ainda não foi definido. A reitoria deverá lançar até o fim do ano a licitação para construir o complexo arquitetônico, que, estima-se, estará pronto em dois anos. O último grande projeto da USP, a Biblioteca Mindlin, custou R$ 160 milhões, dos quais só R$ 20 milhões vieram de doações. Considerando a grandiosidade do novo MAC, ele deverá exigir mais.

Evolução. O acervo do museu, criado em 1963, justifica a aplicação. Com obras transferidas do antigo Museu de Arte Moderna, fundado por Ciccillo Matarazzo em 1948, o MAC tem hoje, de acordo com seu diretor, o crítico e professor Tadeu Chiarelli, mais de 10 mil obras, de Modigliani a Mira Schendel, passando por Morandi, Matisse e quase todos os artistas participantes da Semana de 22.

“Continuamos recebendo doações de artistas contemporâneos e muitos trabalhos ainda não foram mostrados por falta de espaço.” Nos últimos três anos, foram doadas entre 250 e 300 obras ao museu. Ainda que tenha sido construído um anexo na sede do Ibirapuera para abrigar obras contemporâneas, o prédio é pequeno e utilizado apenas para mostras temporárias.

Chiarelli está detalhando o programa de retirada do acervo que está no prédio da Bienal de São Paulo. Até o fim do ano, todos os andares da nova sede do museu do Ibirapuera estarão ocupados. O arquivo da instituição será transferido para a futura sede na USP, onde vai funcionar a biblioteca, ateliês para cursos, salas de exposição do acervo e uma extensa área para mostras temporárias. Apenas 10% do acervo ficará no Ibirapuera.

Paulo Mendes da Rocha, que só este ano inaugura dois museus projetados por ele – o Museu dos Coches, em Lisboa, e o Cais das Artes, em Vitória, sua cidade natal -, projetou para o MAC da Cidade Universitária um prédio cuja recepção será feita pelo subsolo da praça – a referida área expositiva de 3 mil m². “A torre terá andares intermediários, com até 10 metros de pé direito, que poderão ser usados para reserva técnica e a biblioteca, além de espaço para mostras. 

Autor dos projetos do Museu Brasileiro da Escultura (Mube/1988) e da Pinacoteca do Estado (1993), Mendes da Rocha tem larga experiência na área (ficou entre os 30 finalistas do concurso para construir o Centre Georges Pompidou, o Beaubourg, em Paris, entre 400 concorrentes). Há, contudo, certa incompreensão a respeito do uso de seus projetos. O Mube teve raras exposições de esculturas e, embora imaginado como um jardim – com um teatro ao ar livre e uma loggia coberta por uma viga de concreto -, foi pouco utilizado para mostras de escultura. A Pinacoteca fez do Octógono um espaço experimental dos artistas, quando o arquiteto projetou o espaço como ponto de encontro dos visitantes. Agora, ele toma as rédeas. Participa de reuniões periódicas com Chiarelli e o reitor para discutir cada detalhe da ocupação do novo MAC/USP.

Fonte: Antonio Gonçalves Filho – O Estado de S.Paulo

FAAP abre inscrições para o curso “Revistas de Luxo: o fascinante mundo da mídia AAA”

REVISTASDELUXO

Estão abertas as inscrições para o curso livre “Revistas de Luxo: o Fascinante Mundo da Mídia AAA”, na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). As aulas começam em 2 de setembro e falarão sobre as revistas mais famosas desse mercado, como Wish, Robb Report, IstoÉ Platinum. E também sobre revistas eletrônicas e sites especializados, como o Terapia do Luxo.

Público Alvo

Leitores e leitoras de revistas feitas para o público AAA;
Universitários (as) que desejem atuar no setor de varejo de luxo;
Empresários (as) e comerciantes que queiram saber mais sobre esse segmento de mídia.

Professora: Sara Duarte

Formada em Jornalismo pela PUC-SP, trabalha como profissional de revistas desde o ano 2000. Já atuou em publicações como Veja São Paulo, IstoÉ e Época. Atualmente é aluna do Doutorado em História Social na Universidade de São Paulo (USP) e leciona as disciplinas História da Comunicação e Teoria da Comunicaçãona graduação da FMU-FIAM-FAAM e na pós-graduação do Centro Universitário Belas Artes.

Serviço:
CURSO REVISTAS DE LUXO: O FASCINANTE MUNDO DA MÍDIA AAA
02 de setembro a 25 de novembro/2013 (segundas)
19h às 22h
12 aulas | 36 horas

Investimento Total:
Público externo: 4 parcelas de R$ 275,00
Comunidade faapiana: 4 parcelas de R$ 247,50

Mais informações:
www.http://www.faap.br/nucleocultura/2013/revistas_luxo.asp
(11) 3662-7034 e nucleocultura@faap.br

Fonte: Terapia do luxo