Casa sem paredes no Muro de Berlim

Um local de muita história e tentativas de recomeçar

  (Foto: Andreas Meichsner/The New York Times)

Enquanto muitas pessoas se esforçam para apagar momentos difíceis de suas memórias, outras dedicam-se a homenagear um passado (até certo ponto) traumático. É o caso da arquiteta Helle Schröder, que optou por construir sua casa dos sonhos em uma área adjacente ao antigo Muro de Berlim. O espaço escolhido era parte de um trecho usado por muitos como rota de fuga entre os territórios Oriental e Ocidental durante os anos da Guerra Fria. Apesar de o local ter se tornado um parque, há por ali lembretes da história: partes do famoso muro ainda se encontram de pé, além de sobrarem fundações de casas abandonadas na zona entre os dois lados da cidade.

Helle, junto com os dois outros sócios de seu escritório de arquitetura, o XTH Berlin, projetou três casas contíguas neste terreno tão rico em história. Uma delas tornou-se a residência da arquiteta. “Eu gostei da ideia de viver aqui porque era uma chance de participar da recuperação da cidade”, conta.

  (Foto: Andreas Meichsner/The New York Times)

As várias vigas de aço que sustentam o lar possibilitaram boa integração no interior, além de proporcionarem a existência de uma fachada de vidro. Cada andar segue uma configuração diferente, sem que haja uma única parede vertical no interior da casa – apenas nas laterais. O resultado são seis níveis que se sobrepõem e entrecortam de forma irregular, quase labiríntica. Mas a união dos ambientes não vale apenas para aqueles que se encontram no mesmo andar. O fato de alguns níveis serem mezaninos permite, dependendo do ângulo, que se enxergue cômodos de andares de cima e de baixo.

“Eu não queria parede alguma no caminho”, explica a proprietária. Fato compreensível: onde antes havia um muro de terror, melhor mesmo era não erguer mais divisórias.

Tal configuração atribui certas peculiaridades à casa. Os dois filhos, por exemplo, aproveitam a rede de segurança que interrompe o vácuo entre dois andares para se deitarem em momentos de descontração. Simultaneamente, o terraço no andar superior, além do meio-andar diretamente abaixo dele, oferecem uma vista única de Berlim, que a família gosta de desfrutar. Mas a vista da casa inclui também os lares abandonados que evocam o sofrimento de uma geração. Isso, porém, não intimida Helle. Para ela, trata-se de uma memória cativante. “É a história viva”, alegra-se.

  (Foto: Andreas Meichsner/The New York Times)

  (Foto: Andreas Meichsner/The New York Times)

  (Foto: Andreas Meichsner/The New York Times)

  (Foto: Andreas Meichsner/The New York Times)

  (Foto: Andreas Meichsner/The New York Times)

  (Foto: Andreas Meichsner/The New York Times)

  (Foto: Andreas Meichsner/The New York Times)

  (Foto: Andreas Meichsner/The New York Times)

  (Foto: Andreas Meichsner/The New York Times)

  (Foto: Andreas Meichsner/The New York Times)

  (Foto: Andreas Meichsner/The New York Times)

  (Foto: Andreas Meichsner/The New York Times)

Fonte: Casa Vogue – Por Redação; Fotos Andreas Meichsner/The New York Times

Corretor de imóveis: A importância de inovar no mercado imobiliário

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Em tempos de incertezas onde especialista e formadores de opinião discutem sobre a existência ou não de uma bolha no mercado imobiliário brasileiro, o que você tem feito para inovar em seu cotidiano profissional e aumentar suas vendas? Hoje o mercado imobiliário oferece oportunidades para todos oscorretores de imóveis. Porém, a sobrevivência em um mercado cada vez mais competitivo depende diretamente da inovação e desenvoltura de cada profissional. Confira algumas dicas para destacar-se perante a concorrência e aumentar o número de prospecções de clientes por mês.

Concorrência: Estude o que os seus concorrentes estão fazendo de diferente para atrair clientes e destacarem-se no mercado. Identifique os erros/falhas e negociações de sucesso deles. Escolha de três a seis corretores de imóveis e/ou imobiliárias que você considera concorrentes  e acompanhe o desempenho de cada um durante o mês.

Divulgue seus imóveis na internet: Utilize as inovações tecnológicas para inovar também no seu negócio. A internet é com certeza uma grande aliada neste quesito. Crie um site imobiliário e disponibilize seus imóveis na internet para seus cliente. Além disso integre seu site aos principais portais imobiliários da sua cidade, aumentando suas chances de negociações.

Desenvolva novas técnicas: Não fique sentado no plantão de vendas ou na imobiliária esperando os clientes chegarem. Inove e pense estratégias para atrair possíveis compradores dos seus imóveis. Divulgue seus imóveis nos principais portais imobiliários, promova coquetel de lançamento para os empreendimentos que você está comercializando e participe ativamente das ações que o mercado imobiliário realiza (feiras, palestras e reuniões com incorporadoras).

O corretor de imóveis que está preparado para inovar no seu dia-a-dia e no atendimento ao cliente, tem maiores chances de sucesso em novas negociações. É necessário espelhar-se em cases de sucesso do mercado imobiliário, fazer melhor que a concorrência  e aprender com os os erros. O importante mesmo é estar sempre inovando.

Fonte: Comunidade Imobex

Brasil: vivemos uma bolha imobiliária?

Na semana passada, matérias publicadas em alguns dos mais relevantes portais de notícias do país acenderam a luz de alerta no mercado imobiliário, trazendo muitas especulações e dúvidas. As notícias apresentavam pontos de vista antagônicos e trouxeram à tona um constante medo: corremos o risco de uma bolha imobiliária no Brasil? Enquanto na matéria do Portal Terra, especialistas descartavam o perigo da bolha, o Portal Folha de São Paulo dava o seu veredito – cedo ou tarde a bolha caminha para o estouro no Brasil. O que fazer? Em qual análise acreditar? Estas foram as perguntas que impactaram no mercado.

Nos últimos anos, vimos um crescimento vertiginoso no país, com os preços dos imóveis dobrando ou até triplicando em algumas regiões em um curto espaço de tempo. Indícios de uma bolha imobiliária? É o que veremos nos próximos parágrafos.

E aqui eu não quero sentenciar uma verdade irrefutável, mas contribuir um pouco mais para a abertura de novas linhas de reflexão para que você mesmo possa tirar suas próprias conclusões. Falo com a visão de um corretor de imóveis e consultor do mercado otimista, mas que tem muita responsabilidade ao compartilhar qualquer opinião, sendo esta fundamentada por muitos estudos e pesquisas das movimentações e tendências do mercado.

Diz uma velha máxima que a primeira palavra que aprendemos quando somos crianças não é M-A-M-Ã-E e nem P-A-P-A-I, mas sim C-A-S-A. Brincadeira à parte, o imóvel está no imaginário de grande parte da população brasileira, que aqui ouso dizer ser uma das principais decisões financeiras da vida de uma pessoa, seja para quem  adquire o imóvel com o intuito da obtenção de lucro com negociações futuras ou para quem  conquista a casa própria.

E quando falamos em casa própria, percebemos, ainda, um alto valor emocional agregado, como a sensação de maturidade social, que é aquele sentimento: “ah, agora sou um chefe de família e preciso ter a minha casa” ou “agora sou independente e quero minha própria casa”.

Neste sentido, vemos que uma grande verdade é que o mercado imobiliário gera grandes preocupações em função da sua dimensão e da força para a economia do país, devendo ser analisado constantemente e bem de perto.

Sou de uma época em que crédito imobiliário era uma raridade. Cada agência financeira recebia um valor “x” do Governo federal, e este valor era muito pequeno se comparado à demanda de crédito.

A inflação era alta e o mercado apresentava um baixo desenvolvimento. A partir de 2002, contudo, este cenário começou a melhorar com a mudança da legislação e a chegada do novo código civil. E assim, vimos um crescimento surpreendente e uma consequente disparada nos preços, principalmente a partir de 2005. Destaco, ainda, o acordo de Basileia,  criado para aumentar a segurança dos sistemas bancários.

Deixo aqui uma provocação para sua reflexão: seria este o início de uma bolha ou um movimento natural de um mercado que estava reprimido e que esperava um cenário favorável para sua expansão, frente aos anseios por crédito para moradia?

Mas e o caso dos EUA?

Nesta análise, é inevitável  lembrarmos da grande crise imobiliária vivida pelos Estados Unidos em 2008, que ainda tem impactos na economia mundial. Sentimos claramente os efeitos dela ainda nos dia hoje e esta constante ameaça se concretiza quando retomamos a reflexão sobre o risco de uma bolha.

Todavia, não devemos esquecer que o impacto da crise dos Estados Unidos não foi tão forte na economia brasileira. Prova disso é que em 2009 tivemos um crescimento acima de 8% no mercado imobiliário nacional, colaborando para que registrássemos em 2010 um dos melhores anos para o setor, com um crescimento de 15%.

É preciso entender que, apesar de estarmos falando de um mesmo segmento, temos realidades bastante distintas. Nos Estados Unidos, a concessão do crédito era feita sem uma análise mais apurada, chegando ao ponto de pessoas ganharem milhões de dólares sem investirem sequer um dólar na transação, tudo baseado apenas em especulações. E o final desta história você já sabe.

No Brasil, ao contrário, o sistema financeiro habitacional exige que os futuros compradores comprovem que têm condições de pagamento, diminuindo assim a compra e a venda desenfreada com a utilização de crédito bancário.

Além disso, a maioria dos recursos de financiamento advém do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). A poupança está batendo recordes de capitação, o que influencia a chegada de dinheiro barato para o mercado, e com isso temos uma economia pujante. Alinha-se a isso, ainda, o fato da inadimplência do crédito imobiliário ser cada vez menor, dando maior saúde para o segmento.

Esclarecida a questão do crédito bancário, cabe refletirmos sobre outro ponto que gera muita polêmica: a subida dos preços dos imóveis. Em minha análise, o que registramos nos últimos anos foi um mercado imobiliário se ajustando depois de anos de entrave econômico e social.

Comportamento diferente nos grandes centros

Mas você pode se perguntar: quem prefere morar nos grandes centros paga preços altíssimos nos imóveis. Não seria este um sinal claro da bolha? Eu respondo: Este, na realidade, é um procedimento natural do mercado onde há muita procura e pouca oferta.

Mesmo com o mercado buscando seu equilíbrio, algumas capitais apresentam alguns desvios de padrão, a exemplo do Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo. Percebemos que nestas capitais os crescimentos são altos, mas se os compararmos com anos anteriores, veremos que este percentual diminuiu significativamente.

Vale destacar que estas capitais têm suas particularidades e nem sempre refletem todo o mercado nacional. Eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas podem ser fortes indicadores para isto. Outras capitais seguem um aumento equilibrado de mercado, veja a última pesquisa FipeZap.

Diante do cenário apresentado, a minha análise é de que não corremos o risco de uma bolha imobiliária. O preço dos imóveis segue um caminho natural, registrando altas, mas também certas baixas, o que é mais um indicador de que a temida bolha não existe, pelo menos por enquanto.

O próprio mercado vem se prevenindo contra este risco. Como? Construtoras e incorporadoras, após lançamentos fabulosos onde tudo que lançavam era vendido, perceberam que este crescimento não era sustentável: falta mão de obra qualificada, a matéria prima ficou mais cara, por exemplo.

Com isso, tivemos um 2011 de alinhamento de portfólio e um 2012 de arrumação de casa, ou seja, houve menos lançamentos e um esforço para baixarem os estoques. Mesmo assim, os preços não pararam de subir nem tão pouco houve queda.

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Outro elemento que endossa esta análise é o fato de os preços terem acompanhado a economia do país e a própriaescassez de terrenos nos grandes centros. Tal realidade forçou, por exemplo, a expansão do setor imobiliário para regiões mais periféricas e para o interior dos estados, possibilitando também o crescimento de outras cidades fora do eixo dos grandes centros urbanos.

Entretanto, devemos estar sempre vigilantes, pois um mercado atento consegue prever movimentos e pautar ações de alinhamento de estratégias. Estamos diante de uma economia ativa e as análises devem ser feitas periodicamente, com cruzamentos de informações relevantes para possibilitar um parecer sempre contundente. Não podemos pegar índices “soltos” para formularmos avaliações confiáveis. Neste mercado, as conjecturas são variadas e as análises devem ser responsáveis.

Além disso, não podemos jamais fazer estas análises desvinculadas da realidade do mercado. É preciso estar em consonância com práticas diárias do setor. Na semana passada, por exemplo, estava conversando com um dono de incorporadora que acabara de lançar um empreendimento. E eu o sondava:

– E aí, vai ser sucesso, como estão as expectativas?

E ele, apesar de apresentar um lançamento com preço de mercado atrativo e em uma das regiões nobres de Vitória –ES, me respondeu:

– Estamos com boas perspectivas, mas não do jeito que vivemos no passado, em que a gente lançava e vendia tudo na mesma hora. Nossa meta é vender 30% até dezembro deste ano.

Pessimismo? Não julgo assim, muito ao contrário. Dá para notar o quanto este empresário está mais consciente de que não há mais uma compra irresponsável e que é preciso estar preparado para lidar com esta nova realidade.

Não podemos fechar os olhos para a bolha, o setor é dinâmico e pode mudar. Mas, não podemos permitir que essa ameaça nos impeça de evoluir.

É este o pensamento que deve nos nortear. Devemos guiar as nossas iniciativas cada vez mais pautadas por planejamentos e por análises do mercado. Isto não irá nos impedir de enfrentarmos uma bolha caso ela estoure, mas certamente nos dará condições de enfrentá-la com segurança e com a confiança de que podemos superá-la com sucesso.

Fonte: Blog Guilherme Machado

O que você precisa saber antes de comprar um barco

Saber qual o modelo mais adequado ao seu perfil, calcular os gastos fixos e tirar habilitação náutica são alguns dos cuidados que se deve ter antes de tornar esse sonho realidade
Cuidado para não comprar um barco inadequado para seu desejo de uso

Ter um barco disponível para aproveitar a vida em alto mar a qualquer momento que se queira é sonho de consumo de muita gente. Mas realizá-lo exige muito mais do que o valor de compra da embarcação. “É preciso analisar com cuidado qual o barco mais adequado para o seu estilo, ter consciência dos gastos fixos e, acima de tudo, envolver a família no seu sonho”, Marcos Pacheco, sócio da Vip Náutica, revendedora exclusiva do estaleiro Schaefer em São Paulo. Marcelo Simonini, da Viper Power Sports reforça: “Não adianta comprar um barco ideal para represa e colocar no mar, ou vice e versa, que a pessoa certamente vai se frustrar”.

1- Pesquise muito bem qual o melhor barco para o seu estilo e possibilidades financeiras. Há modelos de diferentes tamanhos, potência e sofisticação para agradar perfis variados: daqueles que querem um lugar para curtir com os amigos, àqueles que gostam de pescar, mergulhar ou apenas aproveitar a família.

2- O valor da embarcação dependerá de seu tamanho e configuração. Quanto mais pés, potência e personalização nos acabamentos você quiser, maior será o investimento.

3- Marinheiros de primeira viagem devem dar preferência a barcos novos ou seminovos, que oferecem menor risco de problemas e vêm com maior prazo de garantia. Deixe para se arriscar quando tiver maior conhecimento técnico sobre o assunto e puder avaliar melhor a escolha.

4- Compre um modelo de marca conhecida em loja autorizada ou com procedência garantida . Isso reduz a possibilidade de levar gato por lebre, além de garantir maior assistência e consultoria técnica. E, assim como acontece com carro, o peso da marca importa.

5- Não deixe para comprar barcos no verão . Com o calor, a crescente procura tende a elevar os preços e tornar o produto escasso.

6- Ter um barco significa ter um lugar para guardá-lo. Esse custo fixo varia de marina para marina, mas sai, em média, R$ 50 por pé do barco. Isto é, um barco de 30 pés exigirá pagamento mensal de R$ 1.500. Não se esqueça de prevê-lo no orçamento.

7- Caso decida pernoitar em outra marina saiba que uma taxa de visita será cobrada para que você possa utilizar a infraestrutura local.

8- Outro custo que não pode ser esquecido é o do próprio combustível. Pense bem nele quando for escolher o motor da embarcação . Para ter uma ideia, um barco de 16 pés, com motor de 50 hps, consome, em média, 12 litros de gasolina por hora, enquanto um barco de 36 pés, com dois motores de 320 hps chega a usar 140 l/h.

9- Equipar a embarcação com acessórios de segurança e lazer como coletes salva-vidas, apitos, sinalizadores, caixa de primeiros-socorros, boias, sistema de TV e som, GPS, radar, etc é inevitável e em alguns casos, obrigatório. Prepare-se para mais essa despesa.

10- Antes de sair navegando será necessário obter algumas documentações junto à Marinha, tais como o seguro obrigatório e o Título de Inscrição de Embarcação (TIE). Não saia sem elas a bordo.

11- Obrigatório é também tirar a habilitação náutica (Arraes amador), exigida pela Marinha do Brasil para qualquer pessoa que for navegar em território nacional. O processo exige aula teórica e prática.

12- Fazer um seguro do barco é mais do que indicado. Os valores costumam variar de 2% a 4% do preço da embarcação.

13- Revisões periódicas devem ser previstas e levadas a sério. O ideal é fazer uma pausa a cada seis meses ou a cada 50 horas de uso.

14- Se quiser um pouco de mordomia e apoio para navegar , pense em contratar um marinheiro. Além de pilotar o barco para você também curtir o passeio, limpar e abastecer o barco, ele ajuda com o serviço a bordo. O contrato mensal desse profissional custa a partir de R$ 1.500. Mas é possível valer-se de um free lancer.

15- Caso não queira contratar um marinheiro, saiba que ao menos um lavador será necessário para garantir a manutenção e limpeza do barco durante o período em que você não estiver usando.

Fonte:  IG Luxo

Budismo em casa

Veja como deixar a decoração com o clima de Joia Rara, a nova novela das seis que promete ser um sucesso

budismo é uma religião e filosofia oriental, que acredita na reencarnação e na evolução do ser humano, normalmente associada a sentimentos como paz e compaixão. Achou interessante? A nova novela das seis, Joia Rara, mostrará um pouco mais desse universo. A personagem Pérola, filha do casal de protagonistas, será a reencarnação de um líder espiritual do Tibete. Quem se animar e quiser seguir os preceitos do budismo pode montar um canto de meditação em casa, com imagens doBuda. Veja como integrá-las à decoração em cinco exemplos.

 (Foto: Marcelo Magnani/Casa e Jardim )
(Foto: Marcelo Magnani/Casa e Jardim )

Direto da Ásia
O Buda tailandês de bronze, pintado de dourado, veio de uma galeria nova-iorquina. A figura aparece envolta em colares turco, nepalês e chinês – o morador e designer de interiores Augusto Perez costuma viajar para a Ásia e adora expor as lembranças trazidas na decoração. A peça fica em um aparador, logo na entrada do apartamento.

 (Foto: Victor Affaro/Casa e Jardim)
(Foto: Victor Affaro/Casa e Jardim)

Tudo pelo Buda
A moradora Deborah Osborn viaja muito. Na sala, extensas prateleiras são os altares dessas andanças. Entre as lembranças, está o Buda esculpido em madeira, trazido da Índia. Pesado, ele teve de ser despachado de navio. Hoje, fica na entrada da casa. Projeto do arquiteto Carlos Verna.

 (Foto: Edu Castello/Casa e Jardim)
(Foto: Edu Castello/Casa e Jardim)

Toques do oriente
Não tem um canto especial para o Buda em casa? Ele pode ficar em qualquer lugar, como o móvel da TV, no projeto da arquiteta Andrea Murao. A presença da imagem traz paz ao ambiente. Outro símbolo oriental, o elefante virado de costas indiano, faz parte da decoração.

 (Foto: Edu Castello/Casa e Jardim)
(Foto: Edu Castello/Casa e Jardim)

Integração no living
A estante em “U” começa em uma esquina da cozinha e termina na sala de estar. Nela, ficam livros e objetos do morador, entre eles, não apenas um, mas dois Budas. Um móvel assim é perfeito para exibir tudo o que você gosta. Projeto do escritório SAO Arquitetura.

 (Foto: Denilson Machado/MCA Estúdio)
(Foto: Denilson Machado/MCA Estúdio)

Bem-estar com o budismo
Patricya Travassos, apresentadora do programa Alternativa Saúde, do canal GNT, tem um Buda em seu quarto. O ambiente é confortável e acalma, graças aos tons neutros. Projeto da designer de interiores Paola Ribeiro.

Fonte: Casa e Jardim