Arquitetura brasileira em foco

Mostra em Frankfurt exibe nove escritórios
Centro de Tiro Esportivo, Rio de Janeiro, 2005/2007, BCMF Arquitetos (Foto: Leonardo Finotti)
Centro de Tiro Esportivo, Rio de Janeiro, 2005/2007, BCMF Arquitetos (Foto: Leonardo Finotti)

O país escolhido para ser o homenageado desta edição da Feira do Livro de Frankfurt é o Brasil. Entre as iniciativas está a exposição Nove Novos – Arquitetura Emergente do Brasil. A mostra no Museu de Arquitetura da Alemanha, o Deutsches Architektur Museum (DAM), com patrocínio da Funarte, apresenta a partir de sexta-feira, dia 20, projetos de nove expoentes da promissora jovem geração da arquitetura brasileira.

Assinam a curadoria Ricardo Ohtake, que também foi curador do pavilhão brasileiro na Bienal de Arquitetura de Veneza em 2010, e o diretor do DAM, Peter Cachola Schmal. Segundo este, o propósito da exposição é apresentar à Europa uma geração de arquitetos que tem potencial para reerguer o antigo status da arquitetura brasileira no exterior. Assim, os diversos prédios expostos, por meio de painéis, maquetes e vídeos, foram projetados majoritariamente por profissionais de idade entre 25 e 40 anos.

Enquanto isso, Ricardo Ohtake destaca a linguagem contemporânea criada por esses jovens arquitetos que, ao mesmo tempo, continuam influenciados pelo modernismo brasileiro. “Apesar de sermos ligados à nossa tradição, somos muito conectados ao que acontece no mundo, consequência da informação correr mais fácil e rapidamente hoje,” explica Martin Corullon, profissional do Metro Arquitetos, um dos escritórios selecionados para integrar a exposição.

Os outros oito participantes são: Arquitetos Associados, BCMF Arquitetos e Rizoma Arquitetura, de Belo Horizonte; Nitsche Arquitetos e Corsi Hirano Arquitetos, ambos de São Paulo; Bernardes+Jacobsen Arquitetura e Carla Juaçaba, do Rio de Janeiro, e Studio Paralelo, de Porto Alegre.

Uma seção da mostra será exclusivamente dedicada a Inhotim, em Minas Gerais. Lá, os escritórios Rizoma e Arquitetos Associados assinaram projetos entre os vários restaurantes e galerias.

Esta especialíssima homenagem à arquitetura brasileira contemporânea permanece em cartaz até o dia 19 de janeiro de 2014.

Nove Novos – Arquitetura Emergente do Brasil
Local: Deutsches Architektur Museum (DAM)
Endereço: Schaumainkai 43 60596 Frankfurt
Data: de 20 de setembro de 2013 a 19 de janeiro de 2014

Centro Educativo Burle Marx, Inhotim, 2006/2009, Arquitetos Associados (Foto: Marcelo Coelho)
Centro Educativo Burle Marx, Inhotim, 2006/2009, Arquitetos Associados (Foto: Marcelo Coelho)
Edifício João Moura, São Paulo, 2008/2012, Nietsche Arquitetos (Foto: Leonardo Finotti)
Edifício João Moura, São Paulo, 2008/2012, Nietsche Arquitetos (Foto: Leonardo Finotti)
Expografia da 30ª Bienal de Arte de São Paulo, 2012, Metro Arquitetos (Foto: Leonardo Finotti)
Expografia da 30ª Bienal de Arte de São Paulo, 2012, Metro Arquitetos (Foto: Leonardo Finotti)
Galeria Lygia Pape, Inhotim, 2010/2012, Rizoma Arquitetura (Foto: Leonardo Finotti)
Galeria Lygia Pape, Inhotim, 2010/2012, Rizoma Arquitetura (Foto: Leonardo Finotti)
Tribunal Reginal do Trabalho, Goiânia, 2007/2012, Corsi Hirano (Foto: Leonardo Finotti)
Tribunal Reginal do Trabalho, Goiânia, 2007/2012, Corsi Hirano (Foto: Leonardo Finotti)
Casa ML, Porto Feliz, 2007/2010, Bernardes + Jacobsen Arquitetura (Foto: Leonardo Finotti)
Casa ML, Porto Feliz, 2007/2010, Bernardes + Jacobsen Arquitetura (Foto: Leonardo Finotti)
Pavilhão Humanidade, Rio de Janeiro, 2011/2012, Carla Juaçaba (Foto: Leonardo Finotti)
Pavilhão Humanidade, Rio de Janeiro, 2011/2012, Carla Juaçaba (Foto: Leonardo Finotti)
CREA, Paraíba, 2010/2012, Studio Paralelo (Foto: Leonardo Finotti)
CREA, Paraíba, 2010/2012, Studio Paralelo (Foto: Leonardo Finotti)

Fonte: Casa Vogue – Por Redação; Fotos Leonardo Finotti e Marcelo Coelho

4 dicas essenciais para se tornar um corretor diferenciado

Em um mercado de tantas similaridades e de uma alta concorrência como o setor de imóveis, uma expressão nunca foi tão repetida quanto a necessidade de sermos “corretores de imóveis diferenciados”. Eu mesmo já recorri a este termo diversas vezes em minhas palestras e também em nossos posts.

Seja falando nas entrelinhas ou explicitando claramente a ideia que tenho de um corretor de imóveis diferenciado, muitas são as dúvidas sobre o que, de fato, constitui este profissional: Quem ele é? Como ele se comporta?

Quer saber como se tornar um corretor de imóveis diferenciado?

E foi pensando nisso que hoje resolvi aprofundar um pouco esta reflexão e provocá-lo a ir comigo nesta análise que não é só do mercado, mas sobretudo, das nossas próprias práticas. Você está disposto a ser tornar este corretor de imóveis diferenciado?

A chave-mestra de todas as características deste corretor de imóveis diferenciado é a alteridade. A concepção da alteridade parte do princípio básico de que todo ser social interage e interdepende do outro, e este outro em questão, para nós corretores de imóveis, é o cliente.  É a partir do cliente e para o cliente que deve seguir toda a ação do corretor.

Desde cedo aprendi que o principal negócio do mercado imobiliário não é a venda, mas sim o cliente, especialmente, os relacionamentos que constituímos. As vendas nada mais são do que consequências destas histórias consolidadas.

O corretor diferenciado busca sua motivação a partir da necessidade do outro.Ele sai de si nas diversas situações para dar lugar ao outro. 

E sair de si não é colocar-se como um coadjuvante da sua história, mas perceber que no seu dia a dia existem dois atores principais dividindo a cena, cada um com o seu papel, sendo necessário compreender que é preciso uma parceria, uma cumplicidade entre estes atores (corretor e cliente) para que o sucesso exista.

E essa não é uma tarefa fácil, pois a todo instante somos pressionados pelos resultados, pela cobrança das metas, por nossa família e até por nós mesmos. Com isso, acabamos colocando em segundo plano este elemento vital para o nosso dia a dia – o outro.

E a grande sacada está justamente em perceber que os nossos resultados e a nossa satisfação pessoal e profissional estão diretamente ligados à solução da necessidade do cliente. Encontrar o equilíbrio entre as nossas ambições pessoais e o desejo do cliente é o grande diferencial do corretor de sucesso.

Contudo, se você ainda não encontrou este equilíbrio, não se desespere! Ele não é fruto de uma ação imediata, mas sim de um processo. Este processo requer alguns elementos que jamais podem sair do foco da ação do corretor de imóveis que quer se consolidar enquanto um profissional diferenciado. Elencarei quatro dos elementos que considero imprescindíveis e que julgo como basilares para toda e qualquer mudança de atitude no ramo imobiliário.

 1. Situar-se no tempo e no espaço

Não há qualquer chance de ser um corretor diferenciado sem um profundo conhecimento do espaço que você ocupa. Portanto é fundamental entender as necessidades do seu tempo, que características marcam a sociedade que você vive, não só no que diz respeito ao mercado imobiliário, mas também em relação aos temas que provocam e motivam as pessoas e os negócios.

Além disso, é imprescindível compreender as especificidades do seu mercado, quem são os seus concorrentes, o seu papel neste cenário e o papel do seu cliente.

2. Capacitar-se constantemente

Não tenha dúvidas, é impossível lidar com coerência diante da complexidade dos elementos citados acima sem que haja uma capacitação frequente.

E aqui vale frisar um grande diferencial. Capacitar-se no mercado imobiliário não quer dizer apenas entender de imóveis e de técnicas de vendas, mas especialmente, entender de pessoas, de culturas, de projetos de vida, de trânsito e até de economia.

Capacitar-se constantemente é praticamente obrigação do corretor diferenciado.

Portanto, não se pode desprezar nenhuma fonte de conhecimento. Não espere lançar aquele grande curso, não espere acontecer a palestra com o consultor mais renomado, não espere, enfim, chegar o momento certo para aprender, pois este momento pode chegar e você pode não estar preparado para identificá-lo. Logo, todo lugar e todo momento devem ser o lugar e o momento certo para aprender e se capacitar.

Que momento e lugar certos podem ser esses? O jornal da padaria na hora que você dá uma pausa para tomar um cafezinho, o noticiário do rádio enquanto você está no trânsito, a conversa com o porteiro do seu prédio, a hora do almoço com o seu colega corretor, o momento em que você está navegando pela internet e encontra, por exemplo, o nosso blog e é provocado a quebrar as regras. Enfim, oportunidades não faltam.

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3. A busca pela inovação

Não tenha medo de quebrar as regras, não tenha medo de testar uma prática diferente da que todo mundo faz, não tenha medo, sobretudo, de ser julgado e até taxado como louco. Vou confessar um segredo para você: muitas vezes fui chamado de louco, porém não me abalei com isso, pois a minha loucura, ao contrário do que muitos pensavam, era consciente. Eu sabia exatamente onde queria chegar e me planejava para isso.

4. Construa relacionamentos

Este quarto elemento, na realidade, é uma junção de tudo o que falamos aqui, mas não poderia deixar de contemplá-lo com um tópico específico só para ele, dada a força e poder desta estratégia.

Empenhe-se em conhecer seu cliente e a necessidade dele. Gere diálogo, ouça mais do que palavras, capte ideias, anseios, motivações. Demonstre, por meio de uma postura profissional, coerente, capacitada e inovadora, que você é capaz de oferecer a melhor assessoria imobiliária que o seu cliente precisa.

Não tenha dúvidas de que o nosso destino só pode ser o sucesso quando nosso foco principal é o relacionamento e não a venda, quando entendemos que a venda é uma consequência das histórias que construímos.

Agora, a transformação está em suas mãos. Os elementos para sua consolidação como um corretor de imóveis diferenciado você já conhece. Então, o que você fará com isso? Compartilhe conosco.

Te espero no topo!!!

Fonte: Blog Guilherme Machado

Casa na serra aposta em madeira e vidro para aproveitar o verde

Madeira, vidro e verde desenham esta casa na serra fluminense, assinada pelo arquiteto Cadas Abranches.

O terreno de aproximadamente 180 mil m² é quase todo uma floresta preservada, com direito a várias espécies de vegetação nativa, típicas da serra fluminense. Foi ali, entre quaresmeiras, ipês e aroeiras, que a família carioca, já dona de um refúgio na praia e uma fazenda no pantanal, resolveu instalar sua casa de campo. Instalar, sim, porque logo na primeira conversa que tiveram com o arquiteto Cadas Abranches, autor do projeto, pediram que fosse mexido minimamente nos contornos e topografia do lugar, só suavizando os aclives para tornar a circulação, entre os pavilhões social, de lazer e de hóspedes, o mais natural possível. “Eles são extremamente ligados à estética e, de cara, definiram que a madeira e o vidro iriam ser os padrões predominantes. Com tanto verde lá fora, o interior das casas dialoga o tempo todo com o entorno, desenhando ambientes amplos e abertos, mas que conseguem o acolhimento que a região pede”, conta o arquiteto.

O silêncio absoluto da mata preservada, entremeado com o canto suave do vento e dos pássaros da região, pontua uma verdadeira sinfonia estética, repleta de nuances de conforto e elegância.
Para relaxar, a piscina aquecida, com hidromassagem, foi cercada por um bangalô aconchegante, com teto de duas águas e forro de madeira.
No bangalô, quase não há paredes, só portas de vidro e muito verde. “Toda a estrutura fica aparente. Faço uma releitura contemporânea das construções rústicas, típicas da serra”, afirma Cadas.
No teto da sala de estar, o pergolado de madeira foi forrado embaixo com palha (execução da Fibra Nativa), não impedindo a entrada de luz. luminárias de cobre de Maneco Quinderé.
Os sofás com estrutura de palha (Vimoso) dão charme ao ambiente de estar, posicionado ao lado da sala de almoço, onde duas mesas de laca branca (serpa Marcenaria) foram cercadas por cadeiras de bambu do arquivo contemporâneo.
O vaso azul, da indonésia, dá as boas-vindas a quem entra e contrasta com o tom de mel da peroba, presente em toda a marcenaria.
Os sofás (c.R.santos) brancos, com traço italiano, fazem par com a mesa de centro desenhada por cadas (Marcenaria Emam). Na parede, tela de Daniel Senise.
Fibras naturais, como a palha e a madeira, compõem a paleta de tons neutros na ampla varanda, que dispensa guardacorpo e ganhaa proteção das plantas ao redor. A iluminação é toda assinada por Maneco Quinderé.
O pavilhão de lazer possui piso externo de mármore bege bahia levigado.
Os dois blocos da casa ficam elevados no terreno, que teve a topografia original respeitada para evitar deslocamentos de terra. “A construção parece pousar na paisagem com leveza e elegância”, afirma Cadas. Paisagismo de C. Minoru Kanagusko.

Estetas por natureza e experts quando o assunto é conforto, os proprietários definiram com clareza o uso do espaço: a casa na serra seria o grande ponto de encontro da família e, por causa da proximidade com o Rio, poderá virar o pouso perfeito para estadas mais longas quando, em breve, a rotina de trabalho do casal se tornar menos demandante. “Como eles têm ideia de passar boas temporadas na serra, não abriram mão de nenhum conforto. A marcenaria foi planejada em detalhes e há uma área social generosa para receber os amigos”, afirma Cadas, que dividiu a ocupação do terreno em três construções diferentes. “A principal se limita à área social e à suíte dos proprietários, além de dois quartos de hóspedes e uma biblioteca, que pode funcionar como escritório no futuro. A parte dos filhos é independente. Por último há o pavilhão de lazer, posicionado um pouco mais embaixo, à beira da piscina. Existe uma visível harmonia de formas e matérias-primas. Juntas, elas se completam”, revela.

Na sala de estar da casa principal, a sofisticação vem da estrutura minimalista, com pé-direito duplo e a escada de linhas retas, que se destaca como uma escultura concreta moldada em peroba-do-campo e vidro. “O grande diferencial do projeto é essa sensação permanente, seja no interior, seja na parte externa, de estar no meio da mata, como em um mirante. E o investimento no conforto, em cada detalhe, remete a um convívio relaxante e aconchegante. Existe aqui um refúgio dos mais sofisticados, mas que não perdeu a essência de uma simples casa de campo”, conta o arquiteto, que montou a circulação superior na forma de uma passarela, aberta, que liga a suíte do casal, de um lado, aos dois quartos de hóspedes, do outro. “Na verdade, todo o projeto tenta interferir minimamente na paisagem. Quem entra tem imediatamente a certeza de que está em um ponto privilegiado e preservado do planeta. E a cidade grande fica lá embaixo…”, completa ele.

Fonte: Casa Claudia Luxo –  Reportagem Simone Raitzik – Fotos Juliano Colodeti/MCA Estúdio

Conami 2013: oportunidade de negócios e networking

De 13 a 16 de outubro de 2013, São Paulo sediará o XVII Conami (Congresso Nacional do Mercado Imobiliário) no Hotel Renaissance. A realização deste evento demonstra a importância estratégica do segmento em âmbito nacional e o prestígio das entidades organizadoras do encontro – da AABIC e do Secovi-SP (Sindicado da Habitação). 

As inscrições com desconto devem ser feitas até esta sexta-feira (20/9). Aproveite os preços promocionais e garanta já sua vaga: http://goo.gl/jZi9NO

O XVII Conami trará temas relevantes para compor uma vasta grade de palestras, a cargo de personalidades de alto nível. Nosso objetivo é atender ao diversificado e exigente público que estará presente.

O evento é um dos mais completos do gênero, abrangendo – direta ou indiretamente – todos os setores que o Secovi-SP representa: loteamentos, incorporação, comercialização, locação e administração de condomínios.

Pretendemos estimular o intercâmbio de conhecimentos e experiências bem-sucedidas, com vista à profissionalização do segmento, inclusive por meio dos estandes de expositores que apresentarão produtos e serviços de ponta.

Investir em um evento como esse é acreditar que os recursos alocados vão fomentar mais negócios e mais resultados.

Portanto, tenho certeza que a participação da sua empresa nesta edição do Conami vai reafirmar a posição estratégica como nosso parceiro, contribuindo para a modernização e o fortalecimento do segmento de administração de condomínios no Brasil.

Hubert Gebara
Vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi-SP (Sindicato da Habitação)

Administração condominial em debate

O Conami se tornou um dos principais eventos do setor imobiliário. Atualmente é de interesse não apenas de profissionais em busca de networking e atualização com as melhores práticas do mercado, mas também das empresas que identificaram a oportunidade para a realização de bons negócios.Promovido pela AABIC e pelo Secovi-SP, verdadeiros representantes do setor no Estado de São Paulo, o encontro reúne os principais especialistas e lideranças do País para debater as tendências da administração condominial, ilustrando como essa atividade se tornou dinâmica e complexa.Por isso, esse tipo de iniciativa, cujo propósito é preparar o setor para lidar de maneira mais eficiente com os desafios do dia a dia, é fundamental para aproveitarmos as oportunidades que o atual ambiente promissor oferece para nossas empresas.

Rubens Carmo Elias Filho
Presidente da AABIC (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo).

Objetivo

Congregar as lideranças e profissionais do mercado imobiliário, proporcionando troca de conhecimento, experiência e atualização profissional; diagnosticar dificuldades, soluções e oportunidades, bem como motivar ações, revisar conceitos e acrescentar conhecimento e profissionalismo ao público-alvo, tornando o mercado cada vez mais competitivo, ágil e capaz.

Público-Alvo

Empresários, administradoras de imóveis, lideranças empresariais, diretores, gerentes, advogados, entidades de classe e profissionais vinculados ao mercado imobiliário.

Local

Hotel Renaissance
End: Alameda Santos, 2.233 – (Próximo à Av. Paulista) – São Paulo/SP

Fonte: AAIBIC – Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paul

XVII CONAMI – Congresso Nacional do Mercado Imobiliário

Design brasileiro de móveis é tema de exposição no Museu Histórico Nacional

No Rio de janeiro, inúmeras obras de tipos de assentos criados por renomados designers brasileiros estão em exposição até domingo (22/9)
Poltrona Mole, clássico moderno do designer Sergio Rodrigues (1957) (MHN/Divulgação)
Poltrona Mole, clássico moderno do designer Sergio Rodrigues (1957) (MHN/Divulgação)

Termina no domingo (22/9) a mostra “Do moderno ao contemporâneo – o design brasileiro de móveis”, em exposição no Museu Histórico Nacional do Rio. O acervo é composto por diferentes tipos de assentos criados por Oscar Niemeyer, Sergio Rodrigues, Domingos Tótora e Irmãos Campana, entre outros renomados designers brasileiros.

Com curadoria de Marcelo Vasconcellos, sócio da Galeria MeMo – Mercado Moderno, e do designer carioca Zanini de Zanine, a mostra apresenta clássicos do mobiliário moderno, as principais peças da produção contemporânea e itens menos notórios de ambas.

Para facilitar a interpretação do público sobre a diversidade de linguagens apresentada, os curadores optaram por expor apenas assentos. “O design tem uma atuação muito ampla, mas as cadeiras, poltronas e outros assentos são um de seus vieses mais expressivos historicamente”, afirma Zanini de Zanine.

Cadeira Augusto, da designer Aida Boal, uma das grandes criadoras do design moderno (1991) (MHN/Divulgação)
Cadeira Augusto, da designer Aida Boal, uma das grandes criadoras do design moderno (1991) (MHN/Divulgação)

A exposição conta com cerca de 80 peças assinadas por dez designers modernos e 20 contemporâneos, entre as quais se destacam as poltronas Xibô e Mole, desenvolvidas por Sérgio Rodrigues, a poltrona Favela, dos Irmãos Campana, e os móveis clássicos da Linha Z, de Zanine Caldas.

Em homenagem a designer Aida Boal, uma das grandes criadoras do design moderno – dentre suas obras, encontra-se o portão principal do Maracanã –, a mostra traz, ainda, uma sala dedicada ao seu trabalho. “Nosso objetivo foi combinar móveis clássicos dos dois períodos já bastante conhecidos com outros que vão surpreender o público. E a homenagem à Aida, neste cenário, é muito oportuna, porque ela tem um trabalho de enorme consistência e grande reconhecimento para quem é do ramo, mas é pouco lembrada publicamente”, conclui Marcelo Vasconcellos.

Poltrona Favela, dos Irmãos Campana (2001) (MHN/Divulgação)
Poltrona Favela, dos Irmãos Campana (2001) (MHN/Divulgação)
Banco Solo de Domingos Tótora (2010) (MHN/Divulgação)
Banco Solo de Domingos Tótora (2010) (MHN/Divulgação)

Fonte: Lugar Certo