Volumetria nada convencional quebra paradigmas da arquitetura em São Paulo

Projeto pretende mudar a proposta de empreendimentos comerciais com soluções para a distribuição e harmonia com as edificações adjacentes
A pretensão é tirar do convencional os empreendimentos comerciais e ainda, propor diálogo com os demais prédios e a cidade como um todo (Divulgação/Aum Arquitetos)

A pretensão é tirar do convencional os empreendimentos comerciais e ainda, propor diálogo com os demais prédios e a cidade como um todo

A fim de romper alguns paradigmas presentes nos projetos voltados para os empreendimentos comerciais, um escritório paulista desenvolveu uma proposta criativa e volumétrica. A pretensão é tirar do convencional estes empreendimentos e ainda, propor um novo edifício comercial no bairro de Pinheiros, em São Paulo.

Segundo o arquiteto André Dias Dantas, o projeto desenvolvido revela soluções muito próprias. “Tanto para a distribuição e formatação dos conjuntos que forma o prédio, quanto para a utilização do térreo, tudo é capaz de proporcionar diálogo entre os demais prédios e a cidade como um todo”, disse.

Em cumprimento à legislação, o prédio tem a altura máxima, 25 metros. “O edifício é formado por oito pavimentos, que apesar de seguirem uma padronização, desenham volumetria de forma dinâmica a partir de terraços desalinhados”, explica Dantas. Além disso, o projeto inclui dois subsolos reservados para estacionamento e áreas técnicas.

 (Divulgação/Aum Arquitetos)

A forma como a torre foi implantada no terreno, proporciona que boa parte do pavimento térreo se transforme em um jardim aberto ao público. Com boa insolação e ventilação, a proposta se torna agradável e aconchegante. O acesso por parte dos pedestres é feito no mesmo nível da calçada, eliminando a necessidade de rampas e escadas, além de fazer da recepção uma extensão do jardim, como espaço público.

Projetada para ser um espaço de convivência para o prédio, o espaço público conta ainda com um café e conjuntos comerciais, que podem ser integrados horizontal e verticalmente. Os jardins privativos comportam grande flexibilidade de usos e configurações.

A cobertura dessa edificação cria mais uma área de convívio, na forma de um terraço ajardinado que também serve como espaço de contemplação. ”Na fachada os revestimentos escolhidos também se alternam de acordo com a estética dos conjuntos, que buscam enfatizar o aspecto instigante”, revela o arquiteto.

 (Divulgação/Aum Arquitetos)

 (Divulgação/Aum Arquitetos)

Fonte: Correio Web – Blog Lugar Certo

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