Museu da Casa Brasileira recebe mostra sobre arquiteturas de Portugal e Brasil

Influencias luso portuguesas e contemporâneas brasileira são destaque da X Bienal de Arquitetura de São Paulo em mostra que acontece no museu referência para a arquitetura no Brasil
A mostra Arquitetura Portuguesa – Discrição é a Nova Visibilidade no Museu da Casa Brasileira também faz parte da X Bienal de Arquitetura de São Paulo

Com o tema “Arquitetura Portuguesa – Discrição é a Nova Visibilidade” a exposição pretende promover diálogos e intensificar experiências multidisciplinares entre Portugal e Brasil. A mostra do Museu da Casa Brasileira (MCB), que também faz parte da X Bienal de Arquitetura de São Paulo, apresenta projetos de escritórios de ambos os países, além disso, pretende intensificar experiências multidisciplinares entre Portugal e Brasil a partir de debates entre profissionais e acadêmicos.

O evento é realizado em parceria com a Associação Estratégia Urbana. A exposição termina nesta quarta-feira (30/10), das 14h às 22h, com entrada gratuita. Conferências, debates e apresentações compõem a agenda dos encontros, com a presença de renomados arquitetos, entre eles o prêmio Pritzker Paulo Mendes da Rocha.

A curadoria da mostra é dos arquitetos Nuno Sampaio, Fernando Serapião, Miguel Judas e Luis Tavares, o encontro, realizado em parceria com a Associação Estratégia Urbana, vai contar também com palestras sobre economia construtiva, gestão de território e desenvolvimento urbano.

Entre os participantes do evento está a “Estratégia Urbana”. Trata-se do primeiro Laboratório de Inovação na área da arquitetura em Portugal. Fundado em 2011, tem como missão promover a reflexão crítica na arquitetura e o desenvolvimento da investigação e inovação técnica e científica, e levar o debate até a sociedade civil.

“O evento propiciará o encontro entre profissionais e empresas do setor dos dois lados do Atlântico, propiciando o diálogo com a sociedade brasileira”, afirma Nuno Sampaio, presidente da Associação Estratégia Urbana.

Fonte: CorreioWeb – Lugar Certo

A Linguagem do Corpo Fala Mais Alto do Que as Palavras

Quantas vezes já aconteceu de você dizer mesmo quando não esta falando? A menos que você seja um mestre do disfarce, você está enviando constantemente mensagens sobre seus verdadeiros pensamentos e sentimentos – usando palavras ou não.

Estudos demonstram que suas palavras respondem somente por 7% das mensagens
que você carrega. Os restantes 93% são não-verbais. 55% da comunicação está baseada no que as pessoas vêem e outros 38% são transmitidos pelo tom da voz. Sendo assim, pense nisto. No ambiente empresarial, as pessoas podem ver o que você não está dizendo. Se sua linguagem corporal não condiz com suas palavras, você está desperdiçando o seu tempo.

Contato visual é o modo mais óbvio de você se comunicar.

Quando você está olhando para a outra pessoa, você mostra interesse. Quando você não estabelece contato visual, dá a impressão que a outra pessoa não tem nenhuma importância. Mantenha contato visual de aproximadamente 60% do tempo para parecer interessado, mas não agressivo.

A expressão facial é outra forma de comunicação não-verbal.

Um sorriso envia uma mensagem positiva e é apropriado para todas as situações – de vida e de morte. O sorriso adiciona calor e uma aura de confiança. Os outros serão mais receptivos se você se lembrar de sempre conferir a sua expressão.

Sua boca também dá pistas, não só quando você está falando.

Os movimentos de boca, como enrugar seus lábios ou torcê-los para um lado, pode indicar que você está pensando no que você está sendo dito ou que você está escondendo algo.

O posicionamento da sua cabeça fala com pessoas.

Mantenha sua cabeça erecta, o que não é igual a manter sua cabeça em linha reta, isto o fará parecer seguro de si e autorizado. As pessoas o levarão a sério. Incline sua cabeça para um lado se você quiser aprecer amigável e aberto.

O quanto você é receptivo é sugerido pela posição dos seus braços.

Braços cruzados ou dobrados sobre o tórax dizem que você se fechou para as outras pessoas e não tem nenhum interesse nelas ou no que elas estçao dizendo. Esta posição também pode representar “eu não concordo com você.”
Você pode apenas estar com frio, mas a menos que você faça um gesto que justifique seu tremor ao mesmo tempo, a pessoa à sua frente pode receber uma mensagem equivocada.

A forma como você usa os seus braços pode ajudar ou podem interferir na sua imagem.

A gesticulação intensa pode demonstrar entusiasmo a alguns, mas outros vêem este gesto como de incerteza e imaturidade. A melhor posição para seus braços é colocá-los lateralmente. Você parecerá confiante e relaxado. Se de início isto for pesado para você, faça o que sempre faz quando quer chegar a algo melhor: pratique. Depois de um tempo, se sentirá natural.

O ângulo do seu corpo dá uma indicação aproximada aos outros do que está se passando por sua cabeça.

Inclinar-se para a frente diz: “Conte-me mais.” Inclinar-se para trás sinaliza que você já ouviu o bastante. Um aceno de cabeça é um indicativo de que você está escutando.

A postura é importante, da mesma maneira que sua avó sempre disse.

Sente-se ou levante-se ereta se você quiser ser vista como atenta e entusiástica. Quando você se deixa cair em sua cadeira ou se apóia na parede, parece cansada. Ninguém quer fazer negócios com alguém que não tem energia.

Controle suas mãos prestando atenção para onde elas vão.

No mundo empresarial, particularmente quando você lida com pessoas de outras culturas, suas mãos precisam ser vistas. Isso o significa que deve mantê-las fora dos seus bolsos e que você deveria resistir à tentação de escondê-las sob a mesa ou às suas costas. Levar suas mãos para regiões acima do pescoço, ajeitar os cabelos ou passá-las no rosto não é profissional.

As pernas falam, também.

Muito movimento indica nervosismo. Como e onde você as cruza conta para os outros como você se sente. As posições preferidas para o profissional polido são os pés apoiados no chão ou pernas cruzadas nos tornozelos. A posição menos profissional e a posição mais ofensiva é descansar uma perna ou tornozelo por cima do outro joelho. Algumas pessoas chamam esta posição de “Figura Quatro.” Pode fazer você parecer arrogante.

A distância que você mantém dos outros é crucial se você quer estabelecer um bom rapport.

Estar de pé e muito próximo ou ” face a face com o outro” o marcará como insistente. Posicionando-se muito longe o fará parecer reservado. Se nenhuma das duas opções resultam na mensagem que você quer transmitir, encontre a melhor posição intermediária. O mais importante: faça com que a outra pessoas se sinta confortável. Se ela está tentando se afastar, é hora de parar. Ou ela tem necessidade de mais espaço ou você precisa de uma pastilha de hortelã.

Você pode não estar atento ao que está dizendo com o seu corpo, mas os outros receberão a mensagem. Tenha certeza de que está enviando a mensagem que você quer enviar.

Autora: Lydia Ramsey , uma das principais autoridades em etiqueta empresarial e protocolo nos E.U.A., é palestrante e autora de MANNERS THAT SELL ( Maneiras que vendem ).

Fonte: Publicidade Imobiliária

Land Rover finaliza a produção em 2015

A Land Rover, o veículo mais antigo do mundo, não será mais fabricada depois de 67 anos no mercado. A produção do mundialmente conhecido carro Land Rover Defender vai apenas até dezembro de 2015. O carro é o mais antigo em fabricação e tem fãs em todo o mundo.

 Land Rover finaliza a produção em 2015
Land Rover sai de linha em dezembro de 2015

O Land Rover foi criado à sombra da Segunda Guerra Mundial, inspirado nos jipes norte americanos usados na Europa durante a grande guerra. Os primeiros modelos eram feitos de alumínio, matéria prima abundante na época graças à opinião pública britânica de atender ao mercado de panelas e frigideiras. A Série I, lançada em abril de 1948, era da cor verde militar.

O modelo de carro esporte desenhado por Maurice Wilkes nunca teve a intensão de ser dirigido apenas por homens fardados. Em 65 anos tornou-se como sinônimo de agricultura, aventura, resgate, esportes e radicalismo na estrada. Diversos ícones pops usaram o carro, como Paul McCartney que já foi clicado no carro e eternizado por publicações da época.

 Land Rover finaliza a produção em 2015
O Land Rover teve uma das vidas mais longas dentre os automóveis antigos

Nenhum veículo teve uma vida tão longa ou tão completa como o Land Rover. O Citroën 2CV, criado no mesmo ano, deixou de ser produzido em 1990. O Volkswagen Beetle antecedeu os dois, ficando no mercado até 2003. O carro sempre foi produzido na mesma fábrica de Solihull todos esses anos.

Com as vendas de apenas 18 mil unidades por ano, os relatórios anteriores que previam a sua morte foram exagerados, mas desta vez é para valer. O último Landy vai sair da fábrica em 20 de dezembro de 2015. Não é por falta de demanda, nem porque os engenheiros da Land Rover têm cansado de adaptar o automóvel para atender à segurança do século 21 ou à nova legislação. Em um mundo de carros híbridos conectados virtualmente, o Land Rover não se encaixa mais no mercado.

Os ‘Landys’ (como seus donos os chamam) possuem o bom hábito de durar bastante. Diz-se que 75% dos dois milhões de carros construídos até agora ainda estão na estrada. Assim, prever-se que haverá Land Rovers nas ruas ainda em 2070.

Febre de compactos esquenta o setor

compacto

Vendas de um dormitório novo crescem 330% e os usados valorizam 15% em doze meses.

A temperatura chegou ao pico: 330% de aumento nas vendas dos compactos de até um dormitório. Foram 4.142 unidades no primeiro semestre contra 964 no mesmo período de 2012.
Segundo o Sindicato da Habitação (Secovi), os lançamentos de um quarto representam 26% de tudo o que foi produzido em São Paulo nos primeiros oito meses do ano: 4.741 apartamentos para um total de 18.261.

No mercado de usados,o índice FipeZap aponta que imóveis de um quarto valorizaram 15% em 12 meses. No período entre janeiro de 2008 e setembro passado, acumularam alta de 210% no preço, 25 pontos percentuais acima de unidades com mais dormitórios, cuja média ficou em 185% de majoração.

“Há inúmeros motivos para explicar o aquecimento nos lançamentos e vendas de um dormitório. Essa tipologia atende aos interesses de investidores que, até 2010, estavam carreando recursos para salas comerciais”, afirma o economista -chefe do Secovi- SP, Celso Petrucci.

A febre de lançamentos concentra- se no centro expandido da capital, em eixos de transporte público com metrô e corredores de ônibus. “Interligação com a mobilidade urbana confere maior liquidez ao produto, dando maior vantagem para quem compra, aluga ou vende”, avalia.

O público do um dormitório,é formado por jovens em busca de avanço profissional e na educação. Também fazem parte desse grupo, os solteiros, divorciados e viúvos, para quem a oferta de serviços, incluindo os do tipo pay-per-use como lavanderia, arrumação, manutenção e reparos, podem atender às suas necessidades, declara Petrucci. Para ele, porém, esses serviços não podem ser considerados a principal alavanca de valorização. “Nem é tendência.”

Característica marcante é o encolhimento de tais unidades. Segundo a Embraesp, a redução de tamanho beirou 30%: de 55,7 m² de área média em2009 para 39,5 m² no ano passado.
Expoente dessa tendência de compactação, Alexandre Lafer Frankel, CEO da Vitacon, lançou em maio a torre Casa Turiassu com unidades a partir de 21 m², no bairro de Perdizes, na zona oeste da cidade.

Fundada em 2010, a Vitacon já lançou 36 empreendimentos, somando 2.815 unidades, das quais 57% de um dormitório, diz Frankel. “Até o fim do ano, serão mais cinco empreendimentos.” Ele adota como palavras de ordem: mobilidade, praticidade, design e compactação de espaço, construindo torres em áreas nobres de São Paulo.

Em parceria com o designer canadense Graham Hill, a construtora lança agora o VNQuatá. Serão 48 studios de 19 m² no total de 86 unidades, de até 52 m². “O preço do m² varia de R$ 14 mil a R$ 16 mil”, diz. Com tal parâmetro, o micro apartamento sai por R$300mil, só o casco.

“Hill não é só arquiteto, é um ícone da filosofia de vida”, diz Frankel, contando que ficou amigo do canadense dois anos atrás. Em 2009, Hill criou em Nova York, uma habitação minimalista de 39 m², com tecnologia e design: cama embutida na parede, beliche retrátil, mesa de jantar para 12 pessoas que sai do armário, paredes móveis para dividir ambientes, etc. Um “apartamento do futuro”, como foi classificado pelo The New York Times.

Hill fundou a empresa Life Edited e dá consultoria para construir micro apartamentos em São Francisco, Nova York e, agora, em São Paulo. Seu objetivo: mostrar que é possível viver bem com menos coisas em casa. Os studios do VN Quatá, de 18 andares, também terão móveis embutidos. A conclusão da obra está prevista para 2016.

Até onde chegar á tal compactação? Frankel responde: “A lei impõe limites para reduzir área de compartimentos, cozinha e banheiro. Acho que não dá para diminuir além desses 19 m².”

O processo de encolhimento esta à beira do esgotamento, como diz o consultor João da Rocha Lima Jr. Para ele, diminuir a área do imóvel é um jeito de fazer com que o teto do seu valor caiba na faixa mais aquecida do mercado.

CAMPEÃO TRADICIONAL
Os mais vendidos no mercado de novos continuam sendo os dois quartos, que abocanharam 44% de participação, segundoo Secovi: 10.048 unidades para um total de 22.638 imóveis de todos os tipos. Como principal imóvel de entrada para quem busca casa própria, o segmento perde espaço para as pequenas coqueluches, que parecem ser o alvo até de famílias com filhos.

“Tradicionalmente, os dois dormitórios atendiam às famílias em busca do imóvel para a primeira moradia”, diz Petrucci. Agora, existe divisão, para esse fim, com as unidades de um quarto. “A escolha por um dormitório reflete ainda as mudanças demográficas e sociais, pois hoje há grande número de solteiros, casais jovens,com 25 a 35 anos, adquirindo seu primeiro imóvel, além dos divorciados. Temos de considerar, também, novos arranjos familiares.”

Petrucci lembra que, em 2007 e 2008, os apartamentos de três e quatro dormitórios ganharam destaque em termos de lançamentos e vendas, mas “neste ano a boa surpresa fica por conta do desempenho das unidades de um dormitório”. A previsão do Secovi é que sejam lançados 6 mil apartamentos deste tipo em 2013. “Para 2014, acreditamos em crescimento de 5% a 10%”, diz o economista.

Fonte:  I Corretores – Por Heraldo Vaz – Especial para o Estado

Luz que amplia: iluminação bem feita promove sensação de espaços maiores

Essencial em projetos, a iluminação é capaz de mudar completamente o ambiente, podendo aumentar o pé direito a ampliar espaços

A iluminação foi o principal recurso para dar amplitude ao pequeno espaço (Divulgação/Jomar Bragança)
A iluminação foi o principal recurso para dar amplitude ao pequeno espaço(Divulgação/Jomar Bragança)

O imóvel é pequeno, o Sol insiste em bater apenas na janela do vizinho e você já fechou o negócio. Resta recorrer a estratégias que fazem espaços restritos parecerem bem maiores. Formas retas dão sensação de ordem e podem ajudar, assim como vidros e espelhos, que integram visualmente os ambientes. Quebrar paredes, ou usar portas de correr para integrar espaços, traz mais luz e ventilação. Mas é o cuidado com a iluminação que pode fazer a grande diferença.

Quanto maior a luminosidade, maior a sensação do espaço. A iluminação é extremamente importante em um projeto. Feita de forma correta, pode mudar completamente um ambiente e a sensação que se tem ao frequentá-lo. Segundo a arquiteta Manuela Lolato, a iluminação depende muito de cada ambiente. Vale a máxima: cada caso é um caso. Mas algumas noções são universais. Antes de qualquer coisa, é preciso entender qual é a função do ambiente, ter definidas as cores que serão usadas e a disposição do mobiliário.

Entre as dicas da especialista está a utilização de luminárias discretas, uma vez que o efeito da luz é o mais importante. “Luz indireta aumenta o pé direito. Se for usada da forma correta, também pode ampliar o ambiente, embora não seja indicada para todos eles. É importante usar a temperatura de cor correspondente ao uso que se quer dar ao lugar. Locais de descanso devem ter luz mais amarelada, enquanto locais de trabalho, que requerem atenção do frequentador, devem priorizar luz branca.”

 (Thiago Ventura/EM/D.A Press)
(Thiago Ventura/EM/D.A Press)

Alguns erros são mais comuns, apesar de cada ambiente merecer ser avaliado separadamente. Uma importante dica de Manuela para não pisar na bola é evitar lustres muito grandes. Também não combinam pendentes com muitos detalhes, além de baixos. Mas o erro mais comum é justamente na temperatura de cor nos ambientes. Sala e quartos com luz branca trazem incomodo e não relaxam tanto quanto a luz amarela.

Se não deu para recorrer a um profissional especializado, é bom dobrar a atenção. Em uma loja de itens de iluminação, na hora de decidir, lembre-se de observar, e perguntar ao vendedor, sobre a temperatura de cor de luz. Ser mais amarelada ou mais branca é um critério que precisa ser definido em função do lugar. Outro alerta é sempre procurar por uma lâmpada que não esquente muito, já que a sensação de lugar abafado também diminui o ambiente.

Juntamente com as arquitetas Bruna Paz e Marcela Menin, Manuela Lolato assina um ateliê de chef de cozinha. A iluminação ganhou atenção especial. Afinal trata-se de uma área pequena. Elas recorreram a spots flexíveis, focando-os em locais estratégicos que direcionam a visão. “Se tivéssemos usado uma iluminação uniforme, a sensação seria de um ambiente mais cheio. A pessoa veria tudo o que está lá de uma só vez, ao contrário de ver cada lugar focado separadamente”, explica.

A temperatura de luz adotada dá a sensação de aconchego e uma atmosfera gostosa. As arquitetas também recorreram a materiais que trazem a sensação de aconchego e leveza. A madeira em freijó lavado traz esses dois sentimentos e ajudou a deixar o ambiente mais claro. As prateleiras pintadas da cor da parede também deram leveza, mesmo com todos os objetos e utensílios de cozinha. “Se fossem mais grossas, o ambiente daria a impressão de estar mais cheio, e não teria a leveza e a ‘amplitude’ que conseguimos alcançar com prateleiras mais finas.”

Fonte: Lugar Certo – Por Carolina Cotta – Estado de Minas

Vai comprar um imóvel? Saiba como ver o saldo do FGTS online

No mesmo ambiente da web é possível checar se o empregador está fazendo os depósitos regularmente, além de atualizar o endereço para envio do extrato em papel
Moedas e casinha
Casinha sobre moedas: limite de valor do imóvel financiado com FGTS subiu para 650 mil ou 750 mil reais, dependendo do estado da federação.

São Paulo – Se você está planejando usar o dinheiro do seu Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para comprar um imóvel, há uma forma simples de verificar quanto você tem no fundo. A consulta ao saldo, aos depósitos feitos pelo empregador e até a atualização de endereço para receber os extratos do FGTS em casa pode ser feita online e gratuitamente no site da Caixa.

Bastra entrar no site do banco, opção Você>Serviços Sociais>FGTS. Ao clicar em “Extrato do FTGS”,aparecerá uma tela em que você deverá informar o número do PIS/PASEP que consta na sua carteira de trabalho e uma senha, que pode ser cadastrada rapidamente na hora. Depois, basta informar o código de confirmação. Você verá então uma tela com todas as informações referentes ao seu fundo de garantia.

Você poderá então visualizar seu extrato, para verificar o saldo contido no fundo e também os depósitos do empregador. Dessa forma, é possível, por exemplo, verificar se o empregador não está faltando com os pagamentos, o que costuma ser motivo de inúmeras ações trabalhistas.

Você também pode optar por receber o extrato do seu FGTS regularmente por e-mail ou ainda atualizar seu endereço para recebê-lo em casa.

O ambiente do site da Caixa onde se pode ver as informações sobre o FGTS é o mesmo onde o trabalhador pode verificar informações acerca de um eventual seguro-desemprego que deva receber. Qualquer trabalhador com carteira assinada pode ter acesso a esse ambiente online, mesmo que não seja cliente Caixa. Basta cadastrar a senha.

Recentemente, o valor do imóvel que pode ser financiado com recursos do FGTS foi elevadopara 650 mil reais, sendo 750 mil reais para os estados de São Paulo e Minas Gerais, do Rio de Janeiro e o Distrito Federal. Outras regras também devem ser cumpridas, como ter no mínimo três anos sob o regime do FGTS e não possuir imóvel próprio na cidade onde reside ou trabalha. Veja os casos em que o FGTS paga seu imóvel.

Agora veja as situações em que você pode sacar o seu FGTS.

Fonte: Revista Exame – Por 

 

Núcleo de Real Estate analisa mercado de empreendimentos para renda

Relatório da última reunião do grupo da Poli-USP avalia o segmento de edifícios comerciais e galpões logísticos e industriais.

O Núcleo de Real Estate da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (NRE-Poli) divulgou na última quinta-feira (24) o relatório da última reunião de seu Comitê de Mercado. O grupo é formado por professores e pesquisadores do NRE-Poli e também por profissionais de diferentes segmentos do mercado imobiliário. O tema da reunião foi o “Mercado dos Empreendimentos para Renda no Brasil”.

Confira a ata na íntegra.

“Nota da Reunião de 20 de junho de 2013
Tema Debatido:

O Mercado dos Empreendimentos para Renda no Brasil:
Edifícios de Escritórios Comerciais e Galpões Logísticos e Industriais

Antes de iniciar a discussão do tema para debate, o Prof. Dr. João da Rocha Lima Jr. registrou o falecimento do Prof. Dr. Sergio Alfredo Rosa da Silva, pesquisador e professor do Núcleo de Real Estate e membro deste Comitê desde sua instalação. Destacou a relevante contribuição que o Prof. Sergio deu ao conhecimento na área do Real Estate, lembrou que foi seu mentor durante toda sua trajetória científico-acadêmica e destacou a imensa saudade que deixa àqueles mais próximos.

São muitas as opções de desenvolvimento imobiliário que agregam o perfil de geração de renda por períodos longos, atividade e diversificação que o país vem experimentando desde que sua economia, em meados da década de 90, alcançou padrões mais estáveis, compatíveis com esse tipo de operação.

Empreendimentos cujo investimento é remunerado por meio de locação pura (como é o caso dos centros logísticos e dos escritórios comerciais destinados à exploração de seus espaços), por meio de locação variável (como é o caso dos shopping centers, onde o empreendedor partilha com os lojistas o risco e o sucesso do desempenho do negócio no local, estabelecendo-se contratos de aluguel variáveis conforme o nível da receita auferida), ou ainda, como no caso dos hotéis, contratos com hóspedes que se renovam a cada novo período de permanência, são exemplos que ilustram o espectro que pode ser observado nos diferentes mercados e vetores de geração da renda. Com vistas a melhor orientar as discussões dessa reunião do Comitê de Mercado, optou-se por concentrar o foco nos empreendimentos voltados à locação pura dentro de dois segmentos: os edifícios de escritórios comerciais corporativos e os centros logísticos e de armazenagem.

O investimento imobiliário focando renda é criticamente impactado pela taxa de juros de referência e portanto se desenvolve rapidamente em épocas de estabilidade de inflação e juros e sofre em épocas de alta inflação e juros elevados. O tema foi preparado pela Profa. Dra. Eliane Monetti e pelo Eng. Claudio Bruni, CEO da BR Properties, que também conduziu a apresentação desta reunião. Na apresentação do tema, ressalvou-se a qualidade dos dados, destacando-se que, enquanto no mercado de escritórios a sua qualidade é aderente à realidade do mercado, no mercado industrial e de centros de distribuição deve-se enxergar a base de dados muito mais para reconhecer tendências que para usá-los como uma medida de comportamento.

EDIFÍCIOS DE ESCRITÓRIOS COMERCIAIS PARA LOCAÇÃO
A dimensão e distribuição do mercado nacional de escritórios em seus mais expressivos mercados é assim composta:

Fonte: dados compilados pela BR Properties – BRPR

São Paulo é onde se localiza o maior estoque de edifícios de escritórios e onde também estão os de melhores especificações técnicas. São Paulo é seguido pelo Rio e Brasília, enquanto os demais mercados apresentam estoques menores e de qualidade inferior. A liquidez e os preços de locação fora dos mercados de São Paulo e Rio são mais reduzidos também, possivelmente devido à menor presença de sedes corporativas. Esta condição também se observa nos mercados paulista e carioca à medida que os edifícios se distanciam das regiões nobres, ou seja, dos núcleos já consolidados e que tem infraestrutura de transportes e serviços já consolidadas.

Nestes dois mercados, os preços médios de locação para imóveis de qualidade institucional, edifícios A até Triplo A, variam entre R$ 80 e R$ 150/m2. Brasília é um mercado atípico, já que possui grande concentração em locatários do setor público.

Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Goiania e Fortaleza, por serem mercados ocupados por empresas regionais (onde também o custo dos terrenos é menor) apresentam menor liquidez e valor de locação que raramente ultrapassa R$60/m2.

O mercado da cidade de São Paulo
O vetor de crescimento de imóveis corporativos em São Paulo partiu do Centro,
passando pela região da Paulista, dos Jardins, Marginal Pinheiros e, a partir da década de 70, Alphaville, na direção oeste da região metropolitana.

O novo estoque, representado em m² no gráfico abaixo mostra o que foi adicionado ao mercado a partir de 2006.

Em termos de absorção bruta, que representa a área locada no período, do ponto de vista geral, o mercado vem se comportando de forma equilibrada até início de 2013 (gráfico a seguir, em m2). Os imóveis nas extremidades sul (Morumbi em direção a Interlagos) e oeste (Alphaville) são os que demandam mais tempo para locar e acabam sendo locados por valores mais baixos que o mercado em geral, para produtos equivalentes.

Já a absorção líquida – que representa a área efetivamente locada, descontados os espaços liberados no período – em 2010 foram 267 mil m2, indica mercado saudável até 2012, quando a absorção líquida apontava para 192 mil m2..

A vacância girou em torno de 7%, o que é um bom indicador, registrando percentuais maiores apenas nas entregas novas.

Do ponto de vista de tendências, acredita-se que os centros principais de concentração de escritórios, como Vila Olimpia, Itaim e Jardins, devam continuar demandados. A região da ponte do Morumbi ainda deve absorver bem as entregas previstas para o final de 2013 e 2014. São empreendimentos grandes e sem problemas de funding para construção que, à medida que forem sendo ocupados, contribuirão para o já congestionado tráfego que vem se observando na região. O novo plano diretor da Cidade, atualmente em via de ser proposto pelo executivo municipal, deverá endereçar a questão do adensamento populacional e prever soluções para os graves problemas de trânsito que se observam nesta região, sob pena de inviabilizar a sua ocupação e deprimir os preços de locação.

As regiões que contam com infraestrutura de transportes e serviços já implantadas, como Paulista e Faria Lima não devem ser afetadas negativamente. Já os imóveis mais distantes terão que ter características mais funcionais, com o fim de se aproveitar da proximidade de estações de trens e corredores de transportes, permitindo fácil deslocamento.

O mercado da cidade do Rio de Janeiro

O mercado do Rio atualmente está setorizado em 5 grandes regiões já consolidadas: Centro, Flamengo, Botafogo, Zona Sul e Barra. A grande concentração de imóveis corporativos está no Centro, que foi palco de alguns projetos expressivos de novas construções e retrofits, destacando-se a região do Castelo, nos últimos anos, o que contribuiu para a atualização dos imóveis construídos na década de 60, em sua maior parte.

A região da Barra foi alvo do desenvolvimento mais recente, acompanhando o grande desenvolvimento de imóveis residenciais ocorrido desde o início da década de 70.

A Zona Sul é um mercado de espaços corporativos pequenos, todavia muito próximo da região de melhores moradias da Cidade. Os preços nesta região são  elevados, devido à pequena oferta disponível, alcançando valores superiores a R$ 300/m2.

O mercado do Rio de Janeiro absorveu os empreendimentos que foram entregues até 2012 não havendo vacância expressiva no Centro, nem no Flamengo atualmente. Os preços permanecem em ascensão, tendendo a estabilizar em torno de R$ 180 a 200/m2. O mercado imobiliário do Rio de Janeiro se beneficiou muito pela acensão das empresas de óleo e gás e mineração, tradicionalmente localizadas no Rio.

A região do entorno do porto do Rio de Janeiro está passando por um interessante processo de requalificação urbana, promovida pelos governos municipal e estadual. O projeto Porto Maravilha proporcionará uma nova área para expansão urbana na zona central do Rio. No Porto Maravilha a maior parte dos empreendimentos será comercial, sobretudo edifícios corporativos. É uma região localizada na periferia do É uma região localizada na periferia transporte e infraestrutura urbana. O custeio destas obras será feito por maio de outorga onerosa de certificados adicionais de construção, cuja gestão está a cargo de um Fundo Imobiliário administrado pela Caixa Econômica Federal. O desafio que se faz presente é conciliar estes recursos com o elevado custeio das obras públicas de infraestrutura, principalmente aquelas necessárias para a implantação das novas vias de acesso e transportes públicos.

Na Barra, apesar de não se observar alta vacância, por ter mais terrenos disponíveis a preços mais baixos, os valores de locação também são mais baixos: enquanto um prédio no Centro pratica uma locação de R$150 /m2, se fosse posicionado na Barra alcançaria R$ 50 a 60/ m2. É muito semelhante ao efeito que se verifica em Alphaville, em São Paulo.

O Rio, apesar de representar um mercado de locação de escritórios sadio, ainda é uma cidade que tem parte expressiva de sua economia dependente, direta ou indiretamente, da atividade de exploração do petróleo.

A absorção líquida no Rio de Janeiro continua apresentando bons indicadores, embora grande parte do movimento de 2012 tenha relação com áreas pré-locadas, como o caso da sede da Petrobrás que respondeu por 105 mil m2. Apesar de ser uma entrega nova, já era contratada, logo, não adicionou nada na vacância do mercado do Rio, que em 2012, continuou abaixo de 4% no global, e praticamente zero no centro.

Para 2015 e 2016, à exceção da região do Porto Maravilha, percebe-se que as entregas não estão acompanhadas de pré-locação, ou seja, há possibilidade de ocorrerem vacâncias, se o mercado não crescer o suficiente para absorver a oferta.

Expectativas adiante para o mercado de escritórios em São Paulo e Rio
Como tendência geral, o que se avalia é que bons projetos deverão manter o patamar de preços praticados, enquanto os demais, seja pela qualidade ou pela localização, tenderão a apresentar maior vacância, ficando a dúvida se conseguirão pressionar para baixo o preço das regiões mais nobres.

Quanto à qualidade do investimento, combinando a estabilidade do valor dos aluguéis ao cenário de crescimento da taxa de juros na economia, resulta numa piora da qualidade do investimento no curto prazo.

O primeiro dano é causado nos projetos mais antigos, com especificações técnicas mais desatualizadas. Para as novas entregas, as que estiverem precificadas sem folga não vão ter capacidade de ajuste e a rentabilidade pode cair, o que, de outro lado, gerará oportunidade de aquisição para investidores capitalizados. Como aconteceu em 2009 essa configuração deverá se repetir. Para os imóveis vendidos a preços muito elevados, projetando alugueis baseados em redução expressiva das taxas de juros, a qualidade do investimento poderá sofrer no curto prazo, até que as taxas de juros voltem a cair.

Condomínios Industriais E Logísticos
Os dados disponíveis sobre estoque total, vacância e tipologia de centros logísticos e distritos industriais são precários, cada empresa de comercialização e consultoria se concentrando em uma região de interesse específico. Nesta reunião do Comitê foram discutidas tendências e não dados específicos.

Dois são os mercados significativos para os condomínios industriais e centros logísticos destinados à renda de locação: São Paulo e Rio de Janeiro. Além dos estados de São Paulo e Rio, os mercados das regiões metropolitanas de Curitiba e de Belo Horizonte, parte do interior de Minas Gerais, o distrito industrial de Manaus e a zona portuária de Suape em Pernambuco são mercados onde se desenvolvem empreendimentos voltados à locação.

Fora do eixo São Paulo – Rio, no entanto, a maior parte dos empreendimentos é alvo de projetos built-to-suit (BTS).

No Rio, ao longo da Dutra, na região de Resende e também na chegada da Dutra, regiões de Caxias, Queimados e Seropédica, observam-se as maiores concentrações de empreendimentos.

Em São Paulo, os eixos principais, que concentram o maior volume de Centros de Distribuição, sobretudo na modalidade BTS, se situam ao longo das Rodovias Dutra, Castelo Branco, Anhanguera/Bandeirantes, D.Pedro I e Regis Bittencourt, além da Fernão Dias, sobretudo próximo à D.Pedro I, em particular no trecho Atiabaia – Jarinu. Na Dutra, a concentração é expressiva até Guarulhos e depois em Jacareí e São Jose dos Campos. Seguindo a Fernão Dias, em direção ao oeste, observam-se polos em desenvolvimento nas regiões de Pouso Alegre e Varginha, onde há incentivos do governo de Minas.

A região próxima da Grande São Paulo, onde há maior concentração de consumidores e produtores é a região mais demandada e onde se observam os maiores valores de locação e retorno. Esta região, todavia, é onde se observam os maiores desafios do ponto de vista de topografia e restrições ambientais.

Os pontos de concentração mais expressivos para empreendimentos para geração de renda renda são Anhanguera – Bandeirantes, em especial no trecho até Campinas, com destaque para Jundiaí, Louveira, Vinhedo, Viracopos e Campinas, Castelo Branco, na região de Barueri, Jandira e Itapevi e Guarulhos.

O gráfico a seguir aponta a evolução do estoque total de galpões em São Paulo, expresso em m2.

O que hoje está em construção de condomínios logísticos especulativos, com unidades para locação com áreas entre 2 e 6 mil m2, em sua maioria, são custeados por investidores diretos ou clube de investidores, a maior parte sem financiamento bancário.

O preço médio de locação de centros de distribuição e logística se apreciou de forma consistente nos últimos anos, com ganhos acima da inflação. No Estado de São Paulo, a referência histórica aponta para preços em torno de torno de US$ 8/m2, sendo queos valores em reais praticados não se afastam construções que requerem investimentos da ordem implantação incluindo gerenciamento, em terrenos cujo custo gira em torno de R$350 a 500/m2 de galpão. O padrão das edificações construídas nos últimos 10 anos é elevado e se compara com o existente nos países desenvolvidos: altura de piso a teto de 10 a 12 metros, capacidade de carga do piso entre 3 e 6 toneladas/m2, cobertura de telhas metálicas com proteção térmica, iluminação zenital e sistemas de proteção e combate a incêndios, além de páteos de manobra e estacionamento adequados a grande caminhões de transporte de carga.

As construções mais sofisticadas são aquelas destinadas a armazenagem a frio ou frigorificadas. Especial atenção atualmente é dedicada à segurança contra roubos e assaltos, representada por alarmes periféricos, cercas eletrificadas, eclusas paraentrada e saída de caminhões e pessoal, circuito fechado de TV e instalações especiais para escoltas armadas. Estes custos tem sido responsáveis por aumento dos investimentos e encarecimento da operação.

Estima-se que cerca da metade do estoque de centros logísticos de renda seja composta por condomínios de galpões modulares, na faixa de 2.000 a 5.000 m2,destinados a empresas de pequeno e médio portes. Os grandes empreendimentos geralmente são mono-usuários, locados a grandes empresas nacionais e multinacionais.

O mercado de grandes empreendimentos, geralmente alvo de contratos de longo prazo, na modalidade de BTS, o prazo da locação tende a ser de 10 anos ou mais. Este mercado é bastante estável e a oferta de espaços tende a se alinhar com a demanda, já que são negociados através de processos exaustivos e estudos técnicos e de localização, acessos, disponibilidade de mão de obra e capacidade de expansão futura.”

Fonte: Portal PINIweb – Por Rodrigo Louzas

Bolsa Dior de 14 500 reais tem fila de espera em SP

DiorBar, primeira bolsa do estilista Raf Simons, na lista de espera da loja do Cidade Jardim

DiorBag: com zíper e mais horizontal (a partir de R$ 14 500,00)

Faz um ano que Raf Simons está na Dior (saiba mais em A Dior do século XXI). E, coleção atrás de coleção, os acessórios — criados por dois designers sob Simons — são um sucesso, replicados pela indústria da moda acessível.

Na coleção de verão 2013, Simons resolveu entrar no jogo da criação dos complementos a suas roupas.

A primeira peça foi a DiorBar, uma versão sem zíper e mais vertical do modelo acima. Agora a Bar chega à segunda edição, com zíper e mais horizontal, de olho na mão da executiva moderna.

O nome, Bar, remete à jaqueta icônica da linha de estreia de Chrisitian Dior na moda, no verão 1947, bem acinturada. O desenho da cinturinha de pilão aparece nas laterais da peça, que são abotoadas — ao desabotoar o metal dourado, a bolsa amplia de tamanho. A peça é um “monobloco” — ou seja, por dentro, não há divisórias.

No Brasil, o modelo está disponível em couro de bezerro (levemente granulado) e couro box (liso). E em dois tamanhos:

Média (32 x 25,5 x 15 cm), por R$ 14 500,00 (bezerro) e R$ 18 000,00 (box).
Grande (37 x 28 x 18 cm) – R$ 15 500,00

A pequena (26 x 20,5 x 12 cm) ainda não desembarcou por aqui.

Além do couro, há edições sob encomenda, de pelica bordada, píton e de cobra élaphe pied-de-poule, a estampa favorita de Christian Dior. Esta já foi encomendada na única loja Dior no Brasil, no Shopping Cidade Jardim.

DiorBar na versão cobra élaphe pied-de-poule: estampa favorita de Christian Dior na lista de espera

Fonte: Veja Luxo – Por Simone Esmanhotto

Arquiteturas de Portugal e Brasil se encontram no Museu da Casa Brasileira

Paulo Mendes Rocha participa do encontro Arquitetura Portuguesa – Discrição é a Nova Visibilidade

Integrante da programação da X Bienal de Arquitetura de São Paulo, o evento “Arquitetura Portuguesa – Discrição é a Nova Visibilidade” tem o objetivo de promover diálogos e intensificar experiências multidisciplinares entre Portugal e Brasil, por meio da apresentação de projetos de escritórios de ambos os países, com debates entre profissionais e acadêmicos.

Com curadoria dos arquitetos Nuno Sampaio, Fernando Serapião, Miguel Judas e Luis Tavares, o encontro, realizado em parceria com a Associação Estratégia Urbana, vai contar também com palestras sobre economia construtiva, gestão de território e desenvolvimento urbano.

No dia 28 de outubro, o vencedor do Pritzker de 2006, Paulo Mendes da Rocha, participa do debate “Entre Culturas e entre Cidades” ao lado do arquiteto português João Luis Carrilho da Graça e os engenheiros José Luiz Canal e Rui Furtado.

Na mesma noite, a partir das 21h, acontece o lançamento editorial do “Cadernos de Obra – Novo Museu Nacional dos Coches” de Paulo Mendes da Rocha.

Também vencedores do Prizker, os arquitetos portugueses Álvaro Siza e Eduardo Souto de Moura terão seu projeto para o “Pavilhão Estratégia Urbana” lançado em cerimônia oficial. Em maio, a revista PROJETO design publicou uma matéria sobre o novo espaço.

“O evento propiciará o encontro entre profissionais e empresas do setor dos dois lados do Atlântico, propiciando o diálogo com a sociedade brasileira”, afirma Nuno Sampaio, presidente da Associação Estratégia Urbana.

Para mais informações e a programação completa, acesse www.mcb.org.br

 “Arquitetura Portuguesa – Discrição é a Nova Visibilidade”
Local: Museu da Casa Brasileira
Data: 28 a 30 de outubro
Endereço: Av. Faria Lima, 2.705 – Jd. Paulistano – São Paulo
Horário: 14h às 22h
Entrada gratuita

Fonte: CAU/BR

Integrar sala de jantar e cozinha pode ser funcional e acessível

Proposta de criar espaço que integre os dois ambientes é tendência em grande parte dos lares brasileiros, que cada vez mais tem a área total reduzida
Integrar cozinha e sala de jantar é uma boa solução para ambientes reduzidos, a composição deve ser harmônica e prática, proporcionando conforto visual e facilidades
Integrar cozinha e sala de jantar é uma boa solução para ambientes reduzidos, a composição deve ser harmônica e prática, proporcionando conforto visual e facilidades (Divulgação/Marcos Molinari)

A proposta de integrar dois ou mais ambientes é cada vez mais comum em imóveis com espaços reduzidos. Projetos com esse caráter devem compor elementos com harmonia e neutralidade, a fim de tornar o ambiente funcional e esteticamente confortável. No caso da sala de jantar e da cozinha, a integração traz a praticidade de servir uma refeição tendo acessórios necessário ao alcance de forma simples e facilitada.

As cores são elementos importantes na hora de unir os ambientes de forma prática e esteticamente atraente. “O acabamento de tonalidade cinza escuro em composição com o madeirado, com veios marcados em tons mais claros, traz a neutralidade necessária para integração da cozinha e espaço de jantar”, explica o arquiteto Marcos Molinari. A ilha gourmet é laqueada em tons de cinza escuro com pigmentos prateados, conferindo sofisticação através do efeito de metais como o aço, ferro e chumbo.

 (Divulgação/Marcos Molinari)
(Divulgação/Marcos Molinari)

As portas do balcão horizontal utilizam o vidro fumê, em sintonia com as demais tonalidades da cartela do projeto. A adega suspensa foi elaborada para conferir um ar contemporâneo com nichos iluminados. Outro destaque é a escultura grega que reproduz um rosto, agregando valor estético ao ambiente.

O mobiliário clássico atribui elegância e estilo ao espaço, que se torna aconchegante com a iluminação em pontos estratégicos e com luz amarela, que torna o ambiente mais convidativo. “O lustre contemporâneo em cima da mesa de jantar contrasta com as poltronas clássicas, tornando o ambiente uma mistura dos dois estilos, encontrados em diferentes elementos no espaço”, explica Marcos.

Fonte: CorreioWeb – Lugar Certo