Alguns mitos e mentiras que o impedem de vender mais

Você esta tendo dificuldade de vender? Acha que o mercado imobiliário esta uma droga? Talvez esse problema não esteja no mercado e , sim, dentro de sua cabeça.

Corretor de imóveis faça uma análise do seu trabalho e procure listar seus pontos fortes e fracos procure melhorá-los, pois muitas vezes um pequeno detalhe esta atrapalhando seu desempenho.
O numero de corretores de imóveis tem aumentado muito nos últimos tempos e o mercado tende a selecionar os melhores profissionais. E naturalmente os corretores bem preparados vendem mais.
Acredite o mercado imobiliário não esta ruim. São algumas mentiras em que acreditamos que nos impede de crescer. Veja alguns mitos e mentiras que você precisa destruir para se tornar naquele campeão de vendas que você merece.
Um bom vendedor já nasce vendedor
Não, se fosse assim as empresas teriam um departamento de RH nas maternidades, um bom vendedor na maioria das vezes se forma através do conhecimento do produto e das necessidades do cliente.
Um produto barato é fácil de vender
Tente vender um punhado de areia na praia por um centavo. Acredito que será difícil vender.
O preço nem sempre é o fator determinante na venda pois o cliente não compra o produto e sim o beneficio que ele ira lhe proporcionar, então foque sua negociação no beneficio e você percebera que o preço não ira atrapalhar a venda.
Um bom vendedor sabe satisfazer as necessidades do cliente
Não é mais assim, o bom vendedor é aquele que encanta seus clientes
É um erro elogiar seus concorrentes
Errado quando o cliente fala sobre seu concorrente você deve elogiá-lo “tecnicamente” e mostrar os diferenciais competitivos e os benefícios da sua empresa .
As objeções tem que ser vencidas e totalmente refutadas.
Nunca. As objeções tem que ser encorajadas, faça o cliente falar, colocá-las para fora, pois se o cliente não jogar pra fora suas reais objeções você vai vender o que.
A internet vai acabar com o vendedor
Essa mentira eu escuto desde o tempo em que eu vendia Enciclopédia Barsa no sistema de porta em porta. E para minha surpresa ainda vendem Barsa da mesma forma.
A internet facilita e muito o trabalho do vendedor. É difícil encontrar uma imobiliária ou corretor de imóveis que não tenha um site ou no mínimo um e-mail. Um vendedor de sucesso deve se atualizar as novas tecnologias e agregá-las a sua forma de fazer negócios.
Um bom vendedor nunca perde uma venda
Muito errado. Todo vendedor perde vendas mas que diferencia o vendedor de sucesso é que após perder uma venda ele faz um auto-diagnóstico. Pois não vergonhoso perder uma venda. Vergonhoso é não saber o por que e não fazer uma autocrítica.
Um bom vendedor é aquele que acredita em seu conhecimento e seu grande potencial de superação.
Nem sempre, nunca diga que basta a si mesmo e que você sabe tudo e que a única chave para seu sucesso esta em seu poderoso interior.
Um bom vendedor é aquele que acredita em Deus. Em si mesmo. No seu mercado. Em seu pais. Em sua empresa. No produto que vende. O bom vendedor tem por meta transformar seus clientes em pessoas felizes e satisfeitas através de uma negociação segura
Fonte: Marketing e Publicidade Imobiliária – Por Rony de Lima Meneses

Londres: a nova capital mundial dos imóveis de luxo

Ter imóveis em Dubai, Estados Unidos e talvez Canadá já foi um luxo para os milionários e espaços eram disputados pelos endinheirados com fervor. Mas talvez tudo isso seja coisa do passado. A nova capital do luxo agora é Londres, com metros quadrados sendo disputados com fervor e cada vez mais ricos brasileiros comprando imóveis na Inglaterra para entrarem na onda. O motivo? Londres agora é a cidade mais convidativa em mansões do mundo!

 Londres: a nova capital mundial dos imóveis de luxo

A capital da Inglaterra tem lá seu charme para atrair os ricos que buscam estilo em moradia. O primeiro ponto é que a cidade é uma capital fashion, com ateliês e lojas de grifes de todo o mundo com uma filial por lá. É uma das poucas monarquias ainda de pé e com todo o glamour que há de ter um Príncipe andando pelas ruas. Também é bela, com seus prédios antigos e sua beleza natural e um clima agradavelmente romântico, digno de um bom filme. Tudo de bom para um ricaço, não é mesmo?

images Londres: a nova capital mundial dos imóveis de luxo

O valor de um imóvel de luxo em Londres triplicou o valor nos últimos 30 anos. O número de residências que custam mais de R$ 10 milhões de reais aumentando consideravelmente nos últimos meses, chegando a mais de 30% de aumento. Este mesmo percentual no Brasil levou mais de 10 anos para se mostrar.

Os aumentos de residências de luxo na Inglaterra aumentaram por diversos motivos. Segundo os especuladores do mercado, é devido à segurança do país que vem aumentando consideravelmente na capital e o mercado anda investindo alto em profissionais para qualificar os imóveis, com tudo o que há direito. Um dos preços mais em conta de uma mansão de luxo em Londres pode chegar a 80 milhões de euros, e é considerada ainda em conta para a capital inglesa. Cerca de 50% das grandes casas de luxo londrinas são de estrangeiros, contudo.

Fonte: Mundo de Luxo

Projeto de Lei do novo Plano Diretor de São Paulo chega à Câmara

Entre as mudanças, está o incentivo ao adensamento nos chamados “eixos de estruturação da transformação urbana” e a criação de uma cota máxima de terreno por unidade habitacional em novos empreendimentos multifamiliares

O projeto de lei do novo Plano Diretor Estratégico (PDE) de São Paulo foi entregue à Câmara Municipal na tarde de ontem (26) pelo prefeito Fernando Haddad. O PDE vinha passando por revisão desde abril de 2013 e traz mudanças que, se aprovadas, causarão grande impacto no mercado imobiliário.

Entre as principais novidades está o incentivo ao adensamento nos chamados “eixos de estruturação da transformação urbana”, ou seja, áreas localizadas ao longo dos sistemas de transporte coletivo de média e alta capacidade. Nessas regiões, o plano prevê a ampliação do potencial construtivo e a limitação à construção de garagens em novos prédios.

Outro dispositivo previsto é a cota máxima de terreno por unidade habitacional em novos empreendimentos multifamiliares, tanto verticais como horizontais. Isso impede que um mesmo lote comporte poucos apartamentos e permite que mais pessoas morem na mesma volumetria edificada.

O projeto de lei traz também questões polêmicas para o setor imobiliário. Uma delas é a chamada Cota de Solidariedade, segundo a qual empreendimentos de grande porte deverão doar ao município áreas destinadas à produção de Habitação de Interesse Social (HIS). O texto estabelece ainda que “legislação específica poderá prever a concessão de incentivos à doação [de área para HIS] prevista no “caput”, bem como a possibilidade de custeio, pelo empreendedor privado, da desapropriação de áreas para produção pública de HIS”.

Até o momento, o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) não divulgou posição oficial sobre a versão final do projeto de lei. O Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) informou que só se pronunciará na semana que vem.

Retroatividade
Na última segunda-feira, o SindusCon-SP havia divulgado uma série de propostas de ajuste à minuta do projeto de lei, que ficou em consulta pública no site antes do envio à Câmara. O sindicato criticou a retroatividade da legislação, pois o texto da minuta previa que projetos protocolados para aprovação na prefeitura após 31 de julho de 2013 estariam submetidos à nova lei. Ou seja, o Plano Diretor teria influência sobre projetos concebidos antes mesmo da aprovação do PDE pela Câmara.

Na versão final do PL, apresentada ontem aos vereadores, o texto mudou: “Os processos de licenciamento de obras e edificações protocolados até 31 de julho de 2013, nos quais não tenha sido expedido alvará de aprovação ou alvará de aprovação e execução, poderão ser apreciados de acordo com a legislação anterior, caso o interessado manifeste sua opção no prazo de 90 (noventa) dias a partir da publicação desta lei.”

Não há menção, no entanto, sobre o tratamento que será dado a projetos protocolados entre o dia 1º de agosto de 2013 e a data em que o Plano Diretor for sancionado.

Fonte: Pini Web – Por Pâmela Reis

Mostra em Brasília tem 43 ambientes decorados por 60 profissionais

A 22ª edição da Casa Cor Brasília acontece até 5 de novembro no Setor de Indústrias Gráficas
Fachada, criada por Júlia Peixoto e Winnie Jibran
Foyer, ideia de Leo Romano
Espaço Jornal de Brasília, de Gerley Siqueira e Sérgio Borges
Marelli, criado por Gerley Siqueira e Sérgio Borges
Loft do Colecionador, de George Zardo e Júlia Zardo

A 22ª edição do evento de decoração, arquitetura e paisagismo Casa Cor Brasília reúne o trabalho de 60 profissionais renomados em 43 ambientes diferentes. O evento, que começou na última quarta-feira e segue até o dia 5 de novembro, está instalado em uma construção em terreno no Setor de Indústrias Gráficas.

A edição mostra opções para quem quer morar em apartamento, loft, studio ou casa de como organizar os ambientes com conforto, estilo e arte. Quem visitar a mostra também poderá saborear o cardápio elaborado pelo chef Fernando Hanna, com camarões crocantes sob pupunha e alcachofra, bacalhau despetalado em lâminas, filé mignon e frango recheado com figos secos, nozes e tamarindo.

A edição de 2012 registrou cerca de 30 mil visitantes. Para 2013, a expectativa é de público maior para os 41 dias da mostra. Uma das grandes expectativas do público é poder levar para casa – na hora – objetos e acessórios dos ambientes. Como tradição, os últimos dois dias da mostra (4 e 5 de novembro) são dedicados ao período em que obras de arte, móveis, equipamentos e acessórios que compõem os ambientes do evento ficam com desconto de até 50%.

22ª Casa Cor Brasília
Período: de 25 de setembro a 5 de novembro
Horário: de terça a domingo das 12h às 22h
Special Sale: 4 e 5 de novembro de 2013
Local: Setor de Indústrias Gráficas – SIG Quadra 01, lote 635
Ingresso: de terça a sexta – R$ 36,00 (inteira)
Sábado, domingo e feriados – R$ 40,00 (inteira)
Passaporte: R$ 90,00 (válido para todos os dias da mostra)

Fonte: Portal Terra

Marselha se renova à base de arquitetura

Novos projetos de cultura pipocam pela cidade.

Desde janeiro, a segunda maior cidade francesa vive uma revolução arquitetônica e cultural. Durante os últimos nove meses, Marselha viu despontar em sua malha urbana uma série de obras interessantes assinada por grandes nomes da arquitetura. São edifícios públicos que privilegiam a arte, o design, a ciência e vida na cidade como um todo, e que acabaram por transformar positivamente o cenário local.

A razão disso é a cidade ter sido designada pela União Europeia a capital europeia de cultura de 2013. Na prática, a noemação se traduziu em diversos e enormes eventos culturais organizados ali ao longo do ano, aumentando a relevância turística da cidade e oferecendo oportunidades de melhoria econômica e social, muito bem aproveitadas em matéria de arquitetura, como se vê abaixo.

  (Foto: Lisa Ricciotti)
Museu da Civilização Europeia e Mediterrrânea, de Rudy Ricciotti
(Foto: Lisa Ricciotti)

Flutuando em uma das áreas portuárias de Marselha está o MuCEM, projeto idealizado pelo arquiteto e engenheiro francês Rudy Ricciotti. Trata-se do primeiro do mundo dedicado ao tema e promete abrir uma nova rota de turismo na região. Com 40 mil m² e o formato de um quadrado perfeito, a construção é envolvida por uma carapaça protetora, uma malha sólida. A obra liga-se ao Fort Saint-Jean, edifício do século 17, através de uma estreita passarela.

  (Foto: Lisa Ricciotti)
Museu da Civilização Europeia e Mediterrrânea, de Rudy Ricciotti
(Foto: Lisa Ricciotti)
  (Foto: Nigel Young)
Pavilhão no Vieux-Port, de Norman Foster
(Foto: Nigel Young)

No mês de março, o arquiteto (e sir!) britânico Norman Foster resolveu convidar os pedestres da cidade a darem uma volta pelo Vieux-Port, uma das regiões turísticas da cidade. Para animar o passeio, instalou ali uma espécie de espelho gigante voltado para baixo que acaba chamando a atenção tanto para o lugar quanto para as próprias pessoas que o visitam. A intervenção nada mais é do que um pavilhão de aço inoxidável extremamente polido, com pouco mais de mil m² de área, suportado por oito pilares esguios.

  (Foto: Nigel Young)
Pavilhão no Vieux-Port, de Norman Foster
(Foto: Nigel Young)
  (Foto: divulgação)
FRAC, de Kengo Kuma

Em agosto, o japonês Kengo Kuma completou a obra do FRAC Marseille, o centro de arte contemporânea cuja fachada é composta por inúmeros retângulos de vidro opaco branco dispostos em ângulos irregulares. A obra deve servir a região conhecida como Provence Alpes Cotes d’Azur (PACA). A ideia era conectar visualmente o interior e o exterior. Além das áreas de exposição, o complexo oferece acomodações para artistas.

  (Foto: divulgação)
FRAC, de Kengo Kuma
  (Foto: Philippe Savoir & Fondation Le Corbusier/ ADAGP)
Appartement 50, de Konstantin Grcic
(Foto: Philippe Savoir & Fondation Le Corbusier/ ADAGP)

Em 1952 Le Corbusier inaugurou o conjunto habitacional Cité Radieuse, em Marselha. Lá, hoje, há um apartamento que se mantém preservado, sem que seu desenho e os acabamentos originais tenham sido alterados. O morador, amante de arte, empresta o lugar a artistas quando está de férias. Desta vez, a instalação que ocupa o célebre apartamento foi feita por ninguém menos que o designer alemão Konstantin Grcic. Ele ousou mesclar ao desenho do arquiteto seus móveis e quadros enormes que celebram o punk rock.

  (Foto: Philippe Savoir & Fondation Le Corbusier/ ADAGP)
Appartement 50, de Konstantin Grcic
(Foto: Philippe Savoir & Fondation Le Corbusier/ ADAGP)
  (Foto: divulgação)
Centro de Pesquisa Villa Mediterranée, de Stefano Boeri

O Centro de Pesquisa Villa Méditerranée, desenhado por Stefano Boeri, ocupa um lote litorâneo em Marselha. O edifício chama atenção devido ao seu formato peculiar. Há um enorme balanço no último andar, que guarda a área expositiva do complexo. Além disso, escondido dos olhos, existe no subsolo uma sala para conferências que fica debaixo d’água. “Trata-se de um local dedicado ao pensamento e à pesquisa, que abraça fisicamente o mar”, explica o autor do projeto.

  (Foto: divulgação)
Centro de Pesquisa Villa Mediterranée, de Stefano Boeri
  (Foto: Philippe Savoir & Fondation Le Corbusier/ ADAGP)
MAMO, de Ora-Ito
(Foto: Philippe Savoir & Fondation Le Corbusier/ ADAGP)

Mais no início do ano, o designer Ora-Ïto comprou a construção que ocupa a cobertura do mesmo edifício Cité Radieuse, de Le Corbusier. Ali, ele criou um espaço expositivo intitulado MAMO – abreviação de Marseille Modulor e referência lúdica ao MoMA, museu que abrigou a retrospectiva da obra de Le Corbusier. “Eu sempre conheci esse prédio, desde a infância, e não perderia a chance de transformar uma parte tão importante dele”, disse. A primeira mostra que passou por ali foi do escultor francês Xavier Veilhan.

  (Foto: Ballow (Flickr))
MAMO, de Ora-Ito
(Foto: Ballow (Flickr))

Fonte: Casa Vogue