Trocar o piso do cômodo é mais fácil do que se pensa e dispensa grandes obras

Colados ou encaixados, eles podem ser acarpetados, laminados, vinílicos ou cerâmicos, assentados sobre o material original e sem fazer bagunça.
Pisos vinílico e laminados podem ser aplicados sobre o atual: facilidade para quem quer repaginar espaços, ter reforma rápida e sem sujeira (Divulgação/Durafloor)
Pisos vinílico e laminados podem ser aplicados sobre o atual: facilidade para quem quer repaginar espaços, ter reforma rápida e sem sujeira

Substituir o piso dos cômodos deixou de ser uma dor de cabeça no momento da reforma. Atenta às demandas do mercado por obras cada vez mais rápidas, limpas e principalmente baratas, a indústria oferece opções que excluem a necessidade de retirada do material anterior. Colados ou encaixados, os pisos ganham cada vez mais alternativas de acabamentos e versatilidade. Amadeirados com tons distintos, texturas e até coloridos, eles podem ser aplicados em qualquer área da casa.

Os carpetes também mudam de cara. De material mais tecnológico que facilita a limpeza e reduz o acúmulo de ácaros, voltam a ser opção para quem quer dar um novo visual para a casa. Para a cozinha e área de serviço, a pintura Epóxi, à base de resina, surge como alternativa para projetos mais arrojados.

A sócia da Innovare Arquitetura Rejane Mendes explica que para locais de permanência prolongada, como os quartos, os pisos laminados ou do tipo vinílico – hipoalergênicos e 100% PVC – são as melhores opções. “Há também revestimento cerâmico que pode ser assentado sobre o piso original com argamassa. Sem contar o carpete, que, apesar de ser pouco usado devido à antiga imagem de que é difícil de limpar e acumula sujeira e ácaros, também é uma boa alternativa. Fabricantes desenvolveram, por meio de pesquisas, fibras e materiais que são muito mais fáceis de limpar e evitam a proliferação de ácaros causadores de alergias”, explica.

 (Divulgação/Durafloor)
(Divulgação/Durafloor)

O piso vinílico é feito de material emborrachado que deve ser colocado sobre o piso anterior. “É praticamente lavável e, por isso, muito usado em ambientes que exigem assepsia. Como não tem junta, é muito fácil de limpar”, comenta o arquiteto João Diniz. Isso significa que ele pode, inclusive, ser opção para as áreas molhadas da casa. O grande cuidado fica por conta da aplicação. “É preciso checar se a base em que será usado está uniforme. Caso contrário, quando assentado, poderá ficar marcado, refletindo imperfeições do piso anterior”, alerta Diniz. Para quem quer fugir desse problema, o piso flutuante parece ser a melhor alternativa.

“Ele não é colado. É aplicada uma manta acrílica sobre o original e depois instalado o flutuante”, diz a designer de interiores Giovana Rabelo. Toda encaixada, essta versão é travada no chão por meio do rodapé. “Nesse caso ele só pode ser usado na área seca”, alerta Giovana. Verificar se o piso anterior está em boas condições é fundamental para ter um resultado mais duradouro. “Se for taco de madeira com mofo ou infiltração, não há possibilidade de colocar outro por cima. Se isso ocorrer, só vai transferir o problema”, explica.

Entre o vinílico e o flutuante, Giovana reconhece que o último tem mais vantagens. “Se precisar trocá-lo no futuro, o processo é mais fácil. Como o vinílico é colado, sua substituição é mais difícil e haverá um custo alto com mão de obra.” Ciente desse contratempo, a Durafloor acaba de lançar uma versão de piso vinílico que, além de mais resistente a riscos e manchas, vem com um sistema de aplicação chamado Click, que dispensa o uso de cola ou qualquer outro preparo. Tudo para atender uma demanda de mercado que prioriza a praticidade.

 (Divulgação/Durafloor)
(Divulgação/Durafloor)

Modernidade

A pintura Epóxi, amplamente usada em garagens, hospitais e quadras esportivas, chega a ambientes da casa como cozinhas e áreas de serviço. Pode ser aplicada diretamente no taco, cerâmica, pisos de alvenaria e madeira. A grande vantagem está na impermeabilização da área e na facilidade de limpeza. Para quem gosta de inovar, a pintura à base de resina traz uma série de opções de cores e garante ar moderno ao ambiente.

A sustentabilidade no mercado do luxo

Sustentabilidade Luxo

Cada vez mais praticada por empresas de diversos segmentos, a responsabilidade social ganha relevância também no mercado do luxo. É um dos setores que mais dá importância à questão da sustentabilidade. Pela sua natureza, os produtos de luxo e marcas prestigiosas são, em geral, exclusivos, raros, com preço elevado e durabilidade maior se comparados a produtos mais simples, em geral com preço mais acessível, mas prazos de validade menores e com tendência a serem substituídos mais rapidamente. Nesse segmento, a responsabilidade social pode ser percebida em ações como uso de materiais ecológicos, programas beneficentes, engajamento em políticas de conscientização e, ainda, em eventos com renda revertidas a entidades sociais.

Claro que não nasceu um repentino amor pelas florestas ou por comunidades de países abalados por guerras e pela miséria. Em tempos de crise, muitas empresas de luxo encontraram na postura politicamente correta a maneira mais eficiente de fazer com que o consumidor não se sinta culpado ao desembolsar valores altos por produtos tão desejados. No segmento automotivo, por exemplo, diversas marcas de prestígio como PorscheFerrari e Mercedes-Benz apostam em ações sustentáveis e na produção de automóveis híbridos, com menor consumo de combustível. Fatores como o aquecimento global e a escassez de recursos naturais faz com que muitas montadoras modifiquem seus processos de produção e ofereçam aos clientes opções de automóveis econômicos e menos poluentes, sem, é claro, perder o alto valor agregado do produto.

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No segmento de moda e acessórios, vale destacar a atuação da grife americana Ralph Lauren, que mantém a Pink Pony Foundation, entidade criada pelo estilista fundador da marca, que cuida de mulheres que sofrem de câncer de mama. Sua coleção Pink Pony possui em cada peça o famoso cavalinho da marca estampado na cor rosa e parte de sua arrecadação é destinada à entidade. Além de manter a Pink Pony Foundation, Ralph Lauren é ativa em ações sociais: em 2012, doou USD 2 milhões em prol das vítimas do terrível furacão Sandy, ocorrido nos Estados Unidos, e, em 2010, criou coleção de pólos exclusivas com vendas revertidas para ajudar na reconstrução do Haiti, além de outros projetos.

RL Haiti

Outro caso interessante é o da grife Cartier, responsável pela compra de 1% de todo diamante usado em jóias no mundo. A marca francesa mobilizou o Responsible Jewellery Council, que reúne 150 fabricantes de jóias, para convencer todos os associados a exigir de seus fornecedores certificação ambiental e social, garantindo que as pedras preciosas usadas em suas peças não tenham nenhuma ligação com zonas de conflito ou desrespeito aos direitos humanos e ao meio ambiente.

O consumidor contemporâneo é sensível a ações de responsabilidade social, preocupa-se com o meio ambiente e se interessa pela origem do produto que vai comprar. Para as marcas de luxo, hoje ser sustentável pode até ser uma tendência apenas, mas vai se transformar em questão de sobrevivência, principalmente com o crescimento do luxo consciente pelos consumidores desses produtos e serviços.

 Fonte: Infinite Luxury – Por Ricardo Ojeda Marins | Artigo publicado no Blog do Milton Jung (Rádio CBN)

6 dicas para usar o Google Glass no mercado imobiliário

Para o corretor que ainda desconhece o Google Glass aqui vai uma breve explicação dele: é um óculos inteligente, um “smartphone” em forma de óculos, que permite você interagir de forma mais inteligente com o mundo e fazer chamadas de áudio e vídeo.

As chances de você nunca ter visto um Google Glass na rua são de 99,99%, pois ele foi liberado para pouquíssimas pessoas no mundo utilizarem e, além disto, ele só será comercializado em 2014 – é o que promete o Google ao menos.

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Contextualizando

As principais funções contidas no Google Glass que poderão ser extremamente úteis ao mercado imobiliário são:

  • mobilidade unida à realidade aumentada
  • capacidade de transmissão de vídeo ao vivo em modo público, em grupo fechado ou pessoal
  • capacidade de unir a informação da internet ao meio urbano, real
  • capacidade de gravar vídeos a partir de um ponto de vista similar ao seu campo de visão

Traduzindo estes pontos e dando dicas práticas para corretores utilizarem no seu dia a dia para aprimorar seu modo de atendimento e vender mais, eis aqui as 6 dicas para você utilizar o Google Glass, quando ele já estiver nas lojas.

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Usando todo o potencial do Google Glass para vender mais imóveis

1. Faça um tour ao vivo com o seu cliente

O Google Glass possui uma câmera , na lateral da armação, e com isto você é capaz de filmar o que você está vendo no momento. Como ele é conectado à internet, e terá (já tem na verdade) aplicativos similares aos encontrados nos smartphones, o corretor será capaz de transmitir ao vivo o que está vendo.

Então, quando em contato com um cliente por este aplicativo, você será capaz de “passear” pelo imóvel apresentando ele ao seu cliente enquanto ele vê tudo o que você está vendo e ir conversando com ele como que pelo telefone, Skype ou algo similar.

Tecnicamente, isto é possível hoje com outros aparelhos. Porém, você teria de andar com osmartphone ou tablet na mão, ou ainda perambular pelo imóvel com um notebook no colo enquanto caminha pelos cômodos. E isto sem saber se você está apontando a câmera pro lugar certo.

Como este é um dispositivo Google e usa o seu sistema operacional Android, a comunicação será realizada através do Hangout, produto de transmissão de vídeo similar ao Skype e integrado a todos os outros produtos do Google.

O Hangout, explicando, permite que você faça uma webconferência com uma pessoa, um grupo de até 10 pessoas interagindo diretamente ou, este é o melhor, abrir a webconferência no YouTube, transmitindo ao vivo para quem quiser ver. Quanto a isto, apresento a próxima dica.

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2. Apresente ao vivo para todos os seus clientes ou colegas

Transmitir ao vivo pode ter duas aplicações diretas para você utilizar: transmitindo para clientes ou para toda a sua imobiliária. Agora vamos à prática!

O corretor poderá apresentar um lançamento imobiliário ao vivo através de seu canal no YouTube, utilizando as redes sociais para fazer esta divulgação, email ou telefone, convidando os interessados a acessarem o Hangout ao vivo para assistir sua transmissão apresentando o empreendimento caminhando por ele, mostrando o decorado, o terreno, andamento das obras e esclarecendo dúvidas através do sistema recém lançado pelo Google de questionário no YouTube para este tipo de transmissão. Assim, enquanto você apresenta produto, as pessoas poderão lhe fazer perguntas e você vai respondendo.

O mesmo poderá acontecer se você quiser apresentar este mesmo empreendimento para um grupo de investidores. Convide diretamente estes clientes tão valiosos e apresente o empreendimento para eles através de um Hangout privado entre os interessados. Aqui você poerá esclarecer dúvidas diretamente, ouvindo e respondendo aos presentes.

Outra forma de usar isto, é transmitir um evento ao vivo para a imobiliária. Use isto para lançamentos de produto onde existe limite de presentes por imobiliária (não se esqueça de solicitar permissão para transmitir) e, ao vivo, mostre para seus colegas o que está acontecendo lá e o que está sendo lançado.

Ou ainda, transmita eventos para o mercado imobiliário, como os que nós do Guru do Corretor e VivaReal realizamos por todo o Brasil com o Seminário Marketing Imobiliário na Internet. Como existe limite de participantes, a solução para você compartilhar o conteúdo dos seminários com toda a sua imobiliária é transmitir isto para os seus colegas – e ainda pode receber perguntas pelo chat do YouTube e repassá-las aos nossos palestrantes.

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É assim que você enxergará com o Google Glass – este é o aplicativo do Trulia, portal americano, o qual falamos mais abaixo.

3. Dê assistência ao vivo ao seu cliente

Seu cliente está visitando um imóvel e precisa de sua ajuda para esclarecer algo? Inicie um Hangout e ajude ele.

Ele está assinando algum contrato no cartório ou no banco e tem dúvidas sobre algo? Hangout! Visualize o contrato, dê zoom, observe, leia ao vivo e instrua seu cliente sem precisar sair do local.

 4. Facilite que seus clientes encontrem seus imóveis com o Google Glass

Um dos principais benefícios diretos! Uma pessoa que está a procura de um imóvel, caminhando pelas ruas usando o Glass poderá encontrar seus imóveis anunciados próximos a sua localização, ativar o GPS para chegar eté ele (mas você precisa informar o endereço,  e ir até o escolhido, visualizar fotos e vídeos, ligar para o corretor e solicitar que ele vá até o local lhe apresentar o imóvel pessoalmente. Ou solicitar ali mesmo que ele lhe envie mais informações por email.

Isto já existe! O portal imobiliário americano, Trulia, desenvolveu o primeiro aplicativo do mercado imobiliário para Google Glass que faz exatamente isto. Veja no vídeo abaixo como isto funciona na prática.

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5. Dúvidas sobre o imóvel ou contrato? Converse com o captador ou seu gerente!

Ao apresentar um imóvel para um cliente e surgir alguma dúvida sobre o imóvel – de algo que precise ser visto, obviamente – você poderá entrar em contato diretamente com o profissional que fez a captação do imóvel ou o seu gerente. Pelo Hangout você mostra o que precisa e já esclarece a dúvida com agilidade.

O mesmo vai acontecer se você, corretor inciante, em uma assinatura de contrato com o cliente, precisar esclarecer alguma dúvida sobre um parágrafo. Conecte-se com seu gestor via Hangout com o Glass e permita que ele analise o contrato e lhe instrua sem sair do lugar.

6. Outras aplicações para o Google Glass

O Glass é realmente inteligente e como está “na cara”, seu uso acaba sendo muito mais orgânico que usar um smartphone ou tablet em mãos.

Uma aplicação já existente no Glass é o de tradução via voz. Você pede “Glass, como se fala ‘contrato’ em chinês?” e ele lhe responde. Isto certamente acontecerá não somente para traduções em um dicionário português-chinês, por exemplo, mas também com nosso bom português e definições de palavras, como “Glass, defina a palavra ‘distrato’” e ele lhe explica.

Como GPS! E esse é realmente interessante pois, ao invés de ficar com o celular na mão andando na rua ou desviando o olhar do trânsito para olhar o GPS do carro, é só dar uma espiadinha para cima ou escutar o Glass lhe indicando o caminho.

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Prepare-se para o futuro!

Fique atento às novidades da tecnologia que possam ajudar você, corretor ou gestor, a estarem um passo a frente da concorrência e impressionando seus clientes com seu domínio sobre a tecnologia (e não o domínio da tecnologia sobre você!).

O Glass é promessa para 2014 e, segundo rumores, não deverá ter um valor tão exorbitante assim. Com um pouco de economia poderemos usufruir de um. O último valor possível que eu li para o Glass é de algo entre R$ 1.500,00 e R$ 2.000,00 – mas são só especulações. Que venha logo 2014!

Seminários Folha – Fórum de Mobilidade Urbana

Data: 09 e 10 de outubro
Local: Tucarena – PUC – São Paulo – SP – Rua Monte Alegre, 1024 – Entrada pela Rua Bartira nº
Horário: das 09h às 13h

Siga as discussões sobre um tema que tem andado pouco no Brasil.
Acompanhe especialistas e convidados debatendo sobre:

– Abastecimento nos conglomerados urbanos
– Bairros de uso misto
– Sistemas de transporte coletivo: ônibus, trens e metrôs
– Estilos de vida da população, suas mudanças e os impactos na mobilidade
– A opção por grandes obras viárias
– Arquitetura e urbanismo
– Os centros das cidades como áreas residenciais
– Organização do trabalho em redes
– Tecnologias de comunicação e mobilidade
– Alternativas de locomoção: ciclovias, transporte solidário
– A mobilidade e as tecnologias de informação, telecomunicação,“devices” e seus aplicativos

Ingressos gratuitos.
Para participar, ligue 0800 7770360 e cadastre-se. Vagas limitadas!
Seminários Folha
O Brasil precisa ser discutido.

Quem concorda segue a Folha.

Com o propósito de contribuir para a busca de soluções para os maiores desafios da sociedade brasileira, a Folha de S.Paulo lança os Seminários Folha. O primeiro tema é a mobilidade urbana.

Acompanhe especialistas de renome e convidados debatendo o uso de novas tecnologias, o transporte coletivo, as alternativas de locomoção, o urbanismo, os impactos do estilo de vida da população, entre outros assuntos. Não dá pra não ir.

Fórum de Mobilidade Urbana

As grandes e médias cidades tornaram-se vítimas de seu crescimento, especialmente no que concerne à mobilidade urbana. No mundo inteiro debatem-se os impactos destes entraves no cotidiano dos seus habitantes e como seus efeitos podem ser minimizados.

Uma gestão eficaz do transporte, a definição sobre o uso e a ocupação dos espaços, a otimização da infraestrutura existente, a adoção de políticas públicas e de um modelo de planejamento urbano, além do emprego de novas tecnologias são ferramentas fundamentais para a reconstrução de um novo cenário.

A conciliação destas medidas, criando propostas viáveis e capazes de atender à crescente demanda, dada a conhecida limitação de recursos disponíveis, é um desafio que se impõe à sociedade brasileira.

Sem o enfrentamento destas questões, fica prejudicada não só qualidade de vida dos atuais moradores das zonas urbanas, como compromete-se a das futuras gerações.

Com o objetivo de contribuir na busca de soluções, a Folha de S.Paulo reunirá um amplo leque de especialistas que debaterão o tema no Fórum de Mobilidade Urbana.

Mais Informações: http://hotsites.folha.com.br/2013/09/25/mobilidadeurbana/index.html

Fonte: Instituto de Arquitetos do Brasil

Número de domicílios no país cresce mais do que a população, diz IBGE

Do total no Brasil, 17,7% dos domicílios são alugados, 7,1% cedidos e 74,8% eram próprios, sendo que 70% deles estavam quitados.
Os domicílios com menos pessoas aumentaram de quantidade, ao passo que os que têm mais moradores reduziram (Dênio Simões/Esp.CB/D.A Press)
Os domicílios com menos pessoas aumentaram de quantidade, ao passo que os que têm mais moradores reduziram

Enquanto a população brasileira aumentou 0,8% em 2012, com relação a 2011, o número de domicílios subiu 2,5%, chegando a 62,8 milhões. Na Região Norte, o crescimento foi 3,3%. Do total no Brasil, 17,7% são alugados, 7,1% cedidos e 74,8% eram próprios, sendo que 70% deles estavam quitados. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2012.

Quanto ao número de moradores, os domicílios com menos pessoas aumentaram de quantidade, ao passo que os que têm mais moradores reduziram. Do total, 13,5% dos domicílios tinham uma pessoa, 24,4% tinham duas, 25,6% tinham três e 20,5% dos domicílios tinham quatro moradores. Residências com oito ou mais moradores representam 1,2%. Em 2011, 12,7% eram ocupados por uma pessoa, 23,9% por duas, 25,7% por três, 21% tinham quatro e os que tinham oito pessoas ou mais somavam 1,4%.

O abastecimento de água chega a 53,4 milhões de domicílios, o que corresponde a 86,4%, crescimento de 0,8% em relação a 2011. A coleta de esgotos avançou 2,1%, chegando a 58% dos domicílios do país. Em 2002, 81,9% tinham água em casa e 46,4% tinham o esgoto coletado. No ano passado, 89,9% dos domicílios eram atendidos pela coleta de lixo, enquanto em 2002 a coleta chegava a 84,8% das casas.

A rede elétrica está presente em 99,7% dos domicílios, ante 96,6% em 2002. Esses dados não incluem a área rural da Região Norte, por ter entrado na pesquisa apenas em 2004, impedindo, portanto, a comparação com anos anteriores.

O serviço de telefonia cresceu 4,1% e chegou a 91,2% dos domicílios. Em 2012, 1,85 milhão (3%) tinham apenas telefone fixo, mostrando a tendência de queda nesse serviço, que foi 12,5% em relação a 2011. Por outro lado, o número de domicílios que têm apenas telefone celular subiu de 49,7% para 51,4%, somando 32,28 milhões de lares. E 36,9% têm telefone móvel e fixo.

Quanto aos bens duráveis, 98,7% têm fogão e 96,7% tem geladeira, números que eram, respectivamente, 98,6% e 95,8% em 2011. A presença da máquina de lavar roupa passou de 51% para 55,1% e a televisão subiu de 96,9% para 97,2%. O aparelho de DVD está presente em 76% dos domicílios e o rádio caiu de 83,4% para 80,9%. Já o microcomputador, passou de 42,9% para 46,4%. Na questão da mobilidade, o número de domicílios com carro passou de 40,9% para 42,4%, e com motocicleta subiu de 19,1% para 20%.

Fonte: Lugar Certo – Agência Brasil