Casa barata com pinta de cara

Arquiteto comprova: vale a pena investir em charme
  (Foto: Matthew Millman/ The New York Times)
(Foto: Matthew Millman/ The New York Times)

A melhor maneira de comprovar uma teoria é sempre na prática. Foi com esta premissa em mente que o arquiteto Neal Schwartz, radicado em São Francisco, construiu um lar em Sonoma, na Califórnia, para passar os fins de semana com seu marido, Ron Flynn, e os dois cães do casal. “É sempre possível usar todas as coisas que não têm preço – a luz, a vista – para agregar valor aos recursos financeiros investidos,” explica o arquiteto, que constantemente busca maneiras de aumentar a sensação de amplitude em seus projetos.

Após ver muitos clientes lutarem contra a cruel dúvida quanto a optar pelo pré-fabricado – mais barato e impessoal -, ou pelo personalizado – mais interessante, porém também mais salgado -, Schwartz, professor na California College of the Arts e dono do escritório Schwartz and Architecture, resolveu pôr fim ao debate. “Eu queria ir de encontro à ideia de que a única maneira de conseguir bom design por um preço acessível é escolhendo o pré-fabricado, e também contrariar a crença de que personalizado é sinônimo de chique.”

Apesar de o resultado não ser o que se pode chamar de barato, o preço não foge muito do custo de um pré-fabricado de alta qualidade. Já o charme dado ao lar pelas mãos de Schwartz… este é inestimável.

A beleza natural do entorno foi extremamente bem aproveitada por meio de diversas janelas e portas de vidro. Os itens de decoração também esbanjam charme, apesar de suas origens singelas. As mesas de centro da sala de estar foram confeccionadas a partir de pedaços de tronco de cipreste aos quais o arquiteto adicionou pequenas rodas. A luminária da sala de estar também é resultado dos próprios esforços manuais de Schwartz. E os charmosos quadros de pássaros no mesmo ambiente? São páginas recortadas de um livro.

Estamos convencidos, Sr. Schwartz.

  (Foto: Matthew Millman/ The New York Times)
(Foto: Matthew Millman/ The New York Times)
(Foto: Matthew Millman/ The New York Times)
  (Foto: Matthew Millman/ The New York Times)
(Foto: Matthew Millman/ The New York Times)
  (Foto: Matthew Millman/ The New York Times)
(Foto: Matthew Millman/ The New York Times)
  (Foto: Matthew Millman/ The New York Times)
(Foto: Matthew Millman/ The New York Times)
  (Foto: Matthew Millman/ The New York Times)
(Foto: Matthew Millman/ The New York Times)
  (Foto: Matthew Millman/ The New York Times)
(Foto: Matthew Millman/ The New York Times)
  (Foto: Matthew Millman/ The New York Times)
(Foto: Matthew Millman/ The New York Times)
  (Foto: Matthew Millman/ The New York Times)
(Foto: Matthew Millman/ The New York Times)
  (Foto: Matthew Millman/ The New York Times)
(Foto: Matthew Millman/ The New York Times)
  (Foto: Matthew Millman/ The New York Times)
(Foto: Matthew Millman/ The New York Times)
  (Foto: Matthew Millman/ The New York Times)
(Foto: Matthew Millman/ The New York Times)
  (Foto: Matthew Millman/ The New York Times)
(Foto: Matthew Millman/ The New York Times)

Fonte: Casa Vogue: Por Redação; Fotos Matthew Millman/ The New York Times

Esportistas ou estradeiras, motocicletas de luxo…

Esportistas ou estradeiras, motocicletas de luxo, em seus diferentes estilos, agradam aos mais diferentes gostos. Confira abaixo os novos modelos sobre duas rodas que Go Where Luxo selecionou e eleja sua predileta.

K 1600 GTL, BMW

Só de olhar para ela, já dá vontade de subir e acelerar pelas estradas, aproveitando a paisagem. O motor de seis cilindros apresenta potência de 118 kW (160 bph) e torque máximo de 175 ewton/metro.O modelo também conta com o Electronic Suspension Adjustment II (ESA II), sistema no qual o motociclista pressiona apenas um botão para adaptar eletronicamente as propriedades de amortecimento de rebote da mola de suporte para suspensão dianteira e traseira, e também o apoio da mola de suporte traseira para suspensão, gerando estabilidade excepcional e reações impressionantes em todos os estados de carga. Para garantir a segurança à noite, ela vem com Adaptive Headlight, ou seja, a luz do farol principal é equilibrada em relação ao ângulo de inclinação, o que produz uma iluminação signicativamente aprimorada da via.

ELECTRA GLIDE ULTRA LIMITED, HARLEY-DAVIDSON

Os motociclistas que curtem pegar a estrada e se esbaldar com a sensação do vento batendo no  corpo irão adorar esse modelo da legendária Harley-Davidson. Em edição limitada, a Electra Glide Ultra  é a mais completa da linha Touring. Com motor Twin Cam 103 de 1700 cm3  e pistões com design mais leve, essa estradeira possui um desempenho mais re nado. Mas como não é só desempenho que conta em uma boa estradeira, o conforto também não deixa nada a desejar – ela possui assento duplo com encosto para o passageiro; a base mais espessa e o perfil mais estreito ajudam a aliviar a pressão nas coxas ao mesmo tempo em que dá melhor suporte para a lombar. Vale ressaltar ainda o sistema de áudio Harman/Kardon com quatro   autofalantes, rádio AM/FM, CD player e tocador MP3.

F4 RR ABS, MV AGUSTA

Lançamento mundial da marca, é modelo top de linha e supercobiçado pelos motociclistas que gostam de acelerar nas pistas com total segurança. Como destaque, vale citar os freios ABS de última geração, a atualização do controle de tração com oito níveis de regulagem e sensores nas rodas dianteira e traseira, além do sensor de inércia. Com motor Corsa Corta 998 cm3, quatro cilindros, 16V e bielas de titânio, consegue alcançar mais de 200 cv de potência, com pinças de freio Brembo M50 tipo MotoGP e sistema de acelerador Ride by Wire. Além disso, o modelo tem propulsor de quatro cilindros, 16 válvulas e 998 cm3, que alcança potência máxima de 200,8 cv a 13.400 rpm e torque máximo de 11.3 kgm a 9.600 rpm.

DAYTONA 675R, TRIUMPH

Essa superesportiva é a sensação do momento da marca. Com freios ABS de série, a Daytona 675R  mantém o propulsor de três cilindros, mas teve sua potência ampliada para 128 cv. O visual também foi repaginado – está com linhas mais retas na carenagem, tem novo posicionamento do escapamento e novo conjunto ótico. Referência absoluta no segmento desde o seu lançamento, a Daytona 675R definiu novos padrões para as superesportivas, passando rapidamente a ser reconhecida como a moto mais rápida na pista e a melhor para andar na estrada, além de contar com características que lhe conferem personalidade própria, ao contrário de outras esportivas do mercado. Nas pistas pelo mundo, a Daytona já ganhou centenas de corridas e muitos títulos, ao mesmo tempo em que seduz os admiradores com seu som diferenciado, típico de um propulsor com três cilindros e um comportamento de mundo real na estrada.

Fonte: Revista Go`Where luxo – Por Redação

São Paulo ensaia um novo boom de venda de imóveis – Folha de S. Paulo

_vista aerea sp

O mercado imobiliário da cidade de São Paulo apresentou o terceiro melhor resultado nas vendas dos lançamentos residenciais da história para o mês de agosto.

Foram negociadas no mês 3.464 unidades novas, segundo dados obtidos pela Folha com o Secovi-SP (sindicato do mercado imobiliário) -alta de 86% em relação ao mesmo período do ano passado.

Confira 20 questões sobre o uso do FGTS para a compra de móveis

O volume é inferior apenas ao vendido no mês nos anos de 2008 e 2009. Na ocasião, o setor vivia um “boom” de lançamentos, posterior à abertura de capital de boa parte das incorporadoras em 2007, que injetou dinheiro no mercado.

A pesquisa com a atual metodologia começou em 2004.

No acumulado do ano, as vendas subiram 46% em relação ao mesmo período de 2012. O resultado foi puxado pelo segmento de um dormitório, nicho de investidores, que apresenta neste ano recorde histórico nas vendas.

O total comercializado até agosto de imóveis de um quarto (5.601 unidades) supera os números de todo o ano passado (4.202). Essas unidades compactas são um dos focos dos lançamentos em bairros de alto padrão ou próximos a centros financeiros.

Em cenário de juros mais baixos e com menor rendimento das aplicações financeiras, esse tipo de imóveis ganhou a preferência dos investidores. São um meio de garantir rentabilidade com aluguel, já que as unidades menores são locadas de forma mais rápida.

O investimento nessa tipologia ganhou força também em razão do excesso de salas comerciais lançadas nos últimos anos, outro nicho de investidores.

“Vai haver uma entrega um pouco elevada de salas no fim do ano ou até o começo do ano que vem. Isso fez com que o investidor migrasse desse produto para o imóvel de um dormitório, com uma boa relação entre custo e rentabilidade”, diz Claudio Bernardes, presidente do Secovi-SP.

Neste ano, construtoras organizaram ações promocionais para reduzir o estoque, oferecendo descontos que em alguns casos chegavam a 30% do valor do imóvel, o que se refletiu na alta dos demais segmentos.

Nos lançamentos, houve elevação de 39% no acumulado de janeiro a agosto na comparação com o mesmo período do ano passado, para 18.261 unidades.

RECUPERAÇÃO

Uma recuperação do mercado imobiliário paulistano era esperada, já que o ano passado apresentou recuo de 27% nos lançamentos e ligeira queda nas vendas.

Ainda assim, os números surpreenderam parte do mercado, que prevê necessidade de redução no número de lançamentos para equilibrar oferta e demanda, caso os lançamentos não se reduzam logo.

“Se o setor continuar crescendo forte, em algum momento vai ter que dar um ajuste, até o final do ano ou até o começo do ano que vem”, diz Bernardes. “O nível de crescimento está incompatível com o restante da economia e com o mercado imobiliário do país.”

Segundo ele, o Rio cresce em ritmo menor que o de São Paulo e, nas outras cidades, há estabilidade ou decréscimo. “São Paulo se justifica por ser uma economia muito pujante, mas nem tanto.”

Para Eduardo Zaidan, vice-presidente de economia do SindusCon-SP (sindicato da construção), porém, não há motivo para preocupação e a única incerteza diz respeito ao Plano Diretor, em discussão na Câmara.

De acordo com ele, a renda e o volume de crédito para financiamento estão em bom nível, e a demanda por imóveis continua forte, o que leva a um crescimento “saudável” do mercado.

“Em muitas outras capitais do Brasil, a demanda caiu, mas em São Paulo continua muito forte”, afirma.

Fonte: Folha de São Paulo; Por Daniel Vasques

A casa das caveiras

Milhares de crânios foram usados para criar ambientes em Singapura
O piso foi revestido de minicaveiras (Foto: Divulgação)
O piso foi revestido de minicaveiras (Foto: Divulgação)

A imagem de 100 mil caveiras em um único espaço pode parecer aterrorizante para alguns. Mas, na verdade, elas formam um visual interessante, que pode ser inspiração para a decoração da sua casa, na instalação da artista tailandesa Nino Sarabutra, na galeria Sundaram Tagore, em Singapura. Não se tratam de crânios reais, mas de pequenas esculturas de porcelana, que revestem o chão, os móveis e até as almofadas. A exposiçãoWhat will you leave behind tem o objetivo de provocar uma reflexão sobre a morte. “Quero que as pessoas se perguntem como vivem, o que fazem e, se hoje fosse seu último dia na Terra, o que deixariam para trás”, diz Nino.

A cada passo, os visitantes inevitavelmente pisam sobre caveiras. Todos são convidados, inclusive, a tirar os sapatos para sentir a textura. Terminada a instalação, haverá uma segunda parte. A artista perguntou a sua equipe o que cada um deixaria como legado quando partisse. As respostas serão projetadas na parede da galeria. Visitantes e internautas também podem mandar seus depoimentos, que tem a chance de fazer parte da obra (clique aqui para participar). A mostra fica em exibição até 13 de outubro.

As caveiras são de porcelana (Foto: Divulgação)
As caveiras são de porcelana (Foto: Divulgação)
Móveis também receberam caveiras (Foto: Divulgação)
Móveis também receberam caveiras (Foto: Divulgação)
A ideia da exposição é levantar uma reflexão sobre a morte (Foto: Divulgação)
A ideia da exposição é levantar uma reflexão sobre a morte (Foto: Divulgação)
Os visitantes são convidados a sentir a textura (Foto: Divulgação)
Os visitantes são convidados a sentir a textura (Foto: Divulgação)

Fonte: Revista Casa e Jardim – Por Redação

Corretor de imóveis: pare de rasgar dinheiro

Começo o post de hoje com uma triste, mas real constatação: tem muito corretor de imóveis pelo mercado “rasgando dinheiro”. Você pode até pensar que eu estou louco ou inventando história, mas te desafio. Acompanhe este artigo e depois me diga se tem ou não corretor jogando dinheiro fora, seja consciente ou inconscientemente. Aliás, leia com bastante atenção, afinal, você pode ser um deles.  Eu, sinceramente, espero que não, mas vamos descobrir juntos.

Tem muito corretor de imóveis por aí rasgando dinheiro, direta ou indiretamente.

Eu já rasguei muito dinheiro, confesso. É claro que, de fato, eu não peguei uma nota de R$ 100,00 e dividi ao meio. Mas saiba que tive algumas atitudes tão nocivas quanto esta ideia maluca de danificar a nota ao ponto dela perder o seu valor.

Portanto, mais do que taxar qualquer profissional de louco, quero levá-lo comigo a uma profunda reflexão de nossas práticas. Somente não gozando de nossas faculdades mentais, cometeríamos a sandice de estragar dinheiro. Porém, pior do que pegar uma nota e conscientemente rasgá-la é jogar nosso dinheiro fora sem percebemos que estamos fazendo isso.

Certa vez, um dos corretores da equipe que gerenciava estava no plantão de vendas de final de semana. Depois de atender o cliente, apresentar o imóvel e fazer todo um direcionamento para o fechamento do negócio, o cliente, pronto para consolidar a compra, perguntou sobre o percentual de juros que pagaria com as prestações.

Esse corretor, por sua vez, vira para o cliente e diz que se estivesse com a sua HP12C prontamente faria o cálculo, mas havia esquecido o equipamento em casa. O cliente, então, pediu licença, foi até o seu carro, pegou sua HP12C e a entregou ao corretor. E para a infelicidade desse corretor, ele na realidade não sabia usar a HP12C.

A sorte foi que neste exato momento em que ele seria “desmascarado”, eu cheguei ao estande e consegui converter aquela situação desagradável. Este é um caso real e mais comum do que você possa imaginar. Se olhar ao seu redor, verá que muitos corretores  agem desta forma.

Mentir para o cliente é quebrar a base para qualquer relacionamento que se pretende ser sólido, ou seja, não honrar com a verdade e a transparência: você teria coragem de dizer pra mim que a atitude deste corretor não equivale a rasgar dinheiro?

Este mesmo caso nos chama atenção também para outro olhar que é o ponto central da nossa reflexão. O que faltava de fato a este corretor era conhecimento. Não tenha dúvidas, falta de conhecimento é rasgar dinheiro.

Grave bem: falta de conhecimento é rasgar dinheiro!

Você já deve ter percebido que o nosso mercado e os nossos clientes mudaram. As informações estão cada vez mais disponíveis. Pesquisar sobre imóvel é rápido, fácil e a gama de notícias encontradas é absurda.

Então, por que o corretor de imóveis ainda é procurado? Eu  respondo: Apesar do cliente ter uma infinidade de informações, ele precisa de alguém capaz de qualificá-las e transformá-las em conhecimento de mercado. E é o corretor de imóveis o profissional capaz de consolidar esta transformação. Portanto, se o corretor não tem conhecimento, ele não fecha negócio e fatalmente joga dinheiro fora.

Outro exemplo clássico de como rasgamos dinheiro e nem nos damos conta. Você investe pesado para participar de umtreinamento ou palestra na esperança de que no dia seguinte ao curso sua vida estará transformada. Você anota tudo, tira suas dúvidas e fecha seu bloco de anotações.

Chega a manhã seguinte, a semana seguinte, o mês seguinte e nada aconteceu. Sabe por quê? Informação sem prática é jogar dinheiro fora. Do que adianta receber um monte de informação interessante e não assimilar e colocar em prática?

Sabe aquele livro que você comprou pensando que iria descobrir o segredo para o seu sucesso e que está lá na estante pegando poeira e você sequer terminou de ler o primeiro capítulo? Pois é, mais dinheiro rasgado.

Não pense você que eu também não fiz isso muitas vezes. Já comprei vários livros que palestrantes indicaram, certificando que as informações contidas na obra mudariam a minha vida. Uns eu começava a ler e parava, outros…melhor deixar pra lá.

E assim, com pequenas ou grandes atitudes, nós vamos, diariamente, rasgando dinheiro, aumentando nossa frustração, nos desmotivando e nos tornando infelizes diante dos nossos resultados.

Poderia citar aqui vários outros exemplos em que rasgamos dinheiro e não tenho dúvida de que você também tem vários casos para compartilhar comigo, aliás, não hesite em dividir estas histórias conosco ao final deste artigo.

Contudo, meu papel aqui vai além de apontar o dedo e julgar. Meu papel é o de  provocar  novos comportamentos, assim como os meus erros me levaram a ter.  Volto ao exemplo do corretor da minha equipe que não sabia usar a HP12C. Sabe qual foi a atitude dele?

Enquanto muitos de nós somos levados a esquecer uma situação constrangedora, este corretor, que foi motivo de piada durante muito tempo no estande de vendas, resolveu mudar de atitude.

Ele buscou por um curso de capacitação que ensinava a manusear a calculadora HP. E mais, mergulhou de cabeça nos empreendimentos que vendia, sabendo até mesmo que tipo de tubulação estava prevista no projeto e como isso impactava positivamente para o cliente. Ele se tornou um expert dos imóveis que apresentava.

O final desta história não poderia ser outro. Sucesso em seus resultados. A origem desta reviravolta: informação transformada em conhecimento e conhecimento transformado em prática inovadora.

Transfira agora este caso da HP para outros momentos do seu dia. Quantas vezes o cliente lhe pede uma informação e você não tem? Qual é a sua atitude diante deste fato? Que impressão o seu cliente tem levado do seu atendimento?

As respostas para estes questionamentos podem te levar a constatar que você está rasgando muito dinheiro. Então, não seja um “folder ambulante”, aquele corretor que só replica as informações que estão no encarte sobre o imóvel. Corretores que são folders ambulantes existem aos montes.

O que vai te destacar no mercado não é somente o produto que você vende, a empresa onde trabalha ou as informações disponíveis sobre o imóvel. O que vai fazer o corretor se destacar é o uso destas informações transformadas em conhecimento e prática de mercado.

Não espere que o tempo resolva seus problemas. Seus desafios são suas responsabilidades, logo, o poder para superá-los é do corretor de imóveis. Não espere por fim, que como em um passe de mágica este artigo resolva toda a sua vida. A nossa reflexão é apenas um pontapé inicial para despertá-lo para as atitudes que precisam ser aprimoradas e modificadas em sua vida.

Comece a mudança agora. Não procrastine, ou seja, não deixe para depois. A procrastinação é uma “máquina demolidora” do seu dinheiro. Assuma o compromisso de ser o seu sucesso, o sucesso do seu cliente. Busque conhecimento continuamente, pois o conhecimento é algo perecível que precisar ser “alimentado” para ser duradouro.

Assim como o seu corpo precisa de treinamento para tornar-se mais forte, o seu conhecimento também precisa de exercício, portanto, desenvolva o hábito de aprimorá-lo permanentemente.

Ao chegar ao final do nosso post de hoje me responda:
Você está rasgando dinheiro ou conhece alguém que rasga? 
Que atitudes serão tomadas diante de suas reflexões?

Quero saber sua opinião para que eu possa continuamente alimentar meu conhecimento, pois com você, a cada dia, eu aprendo mais e posso tornar o nosso blog melhor.

Fonte: Blog Guilherme Machado – Por Guilherme Machado