Quarto de jovens com espaço reduzido pode ser aproveitado através de conjugados

Mobiliário versátil é uma opção para compor ambientes reduzidos com a organização necessária para evitar a corriqueira bagunça dos jovens, além de aproveitar os espaços
Conjugado cama e bancada permite aproveitar, com organização, espaços disponíveis no quarto de crianças e jovens (Divulgação/Tavoletto)
Conjugado cama e bancada permite aproveitar, com organização, espaços disponíveis no quarto de crianças e jovens (Divulgação/Tavoletto)

A bagunça constante do quarto de crianças e jovens pode ser solucionada com organização e sem desculpas. Para isso, móveis versáteis agregam duas funções em um único móvel, possibilitando espaço para descanso e ambiente de lazer e estudo. O conjugado cama e bancada, por exemplo, permite aproveitar cada espaço disponível, o que é considerado um desafio na hora de decorar ambientes pequenos.

A dupla funcionalidade otimiza espaços e desperta interesse de crianças e jovens em sempre arrumar o quarto, pois acham a proposta divertida. Além de permitir esconder a cama logo após acordar, assim como forçar a organização da bancada após momentos de estudos, agradando os jovens e os pais.

 (Divulgação/Tavoletto)
(Divulgação/Tavoletto)

Sem se preocupar em organizar um espaço exclusivo para os estudos, móveis com aplicação que oferece duas opções como bancada e cama, estimulam aos estudos. Os jovens se sentem interessados em transformar o quarto na função de escrivaninha, reservando espaço para eletrônicos, livros e cadernos, na posição mais cômoda na hora de estudar para o vestibular.

O sistema de travas é o destaque que estimula os jovens, uma vez que o mecanismo possuiu engenharia que aguça a curiosidade. Depois, o espaço de estudo pode ser recolhido com discrição, tornando-se imperceptível no ambiente. Isso porque a tecnologia empregada em vários desses móveis conjugados compõem a decoração do ambiente com integração visual, mas sem esforço físico ou ruídos.

 (Divulgação/Mobili Intelligenti)
(Divulgação/Mobili Intelligenti)

Fonte: Correio Web – Lugar Certo

Preço do metro quadrado sobe 135% na Cracolândia em SP

Para a Prefeitura, a valorização sofrida pela área mais degradada da capital é quase a mesma que a observada na Avenida Paulista, também no centro.
Cracolândia
Região conhecida como Cracolândia, no centro de São Paulo: o porcentual usado pela gestão Haddad para definir a valorização dos imóveis da capital segue o mesmo padrão em toda a cidade

A valorização imobiliária em São Paulo chegou até a região da Cracolândia, no centro. Pelo menos é o que mostra a nova Planta Genérica de Valores (PGV), usada como base para o cálculo do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). A revisão dos valores venais dos imóveis proposta pela gestão de Fernando Haddad (PT) estabelece uma alta de 135% no valor do metro quadrado das construções existentes, por exemplo, no cruzamento da Rua Helvetia com a Alameda Dino Bueno, principal ponto de concentração de usuários de crack.

Segundo projeto de lei que será votado pelos vereadores até o fim do ano, o metro quadrado de uma casa localizada na Alameda Dino Bueno custa hoje R$ 1.420. Em 2009, seu valor venal era de R$ 602. Perto dali, na Rua Helvetia, a valorização foi parecida – passou de R$ 615 para R$ 1.452. O mesmo aumento é proposto para as Alamedas Glete e Cleveland.

Em alguns quarteirões, o preço ficou ainda maior. O valor do metro quadrado de um imóvel com frente para a Rua Guaianases, quase na esquina com a Avenida Duque de Caxias, passou de R$ 1.105 para R$ 2.417. Vale lembrar que o valor venal é menor do que o praticado pelo mercado.

Enviada ontem à Câmara Municipal, a revisão da PGV revela que, para a Prefeitura, a valorização sofrida pela área mais degradada da capital é quase a mesma que a observada na Avenida Paulista, também no centro. Na quadra entre as Ruas Itapeva e Professor Otávio Mendes, o cálculo venal do metro quadrado cresceu de R$ 9.507 para R$ 22.133 – alta de 132%.

Em São Paulo, a localização da porta do imóvel faz toda a diferença. O metro quadrado de um prédio com entrada pela Paulista, por exemplo, chega a custar quase três vezes mais que o de um imóvel construído na mesma quadra, mas virado para uma rua transversal. O valor do metro quadrado da nova PGV confirma: na Rua Itapeva, apesar de a valorização ter sido quase a mesma, o valor do metro quadrado passou de R$ 2.683 para R$ 6.251. E, na Professor Otávio Mendes, a alta foi de R$ 2.574 para R$ 5.963.

O porcentual usado pela gestão Haddad para definir a valorização dos imóveis da capital segue o mesmo padrão em toda a cidade, de acordo com levantamento aleatório feito pelo Estado. Com base na nova PGV, é possível obter dados semelhantes em bairros que concentraram lançamentos imobiliários, como a Vila Andrade, na zona sul, e a Lapa, na zona oeste. Na Rua Coriolano, por exemplo, o metro quadrado passou de R$ 860 para R$ 1.772.

Os novos valores atribuídos ao metro quadrado de todos os bairros de São Paulo definirão a taxa que cada contribuinte vai pagar de IPTU a partir de 2014. Para não repassar o aumento total no imposto, a Prefeitura planeja criar teto de 30% no reajuste residencial e de 45%, no comercial.

Ontem, parlamentares da base aliada ao prefeito Haddad optaram por analisar a proposta de aumento com cautela. Roberto Tripoli (PV) afirmou que o reajuste é “salgado”, mas pode ser necessário para bancar o congelamento do preço da passagem de ônibus em R$ 3 no próximo ano. Já Rubens Calvo (PMDB) afirmou que os vereadores poderão discutir um teto de reajuste mais baixo e apresentá-lo em forma de substitutivo ao projeto de lei.

Do lado oposto, a bancada do PSDB sustenta ser injusto o aumento e afirma que não apenas os “ricos” serão prejudicados. Para o presidente da Câmara Municipal, José Américo (PT), as discussões serão acaloradas, mas a proposta do Executivo deve prevalecer. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Revista Exame – Por Adriana Ferraz e Rodrigo Burgarelli, do 

Edifício de Dubai pode ter andares que giram de forma independente

Dubai, a cidade dos ricos de projetos arquitetônicos estrambólicos, tem mais um projeto saindo do forno que promete revolucionar o universo da arquitetura mundial. A proposta de uma construtora é que o edifício consiga girar os seus andares de forma independente e assim mude de formato sempre que os donos queiram, ganhando novos designs.

O grande desejo é da empresa de arquitetura Dynamic Architecture. A ideia da empresa é construir projetos de torres giratórias em grandes cidades do mundo para que a paisagem mude para os moradores ou trabalhadores e ainda mude-se o formato do prédio, tornando a vista nova ao menos um vez por dia. As fotos acima são uma simulação de como o prédio seria caso fosse construído.

A rotação dos andares aconteceria de uma forma também inusitada. Por meio de comando de voz, o dono do andar poderia acionar e assim o prédio giraria. Logicamente, o funcionamento seria de um escritório por andar para que isso funcionasse com uma dinâmica bacana para todos os moradores.

E não estamos falando de um edifício com poucos andares não. São planejados 80 andares para a construção magnânima que deve ser uma das maiores da cidade e a primeira no estilo. A rotação de cada andar seria de 360 graus, dando uma volta completa em torno do eixo.

O projeto recebe o nome de Dynamic Tower e começou a ser planejado em 2011. Em 2012 teve uma parada por busca de tecnologias mais baratas para fazer o giro, mas continua em alta para que siga adiante e se torna uma das torres mais ousadas do mundo. A mesma empresa planeja a entrega de uma torre em 2016 de igual porte e mesma funcionalidade em Londres e outra na França. O valor do projeto por enquanto continua em segredo, ainda não foi orçado pela empresa e nenhuma construtora foi cotada.

Tudo o que você precisa saber para se tornar um corretor de sucesso

Guilherme Machado lançou hoje o seu primeiro e-book – e é gratuito! – para download em seu site www.guilhermemachado.com.

Sob o título Tudo o que você precisa saber para se tornar um corretor de sucesso“, o e-book é um compilado de qualidade das dicas de sucesso deste grande palestrante do mercado imobiliário.

Para baixar o e-book, clique no banner abaixo.

Tudo o que você precisa saber para se tornar um corretor de sucesso
Tudo o que você precisa saber para se tornar um corretor de sucesso – Guilherme Machado

Fonte: Guru do Corretor

Arquiteto cria casa que “escorrega” na Grã-Bretanha

Fachada pré-fabricada da edificação avança para área do jardim e cria ilusão de desmoronamento.

O arquiteto britânico Alex Chinneck transformou a frente de uma casa abandonada em uma fachada sinuosa que causa a impressão de que está “escorregando” para a rua. Em ruínas, a edificação estava em desuso desde 2002 em Margarete, no sudeste da Grã-Bretanha.

Para construção, o empreendimento de quatro andares teve sua fachada superior removida. O pavimento inferior da edificação foi reprojetado para uma área à frente do perímetro da edificação. Uma fachada de tijolos, portas e janelas faceia toda a estrutura em vertical e, em curva, avança como “cobertura” do andar térreo, criando a ilusão de que o prédio desliza (ou desmorona) em direção ao jardim da frente do imóvel.

Conhecido como “From the Knees of my Nose to the Belly of my Toes” – que, em português, poderia ser traduzido como “Dos joelhos do meu nariz para a barriga dos meus dedos” -, o empreendimento composto por painéis pré-fabricados levou seis semanas para ser construído e foi viabilizado a partir da doação de materiais e serviços por parte de dez empresas líderes da indústria britânica. No total, a obra consumiu £100,000 (aproximadamente R$ 354 mil) em investimentos.

O arquiteto disse que seu objetivo foi “criar uma obra de arte que pudesse ser entendida e apreciada por qualquer espectador. A casa proporciona uma experiência lúdica”. Além disso, segundo ele, a residência será um ponto turístico para os visitantes da pequena cidade.

Chinneck comenta ainda que, ao criar a casa, seu desejo era subverter a ideia de estabilidade dos tijolos e cimentos, e dar a materiais inflexíveis, uma aparência de fluidez e flexibilidade. A obra de arte ficará exposta por um ano, antes de que aconteça uma nova reforma para transformá-la em uma casa convencional.

Fonte: Portal Piniweb – Por Rodrigo Louzas