Celulares com ouro e diamantes serão vendidos no Brasil

Com modelos a partir de R$ 20 mil, marca inglesa Vertu deverá chegar ao Brasil em 2014.

A parceria já foi firmada e as devidas homologações já estão sendo providenciadas para que os telefones celulares da grife Vertu sejam comercializados no Brasil ainda no começo de 2014. Conhecida por fazer modelos únicos, com acabamento artesanal e detalhes em materiais nobres, como ouro, titânio, fibra de carbono, cerâmica, couro e diamantes, a marca não deverá oferecer peças por menos de R$ 20 mil.

Pelo contrário, para marcar presença ao lado dos barcos, relógios e carros de luxo da loja Tools & Toys , no shopping Cidade Jardim, em São Paulo, onde terá um espaço, investirá principalmente nos aparelhos mais sofisticados e com edição limitada.

Untitled-1
Vertu Signature Cobra, lançado em 2006 em edição de apenas oito peças, por US$ 310 mil. Foto: Divulgação
5
Vertu TI, primeiro modelo da marca artesanal a ter sistema Androide. Foto: Divulgação

4
Cada um dos aparelhos Vertu leva a assinatura do artesão que o montou. Foto: Divulgação

3
Vertu Constellation, modelo mais recente da empresa, com capinhas de couro coloridas. A partir de US$ 6,6 mil. Foto: Divulgação

2
Vertu Diamonds. Foto: Divulgação

Um de seus modelos mais extravagantes, o Signature Cobra, lançado em 2006 em parceria com a joalheria Bucheron, contava com estrutura em ouro 18 quilates, teclado de diamante, duas esmeraldas e 439 rubis. Destinado ao mercado indiano, o aparelho foi colocado à venda em edição de apenas oito peças, por US$ 310 mil. Mas outra linha com menor número de pedras preciosas pode ser encontrada regularmente nas lojas por algo em torno de US$ 88 mil.

Focados mais em ser um acessório de moda para milionários, os aparelhos Vertu – que até 2012 era uma subsidiária da Nokia – deixam a desejar na tecnologia, mas ganham em prestação de serviço e exclusividade. Com toques gravados pela Orquestra Sinfônica de Londres e um concierge em oito idiomas disponível 24 horas por dia a uma tecla de distância, os aparelhos são vendidos (no exterior) com hora marcada pelo site .

Entre os modelos mais acessíveis estão os smartphones Constellation e TI, ambos com sistema Android, tela touch screen de safira, com resolução HD, e corpo de titânio. Os preços podem ir de US$ 6,6 mil a US$ 20 mil, dependendo dos acessórios e detalhes de personalização desejados.

Fonte: IG Luxo – Por Juliana Bianchi , iG São Paulo

Número de empresas no setor de arquitetura e engenharia cresce 3,46%, segundo pesquisa do Sinaenco

Os dados foram coletados em 2011, e foram comparados com a última pesquisa, de 2007

O Sindicato da Arquitetura e da Engenharia (Sinaenco) divulgou o “Perfil do Setor de Arquitetura e Engenharia Consultiva”. Os dados da publicação, que traz um panorama geral das instituições ativas no setor, representam os números coletados em 2011.

Segundo o levantamento, o segmento da Arquitetura e Engenharia Consultiva, em 2011, tinha 52.657 empresas ativas, o que reflete crescimento de 3,46% em relação a pesquisa anterior, de 2007.

A pesquisa também apurou que a receita operacional líquida das empresas com mais de 20 pessoas foi de R$ 25,9 bilhões, ante R$ 21,6 bilhões alcançados no período anterior. Este resultado representa um crescimento de 19,90%.

De acordo com a apuração do Sinaenco, as empresas com 20 ou mais profissionais ocupados apresentam uma variação em seu crescimento de 13,14%, volume superior à taxa de crescimento obtida pelas empresas que agregam menos de 20 profissionais, que tiveram uma ampliação de apenas 3,08%.

Em 2011, o número de postos de trabalho ocupados no setor teve alta de 10,94%, totalizando 344.559 profissionais empregados. Deste montante – 259.037 pertencem ao grupo de assalariados. Do total de postos de trabalho destas organizações, 98,06% é constituído por empregados que trabalham em regime celetista, que também registrou um aumento de 18,97% em relação à apuração passada.

A pesquisa destaca que a maioria das empresas do setor (66,76%) está localizada na Região Sudeste. Com 17,10%, a Região Sul está na segunda posição, seguida da Região Nordeste (8,63%), Região Centro-Oeste (5,43%) e Região Norte (2,09%).

Fonte: PINIweb – Por Rodrigo Louzas

O comprador de imóvel, de todas as gerações, está na internet

Segundo dados do Google, 60% do processo de compra, entre pesquisar e comprar o imóvel, é feito pela internet. Ainda, entre 30% e 35% das vendas de imóveis em 2012 foram a partir da internet.

Sabendo disto, é importante que imobiliárias e corretores tenham seu espaço na internet para se relacionar com clientes e divulgar seus imóveis dentro de um site próprio, portais, mídias sociais e blog.

E para quem crê que o cliente não está ali e que isto tudo passa e que o canal é anunciar no jornal, aqui vai a real da internet hoje: avós, pais, netos e bisnetos estão na internet.

Galileu produziu um infográfico sobre o perfil das gerações na internet e como e por onde consomem o conteúdo da rede.

Observe atentamente e projete estes dados para o futuro para compreender a tendência do que é apresentado.

gerações_na_web

Fonte: Guru do Corretor – Por 

Investimento antecipado em loteamentos é boa opção para lucrar no mercado imobiliário

Aposta se justifica devido às condições especiais de compra, rápida valorização e liquidez no momento da venda
Perspectiva do condomínio empresarial Metropolitan Business Center, do grupo Morada Imóveis, em Lagoa Santa (Grupo Morada Imóveis/Divulgação)
Perspectiva do condomínio empresarial Metropolitan Business Center, do grupo Morada Imóveis, em Lagoa Santa (Grupo Morada Imóveis/Divulgação)

A estratégia de todo investidor é diversificar. O empresário Edson Sabino, de 55 anos, não deixa de seguir a regra, apesar de ter a certeza de que os imóveis dão mais rentabilidade do que o mercado de finanças e ações. Ele é um dos mineiros que aplica o dinheiro em pré-lançamento de condomínios e loteamentos, com o privilégio de escolher na frente o terreno e dobrar o valor do investimento a longo prazo. Apostando no Vetor Sul, onde considera maior a procura, Sabino está sempre de olho nas novidades. “Fiz um mapeamento de helicóptero seguindo os novos horizontes. Quando apareceu o empreendimento em São Sebastião das Águas Claras (distrito de Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, também conhecido como Macacos), desci de paraquedas e entrei no meu imóvel”, brinca. “O pulo do gato é ficar antenado para ver onde estão as tendências.”

Se a oportunidade de apostar primeiro em um empreendimento pode ser atrativa para os investidores, é ainda mais interessante para as empresas do mercado imobiliário. “O investidor entra praticamente como sócio. Normalmente, ele compra à vista e ajuda o empreendedor no momento em que mais se gasta, que é quando as obras de infraestrutura são executadas”, comenta o presidente do Grupo Morada Imóveis, Aroldo Rodrigues. Antes do lançamento oficial, ele costuma convidar um grupo para investir no loteamento com condições especiais de pagamento. No Condomínio Metropolitan Business Center, em Lagoa Santa, 10% dos lotes foram vendidos com descontos de 20%.

Na visão de Rodrigues, as vantagens para o investidor são comprar os lotes mais bem posicionados e ter um ganho maior que os outros compradores, pois ele entra no início do empreendimento. “O ganho vem com obras em andamento. À medida que a infraestrutura vai ficando pronta, os lotes vão sendo valorizados. Vinte meses depois do começo das obras, o ganho é de no mínimo 50% do valor inicial”, diz. O presidente do Grupo Morada alerta que é preciso analisar se há algum vetor de crescimento na região onde está inserido o empreendimento e a qualidade do seu entorno, considerando um raio de pelo menos 10 quilômetros, antes de escolher para onde destinar o dinheiro.

RENTABILIDADE 

É uma parceria ganha-ganha. Assim define a relação entre o investidor e a empresa o diretor da Neo Urbanismo, Carlos Eduardo Battesini Pereira. “A pessoa ajuda a impulsionar o empreendimento e consegue uma condição de preço muito melhor”, pontua. Para o Reserva Águas Claras, condomínio de alto padrão em Macacos, há uma lista de 80 interessados em comprar um dos 170 lotes como investidores. O lançamento ocorrerá daqui a dois meses e os preços ainda nem estão definidos. Pereira acredita que quem investir logo no começo do empreendimento deverá se beneficiar de uma enorme valorização, pois o distrito de Nova Lima vai passar por um processo de revitalização.

Wilson Masao, sócio do Grupo Vitória da União, lembra que patrimônio não sofre depreciação  (Jair Amaral/EM/D.A Press)
Wilson Masao, sócio do Grupo Vitória da União, lembra que patrimônio não sofre depreciação

Ex-presidente do Banco Votorantim, Wilson Masao destaca a diferença de rentabilidade entre o mercado imobiliário e o financeiro. Um brasileiro que comprou um lote de R$ 39 mil há sete anos ganharia R$ 350 mil fechando hoje a venda, enquanto o mesmo valor aplicado em poupança desde 2006 não renderia mais de R$ 96 mil. “A vantagem adicional de quem compra imóvel é ter um patrimônio na mão que não sofre depreciação e ninguém tira de você”, analisa o sócio do Grupo Vitória da União (GVU).

Pensando em atrair mais investidores para o mercado imobiliário, o GVU lançou no mês passado o programa Privilège. A empresa assume o compromisso de comprar de volta o terreno, caso o cliente queira transformar o investimento em dinheiro, no prazo mínimo de três anos, pelo preço de mercado da época da negociação, garantindo a liquidez do produto. O investidor também tem direito à portabilidade: ele pode trocar seu imóvel por outro lote em qualquer um dos 15 empreendimentos, grande parte na Grande BH, caso avalie que conseguirá alcançar maior valorização. A regra vale para quem adquirir unidades de qualquer valor, que varia de R$ 70 mil a R$ 400 mil.

CONCENTRAÇÃO 

O vice-presidente da área de loteadoras da Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG), Jader Nassif, entende que a valorização dos loteamentos é motivada pelo fato de a demanda ser maior que a oferta. Há casos de empreendimentos 100% vendidos em um período recorde de 30 dias. Em Minas, a maior rentabilidade está no mercado de terrenos voltados para quem quer sair das grandes cidades. “O foco do investidor são os empreendimentos de primeira moradia, onde as pessoas vão ter segurança, contato com a natureza e a volta do relacionamento com a vizinhança. É um jeito de viver cristalizado na região metropolitana.”

De acordo com Nassif, as opções hoje estão concentradas no Vetor Norte (Lagoa Santa, Vespasiano, Pedro Leopoldo e Jaboticatubas, chegando a Sete Lagoas) e no Vetor Sul (basicamente Nova Lima, Brumadinho e Itabirito). Já Betim e Sarzedo começam a se transformar em boas opções para a população de Contagem.

Otimista com o mercado imobiliário, o empresário José Ricardo Eustáquio Ballesteros, de 36 anos, enxerga os terrenos como um capital futuro interessante. “Não vai surgir nenhum outro continente e a tendência da população é só aumentar”, justifica. Para ele, que já investiu em apartamentos, os loteamentos ainda levam vantagem porque o custo de manutenção é baixo.

Fonte: Imobili News – Por Joel Francischetti

 

Móveis coringas são fundamentais para decorar qualquer ambiente

Entre as peças com múltipla função, que cabem tanto no quarto quanto na sala, estão os aparadores, armários simples, sofá cama e pufes
Aparadores, armários simples, sofá cama e pufes, figuram a lista de móveis coringas que podem se adaptar a qualquer ambiente (Monique Renne/Esp. CB/D.A Press)
Aparadores, armários simples, sofá cama e pufes, figuram a lista de móveis coringas que podem se adaptar a qualquer ambiente (Monique Renne/Esp. CB/D.A Press)

Para quem sempre está de mudança ou mora em lugares pequenos, ter móveis coringas é essencial, pois eles podem se adaptar à necessidade dos moradores sem perder usabilidade, versatilidade e beleza. Os móveis coringas também ajudam a quebrar a monotonia da decoração e, na hora de renovar, é só mudá-lo de lugar que a casa ou apartamento ganha um visual novo.

(Zuleika de Souza/CB/D.A Press)

Do tradicional ao inovador, o sofá cama está na lista dos móveis que mais figura como peça coringa na decoração, principalmente para quem freqüentemente está de mudança. Em vários modelos de formato, cores e design, hoje, até quem possui amplos espaços, aposta no mobiliário para dar um toque despojado a determinado ambiente da casa.

O aparador é um funcional exemplo para composição da sala, onde pode ser usado como apoio para a mesa de jantar, como espaço decorativo ou ainda para guardar livros e revistas. Mas se o projeto da casa nova não tem este espaço, que tal usá-lo na cozinha? Ele pode ser o apoio para os seus eletrodomésticos, sempre empilhados dentro de algum armário.

Outro móvel extremamente versátil é o pufe. Colorido, estampado, os estofados, em especial, em formatos mais definidos podem ser usados para apoiar os pés, sentar, criado mudo e até como mesinha de centro. “Como são pequenos, eles podem ficar embaixo da escrivaninha até o dia daquela recepção especial, quando são colocados como opção para acomodar os convidados. Na mesma linha, os banquinhos de madeira, facilmente encontrados nas feiras, podem ser usados na cozinha como apoio, na área de serviço para acessar armários mais altos, no quarto para a troca de sapatos ou para deixar um livro ao lado da cama”, explica a design .

“O importante para quem tem um mobiliário funcional e, muitas vezes, orçamento e espaço reduzido, é escolher móveis versáteis e com cores fáceis de combinar. Outra dica é dar preferência para as linhas retas na marcenaria, que nunca caem de moda. Depois disso, é só se jogar”, disse.

 (Divulgação/Bonatelle Móveis)
(Divulgação/Bonatelle Móveis)

Fomte: Lugar Certo – Por Diane Lourenço – Correioweb