Assinada por escritório alemão, restauração da estação de Salzburg é entregue

Além da intervenção no prédio original, fundado em 1860, o complexo foi ampliado e possui, agora, 57 mil m².
Foto: Taufik Kenan
Foto: Taufik Kenan
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Foto: Taufik Kenan
Foto: Angelo Kaunat

Projetada pelo escritório de arquitetura alemão Kadawittfeldarchitektur, a restauração da estação central de trem em Salzburg, na Áustria, foi entregue nesta segunda-feira (21). Além da intervenção do prédio original, fundado em 1860, o local foi ampliado. Agora, o complexo possui 57 mil m².

O empreendimento ganhou fachada sinuosa e uma nova cobertura de vidro. Segundo os arquitetos, a estrutura “dinâmica” do complexo faz referência ao movimento de entrada e saída dos passageiros nos trens.

Além disso, em ambos os lados, uma série de pontes, plataformas e escadas rolantes fazem parte do edifício e interligam a estação com a cidade, uma das mais influentes da Áustria. Ao todo, as plataformas da estação somam 23.400 m².

A proposta também ampliou a passagem subterrânea dos trens. O escritório foi anunciado como vencedor do concurso em 1999.

Fonte: Portal PINIweb – Por Rodrigo Louzas

A estratégia do luxo na busca de novos consumidores

Chanel mercado de luxo

No mercado internacional, com a concorrência acirrada e a globalização, um dos maiores desafios para as marcas de produtos e serviços de luxo é manter seu crescimento. A expansão da marca para outras classes tem sido a estratégia adotada, criando novos produtos: perfumes Hermès, camisetas e chaveiros Ferrari, relógios Mercedes-Benz, por exemplo. Cresce cada vez mais o número de grifes de alto luxo de segmentos como automóveis, moda e joalheria investindo buscando segmentos diferentes de sua principal área de atuação.

A estratégia de extensão de marca consiste em aumentar a categoria de produtos para a mesma base de consumidores, sempre se preocupando com uma distribuição seletiva. Porém, no mercado com foco no consumidor AAA novas categorias de produto só devem ser exploradas se estiverem alinhadas ao conceito da marca.

Até que ponto pode uma marca de luxo usar esta estratégia sem arranhar o seu posicionamento e sem possibilitar a banalização perante o consumidor? É imprescindível estar atento para que não se modifique a proposta de seu valor ao ampliar a acessibilidade e atrair público muito diferente daquele que compra, por exemplo, um automóvel Ferrari, uma bolsa Chanel ou uma joia Cartier. É necessário que se mantenha um alto nível de relacionamento do público com a marca. Uma expansão realizada sem critério pode confundir o que a essa representa, diluindo seu valor.

Há casos de extensão de marcas de luxo para outras categorias de produtos que aproveitaram a oportunidade sem prejudicar seu posicionamento. Grifes como Chanel e Dior, ícones da alta costura, apostam em produtos de entrada (considerados acessíveis) como perfumes, cosméticos e acessórios para conquistar o consumidor, que, com o tempo, poderá ser um comprador de seus produtos de categorias mais elevadas, como as renomadas bolsas Chanel.

A grife Armani é um exemplo também interessante, pois expandiu para o segmento de homeware criando a grife Armani Casa, especializada em móveis e itens de decoração com foco no público AAA, ou seja, sustentando-se nos pilares de sua marca-mãe: tradição, alta qualidade, sofisticação e design. A Armani também expandiu com sucesso criando marcas no segmento de moda (extensão de linhas) como também na hotelaria, com dois hotéis luxuosos, em Milão e Dubai.

A extensão de marca no segmento do luxo deve ser avaliada e estudada com rigor e só é válida se os novos produtos destinarem-se ao mesmo perfil de consumidor, seguindo o conceito de excelência, exclusividade e mantendo as mesmas políticas de preço, distribuição e comunicação seletivas da marca-mãe. Mesmo ciente de que seus novos produtos poderão atingir o consumidor aspiracional ao mercado de luxo, se a empresa já atua neste segmento e busca atingir um número maior de clientes, deve manter sua essência e principalmente zelar por seu prestígio. Essa estratégia diminui os riscos e os custos, aumentando a cobertura de mercado e fortalecendo os valores e interesses pela marca, imprescindíveis no mercado de luxo.

armani extensao de marca

Fonte:  Por Ricardo Ojeda Marins  – Artigo publicado no Blog do Milton Jung (Rádio CBN)

No Brasil o setor imobiliário mantém expansão e projetos atraem investimentos para o nordeste!

Enfraquecimento da moeda, desaceleração econômica e instabilidade social não quebraram o crescimento e o dinamismo em toda a cadeia de valor da construção e do imobiliário. Por conta do real mais fraco, investidores internacionais têm encontrado novas “janelas de oportunidade” antes da chegada dos grandes eventos desportivos, Copa do Mundo e Olimpíadas. Apesar dessas contrariedades, o Brasil também continua apresentando melhorias no âmbito do desenvolvimento social.

Um novo indicador formatado e apresentado pelo nosso bem conhecido Michael Porter coloca o Brasil à frente dos outros BRIC´s em progresso social. O Índice de Progresso Social desenvolvido em Harvard e agora apresentado, procura ir mais além do que os indicadores de desenvolvimento econômico para classificar o sucesso dos países. Composto por três dimensões, básica ao nível da satisfação de necessidades fundamentais como saneamento básico e moradia, bem-estar e dimensão de oportunidades, este novo indicador permite avaliar que o Brasil sendo um país de renda média tem um melhor desempenho do que outros países de maior renda “per capita” como a Rússia. Segundo Porter “_ o Brasil está indo melhor do que esperávamos”.

É no quesito da segurança pública que o Brasil apresentou a pior classificação e esse vem sendo um problema transversal a toda a sociedade brasileira para o qual os diferentes níveis de governação, federal, estadual e municipal não têm encontrado soluções sendo preocupante essa incapacidade de agir. Voltando ao mercado imobiliário, começamos a ter um crescimento normalizado longe dos explosivos crescimentos anteriores a 2011. De acordo com a ADIT (Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico) estima-se que 35 milhões de famílias brasileiras adquiram imóveis nos próximos 20 anos. No curto prazo, de acordo com declarações de Octávio de Lazari presidente da ABECIP (Associação Brasileira de Crédito Imobiliário e Poupança) os efeitos da recente elevação da taxa SELIC (taxa básica de juros) no preço do crédito imobiliário serão limitados. A decisão de elevar a taxa de juro de 8,5 % para 9% no âmbito de um conjunto de medidas para conter as tensões inflacionistas verificadas nos últimos meses, tornou a remuneração da poupança (cadernetas de poupança) mais alta e sendo esta a sua principal fonte de recursos, o crédito imobiliário poderia encarecer.

Com a disputada “corrida” concorrencial pelas carteiras de crédito imobiliário os efeitos deverão ser mínimos. Por motivos profissionais, nos últimos dois meses, venho percorrendo toda a Área Metropolitana de Fortaleza e encontrando muitos pequenos e médios investidores internacionais interessados em investimentos estruturantes. Particularmente na região do complexo industrial e portuário do PECÉM a aposta vai para o desenvolvimento de empreendimentos turísticos – imobiliários (residências para recolocação profissional, 2ª residência, hotéis e resorts) e a construção de imóveis ao abrigo do programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida”. Todos os imóveis do“ Minha Casa, minha Vida” são construídos pelo setor privado respeitando padrões de qualidade e preços de venda máximos, definidos pelo governo.

De acordo com estimativas governamentais as necessidades atuais mais urgentes de habitação são de 8 milhões de lares, sendo que 3 milhões foi o objetivo de construção fixado pelo programa até 2014 para atender ao défice habitacional das famílias com menor rendimento. De acordo com recentes declarações da ministra do planejamento, orçamento e gestão, os recursos previstos para o P.A.C. (Programa de Aceleração do Crescimento) e “Minha Casa, Minha Vida” no orçamento do próximo ano serão afetos mais R$ 11,044 bilhões do que este ano. A aposta neste programa habitacional será assim reforçada. Apesar da prudência nas afirmações, dado que persistem crescimentos elevados nos preços dos imóveis em algumas localizações e alguns lançamentos imobiliários continuam a ser adquiridos por investidores – especuladores, no curto e médio prazo parecem afastados os temores que regularmente surgem nos mídia de uma “bolha imobiliária”.

Desde que os “produtos imobiliários” se direcionem para a satisfação da procura habitacional real, se mantenha a prudência nos critérios de concessão de crédito imobiliário, se mantenha a baixa inadimplência (incumprimento), parecem pouco fundamentados tais receios. Quanto ao nordeste do Brasil e particularmente no Ceará, os investimentos estruturantes de longo prazo vêm continuando a transformar de forma positiva a realidade econômica dos municípios em seu entorno. Trazem novos desafios de planejamento urbanístico, infraestrutura, impacto ambiental e qualificação profissional de forma que as populações locais possam beneficiar desses investimentos. Recebemos de Portugal mais umas notas de esperança, com a evolução positiva das exportações e sinais de uma tímida recuperação do mercado imobiliário em Julho e Agosto.

Férias de verão dos emigrantes, golden visa (concessão de vistos a compradores de imóveis superiores a 500.000,00 Euros estrangeiros) e ações das imobiliárias focadas na venda de produtos imobiliários a clientes investidores, foram os principais fatores que contribuíram para esses resultados. Oxalá perdure essa tendência positiva.

Fonte: Publicidade Imobiliária – Por Jorge Garcia, Especialista em Imobiliário

Chaves com o zelador? No futuro, não mais!

Continuando nossa série de artigos sobre o futuro da tecnologia e como ela pode impactar no mercado imobiliário, falaremos aqui sobre as portas. Sim, até mesmo isto alterará, e muito, a forma com que corretores e imobiliárias farão negócios no futuro. E já começa com um bom ponto positivo: as chaves não ficarão com o zelador, nem com vizinho, nem embaixo do tapete da porta. Na verdade, nem vai ter chave.

 chaves

Apresento três formas, já existentes, de abrir portas e depois trarei outras possibilidades e aplicações para este tipo de tecnologia ao nosso favor.

Biometria

O sistema de identificação por biometria, já utilizado em bancos, vai invadir as portas das casas de seus clientes no futuro. E com isto: adeus chaves! Ou não.

Ao menos no que propõe a SmarScan, fechadura de desbloqueio biométrico tem ainda o destravamento da porta por chave, mas isto é um “detalhe” que vai ser completamente extinto em uma próxima geração de fechaduras biométricas.

smartscan

Sequência de batida

Sabe aqueles “códigos secretos” que se usa para que a pessoa saiba quem está batendo na porta? Pois é, isto existede verdade – chama-se NoKey – e permite que uma porta seja destravada através de um código de batida.

O sistema percebe os impactos e, se estiverem dentro dos padrões pré-estabelecidos, ele libera sua entrada.

nokey

NFC

NFC é uma tecnologia sem fio já presente em smartphone, onde permite que sejam troca de arquivos entre aparelhos por simples aproximação entre eles. Mas isto é só um exemplo da tecnologia.

Para abrir portas, o NFC foi aplicado a um anel, onde que ele vai fazer o desbloqueio da porta aproximando a mão (o anel) de um receptor na porta. O produto está para arrecadação de fundos no Kickstarter e chama-se NFC Ring.

Mas o mesmo pode acontecer com o seu smartphone, que é basicamente a mesma forma que acontece com os pagamentos por smartphone – não de pagar pela internet, mas com a aproximação do aparelho em um receptor no caixa da loja ou mercado, como se um cartão de crédito que você não insere, só aproxima.

nfc-ring-door-lock

Ok, mas e o mercado imobiliário com isto?

Isto tudo é muito bonito na teoria, tudo parece funcionar. Mas onde é mesmo que o zelador vai perder a chave?

Para clarear o cenário futuro das nossas casas, é preciso compreender que a casa do futuro terá tudo conectado e controlável via internet ou wireless. Isto já existe, e é aplicado em diversos empreendimentos mais modernos ou luxuosos.

Bom, sendo assim, tudo será conectável e acessível via internet – obviamente com rigorosas soluções de segurança para ninguém “hackear” a casa. E o corretor ou imobiliária que detém a exclusividade na venda ou locação do imóvel poderá ativar ou desativar aparelhos ou pessoas para acessarem aquele imóvel.

Para quem ainda não leu, recomendo a leitura do post em que falo sobre o Google Glass, óculos inteligente do Google que terá (tem) aplicativos para busca de imóveis na rua, enquanto você caminha por aí. :)

Brevemente contextualizando: a pessoa, caminhando pela rua e que através do smartphone ou Google Glass encontra um imóvel e quer visitar. Ela pode ligar para a imobiliária ou corretor e dizer que quer ver aquela residência. Hoje o que seria feito neste caso é enviar um corretor para mostrar o imóvel ou só liberar a chave, ou pegar ela com o zelador, vizinho ou de outra forma.

Porém, com a conectividade das coisas no futuro, será possível que o responsável pelo imóvel identifique o visitante e colete ou forneça a informação necessária para ele abrir a porta através da internet. Bacana, né?

Agora leia abaixo as aplicações destas tecnologias no mercado imobiliário, mas antes saiba que nem ligar para a imobiliária será preciso, pois isto tudo pode ser feito, da identificação à liberação, pelo próprio smartphone.

BIOMETRIA: o corretor poderá solicitar a leitura e envio da digital para que seja liberado no sistema e enviada para que a fechadura biométrica passe a aceitar aquela digital por um período de tempo determinado. Simples, prático e seguro. Esta digital será coletada e enviada pelo próprio smartphone do visitante ou, muito provável, que seja enviada identificação biométrica de um registro nacional de informação – como o RG, porém de digitais.

Assim a pessoa é identificada, sabe-se o horário que entrou, o horário que saiu e pelas câmeras se pode ter a segurança final de que não fez nada criminoso por lá, hehe.

Código de batida: pelo smartphone, pode ser enviado um código aleatório, gerado para aquela pessoa já identificada por um sistema biométrico, por exemplo, e ela o reproduz na porta para ter acesso à residência. Também, obviamente, com limite de tempo e prévia permissão da imobiliária ou corretor.

NFC: enviando uma identificação de pessoa e dispositivo, a imobiliária pode fazer a liberação por internet à fechadura do imóvel. Então, com o aparelho reconhecido e o dono identificado, é só aproximar o smartphone da fechadura NFC e pronto: porta aberta.

Ainda há outras formas

No post que fiz sobre assinatura digital de documentos para vendas 100% online, falo da possibilidade de “assinatura” via token, leitura de íris ou senha por voz.

Isto tudo pode ser aplicado igualmente às fechaduras, da mesma forma, atributos e segurança dos outros métodos melhor explicados aqui.

Viveremos em um mundo onde a “internet das coisas” estará por todos os cantos facilitando e permitindo a interação de tudo e todos.

Fonte: Guru do Corretor – Por 

Viva a integração

Sala ampla que conecta ao escritório, cozinha espaçosa sem portas nem divisórias. A reforma feita pelo Estúdio Cada Um esbanja conforto e funcionalidade.
Sala de estar | Sofá e rack, da Marché Art de Vie. Almofadas, da Juliana Curi e Atelier Fernando Jaeger. Vasos brancos, da SaLA Design. Papel de parede, trazido da Argentina (Foto: Cacá Bratke/Casa e Jardim)
Sala de estar | Sofá e rack, da Marché Art de Vie. Almofadas, da Juliana Curi e Atelier Fernando Jaeger. Vasos brancos, da SaLA Design. Papel de parede, trazido da Argentina (Foto: Cacá Bratke/Casa e Jardim)
Cozinha | Com piso de tecnocimento, da NS Brazil, o ambiente foi integrado à sala. Bancada de Corian, da Studio Vitty. Sobre a ilha, fruteira, da Benedixt (Foto: Cacá Bratke/Casa e Jardim)
Cozinha | Com piso de tecnocimento, da NS Brazil, o ambiente foi integrado à sala. Bancada de Corian, da Studio Vitty. Sobre a ilha, fruteira, da Benedixt (Foto: Cacá Bratke/Casa e Jardim)

Sempre que encaram um novo projeto, os arquitetos Renato Salles e Vivian Giometti, sócios do Estúdio Cada um, praticam uma espécie de imersão no estilo de vida do novo cliente. Com a publicitária Ana Laura Mello não foi diferente. Localizado em São Paulo, o apartamento antigo, erguido nos anos 1940, já havia sido reformado pelos donos anteriores. Mas um valor caro à proprietária – conforto – ainda deixava a desejar. Antes de chegar ao sofá gostoso, à mesa que acomoda os amigos, aos armários que dão conta dos objetos pessoais, Renato e Vivian repensaram a distribuição dos espaços. A pedido da moradora, eliminou-se a divisão entre sala e cozinha. Agora, a única fronteira entre os ambientes está no piso – cumaru, na sala, e tecnocimento, na cozinha.

Sala de estar | Sobre a mesa lateral, escultura de cerâmica Dog Bladder. Ambas as peças são da Mix & Match. Piso de cumaru, da ParquetSP (Foto: Cacá Bratke/Casa e Jardim)
Sala de estar | Sobre a mesa lateral, escultura de cerâmica Dog Bladder. Ambas as peças são da Mix & Match. Piso de cumaru, da ParquetSP (Foto: Cacá Bratke/Casa e Jardim)

No caso deste último, o arquiteto ressalta o benefício de escolher um revestimento de rápida instalação e fácil manutenção. Aplicar tinta cinza nas paredes tanto da sala quanto da cozinha foi um dos recursos utilizados pelos profissionais para aproximar visualmente os dois ambientes. Outro exemplo de integração se deu no escritório, que perdeu as paredes tradicionais e passou a ter porta de correr. “Não sou muito fã de porta de correr, mas como a ideia era que o espaço ficasse sempre aberto, optamos por esse modelo por causa do vão maior que ele proporcionaria”, conta Renato.

Sala de jantar | Da Sierra Móveis, a mesa de jantar recebe as poltronas DAW, de Charles e Ray Eames. Centro de mesa, da Benedixt. No aparador, prato da Coisas da Doris. Pendente, trazido de Nova York (Foto: Cacá Bratke/Casa e Jardim)
Sala de jantar | Da Sierra Móveis, a mesa de jantar recebe as poltronas DAW, de Charles e Ray Eames. Centro de mesa, da Benedixt. No aparador, prato da Coisas da Doris. Pendente, trazido de Nova York
Cozinha | Latas de alumínio e garrafa, da Fulana Guaçú. Vaso, da MO.D, e marcenaria, da Brinna. A parede recebeu tinta cinza, em sintonia com o piso (Foto: Cacá Bratke/Casa e Jardim)

Em três meses de reforma, que envolveu a atualização dos sistemas elétricos e hidráulicos, o apartamento ganhou outra dinâmica. Na decoração, móveis comprados especialmente para brindar a casa nova se combinaram a itens trazidos de viagens, como o pendente sobre a mesa de jantar, vindo de Nova York, e o papel de parede, comprado na Argentina.

Fonte: Revista Casa e Jardim