Museu da Casa Brasileira recebe mostra sobre arquiteturas de Portugal e Brasil

Influencias luso portuguesas e contemporâneas brasileira são destaque da X Bienal de Arquitetura de São Paulo em mostra que acontece no museu referência para a arquitetura no Brasil
A mostra Arquitetura Portuguesa – Discrição é a Nova Visibilidade no Museu da Casa Brasileira também faz parte da X Bienal de Arquitetura de São Paulo

Com o tema “Arquitetura Portuguesa – Discrição é a Nova Visibilidade” a exposição pretende promover diálogos e intensificar experiências multidisciplinares entre Portugal e Brasil. A mostra do Museu da Casa Brasileira (MCB), que também faz parte da X Bienal de Arquitetura de São Paulo, apresenta projetos de escritórios de ambos os países, além disso, pretende intensificar experiências multidisciplinares entre Portugal e Brasil a partir de debates entre profissionais e acadêmicos.

O evento é realizado em parceria com a Associação Estratégia Urbana. A exposição termina nesta quarta-feira (30/10), das 14h às 22h, com entrada gratuita. Conferências, debates e apresentações compõem a agenda dos encontros, com a presença de renomados arquitetos, entre eles o prêmio Pritzker Paulo Mendes da Rocha.

A curadoria da mostra é dos arquitetos Nuno Sampaio, Fernando Serapião, Miguel Judas e Luis Tavares, o encontro, realizado em parceria com a Associação Estratégia Urbana, vai contar também com palestras sobre economia construtiva, gestão de território e desenvolvimento urbano.

Entre os participantes do evento está a “Estratégia Urbana”. Trata-se do primeiro Laboratório de Inovação na área da arquitetura em Portugal. Fundado em 2011, tem como missão promover a reflexão crítica na arquitetura e o desenvolvimento da investigação e inovação técnica e científica, e levar o debate até a sociedade civil.

“O evento propiciará o encontro entre profissionais e empresas do setor dos dois lados do Atlântico, propiciando o diálogo com a sociedade brasileira”, afirma Nuno Sampaio, presidente da Associação Estratégia Urbana.

Fonte: CorreioWeb – Lugar Certo

A Linguagem do Corpo Fala Mais Alto do Que as Palavras

Quantas vezes já aconteceu de você dizer mesmo quando não esta falando? A menos que você seja um mestre do disfarce, você está enviando constantemente mensagens sobre seus verdadeiros pensamentos e sentimentos – usando palavras ou não.

Estudos demonstram que suas palavras respondem somente por 7% das mensagens
que você carrega. Os restantes 93% são não-verbais. 55% da comunicação está baseada no que as pessoas vêem e outros 38% são transmitidos pelo tom da voz. Sendo assim, pense nisto. No ambiente empresarial, as pessoas podem ver o que você não está dizendo. Se sua linguagem corporal não condiz com suas palavras, você está desperdiçando o seu tempo.

Contato visual é o modo mais óbvio de você se comunicar.

Quando você está olhando para a outra pessoa, você mostra interesse. Quando você não estabelece contato visual, dá a impressão que a outra pessoa não tem nenhuma importância. Mantenha contato visual de aproximadamente 60% do tempo para parecer interessado, mas não agressivo.

A expressão facial é outra forma de comunicação não-verbal.

Um sorriso envia uma mensagem positiva e é apropriado para todas as situações – de vida e de morte. O sorriso adiciona calor e uma aura de confiança. Os outros serão mais receptivos se você se lembrar de sempre conferir a sua expressão.

Sua boca também dá pistas, não só quando você está falando.

Os movimentos de boca, como enrugar seus lábios ou torcê-los para um lado, pode indicar que você está pensando no que você está sendo dito ou que você está escondendo algo.

O posicionamento da sua cabeça fala com pessoas.

Mantenha sua cabeça erecta, o que não é igual a manter sua cabeça em linha reta, isto o fará parecer seguro de si e autorizado. As pessoas o levarão a sério. Incline sua cabeça para um lado se você quiser aprecer amigável e aberto.

O quanto você é receptivo é sugerido pela posição dos seus braços.

Braços cruzados ou dobrados sobre o tórax dizem que você se fechou para as outras pessoas e não tem nenhum interesse nelas ou no que elas estçao dizendo. Esta posição também pode representar “eu não concordo com você.”
Você pode apenas estar com frio, mas a menos que você faça um gesto que justifique seu tremor ao mesmo tempo, a pessoa à sua frente pode receber uma mensagem equivocada.

A forma como você usa os seus braços pode ajudar ou podem interferir na sua imagem.

A gesticulação intensa pode demonstrar entusiasmo a alguns, mas outros vêem este gesto como de incerteza e imaturidade. A melhor posição para seus braços é colocá-los lateralmente. Você parecerá confiante e relaxado. Se de início isto for pesado para você, faça o que sempre faz quando quer chegar a algo melhor: pratique. Depois de um tempo, se sentirá natural.

O ângulo do seu corpo dá uma indicação aproximada aos outros do que está se passando por sua cabeça.

Inclinar-se para a frente diz: “Conte-me mais.” Inclinar-se para trás sinaliza que você já ouviu o bastante. Um aceno de cabeça é um indicativo de que você está escutando.

A postura é importante, da mesma maneira que sua avó sempre disse.

Sente-se ou levante-se ereta se você quiser ser vista como atenta e entusiástica. Quando você se deixa cair em sua cadeira ou se apóia na parede, parece cansada. Ninguém quer fazer negócios com alguém que não tem energia.

Controle suas mãos prestando atenção para onde elas vão.

No mundo empresarial, particularmente quando você lida com pessoas de outras culturas, suas mãos precisam ser vistas. Isso o significa que deve mantê-las fora dos seus bolsos e que você deveria resistir à tentação de escondê-las sob a mesa ou às suas costas. Levar suas mãos para regiões acima do pescoço, ajeitar os cabelos ou passá-las no rosto não é profissional.

As pernas falam, também.

Muito movimento indica nervosismo. Como e onde você as cruza conta para os outros como você se sente. As posições preferidas para o profissional polido são os pés apoiados no chão ou pernas cruzadas nos tornozelos. A posição menos profissional e a posição mais ofensiva é descansar uma perna ou tornozelo por cima do outro joelho. Algumas pessoas chamam esta posição de “Figura Quatro.” Pode fazer você parecer arrogante.

A distância que você mantém dos outros é crucial se você quer estabelecer um bom rapport.

Estar de pé e muito próximo ou ” face a face com o outro” o marcará como insistente. Posicionando-se muito longe o fará parecer reservado. Se nenhuma das duas opções resultam na mensagem que você quer transmitir, encontre a melhor posição intermediária. O mais importante: faça com que a outra pessoas se sinta confortável. Se ela está tentando se afastar, é hora de parar. Ou ela tem necessidade de mais espaço ou você precisa de uma pastilha de hortelã.

Você pode não estar atento ao que está dizendo com o seu corpo, mas os outros receberão a mensagem. Tenha certeza de que está enviando a mensagem que você quer enviar.

Autora: Lydia Ramsey , uma das principais autoridades em etiqueta empresarial e protocolo nos E.U.A., é palestrante e autora de MANNERS THAT SELL ( Maneiras que vendem ).

Fonte: Publicidade Imobiliária

Land Rover finaliza a produção em 2015

A Land Rover, o veículo mais antigo do mundo, não será mais fabricada depois de 67 anos no mercado. A produção do mundialmente conhecido carro Land Rover Defender vai apenas até dezembro de 2015. O carro é o mais antigo em fabricação e tem fãs em todo o mundo.

 Land Rover finaliza a produção em 2015
Land Rover sai de linha em dezembro de 2015

O Land Rover foi criado à sombra da Segunda Guerra Mundial, inspirado nos jipes norte americanos usados na Europa durante a grande guerra. Os primeiros modelos eram feitos de alumínio, matéria prima abundante na época graças à opinião pública britânica de atender ao mercado de panelas e frigideiras. A Série I, lançada em abril de 1948, era da cor verde militar.

O modelo de carro esporte desenhado por Maurice Wilkes nunca teve a intensão de ser dirigido apenas por homens fardados. Em 65 anos tornou-se como sinônimo de agricultura, aventura, resgate, esportes e radicalismo na estrada. Diversos ícones pops usaram o carro, como Paul McCartney que já foi clicado no carro e eternizado por publicações da época.

 Land Rover finaliza a produção em 2015
O Land Rover teve uma das vidas mais longas dentre os automóveis antigos

Nenhum veículo teve uma vida tão longa ou tão completa como o Land Rover. O Citroën 2CV, criado no mesmo ano, deixou de ser produzido em 1990. O Volkswagen Beetle antecedeu os dois, ficando no mercado até 2003. O carro sempre foi produzido na mesma fábrica de Solihull todos esses anos.

Com as vendas de apenas 18 mil unidades por ano, os relatórios anteriores que previam a sua morte foram exagerados, mas desta vez é para valer. O último Landy vai sair da fábrica em 20 de dezembro de 2015. Não é por falta de demanda, nem porque os engenheiros da Land Rover têm cansado de adaptar o automóvel para atender à segurança do século 21 ou à nova legislação. Em um mundo de carros híbridos conectados virtualmente, o Land Rover não se encaixa mais no mercado.

Os ‘Landys’ (como seus donos os chamam) possuem o bom hábito de durar bastante. Diz-se que 75% dos dois milhões de carros construídos até agora ainda estão na estrada. Assim, prever-se que haverá Land Rovers nas ruas ainda em 2070.

Febre de compactos esquenta o setor

compacto

Vendas de um dormitório novo crescem 330% e os usados valorizam 15% em doze meses.

A temperatura chegou ao pico: 330% de aumento nas vendas dos compactos de até um dormitório. Foram 4.142 unidades no primeiro semestre contra 964 no mesmo período de 2012.
Segundo o Sindicato da Habitação (Secovi), os lançamentos de um quarto representam 26% de tudo o que foi produzido em São Paulo nos primeiros oito meses do ano: 4.741 apartamentos para um total de 18.261.

No mercado de usados,o índice FipeZap aponta que imóveis de um quarto valorizaram 15% em 12 meses. No período entre janeiro de 2008 e setembro passado, acumularam alta de 210% no preço, 25 pontos percentuais acima de unidades com mais dormitórios, cuja média ficou em 185% de majoração.

“Há inúmeros motivos para explicar o aquecimento nos lançamentos e vendas de um dormitório. Essa tipologia atende aos interesses de investidores que, até 2010, estavam carreando recursos para salas comerciais”, afirma o economista -chefe do Secovi- SP, Celso Petrucci.

A febre de lançamentos concentra- se no centro expandido da capital, em eixos de transporte público com metrô e corredores de ônibus. “Interligação com a mobilidade urbana confere maior liquidez ao produto, dando maior vantagem para quem compra, aluga ou vende”, avalia.

O público do um dormitório,é formado por jovens em busca de avanço profissional e na educação. Também fazem parte desse grupo, os solteiros, divorciados e viúvos, para quem a oferta de serviços, incluindo os do tipo pay-per-use como lavanderia, arrumação, manutenção e reparos, podem atender às suas necessidades, declara Petrucci. Para ele, porém, esses serviços não podem ser considerados a principal alavanca de valorização. “Nem é tendência.”

Característica marcante é o encolhimento de tais unidades. Segundo a Embraesp, a redução de tamanho beirou 30%: de 55,7 m² de área média em2009 para 39,5 m² no ano passado.
Expoente dessa tendência de compactação, Alexandre Lafer Frankel, CEO da Vitacon, lançou em maio a torre Casa Turiassu com unidades a partir de 21 m², no bairro de Perdizes, na zona oeste da cidade.

Fundada em 2010, a Vitacon já lançou 36 empreendimentos, somando 2.815 unidades, das quais 57% de um dormitório, diz Frankel. “Até o fim do ano, serão mais cinco empreendimentos.” Ele adota como palavras de ordem: mobilidade, praticidade, design e compactação de espaço, construindo torres em áreas nobres de São Paulo.

Em parceria com o designer canadense Graham Hill, a construtora lança agora o VNQuatá. Serão 48 studios de 19 m² no total de 86 unidades, de até 52 m². “O preço do m² varia de R$ 14 mil a R$ 16 mil”, diz. Com tal parâmetro, o micro apartamento sai por R$300mil, só o casco.

“Hill não é só arquiteto, é um ícone da filosofia de vida”, diz Frankel, contando que ficou amigo do canadense dois anos atrás. Em 2009, Hill criou em Nova York, uma habitação minimalista de 39 m², com tecnologia e design: cama embutida na parede, beliche retrátil, mesa de jantar para 12 pessoas que sai do armário, paredes móveis para dividir ambientes, etc. Um “apartamento do futuro”, como foi classificado pelo The New York Times.

Hill fundou a empresa Life Edited e dá consultoria para construir micro apartamentos em São Francisco, Nova York e, agora, em São Paulo. Seu objetivo: mostrar que é possível viver bem com menos coisas em casa. Os studios do VN Quatá, de 18 andares, também terão móveis embutidos. A conclusão da obra está prevista para 2016.

Até onde chegar á tal compactação? Frankel responde: “A lei impõe limites para reduzir área de compartimentos, cozinha e banheiro. Acho que não dá para diminuir além desses 19 m².”

O processo de encolhimento esta à beira do esgotamento, como diz o consultor João da Rocha Lima Jr. Para ele, diminuir a área do imóvel é um jeito de fazer com que o teto do seu valor caiba na faixa mais aquecida do mercado.

CAMPEÃO TRADICIONAL
Os mais vendidos no mercado de novos continuam sendo os dois quartos, que abocanharam 44% de participação, segundoo Secovi: 10.048 unidades para um total de 22.638 imóveis de todos os tipos. Como principal imóvel de entrada para quem busca casa própria, o segmento perde espaço para as pequenas coqueluches, que parecem ser o alvo até de famílias com filhos.

“Tradicionalmente, os dois dormitórios atendiam às famílias em busca do imóvel para a primeira moradia”, diz Petrucci. Agora, existe divisão, para esse fim, com as unidades de um quarto. “A escolha por um dormitório reflete ainda as mudanças demográficas e sociais, pois hoje há grande número de solteiros, casais jovens,com 25 a 35 anos, adquirindo seu primeiro imóvel, além dos divorciados. Temos de considerar, também, novos arranjos familiares.”

Petrucci lembra que, em 2007 e 2008, os apartamentos de três e quatro dormitórios ganharam destaque em termos de lançamentos e vendas, mas “neste ano a boa surpresa fica por conta do desempenho das unidades de um dormitório”. A previsão do Secovi é que sejam lançados 6 mil apartamentos deste tipo em 2013. “Para 2014, acreditamos em crescimento de 5% a 10%”, diz o economista.

Fonte:  I Corretores – Por Heraldo Vaz – Especial para o Estado

Luz que amplia: iluminação bem feita promove sensação de espaços maiores

Essencial em projetos, a iluminação é capaz de mudar completamente o ambiente, podendo aumentar o pé direito a ampliar espaços

A iluminação foi o principal recurso para dar amplitude ao pequeno espaço (Divulgação/Jomar Bragança)
A iluminação foi o principal recurso para dar amplitude ao pequeno espaço(Divulgação/Jomar Bragança)

O imóvel é pequeno, o Sol insiste em bater apenas na janela do vizinho e você já fechou o negócio. Resta recorrer a estratégias que fazem espaços restritos parecerem bem maiores. Formas retas dão sensação de ordem e podem ajudar, assim como vidros e espelhos, que integram visualmente os ambientes. Quebrar paredes, ou usar portas de correr para integrar espaços, traz mais luz e ventilação. Mas é o cuidado com a iluminação que pode fazer a grande diferença.

Quanto maior a luminosidade, maior a sensação do espaço. A iluminação é extremamente importante em um projeto. Feita de forma correta, pode mudar completamente um ambiente e a sensação que se tem ao frequentá-lo. Segundo a arquiteta Manuela Lolato, a iluminação depende muito de cada ambiente. Vale a máxima: cada caso é um caso. Mas algumas noções são universais. Antes de qualquer coisa, é preciso entender qual é a função do ambiente, ter definidas as cores que serão usadas e a disposição do mobiliário.

Entre as dicas da especialista está a utilização de luminárias discretas, uma vez que o efeito da luz é o mais importante. “Luz indireta aumenta o pé direito. Se for usada da forma correta, também pode ampliar o ambiente, embora não seja indicada para todos eles. É importante usar a temperatura de cor correspondente ao uso que se quer dar ao lugar. Locais de descanso devem ter luz mais amarelada, enquanto locais de trabalho, que requerem atenção do frequentador, devem priorizar luz branca.”

 (Thiago Ventura/EM/D.A Press)
(Thiago Ventura/EM/D.A Press)

Alguns erros são mais comuns, apesar de cada ambiente merecer ser avaliado separadamente. Uma importante dica de Manuela para não pisar na bola é evitar lustres muito grandes. Também não combinam pendentes com muitos detalhes, além de baixos. Mas o erro mais comum é justamente na temperatura de cor nos ambientes. Sala e quartos com luz branca trazem incomodo e não relaxam tanto quanto a luz amarela.

Se não deu para recorrer a um profissional especializado, é bom dobrar a atenção. Em uma loja de itens de iluminação, na hora de decidir, lembre-se de observar, e perguntar ao vendedor, sobre a temperatura de cor de luz. Ser mais amarelada ou mais branca é um critério que precisa ser definido em função do lugar. Outro alerta é sempre procurar por uma lâmpada que não esquente muito, já que a sensação de lugar abafado também diminui o ambiente.

Juntamente com as arquitetas Bruna Paz e Marcela Menin, Manuela Lolato assina um ateliê de chef de cozinha. A iluminação ganhou atenção especial. Afinal trata-se de uma área pequena. Elas recorreram a spots flexíveis, focando-os em locais estratégicos que direcionam a visão. “Se tivéssemos usado uma iluminação uniforme, a sensação seria de um ambiente mais cheio. A pessoa veria tudo o que está lá de uma só vez, ao contrário de ver cada lugar focado separadamente”, explica.

A temperatura de luz adotada dá a sensação de aconchego e uma atmosfera gostosa. As arquitetas também recorreram a materiais que trazem a sensação de aconchego e leveza. A madeira em freijó lavado traz esses dois sentimentos e ajudou a deixar o ambiente mais claro. As prateleiras pintadas da cor da parede também deram leveza, mesmo com todos os objetos e utensílios de cozinha. “Se fossem mais grossas, o ambiente daria a impressão de estar mais cheio, e não teria a leveza e a ‘amplitude’ que conseguimos alcançar com prateleiras mais finas.”

Fonte: Lugar Certo – Por Carolina Cotta – Estado de Minas