Quanto um corretor de imóveis ganha de comissão?

 

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Certamente quem trabalha com corretagem imobiliária ou deseja exercer essa profissão, já teve, em algum momento, a dúvida de quanto um corretor de imóveis ganha de comissão. Saber os ganhos financeiros e se esta carreira lhe trará bons rendimentos no futuro é um questionamento que traz tanto expectativas quanto incertezas para quem está pensando em trabalhar nomercado imobiliário.

Antes de tudo, é importante deixar claro que o corretor de imóveis está enquadrado na categoria de profissional autônomo. Logo, o valor que ganha um corretor de imóveis não é um salário, de acordo como rege a CLT, mas sim uma comissão sobre suas vendas de imóveis, devendo o profissional recebê-la a partir do seu resultado obtido, ou seja, quando efetivada uma venda ou locação imobiliária. Entretanto, em alguns casos, o corretor de imóveis pode ter a sua carteira assinada pela imobiliária em que trabalha, recebendo um salário fixo, além de ganhar o dinheiro da sua própria comissão.

O pagamento da comissão do corretor de imóveis é cabível toda vez que a venda de um imóvel for intermediada e concretizada por este profissional. Nesse caso, o valor pago ao corretor pela sua prestação de serviço deve sempre obedecer à tabela de remuneração estabelecida em seu Conselho Regional (CRECI), jamais ultrapassando as porcentagens do órgão regulador.

Sendo assim, os ganhos por cada venda dependem muito do tipo de imóvel que é negociado, o que pode fazer crescer ou não o valor do rendimento mensal. Umcorretor de imóveis que vende uma casa na cidade de São Paulo, por exemplo, recebe como comissão o valor de 6% sobre a propriedade vendida. Nesse caso, se a casa vendida apresentasse o valor de R$100 mil, em tese, o corretor receberia uma comissão de R$ 6 mil.

Além disso, quando um corretor de imóveis atua dentro de uma imobiliária, o valor da sua comissão pode, muitas vezes, se tornar abaixo do percentual de 6%. Isso acontece pois o valor é dividido entre a imobiliária e o corretor e também porque há a possibilidade de uma transação envolver mais de um corretor de imóveis, devendo, assim, a imobiliária repassar o pagamento da comissão a todos os participantes envolvidos na negociação de venda do imóvel.

Confira abaixo os percentuais de comissão estabelecidos pelo CRECI de São Pauloe praticados em boa parte pelos demais Conselhos:

PERCENTUAL DE COMISSÃO PARA VENDA DE IMÓVEIS

– Comissão para vendas de imóveis urbanos: 6% a 8%
– Comissão para vendas de imóveis rurais: 6% a 10%
– Comissão para vendas de imóveis industriais: 6% a 8%
– Comissão para venda judicial: 5%
– Comissão para vendas de empreendimentos imobiliários: 4% a 6%

PERCENTUAL DE COMISSÃO PARA LOCAÇÃO DE IMÓVEIS

– Comissão para aluguéis de imóveis: Equivalente ao valor de 1 aluguel
– Comissão para aluguéis de temporada, com prazo de até 90 dias: 30% sobre o valor recebido

Como pode ser visto, os ganhos de um corretor de imóveis variam muito em questão de quantidade de vendas. Além disso, é importante lembrar que o corretor não se limita apenas em vender imóveis. Por sua área de atuação ser bastante ampla, o profissional pode trabalhar também com avaliações imobiliárias, serviços de locação, elaboração de contratos, trâmites de documentos, administração de aluguéis e condomínios e tantas outras atividades. Sendo que para cada uma dessas áreas, há uma oportunidade de ganho diferente.

Por isso, como em qualquer outra profissão, ganhar bem ou não somente vai depender da qualidade profissional do indivíduo. Se você tem dúvidas de quanto vai ganhar trabalhando no ramo imobiliário, faça a si mesmo a pergunta: o quanto estou disposto a me empenhar na profissão? Lembre-se: um bom corretor de imóveis pode ter a chance de obter excelentes ganhos com o seu trabalho, mas, para que isso realmente possa acontecer, é preciso esforço e dedicação constantes, pois somente assim você terá resultados surpreendentemente positivos.

Fonte: Imobex

As 6 cidades globais com maior risco de bolha imobiliária

Vancouver é o primeiro lugar em uma lista compilada pelo UBS dos lugares com maior risco de bolha no setor, que também conta com Londres e Munique

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Enquanto o mercado imobiliário paulistano se destaca entre os mais frios do mundo, os preços de moradia disparam em algumas grandes cidades globais.

Vancouver é o primeiro lugar em uma lista compilada pelo UBS dos lugares com maior risco de bolha no setor,  que também conta com Londres e Munique.

“Em um mundo onde um terço dos títulos governamentais oferece retorno negativo, investir em ativos tangíveis continua popular. Então não é nenhuma surpresa que os mercados de moradia estejam novamente superaquecendo, poucos anos depois da última onda de correção global”, diz o relatório do banco suíço.

O preço dos imóveis nas 6 cidades em destaque subiu em média 50% desde 2011, contra uma média de 15% nos outros centros financeiros analisados.

A avaliação é que o preço também subiu demais em cidades como Paris, Tóquio e Genebra, mas não o suficiente para disparar o alerta.

Outras, como Singapura e Nova York, são avaliadas como equilibradas enquanto Chicago aparece com valorização abaixo do seu padrão esperado.

O índice é calculado com base em dados de relação entre compra e aluguel e entre renda da população e preços, além de hipotecas e construção civil como parcela do PIB (Produto Interno Bruto).

Fonte: Exame

 

As 10 cidades mais coloridas do mundo

Levante a mão quem ama arco-íris! Se você levantou, prepare-se: separamos 10 lugares que, de tão coloridos, parecem versões físicas do fenômeno natural. Confira:

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Pelourinho, Brasil
Popularmente chamado de Pelô, o bairro de Salvador é conhecido por ter uma vida noturna agitada, culinária ímpar e seus lindos e coloridos edifícios antigos.

Pelourinho, Brasil (Foto: Reprodução / Facebook)

Comunidade de Las Palmitas, na cidade de Pachuca, México
As cores que transformam o violento bairro em uma verdadeira obra de arte é um trabalho do grupo de arte alemão Crew. Com cores vivas como amarelo, azul, rosa, vermelho e verde a vista é realmente fascinante.

Palmitas, México (Foto: Reprodução / House Beautiful)

Burano, Itália
A ilha, que fica na Lagoa de Veneza, é bem famosa pelas suas cores. As casas coloridas, na verdade, fazem parte de uma antiga tradição dos pescadores, que costumavam pintar seus lares para que pudessem vê-los de longe, quando estavam pescando.

Burano, Itália (Foto: Reprodução / Facebook)

Bo-kaap, África do Sul
Ao contrário de Burano, as casas por aqui nem sempre foram coloridas – na verdade elas eram todas brancas. As cores são resultado de uma grande celebração da identidade mulçumana do bairro.

Bo-kaap, África do Sul (Foto: Reprodução / House Beautiful)

Júzcar, Espanha
A cidade foi dominada pelo azul após uma ação da Sony Pictures para promover o filme infantil Smurfs.

Júzcar, Espanha (Foto: Reprodução / Facebook)

Melbourne, Austrália
Por toda areia da praia de Brighton, em Melbourne, é possível ver as famosas casinhas coloridas e elas são realmente encantadoras! Os imóveis, que roubam a cena, fazem parte da cultura local há mais de um século e foram pintadas todas pelos seus respectivos donos.

Melbourne, Austrália (Foto: Reprodução / Facebook)

Nuuk, Gronelândia
As casas coloridas que formam uma linda paisagem estão ali por uma razão: cada cor serve para identificar o uso das propriedades. Por exemplo, os imóveis comerciais são vermelhos, os hospitais amarelos e assim por diante.

Nuuk, Gronelândia (Foto: Reprodução / House Beautiful)

Havana, Cuba
Durante o século 20, a cidade seguia um regulamento arquitetônico que influenciou nas varandas, decoração e cores dos imóveis. O resultado são ruas recheadas de lindos e edifícios até hoje.

Havana, Cuba (Foto: Reprodução / House Beautiful)

Guatapé, Colômbia
Conhecida pelos edifícios coloridos, a vila têm seus motivos: durante muitos anos apenas as famílias ricas costumavam ter casas que chamavam atenção, mas em 2007, o prefeito disponibilizou materiais para todos. Dessa maneira, a diferença visual entre os ricos e pobres deixou de ser tão drástica.

Guatapé, Colômbia (Foto: Reprodução / Facebook)

Valparaíso, Chile
O apelido dessa cidade é “joia do Pacífico” e não à toa: são inúmeros edifícios lindos, coloridos e com cultura única.

Valparaíso, Chile (Foto: Reprodução / House Beautiful)

Fonte: Revista Casa e Jardim

Miami: a porta de entrada de franquias brasileiras no exterior

A expansão internacional requer atenção em diversos aspectos, como tradução de manuais e adaptação de produtos

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Dados do Ministério de Relações Exteriores estimam que cerca de 3 milhões de brasileiros moram em outros países. O estado da Flórida, nos Estados Unidos, onde fica localizada a cidade de Miami, tem sido a preferência de parte considerável desses “estrangeiros” e também de outra demanda do Brasil: as franquias que buscam expansão internacional.

Por concentrar número considerável de brasileiros, a cidade que possui clima tropical também mostra semelhanças estratégicas para quem deseja dar o primeiro passo na expansão para o exterior. A Temakeria Makis Place, rede de restaurantes japoneses com 136 unidades em operação no Brasil e nos Estados Unidos, é uma das marcas que desembarcou na terra do Tio Sam, obteve sucesso e agora busca a consolidação da rede.

Roberto Silvestrini, diretor de expansão da rede, esclarece que “os planos internacionais são ambiciosos e ajudarão a fortalecer a marca da empresa no exterior como uma das principais redes de culinária japonesa Made in Brazil. Planejamos inaugurar mais 15 franquias nos Estados Unidos em 2015 e o foco será, além de Miami, Orlando e Nova York”.

Dificuldades logísticas, contato e suporte ao franqueado, assim como tradução de manuais e adaptação de produtos são apenas algumas das muitas tarefas que dificultam a expansão internacional. Silvestrini explica que “o planejamento prévio, de mais de três anos, contemplou a solução de todos estes obstáculos da melhor forma possível”.

O cardápio da rede é outro item que sofreu modificações. “Os produtos que comercializamos na franquia de Miami são em torno de 25% diferentes daqueles oferecidas no mercado interno. Entender aspectos culturais, temperos, entre outras questões, foram vitais antes de inaugurarmos a primeira unidade no exterior”, conclui o diretor.

Fonte: Administradores

R$ 26 bi da repatriação vão para imóveis em SP

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Boa parte dos recursos no exterior que voltarão ao Brasil com a anistia à repatriação será canalizada para a compra de imóveis de luxo. Alexandre Villas, diretor-presidente da Imóvel A, butique do Grupo Lopes, prevê que somente na cidade de São Paulo deverão ser injetados diretamente no mercado imobiliário de luxo cerca de R$ 1,2 bilhão nos próximos seis meses, para investimento e uso próprio. “Outros R$ 25 bilhões devem chegar ao mercado imobiliário de São Paulo, no médio prazo, em aquisição de terrenos, incorporações, fundos imobiliários, imóveis corporativos e outras operações imobiliárias de grande porte”, diz.

Mercado já sente o movimento
Ainda de acordo com informações de Alexandre Villas a esta coluna, casas e apartamentos em regiões nobres têm preferência daqueles que pretendem imobilizar o capital repatriado, devido à alta liquidez, valorização e resiliência do mercado de luxo em São Paulo – com preços entre R$ 5 milhões e R$ 30 milhões. Estima-se que cerca de US$ 650 bilhões de recursos de brasileiros no exterior poderão voltar ao País. “Já estamos atendendo vários clientes que se preparam para aplicar esse recurso adicional. Esse movimento vai se intensificar nos próximos meses”, ressalta Villas.

Ganhos compensarão tributos
A unidade de negócios especializada no atendimento de investidores da Imóvel A percebe nos clientes a expectativa  de ganhos altos no mercado imobiliário por causa do câmbio favorável para a repatriação e preços depreciados dos imóveis. Por isso, Alexandre Villas acredita que não será forte a concorrência com o mercado financeiro pelos recursos novos. No longo prazo, a tendência é de queda no rendimento das aplicações, por conta da esperada queda dos juros. “O ganho dos imóveis de luxo promete mais do que compensar os tributos e multas da repatriação.”

Indústria 4.0
Liderados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), 23 representantes de empresas e instituições brasileiras desembarcam em Berlim neste dia 10 para visitar polos de referência em inovação e manufatura avançada, ambiente em que as tecnologias digitais tornam a produção industrial mais inteligente. A ideia é buscar negócios bilaterais, parcerias com instituições de ponta em indústria 4.0. O grupo visitará plantas industriais de empresas como a Siemens, Bosch e Telekom. A imersão passará pela capital alemã e também pelas cidades de Amberg, Stuttgart e Frankfurt.

Economia verde
A economista Marina Grossi, presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), representou o Brasil no Chennai 2016 – WBCSD Council Meeting, evento semestral do Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD, na sigla em inglês), que termina hoje em Chenai (Índia). Participaram empresas do mundo todo que devem se colocar como parceiras vitais para o alcance das metas de sustentabilidade expressas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), lançados em 2015, pela ONU.

Iniciativas transformadoras

A VR Projetos está aberta a receber novos projetos para captar recursos através da iniciativa privada e de pessoas físicas. Estes precisam ter impacto sociocultural e estar aprovados pelo Ministério da Cultura ou do Esporte. Até agora, mais de 21 mil pessoas – a maioria crianças de escolas públicas – foram beneficiadas através de 11 projetos realizados pela VR Projetos Culturais e Sociais Transformadores. São iniciativas que incentivam a leitura, sustentabilidade, alimentação saudável, escola de música clássica, educação de trânsito, educação financeira, inclusão social, teatro, gastronomia, cinema e esporte. Através do patrocínio de diversas empresas e pessoas físicas, via Lei Rouanet e Lei de Incentivo ao Esporte, cidades de oito estados receberam a Estante de Histórias, Sacola Literária, ONG Doutorzinhos, Conexão Verde, Piquenique Literário, Biblioteca Itinerante, Orquestra Maré do Amanhã, Esporte Legal, Futsal Social, Ciência Divertida Brasil e o Cinema Itinerante.

Pães com gosto de Europa

Com a sofisticação do consumo nos grandes centros do País, o casal Lucía e Marcos Vogel decidiram empreender em pães artesanais e especiais, de origem europeia, e criaram a Premium Bread. A loja acaba de ser inaugurada em São Paulo e tem capacidade para produzir três toneladas de massa por dia. Desde fevereiro, funciona em um galpão de 500m² totalmente reformado,  localizado no bairro de  Santo Amaro. “O setor de pães artesanais pré-assados e congelados é muito forte na Europa, mas está ainda começando no Brasil, um país com grande potencial de expansão para os nossos produtos”, diz Lucía sobre a escolha do negócio. A proposta é oferecer pães artesanais pré-assados e congelados para restaurantes, mercados ou hotéis, preservando a textura, o sabor e aroma de um pão feito na hora. Para isso, a empresa importou o maquinário para panificação, vindos da Alemanha, Suíça e Portugal. Dentre as matérias primas, o Levain, para uma fermentação lenta e natural.

Fonte: DCI

Quer vender mais? Confira 5 técnicas de vendas para o corretor de imóveis

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Que vender é uma arte você já sabe, mas vender imóveis é uma arte ainda mais complexa, que exige cuidados e habilidades muito específicas. Isso por que um corretor de imóveis não vende um simples bem de consumo, como uma roupa, ou uma televisão. Ele vende sonhos, muitas vezes, o sonho de uma vida inteira. E, para ter sucesso neste tipo de negócio é preciso vencer o medo e ter autoconfiança, ser um ótimo estrategista e, claro, pautar suas ações sempre na verdade. Veja neste post 5 técnicas de vendas para corretores de imóveis que certamente vão te ajudar a vender mais.

1 – Venda o que as pessoas querem comprar

Se você acredita mesmo que pode vender o que quiser para um cliente, ou acha que vale a pena tentar vender a qualquer custo o imóvel que tem nas mãos, saiba que está cometendo um dos piores erros desta carreira. Acredite, foi-se o tempo que a venda de imóveis era definida pelo potencial de persuasão do corretor. Hoje em dia, as pessoas buscam informações, analisam prós e contras, tomam suas decisões pautadas em valores muito individuais. Por isso, invista em saber exatamente o que o seu cliente em potencial está buscando. Ele procura um imóvel para morar, alugar ou para investir? Quais os pré-requisitos do que ele está buscando?

Estude o que o cliente quer e veja se você tem o que ele precisa. Se não tiver, seja sincero, diga o que você tem e, caso haja abertura, ressalte os benefícios (se realmente existirem) de uma opção diferente. Mas, não insista em mudar a opção do cliente.

2 – Conheça e acredite no seu produto

Ainda que você tenha entendido o que o cliente está buscando, sem conhecer as minúcias dos imóveis que tem em mãos, você jamais terá condições de apresentar boas opções pra ele. Por isso, estude suas opções, busque informações relevantes de quem mora próximo a esses imóveis e analise tudo isso imparcialmente, sem criar vantagens que não existem. Conheça o valor de mercado real, o potencial de liquidez de cada imóvel, o aluguel médio da região, esteja inteirado quanto à planta de cada lugar, manutenção básica, enfim, saber o que você está oferecendo te ajuda a transmitir confiança ao cliente e, claro,  te fornece subsídios para  que você realmente acredite nas suas opções.

3 –  Argumente com base na verdade

Como já diz o ditado, a mentira tem pernas curtas. Acredite nisto e JAMAIS minta para seu cliente. Basear sua argumentação em pequenas mentiras e omissões, seja aumentando a metragem do imóvel, ou mesmo chutando um valor de condomínio que você não está certo destrói o laço de confiança imprescindível para que esse tipo de venda seja efetivada. Baseie seus argumentos em experiências reais, fatos que já vivenciou. Esqueça boatos e histórias que já ouviu de outras pessoas.

Outra dica: evite chavões e clichês de vendas. Não diga para um cliente que ele está diante de uma oportunidade “imperdível” se isso não for verdade.

4 – Independente da venda, ofereça um atendimento de excelência

Esqueça a venda e foque na necessidade do cliente. Esta frase é uma chave para conquistar a confiança e se tornar referência perante um comprador em potencial. O foco no bom atendimento, na prestatividade e na verdade te ajuda a construir um vínculo com o cliente, fazendo-o lembrar de você sempre como uma pessoa crível, o que certamente te trará bons frutos. Ter um cliente amigo é ter um porta voz do seu trabalho, o que vale muito mais do que uma única venda. Conheça seu imóvel, seja sincero, procure ajudar o seu cliente naquilo que ele precisa e os frutos virão.

5 – Desperte os sentimentos do cliente

Se você é corretor há algum tempo já deve ter percebido que as pessoas definem uma compra também com base na emoção. Observe seu cliente, haverá um imóvel que fará seus olhos brilharem, aquele que mesmo não sendo a melhor opção financeira, tocará seu coração e isso pode definir todo o negócio.

Sim, as pessoas compram por emoção e, depois, usam a lógica para construir argumentos que atestem sua decisão. Por isso, valorize o que toca o coração de um cliente, saiba defender esse fator. Olhe para o seu cliente pergunte: “Você se vê morando aqui?”. Pode acreditar, o prazer de estar em um lugar que desperta bons sentimentos não tem preço.

Aposte nessas técnicas e vença seus medos. Construa em si a confiança necessária para cativar o cliente e paute seu trabalho sempre na verdade, no espírito da subserviência e na prestatividade.

Fonte: Tecimob

Especialistas apontam leve melhora no setor imobiliário desde a crise

Recuperação do mercado deve ser mais evidente em meados de 2017.
Cenário positivo tem ligação com a situação política do Brasil.

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Os primeiros sinais da recuperação do setor imobiliário desde que a crise econômica se instalou no Brasil começam a aparecer. O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, declarou no final de julho que o “humor” imobiliário está mudando. “Já começa a ter mais visitas em plantões e, quando se fazem sondagens com empresários, vemos que eles estão menos pessimistas. Não é nenhum ‘oba-oba’, mas há uma reversão de expectativas”. Martins afirma ainda que as vendas continuam sendo feitas, mesmo que em menor escala e explica que, com isso, o mercado deve começar a reverter. “Muitos prédios que estão parados vão começar a andar de novo”, previu.

Elias Stefan Júnior, sócio proprietário de uma construtora de Sorocaba (SP), destaca que essa melhora no setor ainda é leve. “Vemos alguns sinais de melhora, mas temos a sensação que, em meados de 2017, a recuperação do mercado seja mais evidente.”

O cenário positivo no setor, segundo Elias, tem ligação com a situação política do País. “O mercado como um todo estava aguardando a definição do quadro político e início efetivo da disposição do governo na implementação das reformas econômicas necessárias.”

O mercado imobiliário de Sorocaba também está sentindo os primeiros sinais de melhora, de acordo com o empresário. Ele comenta que a construtora identificou a tendência e já estuda antecipar o lançamento de alguns empreendimentos, além de acelerar o cronograma de obras em andamento.

Mas o sócio da construtora afirma que ainda é preciso ter cautela. “A crise instalada nos últimos anos levará a uma reorganização mais lenta e sólida da economia do País, que chegou a níveis de atividade baixíssimos. Por isso, faz-se necessário o máximo de cautela nos investimentos e na realização das eventuais vendas que porventura aconteçam. O risco de prejuízo ainda é alto”, explica.

Elias comenta ainda que os imóveis com valores mais baixos são os mais procurados no momento. “Lotes populares e habitacionais econômicos, casas e apartamentos com dois dormitórios são os mais comercializados. Os imóveis comerciais e industriais estão estagnados e dependem ainda mais da recuperação da economia como um todo”, conclui.

Fonte: G1.com

Cozinha prática com móveis planejados

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Quem não gosta de colocar o papo em dia enquanto saboreia um cafezinho, ou então preparar aquele prato especial e ao mesmo tempo dar uma olhada na TV? Esta cozinha moderna projetada pelo arquiteto Anderson Scriboni abre possibilidades para várias tarefas, que anteriormente só poderiam ser realizadas na sala ou na área de serviço.

Foto: Divulgação Projeto: Anderson Scriboni - TODESCHINI Ilha do Governador Rio, Rio de Janeiro - RJ

Entre frutas e livros
Os objetos de decoração foram pensados de forma a harmonizar todo o conjunto, não deixando o ambiente carregado visualmente e trazendo integração entre objetos de decoração, armários e a própria arquitetura. A descontração fica por conta da fruteira com maçãs e os livros de capa amarela, propositalmente colocados sobre a bancada da península.

Foto: Divulgação Projeto: Anderson Scriboni - TODESCHINI Ilha do Governador Rio, Rio de Janeiro - RJ

Funcional
O conforto foi o ponto de partida para projetar o ambiente de 5,4 m². Na bancada, que divide o ambiente, foi colocado o cooktop, que permite integração do cozinheiro com seus convidados em um momento de degustação.

Fica a dica
Na hora de planejar os móveis da cozinha, uma boa ideia para otimizar espaço sem deixar o ambiente pesado é misturar nichos abertos e armários com portas. Nos nichos, é possível colocar potes de alimentos mais bonitos e decorar enquanto organiza!

Fonte: Alto astral

Natureza e história no Bill Baggs Cape State Park

 

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O parque é lindo, tranquilo, com trilhas para caminhadas e bicicletas – que podem ser alugadas lá mesmo. As trilhas são sinuosas e passam pertinho do mar, com um visual incrível, onde só se escuta o barulho do mar e do vento. Nem parece que estamos somente a 20 minutos de Downtown Miami.

Curtir a praia no Bill Baggs também é uma ótima opção, com um diferencial: banheiro com chuveiros e vestiário. O parque também tem dois restaurantes, o Lighthouse Café, de frente para a praia, e o Boaters Grill. Cadeiras de praia e guarda-sol podem ser alugados. E se você ainda precisa de mais um motivo para visitar esse parque, o estacionamento é gratuito.

Informações:
Bill Baggs Cape Florida State Park
1200 South Crandon Boulevard
Key Biscayne
(305) 361-5811
www.floridastateparks.org

Funcionamento:
Aberto diariamente das 8h até o pôr do sol.
Das 9h30 às 16h30, exceto às terças, Dia de Ação de Graças e Natal.
Preço: U$ 8,00 por veículo, de 2 a 8 pessoas por veículo.
U$ 4,00 por veículo com 1 ocupante ou motocicleta
U$ 2,00 para pedestres, bicicletas, e passageiros extra em veículos

Fonte: Guia de Miami Beach

Mesmo com a crise, setor imobiliário de alto luxo cresce no Paraná

Primeiro semestre já foi bom, mas expectativa do mercado é de resultados ainda melhores no segundo

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O ano de 2016 vai ficar na história pela profunda crise econômica e política no Brasil. Mas o que para alguns é motivo de desolação, para outros é uma oportunidade. Foi assim que o mercado imobiliário, adaptando-se à nova realidade socio-econômica, manteve bons resultados (ou evitou maiores prejuízos). A aposta foi no nicho de apartamentos residenciais de luxo, com valor de até R$ 2 milhões, capazes de atrair um público mais resiliente ao conturbado momento que o país atravessa.

Segundo dados da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR), o número de lançamentos de apartamentos residenciais novos superluxos em Curitiba registrou aumento de 181,3% no 1º semestre deste ano na comparação com os seis primeiros meses do ano passado, saltando de 16 unidades para 45. No mesmo período, o número de empreendimentos ofertados registrou alta de 37,5%, passando de 16 emporeendimentos para 22 (ou de 436 unidades para 580).

Se a oferta por este tipo de imóvel está em alta, a procura, também. Uma pesquisa feita pelo portal de imóveis Viva Real revelou que a procura pelos imóveis de alto padrão em Curitiba cresceu 70%, figurando no segundo lugar da lista, perdendo apenas para Fortaleza, no Ceará, com 92%. Outro indicativo da melhora para o setor é a elevação para R$ 3 milhões do valor máximo para financiamento habitacional oferecido pela Caixa Econômica Federal, o que afeta as operações de crédito no âmbito do Sistema Financeiro Imobiliário.

De acordo com André Marin, diretor de incorporação da Construtora e Incorporadora Laguna, a crise econômica acabou servindo como uma espécie de “alavanca” para o setor de alto luxo ao fazer com que o mercado imobiliário voltasse suas atenções para o nicho.

“O mercado de luxo acabou sendo um atrativo até por se falar em crise de crédito, e os (compradores) de imóveis de até R$ 1 milhão sofrem um pouco mais com isso, com o desemprego alto”, afirma Marin. “Isso acaba fazendo as empresas olharem para um setor que não sofre tanto com o desemprego, com a falta de crédito. Então é uma tendência por conta desses aspectos. Esses clientes até utilizam crédito, mas não é que necessitem para fazer a aquisição do imóvel”, complementa.

Fonte: Bem Parana