A decoração ideal para um 2017 cheio de boas energias

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Do Ano Novo, todos querem coisas boas. Mas os desejos que esperamos que se concretizem dependem mais de nós mesmos do que de fatores externos. Por isso, a mudança deve começar dentro de cada um e no ambiente em que vivemos. O primeiro passo para ter uma vida mais harmônica e organizada é uma casa que propicie o bem-estar.
“A decoração transmite sensações de acordo com as cores, os materiais, os objetos e a disposição dos móveis. Somos influenciados pelas mensagens, pelo visual e pelo simbolismo que podem deixar um espaço frio ou acolhedor”, afirma Cris Ventura, consultora de feng shui.
Segundo ela, é possível atrair energias positivas para o ano que se inicia com simplicidade, expressando os gostos e as preferências dos moradores, de acordo com a personalidade de cada um.
“Como cada pessoa tem uma vibração diferente, vale colocar um vaso com flores coloridas na sala. Elas ajudam a harmonizar a energia do grupo. As frutas simbolizam a abundância. Coloque uma fruteira no centro da mesa e use laranjas (que significam fartura), uvas, ameixas e pêssegos. De cor quente, esses alimentos atraem a prosperidade”, destaca.
Repaginando
Já a arquiteta Carmen Calixto ressalta que começar o ano com a casa renovada é um incentivo a mais para tirarmos do papel todos os projetos idealizados. “Os elementos decorativos que podem ser trocados com facilidade e proporcionam outra atmosfera à casa são almofadas, quadros, tapetes, adornos e cortinas”, afirma.
A especialista explica ainda quais cores são ideais para cada ambiente. “Para salas, nós podemos ousar mais, então, cores mais fortes e vibrantes podem ser utilizadas. Nos quartos, as cores mais neutras e acolhedoras proporcionam relaxamento. Banheiro e cozinha são ambientes que exigem mais limpeza, por isso cores claras denotam mais cuidado e limpeza”, ensina Carmen.
E são justamente as cores que a arquiteta Melina Mundin recomenda para transformar a casa em um ambiente mais alegre. “Não precisa ser muito, mas todos nós precisamos de toques de cor em casa para nos deixar mais alegres. Pequenos quadros, vasos de flor e almofadas já ajudam bastante. Mas para aqueles que, assim como eu, amam as cores, começar o ano com uma parede pintada de outra cor, ou reformar uma velha poltrona e deixá-la estampada já faz muita diferença.
Também para quem quer renovar a casa com a cor do ano, o verde trazido pela Pantone combina com tudo e estimula boas vibrações para um ano cheio de harmonia”, frisa Melina (leia mais abaixo sobre a cor do ano).
Para quem vai receber parentes e amigos na virada do ano em casa, ela recomenda abusar das luzes na decoração. “Seja com velas ou luzes, tipo as de Natal. Plantas para inspirar esperança através do verde. Peças douradas na mesa como souplat, por exemplo, inspiram confiança. Também é interessante usar toques de azul na toalha de mesa, nas taças ou em algum enfeite para representar coisas boas. O azul é a cor de todos os bons sentimentos”, afirma Melina.
Entre as plantas recomendadas por ela estão a suculenta e o cactus. “Eles exigem pouca manutenção, duram bastante e caem bem com qualquer decoração”, pontua a arquiteta.
Fragrância
Pensar no aroma do ambiente também é uma forma de decorar. O cheiro transmite sensações de aconchego, revigoramento e frescor. Segundo Nayana Pedreira, fundadora da Acqua Aroma, empresa pioneira no ramo de aromatizadores no Brasil, para cada cômodo há uma fragrância ideal.
O quarto, ambiente mais íntimo da casa, combina com lavanda, que traz tranquilidade e relaxamento, e com baunilha, para um clima mais romântico. Na sala, Nayana recomenda um aroma mais suave, como a brisa, uma vez que esse ambiente é de uso coletivo, voltado para receber visitas e relaxar. Se for trabalhar nesse cômodo, a dica é adotar o alecrim.
Já na cozinha, onde é comum a mistura de cheiros, os aromatizantes ideais são aqueles com função neutralizante, preferencialmente com notas cítricas. Para o banheiro, Nayana indica as fragrâncias como verbena e limão siciliano, cítricas e suaves, assim como a lavanderia, com toque floral e que transmite sensação de limpeza.
Plantas e flores
As plantas e flores conferem sensação de aconchego e alegria às casas. Essa é uma simples solução para melhorar os ambientes, renovando as energias. “Faltam verde e vida em nosso cotidiano e as flores trazem essa beleza e estética para dentro de casa”, destaca a arquiteta e designer Katalin Stammer, supervisora dos cursos de Design de Interiores e Design de Jardins do Centro Europeu.
Katalin destaca que é necessário identificar se o espaço é quente, úmido, iluminado ou escuro para escolher a melhor planta para cada local e casa. “As flores são muito sensíveis e precisam de um cuidado especial para que elas continuem bonitas e saudáveis durante o maior tempo possível. Mas ao contrário do que muitos pensam, não é tão complicado assim. Dedicando alguns minutos do dia para as plantas, é fácil ter uma casa aconchegante, colorida e perfumada”, detalha.
Para a profissional, plantas como astromélia, orquídea e gloxínia são boas opções para quem pretende dar um toque especial aos ambientes internos. Já o beijo americano, a vinca, a sálvia, a onze-horas e a margarida são indicadas para os jardins de verão.
A Cor do Ano 2017 simboliza novos começos
O Instituto Pantone, famoso mundialmente pela normatização de cores, acaba de divulgar a Cor do Ano 2017: a Greenery. Trata-se de um tom fresco, moderno, amarelo-esverdeado, que evoca os primeiros dias da primavera, quando a vegetação se renova. A cor lembra ainda a exuberância da vida ao ar livre, e está presente em paisagens de todo o mundo.
O tom busca envolver as pessoas mais modernas nesse mundo natural. “Greenery abre o caminho para 2017 trazendo a autoconfiança pela qual aspiramos em meio a um quadro político e social tumultuado. Satisfazendo nosso desejo crescente de rejuvenescer e revitalizar, Greenery simboliza a reconexão que desejamos com a natureza, com nós mesmos e com um propósito maior”, afirma Leatrice Eiseman, diretoraexecutiva do Pantone Color Institute.
Harmonização
A Greenery é um tom versátil “trans-sazonal” que permite muitas combinações de cores. Pode ser harmonizada com neutros, brights, tonalidades mais profundas, tons pastéis, metálicos e também com as Cores do Ano 2016, Rose Quartz e Serenity. A Cor do Ano 2017 simboliza novos começos.
Fonte: O Tempo

Miami vence prêmio de melhor conselho de turismo do mundo

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O Miami Beach Visitor and Convention Authority (MBVCA) recebeu o prêmio de melhor conselho de turismo do mundo da World Travel Awards, nesta semana. A disputa estava entre organizações das cidades de Auckland, Cancun, Cape Town, Xangai, Londres e Rio de Janeiro.

“Este prêmio simboliza a presença mundial de Miami Beach e a certa demanda por nossa marca. Estamos honrados de termos sido considerados, mas ganhar este prêmio impressionante e proeminente é um grande endosse para o trabalho que a MBVCA tem feito pra compartilhar Miami Beach com o mundo”, comentou a presidente do conselho municipal, Peggy Benua.

Antes de receber o prêmio de prestígio mundial, o conselho de turismo de Miami já havia recebido a premiação por melhor organização da América do Norte, onde concorria com conselhos de cidades como Las Vegas, Washington e Nova York, além do Havái.

Fonte: m&e

Jovem empreendedor aposta em mercado imobiliário de alto padrão e cresce em meio à crise no setor

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O mercado imobiliário tem sido bastante afetado pelo cenário econômico adverso, tanto de forma negativa como positiva. Com os juros altos e a instabilidade política, o sonho da casa própria acaba sendo adiado, porém, o momento é de boas oportunidades de compra de imóvel por parte de investidores.

De acordo com a Pesquisa do Mercado Imobiliário, realizada pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP, de janeiro a setembro deste ano, a quantidade de imóveis comercializados na cidade despencou 21% em comparação com o mesmo período do ano passado. Na locação, a média é de -3,10%, segundo o Índice FipeZap.

Com uma conjuntura tão adversa, como vender?

Para o especialista em mercado imobiliário, Igor Almeida, a resposta pode ser resumida em uma única palavra: “Atendimento”. Dono de uma imobiliária com imóveis de alto padrão, a Igor Almeida Consultoria Imobiliária, localizada em Higienópolis, bairro nobre e reduto da elite paulistana, e que negocia cifras na casa dos milhões. Sua clientela é composta por artistas, políticos, grandes empresários, personalidades influentes e famílias abastadas.

Embora não revele números, o executivo pontua que, em tempos de recessão, o bom atendimento faz toda a diferença:

“Sempre prezo pelo cliente. Nós o vemos como amigo. Prestamos um atendimento totalmente diferente do mercado. Eu inclusive saio para tomar café, tenho programação de viagem com clientes e famílias. O corretor às vezes também é ouvinte e muitas vezes acaba fazendo parte da família”, comenta.

A Igor Almeida Consultoria Imobiliária contabiliza um saldo bastante positivo em 2016: “Conseguimos transformar um momento complicado em uma oportunidade lucrativa”, diz o dono da consultoria.

Igor entrou no ramo imobiliário por acaso, chegou a São Paulo em 2013, trabalhando como caixa numa padaria em Higienópolis. Sua facilidade para lidar como público atraiu a atenção de um corretor, que o convidou para trabalhar na área. Fez tantos clientes que, em 2015, decidiu abrir sua própria empresa. Hoje, conta com uma imobiliária de 450 metros quadrados, com uma infraestrutura luxuosa, em um antigo casarão, que foi totalmente reformado para atender a demanda de mais de 20 corretores e uma carteira ampla de clientes que segue à risca seus conselhos.

Mesmo em tempos de aplicativos, que facilitam a venda, locação e seguro de imóveis, Igor Almeida afirma que nesse segmento de alta renda, isso conta pouco. O que faz a diferença é o “calor humano” e a confiança na consultoria imobiliária.

“Você acha que um proprietário vai se sentir seguro deixando seu imóvel de R$ 10 milhões nas mãos de alguém que ele nunca viu na vida? É nessas horas que o corretor se faz necessário. É a pessoa de confiança do dono das chaves”, garante.

Segundo ele, a crise tem se mostrado favorável para quem tem o perfil investidor, já que existem boas oportunidades de imóveis com preços inimagináveis há poucos meses, e com grande potencial de crescimento em médio prazo.

Fonte: Terra

Vínculo de corretor é tema controverso

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Decisão do TRT 4ª Região diz que é indevido pedido de declaração de vínculo. TST já reconheceu vínculo entre as partes.

A relação de trabalho entre corretores de imóveis e imobiliárias exige orientação específica para não haver dúvidas no desenvolvido das atividades realizadas e suas devidas responsabilidades e competências. Recentemente, a 3ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região manteve decisão da 6ª Vara do Trabalho de Porto Alegre, que considerou indevido um pedido de declaração de vínculo empregatício entre as partes.

De acordo com a advogada da área trabalhista da Scalzilli.fmv Advogados Associados, Marceli Brandenburg, o recebimento de comissões sobre as vendas de imóveis é uma característica típica desta atividade, regulada pela Lei nº 6.530/78.

– Esse fator não é suficiente para caracterizar um relação empregatícia, visto que não é uma remuneração habitual. Para conhecer e seguir corretamente a legislação que regula as atividades tantos dos corretores de imóveis quanto dos estagiários de Técnico em Transações Imobiliárias, é essencial que as imobiliárias contem com a orientação jurídica preventiva – alerta.

Outra visão

Já para o advogado da Mendes & Ramos Advogados, Emanuel Ramos, apesar de existir lei que regulamenta a relação estabelecida entre os corretores de imóveis e as imobiliárias, cada caso deve ser analisado de forma isolada, pois “se existir pessoalidade, onerosidade, não eventualidade e subordinação na prestação dos serviços de corretor de imóveis, estará caracterizada a relação de emprego e será afastada a hipótese de trabalho autônomo mediante contrato de associação”.

– O Tribunal Superior do Trabalho (TST) já reconheceu o vinculo empregatício em ação que o corretor de imóveis demonstrou que trabalhava com exclusividade e habitualidade para a imobiliária que exercia o poder diretivo sobre o seu trabalho – observa Ramos.

Fonte: ZH Imóveis

Mercado imobiliário: perspectivas para 2017

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Por meio de uma economia fortalecida e consistente, é possível alcançar inúmeros benefícios, como melhora na confiança e renda do consumidor, baixa inadimplência e aumento da empregabilidade. Todos esses fatores asseguram, de certa forma, requisitos propícios para a aquisição de um imóvel, seja ele comercial ou residencial.

Existem muitas perspectivas de melhora para o mercado imobiliário em 2017.

A seguir, vamos trazer quais são elas e os fatores-chave que vão influenciar o setor no próximo ano.

Vamos lá?

Fatores que corroboram para uma melhora do mercado imobiliário em 2017:

Inflação em desaceleração
A inflação brasileira saiu de 10,7% em 2015 para, aproximadamente, 7,2% em 2016.

Para 2017, a previsão do mercado financeiro para a inflação é de 5,07%, conforme divulgação do Banco Central no último Relatório Trimestral de Inflação, documento que possui as expectativas para a economia.

No entanto, Ilan Goldfajn, presidente do BC, comunicou que tentará conseguir atingir meta central de inflação de 4,5% estipulada para o próximo ano.

Redução da taxa de juros
A taxa de juros, quando mantida alta, onera o crédito e colabora pra inibir o consumo das famílias e a injeção de capital das empresas, elementos mandatórios para a recuperação do crescimento da economia.

Porém, ainda de acordo com o mercado financeiro, para 2017, a estimativa da taxa de juros é de 11%, o que presume uma queda maior no próximo ano.

Produto Interno Bruto (PIB)
Outro fator que contribui para a recuperação do mercado imobiliário é o crescimento do PIB, posto que desempenha o papel de medir o comportamento da economia brasileira, além de ser a junção de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro.

Nesse sentido, a perspectiva é favorável à indústria imobiliária, pois o Banco Central enxerga um cenário dessemelhante para 2017 e mais satisfatório do que o vivido pelos brasileiros em 2016. A instituição anunciou que o PIB deve crescer 1,3% em 2017.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) também vê crescimento do PIB em 2017. Segundo Alejandro Werner, diretor do hemisfério ocidental do órgão, é esperado que a economia brasileira atinja seu ponto mais baixo este ano para ter um crescimento positivo no próximo.

O FMI estimou um avanço de 0,5% no PIB, contra uma projeção de crescimento nula feita nos dois últimos levantamentos do órgão.

Outros indicadores
Ademais, de acordo com o BC, a projeção é de que outros indicadores voltem a crescer. Os investimentos devem chegar ao fim de 2017 com uma alta de 4% ante uma queda de 8,7% em 2016.

No consumo das famílias, espera-se que mais números positivos sejam apontados: a organização prevê uma alta de 0,8% no próximo ano.

Benefícios provenientes de uma economia fortalecida
Com o desemprego e a inflação em alta, o consumidor visa adiar o sonho da casa própria, já que ele enfrenta mais dificuldades para assumir dívidas e fechar novos negócios.

Ainda, perante um cenário de retração econômica, os bancos se tornam mais criteriosos para conceder empréstimos.

No entanto, para 2017, a previsão é de que haja redução de juros, o que faz com que a economia fique mais aquecida.

Com isso, as empresas podem colher alguns benefícios. São eles:

Melhora na confiança e renda do consumidor
Com a melhora das perspectivas sobre a inflação, a confiança e a renda dos brasileiros tende a aumentar.

Isso porque consumidores confiantes, com possibilidades positivas em relação ao emprego e, consequentemente, à condição financeira, compram mais, o que ajuda no aquecimento da atividade econômica.

Dessa forma, mesmo bens maiores, como automóveis e imóveis, que, no momento atual – de acordo com o INEC (Índice Nacional de Expectativa do Consumidor) – as pessoas estão mais cautelosas para adquirir, apresentarão excelente performance de vendas.

Baixa inadimplência
A melhora da dinâmica da economia também está ligada à queda da inadimplência.

Esse é um fator preocupante, visto que indica maior risco de que parte das vendas efetuadas e/ou serviços contratados não sejam recebidos, o que gera uma reação em cadeia.

Vamos supor que um consumidor tenha adquirido um imóvel e não tenha conseguido pagar. Dessa forma, ele tenta fazer um acordo para devolver o imóvel para a construtora. Essa, por sua vez, pode ter que cortar funcionários, o que tem reflexo direto no aumento do desemprego.

A melhora da inadimplência é um dos fatores determinantes para que o mercado imobiliário volte a crescer.

Aumento da empregabilidade
O aumento da empregabilidade também é um aspecto importante e influencia diversos setores da economia.

Em 2017, economistas preveem que o desemprego deve ceder, o que também influenciará positivamente o mercado imobiliário.

Crédito imobiliário mais barato
Com uma economia mais estável, o mercado imobiliário é influenciado positivamente, já que, assim, os consumidores voltam, também, a ter crédito disponível.

Afinal, em um ciclo econômico crescente, há crédito imobiliário mais barato e uma demanda em alta.

Quem atua no setor sabe que a falta de crédito para financiamento de imóvel é uma condição necessária para o avanço do mercado imobiliário no Brasil.

Baixo crédito imobiliário em 2015 e 2016
Entre 2015 e 2016, o mercado imobiliário brasileiro viveu um momento com muitas especulações e dúvidas.

Em 2015, o resultado desfavorável do setor foi puxado pelo enfraquecimento na economia nacional e incertezas políticas. Em virtude disso, a taxa de juros era alta e o crédito mais escasso.

Por esse motivo, muitas incorporadoras não lançaram novos empreendimentos, concentrando-se somente na venda das unidades em estoque.

Retomada do crescimento do mercado imobiliário em 2017
Os sinais de uma melhora para o mercado imobiliário virão em 2017 com a desaceleração da inflação e a queda na taxa básica de juros no país, fatores que vão favorecer a oferta de crédito imobiliário para o consumidor.

O setor depende de como está o cenário no país, e já é possível prever uma melhora econômica e boas expectativas para o próximo ano.

Com a retomada do crescimento econômico e os ajustes que devem ser feitos no cenário político, a tendência é que o mercado imobiliário apresente boa melhora em 2017.

Quer saber mais, acesse: www.hiperdados.com.br

Fonte: Terra

As cores de 2017

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As principais marcas de tintas apontam as tonalidades que serão tendência no próximo ano. Está aí uma boa desculpa para mudar o astral da casa!

A beleza natural do Brasil serviu de inspiração para a nova coleção da marca americana Colorhouse. A colorista carioca Fabiane Mandarino colaborou na criação de seis novas cores, entre elas, este rosa suave, chamado Bromélia. Apesar da homenagem, a empresa ainda não entrega no país.

O azul-claro fresco Mergulho Sereno é a aposta da Coral. A coleção 2017 da marca conta com outras 44 tonalidades divididas em quatro tendências.

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A mistura do cinza com o marrom deu origem à cor Poised Taupe (SW 6039), da Sherwin-Williams.

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A Lukscolor elegeu como cor do ano um marrom com toques de amarelo queimado, que ganhou o nome de Lizard (LKS 2275).

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Cortina de teatro é o nome da cor escolhida pela Suvinil. O tom, que mistura vermelho e violeta, é o mesmo encontrado na brasilina, um corante extraído do pau-brasil.

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O azul vibrante Arquipélago é a escolha da Eucatex. A marca apresentou outras 20 cores, divididas em quatro grupos.

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Fonte: Revista Casa e Jardim

 

Brasileiros inovam e empreendem nos EUA

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Empreender nem sempre é fácil. Transformar uma ideia em algo concreto não é simples e exige esforço. O empreendedorismo está muito relacionado à inovação, onde o objetivo é criar algo novo e único ou inovar em algum setor que já existe.

A brasileira Mariana Valentim, fundadora da Cochic, está há mais de 10 anos na Flórida, e sempre trabalhou com eventos para a comunidade brasileira e norte-americana no sul da Flórida, servindo uma variedade de produtos típicos da cozinha brasileira. Após perceber a aceitação de petiscos brasileiros em solo americano, principalmente a coxinha, surgiu a ideia de profissionalizar o negócio e criar a Cochic – uma empresa que produz coxinhas gourmet de diferentes sabores para delivery e eventos em geral.

“A ideia foi criar uma nova linha gourmet do tão famoso aperitivo brasileiro no mercado americano”, enfatiza.

A Cochic Gourmet foi lançada ao público em setembro de 2016, em um grande evento em Boca Raton. A empresa trouxe ao mercado a novidade de coxinhas servidas em copinhos, em variados sabores: frango, presunto e queijo, milho e queijo, queijo, kielbasa, nutella e doce de leite.

Com preços acessíveis (1 copo, $6; 2 copos, $10 dólares), o produto logo fez sucesso e a barraca da Cochic teve fila de consumidores interessados em provar as delícias.

Sobre empreender nos EUA, Rafael Silva, marido e sócio de Mariana no empreendimento, destaca que não foi tão fácil passar pela parte burocrática para legalizar o negócio e colocar a ideia em prática na América.

“Talvez seja mais difícil do que no Brasil, tendo em vista o rigor maior para se conseguir licenças. Nem tudo é permitido aqui, como por exemplo, vender alimentos na rua. A fiscalização é mais rigorosa, tem multas se você não atua sob a lei, mas depois de tudo resolvido, o retorno também é garantido”, declara.

Além de trabalhar com delivery nas áreas de Deerfield Beach, Boca Raton e Pompano, e atuar em eventos, a ideia do casal de empreendedores é expandir o negócio e abrir uma loja física até o fim do ano em Deerfield Beach.

Água de coco: da caixinha para a garrafinha
Os brasileiros Mário Cebrian e Mário Caldas também inovaram e trouxeram para o sul da Flórida a água de coco vendida em carrinhos e servida in natura. Os empresários e sócios contam que a criação da Only Miami surgiu após idas e vindas aos Estados Unidos, onde perceberam que havia apenas a água de coco em caixinhas nos supermercados. “Desde a época que fiz high school através de um intercâmbio, em 1992, percebi que os americanos em geral consomem água de coco somente em caixinhas e isso me intrigava”, conta.

Mesmo na Flórida, um estado com grande quantidade de coqueiros, perceberam que a fruta era pouco ou raramente consumida ao natural e em sua maioria jogada fora.

“As empresas preferem comercializar a água de coco em caixinha, que fica na prateleira do supermercado por dois anos. Isso não é bom, a água de coco dessa forma não é natural, não faz bem pra saúde”, declara Cebrian.

Como a Flórida tem um clima quente e pela dificuldade em encontrar água de coco fresca e geladinha, servida no próprio coco ou em copos, como geralmente se vê no Brasil, os sócios decidiram trabalhar a ideia e, após pesquisarem sobre a viabilidade do projeto, resolveram trazer um carrinho do Brasil.

No entanto, para poder usá-lo em solo americano, foi preciso adaptá-lo conforme as instruções do Departamento de Agricultura da Flórida e fazerem cursos, até que em 2015 conseguiram a aprovação e começaram a comercializar o coco na praia de Sunny Isles.

“Foi o primeiro carrinho de água de coco licenciado e autorizado para vender em área livre, na praia ou na rua, em todo o estado”, conta.

Hoje, após passadas as etapas de implantação e aceitabilidade, o negócio está em expansão e a empresa conta com três carrinhos e quatro funcionários.

Questionados sobre como é empreender nos EUA, os sócios concordam que a parte burocrática de documentação e fiscalização é mais rigorosa que no Brasil. A Only Miami recebeu recentemente o selo de qualidade “Fresh from Florida” do Departamento de Agricultura estadual, um certificado para produtos locais, frescos e naturais.

A Only Miami comercializa a água de coco na praia em garrafinhas ou no próprio coco in natura, por $6 dólares, em alguns pontos de Sunny Isles, mas também participa de eventos pelas cidades da Flórida. “Temos recebido convite para participar de eventos de hospitais, academias e outros locais que promovem a saúde, uma vez que trabalhamos com um produto focado no bem-estar e na vida saudável. Esse é o nosso diferencial”, relata.

Cebrian conta ainda que estão à procura de parceiros para levar o negócio a outros pontos do estado e pretendem expandir ainda mais, com propostas para franquias para o primeiro trimestre de 2017.

Fonte: Gazeta News

Corretor de imóveis: prepare-se para o mercado de luxo

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Impulsionado pelo crescimento da população de milionários no país, o mercado imobiliário de luxo ganha cada vez mais força. Um estudo divulgado em junho de 2012 pelo banco europeu Halliwell Financial Group, especializado em gestão de fortunas, revelou que este segmento tem um potencial para gerar cerca de R$ 4,6 bilhões em negócios no Brasil nos próximos cinco anos.

Os números impressionam e as expectativas de altos ganhos com a comissão de negócios milionários despertam a atenção dos corretores espalhados pelo Brasil. Uma prova disso, é que recebemos em nosso blog vários comentários de profissionais interessados em saber como atuar na venda de apartamentos de luxo e por isso abordaremos algumas dicas de como se preparar para atuar neste mercado.
Vamos a elas:

1 – Conheça o seu cliente

Quem são estes clientes? Onde eles estão? O que buscam? Como querem ser tratados? O que preciso fazer para atender suas exigências? Estas são algumas perguntas que devem ser refletidas por um corretor que visa trabalhar com imóveis cujos valores ultrapassam a casa dos milhões de reais.

Este perfil de cliente busca pelo máximo de benefícios que o dinheiro pode lhe proporcionar. É detalhista e almeja projetos personalizados, portanto, entender essas características é fundamental para se destacar neste segmento.

2. Entre em sintonia com o seu cliente

Ter uma boa bagagem cultural, investir em idiomas, realizar viagens internacionais, primar por uma excelente apresentação pessoal são requisitos básicos para se aproximar do seu prospecto e criar as condições favoráveis para dialogar sobre os mais diferentes assuntos.

Em outras palavras, é necessário entrar no que eu chamo de CRS com o seu cliente (Ciclo de Relacionamento Social), uma metodologia que possibilita ao corretor fazer o alinhamento de percepções e de ideais e, assim, estabelecer uma afinidade ou sintonia com o cliente.

3. Construa uma boa rede de contatos

É importante compreender que este não é um tipo de cliente que procura por condomínios de luxo no caderno de classificados e para encontrá-lo é necessário estar onde ele está. Frequente eventos sociais e restaurantes badalados, estes são locais estratégicos para identificar um cliente em potencial, adequando as suas práticas ao estilo de vida dele.

Com isso, é imprescindível entender que a indicação é a melhor propaganda do corretor. Sob este prisma, construir e manter uma boa rede de contatos é primordial. Faça o cliente confiar em você, aja com discrição, objetividade e ética e será indicado.

4. Tempo é dinheiro

Esta máxima, nesse caso, vale alguns milhões, por isso, entender o que esse cliente realmente deseja fará toda a diferença. Escute-o atentamente, pois geralmente este perfil não tem muito tempo para visitar vários imóveis.

É preciso perceber que as exigências desse consumidor vão além de acabamento de qualidade e ambientes espaçosos. Em muitos casos, ele está em busca de status. Por isso, tão desafiante quanto realizar uma venda é mapear com precisão a real necessidade  deste comprador, para assim apresentar o imóvel ideal com menor gasto de energia e de tempo.

5. Liberte-se de preconceitos

Um corretor, em qualquer situação, mas, sobretudo, no mercado de casas de luxo, deve ter a concepção de que o seu papel é proporcionar a melhor experiência de compra para o cliente. Deste modo, as necessidades que precisam ser atendidas são as do cliente e não as do corretor.

Com isso, nunca desconsidere um pedido, por mais que sob a sua ótica de enxergar o mundo pareça um absurdo. Eu mesmo já cheguei a considerar algumas exigências exageradas, mas é nesse momento que devemos nos despir de nossos valores e buscar entender o desejo do cliente.

Liberte-se de conceitos pré-estabelecidos, foque na demanda do seu cliente  satisfaça as necessidades dele e venda!

6. Saia do óbvio

Neste segmento, é preciso uma assessoria personalizada e sofisticada. Sair do óbvio é surpreender o seu cliente. Entenda de fundos, ações e financiamento. Saiba negociar com os bancos e indique taxas mais atrativas, caso haja a necessidade de empréstimos.

Desta maneira, um atendimento convencional, que valoriza, sobretudo, as características do imóvel, não se enquadra no perfil desta carteira de clientes.

Entender para atender é definitivamente o que fará com que você tenha sucesso neste mercado altamente envolvente e desafiador. Inspire confiança, faça o seu cliente desejar sua assessoria e seja recomendado no mundo dos imóveis classe A.

Fonte: Guilherme Machado

Mais mulheres no mercado da corretagem

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Tradicionalmente ocupado pelos homens, o mercado de corretagem de imóveis vem se tornando paulatinamente mais diverso. Isso acontece nas duas pontas, tanto no atendimento direto aos clientes, como na direção das imobiliárias. Embora não existam pesquisas recentes, dados de mercado apontam que as mulheres já ocupam 48% dos cargos e, em Minas Gerais, esse número deve passar de 30%.

Só os números, porém, não são capazes de tornar a vida das mulheres mais fácil em um país, reconhecidamente, machista. Para a presidente da Câmara do Mercado Imobiliário/Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi­MG), Cássia Ximenes, o mercado já está maduro para entender que as diferenças acontecem entre profissionais e não entre gêneros, mas, mesmo assim, algumas situações ainda incomodam a maioria das mulheres.

“Claro que o mundo dos negócios ainda é majoritariamente masculino, mas isso vem mudando, mesmo que lentamente. Ainda me assusto vendo que em uma turma de 43 alunos que estudam gestão no ramo imobiliário na Fundação Dom Cabral (FDC), apenas nove sejam mulheres. Um fato corriqueiro, como o corretor convidar o cliente para um café é visto com naturalidade. Mas quando uma corretora faz isso, tem que ser com muito cuidado, para não gerar outras interpretações. Infelizmente ainda enfrentamos o preconceito por sermos mulheres”, explica Cássia Ximenes.

Há 18 anos no comando da Silvio Ximenes, junto com duas irmãs, a empresária assumiu a presidência da CMI/Secovi­MG em março, para o período 2016/2018. Jornalista, ela fez carreira na comunicação social antes de assumir os negócios da empresa fundada pelo pai e, posteriormente, ingressar nas entidades de classe.

“Nasci e cresci respirando o mercado imobiliário. Resolvi experimentar a comunicação e vi que ela é importante dentro de qualquer atividade. Poderia usar esse conhecimento para melhorar a nossa empresa, entendendo melhor o nosso cliente. Depois na CMI percebi novamente a baixa participação das mulheres. Criamos a CMI­Mulher e fomos nos fortalecendo como grupo. Hoje não há mais motivos para inibição durante as reuniões e ocupamos a presidência”, comemora a empreendedora.

Mudança de rumo ­- Solange Rettore deixou a psicanálise em um momento de questionamento sobre os rumos da carreira. Uma oportunidade de ajudar o marido a organizar a nova imobiliária fez surgir uma nova paixão e um novo caminho profissional. Compartilhando o comando da Ronaldo Starling Netmóveis, a empresária hoje comanda uma equipe de oito corretores e mais a equipe administrativa.

“Como eu tinha experiência administrativa, fui ajudá­lo. Era para ser temporário, mas fui me encantando pela atividade. Vi que podia aplicar meus conhecimentos treinando os corretores para uma escuta mais cuidadosa, logo, mais produtiva. Podia agregar valor à equipe”, relembra Solange Rettore.

O empoderamento das mulheres dentro da sociedade brasileira como um todo também ajuda a explicar o sucesso das corretoras. Por terem aumentado o poder aquisitivo nas últimas décadas, as mulheres também alcançaram maior poder de decisão na hora da compra ou aluguel do imóvel. E aí a preferência por serem atendidas por outras mulheres começou a aparecer.

“O empoderamento está acontecendo de forma sutil, com as mulheres se colocando no mercado, administrativamente, com competência. Observo que muitas corretoras, assim como a nossa, já são comandadas por mulheres”, destaca a administradora.

Já para a vice­presidente do Sindicato dos Corretores de Imóveis de Minas Gerais (SindimóveisMG), Carolina Pereira Machado, as mulheres já ocupam o mesmo patamar que os homens no mercado de trabalho no setor imobiliário, inclusive liderando empresas com equipes predominantemente femininas.

“As corretoras conseguem entender melhor as mulheres ­ que estão concentrando o poder de decisão ­ realizando um atendimento mais detalhado e delicado. Além disso, as mulheres buscam mais capacitação. Diante de tudo isso, não acredito mais no preconceito”, afirma Carolina Machado.

Fonte: Diário do Comércio

Empresário comenta sobre perspectivas para o mercado imobiliário brasileiro

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O mercado imobiliário é um dos preferidos pelos brasileiros para investimentos. Nos últimos anos, este setor apresentou queda na rentabilidade, principalmente nas grandes capitais do Brasil, como São Paulo e Rio de Janeiro. Mas, de acordo com Tarik Faraj, proprietário da TRK Imóveis, imobiliária de Brasília especializada em imóveis de luxo, o cenário que vem por aí é de otimismo.

Segundo Tarik, especialistas acreditam que os primeiros sinais para que o mercado imobiliário apresente melhora são a queda de inflação e a queda dos juros – que incentivam o consumo de imóveis. Afinal, com isso, as condições para financiamento ficam mais atrativas, aquecendo o mercado brasileiro como um todo. A projeção do especialista é que o ano de 2016 termine com uma taxa básica de juros de 13% ao ano. Atualmente, os juros são de 14,25% ao ano.

Para 2017, a expectativa é a de que a taxa continue a cair e encerre o ano em 11,25% ao ano. Essa tendência de recuo prossegue até 2018, o último ano da atual gestão, quando os juros podem cair para 10,5%.

“Por isso, estamos otimistas, pois com a queda do juros e os preços dos imóveis estabilizados, cria-se um cenário positivo para a aquisição de imóveis, interferindo diretamente também no mercado de imóveis de luxo”, explica Tarik.

Entenda o ciclo de recuperação do mercado imobiliário

Segundo especialistas, toda crise econômica acarreta em um ciclo para o mercado imobiliário, composto pelas seguintes etapas: recuperação, expansão, excesso de oferta e recessão, etapa em que o Brasil se encontra atualmente. Entenda cada um desses ciclos:

A recuperação é o início de uma nova alta. É quando a atividade econômica recupera seu fôlego, impulsionando o setor de construção civil e diminuição na taxa de vacância.

A expansão é quando a recuperação se consolida – acabam as desconfianças geradas pelo ciclo de baixas. Há aumento na renda do trabalhador, incentivo para crédito (com a baixa do juros) e aumento no preço dos imóveis.

Excesso de oferta acontece após a fase de expansão. É quando os preços dos imóveis se estabilizam. A taxa de vacância tende a aumentar enquanto o setor de construção desacelera. Porém, ainda é uma fase de otimismo em que ocorre bastante compra de imóveis.

A fase seguinte é a recessão: quando a oferta de imóveis é maior do que a demanda por motivos variados, como a alta taxa de juros, queda na renda e no emprego. Essa fase gera um pessimismo com o setor.

As principais recessões no Brasil ocorreram de 1986 a 1990 (queda de 80%); e de 2000 a 2004 (queda de 32%), segundo projeções da Fipe.

E ainda não há motivos para preocupação. De 2014 a março de 2016, a queda real foi cerca de 9%. E já no fim de 2017, o ciclo de recessão completará 8 semestres, ou seja, tempo médio de um ciclo de baixo, indicando nova alta para o setor, com incentivos que já começam a acontecer, como o aumento no limite do financiamento da Caixa Econômica Federal.

Mercado de Luxo ganha incentivo da Caixa Econômica Federal

O valor máximo para financiamento de imóveis pela Caixa Econômica Federal subiu de R$ 1,5 milhão para R$ 3 milhões. “Certamente, isso acaba beneficiando o mercado de luxo e serve como um indicativo positivo para a melhora do mercado”, diz Tarik.

Essas mudanças influenciam nas operações de crédito do Sistema Financeiro Imobiliário, que financia imóveis de luxo sem usar o dinheiro do FGTS.

O aumento do teto do financiamento subiu de 70% para 80% do imóvel. Para uma construção de R$ 2 milhões, por exemplo, antes o cliente deveria dar uma entrada de R$ 600 mil. Agora, o valor de sinal pode ficar em R$ 400 mil. Dessa forma, acaba sobrando dinheiro para que o consumidor invista em outros setores da economia.

Fonte: Exame