Bairro de Miami que inspira projeto de Doria obtém lucro com grafite de rua

31_miami

Era uma vez uma imensidão de galpões abandonados, de janelas lacradas, cegas à paisagem cinza recortada por cercas de arame farpado. Wynwood, hoje o bairro mais colorido de Miami, em nada lembra aquilo que já foi um dia.

No fim da década de 1990, o distrito do balneário americano que o prefeito João Doria (PSDB) mira como modelo do “grafitódromo” que quer implantar na capital paulista era um descampado urbano -a antiga zona industrial perdeu suas fábricas para a China e ninguém se atrevia a andar por suas calçadas.

“Não tinha gente por lá, era desolador. Era impossível tomar um café na rua”, lembra David Lombardi, primeiro empresário a desbravar há 20 anos aquilo que mais tarde viraria um shopping a céu aberto decorado por murais de grafiteiros badalados. “Sem querer, descobri uma cena artística ali que poderia acontecer.”

Lombardi então usou a tal cena como maior arma de seu projeto de maquiagem urbana. Deixou que grafiteiros pintassem todos os prédios dos quatro quarteirões que comprou e logo passou a alugar os antigos galpões do bairro para galerias de arte -o bairro chegou a ter 60 delas.

Na sequência, vieram restaurantes estrelados e butiques de luxo. Também vieram outros especuladores, como Tony Goldman, que “gourmetizou” a onda grafiteira convocando Jeffrey Deitch, poderoso galerista nova-iorquino, para fazer uma seleção dos melhores e mais rentáveis nomes para colorir as fachadas -as chamadas Wynwood Walls hoje atraem mais de 1 milhão de visitantes ao bairro a cada ano.

Wynwood foi de cenário de filme de terror a meca hipster pelas mãos desses dois homens. Agora, entra no estágio final de evolução com o projeto do israelense Moishe Mana, que comprou as últimas quadras do bairro já com planos de erguer museus inteiros, com mais paredes entregues aos jatos de spray.

Enquanto isso, desde que Doria iniciou seu programa zeladoria urbana, a cidade de São Paulo tem presenciado uma verdadeira “guerra do spray “. O prefeito promete agora criar lei para punir pichadores com multas de até R$ 50 mil, uma forma de desestimular essa prática.

LOUVRE NA SARJETA

“Será a maior instituição de arte do mundo, com 250 mil metros quadrados”, diz um extasiado Gene Lemay, presidente executivo do projeto de Mana. “É maior do que o Louvre e o Metropolitan.”

Esse espírito empreendedor grandiloquente vem sendo turbinado desde a virada do milênio pela Art Basel Miami Beach, evento suíço que abriu na cidade americana o que veio a ser a maior feira de arte dos Estados Unidos.

Ou seja, aquilo que Doria quer criar em São Paulo com respaldo da máquina pública é dominado pela iniciativa privada em Miami. Wynwood se tornou tão lucrativa que os empresários do bairro bancam do próprio bolso a limpeza das ruas e o reforço da segurança, já que, segundo eles, a prefeitura há tempos abandonou a região.

Só agora, quase duas décadas depois, o governo local quer implementar uma lei para submeter projetos de murais em locais públicos à aprovação de um conselho -até aqui, os proprietários decidem o que fazer com as fachadas.

Mas Wynwood, adianta a vice-diretora de planejamento urbano de Miami, Luciana Gonzalez, ficará de fora da regra, talvez porque ali o sistema não parece incomodar.

David Snow, chefe do departamento de urbanismo de Miami, diz que a “arte não é regulamentada pela cidade”. Também não faz distinção entre pichação e grafite. Tudo que não tenha sido autorizado pelo dono do imóvel, segundo Snow, é vandalismo.

Não é um problema das ruas coloridas de Wynwood, onde empreiteiros vêm até construindo prédios com aluguéis mais baratos para quem se dispõe a sair grafitando galpões.

Fonte: Folha de São Paulo

O mercado de luxo e o turismo

29_miami

No momento, em que as empresas de turismo buscam novos segmentos,para um melhor desempenho econômico, o mercado de luxo pode ser uma solução,se bem trabalhado, sobretudo levando em consideração o novo perfil do milionário que viaja, que cada vez mais deseja passar desapercebido, em função das questões de segurança.

O turista que faz parte de tal mercado quer ter uma experiência diferente daquelas ofertadas por empresas convencionais. Um exemplo hoje é a Emirates, que além de criar um terminal para passageiros de executiva e primeira em Dubai, tem um spa-o primeiro dentro do seu A 380,um serviço de limousine para seus passageiros chegarem e saírem do aeroporto, além de uma sala só para a primeira classe. Devemos entender que a Asia e o Oriente Médio foram se estruturando, de forma profissional, como os mordomos 24 horas no Burj Al Arab, para citar outro exemplo da opulência das viagens ou ainda os apartamentos dentro dos aviões da Eithad. Há uma preocupação muito grande também com a capacitação dos recursos humanos,que devem atender um novo perfil.como escolas voltadas para a gestão dos empreendimentos.

O Brasil, por exemplo, está engatinhando na indústria do luxo, no turismo. Temos uma dificuldade muito grande com a qualificação de pessoal, excetuando São Paulo, que já conta inclusive com um MBA em gestão do luxo. Os hotéis e restaurantes do Rio acabam importando gestores ou tendo um tratamento fora dos padrões exigidos pelos valores cobrados. Devo confessar que o Fasano e o Copacabana Palace conseguiram um modelo eficaz de tratamento de tais hospedes.Não devemos confundir milionários com novos ricos que se hospedam em hotéis ou pseudo cantores e artistas vips que querem exigir comportamentos desumanos dos colaboradores, como proibir os funcionários de olhá-los.

A hotelaria foi criando andares exclusivos para atendimento desde o check in até o café da manhã e happy hour para seus clientes preferenciais assim como os cruzeiros voltaram a introduzir o conceito de primeira classe em alguns navios,com tratamento diferenciado. O grande problema é conviver dentro de um mesmo espaço geográfico com dois públicos distintos. Cria-se uma situação incomoda,como por exemplo as cortinas que separam as classes superiores nos aviões ou ainda a utilização dos banheiros privativos em tais classes tarifárias e a espera que desembarquem,antes da econômica. São providências que devem ser inseridas na operação de forma quase que desapercebida pelos demais clientes.

O referido mercado quer criatividade. Busca encontrar experiências gastronômicas de consumo e de compras, compartilhadas com os ricos locais. Não querem fazer parte das estatísticas de milhares de turistas que fazem fila na porta das grandes lojas parisienses, como a Louis Vuiton. O próprio AIRBNB se deu conta de que poderia atender um publico de maior poder aquisitivo e hoje inclui mansões em sua plataforma, com serviços adicionais. O cliente de luxo sabe que não é o preço que faz o luxo mas o luxo,que faz o preço. A prestação de serviço que busca e muitas vezes imaterial seguida de um bom conhecimento da cultura local e suas características. Um tour de compras em Dubai com mulheres nativas ricas permitiu que o mundo entendesse, por exemplo, que há roupas especiais feitas por grandes costureiros como Dior,para as mulheres islâmicas, que escondem parte do corpo, por motivo religioso. O mercado de luxo não pode ser medido apenas pelo fator financeiro,mas sobretudo pela aculturação que deve ser interiorizada por pessoas que viajaram muito e que deveriam ser mais abertas para a diversidade.

Vivemos um novo mundo em que sobrenomes,aparecimento em colunas sociais em demasia foram substituídos por uma sobriedade, capaz de identificar o novo consumidor de luxo.Muito viajado,ele também gosta de negociar valores mas ainda prefere a consultoria de um agente de viagens,na hora das novas descobertas mas que tenha a capacidade de oferecer algo mais relevante do que uma primeira classe ou um hotel de luxo, como um comprometimento com a sustentabilidade criativa,que norteia os novos negócios de turismo.

Atrasou o condomínio? Nova regra cobra mais rápido e pode tirar sua casa

24_corretor

Quem tem apartamento próprio ou alugado sabe que todo mês chega o boleto do condomínio. Porém, pode acontecer de o morador não ter dinheiro suficiente para quitar a dívida. O que acontece nesses casos?

Se o morador não pagar o condomínio, ele terá um prazo bancário, geralmente de 30 dias, para quitar a dívida, mas precisará arcar com multa de 2%, juros de 1% ao mês, mais correção pela inflação do período atrasado.

Renato Daniel Tichauer, presidente da Assosíndicos (Associação dos Síndicos de Condomínios Comerciais e Residenciais do Estado de São Paulo), afirma que, em geral, o primeiro passo é a administradora do condomínio entrar em contato com o morador por carta ou através do síndico para verificar se de fato não houve o pagamento.

Se o atraso entra para o segundo mês, a administradora passa o pedido de cobrança para um advogado, que precisa ser contratado pelo condomínio. Se não houver pagamento, o escritório de advocacia já pode entrar com a ação contra o proprietário para exigir o pagamento.

O advogado especialista em direito imobiliário e condominial Rodrigo Karpat diz que não existe um valor mínimo para entrar com um processo, mas é preciso avaliar a dívida. “Por uma taxa de condomínio de R$ 100 não se justifica o ingresso de ação antes de alguns meses de atraso. Já um condomínio de luxo, com cota condominial de R$ 3.000, por exemplo, uma única cota já justifica o ingresso da ação”.

Nova regra deixou cobrança mais rápida

Angélica Arbex, gerente de relacionamento da Lello Condomínios, explica que com o novo CPC (Código de Processo Civil), que entrou em vigor em março de 2016, a cobrança de condomínio ficou mais rápida.

Antes, os processos de cobrança eram feitos em duas fases. Na primeira, era necessário provar que a dívida existia, o que poderia demorar entre dois e três anos, segundo Arbex. Só depois disso é que se pedia a execução da dívida, ou seja, exigia-se o pagamento.

“Desde o ano passado, a primeira fase não existe mais. Deixar de pagar o condomínio passou a ser considerado uma dívida real”, disse a gerente de relacionamento da Lello. Se o condômino não pagar o que foi determinado pelo juiz em três dias, ele terá a penhora online, ou seja, tudo o que está em sua conta bancária é direcionado para o pagamento da dívida. Se não tiver o dinheiro na conta, os bens são penhorados. Nessa fase, o proprietário pode perder o imóvel.

“A penhora do imóvel é o último recurso. O prazo para perder o imóvel dependerá do andamento do processo”, diz o presidente da Assosíndicos.

O advogado especializado em direito imobiliário e cível Alessandro Calistro afirma que se o imóvel for a leilão e a dívida do condomínio for menor, o proprietário receberá a diferença. Ou seja, se ele deve R$ 10 mil de condomínio e o imóvel vale R$ 200 mil, ao ter o bem penhorado, o dono receberá R$ 190 mil de volta.

As administradoras estão tentando resolver a situação sem ter que brigar na Justiça. Esse é um dos motivos apontados pelo Secovi-SP (sindicato das empresas do mercado imobiliário) para a queda de 26,2% nas ações por falta de pagamento de condomínio em janeiro na comparação com dezembro de 2016 na cidade de São Paulo. Em relação ao mesmo mês do ano passado, a redução foi de 10,3%.

Lista de devedores atrasados

Arbex afirma que, em São Paulo, caso o pagamento do condomínio deixe de ser feito, o morador pode ter o nome protestado e ir para a lista de devedores atrasados (inadimplentes).

Segundo ela, é permitido que no boleto seja detalhado quais unidades deixaram de pagar o condomínio, já que é uma prestação de contas para os outros moradores.

Porém, não pode haver divulgação de quem não pagou em lugares públicos. “Não pode colocar a lista de devedores no elevador onde transitam pessoas que são de fora do condomínio”, disse.

Sem votação

O presidente da associação explica que é possível impedir o morador com o condomínio atrasado de votar em assembleias, no caso de ser o proprietário do imóvel. Porém, não aconselha que a proibição ocorra para o uso das áreas comuns, como piscina, por exemplo. “Pode ser considerado proibição do direito de ir e vir. Não é recomendado”.

Proprietário é responsável

Quando o atraso do pagamento do condomínio é do inquilino, a cobrança vai para o dono do imóvel, segundo Calistro. Ele afirma que, normalmente, o proprietário é avisado pela administradora sobre a falta de pagamento.

O especialista diz ainda que no contrato de locação deve estar detalhado que a partir da data de locação, o inquilino é quem será responsável por pagar água, luz, IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e a taxa condominial, além do valor do aluguel. Se atrasar o pagamento do aluguel, a multa pode chegar a 10% por atraso. Já o boleto do condomínio tem multa de 2%, mais juros e correção.

CPF no boleto

A partir deste ano, os boletos precisarão ter o CPF do dono do imóvel. A medida também vale para os boletos de cobrança do condomínio. No ano passado, de acordo com Arbex, as administradoras pediram para que os moradores fizessem um cadastro. Algumas estipularam um prazo e determinaram que, se não fosse feita a atualização, o dado seria extraído do cadastro de imóvel e o morador teria que arcar com os custos dessa pesquisa. Arbex orienta a quem ainda não fez a atualização a procurar a administradora do prédio ou o síndico.

A medida será implementada aos poucos. Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), a partir do dia 10 de julho, a regra valerá para boletos com valor igual ou superior a R$ 50 mil. Já a partir de 11 de dezembro, todos os boletos deverão ter o CPF.

Para Walter Tadeu de Faria, diretor-adjunto de Negócios e Operações da Febraban, a mudança facilitará o pagamento das contas vencidas, que poderão ser quitadas em qualquer banco, além de evitar o pagamento duplicado e fraudes.

Fonte: UOL

Secovi-SP reitera projeção de crescimento de 5% a 10% no mercado imobiliário

24_mercadoimobiliário

O presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Flávio Amary, reiterou nesta terça-feira, 14, a projeção de crescimento de 5% a 10% nas vendas e nos lançamentos do mercado imobiliário residencial da capital paulista em 2017. “Estamos no fim de um ciclo de baixa e iniciando um ciclo de recuperação”, afirmou, durante entrevista à imprensa.

A perspectiva de crescimento neste ano já vinha sendo citada pelo sindicato desde o fim de 2016, em meio aos primeiros sinais de melhora do quadro econômico nacional e estabilização política. Nesta terça, Amary afirmou que esse ambiente de melhora tem se confirmado, com manutenção na trajetória de queda da inflação e da taxa de juros, elementos que devem estimular a comercialização de imóveis daqui para frente. Por outro lado, ele destacou que o setor só voltará a reaquecer, de fato, com a volta da criação de empregos e a recuperação da renda da população, o que é esperado apenas para o segundo semestre deste ano.

Se a projeção de crescimento do mercado imobiliário em 2017 for confirmada, representará uma virada para o setor, que diminuiu de tamanho por três anos consecutivos. De acordo com dados publicados hoje pelo Secovi-SP, os lançamentos de imóveis residenciais em São Paulo somaram 17,6 mil unidades em 2016, queda de 23,3% em relação às 23,0 mil unidades de 2015. Em 2014, os lançamentos atingiram 34,0 mil unidades, e em 2013, 34,2 mil.

Já as vendas de imóveis residenciais novos na capital paulista totalizaram 16,0 mil unidades em 2016, retração de 19,7% frente às 20,1 mil unidades comercializadas em 2015. Em 2014, as vendas somaram 21,6 mil unidades, e em 2013, 33,3 mil. Com esse resultado, as vendas em 2016 foram as mais baixas da série histórica, com início em 2004.

O economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, observou que os níveis de comercialização chegaram a um nível muito abaixo da média, o que indica que há uma grande demanda reprimida. “É justamente essa demanda que voltará a reaquecer o mercado em algum momento futuro”, explicou.

Petrucci acrescentou que o sindicato cogita elevar, em junho, a projeção de crescimento no mercado imobiliário ao longo do ano, dependendo do ritmo de recuperação da economia brasileira, mas frisou que não espera nova retração no setor. “Nos meses anteriores, nós considerávamos a possibilidade de rever essa projeção para baixo, dado o nível elevado de incertezas. Agora, se mudarmos a projeção, é mais provável que seja para cima. Seguramente, o fundo do poço foi o ano passado.”

Fonte: Isto É

Tendências de Decoração Rústica em 2017: inovações, cores e texturas

24_decoração

O portal WebRústicos aponta as principais novidades do ano na hora de decorar a casa com estilo.

Para quem está mais ligado em decoração de interiores, os móveis, cores e texturas de aspecto rústico já vêm ganhando espaço no mercado faz algum tempo – e se consolidaram ainda mais em 2016 e entraram 2017 com toda força.

Já é possível elencar as maiores novidades e inovações na decoração rústica para a temporada atual através das feiras e eventos do setor, onde arquitetos, decoradores e designers especializados dão suas opiniões e pareceres. O portal WebRústicos, dedicado ao segmento, reuniu algumas dicas para quem deseja renovar ambientes seguindo as tendências do estilo. Entre os destaques, muitas opções para diferenciar os espaços com cores e texturas que estão em vigor. Confira a seguir.

CORES
Usar e abusar da variedade de cores é uma das principais tendências em 2017. Hoje em dia os tons mais fortes vêm ganhando espaço dos neutros, que antes dominavam o cenário da decoração. Tudo com a intenção de trazer mais vida ao ambiente e destacar alguma obra de arte, móvel ou peça decorativa.

Como a intenção é manter o aspecto rústico do ambiente, o verde escuro se torna a escolha ideal tanto para móveis – como sofás, mesas e cadeiras -, quanto para paredes. O azul, usado em uma tonalidade mais sóbria e fosca, também pode ser usado, assim como o cinza, o rosa antigo, o cimento e cores que lembrem cerâmica.

Contrastar, porém, é preciso: móveis claros combinam com paredes escuras, e vice-versa. Tudo para manter a iluminação adequada no ambiente e evitar a absorção excessiva de calor.

REVESTIMENTOS
Outra tendência é usar os revestimentos para trazer o aspecto rupestre para o lar. A parede de tijolinhos é um ótimo exemplo de como transformar um espaço misturando a singela aparência campestre com a elegância moderna. O cimento queimado e azulejos antigos também vieram para ficar, tanto nas áreas úmidas (como cozinhas e banheiros), quanto nas áreas íntimas (quartos, salas e áreas de lazer).
As paredes também podem ser revestidas de cortiça para trazer o semblante rústico desejado, mas de forma suave, e ainda dá para usá-la como mural de fotos e lembranças.
Painéis de madeira e ornamentos de palha também estão em alta quando o assunto é destacar detalhes.

Fonte: Terra

Miami: muito além de um centro de compras

24_miami

Queridinha dos brasileiros, Miami (Estados Unidos) é a cidade número um quando se fala em compras e marcas famosas por um preço mais acessível. Mas será que a cidade mais latina dos Estados Unidos é apenas isso?

Veja uma nova perspectiva sobre Miami pela visão de Claudia Matarazzo, no blog Luxo e Viagens, parte da blogosfera do Portal PANROTAS. Confira:

Para quem quer visitar a Miami antiga, aquela da estética art Decô e de quebra  evitar o consumo e as compras, sugiro um passeio a Miami Beach com parada em um dos muitos hotéis da orla que oferecem restaurantes e lounges a beira mar. É um luxo que nós brasileiros não estamos acostumados – justamente por sermos privilegiados por um outro luxo, este natural e glorioso : areias tão brancas e finas que nem dá vontade de subir da praia para onde quer que seja.

Mas os americanos pensam diferente e, fizeram de suas praias locais confortáveis e propícios ao consumo – senão não seria a América…

A orla de Miami beach tem arquitetura e distração para todos os gostos: de hotéis com arquitetura original art decô, a modernos hotéis urbanos todos tem seus lounges na praia com guarda sol e drinques para quem se dispuser a gastar um pouco mais.

Os mais esportivos podem usar  a passarela/deck de madeira para correr, andar de bike ou simplesmente caminhar ao sol – e a vista, de ambos os lados é linda!

E, dependendo o momento, se bater aquela febre urbana novamente, é possível  terminar o dia ou a manhã com um passeio na Lincoln Street, onde, entre tipos exóticos e lojas de rua descoladas e  prá lá de variadas ( e diferentes das dos Malls) é possível degustar cafés e  sorvetes.

Sugestão: imperdível um café na super tradicional Paul Parisserie com direito a um croissant de amêndoas ou mesmo uma tarte  tatin- sem exagero, quentinha e a altura das parisienses!

Fonte: PANROTAS

Imóveis: Melhora no mercado de alto padrão

22_luxo

Para Jerônimo Neto, 2o vice-presidente do Creci-CE, a tendência é que o mercado imobiliário melhore, principalmente dos de primeira linha. “O que a gente está vendo muito por aí, é as pessoas buscando um financiamento pelo Minha Casa, Minha vida, com imóveis de até R$ 300 mil. O mercado hoje está saturado com esse valor, porque esse tipo de cliente só vai sair do aluguel para um financiamento de 100 mil ou 200 mil, pagando uma parcela de R$ 1.500 a R$ 2.000, por exemplo. Esse recurso vai trazer de volta esse nicho de cliente que quer buscar recurso mais fácil para financiar seu imóvel”.

Júnior Melo, diretor comercial da Normatel Incorporações, conta que ainda é muito cedo para avaliar os impactos desta ação na economia, mas sem mantém otimista em relação ao aquecimento do mercado. “A gente não consegue mensurar o impacto disso ainda, pois não temos ideia do quanto será injetado na economia cearense. É diferente quando a Caixa libera R$ 10 milhões para a construção civil e, desse valor, uma parte vem para o nordeste, por exemplo. Mas nesse momento, que está todo mundo apertado, esse recurso será muito bem-vindo”.

Segundo o diretor, a mudança ainda não alterou o calendário comercial da incorporação, mas ele não descarta medidas de acordo com o potencial da demanda. “A gente já vem percebendo um movimento interessante no comércio, um amento da confiança do consumidor. À medida que fomos vendo uma movimentação mais forte, nada impede que utilizemos ações mais agressivas para atrair o cliente”.

Fonte: O Povo

Qual o melhor bairro para morar?

20_corretor

O lugar escolhido para morar tem muita influência na qualidade de vida. A escolha deve respeitar critérios definidos antes mesmo de começar a buscar novo imóvel e inclui tanto a negociação de compra como a área que atenda melhor as necessidades diárias. Pensando nisso, o portal imobiliário VivaReal reuniu nove dicas para ajudar a encontrar o melhor bairro para residir. Confira abaixo.

1. Entenda quais são os seus deslocamentos mais frequentes

A rotina determina seu conforto e qualidade de vida em um bairro. Para quem vive em um grande centro urbano, os deslocamentos entre os pontos que precisam ser visitados diariamente são mais ou menos estressantes, conforme as necessidades de enfrentar o trânsito.Por isso, é importante ter em mente como esses deslocamentos são feitos, com qual frequência eles acontecem e em que medida podem ou não ser alterados. Com base nisso, você deve escolher o bairro que melhor se encaixa nessa logística diária. Você também pode levar em conta algumas mudanças, como as sugeridas na próxima dica.

2. Prefira o bairro que permita deslocamentos menores ou mais fáceis

Suponha que o seu local de trabalho não possa ser alterado, o que provavelmente acontece na maioria dos casos. Isso significa que um bairro mais próximo à empresa ou que tenha boas vias de acesso deve ser mais conveniente do que outro que não apresente essas qualidades. Se for esse o caso, você pode pensar em outras necessidades de deslocamento e até alterar aquelas que forem possíveis. Por exemplo, escolha um bairro que tenha mercados, academias e comércio. A conveniência de ter esses locais ao redor com certeza facilitará sua rotina.

3. Valorize os centros comerciais

Como vimos na dica anterior, a proximidade com relação aos centros comerciais e aos locais de lazer pode ser conveniente para evitar tantos deslocamentos. Se você morar perto de um supermercado, poderá fazer suas compras com maior frequência, na medida da sua necessidade. Assim, se precisar de uma garrafa de vinho ou se o café acabar, talvez você não precise nem tirar o carro da garagem para fazer as compras.Considere o mesmo para bancos, farmácias e outras lojas de produtos e prestadores de serviços. Aliás, vale dizer que, atualmente, os urbanistas percebem que quanto mais os bairros possuem essas conveniências, mais saudável se torna a vida urbana.

4. Observe a infraestrutura

Um bairro autossuficiente é um aspecto muito interessante que merece ser valorizado. Porém, autossuficiência não significa isolamento, o que quer dizer que você também deve prestar atenção na oferta de transporte público para o bairro. Mesmo para quem não utiliza o transporte público, é preciso considerar que outras pessoas podem precisar dela, como ocorre com os empregados domésticos e outros prestadores de serviço e até visitantes.Preste atenção na qualidade da iluminação pública, das vias de acesso e dos demais equipamentos urbanos. Outro aspecto que deve ser valorizado é a presença de parques, jardins e áreas verdes, que não só tornam o lugar mais bonito, como também influenciam na qualidade do ar e do clima local e podem servir como ótimas alternativas de lazer e para a prática de esportes ao ar livre.

5. Fique de olho na vizinhança

Da mesma forma que uma boa vizinhança pode tornar um bairro um ótimo local para se viver, ter vizinhos ruins pode significar um transtorno incontornável. Por isso, é fundamental conhecer bem a vizinhança, observando tanto as pessoas que moram ali, quanto às atividades empresariais que possam ser desenvolvidas na região.Nesse sentido, você deve considerar suas preferências pessoais. Afinal, há quem considere uma boa vizinhança aquela que é tranquila e que respeita os horários e as regras da vida em comunidade. Também há quem prefira as vizinhanças mais agitadas, menos afeitas a padrões de comportamento pré-definidos. Qualquer que seja a sua preferência, procure um bairro que seja adequado ao seu estilo de vida.

6. Atente-se para a qualidade das construções

O conjunto das construções de um bairro define a qualidade de vida ali e diz muito sobre as pessoas que vivem no local. De modo geral, lugares onde as construções são mal conservadas costumam valer menos do que aqueles onde as fachadas são bem cuidadas e os jardins se encontram bem tratados, o que pode até se tornar um atrativo financeiro. Porém, é possível que a vivência diária em um lugar onde as construções não são muito boas seja também menos agradável do que seria nos lugares onde os prédios são mantidos em melhores condições.

7. Caminhe pelas ruas e converse com as pessoas

Uma excelente maneira de conhecer um bairro é caminhando pelas suas ruas. Assim, você não só poderá observar de perto as características da vizinhança, como também poderá conversar com as pessoas sobre o dia a dia do lugar.Tenha a certeza de que uma boa conversa de calçada pode revelar muito mais sobre um bairro do que a melhor descrição de um corretor.

8. Não abra mão da segurança

Atualmente, a segurança é um aspecto que deve ser considerado como essencial. Por isso, preste muita atenção na infraestrutura de segurança que o bairro oferece.Naturalmente, os locais bem iluminados, onde há a presença de câmeras de segurança públicas ou particulares e que contam com policiamento ostensivo, são mais seguros do que outros que não possuem essas características.

9. Faça as visitas em horários alternados

Por fim, para ter certeza de que a sua escolha realmente recairá sobre o melhor bairro para morar, procure visitá-lo em horários diferentes: durante o dia, à noite e, se possível, até na madrugada. Afinal, ao longo do dia as características de um bairro podem mudar bastante. Por exemplo, o que é tranquilo durante o dia pode se tornar bastante movimentado no período noturno, ou vice-versa.

Fonte: ZH Imóveis

 

Mercado imobiliário aprova mudanças no Minha Casa

17_mb

São Paulo – Os ajustes anunciados no Minha Casa Minha Vida (MCMV) serão capazes de gerar 800 mil empregos diretos e indiretos na cadeia da construção em um ano, de acordo com estimativa do presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Rubens Menin.

“Essa é uma meta bastante realista. Nós estamos muito animados com essas mudanças no programa”, afirmou Menin, que também é presidente do conselho de administração da MRV Engenharia, maior operadora do programa.

O executivo calcula que os ajustes nas faixas de renda e no valor limite dos imóveis do MCMV darão viabilidade para o desenvolvimento de novos projetos, já que antes os preços estavam defasados, na sua avaliação. Saiba mais: Quem pode participar do Minha Casa Minha Vida? – Patrocinado

Desta forma, será possível atingir a contratação e construção de cerca de 300 mil casas e apartamentos em um ano.

Menin elogiou também a articulação entre os ministérios e a Caixa Econômica Federal (operadora financeira do programa) com os representantes das associações do mercado imobiliário. “Foi um trabalho de meses, com um ótimo resultado”, disse.

Ele afirmou ainda que os ajustes são sustentáveis e contam com recursos suficientes do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) – principal fonte de financiamento do programa habitacional.

Sinduscon-SP

Os ajustes anunciados nesta segunda-feira, 6, para o MCMV são positivos e ficaram em linha com as propostas feitas pelos empresários do mercado imobiliário, garantindo a viabilidade dos novos projetos, afirmou o vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP). “As mudanças ficaram dentro do esperado”, comentou.

Cury ponderou, no entanto, que a exceção foi a reivindicação não atendida de alívio no Regime Especial de Tributação (RET) na faixa 1,5.

Neste segmento, a alíquota é de 4%, mas os empresários pedem redução para 1% – assim como a praticada na faixa 1, sob a justificativa de que esses segmentos têm margens de rentabilidade muito apertadas, que acabam prejudicadas quando há algum tipo de gargalo nas obras e/ou no fluxo de pagamento.

“O RET em 4% não vai travar completamente a faixa 1,5, mas seria melhor de tivéssemos uma alíquota menor para evitar problemas”, afirmou Cury.

Fonte: Exame

Apartamento de solteira – dicas decoração só para elas

17_decoração

 

A verdade é que muito se fala em decoração de apartamento de solteiro, que em teoria, eles que sempre querem ficar sozinhos, morando em apartamentos pequenos, com conforto e bem favoraveis para eles. Será?! As mulheres também vivem sozinhas. Moram em apartamentos grandes ou pequenos, levam as amigas, amigos, namorados, família… Tudo bem normal. É óbvio que elas tam suas particularidades e nem tudo que eles fazem, cabe a mulher fazer. Isso vai de cada uma. Mas o que vamos tratar aqui, é de decoração. Dicas para a casa da mulher independente ficar bem bonita e a cara dela. Todos sabem que a mulherada de hoje está mais resolvida do que nunca. Elas priorizam na hora de montar a casa organização, otimização de espaços e praticidade, isso sem deixar de dar aquele toque especial e imprimir a sua energia em cada detalhe.

20161211sofa-branco-21

butalaya

E a nossa primeira dica é respeitar o seu estilo. O fundamental é criar uma decoração que atenda às suas necessidades. Mesmo sendo romântica…

joyce-0002-dsc6917jpg_

Clássica…

espelho_na_decoracao_10

Ou mais moderna!

espelho_na_decoracao_03

Se tratando de espaço, vamos levar em conta os imóveis com a metragem reduzida. Uma ótima opção para decorar os ambientes é investir em móveis planejados e multifuncionais.

projeto-fernanda-marques-foto-Demian-Golovaty

Também temos sugestão para um escritório feminino. Olha esse com móvel solto, adornos e cor.

7e20582a737ba0621d6c3b63031caa29

Nossa terceira e última dica é para dar uma sensação de amplitude, use espelhos e dê preferência aos tons mais neutros, investindo em objetos coloridos para dar mais vida e graça ao ambiente.

10-quartos-de-casa-color

Como-usar-espelho-decoração-2

Fonte: Blog Art Et Decor