Do alto do 10º andar, céu azul da cidade é a decoração perfeita para sala neutra

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Do décimo andar de um prédio nos altos da Avenida Mato Grosso, a sacada integrada à sala trouxe o céu de Campo Grande para dentro do apartamento. De ponta a ponta, janelas de vidro estampam o que é o destaque da decoração.

Projeto da arquiteta Carmen Silvia Almeida, o mobiliário e a cor das paredes seguem o tom neutro para serem coadjuvantes diante da vista.

“Você tem que ter a sensação de ver o céu, de ter uma planta ali, porque aquela sacada é o seu terraço”, explica a arquiteta.

 

Com essa vista que a família se reúne para fazer todas as refeições. (Foto: Fellipe Lima - fotografia de Arquitetura)
Com essa vista que a família se reúne para fazer todas as refeições. (Foto: Fellipe Lima – fotografia de Arquitetura)

Os donos são um casal jovem com uma filha pequena, que tem muito que brincar lá dentro. No interior, o projeto valorizou a integração da casa com o exterior, harmonizando-se com a estrutura de janelas e persianas que não escondem o céu, mas ainda assim protegem do sol.

Na sacada, a arquiteta usou do sistema reiki – conjunto de trilhos com vidros sem esquadrias – com um peitoral, em que, na parte superior, os donos conseguem abrir todas as folhas. As persianas para janelas basculantes controlam a luz, permitindo que os moradores não percam a vista nem a luminosidade do ambiente.

E é olhando o azul do céu que a família passa a maior parte do tempo em que está em casa. Café da manhã, lanche, almoço e jantar são feitos na mesa posta diante da vista. “O dia a dia deles está ali. Ao lado, a prateleira ficou decorativa e ao mesmo tempo funcional, servindo de apoio para a mesa”, fala a arquiteta.

 

Poltronas a postos para quem quiser contemplar a vista. (Foto: Fellipe Lima - fotografia de Arquitetura)
Poltronas a postos para quem quiser contemplar a vista. (Foto: Fellipe Lima – fotografia de Arquitetura)
De qualquer parte da sala se enxerga o céu na varanda que vai de ponta a ponta do apartamento.(Foto: Fellipe Lima - fotografia de Arquitetura)
De qualquer parte da sala se enxerga o céu na varanda que vai de ponta a ponta do apartamento.(Foto: Fellipe Lima – fotografia de Arquitetura)

Somando as cadeiras, banco e poltronas, só na sacada a casa comporta oito pessoas sentadas. “Mas de todos os assentos você consegue ter essa vista e não se sente como se estivesse dentro de um apartamento e sim numa varanda suspensa”, prega Carmen.

O projeto levou quatro meses para ficar pronto. As persianas motorizadas como dessa sacada são da loja Perfatto e começam com valores a partir de R$ 1,4 mil o metro quadrado. Para fechar a sacada com o sistema reiki, a média de custos é de R$ 10 mil.

 

Projeto foi pensado para valorizar o céu de Campo Grande. (Foto: Fellipe Lima - fotografia de Arquitetura)Projeto foi pensado para valorizar o céu de Campo Grande. (Foto: Fellipe Lima – fotografia de Arquitetura)

Fonte: Campo Grande News

Os vasos de macramê são a nova tendência na decoração que você precisa aderir

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Na decoração, tal qual na moda, algumas tendências voltam com tudo, renovadas e muitas vezes com um toque mais moderninho, conforme explica a designer de interiores e artesã Thalita Sampaio, 33 anos. “É normal que tendências voltem já que muita coisa se recicla, e é ótimo pois traz um novo ar a qualquer espaço. Criatividade é algo fantástico”, explica.

Ela diz que o macramê é exatamente isso: uma moda que voltou. “O macramê nos vasos nada mais é que uma forma de ter um suporte mais bacana, a um preço baixo, já que ele é basicamente feito de cordas, cizal, lã, entre outros materiais. É uma forma de expor suas plantas de forma elegante, colorida e criativa, tornando o seu espaço mais fresco e personalizado”, analisa.

Segundo ela, plantas como cactos, samambaias e suculentas são ótimas pedidas para os macramês. O suporte pode ficar no alto da sala, da cozinha, e embelezar qualquer ambiente. Não se esqueça de regar as plantas conforme o tipo de cada uma, e priorize materiais que combinem com o espaço que você já tem.

E uma das coisas bacanas é a oportunidade de fazer o seu próprio macramê. “O macramê é uma técnica de tecer fios que não utiliza nenhum tipo de maquinaria ou ferramenta, é uma forma de tecelagem manual. Trabalhando com os dedos, os fios vão se cruzando e ficam presos por nós, formando cruzamentos geométricos, franjas e uma infinidade de formas decorativas”, afirma.

Na internet existem inúmeros tutoriais de como fazer seu próprio suporte. Confira um deles abaixo.

 

Fonte: Midia Max

Recife premiará rua com melhor decoração

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Interessados em participar do concurso “Eu amo minha rua de decoração junina” no Recife podem se inscrever a partir de quinta-feira até o dia 1º de julho. A competição tem inscrição gratuita e os candidatos devem preencher um cadastro no site www.euamominharua.com.br. A disputa tem por finalidade promover a decoração nas ruas do Recife, incentivando o morador a usar a criatividade na hora de enfeitar e comemorar o período de São João, Santo Antônio e São Pedro. A competição também instiga o respeito à tradição artístico-culturais da região Nordeste.

O resultado final dessa divertida disputa será divulgado no dia 26 de julho. O primeiro colocado receberá uma placa alusiva ao concurso cultural e um arraial de São João com quatro horas de festa. Ao segundo e o terceiro lugar será disponibilizado um trio pé-de-serra com três horas de festa. Todas as premiações acontecerão no dia 1º de julho.

Oito membros deverão fazer parte da comissão julgadora. Como jurados serão enviados representantes da Fundação de Cultura da Cidade do Recife, da Secretaria de Turismo e de Lazer do Recife, da Secretaria de Cultura do Recife, do Conselho Regional de Arquitetura e Urbanismo, do Sindicato dos Jornalistas de Pernambuco, do Instituto de Arquitetos do Brasil e do Meio Artístico. Também vão acontecer votações online por meio do website do concurso. No ano passado a grande vencedora foi a rua Vertente dos Lírios, que fica no bairro da Várzea.

Fonte: Folha PE

Feira coloca à venda produtos artesanais para decoração da casa

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A inclusão de produtos artesanais na decoração da casa está cada vez mais em evidência. A tendência é misturar elementos étnicos, texturas, cores e tramas para construção de ambientes arrojados, aconchegantes e com toque personalizado.

Para quem busca inspiração para decorar a casa, a dica é visitar a exposição “Nações & Artes – Feira Internacional de Artesanato e Decoração”, que está aberta ao público no Shopping Vitória. No local é possível encontrar uma diversidade de produtos vindos de países do Oriente Médio e da América Latina.

Entre as sugestões estão os lustres feitos à base de cobre, com formas de vidro e pedras de Murano. O objeto é produzido na Turquia e é indicado para instalação na sala de jantar, como também em áreas externas, dependendo da potência da lâmpada. As peças têm preços a partir de R$ 200,00, no caso das pequenas, mas podem chegar a R$ 2.200,00, sendo essas com três a quatro lâmpadas.

O espaço oferece, ainda, pratos turcos, elaborados com cerâmica com estampas étnicas, e que são perfeitos para decorar mesas, como também pode ser utilizados como quadros de paredes ou usados para servir petiscos para visitas. Há modelos de vários tamanhos, com preços a partir de R$ 110,00.

No caso dos jogos de mesa, a exposição “Nações & Artes – Feira Internacional de Artesanato e Decoração” comercializa toalhas de mesa bordada com fio de ouro e forro de seda. Elas tem preços a partir de R$ 400, exceto a bordada com fio de ouro que custa R$ 1 mil. Também há capas de almofadas, caminho de mesa, entre outros adornos para compor diversos ambientes da casa.

Serviço:
Exposição “Nações & Artes – Feira Internacional de Artesanato e Decoração”
Onde: 1º Piso do Shopping Vitória
Quando: até o dia 15 de maio
Entrada: franca

Fonte: Folha Vitória

Chalk art, a arte do giz, é tendência em decoração

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Tendência na Europa e Estados Unidos há alguns anos, a chalk art assumiu um protagonismo na decoração de festas, residências e empresas. A técnica se baseia no uso do giz – aquele mesmo, das salas de aula de antigamente – para ilustrar paredes e painéis. Entre as vantagens estão o preço, a personalização (ninguém vai ter uma arte igual a sua!) e a possibilidade de dar cara nova a um espaço sem que seja preciso fazer uma reforma.

O ilustrador Paulo Buarque conta que ano passado a procura pelo chalk art deu um salto. Festas infantis começaram como o grande vilão – Paulo é especialista em ilustração para história em quadrinhos e já fez a alegria dos pequenos com seus desenhos de Homem-Aranha, Super-Homem e até Mundo Bita nos aniversários. Para dar a cor exata do personagem, ele utiliza material importado, já que o giz encontrado nas papelarias tem paleta limitada. Casamentos e festas de 15 anos logo engrossaram os pedidos.

Mais uma opção

De alguns meses para cá, ter uma parede personalizada, única dentro de casa ou no trabalho virou objeto de desejo de muita gente. Segundo o ilustrador, para domicílios e empresas o mais comum é utilizar uma caneta especial que, à base de tinta branca, simula o giz, de forma que a pintura fique definitiva no local. Cada parede leva cerca de três horas para ficar pronta. Mas há quem queira usar o giz tradicional justamente para ter a chance de renovar o visual dos espaços, de tempos em tempos.

A Confraria da Barba foi a primeira a pedir a Paulo ilustrações com o giz legítimo. “Como nossa ideia é substituir as artes a cada seis meses, dando novos ares à casa, optamos pelo giz tradicional, que pode ser facilmente apagado”, conta o proprietário Marcos Canuto. Oito horas foram necessárias para pintar cinco paredes. Em média, o metro quadrado sai a R$ 100.

Você pode escrever o que quiser

A arquiteta e beersommelière Julyana Alecrim usou a técnica em casa e na empresa. “Minha intenção é constantemente mexer no desenho das paredes pra mudar a configuração do espaço sem ter que fazer uma nova decoração ou reformar”, diz Julyana. Para criar ambientes mais receptivos e agregadores, a parede preta tem sempre uma área sem ilustrações para que amigos e clientes se sintam convidados a pegar o giz e participar da construção do painel. No escritório do Mercado da Breja, empresa que administra ao lado do marido, a lousa ganha a contribuição de todos. Em casa, a arte recebe contornos ainda mais especiais: a pequena Valentina, 3 anos, diariamente cria suas obras no espaço.

Fonte: Blog Social 1

Assistente social reaproveita lixo e constrói objetos de decoração no Acre

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A assistente social potiguar Ângela Fontes, de 47 anos, nem sabe dizer ao certo quando começou a se interessar pela reciclagem. Ela mora no Acre há 17 anos e, desde o ano passado, transformou uma casa no “Santo Lixo Atelier”, onde reaproveita lixo na construção de diversas peças de decoração.

Com criatividade, a nordestina faz os mais variados itens. São quadros, portas-chaves, bancos, cadeiras, mesas, armários e luminárias. Todos os objetos totalmente sustentáveis, reutilizando madeira, vidro, garrafas e metal.

“Fazem alguns anos que reutilizo garrafas e pedaços de madeira. A ideia do Santo Lixo me ocorreu quando concluí a obra na minha casa, onde transformei no espaço para trabalhar. Moro em apartamento e vou aos fins de semana e feriados [ao atelier]”, conta.

A matéria-prima é coletada, segundo a artesã, em qualquer lugar, por exemplo, quando passa em frente a algum canteiro de obras. Ela ressalta que, devido à propaganda dos amigos, acaba trabalhando também na decoração de ambientes.

“Onde a gente passa que tem lixo, restos de obras, damos uma olhada, passamos devagar com o carro. Quando vemos que te algo interessante, já levamos e imaginamos o que dá para fazer. Às vezes os amigos pedem também para darmos ideias para a casa e assim vamos fazendo”, acrescenta.

A iniciativa efetivamente comercial é ainda despretensiosa, de acordo com Ângela. Normalmente, a produção não é feita em grande quantidade. Muitas vezes, as pessoas acabam entrando em contato e fazendo encomendas. O Santo Lixo tem uma página no Facebook.

“Virou um vício estar catando e observando as coisas interessantes. Os amigos que conhecem nosso trabalho vão encomendando e vamos entregando. Quando tem final de semana prolongado, fazemos peças pequenas de decoração, porque achamos bonito e que vão ter saída. Ofereço e às pessoas e elas já compram. Tem boa aceitação”, finaliza.

Fonte: G1

Kobra estabelece novo recorde com maior mural do mundo em São Paulo

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Um dos nomes mais conhecidos da arte de rua atualmente, Eduardo Kobra finaliza em São Paulo os últimos detalhes do maior mural do mundo, um recorde que ele mesmo estabeleceu no ano passado no Rio de Janeiro.

Com 5.742 metros quadrados, a nova obra do artista brasileiro avança sobre a parede de uma fábrica de chocolates na região metropolitana de São Paulo, onde o muralista deixa sua marca há mais de uma década.

O mural inédito, de 30 metros de altura e 200 de largura, reproduz uma cena do processo de colheita do cacau na Amazônia brasileira e olha de frente para uma movimentada estrada que atravessa o município de Itapevi.

Com cores fortes, o artista que saiu da periferia e hoje é reconhecido mundialmente retrata em seu novo projeto um jovem indígena navegando com uma canoa carregada de cacau sobre um rio de chocolate.

“Um fotógrafo fez a documentação no Amazonas e através desse trabalho iconográfico eu cheguei a desenvolver 30 desenhos para chegar ao resultado final”, contou em entrevista à Agência Efe.

Kobra começou a atual obra há um mês e a concluirá nos próximos 15 dias, período no qual terá utilizado um total de 3,2 mil latas de spray e muitos litros de tinta.

O artista enfrentou o desafio de superar seu próprio recorde, já registrado no livro “Guinness World Records”, do que passou a fazer parte em 2016 com o mural “Etnias”, um presente para a cidade do Rio de Janeiro durante os Jogos Olímpicos do ano passado.

Com três mil metros quadrados, “Etnias” chamou a atenção do mundo ao impulsionar a mensagem de paz e união que vem promovendo com diferentes obras em vários países.

Com esse mesmo ideal, Kobra irá em breve ao Malawi, para onde foi convidado pela cantora Madonna para fazer dois murais internos em um hospital, inspirados no ex-líder sul-africano Nelson Mandela. Depois, passará por Espanha, Itália, Alemanha e Portugal.

O rastro de Kobra está por todo o mundo, mas especialmente em São Paulo, onde imortalizou em enormes murais personagens como o piloto Ayrton Senna e o arquiteto Oscar Niemeyer, cujo rosto colorido é visível da Avenida Paulista.

Nas últimas décadas, o artista deu cores à cidade mais populosa do Brasil, uma grande massa de cimento que ganhou o apelido de “cidade cinza”, principalmente após a retirada de grafites e pichações de algumas localidades.

“São Paulo é reconhecida pela diversidade de estilos e talentos, o que a transformou em uma verdadeira galeria ao ar livre reconhecida mundialmente”, ressaltou Kobra, cuja talento emergiu na periferia desta cidade no final da década de 80.

Fonte: Estadão

Especialista destaca as vantagens das lâmpadas LED nas residências

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Há quase 138 anos, Thomas Edison revolucionou a história da humanidade. O inventor norte-americano criou a primeira lâmpada incandescente comercializável. Por muito tempo, esse tipo de iluminação brilhou nos lares de todo o mundo. Porém, desde 2014, as lâmpadas incandescentes não são mais permitidas no Brasil, com exceção das lâmpadas halógenas, que possuem um processo químico diferente das incandescentes convencionais.

Por conta da extinção das lâmpadas incandescentes, outra tecnologia de iluminação invadiu as casas brasileiras. Inventada em 1938, por Nikola Tesla, as lâmpadas fluorescentes estão presentes praticamente em todos os lugares. “Elas vieram para substituir as incandescentes. Porém, no início, eram bem caras. Só com o passar do tempo que se tornaram acessíveis. Hoje são as mais utilizadas”, diz o engenheiro elétrico de São José do Rio Preto (SP) Donizeti Vieira Lima.

Mas outra opção vem ganhando espaço no mercado: as lâmpadas de LED. Essa tecnologia foi desenvolvida em 1961, por dois pesquisadores de uma empresa norte-americana do ramo de eletrônicos. Mas somente em 1999 passou a ser usada na iluminação de ambientes e hoje é a primeira opção de muita gente.

O analista fiscal Gustavo Klais Ribas comprou uma casa recentemente e optou por esse tipo de iluminação. “Me disseram que as lâmpadas de LED são mais econômicas, iluminam melhor e são mais duradouras. Por isso decidi ter em casa”, conta.

A economia realmente foi um ponto que agradou o analista fiscal. “Como gosto de ambientes bem iluminados, utilizei o dobro de lâmpadas em relação à casa antiga e a conta veio 5% mais barata. Mesmo as lâmpadas de LED sendo um pouco mais caras, elas acabam compensando”, declara Gustavo.

Outra vantagem das lâmpadas de LED é o conforto térmico, essencial para a bancária e mamãe de primeira viagem Eriane Bragante. “Eu optei por colocar esse tipo de iluminação porque ela não esquenta o ambiente e é mais econômica. Vou colocar no quarto da bebê também, porque o quarto é pequeno e a lâmpada comum deixa o espaço muito quente”, diz a bancária.

De fato, esses pontos são os principais atrativos das lâmpadas de LED. “Elas são lâmpadas frias e, dependendo do tipo de instalação, contribuem para diminuir os custos com a climatização do ambiente. Além disso, elas possuem um alto rendimento e um baixo consumo. Por isso, não são necessárias grandes alterações no sistema elétrico da residência, o que facilita a instalação”, afirma o engenheiro elétrico.

De acordo com Donizeti, apesar de, à primeira vista, não ser a opção mais barata, as lâmpadas de LED geram uma economia considerável a longo prazo. “A economia será sentida dependendo do uso da iluminação e dos outros aparelhos instalados na residência. Sem dúvida há economia, pois a iluminação contribui com cerca de 5% em uma casa de padrão normal. Devido ao seu alto rendimento, o consumo pode ser de três a cinco vezes menor”, explica o engenheiro.

A popularização deste tipo de lâmpada também pode contribuir para deixá-la mais barata. “Elas ainda são mais caras, mas pode ser que sigam os passos das lâmpadas fluorescentes, ou seja, com o aumento das vendas e maior utilização, a aquisição dessas lâmpadas se torna cada vez mais atraente para o consumidor”, avalia.

Além das lâmpadas de LED, existem outros tipos de iluminação que utilizam a mesma tecnologia. O engenheiro elétrico explica as diferenças entre elas. “Para o uso dos diferentes tipos de LED, deve se levar em conta quais são os objetivos. Os spots proporcionam uma iluminação específica, focada em algum detalhe na decoração. Já as fitas de LED são utilizadas em sancas – moldura de gesso usada para embutir iluminação – ou em iluminação contínua”, conclui Lima.

Fonte: G1

Chu Ming Silveira: A arquiteta por trás do projeto do orelhão

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Os orelhões são parte da paisagem urbana brasileira e sua forma icônica perpetuou-se no imaginário da população. Além de possibilitar a comunicação, o orelhão funcionava como um mobiliário urbano, ou mesmo como referência ou ponto de encontro antes da popularização dos telefones celulares. Seu projeto foi desenvolvido por Chu Ming Silveira, nascida em Xangai e formada em Arquitetura e Urbanismo na FAU-Mackenzie, em São Paulo, no ano de 1964. Em 1966, começou a trabalhar na Companhia Telefônica Brasileira (CTB), em São Paulo, realizando anteprojetos, supervisão e coordenação do desenvolvimento dos projetos de Centrais Telefônicas e Postos de Serviço, além de acompanhamento de obras.

Segundo o memorial descritivo, a principal demanda do projeto era encontrar uma solução em termos de design e acústica para protetores de telefones públicos, que apresentasse uma relação custo-desempenho e que fosse adequada às condições ambientais. Chu Ming inspirou-se na forma do ovo para propor uma estrutura forte, leve, resistente ao sol e à chuva, barata, e com um bom desempenho acústico. Isso porque a maior parte do ruído externo era refletido pela forma, enquanto que os sons produzidos internamente convergiam para o centro do raio de curvatura, localizado logo abaixo do ouvido do usuário médio, minimizando a interferência na comunicação.

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Apesar de o orelhão ter se tornado o formato mais popular, foram desenvolvidos estudos para três classes do problema: solução para ambientes fechados, para ambientes semi-abertos e para ambientes abertos. Para isso foram propostos os “orelhinhas”, as “conchas” e os “orelhões” propriamente ditos, respectivamente. Enquanto os “orelhinhas” contavam com dimensões menores, e eram feitos de acrílico, translúcidos, os orelhões eram mais robustos para suportar condições mais desfavoráveis: aplicação externa, a todo tipo de público. O material também os diferenciava, já que os orelhões eram feitos em fibra de vidro. As conchas, por outro lado, contavam com uma forma mais esférica que os outros dois e eram implantadas em postos de combustível, principalmente. As conchas e os orelhinhas eram fixados diretamente na parede, enquanto os orelhões em postes, permitindo um arranjo com dois ou mais aparelhos com apenas uma estrutura de apoio vertical. Com isso, era possível um aproveitamento de espaço superior às antigas cabines telefônicas, por exemplo, utilizando muito menos material e com uma construção simples.

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O projeto de Chu Ming teve um reconhecimento expressivo na mídia, popularizou-se em todo o território brasileiro e, inclusive, recebeu um texto de Carlos Drummond de Andrade. O orelhão e adaptações do projeto da arquiteta foram exportados para diversos países da América Latina, como Peru, Colômbia, Paraguai, e outros países como Angola, e até mesmo China. Chu Ming faleceu em 1997 e faria 76 anos hoje, dia 04 de abril de 2017. Seus filhos mantêm o acervo sobre o projeto no site orelhao.arq.br/.

Fonte: Arch daily

Nos EUA, canal de decoração tem mais audiência do que ESPN e TNT

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O canal de decoração HGTV, inédito no Brasil, fechou o ano de 2016 com 880 mil telespectadores por dia nos Estados Unidos e está sendo considerado um fenômeno. Ficou à frente de canais tradicionais e que exigem investimentos muito mais vultosos, como ESPN (esportes) e TNT (filmes e séries).

O HGTV é o quarto colocado no ranking dos canais mais assistidos pelos norte-americanos, atrás apenas dos infantis Cartoon Network e Nickelodeon e do noticioso Fox News, o primeiro colocado, segundo informações da revista Variety.

O HGTV faz parte do catálogo da programadora Scripps Networks e foi um dos poucos canais que cresceu em audiência entre 2015 e 2016. Além disso, o canal custa pouco para as operadoras: 23 centavos de dólar por mês. A ESPN, o canal mais caro da TV paga norte-americana sai por US$ 7,86 (R$ 24,20).

Outro destaque da Scripps, o Food Network cravou um espaço no top 15, com 596 mil telespectadores por dia _é mais do que o AMC, de The Walking Dead.

Informação predomina
Os três principais canais de notícias aparecem nas 15 primeiras posições dos mais vistos dos EUA. Eles somaram 2,7 milhões de telespectadores por dia em 2016, ano de eleições no país. A conservadora Fox News teve média de 1,4 milhão de telespectadores por dia, enquanto a CNN ficou 757 mil e a  MSNBC, com 609 mil.

Antes de Donald Trump virar presidente dos Estados Unidos, a CNN tinha uma postura mais neutra no noticiário. Após a vitória do empresário, o canal da Turner se tornou uma voz de oposição. Recentemente, uma equipe do canal foi barrada na Casa Branca, atitude tida como uma represália.

Já a Fox News, com foco mais em opinião do que no telejornalismo convencional, é claramente pró-Trump. Por sua vez, a MSNBC defende um ponto de vista mais à esquerda no universo político.

Veja o ranking dos 15 canais mais vistos nos Estados Unidos em 2016 (números levantados pela revista Variety):

1) Fox News: 1,4 milhão de telespectadores por dia;
2) Nickelodeon: 1,2 milhão;
3) Cartoon Network: 1 milhão;
4) HGTV: 880 mil;
5) USA Network: 849 mil;
6) ESPN: 827 mil;
7) TNT: 821 mil;
8) CNN: 757 mil;
9) Investigation Discovery: 714 mil;
10) History: 637 mil;
11) TBS: 620 mil;
12) Discovery Channel: 610 mil;
13) MSNBC: 609 mil;
14) Food Network: 596 mil;
15) AMC: 536 mil.

Fonte: UOL