Tendências de Decoração Rústica em 2017: inovações, cores e texturas

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O portal WebRústicos aponta as principais novidades do ano na hora de decorar a casa com estilo.

Para quem está mais ligado em decoração de interiores, os móveis, cores e texturas de aspecto rústico já vêm ganhando espaço no mercado faz algum tempo – e se consolidaram ainda mais em 2016 e entraram 2017 com toda força.

Já é possível elencar as maiores novidades e inovações na decoração rústica para a temporada atual através das feiras e eventos do setor, onde arquitetos, decoradores e designers especializados dão suas opiniões e pareceres. O portal WebRústicos, dedicado ao segmento, reuniu algumas dicas para quem deseja renovar ambientes seguindo as tendências do estilo. Entre os destaques, muitas opções para diferenciar os espaços com cores e texturas que estão em vigor. Confira a seguir.

CORES
Usar e abusar da variedade de cores é uma das principais tendências em 2017. Hoje em dia os tons mais fortes vêm ganhando espaço dos neutros, que antes dominavam o cenário da decoração. Tudo com a intenção de trazer mais vida ao ambiente e destacar alguma obra de arte, móvel ou peça decorativa.

Como a intenção é manter o aspecto rústico do ambiente, o verde escuro se torna a escolha ideal tanto para móveis – como sofás, mesas e cadeiras -, quanto para paredes. O azul, usado em uma tonalidade mais sóbria e fosca, também pode ser usado, assim como o cinza, o rosa antigo, o cimento e cores que lembrem cerâmica.

Contrastar, porém, é preciso: móveis claros combinam com paredes escuras, e vice-versa. Tudo para manter a iluminação adequada no ambiente e evitar a absorção excessiva de calor.

REVESTIMENTOS
Outra tendência é usar os revestimentos para trazer o aspecto rupestre para o lar. A parede de tijolinhos é um ótimo exemplo de como transformar um espaço misturando a singela aparência campestre com a elegância moderna. O cimento queimado e azulejos antigos também vieram para ficar, tanto nas áreas úmidas (como cozinhas e banheiros), quanto nas áreas íntimas (quartos, salas e áreas de lazer).
As paredes também podem ser revestidas de cortiça para trazer o semblante rústico desejado, mas de forma suave, e ainda dá para usá-la como mural de fotos e lembranças.
Painéis de madeira e ornamentos de palha também estão em alta quando o assunto é destacar detalhes.

Fonte: Terra

Apartamento de solteira – dicas decoração só para elas

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A verdade é que muito se fala em decoração de apartamento de solteiro, que em teoria, eles que sempre querem ficar sozinhos, morando em apartamentos pequenos, com conforto e bem favoraveis para eles. Será?! As mulheres também vivem sozinhas. Moram em apartamentos grandes ou pequenos, levam as amigas, amigos, namorados, família… Tudo bem normal. É óbvio que elas tam suas particularidades e nem tudo que eles fazem, cabe a mulher fazer. Isso vai de cada uma. Mas o que vamos tratar aqui, é de decoração. Dicas para a casa da mulher independente ficar bem bonita e a cara dela. Todos sabem que a mulherada de hoje está mais resolvida do que nunca. Elas priorizam na hora de montar a casa organização, otimização de espaços e praticidade, isso sem deixar de dar aquele toque especial e imprimir a sua energia em cada detalhe.

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E a nossa primeira dica é respeitar o seu estilo. O fundamental é criar uma decoração que atenda às suas necessidades. Mesmo sendo romântica…

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Clássica…

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Ou mais moderna!

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Se tratando de espaço, vamos levar em conta os imóveis com a metragem reduzida. Uma ótima opção para decorar os ambientes é investir em móveis planejados e multifuncionais.

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Também temos sugestão para um escritório feminino. Olha esse com móvel solto, adornos e cor.

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Nossa terceira e última dica é para dar uma sensação de amplitude, use espelhos e dê preferência aos tons mais neutros, investindo em objetos coloridos para dar mais vida e graça ao ambiente.

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Fonte: Blog Art Et Decor

Conheça Zalipie, cidade onde todas as casas têm flores pintadas à mão

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Reza a lenda que há mais de um século atrás, querendo deixar suas casas mais bonitas para o feriado de Corpus Christi, as moradoras de Zalipie, uma pequena vila a cerca de uma hora de Cracóvia, na Polônia, começaram a pintar as paredes e até o teto de suas casas com flores coloridas que ajudavam a disfarçar as marcas de fuligem feitas pelo fogão.

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As estampas foram aos poucos se tornando um costume local e, em 1948, inspiraram The Painted Cottage, uma competição de pintura na qual homens e mulheres criam ou retocam os seus próprios arranjos florais nas paredes das casas, ao redor das janelas e das portas. A disputa, segundo os locais, surgiu como uma forma de ajudar o país a se recuperar psicologicamente dos horrores da Segunda Guerra Mundial.

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Até hoje, a cidade encanta turistas com suas cores e pinturas delicadas – que agora estão por toda parte, do interior das igrejas às pontes e até mesmo em casinhas de cachorro. Para quem passa pela vila, a parada obrigatória é o Museu de Felicja Curyłowa, a mais famosa das pintoras da pequena cidade. A senhora que faleceu em 1974 estampou três casas inteiras, por dentro e pro fora, e – segundo relatos de viajantes – inspira a todos a voltar para casa e sair pintando as paredes com o máximo de cores possíveis! Será?

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Fonte: Casa Vogue

Essa capela sustentável é um sonho para casamentos!

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Uma construção nos Estados Unidos uniu amor e sustentabilidade: A capela de Thorncrown é uma das primeiras construções a adotar a arquitetura sustentável no mundo. Localizada no estado de Arkansas, a igreja é toda feita de madeira ecológica e estruturas de vidro (são 425 janelas do material) para valorizar a luz natural. Além disso, ela fica localizada no meio de uma floresta!

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O local foi construído nos anos 80 pelo arquiteto norte-americano Frank Lloyd Wright. A estrutura transparente proporciona aos convidados uma experiência direta com a natureza durante as cerimônias. Como as estações do ano são bem marcadas no hemisfério norte, o cenário apreciado em um casamento realizado no verão é bem diferente do inverno, por exemplo.

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Mas engana-se quem acha que o lugar é só para “casamenteiros”. A capela é uma atração turística a parte da cidade Eureka Springs. Desde a sua inauguração, em 1981, a igreja já recebeu mais de 6 milhões de visitantes e ficou em 4º lugar na premiação dos principais edifícios do século XX.

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Fonte: Eugosto.de

Como deixar a casa mais aconchegante com plantas

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Em um encontro de blogueiros em Paris, Igor Josifovic, autor do Happy Interior Blog, conheceu Judith de Graff, que comanda o Joelix. Logo de cara, o bate-papo entre os dois rendeu muito mais do que eles poderiam imaginar. Isso porque a dupla descobriu um amor em comum: plantas. Logo surgiu a ideia de criar um espaço para falar sobre o assunto. Assim, em 2013, nasceu o Urban Jungle Bloggers.

No blog, Igor e Judith trazem ideias de decoração com plantas e abordam os vários benefícios de ter verde em casa. Mas não fazem isso sozinhos, o espaço funciona como uma espécie de comunidade onde convidados também escrevem sobre o tema. Tudo que é publicado, no entanto, passa pela curadoria dos dois.

No dia a dia, a distância entre a dupla não atrapalha a dinâmica do site. Igor mora na Alemanha e Judith na França, mas a cumplicidade entre os amigos funciona tão bem que até um livro sobre o assunto eles lançaram. Homônimo ao blog, a obra Urban Jungle (Editora Callwey) aborda os benefícios de viver rodeado de verde.

Toda essa bagagem sobre a vida cercada por plantas foi tema do bate-papo que Casa e Jardim teve com a dupla. Confira abaixo e aproveite as dicas para trazer muito mais verde para dentro de casa. “Além de lindo, deixa o lar mais aconchegante e saudável”, afirma Igor.

Casa e Jardim – Quando surgiu o amor pelas plantas?
Igor Josifovic:
 Plantas têm sido parte da minha vida desde a infância. Meus pais tinham muitas espalhadas pela casa. Quando mudei para o meu próprio apartamento foi natural trazer um pouco de verde. Claro, eu comecei com uma ou duas espécies. Hoje, tenho por volta de 50 plantas distribuídas no meu pequeno apê.

Judith de Graff: A casa da minha família nos anos 1980 era uma verdadeira “floresta urbana”, tinha plantas por todos os lados: nas cadeiras, mesas, janelas… Quando adolescente, eu trabalhei em uma floricultura. Mas a paixão pelo verde só despertou de verdade quando visitei o Jardim Exótico em Mônaco. Eu quis levar a sensação boa daquele lugar para dentro de casa. Foi aí que comecei a ter as minhas próprias plantas e nunca mais parei.

CJ – Desde o nascimento do Urban Jungle Bloggers, o lar de vocês mudou muito?
Igor:
 A sensação é que cada vez tem mais verde. Eu tenho tantas plantas de diferentes tamanhos. Constantemente tenho que doá-las a amigos e familiares.

Judith: Igualmente aqui. Minha casa está totalmente esverdeada. E eu também adoro brincar com vasos. Agora não tenho mais espaço para eles no chão e bancadas, a solução foi apostar em plantas penduradas. Tenho uma espécie de jardim vertical.

CJ – Vocês podem contar um pouco sobre decoração com plantas?
Igor:
 Eu sou um grande fã do estilo de decoração boho. Gosto de misturar elementos étnicos, texturas vintage, cerâmicas artesanais, objetos garimpados em brechós e lembranças de viagens para trazer a minha personalidade ao lar. As plantas são o acompanhamento perfeito para acentuar o estilo de vida boêmio à casa.

Judith: Eu amo ter uma casa iluminada e colorida com um estilo contemporâneo. Para isso, gosto de misturar peças de design com objetos que herdei. Tudo coroado com muitas espécies de plantas espalhadas pelo lar. Uma vez tentei deixá-las todas juntas em um só lugar, mas achei que o resto da casa ficou vazio e sem alma. O verde traz muito mais personalidade para os espaços.

CJ – Qual a sua maior inspiração na hora de escolher as plantas para decorar o lar?
Igor:
 Algumas plantas eu escolho da minha “lista de desejos”, outras eu encontro por acaso nas ruas. Tem aquelas que são lembranças de viagens a outros países, algumas são presentes e tem também as que descubro nas floriculturas locais. O mais importante, na minha opinião, é misturar espécies grandes e pequenas. Eu também gosto das suculentas por conta da folhagem tropical. A dica é imaginar a espécie escolhida na sua casa. Se combinar com o seu estilo e parecer certo: leve!

Judith: Assim como o Igor, eu também tenho a minha “lista de desejos”, mas muitas outras plantas chegam de diferentes locais: floriculturas, presentes de amigos, lembranças de viagens ou até trocas com outros amantes de plantas. Eu também sempre escolho novas espécies pensando em meus três gatos. Elas não podem ser tóxicas ou muito atraentes para eles. Eu adoraria ter plantas frondosas em minha mesa do escritório, mas, com certeza, eles derrubariam e ainda comeriam. Então, preciso mantê-las fora do alcance dos bichanos. Por sorte, eles não se interessam pelas minhas suculentas, que amo, e posso ter quantas quiser.

CJ – Quais são os maiores benefícios de ter plantas em casa?
Igor:
 Nós acreditamos que existem inúmeros benefícios. Primeiro, plantas transformam o lar e trazem vida a qualquer ambiente. Elas também melhoram o clima da casa, já que purificam e umidificam naturalmente o ar. Além disso, o verde tem um efeito relaxante em nossa mente e nos conecta à natureza. E por último, mas não menos importante, plantas transformam para melhor qualquer decoração. Em poucas quantidades ou uma “quase floresta” inteira, o importante é trazê-las para dentro de casa.

CJ – E como elas podem deixar o lar mais aconchegante?
Judith:
 As plantas adicionam, instantaneamente, vida e aconchego a um lar. Verde é, geralmente, a cor que relaxa e eleva a harmonia nos ambientes. Trazer espécies para dentro de casa nos lembra a beleza da natureza, além de deixar a atmosfera quente e confortável. E, principalmente, elas são o elemento perfeito para criar um ambiente de refúgio no lar.

CJ – Vocês afirmam que as plantas também deixam o ambiente mais saudável. Como funciona?
Igor: 
Sim, as plantas deixam o lar mais saudável. Muitos estudos têm revelado que, além de purificarem o ar, elas também removem toxinas. Isso porque umidificam naturalmente os ambientes, o que traz oxigênio fresco. Esse é o processo que deixa nossa casa melhor e mais saudável.

CJ – E quais são as melhores espécies para se ter em casa?
Judith:
 Não existe uma regra. Depende muito do tamanho do lar e do estilo do morador. Uma preocupação a se levar em conta é se tem crianças e animais de estimação, afinal algumas espécies são tóxicas. Se a busca é por plantas que purifiquem o ar, opte por espada-de-São-Jorge, jiboia, babosa, samambaia americana ou clorofito.

CJ – Também podemos levar plantas para o escritório, certo? Qual a melhor espécie?
Igor:
 As plantas melhoram a nossa concentração e criatividade. E também renovam o oxigênio do escritório. Aqui é preciso levar em consideração a luz incidente no espaço. Mas existem algumas espécies bem resistentes. Aposte em espada-de-São-Jorge, aglaonema ou lírio da paz.

CJ – Para finalizar, como podemos decorar com plantas?
Judith:
 1. Crie um minijardim no parapeito de sua janela: combine várias plantas da mesma espécie, por exemplo cactos. Ou faça um mix de plantas de tamanhos e texturas diferentes para criar uma floresta urbana.

2. Faça seu próprio terrário: use uma jarra de vidro e aposte em plantas que amam umidade, como a peperomia, geastrales e outras.

3. Aposte em um jardim vertical. Com tutoriais disponíveis na internet é possível montar os suportes gastando pouco.

4. Uma única planta robusta em um ambiente funciona muito bem. Que tal uma árvore-da-borracha? Ou uma grande euphorbia? Um cacto alto também é uma excelente opção. Para completar, um quadro com uma imagem botânica traz ainda mais charme ao espaço.

5. Vários vasos de plantas. Aqui é um outra opção de faça você mesmo. Que tal desenhar e pintar seus vasinhos? Combine peças vintages com referências modernas.

Fonte: Casa e Jardim

 

 

Telhados verdes são uma aposta bonita e sustentável para as casas

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Colorir os centros urbanos de verde parece impossível, mas um projeto de arquitetura que utiliza plantas nas coberturas dos imóveis pode mudar essa realidade. Os chamados telhados verdes são uma forma de trazer a sustentabilidade e o cuidado com o meio ambiente para a casa ou apartamento. Além de alegrarem o cenário predominantemente cinza das cidades, eles auxiliam na drenagem da água da chuva e proporcionam isolamento acústico e térmico.

Os telhados vivos, como também são chamados, podem ser jardins em edifícios com telhado plano ou podem ser uma cobertura de gramíneas em telhados com inclinação. A grande vantagem é o isolamento acústico e térmico. Uma pesquisa realizada na Universidade de São Paulo (USP) mostrou que a diferença de temperatura entre um prédio com telhado verde pode ser até 5°C menor do que um com cobertura de concreto. Além disso, nos edifícios com esse cuidado sustentável, a umidade relativa do ar é cerca de 15% maior.

A drenagem da água das chuvas também é feita por esse jardim no alto das residências, assim como a absorção de poeira e poluição. Com isso, reduz-se a necessidade de escoamento de água e de sistemas de esgoto. Nesse jardim, pode-se plantar pequenas hortas, com alface, brócolis e olerícolas em geral além de se colocar vasos e flores. “É uma maneira de trabalhar uma questão ambiental, com uma visão não tão urbana, além de retomar o contato com a natureza”, explica o engenheiro agrônomo da empresa curitibana Esalgarden, Gustavo Milak.

Instalação

Para quem quer optar por esse projeto, é necessário muito estudo. Para casas e edifícios já construídos, a ajuda de um engenheiro é essencial, já que deve ser observada a capacidade da laje de suportar a estrutura. “Hoje o que muitos fazem é trocar o telhado por uma laje para produzir hortas e ter um jardim, mas é importante verificar quanto a estrutura comporta de peso, para evitar rachaduras na casa”, destaca o engenheiro agrônomo. Com a aprovação de um engenheiro em mãos, o proprietário precisa seguir algumas dicas. Para locais com laje, ela deve ser impermeabilizada, para impedir vazamentos e infiltrações.

Fonte: Bonde

Casa sustentável é feita de papelão e dura 100 anos

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É isso mesmo o que você leu. Essa casa é feita de papelão e não se desfaz com a chuva. Aliás, ela não se desfaz por nada e é capaz de durar 100 anos! Os criadores são integrantes do estúdio de design holandês Fiction Factor. Batizada de Wikkel House, o lar é construído em apenas 24 horas e tem 50 anos de garantia.

Você deve estar se perguntando: “Mas como é que ela dura tanto tempo e sobrevive às mudanças climáticas sendo de papelão?”. A responsável por tudo isso, segundo os desenvolvedores, é uma supercola que é aplicada em todas as camadas e, depois, a casa é revestida de madeira ou outro material à escolha do cliente.

Optar pela casa de papelão é três vezes mais sustentável do que escolher uma tradicional de alvenaria. Além disso, ela é mais barata. Custa cerca de 25 mil euros, aproximadamente R$ 90 mil. E sabe o que mais? Ela é construída em blocos e, por isso, pode ser desmontada, transportada e se adaptar ao tamanho que você quiser.

O imóvel funciona perfeitamente, com instalações hidráulicas e elétricas. Você pode também customizar o interior, que é todo de madeira, com cores, estampas ou como preferir. Atualmente existem 12 unidades construídas, todas na Europa. Na verdade, ela pode ser o que você quiser: uma casa de praia, uma cabana no interior, um escritório ou o lar da sua família.

Confira as fotos abaixo:

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O segredo para o papelão não se desfazer com as mudanças climáticas é uma supercola aplicada em todas as camadas  (Foto: Divulgação/Wikkel House)

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Depois de receber a supercola, a casa é revestida de madeira ou outro material à escolha do cliente (Foto: Divulgação/Wikkel House)

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A casa pode ser construída em qualquer lugar: praia, campo ou cidade (Foto: Divulgação/Wikkel House)

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O imóvel é capaz de receber instalações elétricas e hidráulicas (Foto: Divulgação/Wikkel House)

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Além de ser três vezes mais sustentável que uma casa de alvenaria comum, a Wikkel House sai por cerca de R$ 90 mil (Foto: Divulgação/Wikkel House).

 

Fonte: Revista Casa e Jardim

Arquitetura com personalidade para todos os tamanhos

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É possível desenvolver um ambiente moderno, multifuncional e cheio de personalidade, mesmo com apartamentos e casas cada vez menores. A ideia fica evidente no projeto assinado pelos arquitetos Diogo Luz e José Guilherme Carceles, da Casa 100 Arquitetura, para o apartamento de 65 m² localizado em São Paulo, batizado de Poledance.

Projetado para um jovem advogado, solteiro e que gosta de receber amigos, a morada surpreende pela sua multifuncionalidade e design de interiores. Com todo o desenho de marcenaria desenvolvida pelos arquitetos, a proposta do projeto foi criar um ambiente amplo e que atendesse todas as necessidades do cliente. Os móveis baixos que contornam toda a sala, foram pensados para servir de bancos, apoios ou mesa.

“O cliente queria um espaço para dar festas e receber os amigos. Quando perguntamos o que ele queria no projeto, ele respondeu ‘Quero um Poledance’. Por isso o nome. A partir disto, criamos um ambiente leve, mutável, multifuncional, contemporâneo, urbano e livre“, conta o arquiteto Diogo Luz.

Além de pensar no design e no uso dos espaços, Diogo e José Guilherme desenvolveram um projeto luminotécnico com luz indireta na sanca de gesso, que possui duas funções: a iluminação comum do dia a dia ou a colorida para festas. Por estarem sobre a sanca, elas não aparecem, deixando o espaço mais agradável.

O balcão da cozinha foi desenhado com um fecho “toque”, ficando maior conforme o desejo do morador. E para fazer o papel da mesa de jantar foi usado um quadro grafitado, que quando não está sendo utilizado, está pendurado na parede. Um pendente foi instalado sobre o balcão, coroando o ambiente.

Fonte: NH

Casa de praia com as tendências para 2017

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O equilíbrio entre materiais brutos, como tijolo, madeira e cimento, mantendo uma leveza de formas e um frescor que se deseja para uma casa de praia. Este contemporâneo projeto na praia de Xangri-lá traz a assinatura dos arquitetos Marcelo Seferin, Gustavo Seferin, Camila Sanguiné e Eduardo Abreu em uma composição também suavizada pelos grandes vãos de vidro.

– O que possibilitou criarmos uma ventilação cruzada na sala de estar e jantar, tornando o ambiente confortável também nos dias mais quentes, sem necessidade de ar-condicionado – explica Marcelo Seferin.

Materiais com tecnologias atuais e propostas atemporais foram pensados para a maior parte dos revestimentos. No piso térreo, a escolha recaiu para o cimento queimado, que compõe com os tijolos de olaria que surgem em paredes pontuais. Uma textura que reproduz o visual do piso foi aplicada na churrasqueira, com o cinza quebrado pelo colorido das luminárias de Fernando Jaeger – cujos tons são rebatidos em outros elementos, como a cristaleira e as banquetas altas.

A marcenaria sob medida, executada pela Collet Móveis, traz alguns toque de bossa, como os azulejos com aparência de ladrilho hidráulico no tampo e a base de madeira de demolição. As cadeiras assinadas por Charles & Eames criam o contraponto entre o rústico e o design icônico.

Traços contemporâneos
Referências internacionais, como os balneários uruguaios e a arquitetura australiana, foram a base da pesquisa dos arquitetos. Entre os materiais, a madeira cumaru tem recursos de estilo, como os painéis que são estendidos e “transformam-se” em brises, que, além do conforto térmico, garantem privacidade ao pavimento superior. As esquadrias são de PVC com pintura que faz referência aos amadeirados. As poltronas do estar são assinadas por Aristeu Pires, e o sofá é do Estúdio Bola

Foto: Marcelo Donadussi / Divulgação

 

Paisagem de sonho
Uma das premissas da arquitetura era que todos os dormitórios tivessem janelões para o jardim, criado em parceria com a empresa Gramoterra

Foto: Marcelo Donadussi / Divulgação

 

Sintonia de cores
Os mesmos azulejos da parede da cozinha foram usados no tampo da mesa de jantar. As banquetas vermelhas e as luminárias são design de Fernando Jaeger

Foto: Marcelo Donadussi / Divulgação

Foto: Marcelo Donadussi / Divulgação

Foto: Marcelo Donadussi / Divulgação

Tendências da temporada: sem modismos

Os quatro profissionais que assinam este projeto listaram alguns materiais em que apostam para o top das listas de queridinhos entre lançamentos e releituras. Um ponto comum chama a atenção: a atemporalidade é a marca dos citados.

Pisos amadeirados – Os pisos de madeira estão em alta, e a instalação tipo espinha de peixe segue nas tendências. Para quem quer praticidade, as empresas de porcelanatos e vinílicos desenvolvem cada vez mais opções com aparência muito próxima à da natural.

Pedras – As versões de quartzo estão cada vez mais presentes. Porém, existe um retorno das pedras como mármores e granitos com veios mais imponentes – e são elementos que podem fazer toda a diferença na composição de um ambiente.

Cimento queimado – Veio pra ficar. Hoje é possível utilizar acabamentos com este efeito até em ambientes mais clássicos, segundo o quarteto. O mercado oferece opções com variações de textura, desenho e cor, atendendo aos mais diferentes estilos de espaços.

Vegetação – “Com panos envidraçados para áreas verdes, jardins internos, paredes verdes ou simplesmente vasos com pequenas plantas, transformamos os espaços que habitamos em ambientes muito mais agradáveis” diz Marcelo Seferin.

Fonte: DC

Tudo sobre a greenery, cor que será tendência de decoração nos casamentos de 2017

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A Pantone lançou internacionalmente a cor anunciada para 2017: Greenery.  Segundo a design especialista em cor e fundadora da Academia da Cor e Design Fabiane Mandarino, a tonalidade escolhida é um verde bem aquecido e carregado de amarelo.

“Esse verde escolhido nos remete ao verde da folhagem e evoca toda a vitalidade da natureza e nos convida a respirar fundo e está ligada a nossa necessidade de explorar novas possibilidades, experimentar e reinventar. A escolha remete a sensação de relaxamento, saúde, frescor e renovação”, comenta a expert.

Por isso, nos casamentos do ano que vem, a cor vai predominar.

“A tendência botânica começou a surgir do meio do ano de 2016 para o final. Muito com o foco na decoração com  combinações como verde e cinza ou branco. A cor escolhida como tendência para 2017 é harmônica, uma ótima aposta para casas que querem investir em casamentos e festas ao ar livre ou na praia”, afirma a assessora de eventos Fabiana Pinheiro, da Bem Assessorados.

Fonte: Caras