Luxo no mar – Brasil representa 1,5% do crescente mercado de iates de luxo no mundo, onde anualmente são vendidos 1000 unidades

Iates de luxo são verdadeiras casas em alto mar. Alguns medindo mais de 80 pés (24 metros), são considerados megaiates e chegam a ter cinco suítes e são decorados com muito requinte para oferecer todo o conforto a seus ocupantes. Podem ser equipados com televisores de plasma e home theaters, de acordo com o desejo do comprador. Em todo o mundo, são fabricados cerca de 1.000 iates de luxo por ano, com preços que chegam a ultrapassar facilmente R$ 10 milhões e levam de oito a dez meses para ser construídos.
No restrito mercado de vendas de iates de luxo, o Brasil representa aproximadamente 1,5% do consumo mundial. A Itália é maior produtora de iates de luxo do mundo, com 260 unidades, em segundo lugar está os Estados Unidos, com 85. Holanda, Reino Unido e Alemanha ocupam terceiro, quarto e quinto lugares, respectivamente. Para se considerar um iate como sendo de luxo, normalmente, existe uma referencia de preço. Dificilmente um iate de luxo custa menos do que R$ 1 milhão.O iate italiano Azimut de 47 pés (cerca de 15 metros) custa R$ 3 milhões no Brasil e o iate da Sea Ray de 35 péss (11 metros) chega no País por R$ 1,1 milhão.
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Spirit Ferretti 88, de 88 pés (26 metros de comprimento) com 4 cabines, 5 banheiros e custa R$ 22 milhões
As principais fabricantes de iates no mundo são as italianas Azimut-Benetti e Ferretti Group. As duas têm parcerias com empresas brasileiras na fabricação de seus barcos. Desde 1996, a empresa náutica brasileira Intermarine mantém um acordo de fabricação sob a licença da Azimut, sendo a única no País a desenvolver os barcos da marca fora da Itália. A empresa de construção de barcos de luxo Ferretti possui uma parceria com a brasileira Spirit, que passou a se chamar Spirit Ferretti em 1992. Assim como a empresa Intermarine é a licenciada exclusiva da Azimut, a Spirit é a única empresa que pode montar as embarcações Ferretti fora da Itália.
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Pilar Rossi, iate de Nelson Piquet, com 100 pés e valor aproximado de R$ 12 milhões
Marco Antonio do Carmo, diretor-executivo da YatchBrasil, empresa que representa no paí­s a americana Sea Ray (EUA) e as italianas Azimut, Benetti e Atlantis informa que, a empresa comercializa 60 iates novos por ano, entre 30 e 60 pés. A demanda Brasileira é estimada em 150 unidades novas por ano. Somente a marca Intermarine é responsável por atender 70% do mercado brasileiro de iates de luxo. A Schaefer produz no Brasil iates de  50 pés que são vendidos por R$ 2,8 milhões. Apesar da crise financeira, a empresa investiu em 2009 cerca de R$ 6 milhões na construção de um centro de usinagem para fabricar novos produtos. O investimento total, a ser concluído em 2010, deve chegar a R$ 15 milhões. Investimentos que demonstram a importância do mercado brasileiro de iates de luxo.

Os principais compradores dos iates de luxo no País são pessoas que têm aumentado seu poder aquisitivo através de investimentos na bolsa de valores. Mas há também celebridades comoLuma de Oliveira, proprietária de um iate de 52 pés (16 metros), Nelson Piquet, que possui um iate de 98 pés (30 metros), Ana Maria Braga, com seu barco de 82 pés (25 metros), e o empresário Eike Batista, que possui uma embarcação de 177 pés (54 metros), onde promove eventos badalados, com direito à vista da cidade do Rio de Janeiro a partir da baía de Guanabara e festa privada com a cantora Madonna. Apesar de o Brasil representar apenas 1,5% no mercado mundial de vendas de iates de luxo, o segmento vem crescendo no País.

Fonte: Portal do luxo

Cobre é cada vez mais aplicado na decoração de jardins

Embora as propriedades benéficas do cobre sejam conhecidas desde a antiguidade, o metal não deixa de surpreender e inspirar arquitetos e designers. Depois de conquistar o interior de ambientes, o cobre também encontrou lugar ao ar livre, graças às propriedades inerentes como durabilidade, resistência à corrosão e versatilidade. Estas características fazem com que o metal seja cada vez mais popular entre designers e paisagistas.

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Altamente resistente à corrosão, o cobre é um dos materiais preferidos para estruturas submetidas a condições climáticas difíceis. Telhados ou fachadas de cobre se caracterizam por ter a mesma vida útil que o edifício que está protegendo.

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Esta resistência também faz do cobre a escolha perfeita para os acessórios ao ar livre – calhas, regadores ou duchas que resistem ao tempo. Além disso, mais de 40% do cobre utilizado na atualidade é reciclado e essa característica aumenta sua presença em projetos voltados para a sustentabilidade e meio ambiente.

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Decoração externa, jarras, acessórios de jardim, mobiliário; há uma infinidade de maneiras de usar cobre ao ar livre. Por ser maleável, o metal pode adotar diferentes formas e cores devido à oxidação natural. Avermelhado em seu estado natural, sua aparência e cor podem mudar com o tempo, tornando-se café e logo com tonalidade esverdeada. Assim como as plantas, o cobre muda de acordo com as estações do ano.

Outra vantagem está no uso de vasos em cobre como método complementar ao controle de pragas. O cobre tem propriedade fungicida e bactericida. Em contato com o metal, fungos e bactérias morrem em até duas horas. Esta propriedade faz com que o cobre seja um dos materiais preferidos dos designers na escolha de suportes, telas de proteção, discos que impedem o crescimento de musgo e moldes como pedras decorativas, entre outros.

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Personalização, cultura e privacidade são as bases do novo luxo na hotelaria

A valorização das pequenas experiências, do conhecimento e da personalização, em detrimento à ostentação já caminhava a passos lentos, mas ganhou nova aceleração quando estourou a crise econômica. Mas enquanto as marcas ainda quebram a cabeça para traduzir esses novos códigos do luxo imaterial em produtos, a hotelaria os consolidam com a ajuda das redes sociais. “O Facebook e o Twitter se tornaram poderosas fontes de pesquisa para que possamos surpreender o cliente e entregar o luxo emocional que ele espera”, afirma Ömer Acar, diretor geral do hotel Le Royal Monceau-Raffles, em Paris.

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Não que os lençóis de mil fios egípcios, as camas ultraconfortáveis e a banheira de hidromassagem tenham sido deixados de lado, mas juntam-se a isso pequenos detalhes que certamente fazem diferença. “Ao invés de receber o hóspede com champanhe e chocolates, podemos esperá-lo com um suco de frutas fresquinho se soubermos antecipadamente que ele está de dieta”, exemplifica Nathalie Seiler-Hayez, gerente geral do hotel The Connaught, em Londres. Ou, como aconteceu com Acar, ganhar pontos com a ajuda de uma simples Coca Zero. “Ficamos dias tentando achar algo no Twitter de um cliente que nos desse uma pista de seus gostos pessoais e não havia nada. Mas pouco antes dele desembarcar vimos um post reclamando da ausência do refrigerante no voo. Foi a nossa salvação. Enviamos o refrigerante com o carro que o pegaria no aeroporto”, lembra o executivo, que aproveitou uma falha de outra empresa para fortalecer seu relacionamento com o hóspede.

Mas nem só as redes sociais se tornaram preciosa fonte de informação para os hoteleiros. O próprio staff passou a ser mais valorizado e ganhar treinamento diferenciado para servir como araponga. “Contamos com eles para identificar os gostos e desejos dos clientes durante a estadia e nos ajudar a surpreendê-los nos pequenos detalhes. E isso vale do concierge à camareira”, diz Rebecca Sajours, gerente de vendas do grupo hoteleiro Maybourne, dono das bandeiras Claridge’s, The Connaught e The Berkley, em Nova York. “A camareira, por exemplo, pode nos dar dicas preciosas para arrumarmos o quarto da forma que o cliente mais gosta e o concierge, de que tipo de interesses ele tem. É um trabalho de observação e adaptação que envolve toda a equipe, o tempo todo”, afirma Nathalie.

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Sem poder contar com um incremento no quadro de funcionários para assegurar as exigências dos novos tempos, a saída foi peneirar apenas os mais qualificados. O que significa ser um mestre em buscas pela internet, ser discreto, atento e prestativo, ter profundo conhecimento de artes plásticas ou história e conhecer a região em que trabalha como a palma de sua mão. “Em um mundo tão globalizado e pasteurizado, os hóspedes querem imergir na verdadeira cultura local durante sua estadia”, diz Alessandra Baldeschi, diretora de comunicação do hotel Principe di Savoia, em Milão.

Que o diga Ömer Tosun, proprietário do Museum Hotel Capadócia, primeiro Relais & Chateaux na Capadócia, onde tudo se baseia na história e cultura turca. “As pessoas querem se nutrir com a cultura local. Querem vivenciar a Turquia dentro e fora do hotel, com serviço de primeira”, garante o hoteleiro. Não à toa, ele investiu mais de dez anos na restauração do local, que conta com uma galeria subterrânea com antiguidades datadas de 3 mil anos a.C, encontradas durante a construção do hotel, spa com tratamentos tradicionais, aulas de culinária turca e restaurante com menu que resgata pratos locais pouco usuais atualmente.

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Mas se a imersão na cultura local é quesito valioso, a privacidade dos hóspedes e a sensação de que toda a estrutura do hotel funciona apenas para servi-lo, também. Daí algumas propriedades terem optado por reduzir o número de quartos, ampliar os espaços dedicados à área comum ou mesmo limitar o acesso de não-hóspedes às dependências. Caso do Setai, em Miami Beach, onde a praia em frente ao hotel e as três piscinas são privativas e a reserva nos restaurantes é prioritária aos clientes. Se a tudo isso for possível incluir dedicação quase exclusiva, melhor. “Especialmente os clientes da América do Sul, que estão acostumados a ter diversos funcionários em casa, querem muita agilidade no atendimento” diz Ivan Bauza, diretor de vendas e marketing do Setai.

Segundo os hoteleiros, cuidados como esses têm garantido taxas de retornos maiores que nos anos anteriores. Afinal, como resume Acar, passou-se a vender felicidade ao invés de quartos para hospedagem.

5 hotéis super caros e luxuosos pelo mundo

Já imaginou gastar cerca de um milhão de dólares em um pacote de viagem? Quem se hospeda e uma dos hotéis mais caros e luxuosos do mundo pode chegar a gastar tudo isso só para desfrutar de padrões de conforto inimagináveis para nós, reles mortais. Nesses lugares, uma simples sobremesa pode valer ouro e personalização é a alma do negócio.

Conheça agora alguns dos hotéis mais caros e sofisticados do planeta e descubra o que faz algumas pessoas gastarem fortunas só para dormir ou jantar neles.

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Emirates Palace

Com 302 quartos e 92 suítes decorados com mármore importado e folhas de ouro, o Emirades Palace fica em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos. Os quartos possuem sistema de entretenimento individual e controles de luz por touchscreen.

Além dos dois tapetes tailandeses, que chegam a pesar uma tonelada, e das mais de mil luminárias, o hotel conta com 128 cozinhas e gasta, por ano, cinco quilos de ouro comestível nas sobremesas. A construção desse nada modesto palácio custou 3 bilhões de reais, o equivalente ao PIB de países africanos como Ruanda e Malauí. Um pacote de férias de uma semana, personalizado ao gosto do cliente, pode chegar a custar um milhão de dólares.

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Hotel Cliveden

Esse clássico hotel localizado em Berkshire, Inglaterra, é digno da realeza britânica. Já serviu de repouso para gente ilustre como o rei George I, Charles Chaplin, Roosevelt e rainha Victoria. O lugar investiu em móveis e antiguidades para dar aos visitantes a sensação de estar em um hotel do século XIX.

Ele possui uma área de mais de 1.500 quilômetros quadrados de jardins e bosques, além de spas, barcos e lanchas para quem quer cruzar o Tâmisa em um navio de alto padrão. O lugar recebe festas e eventos da nata da sociedade britânica. Uma noite no hotel custa a partir de 820 reais e pode chegar a 5 mil reais. Muito dinheiro só para ser vintage, não acha?

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Wolgan Valley Resort e Spa

Localizado no deslumbrante cenário das Blue Montains, na Austrália, o lugar é um refúgio para turistas de alto poder aquisitivo. Foi construído em uma antiga fazenda e garante privacidade e o descanso total a quem chega, proibindo o acesso de pessoas de fora, além de não possuir cobertura de telefone celular.

Apesar do estilo rústico, o hotel possui estrutura moderna e 40 suítes em forma de bangalôs, equipadas com jacuzzi e piscinas privativas. Espere gastar, em média, 3 mil reais por uma noite aqui.

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Seven Stars Galleria

O único hotel sete estrelas de toda a Europa fica em Milão, na Itália. Construído dentro da Galleria Vittorio Emanuele II, um monumento histórico do século XIX, o lugar oferece uma experiência totalmente personalizada para seus hóspedes. No momento da reserva, os membros do staff fazem uma pequena entrevista para descobrirem as preferências individuais de cada pessoa.

Um motorista, uma limusine e um mordomo aguardam a chegada dos clientes ao aeroporto e ficam à disposição durante toda a estadia. E você pode esperar mais mimos: um drink de boas vindas ao som da sua playlist favorita, sua marca de travesseiro e cobertor predileta e seus pratos preferidos te aguardam no Sevem Stars Galleria. Tudo isso por uma bagatela de no mínimo 1,3 mil reais.

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Faena Hotel and Universe

Um mergulho pelo mundo das celebridades e milionários, o Faena Hotel and Universe é um recanto de elegância e beleza localizado bem aqui, na América do Sul, mais especificamente em Puerto Madero, Argentina. Um dos restaurantes do lugar, o El Bistro, é considerado um dos três melhores em hotel do mundo.

Decorado por um dos designers mais famosos da atualidade, o francês Philippe Starck, o lugar possui quartos brancos que transmitem a mais pura paz, um spa e uma casa de shows no estilo dos cabarets dos anos 1920 onde é possível assistir a incríveis apresentações de tango e shows musicais. Gostou? Então espere desembolsar cerca de mil reais por noite para ficar ali.

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Móveis surrealistas de grife de luxo são exibidos em SP

Doze peças de mobiliário da marca de luxo francesa Maison Martin Margiela estão expostas (e à venda) na loja Conceito Firma Casa, em São Paulo, até 28 de abril.

A grife, que desfila na Semana de Moda de Paris e há dois anos é destaque na Semana de Móveis de Milão, montou ali um ambiente de inclinação surrealista com pequenos sofás e mesas tortas. Um adesivo com uma porta estampada e um ovo de resina que serve de fixador de rodapé arrematam o cenário.

“Nosso sentido de luxo está mais ligado à forma e ao estranhamento, na contramão da uniformidade estética que a indústria da moda prega. Somos menos marca e mais ideia”, explica o designer argentino Eduardo Dente, membro do coletivo de arquitetos, estilistas e restauradores de arte responsável por levar adiante os preceitos do belga Margiela, que se despediu da casa em 2008.

Uma particularidade da grife é a discrição dos criadores, que evitam aparições públicas e já chegaram a posar para fotos com os corpos cobertos. Austeridade herdada de Margiela.

Concreto biológico para muros verdes

O Grupo de Tecnologia de Estruturas da Universidade Politécnica da Catalunha desenvolveu uma espécie de concreto que tem a capacidade de fazer crescer naturalmente organismos vegetais.

Trata-se de uma mistura de dois tipos de cimento, um convencional e outro com base de fosfato de magnésio.

O material, ideal para ser utilizado em fachadas, oferece vantagens como a redução de CO2, o aumento do conforto térmico, além do fator estético.

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Projeto “Hydropolis”: Uma cidade aquática para o vale do Nilo, Egito

O projeto “Hydropolis” foi projetado pelas estudantes MArgauxLeycuras, Marion Ottmann e Anne-HinaMallette, da escola de arquitetura de Nantes, e ganhou recentemente um dos prêmios do concurso organizado pela Fundação Jacques Rougerie. “Hydropolis” é uma cidade aquática localizada no Vale do Nilo, Egito, que pretende explorar a seu favor o fenômeno do aumento do nível das águas ao invés de sofrer as consequências e reagir posteriormente.

Mais imagens e a descrição do projeto dada pela equipe de projeto, a seguir.

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Os apartamentos mais caros de São Paulo

A pedido de Exame.com, o site 123i compilou a lista dos prédios cujas unidades-padrão têm o maior valor de avaliação da capital paulista. Eles se localizam em bairros como Vila Nova Conceição e Jardins, atualmente os mais valorizados de São Paulo. O metro quadrado médio chega a custar 30.000 reais. Foram excluídas do ranking as coberturas, que podem ser exclusivas. O 123i é um banco de dados alimentado por corretoras com as estimativas de preços de imóveis residenciais com mais de dois anos de idade nos 54 bairros mais valorizados de São Paulo. Os valores mínimo e máximo aos quais a reportagem se refere correspondem às diferenças de preços entre apartamentos de andares mais altos e mais baixos, por exemplo.

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