Jovem empreendedor aposta em mercado imobiliário de alto padrão e cresce em meio à crise no setor

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O mercado imobiliário tem sido bastante afetado pelo cenário econômico adverso, tanto de forma negativa como positiva. Com os juros altos e a instabilidade política, o sonho da casa própria acaba sendo adiado, porém, o momento é de boas oportunidades de compra de imóvel por parte de investidores.

De acordo com a Pesquisa do Mercado Imobiliário, realizada pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP, de janeiro a setembro deste ano, a quantidade de imóveis comercializados na cidade despencou 21% em comparação com o mesmo período do ano passado. Na locação, a média é de -3,10%, segundo o Índice FipeZap.

Com uma conjuntura tão adversa, como vender?

Para o especialista em mercado imobiliário, Igor Almeida, a resposta pode ser resumida em uma única palavra: “Atendimento”. Dono de uma imobiliária com imóveis de alto padrão, a Igor Almeida Consultoria Imobiliária, localizada em Higienópolis, bairro nobre e reduto da elite paulistana, e que negocia cifras na casa dos milhões. Sua clientela é composta por artistas, políticos, grandes empresários, personalidades influentes e famílias abastadas.

Embora não revele números, o executivo pontua que, em tempos de recessão, o bom atendimento faz toda a diferença:

“Sempre prezo pelo cliente. Nós o vemos como amigo. Prestamos um atendimento totalmente diferente do mercado. Eu inclusive saio para tomar café, tenho programação de viagem com clientes e famílias. O corretor às vezes também é ouvinte e muitas vezes acaba fazendo parte da família”, comenta.

A Igor Almeida Consultoria Imobiliária contabiliza um saldo bastante positivo em 2016: “Conseguimos transformar um momento complicado em uma oportunidade lucrativa”, diz o dono da consultoria.

Igor entrou no ramo imobiliário por acaso, chegou a São Paulo em 2013, trabalhando como caixa numa padaria em Higienópolis. Sua facilidade para lidar como público atraiu a atenção de um corretor, que o convidou para trabalhar na área. Fez tantos clientes que, em 2015, decidiu abrir sua própria empresa. Hoje, conta com uma imobiliária de 450 metros quadrados, com uma infraestrutura luxuosa, em um antigo casarão, que foi totalmente reformado para atender a demanda de mais de 20 corretores e uma carteira ampla de clientes que segue à risca seus conselhos.

Mesmo em tempos de aplicativos, que facilitam a venda, locação e seguro de imóveis, Igor Almeida afirma que nesse segmento de alta renda, isso conta pouco. O que faz a diferença é o “calor humano” e a confiança na consultoria imobiliária.

“Você acha que um proprietário vai se sentir seguro deixando seu imóvel de R$ 10 milhões nas mãos de alguém que ele nunca viu na vida? É nessas horas que o corretor se faz necessário. É a pessoa de confiança do dono das chaves”, garante.

Segundo ele, a crise tem se mostrado favorável para quem tem o perfil investidor, já que existem boas oportunidades de imóveis com preços inimagináveis há poucos meses, e com grande potencial de crescimento em médio prazo.

Fonte: Terra

Corretor de imóveis: prepare-se para o mercado de luxo

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Impulsionado pelo crescimento da população de milionários no país, o mercado imobiliário de luxo ganha cada vez mais força. Um estudo divulgado em junho de 2012 pelo banco europeu Halliwell Financial Group, especializado em gestão de fortunas, revelou que este segmento tem um potencial para gerar cerca de R$ 4,6 bilhões em negócios no Brasil nos próximos cinco anos.

Os números impressionam e as expectativas de altos ganhos com a comissão de negócios milionários despertam a atenção dos corretores espalhados pelo Brasil. Uma prova disso, é que recebemos em nosso blog vários comentários de profissionais interessados em saber como atuar na venda de apartamentos de luxo e por isso abordaremos algumas dicas de como se preparar para atuar neste mercado.
Vamos a elas:

1 – Conheça o seu cliente

Quem são estes clientes? Onde eles estão? O que buscam? Como querem ser tratados? O que preciso fazer para atender suas exigências? Estas são algumas perguntas que devem ser refletidas por um corretor que visa trabalhar com imóveis cujos valores ultrapassam a casa dos milhões de reais.

Este perfil de cliente busca pelo máximo de benefícios que o dinheiro pode lhe proporcionar. É detalhista e almeja projetos personalizados, portanto, entender essas características é fundamental para se destacar neste segmento.

2. Entre em sintonia com o seu cliente

Ter uma boa bagagem cultural, investir em idiomas, realizar viagens internacionais, primar por uma excelente apresentação pessoal são requisitos básicos para se aproximar do seu prospecto e criar as condições favoráveis para dialogar sobre os mais diferentes assuntos.

Em outras palavras, é necessário entrar no que eu chamo de CRS com o seu cliente (Ciclo de Relacionamento Social), uma metodologia que possibilita ao corretor fazer o alinhamento de percepções e de ideais e, assim, estabelecer uma afinidade ou sintonia com o cliente.

3. Construa uma boa rede de contatos

É importante compreender que este não é um tipo de cliente que procura por condomínios de luxo no caderno de classificados e para encontrá-lo é necessário estar onde ele está. Frequente eventos sociais e restaurantes badalados, estes são locais estratégicos para identificar um cliente em potencial, adequando as suas práticas ao estilo de vida dele.

Com isso, é imprescindível entender que a indicação é a melhor propaganda do corretor. Sob este prisma, construir e manter uma boa rede de contatos é primordial. Faça o cliente confiar em você, aja com discrição, objetividade e ética e será indicado.

4. Tempo é dinheiro

Esta máxima, nesse caso, vale alguns milhões, por isso, entender o que esse cliente realmente deseja fará toda a diferença. Escute-o atentamente, pois geralmente este perfil não tem muito tempo para visitar vários imóveis.

É preciso perceber que as exigências desse consumidor vão além de acabamento de qualidade e ambientes espaçosos. Em muitos casos, ele está em busca de status. Por isso, tão desafiante quanto realizar uma venda é mapear com precisão a real necessidade  deste comprador, para assim apresentar o imóvel ideal com menor gasto de energia e de tempo.

5. Liberte-se de preconceitos

Um corretor, em qualquer situação, mas, sobretudo, no mercado de casas de luxo, deve ter a concepção de que o seu papel é proporcionar a melhor experiência de compra para o cliente. Deste modo, as necessidades que precisam ser atendidas são as do cliente e não as do corretor.

Com isso, nunca desconsidere um pedido, por mais que sob a sua ótica de enxergar o mundo pareça um absurdo. Eu mesmo já cheguei a considerar algumas exigências exageradas, mas é nesse momento que devemos nos despir de nossos valores e buscar entender o desejo do cliente.

Liberte-se de conceitos pré-estabelecidos, foque na demanda do seu cliente  satisfaça as necessidades dele e venda!

6. Saia do óbvio

Neste segmento, é preciso uma assessoria personalizada e sofisticada. Sair do óbvio é surpreender o seu cliente. Entenda de fundos, ações e financiamento. Saiba negociar com os bancos e indique taxas mais atrativas, caso haja a necessidade de empréstimos.

Desta maneira, um atendimento convencional, que valoriza, sobretudo, as características do imóvel, não se enquadra no perfil desta carteira de clientes.

Entender para atender é definitivamente o que fará com que você tenha sucesso neste mercado altamente envolvente e desafiador. Inspire confiança, faça o seu cliente desejar sua assessoria e seja recomendado no mundo dos imóveis classe A.

Fonte: Guilherme Machado

Caixa Econômica Federal incentiva mercado imobiliário de alto luxo

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A Caixa Econômica Federal anunciou o aumento do valor máximo a ser financiado pela instituição, que antes era de R$1,5 milhão para R$3 milhões. As novas mudanças, que já estão em vigor, afetam as operações de crédito do Sistema Financeiro Imobiliário, que financia imóveis mais caros, sem emprestar dinheiro do FGTS.

Este novo plano da Caixa promove a fomentação da construção civil como um todo, movimentando o mercado e incentivando a produção e o consumo.

De acordo com a arquiteta Estela Netto, o mercado da construção civil, como um todo, sofreu alguns revezes com a instabilidade econômica do país, mas o de alto luxo não foi um dos mais afetados. Ela cita que, mesmo quem tem poder aquisitivo para construir imóveis de alto valor, que compreendem esse novo teto do financiamento da Caixa, podem e devem, sim, ser beneficiados com este novo plano.

“Todos os incentivos fiscais ou de financiamento que o governo possa promover para fomentar a construção civil como um todo é muito bem-vindo. Se o proprietário de uma casa fez um projeto e precisa de uma ajuda na hora de financiar este imóvel é bastante válido. Às vezes a pessoa tem dinheiro para construir, mas pode não ter o dinheiro para ambientar”, explica.

Para Estela, é muito importante que o proprietário do imóvel guarde dinheiro para o pós- obra, como ambientação e decoração e financiar uma parte do imóvel. “Com este novo valor do financiamento, a pessoa pode gerir o investimento dela de uma melhor forma, com parte de recurso próprio e parte financiado, é um direito que todo cidadão merece. É comum a pessoa começar a construir, tendo o dinheiro para a construção, mas não contabiliza o montante. Contabilizou o preço do lote e da construção, mas não da decoração, do paisagismo, da área externa, da automação, de outros recursos que são muito importantes para a casa. Com este incentivo, talvez ela distribua melhor o recurso que ela já tem, podendo contar com a ajuda da Caixa”, afirma a arquiteta.

A profissional explica que mesmo com a instabilidade financeira brasileira, a demanda para projetos de casas de alto padrão continua, pois, as pessoas se planejam para isto.
“Quem tem a demanda de morar numa casa nova, seja porque casou ou teve mais um filho e tenha planejado isso na vida, vai fazer. Compras por impulso caíram muito, mas as famílias que se planejaram para construir já têm esse dinheiro ou parte dele para fazer. Talvez você não tenha todo o montante e está contando com o faturamento mensal para inteirar o valor e, em vez de comprometer esse dinheiro por conta de outras razões, o financiamento pode entrar nessa lacuna. O financiamento da Caixa tem juros mais convidativos e financiar a longo prazo, com juros menores, é bom para qualquer pessoa, qualquer tipo de investimento, até mesmo para uma casa de luxo”, analisa Estela Netto.

Segundo o arquiteto Luis Gustavo Bellini e a designer de interiores Danielle Bellini, do escritório Bellini Arquitetura, estes incentivos movimentam e incentivam o consumo, uma vez que a demanda do mercado de luxo tem sofrido quedas atualmente.
“O mercado voltado para o público de luxo nunca para, mas a demanda de novos empreendimentos diminuiu. O que pode acontecer, também, é o cliente pegar esse financiamento, com taxa de juros menor que os retornos de investimentos que possui, diminuindo o risco para investir no imóvel. Em vez de colocar o dinheiro no imóvel, pode usar a sua rentabilidade mensal para pagar as prestações”, avaliam Luis Gustavo e Danielle.

De acordo com os profissionais, o aumento do teto de financiamento de 70% para 80% é muito bem-vindo para o cliente, uma vez que pode vir a sobrar mais dinheiro para investir na obra. “Num imóvel de R$2 milhões, por exemplo, na regra antiga, o cliente teria que dar um sinal de R$600 mil.
Agora, o valor cai para R$400 mil. Essa nova medida pode evitar que o cliente invista muito no sinal e não lhe sobre recursos para investir no interior ou na obra arquitetônica”, encerram Luis Gustavo e Danielle.

Fonte: Terra

Com repatriação de recursos, brasileiros optam por investimento em imóveis de luxo

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Executivo do mercado imobiliário de luxo estima que somente em São Paulo R$ 1,2 bi serão investidos em imóveis

Com a anistia concedida através da repatriação, uma parte considerável dos recursos no exterior com destino ao Brasil será aplicada na compra de imóveis de luxo. Alexandre Villas, diretor-presidente da Imóvel A (www.imovela.com.br), butique de imóveis de luxo, prevê que cerca de R$ 1,2 bilhão seja investido no mercado imobiliário somente na cidade de São Paulo.

Outros R$ 25 bilhões devem chegar ao mercado imobiliário de São Paulo, no médio prazo, em aquisição de terrenos, incorporações, fundos imobiliários, imóveis corporativos e outras operações imobiliárias de grande porte. “Já estamos atendendo vários clientes que se preparam para aplicar esse recurso adicional. Esse movimento vai se intensificar nos próximos meses”, afirma Alexandre Villas.

O objetivo principal da repatriação de recursos, é oficializar todos os bens não declarados, pois não será mais possível usar recursos sem origem comprovada em diversos países. “O acordo entre os países, está cada vez mais eficiente quanto ao compartilhamento das movimentações financeiras entre os governos. Isso faz com que mais pessoas busquem seus recursos de fora, injetando no Brasil”, reitera a Drª Ivana Marcon, advogada especialista em Direito Tributário.

Devido ao câmbio favorável para repatriação, a expectativa é de ganhos altos no mercado imobiliário e preços depreciados dos imóveis. Por isso, a concorrência com o mercado financeiro pelos recursos novos não será forte, avalia a advogada. Por conta da esperada queda dos juros, a tendência é a diminuição no rendimento das aplicações financeiras a longo prazo. “O ganho dos imóveis de luxo promete mais do que compensar os tributos e multas da repatriação”, conclui Villas.

Mais informações: Segs

Brasil aparece com destaque no mercado de turismo de luxo

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Hospedagens sofisticadas, excelência de serviços, experiências diferenciadas e altas cifras. Estas são as principais características do turismo de luxo, segmento que vem apresentando um crescimento significativo nos últimos anos. De acordo com dados divulgados no ano passado pela ITB Berlim e IPK International, o segmento obteve entre 2011 e 2015 um crescimento de 48%. Levantamentos da Organização Mundial de Turismo (OMT) e da International Luxury Travel Market (ILTM) apontam que o turismo de luxo representa 3% do total de turistas no mundo. Em contrapartida o nicho é responsável por 25% de toda a receita gerada pelo turismo no planeta.

O interesse nas altas cifras fizeram com que a Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) firmasse em 2009 uma parceria com a Brazilian Luxury Travel Association (BLTA), associação reúne os mais exclusivos hotéis, resorts, pousadas e operadoras, para a promoção do turismo de luxo no país. A medida vem dando resultado. O Brasil ocupa a quarta posição na lista de maiores receptores de turismo de luxo, atrás apenas de Estados Unidos, Alemanha e Argentina.

“Estamos tendo bons resultados. Por meio de ações cooperadas organizamos roadshows promovendo o Brasil como destino de luxo em cidades como Nova Iorque, Chicago, Paris e Londres. Além disso participamos de feiras do calendário da Embratur, o que possibilita uma boa exposição”, explica Guilherme Padilha, presidente da BLTA. Com base em dados do anuário de 2013 da associação, o segmento gerou uma receita bruta de aproximadamente 633 milhões aos hotéis de luxo.

De acordo com o mesmo levantamento, 51% dos turistas de luxo são decorrentes de viagens de trabalho e negócio, seguido por turismo e lazer (29%) e eventos e congressos (16%). “Esses turistas tem um gasto médio diário de R$1 mil a R$1,2 mil”, destaca. Padilha ainda salienta que que os números apresentam um equilíbrio entre o mercado nacional e o estrangeiro. “O número de turistas nacionais e estrangeiros são de 50%-50%. Por conta do câmbio tivemos um grande aumento no número de turistas nacionais em 2015, mas em 2016 o número voltou a se equilibrar”, completa.

De acordo com Carlos Ferreirinha, fundador e presidente da MCF Consultoria, esta opção do brasileiro por destinos nacionais deve se manter no próximo ano. “Os destinos nacionais têm tudo para garantir expressiva dominância ou alternância na preferência. Os brasileiros que viajavam muito reduziram o ritmo e com isso optaram para experiências domésticas”, afirma.

O especialista ainda destaca que o mercado de luxo nacional pode despontar ainda mais por aliar qualidade a hospitalidade. “Atualmente alguns destinos brasileiros estão alinhados à excelência internacional. Fasano, Emiliano e Unique no urbano, além de Ponta dos Ganchos, Kenoa e Nannai, que são fascinantes. Temos cordialidade e simpatia de sobra. Temos que organizar mais em processos”, salienta.

BRASILEIROS NO EXTERIOR
Para especialistas do setor o Brasil tem papel de destaque neste crescimento. De acordo com a BLTA, o turista brasileiro está entre os que mais gasta no que diz respeito ao turismo de luxo. “Esta balança é desequilibrada, pois o Brasil é um dos mercados emissores de turistas de luxo para o mundo. Estamos entre os que mais gastam fora, o que significa um valor muito maior do que o mercado nacional arrecada com o turismo de luxo”, explica Guilherme Padilha.

Entre os principais destinos visitados pelos Brasileiros estão Itália, França, Estados Unidos, África do Sul, Portugal, Peru, Chile, Tailândia e Austrália.

A importância do turista brasileiro para o segmento também é observada pelo vice-presidente de Vendas global da Small Luxury Hotels of the World (SLH), Jeffrey Sirota, que aponta que a instabilidade econômica no país afetou o mercado internacional, principalmente em destinos dos EUA. “O mercado brasileiro afeta muito o mercado global em termos de turistas. Nós percebemos, por exemplo, que as viagens para os Estados Unidos reduziram, por conta do câmbio. Cidades como Nova Iorque e Miami apresentaram queda”, relata.

CRESCIMENTO
As expectativas para o mercado de luxo apontam para um crescimento nos próximos anos. o estudo Shaping the Future of Luxury Travel (Construindo o Futuro das Viagens de Luxo), da Amadeus, o qual afirma que nos próximos dez anos o setor deve crescer em torno de 6,2%. De acordo com a Virtuoso, rede especializada no mercado de viagens de luxo, alguns destinos surgem como emergentes na lista de interesse, como a Região da Indochina (Vietnã, Camboja e Myanmar), países da Escandinávia, Portugal, Tailândia, Rússia, Peru, Japão, China, África do Sul e Tanzânia.

PRINCIPAIS HOTÉIS DE LUXO
O site TripAdvisor listou recentemente uma lista com os 25 principais hotéis de luxo do Brasil e do exterior, com base na avaliação dos turistas. As lista, denominada “Travellers Choice 2016”, conta com grandes marcas famosas, como Unique, Hilton e Grand Hyatt. Confira os dez primeiros de cada uma:

TOP 10: HOTÉIS DE LUXO NO BRASIL
1) Ponta dos Ganchos Exclusive Resort – Santa Catarina
2) Sait Andrews Gramado – Rio Grande do Sul
3) Belmond Hotel das Cataratas – Paraná
4) Miramar Hotel by Windsor – Rio de Janeiro
5) Belmond Copacabana Palace – Rio de Janeiro
6) UXUA Casa Hotel & Spa Trancoso – Bahia
7) Hotel Unique – São Paulo
8) Felissimo Exclusive Hotel – Santa Catarina
9) Grand Hyatt – São Paulo
10) Hilton Barra – Rio de Janeiro

TOP 10: HOTÉIS DE LUXO NO MUDO
1) Nayara Springs – Costa Rica
2) Gili Lankanfushi Maldives – Ilhas Maldivas
3) Golden Woll Hotel – República Tcheca
4) Cocoa Island by COMO – Ilhas Maldivas
5) La Maison Arabe – Marrocos
6) The Oberoi Vanyavilas – Índia
7) The Privilege Floor Lotus Blanc – Camboja
8) Ponta dos Ganchos Exclusive Resort – Brasil
9) Hotel The Serras – Espanha
10) Saffire Freycient – Austrália

Fonte: Mercado&Eventos

Crise passa longe e mercado imobiliário de luxo atrai investidores

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A crise parece não ter chegado ao mercado imobiliário brasileiro, e passou bem longe dos
prédios de luxo. Os investidores, temendo os resultados da Bolsa e possíveis mudanças na
poupança, partiram para o investimento que consideram mais conservador.
“Investir em imóvel nunca é risco. O investidor sempre vai ter de o retorno do valor do imóvel e
mais um pouco. As regiões de São Paulo, por exemplo, estão sempre valorizando”, afirmou a gerente-­geral da Lello Imóveis, Roseli Hernandes.
Considerando o estado da propriedade, a localização e outros fatores de oferta e procura, o
retorno do investimento feito pelo proprietário pode ser mais atrativo do que em outras
aplicações financeiras.
“O dinheiro aplicado é valorizado com os anos, pois, em geral, as propriedades ganham valor no decorrer do tempo, especialmente nos centros das cidades”, explicou o gerente-geral de Aluguéis da Auxiliadora Predial, Alexandre Arruda.

Mercado de luxo

Um segmento que se destacou em meio à crise foi o de prédios de luxo. Com preço mínimo por metro quadrado de R$ 6 mil, eles são feitos para um público bastante exigente, que busca, acima de tudo, privacidade.
“O número de unidades é uma característica importante. Em geral, quando se fala em alto
padrão, trata­se de um apartamento por andar”, explicou Roseli.

O elevador é privativo, com senha. Na parte externa, normalmente há piscina, espaço gourmet,
pista de cooper, área fitness, sauna, solário, área para diversão de bichos de estimação e muitas vagas na garagem (para carros de grande porte). O público de alto padrão também quer muita segurança, porém com facilidade de acesso às suas residências.
Mas a novidade é que cada vez mais os edifícios de alto padrão estão trazendo toda esta
comodidade para o lado de dentro dos apartamentos. “Eles pagam por isso”, disse a gerente-geral da Lello.

Uso da propriedade

De acordo com Roseli, grande parte dos compradores desses imóveis de alto padrão os
adquirem para morar. Em São Paulo, bairros como Vila Nova Conceição, Jardins, Tatuapé,
Moóca, Higienópolis e Moema são áreas bastante atrativas.
Além de moradores, esses imóveis também atraem investidores. Eles compram na planta,
esperam a construção terminar e vendem. “Se a pessoa comprar bem, o imóvel valoriza
bastante”, afirmou Roseli.
Existem também as pessoas que deixam esse imóvel para alugar. Um exemplo são famílias que diminuem porque os filhos casam. Os pais, então, buscam um outro apartamento para morar, de menor tamanho, e deixam o de alto padrão para locar. O valor mensal da locação chega a R$ 18 mil.
Este valor também vem acompanhado do condomínio. Em um prédio de luxo, Roseli afirmou que facilmente a pessoa chega a pagar R$ 5 mil pelo condomínio.

Fonte: Web Luxo

Luxo, design e sustentabilidade

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Na mesma intensidade com que o conceito do luxo vem se adaptando aos tempos atuais, deixando no passado a ideia da acumulação pura e simples e incorporando a importância da experiência e do engrandecimento pessoal, a definição de sustentabilidade também agrega novos elementos de forma sistemática, se moldando às exigências modernas.

Se, há algum tempo, atitudes sustentáveis diziam respeito de forma específica aos processos produtivos desenvolvidos levando em consideração o impacto das ações na natureza, atualmente a compreensão do tema é muito mais abrangente e engloba desde as comunidades que extraem a matéria-prima da natureza ou que fazem o beneficiamento primário dos produtos até o desejo cada vez mais forte dos clientes pelo consumo racional.

De forma geral, uma das características marcantes do perfil dos consumidores de bens de alto padrão é a exigência da qualidade em todas as fases do processo de fabricação de um determinado artigo. Por isso, nada mais natural que esse cliente, que é exigente por natureza, solicitar continuamente que as empresas e marcas de luxo desenvolvam serviços e produtos comprometidos com o futuro do planeta.

A indústria do luxo atende há tempos esse interesse de seus clientes pelos produtos ambientalmente sustentáveis, e um bom exemplo dessa realidade pode ser percebido no setor moveleiro. Unir o requinte dos acabamentos luxuosos, a sofisticação do design inovador com a compreensão politicamente correta no tratamento da natureza e das pessoas, é o desafio que, de forma contínua, mais empresas estão vencendo, conquistando clientes e tornando o mundo um lugar melhor.

E essa preocupação com a sustentabilidade impacta de fora contundente no desenvolvimento do país, já que entre os pilares do conceito está o incentivo aos produtores e artesãos nacionais. A empresa Meu Móvel de Madeira, que possui uma rica linha de produtos destinados à decoração, informa no seu site que respeita o valor da natureza e por isso todos os móveis “são fabricados com madeira de florestas plantadas: produtos que oferecem beleza e qualidade ao mesmo tempo em que são amigos da natureza. E como não podia deixar de ser, também valorizamos ao máximo tudo que é feito aqui na nossa terra. Todos nossos móveis são produções exclusivamente nacionais, sem exceção, assim como nossos acessórios decorativos – grande parte fruto de mãos habilidosas de artesãs e artesãos do Brasil afora”.

Uma tendência que vem se fortalecendo muito na decoração de alto padrão é a utilização das madeiras de demolição na composição dos mais diversos ambientes. Os arquitetos e decoradores apostam nas limitações, fragilidades, e potencialidades das madeiras rústicas, muitas vezes até mesmo em estado bruto, para extrair beleza e poesia da natureza através de releituras modernas e atuais.

E a incorporação de elementos sustentáveis na decoração pode acontecer de formas ainda mais inusitadas. A instalação de um espelho d’água ou mesmo uma parede repleta de flores e plantas, pode tornar os ambientes muito mais agradáveis e contribuir de forma efetiva para a melhoria da qualidade de vida, através da amenização dos problemas de poluição.

Atualmente, no momento de redecorar a casa com um móvel novo, o luxo e o design são características atentamente analisadas, assim como a sustentabilidade.

Fonte: Terapia do Luxo

 

Acampamentos de luxo? Sim! Conheça os 10 melhores ao redor do mundo

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Para viajar em turma e entrar em contato com a natureza, nada mais cool que acampar. Belos lugares, companhia dos amigos – ou da família – e espírito de equipe. O único problema é que o programa às vezes se torna desconfortável – seja pelas barracas sem estrutura ou pelas condições climáticas, bad trips às vezes acontecem. É aí que os glampings entram: acampamentos luxuosos ao redor do mundo! Já ouviu falar? Eles oferecem a facilidade de acampar em lugares não acessíveis e que não possuem grandes hotéis. Nem precisa: os glampings estão a um patamar acima quando o tema é exclusividade. A seguir, os 10 melhores ao redor do mundo.

Imóvel de luxo também pode ser declarado impenhorável, reafirma STJ

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Imóveis residenciais de alto padrão ou de luxo não estão excluídos da proteção conferida aos bens de família e também são impenhoráveis. Com esse entendimento, a 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça reafirmou jurisprudência que impede a penhora do bem de família, mesmo sendo considerado um imóvel de alto valor mercadológico. A decisão foi por maioria de votos.

O caso envolve uma associação que reúne moradoras de um condomínio em São Paulo que solicitou penhora de parte do único imóvel residencial de uma família para possibilitar o pagamento da dívida da proprietária com a entidade.

No voto vencido, o ministro Luis Felipe Salomão propôs uma reinterpretação do instituto do bem de família e dos seus efeitos. O ministro afastou a impenhorabilidade absoluta do bem de família, instituída pelo artigo 1º da Lei 8.009/90, com a finalidade de possibilitar a penhora de “fração ideal do imóvel de alto valor econômico, para garantir o pagamento, ainda que parcial, do crédito do devedor, preservando a dignidade deste”.

Já o ministro Marco Buzzi afirmou que a lei não permite nenhuma restrição à garantia do imóvel como bem de família relativamente ao seu valor, tampouco estabelece regime jurídico distinto quanto à impenhorabilidade, ou seja, “os imóveis residenciais de alto padrão ou de luxo não estão excluídos, em razão do seu valor econômico, da proteção conferida aos bens de família consoante os ditames da Lei 8.009”.

Proteção mínima
Buzzi afirmou que a intenção do legislador foi proteger a família, garantindo-lhe o patrimônio mínimo para sua residência. Desse modo, a evolução do tratamento dado ao assunto no Brasil tem sido no sentido de “salvaguardar e elastecer o direito à impenhorabilidade ao bem de família, de forma a ampliar o conceito, e não restringi-lo”.

Além disso, o ministro disse que questões sobre o que é considerado luxo, grandiosidade ou alto valor “estão no campo nebuloso da subjetividade e da total ausência de parâmetro legal ou margem de valoração”. Como o Brasil é um país continental, ele afirmou que os critérios, padrões e valores relativos à sobrevivência digna, em termos de mercado imobiliário, “são absolutamente diversos”.

Segundo Buzzi, em razão de as ressalvas à impenhorabilidade do bem de família serem taxativas e previstas na lei, e de não se ter parâmetro para definir bem de alto valor imobiliário, é “inviável a penhora total, parcial ou de percentual sobre o montante do bem de família”. O acórdão ainda não foi publicado. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.

Fonte: Conjur

R$ 26 bi da repatriação vão para imóveis em SP

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Boa parte dos recursos no exterior que voltarão ao Brasil com a anistia à repatriação será canalizada para a compra de imóveis de luxo. Alexandre Villas, diretor-presidente da Imóvel A, butique do Grupo Lopes, prevê que somente na cidade de São Paulo deverão ser injetados diretamente no mercado imobiliário de luxo cerca de R$ 1,2 bilhão nos próximos seis meses, para investimento e uso próprio. “Outros R$ 25 bilhões devem chegar ao mercado imobiliário de São Paulo, no médio prazo, em aquisição de terrenos, incorporações, fundos imobiliários, imóveis corporativos e outras operações imobiliárias de grande porte”, diz.

Mercado já sente o movimento
Ainda de acordo com informações de Alexandre Villas a esta coluna, casas e apartamentos em regiões nobres têm preferência daqueles que pretendem imobilizar o capital repatriado, devido à alta liquidez, valorização e resiliência do mercado de luxo em São Paulo – com preços entre R$ 5 milhões e R$ 30 milhões. Estima-se que cerca de US$ 650 bilhões de recursos de brasileiros no exterior poderão voltar ao País. “Já estamos atendendo vários clientes que se preparam para aplicar esse recurso adicional. Esse movimento vai se intensificar nos próximos meses”, ressalta Villas.

Ganhos compensarão tributos
A unidade de negócios especializada no atendimento de investidores da Imóvel A percebe nos clientes a expectativa  de ganhos altos no mercado imobiliário por causa do câmbio favorável para a repatriação e preços depreciados dos imóveis. Por isso, Alexandre Villas acredita que não será forte a concorrência com o mercado financeiro pelos recursos novos. No longo prazo, a tendência é de queda no rendimento das aplicações, por conta da esperada queda dos juros. “O ganho dos imóveis de luxo promete mais do que compensar os tributos e multas da repatriação.”

Indústria 4.0
Liderados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), 23 representantes de empresas e instituições brasileiras desembarcam em Berlim neste dia 10 para visitar polos de referência em inovação e manufatura avançada, ambiente em que as tecnologias digitais tornam a produção industrial mais inteligente. A ideia é buscar negócios bilaterais, parcerias com instituições de ponta em indústria 4.0. O grupo visitará plantas industriais de empresas como a Siemens, Bosch e Telekom. A imersão passará pela capital alemã e também pelas cidades de Amberg, Stuttgart e Frankfurt.

Economia verde
A economista Marina Grossi, presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), representou o Brasil no Chennai 2016 – WBCSD Council Meeting, evento semestral do Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD, na sigla em inglês), que termina hoje em Chenai (Índia). Participaram empresas do mundo todo que devem se colocar como parceiras vitais para o alcance das metas de sustentabilidade expressas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), lançados em 2015, pela ONU.

Iniciativas transformadoras

A VR Projetos está aberta a receber novos projetos para captar recursos através da iniciativa privada e de pessoas físicas. Estes precisam ter impacto sociocultural e estar aprovados pelo Ministério da Cultura ou do Esporte. Até agora, mais de 21 mil pessoas – a maioria crianças de escolas públicas – foram beneficiadas através de 11 projetos realizados pela VR Projetos Culturais e Sociais Transformadores. São iniciativas que incentivam a leitura, sustentabilidade, alimentação saudável, escola de música clássica, educação de trânsito, educação financeira, inclusão social, teatro, gastronomia, cinema e esporte. Através do patrocínio de diversas empresas e pessoas físicas, via Lei Rouanet e Lei de Incentivo ao Esporte, cidades de oito estados receberam a Estante de Histórias, Sacola Literária, ONG Doutorzinhos, Conexão Verde, Piquenique Literário, Biblioteca Itinerante, Orquestra Maré do Amanhã, Esporte Legal, Futsal Social, Ciência Divertida Brasil e o Cinema Itinerante.

Pães com gosto de Europa

Com a sofisticação do consumo nos grandes centros do País, o casal Lucía e Marcos Vogel decidiram empreender em pães artesanais e especiais, de origem europeia, e criaram a Premium Bread. A loja acaba de ser inaugurada em São Paulo e tem capacidade para produzir três toneladas de massa por dia. Desde fevereiro, funciona em um galpão de 500m² totalmente reformado,  localizado no bairro de  Santo Amaro. “O setor de pães artesanais pré-assados e congelados é muito forte na Europa, mas está ainda começando no Brasil, um país com grande potencial de expansão para os nossos produtos”, diz Lucía sobre a escolha do negócio. A proposta é oferecer pães artesanais pré-assados e congelados para restaurantes, mercados ou hotéis, preservando a textura, o sabor e aroma de um pão feito na hora. Para isso, a empresa importou o maquinário para panificação, vindos da Alemanha, Suíça e Portugal. Dentre as matérias primas, o Levain, para uma fermentação lenta e natural.

Fonte: DCI