Serasa cria plataforma para agilizar crédito imobiliário

A Serasa Experian apresentou nesta quinta-feira uma ferramenta online para o mercado imobiliário, em parceria com a Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo (Arisp), para agilizar e aprimorar a segurança nas operações de financiamento.

A Central do Crédito Imobiliário deve unir na mesma plataforma informações de compradores, construtores e do próprio imóvel, por meio da integração dos servidores da Serasa e dos Cartórios de Registros de Imóveis do Estado de São Paulo.

Segundo o presidente de serviços de crédito da Serasa, Laércio de Oliveira Pinto, o produto dará maior segurança jurídica e aumentará o volume de informações disponíveis sobre a situação dos imóveis.

A central permitirá que qualquer matrícula de registro de imóvel seja visualizada em tempo real. Também será possível obter virtualmente certidão digital e outros documentos de Cartórios de Registro de Imóveis em cerca de 15 minutos.

O sistema permite a localização de imóveis por meio de buscas em todos os cartórios do Estado e identificar a relação de bens por CPF e o monitoramento das matrículas de imóveis, prática bastante usada como garantia em contratos de locação.

A criação da nova ferramenta busca atender antigas reivindicações do setor imobiliário, que tem a burocracia como um dos principais entraves para aprovação de projetos.

“Alguns elos da cadeia produtiva não avançaram na mesma velocidade que o setor”, disse o diretor executivo do sindicato da habitação na capital paulista (Secovi-SP), Celso Petrucci.

“A relação de documentos exigidos para incorporação imobiliária precisa ser urgentemente revista para que seja exigido apenas aquilo que pode impactar o comprador de um projeto ainda em forma de maquete”, acrescentou o presidente da Arisp, Flauzilino Araújo dos Santos.

Segundo ele, a ferramenta deve estar disponível a partir de 18 de abril.

CONCORRÊNCIA

Com o lançamento da plataforma, a Serasa concorrerá com a Cetip, que vem acelerando investimentos em produtos, como uma plataforma de registro de empréstimos imobiliários, desenvolvida em parceria com a norte-americana FNC.

A plataforma, voltada a ajudar bancos a acelerar análise de crédito e criar contratos padronizados, deve ser concluída em maio, informou a Cetip no início deste mês.

“Em princípio, não vamos ter conexão com a Cetip”, disse Pinto, sem descartar possíveis parcerias. “Sempre estamos abertos… mas, no momento, será mais uma ferramenta com informações seguras e uma contribuição para o mercado imobiliário”, acrescentou.

Em São Paulo, comprador busca imóvel de R$ 200 a 500 mil

São Paulo – A maior parte dos compradores de imóveis da Região Metropolitana de São Paulo busca apartamentos entre 200 e 500 mil reais. A informação é de um estudo realizado pela empresa de intermediação e consultoria imobiliária Lopes, que consultou 1.666 residentes na região que pretendem comprar um apartamento novo. 

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Segundo a pesquisa, os entrevistados têm idade média de 32 anos e 60% estão realizando a compra do primeiro imóvel.

A maioria (72%) pretende fechar negócio em até 6 meses e 75% dos entrevistados visitam estandes de lançamentos, passando em média entre 2 e 5 estandes de vendas.

A pesquisa também mostrou que os compradores se interessam por imóveis que já foram comercializados pelo menos uma vez, que são os chamados imóveis do mercado secundário: 18% dos entrevistados visitaram imóveis usados ou imóveis prontos, que nunca foram habitados, mas que já foram comercializados antes.

 

Imóveis de um quarto ficaram menores e mais caros em SP

São Paulo – Os apartamentos de um quarto em São Paulo encolheram e ficaram mais caros, mostram dois estudos elaborados pelo ZAP Imóveis e pela Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp).

O primeiro estudo, baseado no Índice Fipe-Zap, mostra que o preço do metro quadrado dos imóveis usados anunciados de um dormitório em São Paulo foi o que mais subiu entre 2008 e 2013. A alta foi de 184,7%. A média da cidade foi 163,6%. O indicador elaborado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em parceria com o site Zap Imóveis, acompanha os preços do metro quadrado dos imóveis usados anunciados na internet.

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O preço “invisível” do imóvel

Quanto custa um imóvel? A resposta simples seria fácil: seu preço é formado pelas despesas com terreno, projeto, documentação, divulgação e comercialização, materiais, mão de obra, taxas, impostos e margem de lucro do empreendedor.

Acontece que esse raciocínio lógico, aplicável a outros tipos de produtos, não funciona bem assim quando se trata do mercado imobiliário da cidade de São Paulo. Construir na maior metrópole do País está cada vez mais difícil e, consequentemente, mais caro.

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Pagar IPTU à vista pode ser boa opção

Menos para os contribuintes que não têm dinheiro aplicado, nem o valor suficiente do imposto já guardado.

O pagamento à vista dos imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) e sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para quem tem aplicação financeira é uma boa opção, se o desconto oferecido pelos governos municipais e estaduais for maior que a remuneração paga pelo dinheiro aplicado. A afirmação foi feita pelo vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel de Oliveira.

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Investimento imobiliário foi o mais Rentável

Os fundos imobiliários trouxeram os maiores rendimentos para os investidores no mês de janeiro de 2013.
Índice que mede desempenho dos fundos imobiliários teve retorno de 2,54% em janeiro (2013) e fechou com valorização de 35,02% em 2012.

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O fundo de garantia realiza o sonho da casa própria

O que é o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)
O FGTS é recolhido mensalmente para cada funcionário registrado no regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O empregador deposita 8% do salário pago ao trabalhador mais a atualização monetária (Correção Monetária) e aplicação de juros. O FGTS é a maior fonte de recursos para financiar a habitação.

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Preço do imóvel cai até 6% em 7 meses

O momento mais comedido do mercado imobiliário se reflete no comportamento distinto entre as regiões. Enquanto há cidades onde o preço anunciado do metro quadrado ainda sobe em ritmo forte, como Niterói (alta de 5,4% desde junho do ano passado), locais como Curitiba já registram correção de preços. Na capital paranaense, o metro quadrado teve uma queda real de 6,1% no mesmo intervalo. As informações são do índice FipeZap, que a partir desse mês vai acompanhar informações sobre mais nove cidades, totalizando dezesseis.

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