8 roteiros de viagem nos Estados Unidos: as melhores road trips

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Os Estados Unidos são conhecidos pelas boas condições das estradasSim: o país foi feito para dirigir. E, se você é um apaixonado por aventuras, não pode deixar de fazer pelo menos uma road trip por lá na sua vida. Nós selecionamos algumas rotas para inspirar você a planejar esse passeio . Abaixo, seguem algumas opções selecionadas por nós.

1. Appalachian Trail

Além de estrada, também é o roteiro de trekking mais conhecido e longo dos Estados Unidos. Para uma viagem de aventura, você pode aliar as duas atividades. São mais de 2 mil km de estradas que percorrem 14 estados americanos: Maine, New Hampshire, Vermont, Massachusetts, Connecticut, New York, New Jersey, Pennsylvania, Maryland, West Virginia, Virginia, Tennessee, North Carolina, Georgia. Basta decidir quais cidades e vistas a priorizar.

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2. Costa Leste

A ideia é começar em Nova York e terminar em Miami. Dois mil e 600 quilômetros separam as duas cidades. Depois de NY, você pode passar por Washington D.C., Fayetteville (Carolina do Norte), Savannah (Georgia), Cocoa Beach (já na Flórida) e finalmente Miami. Cocoa Beach é a cidade americana mais perto de uma estação da NASA (ou seja, é o melhor ponto de observação do lançamento de foguetes). Para este roteiro, você pode separar pelo menos 10 dias.

3. Death Valley e Grand Canyon

Esse é um roteiro mais ousado e certamente um dos com mais belas paisagens. Pelo deserto, a maioria das pessoas começa a road trip em Las Vegas e segue até o Grand Canyon (principalmente quando não há muito tempo). Mas a dica é inovar e conhecer também o Death Valley (na Califórnia). Comece o passeio por ali, pare em Vegas e siga para o Grand Canyon, com atrativos como Jacob Lake e Vermillion Cliffs National Monument pelo caminho. Se fosse percorrida sem paradas, a viagem entre Death Valley e Gran Canyon duraria cerca de 8 horas. Para uma viagem tranquila e aproveitadora, reserve uns 5 dias.

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4. Going to the sun road

É um passeio mais curtinho, com apenas 85 quilômetros de extensão, ideal para encaixar em um outro roteiro pelo país. Mas, certamente, é um dos que tem a paisagem mais encantadora. A estrada fica nas Montanhas Rochosas e é a única que passa dentro do Glacier National Park, em Montana. Geralmente, a estrada fica aberta entre junho e outubro, quando não há nevascas e riscos para trafegar. Em 2013, foi eleita uma das 10 rotas de carro mais bonitas dos Estados Unidos pela revista Forbes.

5. Loneliest Road

A “Estrada mais solitária” (na tradução para o português) é a Rota 50 e atravessa 12 estados americanos: Califórnia, Nevada, Utah, Colorado, Kansas, Missouri, Illinois, Indiana, Ohio, West Virginia, Virginia e Maryland. São 460 km de estrada, conhecida pelo nome exatamente por passar por locais com pouca civilização. É um roteiro com vistas magníficas, como Sierra Nevada, Appalachian, Rocky Mountains, deserto de Utah e Nevada e Lake Tahoe.

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6. Pacific Highway

Aqui, o passeio será feito pela Highway 1, que costeia o Pacífico. O trajeto mais tradicional é de San Franciso a San Diego (ou seja, sentido norte-sul), uma distância de cerca de 930 km. Assim você vai contar com a vista para o mar durante todo o trajeto. Para completar todo o trajeto sem pressa e com várias paradas em pequenas cidades pelo caminho, o ideal é reservar pelo menos 15 dias. Além de San Diego e San Francisco (e das outras principais cidades da Califórnia, como Los Angeles), a praia de Half Moon Bay, Carmel by the Sea, Big Sur, Manhattan Beach e Laguna estão entre os atrativos pelo caminho.

7. Rota 66

São cerca de 3 mil km, passando por diferentes paisagens, que vão desde a desertos até montanhas. É uma das rotas mais antigas do país, inaugurada em 1926. Neste roteiro, as principais cidades encontradas são Las Vegas, San Francisco, Los Angeles, Dallas, Chicago e New York. É importante você escolher bem as cidades, já que o caminho é longo (e fica difícil fazer tudo de uma vez só). Além delas, você pode escolher outras cidades nesta estrada, que liga Illinois à Califórnia, passando por Missouri, Kansas, Oklahoma, Texas, New Mexico e Arizona.

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8. Roteiro pelo sul

A ideia é começar por Atlanta (Geórgia), seguir um pouco ao norte, passar pelo estado da Carolina do Sul e terminar em Orlando (Flórida). Esse roteiro não é muito comum, mas ideal para quem quer conhecer cidades mais históricas, que trazem um pouco do passado dos Estados Unidos. Entre as duas cidades, um ponto imperdível são as Great Smoky Mountains, em Pigeon Forge (Tennessee). Charleston (Carolina do Sul) e Savannah (uma das cidades mais bonitas do país) também são ótimo acréscimos. O percurso inteiro completa cerca de 10h de viagem. Então, é bom reservar pelo menos uma semana para ir parando com calma.

Fonte: Revista Donna

 

Edifício de luxo mais alto de NY oferece descontos milionários

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Aqueles que compraram apartamento na ultraluxuosa torre mais alta de Manhattan receberam descontos milionários, um sinal dos tempos nesse mercado inundado de residências caras.

No número 432 da Avenida Park, os compradores que assinaram contrato e concluíram aquisições neste ano conseguiram reduções médias de 10% no valor, segundo análise da empresa de avaliações imobiliárias Miller Samuel.

Em uma das grandes transações mais recentes a serem fechadas, uma cobertura no 88º andar foi vendida por US$ 60,9 milhões, com desconto de 20% e relação ao valor inicialmente buscado pelos construtores, mostram registros municipais de propriedades tornados públicos em 2 de dezembro.

Com o surgimento de uma série de novos projetos de luxo no horizonte da cidade, as incorporadoras dos edifícios que chegaram ao mercado mais cedo estão fechando negócios para se desfazerem das unidades antes que a concorrência se torne mais acirrada.

As vendas no 432 Park, uma torre de 426 metros localizada na Rua 57, perto da Park Avenue, começaram em 2012, quando o edifício era apenas uma ideia no papel. Agora, com a construção concluída, as aquisições podem ser fechadas e os construtores estão ressaltando isso, juntamente com os cortes nos preços, como forma de selar acordos com compradores que contam com muitas alternativas.

“Acho uma jogada inteligente”, disse Jonathan Miller, presidente da Miller Samuel. “É um reconhecimento do produto que está chegando depois desse.”

Cobertura de Sanders

A cobertura de US$ 60,9 milhões foi adquirida por Lewis Sanders, o ex-CEO da Alliance Bernstein Holding. O preço pago por ele pelo apartamento de 748 metros quadrados foi inferior aos US$ 76,5 milhões buscados inicialmente pelas incorporadoras Macklowe Properties e CIM Group.

Uma enxurrada de apartamentos de luxo está chegando ao mercado em Manhattan justamente em um momento em que o interesse dos investidores está diminuindo.

A expectativa era de que mais de 3.500 unidades recém-construídas seriam listadas para venda neste ano, segundo estimativa de setembro da corretora Corcoran Sunshine Marketing Group. Mais da metade delas é considerada de luxo ou precificada em mais de US$ 2.400 o pé quadrado (US$ 25.833 o metro quadrado).

Sanders, atualmente CEO da Sanders Capital, não deu retorno a uma mensagem telefônica em busca de comentário sobre a compra, pela qual assinou contrato em maio. Joey Arak, porta-voz do edifício, disse que a Macklowe Properties prefere não comentar as vendas do 432 Park.

A torre, cujo recorde de altura acabará sendo quebrado por outros dois edifícios que estão sendo erguidos nas proximidades, também vendeu sua unidade mais alta com desconto.

A compra de uma cobertura que ocupa todo o 96º andar foi fechada por US$ 87,7 milhões em setembro, mostram registros públicos. Ela havia sido listada para venda por US$ 95 milhões.

Essa transação foi uma das nove do 432 Park nas quais o comprador assinou contrato neste ano e recebeu desconto, segundo registros municipais das vendas concluídas.

Fonte: UOL

Miami vence prêmio de melhor conselho de turismo do mundo

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O Miami Beach Visitor and Convention Authority (MBVCA) recebeu o prêmio de melhor conselho de turismo do mundo da World Travel Awards, nesta semana. A disputa estava entre organizações das cidades de Auckland, Cancun, Cape Town, Xangai, Londres e Rio de Janeiro.

“Este prêmio simboliza a presença mundial de Miami Beach e a certa demanda por nossa marca. Estamos honrados de termos sido considerados, mas ganhar este prêmio impressionante e proeminente é um grande endosse para o trabalho que a MBVCA tem feito pra compartilhar Miami Beach com o mundo”, comentou a presidente do conselho municipal, Peggy Benua.

Antes de receber o prêmio de prestígio mundial, o conselho de turismo de Miami já havia recebido a premiação por melhor organização da América do Norte, onde concorria com conselhos de cidades como Las Vegas, Washington e Nova York, além do Havái.

Fonte: m&e

Brasileiros inovam e empreendem nos EUA

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Empreender nem sempre é fácil. Transformar uma ideia em algo concreto não é simples e exige esforço. O empreendedorismo está muito relacionado à inovação, onde o objetivo é criar algo novo e único ou inovar em algum setor que já existe.

A brasileira Mariana Valentim, fundadora da Cochic, está há mais de 10 anos na Flórida, e sempre trabalhou com eventos para a comunidade brasileira e norte-americana no sul da Flórida, servindo uma variedade de produtos típicos da cozinha brasileira. Após perceber a aceitação de petiscos brasileiros em solo americano, principalmente a coxinha, surgiu a ideia de profissionalizar o negócio e criar a Cochic – uma empresa que produz coxinhas gourmet de diferentes sabores para delivery e eventos em geral.

“A ideia foi criar uma nova linha gourmet do tão famoso aperitivo brasileiro no mercado americano”, enfatiza.

A Cochic Gourmet foi lançada ao público em setembro de 2016, em um grande evento em Boca Raton. A empresa trouxe ao mercado a novidade de coxinhas servidas em copinhos, em variados sabores: frango, presunto e queijo, milho e queijo, queijo, kielbasa, nutella e doce de leite.

Com preços acessíveis (1 copo, $6; 2 copos, $10 dólares), o produto logo fez sucesso e a barraca da Cochic teve fila de consumidores interessados em provar as delícias.

Sobre empreender nos EUA, Rafael Silva, marido e sócio de Mariana no empreendimento, destaca que não foi tão fácil passar pela parte burocrática para legalizar o negócio e colocar a ideia em prática na América.

“Talvez seja mais difícil do que no Brasil, tendo em vista o rigor maior para se conseguir licenças. Nem tudo é permitido aqui, como por exemplo, vender alimentos na rua. A fiscalização é mais rigorosa, tem multas se você não atua sob a lei, mas depois de tudo resolvido, o retorno também é garantido”, declara.

Além de trabalhar com delivery nas áreas de Deerfield Beach, Boca Raton e Pompano, e atuar em eventos, a ideia do casal de empreendedores é expandir o negócio e abrir uma loja física até o fim do ano em Deerfield Beach.

Água de coco: da caixinha para a garrafinha
Os brasileiros Mário Cebrian e Mário Caldas também inovaram e trouxeram para o sul da Flórida a água de coco vendida em carrinhos e servida in natura. Os empresários e sócios contam que a criação da Only Miami surgiu após idas e vindas aos Estados Unidos, onde perceberam que havia apenas a água de coco em caixinhas nos supermercados. “Desde a época que fiz high school através de um intercâmbio, em 1992, percebi que os americanos em geral consomem água de coco somente em caixinhas e isso me intrigava”, conta.

Mesmo na Flórida, um estado com grande quantidade de coqueiros, perceberam que a fruta era pouco ou raramente consumida ao natural e em sua maioria jogada fora.

“As empresas preferem comercializar a água de coco em caixinha, que fica na prateleira do supermercado por dois anos. Isso não é bom, a água de coco dessa forma não é natural, não faz bem pra saúde”, declara Cebrian.

Como a Flórida tem um clima quente e pela dificuldade em encontrar água de coco fresca e geladinha, servida no próprio coco ou em copos, como geralmente se vê no Brasil, os sócios decidiram trabalhar a ideia e, após pesquisarem sobre a viabilidade do projeto, resolveram trazer um carrinho do Brasil.

No entanto, para poder usá-lo em solo americano, foi preciso adaptá-lo conforme as instruções do Departamento de Agricultura da Flórida e fazerem cursos, até que em 2015 conseguiram a aprovação e começaram a comercializar o coco na praia de Sunny Isles.

“Foi o primeiro carrinho de água de coco licenciado e autorizado para vender em área livre, na praia ou na rua, em todo o estado”, conta.

Hoje, após passadas as etapas de implantação e aceitabilidade, o negócio está em expansão e a empresa conta com três carrinhos e quatro funcionários.

Questionados sobre como é empreender nos EUA, os sócios concordam que a parte burocrática de documentação e fiscalização é mais rigorosa que no Brasil. A Only Miami recebeu recentemente o selo de qualidade “Fresh from Florida” do Departamento de Agricultura estadual, um certificado para produtos locais, frescos e naturais.

A Only Miami comercializa a água de coco na praia em garrafinhas ou no próprio coco in natura, por $6 dólares, em alguns pontos de Sunny Isles, mas também participa de eventos pelas cidades da Flórida. “Temos recebido convite para participar de eventos de hospitais, academias e outros locais que promovem a saúde, uma vez que trabalhamos com um produto focado no bem-estar e na vida saudável. Esse é o nosso diferencial”, relata.

Cebrian conta ainda que estão à procura de parceiros para levar o negócio a outros pontos do estado e pretendem expandir ainda mais, com propostas para franquias para o primeiro trimestre de 2017.

Fonte: Gazeta News

Mercado Imobiliário da Flórida: Edifício de 58 andares será um dos mais altos de Miami em 2017

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Com 58 andares e 90 metros de área construídas em frente ao Miami River, o The Edge On Brickell em breve integrará a lista de um dos maiores e mais sofisticados edifícios residenciais da cidade de Miami, Flórida. Com previsão de lançamento para 2017, o início da obra começa ano que vem e já promete residências luxuosas às margens do rio, com direito à píer privado em pleno centro urbano.

O prédio oferecerá residências de dois ou três dormitórios, além de duas coberturas, com preços que podem chegar a até US$ 4 milhões, em apartamentos de 1.380 m2. Com 130 residências, três unidades por andar, terá cozinha com design italiano; sistema de automatização; forro de vidro insulado e laminado com três camadas; janelas do chão ao teto e terraços com vista para o Miami River e a Biscayne Bay.

Quando concluída, a construção atingirá 192 metros e terá um mural de vidro iluminado de 180 metros – projetado pelo artista holandês Jan Hendrix. O painel figurará como o mais alto de seu tipo em Miami e será posicionado para se tornar um ponto de referência no horizonte da cidade.

As instalações e os serviços de luxo incluem doca de 90 metros com píer privado; estacionamento automatizado por robótica; sistema avançado de acesso por biometria; piscina no 15º andar com vista panorâmica; centro de fitness com sauna e sala de massagem; brinquedoteca; sala de mídia e segurança 24 horas. A construção também abrigará um restaurante de renome no andar térreo, com entrada exclusiva.

Localizado na 55 Southwest Miami Avenue Road, o The Edge On Brickell ficará situado no meio de uma explosão de atrações. O famoso restaurante Seasalt and Pepper está entre os novos points inaugurados ao longo do Miami River nos últimos meses, o que, junto com restaurantes bem conceituados, como Zuma e Il Gabbiano, tem ajudado a estabelecer a vizinhança como um dos melhores destinos para curtir Downtown Miami.

Fonte: Talent

Volume de vendas de imóveis nos EUA cai, mas faturamento se mantém

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Miami continua sendo a cidade americana que mais atrai brasileiros quando o assunto é comprar imóveis de veraneio ou para investir. Hoje, porém, isso ocorre em volume menor.

Segundo Léo Ickowicz, sócio presidente da Elite International Realty, no período do boom imobiliário, entre 2010 e 2014, muita gente adquiriu casas e apartamentos de até US$ 500 mil e pela imobiliária foram vendidos 300 imóveis, número que, em 2015, caiu para 200, e para 100 até agora, em 2016. Atualmente, os bens atingem um público de classe AA, com valores entre US$ 1 milhão e US$ 2 milhões.

“Apesar de tudo isso, o faturamento vem se mantendo próximo ao anterior por conta dos valores mais elevados dos imóveis comprados. Hoje em dia o imóvel mais vendido é de US$ 1 milhão para cima. Nós percebemos que o brasileiro que tem um poder aquisitivo maior quer ter cerca de 20% do seu patrimônio no exterior”, complementa Léo.

“O preço do metro quadrado em dólar teve uma grande valorização, algo em torno de 70%, desde 2012 e, com a alta do dólar, as vendas começaram a cair no ano passado ”, conta Léo.

“Esse público que compra um imóvel residencial aproveita e fecha negócio com um comercial, também, que vem gerando um rendimento de 5% a mais de 7% ao ano. Nós temos um departamento exclusivamente comercial”, afirma seu filho e sócio, Daniel Ickowicz.

Quando o cliente compra à vista, é possível fazer a escritura por e-mail. Se for financiar, é preciso comprovar renda e o novo proprietário tem de ir aos EUA para fechar o negócio. Ao declarar no Imposto de Renda que tem salário fixo ou rendimentos oriundos de aluguel, é mais fácil para o investidor. Se ele tiver dinheiro aplicado em ações pode demorar mais porque os bancos veem esse investimento com cautela, já que as ações podem ser vendidas a qualquer momento.

Na hora da compra, o cidadão paga um imposto estadual de 0,3% em média. Já o equivalente em IPTU custa, em média, 2% do valor pago pelo imóvel. Numa compra à vista, prática preferida por 80% dos brasileiros, é necessário um documento de identificação e assinatura de poucos documentos, um processo bastante simples e rápido. Se houver um financiamento o banco exigirá cartas de referência, comprovação de renda e extratos bancários.

A compra de um imóvel nos EUA não garante nenhum direito especial. Estrangeiros em busca do green card estão dispostos a investir montantes a partir de US$ 500 mil em negócios aprovados pelo governo, que gerem empregos a americanos ou residentes permanentes legais, para conseguir o visto EB-5.

(Redação – Agência IN)

Fonte: IN

Brasileiro inova com tecnologia de “quebra-cabeça” imobiliário

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Arquiteto e engenheiro Saulo Suassuna Fernandes Filho promete revolucionar o mercado americano de imóveis, começando por Miami.

Imagine brincar de Lego no lar, desmembrando – como um quebra-cabeças – módulos reais no seu imóvel?

Parece um jogo, mas é uma nova realidade imobiliária, batizada como “Molegolar” (Módulos + Ligações moleculares + Lar).

A startup “Molegolar”, criada há um ano, e já com 18 projetos em desenvolvimento no Brasil, promete transformar também o mercado imobiliário americano, começando por Miami.

“Steve Jobs [fundador da Apple] disse que a Apple atingiu todo sucesso simplesmente por reinventar indústrias que estavam ultrapassadas – ele fez isso com a indústria da música; indústria dos filmes e até fotografia. A gente está propondo a reinvenção do apartamento”, diz o criador do conceito, o arquiteto e engenheiro Saulo Suassuna Fernandes Filho, pernambucano de 36 anos, do Grupo Suassuna Fernandes. “A indústria do mercado imobiliário está muito ultrapassada – você não tem novos conceitos – e este conceito [Molegolar] realmente reinventa a indústria imobiliária- não conheço em lugar nenhum nada parecido.”

Um edifício Molegolar dispõe de uma estrutura diferenciada que permite que seus módulos (apartamentos) sejam facilmente incorporados uns aos outros sem as restrições/limitações das edificações do modelo tradicional. Assim, os apartamentos se tornam “desmembráveis”, com plantas desenhadas para fácil reconfiguração.
Saulo acaba de firmar sua primeira parceria internacional com a Integra, uma grande incorporadora de Miami, fundada também por brasileiros. O acordo dá inicio a um estudo para avaliar a legislação local e as regiões mais propícias para a construção desse novo conceito imobiliário.

“Vamos submeter a Molegolar a um processo de ‘destropicalização'”, diz o arquiteto. “Quando você tem uma tecnologia de fora para levar ao Brasil, dizemos que precisamos ‘tropicalizar o produto no Brasil'”.

O processo agora é o inverso, diz ele. “Precisamos adequar o hábito de morar do americano e ver o que a flexibilidade da Molegolar traz de benefícios para ele.”

Saulo retorna a Miami no mês que vem para visitas preliminares às prefeituras de municípios com potencial para desenvolver o primeiro projeto Molegolar nos Estados Unidos. Se tudo correr bem, entre 60 e 90 dias, estará pronto para relatar o estudo aos incorporadores e dar início à obra, que normalmente leva cerca de 24 meses.

Um dos grandes diferenciais da tecnologia Molegolar, diz Saulo, é que o proprietário de uma habitação modular pode optar em morar a vida inteira em um mesmo endereço, com metragem quadrada distinta em relação às suas necessidades e condições financeiras. Em uma fase da vida, um confortável apartamento de quatro quartos pode ser transformado em 2, 3 ou 4 apartamentos menores.

“Geralmente uma pessoa compra um imóvel por causa de um momento de vida: se está casado, solteiro, tem filhos ou não tem. E é uma coisa que tem um prazo de validade relativamente curto”, diz Saulo. “As fases de vida das pessoas vão mudando. Nesse caso, você pode aumentar ou diminuir sua casa, e passar a vida inteira num imóvel.”

A flexibilidade é o segredo do sucesso, diz ele, que descreve uma situação comum para muitas famílias: um casal recém-casado precisa de um apartamento pequeno e compra dois módulos. Nasce o primeiro filho, pode comprar mais um módulo, e acoplar, como se acrescentasse peças de um quebra-cabeça. O filho se casa, e não há mais a necessidade do módulo extra. A família aí reduz novamente o espaço, sem precisar enfrentar uma mudança, altos gastos ou fazer novos investimentos. “Apartamento é coisa do passado”, diz, confiante, o arquiteto que lançou também a “Rede Mundial Molegolar”, que já conta com 24 grandes empresas cadastradas, entre elas, imobiliárias, agências de publicidade, escritórios de advocacia, arquitetura e outras, para trocarem ideias.

O primeiro edifício de “Habitação Modular” no mundo deverá ser entregue no final do ano que vem, no Recife.

No Brasil, os módulos vão de 30 m² – 125 m² e os valores dos imóveis de R$ 180 mil – R$ 1,1 milhão. Nos Estados Unidos, os números ainda não foram definidos. Depende de vários fatores, inclusive o padrão de preço da região onde será construído.

Saulo acredita que o conceito será muito bem recebido nos Estados Unidos, e também uma boa oportunidade para brasileiros querendo comprar um apartamento em Miami para investimento, férias ou mesmo morar, sem incorrer em riscos na mudança de câmbio, situação econômica ou até uma dificuldade de adaptação num novo país.

“É um contrato parcial”, explica. “Se a pessoa perdeu o empregou, diminuiu a renda, etc, ela consegue devolver parte dos módulos; não precisa entregar ou perder sua moradia inteira. Você pode diminuir sua casa, devolvendo uma parte dos módulos”.

É a reinvenção da indústria, diz ele. “Vai revolucionar o mercado imobiliário.”

“Se na época da crise de 2008 tivesse a Molegolar, as pessoas que perderam a renda completamente poderiam ter reduzido seu apartamento, quitado quantos módulos fossem possíveis e devolvido o restante para o banco, mas as pessoas não tinham como pagar a parcela, ficaram inadimplentes e os bancos tomaram suas casas e ficaram com aqueles imóveis parados, e os moradores no meio da rua. Descapitalizou os bancos e desestruturou todo o sistema financeiro, fora o impacto social”, diz. “Se houvesse a Molegolar em 2008, a crise não teria acontecido, ou poderia ter tido um final menos infeliz com a Molegolar. Reinventaria a história.”
Fonte: Estadão

Conexão em Miami – o que fazer?

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Está indo viajar e tem escala em Miami? Bom, primeiro é preciso saber quanto tempo vai sobrar depois de todo o processo de desembarque e imigração até o próximo voo. Isso porque os bairros vizinhos do Aeroporto Internacional (MIA) oferecem algumas atrações que você pode considerar conhecer, se estiver se perguntando o que fazer em Miami ao invés de ficar plantado no aeroporto por horas. No segundo andar do Terminal E tem um guarda volumes que você pode deixar suas malas e aproveitar seu tempo durante sua conexão em Miami.

Bem ali do lado, tipo cinco minutos, tem a belíssima Blue Lagoon Drive. A área verde na beira do lago de quase 50 mil metros quadrados é uma alternativa para relaxar ao ar livre e alongar o corpo antes de encarar o resto da viagem. Se preferir esticar um pouco mais, os bairros de Coral Gables, Doral e Downtown ficam a menos de 30 minutos do aeroporto. Você pode alugar um carro ou pegar um táxi para um destino específico. De lá, uma ideia interessante pode ser pegar uma bicicleta para rodar pelas ruas ou fazer os tradicionais passeios da Gray Line, naqueles ônibus vermelhos de dois andares que fazem city tour pela cidade e já dá pra ter um gostinho de turismo em Miami.

Ainda saindo do aeroporto, o shopping Dolphin Mall, o Melreese Golf Course e o resort Trump National Doral oferecem serviço gratuito de transporte que você pode aproveitar seja para fazer umas comprinhas, jogar uma partida de golfe ou fazer uma massagem no spa do hotel. E se quiser entrar no clima de “estou de férias em Miami”, planeje visitar a South Beach. A Lincoln Road e a vizinha Española Way concentram uma série de lojas de marcas famosas e várias butiques.

Apesar de parecer entediante, a espera no aeroporto pode ser divertida. A começar pelas peças de arte que estão espalhadas pelos Terminais Norte e Sul. No Terminal D, na área da American Airlines tem diversas opções de restaurantes. Lá também estão a loja do Romero Britto e a livraria Books & Books. O Terminal H/J é famoso pelo Bacardi Bar que serve um mojito delicioso – considerado o drink oficial de Miami, além do Jetsetter Spa, perfeito para você descansar e relaxar antes de seu próximo voo.

Fonte: Embarque na viagem

Mais do que um rótulo

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Não dá para negar que a primeira coisa que vem à cabeça quando se pensa em Ilhas Cayman é o termo paraíso. No caso, paraíso fiscal. E toda reportagem de turismo sobre o arquipélago começa insistindo nesta relação. Perdoe o clichê. É que para começar a falar do destino, nada melhor do que um chamariz. Feita a referência, é hora de ir direto ao que interessa: as maravilhas naturais e culturais que essas três ilhas oferecem aos viajantes. Apesar de ser bem menos do que Cancún, Cayman recebe, em média, 2 milhões de turistas ao ano (na ‘prima’ caribenha são 8 milhões).

Localizada a pouco mais de sete horas de voo de São Paulo (a uma hora de Miami), o arquipélago é formado pela Grand Cayman, Cayman Brac e Little Cayman. Colonizadas pelos ingleses, nas ilhas se usa a moeda Cayman dólar (KYD), sendo que R$ 1 equivale a 0,25 KYD. Uma das curiosidades mais bacanas de lá é que o local acolhe pessoas de mais de 135 nacionalidades, proporcionando rica experiência entre culturas. Esta, aliás, é uma tecla que o governo muito bate quando se vende o destino. Segundo eles, basta chegar para ser contagiado pela caymankind, a gentileza caimanesa, em tradução livre.

A dica para quem resolveu colocar as Ilhas Cayman no roteiro de viagem é curtir tudo o que o passeio tem a oferecer, incluindo a enorme variedade de mais de 200 restaurantes disponíveis no destino. A começar por onde tudo acontece: a Grand Cayman, que abriga a capital George Town. Maior das três ilhas, possui cerca de 197 km² de área com aproximadamente 35 quilômetros de comprimento e seis quilômetros de largura (é quase o dobro da ilha de Manhattan, em Nova York). Grande parte dos hotéis fica por lá, assim como as opções de compras. Quem gosta de encher a mala, pode sorrir: as Ilhas Cayman são tax free, ou seja, isentas de impostos. Reserve um dia para conhecer a badalada praia de Seven Mile Beach e a tranquila Rum Point.

Os que adoram relaxar contemplando um belo mar, vão querer correr para Cayman Brac, ou melhor, voar até lá. São cerca de 30 minutos, ou 143 quilômetros, de Grand até Brac pela Cayman Airways (passagem a cerca de R$ 400). Daquele lado fica um espaço mais selvagem, repleto de cavernas, prato cheio para os trilheiros. São 19 quilômetros de comprimento e dois quilômetros de largura, com área de 36 km². O ponto mais alto está a 46 metros acima do nível do mar. Os próprios caimaneses costumam fugir para descansar em Cayman Brac.

Já para quem não abre mão de exclusividade, e tem condições de bancar, o lugar certo é a Little Cayman, a menor das três ilhas com 16 quilômetros de extensão e pouco mais de um quilômetro e meio de largura (26 km² de área). Também precisa voar até lá. São ridículos cinco minutos no ar de Brac a Little. Os hotéis e restaurantes mais luxuosos foram estrategicamente construídos nesta área, que reserva grandes e lindas surpresas para quem resolver se aventurar mergulhando.

GUIA DE VIAGEM

COMO IR

Há voos pela American Airlines saindo de Guarulhos com uma ou duas paradas, a maioria em Miami. O aeroporto de George Town é o Internacional Owen Roberts.

QUANDO IR

A época de mais calor e, portanto, de mais movimento e altas tarifas é entre dezembro e maio. Se pretende fazer viagem mais tranquila, porém com possibilidade de alguns dias raros de chuva, escolha de junho a novembro. Furacões? Mais prováveis entre agosto e novembro. Reserve, ao menos, quatro noites para as Ilhas Cayman, lembrando que para conhecer a Brac e a Little tem que viajar. Fique uma noite na Brac.

DICA

Os restaurantes e baladas fecham cedo. Programe-se.

MAIS

Outras informações no site oficial www.caymanislands.ky.

Fonte: Diário do Grande ABC 

8 perguntas que você precisa fazer antes de viajar para Miami

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Está planejando aquela viagem dos sonhos para Miami e não sabe por onde começar?

Miami é uma grande e bela cidade. Sem contar os arredores, como Orlando, Fort Lauderdale e a Ilha de Key West, onde tem muitos pontos turísticos e passeios imperdíveis, dentro da própria cidade existem bairros e lugares que você não vai querer perder. Apesar de ficar conhecida como cidade das compras, devido aos preços superconvidativos de vários tipos de produtos, existem muitas opções de lazer e hospedagem em Miami que atendem o gosto e necessidade daqueles turistas que querem se divertir na viagem de férias, de preferência sem gastar muito.

Neste post vamos tirar algumas das dúvidas mais frequentes, além de lhe dar dicas e sugestões do que fazer em Miami para aproveitar melhor sua estadia na cidade mais latina da América do Norte!

Quanto custam, em média, as passagens para Miami?

Fatores como companhia área, data e local de embarque, e quantidades de escalas podem afetar consideravelmente o preço das passagens. Por exemplo, no dia 1º de dezembro, uma passagem área com saída de São Paulo e com destino a Miami custará, em média, R$1.956 + taxas de embarque. Outras datas e outros pontos de saída podem ter custos maiores ou menores, por isso é importante pesquisar bastante, e com o máximo de antecedência possível pois a proximidade entre o dia da compra e o dia da viagem também pode interferir no preço final.

Consigo comprar as passagens para Miami usando as milhas do cartão?

Sim, é possível comprar passagens aérea usando o programa de milhagem do cartão, mas é necessário ter ao menos 20 mil pontos para resgatar em passagens para América do Norte em classe econômica.

Como fazer a imigração em Miami?

Ao pousar no aeroporto de Miami, é preciso passar pelos agentes de imigração e pela alfândega, mesmo antes de pegar suas malas. Além de ter o visto americano no passaporte, o governo quer ter certeza que você não pretende morar ilegalmente no país. Neste momento, leve em mãos o passaporte com visto americano e o formulário 6059B (azul) preenchido. Se o seu inglês não é dos melhores, não se preocupe, todos os agentes sabem falar espanhol. Outra boa dica é contar com um serviço especializado em turismo receptivo em Miami para brasileiros.

Qual o melhor endereço de hospedagem em Miami?

O ideal é que você trace uma rota de passeios e escolha uma hospedagem que esteja próxima aos lugares que deseja conhecer.

Se for ficar em Miami Beach, tenha como referência a Lincoln Road, uma região que além de super bem localizada, com lojas e restaurantes, também é bastante movimentada tanto de dia quanto de noite. As áreas mais agitadas de Miami Beach estão na parte Sul, e a região mais calma fica ao Norte.

Downtown Miami é uma região comercial, cheia de hotéis de grandes redes. Essa é a área mais econômica de Miami e está a 15 minutos de carro de South Beach. Utilizando um serviço de transfer em Miami , o tempo é o mesmo, e você não se preocupa com estacionamento, trânsito e ainda conta com a experiência de uma equipe especializada em Miami com dicas especiais.

O melhor tipo de hospedagem é aquele que atende todas as suas necessidades. As opções de hotéis em Miami variam muito e há inúmeras alternativas para todos gostos e bolsos, com diárias a partir de R$ 250,00.

Onde comer e qual o preço de bons restaurantes de Miami?

Se planeja uma noite especial, conheça o The Capital Grille. Com ambiente de churrascaria, o restaurante é muito bem recomendado por sites como TripAdvisor. Mas se prefere economizar e mesmo assim quer um ambiente aconchegante e com ar americano vá ao Five Guys, considerado um dos melhores Fast Foods de Miami.

Opções mais saudáveis também podem ser encontradas. O Edge Steak & Bar, por exemplo, é um maravilhoso restaurante com opção de pratos sem glúten.

A média de gasto por refeição em Miami depende do local onde vai comer: você pode pagar desde U$ 10 a U$ 200 o prato. Considerando refeições com valores mais em conta, é possível comer bem em Miami gastando entre $30 a $50 por pessoa, por dia. Em Ocean Drive, fique atento às placas dos restaurantes, pois sempre é possível encontrar boas ofertas.

Quantos dias devo ficar em Miami?

A cidade é excelente tanto para roteiros de um final de semana quanto de uma semana inteira. Para conhecer bem e com calma, o ideal é que se fique pelo menos uma semana inteira e que divida os passeios por dias.

Onde devo ir em Miami?

Miami Beach é a parada mais obrigatória em Miami para qualquer turista, a parte mais agitada e badalada e onde ficam as melhores praias, hotéis, bares, restaurantes e baladas, e também uma das mais bonitas. A principal avenida de Miami Beach é a Ocean Drive, um dos principais cartões postais da cidade, com inúmeros bares e restaurantes, muita gente bonita e animada, sem falar que fica de frente para a praia e tem uma vista incrível.

Falando em praia, em Miami praticamente não faz frio, então é possível aproveitar a praia durante quase todo ano. Miami Beach está entre as praias mais conhecidas do mundo, com águas azuis contornadas pelo branco da areia e por prédios luxuosos. South Beach, que fica entre a 1st e 25th street, tem tudo o que o turista precisa e é lá que você vai acabar passando boa parte do tempo. Mas as praias localizadas em Mid Beach e North Beach também são imperdíveis.

Mas se você também quer fazer compras em Miami (como quase todo mundo), a cidade tem várias opões de lojas e outlets com preços convidativos. Se se prefere não sair de Miami Beach e se não precisa economizar, pode escolher entre a Lincoln Road e a Collins Avenue, onde há algumas das lojas mais badaladas da cidade.

A verdade é que Miami tem muitas opções de passeios, lazer, diversão e, é claro, compras. Antes de viajar, pesquise bem para planejar tudo. Acompanhe sempre nossas dicas de Miami aqui no blog. Contar com uma empresa especializada em turismo receptivo e transfer que pode te levar para os melhores lugares e dar as melhores dicas de Miami , também é uma excelente ideia.

Fonte: Terra