Caixa Econômica Federal espera crescimento do mercado imobiliário em 2017

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O presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi, afirmou que os financiamentos concedidos pelo banco para a compra e a construção de imóveis no primeiro bimestre de 2017 no país já são maiores do que no mesmo período de 2016, reforçando as expectativas de que o mercado imobiliário voltará a crescer neste ano.

— Há expectativas da Caixa de crescimento do mercado imobiliário, mas há também dados que já mostram essa realidade — afirmou, nesta terça-feira, durante o Summit Imobiliário, evento organizado pelo grupo O Estado de S. Paulo em parceria com empresas e associações do setor da construção civil.

Em janeiro e fevereiro, o banco liberou R$ 14 bilhões de financiamento imobiliário. Para todo o ano, a Caixa tem um orçamento de R$ 84 bilhões em empréstimos nessa área, montante um pouco acima de 2016, quando atingiu R$ 81 bilhões.

Occhi citou que a economia brasileira tem dados sinais de recuperação, com queda nas taxas de juros e recuo da inflação. Segundo o presidente da Caixa, há expectativa de que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) mantenha um corte gradual da Selic nos próximos meses. Além disso, Occhi estima que a inflação siga em um patamar controlado, entre 4% e 4,5% ao ano até 2020.

Ele ainda lembrou que nos próximos dias a Caixa irá liberar mais uma tranche de pagamentos das contas inativas do FGTS, o que, segundo ele, ajudará a injetar cerca de R$ 10 bilhões na economia brasileira.

— Para nós, esse é um ano de confiança e de certeza de que invertemos a curva e vamos ter desenvolvimento do setor imobiliário novamente — completou.

PDG Realty e Viver

O presidente da Caixa Econômica Federal minimizou os riscos para os mercados imobiliários e financeiros com os processos de recuperação judicial no setor, como são os casos das incorporadoras PDG Realty e Viver, cujas dívidas em reestruturação ultrapassam R$ 7 bilhões.

— A Caixa está muito pouco preocupada — afirmou o executivo.

Segundo Occhi, o banco estatal tem mantido conversas constantes com as empresas para buscar as melhores condições para renegociação das dívidas, com alongamento dos prazos e revisões de taxas. Por conta disso, descartou que o setor como um todo possa acabar contaminado.

— Estamos participando dessa negociação com eles, são clientes nossos e vamos participar até o final. Não tem risco sistêmico do setor. São casos pontuais e a recuperação judicial ajuda a fazer uma reestruturação da empresa e repactuação com todos os credores — explicou.

*Estadão Conteúdo

Fonte: ZH Economia

Queda na inflação faz mercado imobiliário retomar crescimento em 2017

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Após um ano marcado pela crise econômica e política, as previsões para o ano de 2017 são mais positivas. De acordo o Banco Central, a estimativa é de que o índice da inflação diminua para 5,07%, as taxas de juros sejam reduzidas e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), fique em 1,3%.
A inflação, que voltou com força nos últimos anos, foi uma das principais razões para que o mercado imobiliário ficasse retraído. Entretanto, de acordo com as previsões de especialistas em economia, a inflação está em fase de desaceleração, o que permitirá que os negócios voltem a ficar aquecidos.

A inflação brasileira saiu de 10,7% em 2015 para, aproximadamente, 7,2% em 2016, o que mostra que ela vem caindo, aos poucos. O presidente do Banco Central também informou que tentará atingir uma meta central de inflação de 4,5% estipulada para o próximo ano.

Diante das expectativas otimistas, o Governo Federal está aprovando medidas positivas que atingem diversos segmentos da economia brasileira. O setor imobiliário é um deles. No dia 16 de fevereiro, o Ministério do Planejamento anunciou que o Conselho Monetário Nacional (CMN) aumentou o valor para compra de imóveis usando recursos do FGTS.

No Rio de Janeiro, em São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, o teto para compra de imóveis usando recursos do FGTS era de R$ 950 mil. Em outras regiões, o valor máximo era de R$ 800 mil. Agora, o valor atual é de R$ 1,5 milhão e deve movimentar especialmente os negócios relacionados a imóveis de alto padrão.

Em 2017, os economistas preveem que o desemprego também irá ceder, o que certamente influenciará positivamente o mercado imobiliário. Com uma economia mais estável, o mercado imobiliário volta a se movimentar, já que os consumidores voltam a ter crédito disponível.
De acordo com especialistas também haverá uma retomada no crescimento da área de construção civil que consequentemente irá favorecer o setor imobiliário, uma vez que os preços mais baratos dos materiais e da mão de obra reduzirão os custos, incentivando lançamentos e também tornando o valor dos imóveis mais acessíveis para uma parcela maior da população.

A recuperação do mercado imobiliário também está diretamente relacionada ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), visto que é esse índice que acompanha o comportamento da economia brasileira, assim como mostra todos os bens e serviços feitos no Brasil. O Banco Central acredita num cenário satisfatório durante o ano 2017. A instituição prospecta um crescimento de 1,3% nos próximos meses.

De acordo com dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), a expectativa é de que a economia brasileira terá um crescimento satisfatório em 2017. Desta forma, o fundo estima um avanço de 0,5% no PIB, contra uma projeção de crescimento nula feita nos dois últimos levantamentos do órgão.

Como tudo indica, esse ano será marcado pelo retorno das atividades do mercado imobiliário. A época também será favorável para quem deseja adquirir um empreendimento residencial. Segundo especialistas, os que desejam comprar a casa própria devem buscar orientações e o auxílio de imobiliárias especializadas. A Construtora Planeta , por exemplo, atua no mercado imobiliário desde 1998 com experiência e foco em empreendimentos residenciais. A empresa é reconhecida no mercado imobiliário pela excelente qualidade de seus empreendimentos e cumprimento rigoroso dos prazos de entrega.

De acordo com especialistas, esse será o ano para o mercado imobiliário retomar o seu crescimento. A queda da inflação será o grande responsável por esse momento que também trará ótimas oportunidades para a aquisição de empreendimentos residenciais.

Fonte: Dino

Como declarar imóveis no Imposto de Renda 2017

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São Paulo – Operações como a compra, venda, doação e posse de imóveis devem ser declaradas no Imposto de Renda 2017.

A posse de imóveis que custem mais do que 300 mil reais, inclusive, é uma das condições que obriga o contribuinte a apresentar a declaração deste ano.

Os imóveis devem ser informados na ficha de “Bens e Direitos” do programa gerador da declaração, com o código específico do bem, de acordo com a definição que consta na escritura do imóvel. Apartamentos, por exemplo, são declarados com o código 11, enquanto casas são declaradas com o código 12 e terrenos com o código 13.

O valor declarado deve ser apenas o que contribuinte efetivamente pagou pelo imóvel até o dia 31 de dezembro de 2016, incluindo o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), se for o caso, assim como os juros do financiamento e a taxa de corretagem paga na compra do imóvel.

Portanto, o contribuinte deve declarar o imóvel sempre pelo seu valor de aquisição, sem atualizar seu preço diante de eventuais valorizações de mercado ou de acordo com a variação de índices de inflação.

Existe apenas uma exceção que permite a alteração do valor do imóvel: a realização de reformas no bem. Se forem realizadas reformas, pinturas e reparos, por exemplo, é possível acrescentar esses custos ao valor do imóvel, desde que eles possam ser comprovados.

Essas despesas devem ser informadas na declaração referente ao ano em que foram realizadas. Caso o contribuinte tenha se esquecido de declará-las no ano correspondente, elas podem ser acrescentadas na declaração daquele ano por meio de uma declaração retificadora.

No campo “Discriminação”, devem ser incluídos os seguintes dados: se o imóvel foi comprado ou doado, a data da compra ou da doação, quem foi o vendedor ou doador (com CNPJ ou CPF), se está quitado e se foi financiado. Neste último caso devem ser incluídas também as seguintes informações: em qual banco foi feito o financiamento, quantas parcelas já foram pagas e quantas restam a pagar.

Imóvel financiado em 2016

Se você financiou a compra do seu imóvel em 2016, a operação deve ser declarada na ficha de Bens e Direitos, e não na ficha de “Dívidas e Ônus Reais”.

Para isso, basta abrir a ficha e clicar em “Novo” no canto inferior direito da tela. Em seguida, selecione o código do bem e o país de localização.

No campo “Discriminação”, além de informar que a compra do imóvel foi financiada, a data da compra e quem foi o vendedor (com seu CNPJ~ou CPF), é preciso informar qual banco concedeu o crédito, além do número de parcelas já pagas e o número de prestações que resta pagar.

Como o imóvel foi comprado no ano passado, no campo “Situação em 31/12/2015” coloque “0,00”. Já no campo “Situação em 31/12/2016” coloque apenas o valor já pago pelo imóvel até a data, que seria a soma entre o valor de entrada, o valor das parcelas pagas no ano e os custos extras, como o ITBI e a corretagem pagos em 2016, bem como eventuais reformas.

Você deve declarar apenas o valor já pago e não o preço total da compra do imóvel porque a Receita está mais interessada em saber se a renda que você irá declarar é compatível com a compra do imóvel do que em saber qual o valor do bem.

Caso você informe no campo “Situação em 31/12/2016” um valor de compra do imóvel de 500 mil reais, por exemplo, sendo que você pagou apenas 150 mil reais em 2015, a Receita Federal pode achar que uma compra de 500 mil reais é incompatível com os salários que você recebeu no ano, o que pode te levar à malha fina.

Imóvel financiado que já foi declarado

Se em 2016 você continuou a pagar as parcelas do financiamento do imóvel, o valor informado deve corresponder apenas ao montante que já foi pago até o ano passado, e não o valor total do bem.

Na coluna “Situação em 31/12/2015”, portanto, informe os valores pagos até essa data e na coluna “Situação em 31/12/2016” inclua os valores pagos até 31/12/2015, somados às prestações pagas em 2016.

Enquanto o financiamento durar, esse processo deve ser repetido na declaração até que o imóvel seja quitado. Apenas quando o financiamento acabar o valor a ser declarado pelo imóvel será o total desembolsado ao longo dos anos de financiamento.

No campo discriminação, informe o valor das parcelas pagas em 2016 e das parcelas pagas até o ano anterior.

Imóvel quitado que já foi declarado

Se você já tinha um imóvel quitado antes de 2016 e já o declarava, basta repetir seu valor nas colunas “Situação em 31/12/2015” e “Situação em 31/12/2016”.

O valor informado deve ser o mesmo que consta na escritura e só pode ser alterado se for necessário acrescentar despesas realizadas com reformas no imóvel, gastos com corretagem, juros de financiamento e Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI).

Se o imóvel já era declarado antes de 2016, mas o contribuinte só se lembrou de declarar o valor do ITBI e da corretagem agora, esses custos devem ser incluídos na declaração referente ao ano em que essas despesas aconteceram, por meio de uma declaração retificadora.

Imóvel comprado antes de 2016, mas que não foi declarado

Contribuintes que eram incluídos como dependentes ou que não eram obrigados a entregar a declaração no ano passado e passarão a fazer sua própria declaração neste ano devem informar os imóveis que já faziam parte de seu patrimônio antes de 2016.

O procedimento a ser seguido é o mesmo dos tópicos anteriores, mas, como o imóvel já fazia parte do patrimônio do contribuinte antes de 2016, a coluna “Situação em 31/12/2015” não deve ficar em branco e deve ser preenchida com os valores pagos até então ou com o valor total do imóvel, conforme o caso.

Imóvel em nome de mais de uma pessoa e de casais unidos pelo regime de separação total de bens

Imóveis comprados por mais de uma pessoa ou por casais unidos pelo regime de separação total de bens devem ser declarados por todos os proprietários. O valor informado deve corresponder ao valor pago por cada um, correspondente à sua parte no imóvel.

Se dois irmãos compraram um imóvel em conjunto e cada um possui 50% da propriedade, por exemplo, ambos devem informar nas respectivas declarações o valor proporcional à sua posse.

Imóvel comprado por casais unidos pelo regime de comunhão parcial ou total de bens

Se o casal declara o Imposto de Renda separadamente os imóveis que são considerados bens comuns devem ser informados integralmente na declaração de um dos dois.

Na comunhão parcial, são considerados bens comuns todos aqueles bens pagos durante a união por um dos cônjuges ou por ambos. Já na comunhão total todos os bens são considerados comuns, inclusive aqueles anteriores à união.

Assim, no regime parcial (que é o regime que vigora automaticamente quando nenhum outro é definido por pacto antenupcial) mesmo que os cônjuges declarem o IR separadamente o imóvel entra em apenas uma declaração porque a Receita apura as declarações do casal como se fosse um formulário único.

No campo discriminação, basta informar que o imóvel foi comprado junto com o cônjuge.

Imóveis recebidos por doação

Quem recebeu um imóvel por doação deve informar o bem na ficha “Bens e Direitos” da declaração, descrevendo os dados pessoais do doador, como nome e CPF, no campo “Discriminação”. Para doações recebidas em 2016, o campo referente a 2015 deve ficar em branco e o campo de 2016 deve incluir o valor do imóvel.

O valor do imóvel também deve ser declarado na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”, na linha “10 -Transferências Patrimoniais – Doações e Heranças”. Nos anos seguintes ao recebimento da doação a informação não deverá mais ser incluída nesta ficha: basta manter as informações incluídas na ficha “Bens e Direitos”.

Já o doador deve informar o imóvel doado na ficha de “Bens e Direitos” e os dados de quem recebeu a doação no campo “Discriminação” na declaração referente ao ano em que fez a doação. Para doações feitas em 2016, o valor que já constava no campo “Situação em 31/12/2015” deve ser mantido e o campo “Situação em 31/12/2016” deve ser deixado em branco.

O doador também deve informar a doação na ficha “Doações Efetuadas”, descrevendo o tipo de imóvel, seu valor e os dados de quem recebeu o bem doado. Nas próximas declarações, o doador já não precisará declarar nenhuma informação referente ao imóvel doado, em nenhuma das duas fichas.

Reformas e melhorias feitas no imóvel

Gastos com reformas e melhorias no imóvel podem ser adicionados ao valor do bem desde que possam ser comprovados.

As benfeitorias realizadas em 2016 devem ser incluídas no campo “Discriminação”, junto com as outras informações sobre o imóvel. A coluna de 2015 deve mostrar o valor do imóvel antes das reformas, e a coluna em 2016 deve registrar o seu valor com o acréscimo do valor das reformas.

Fonte: Exame

Pesquisa revela que consumidores, imobiliárias e corretores de imóveis estão otimistas com 2017

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Flexibilização da negociação de preços para compra e aluguel é outro fator compartilhado por todos.

 

Os consumidores e o mercado imobiliário acreditam que os preços de imóveis atuais estão altos, segundo pesquisa realizada pelo VivaReal. No entanto, 40% dos consumidores acreditam mais na diminuição dos mesmos, enquanto 64% dos corretores/imobiliárias apostam na estabilidade dos valores atuais. A pesquisa dentre outros temas, aborda as percepções principalmente relacionadas à economia, ao mercado imobiliário e ao perfil de consumidores, corretores e imobiliárias.

A pesquisa VivaReal (Pesquisa de Expectativas 2017) está disponível em http://bit.ly/VivaReal_perspectivas2017_dezembro2016. Pela primeira vez, o levantamento publicado semestralmente desde dezembro de 2014, também aborda expectativas do setor imobiliário. A pesquisa foi realizada com 1.545 Consumidores, 482 Corretores, 32 Imobiliárias espalhados em 326 cidades do País.

“O consumidor que ainda não encontrou seu imóvel pretende comprar em até 6 meses e observamos o aumento de flexibilização por parte de corretores e imobiliárias para negociação desses empreendimentos no próximo ano. Além de todos esperarem uma estabilidade nos preços, inclusive 45% dos consumidores”, explica Lucas Vargas, CEO do VivaReal.

De forma geral, o ano de 2017 traz maior confiança econômica tanto por parte dos consumidores quanto das imobiliárias e corretores. A incerteza em relação a economia do país representa 43% dos consumidores. Apesar disso, há otimismo em 41% deles e o pessimismo representa 16%. Os principais motivos que os consumidores incertos e pessimistas justificaram foram corrupção, crise econômica e crise política. Já 61% do mercado imobiliário está otimista, 35% está incerto sobre o panorama e o pessimismo assola apenas 4%.

A expectativa do consumidor, corretores e imobiliárias é muito positiva para o mercado imobiliário em 2017. Cerca de 70% dos players do setor estão otimistas com o mercado imobiliário em 2017 e 53% daqueles que estão procurando a casa dos sonhos também. A incerteza representa 27% e 36%, respectivamente.

Consumidores

O perfil do consumidor que participou do VivaReal Pesquisa de Expectativas 2017 é em maioria o público feminino (51%). Os entrevistados são casados ou estão em união estável (60%) e 65% ganham tem renda familiar média acima de R$ 3.418,00. A faixa etária de consumidores está concentrada entre 25 a 39 anos (40%).

Do público que buscou um imóvel recentemente, 84% ainda não encontrou a sua casa dos sonhos. A compra de imóveis representa 71% das intenções, o aluguel (22%) e apenas 7% já desistiram da busca . Entre os consumidores que buscam comprar imóveis e ainda não encontraram o imóvel dos sonhos, 66% desejam imóveis usados e 52% planejam usar financiamento e 28% devem pagar à vista. A permuta (17%) e o consórcio (3%) também foram listados. Já os 34% daqueles que desejam comprar lançamentos (novos) sugerem o financiamento (72%) como a principal forma de pagamento, seguido por permuta (12%), à vista (11%) e consórcio (3%). Esses consumidores esperam comprar o imóvel em até 6 meses.

Entre quem busca imóvel para aluguel (22%) e ainda não encontrou o imóvel dos sonhos, a pretensão é iniciar a locação por meio de antecipação de parcelas como garantia de pagamentos futuros, seguida do fiador (28%) e do seguro fiança (18%). Esses consumidores esperam alugar o imóvel em até 3 meses.

Entre aqueles que já encontraram (16%) sua casa dos sonhos, a locação representou 48%. Os novos proprietários de imóveis usados (30%) revelaram que obtiveram um desconto médio de 13% no preço inicial. Já os 22% que compraram lançamentos (novos), o desconto médio foi maior e atingiu 14%.
Segundo Vargas, a expectativa do mercado e dos consumidores segue a tendência das últimas previsões econômicas. “Há uma expectativa de melhora em diversos indicadores. Os dados da pesquisa demonstram que o mercado imobiliário e os consumidores estão mais otimistas e abertos para negociação. Diante do momento do mercado, são características interessantes para gerar maior liquidez”, conclui o CEO do VivaReal.

Sobre o VivaReal

VivaReal é uma plataforma digital que conecta imobiliárias, incorporadoras e corretores com consumidores que buscam um imóvel. São mais de 5 milhões de anúncios para compra e locação em mais de mil cidades brasileiras reunidos em um só lugar.

Com mais de 15 milhões de visitas por mês em seu site e aplicativos móveis, o VivaReal é líder em seu segmento de atuação e está presente com escritórios locais em 15 cidades brasileiras.

Fonte: Segs

Tudo sobre a greenery, cor que será tendência de decoração nos casamentos de 2017

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A Pantone lançou internacionalmente a cor anunciada para 2017: Greenery.  Segundo a design especialista em cor e fundadora da Academia da Cor e Design Fabiane Mandarino, a tonalidade escolhida é um verde bem aquecido e carregado de amarelo.

“Esse verde escolhido nos remete ao verde da folhagem e evoca toda a vitalidade da natureza e nos convida a respirar fundo e está ligada a nossa necessidade de explorar novas possibilidades, experimentar e reinventar. A escolha remete a sensação de relaxamento, saúde, frescor e renovação”, comenta a expert.

Por isso, nos casamentos do ano que vem, a cor vai predominar.

“A tendência botânica começou a surgir do meio do ano de 2016 para o final. Muito com o foco na decoração com  combinações como verde e cinza ou branco. A cor escolhida como tendência para 2017 é harmônica, uma ótima aposta para casas que querem investir em casamentos e festas ao ar livre ou na praia”, afirma a assessora de eventos Fabiana Pinheiro, da Bem Assessorados.

Fonte: Caras

A decoração ideal para um 2017 cheio de boas energias

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Do Ano Novo, todos querem coisas boas. Mas os desejos que esperamos que se concretizem dependem mais de nós mesmos do que de fatores externos. Por isso, a mudança deve começar dentro de cada um e no ambiente em que vivemos. O primeiro passo para ter uma vida mais harmônica e organizada é uma casa que propicie o bem-estar.
“A decoração transmite sensações de acordo com as cores, os materiais, os objetos e a disposição dos móveis. Somos influenciados pelas mensagens, pelo visual e pelo simbolismo que podem deixar um espaço frio ou acolhedor”, afirma Cris Ventura, consultora de feng shui.
Segundo ela, é possível atrair energias positivas para o ano que se inicia com simplicidade, expressando os gostos e as preferências dos moradores, de acordo com a personalidade de cada um.
“Como cada pessoa tem uma vibração diferente, vale colocar um vaso com flores coloridas na sala. Elas ajudam a harmonizar a energia do grupo. As frutas simbolizam a abundância. Coloque uma fruteira no centro da mesa e use laranjas (que significam fartura), uvas, ameixas e pêssegos. De cor quente, esses alimentos atraem a prosperidade”, destaca.
Repaginando
Já a arquiteta Carmen Calixto ressalta que começar o ano com a casa renovada é um incentivo a mais para tirarmos do papel todos os projetos idealizados. “Os elementos decorativos que podem ser trocados com facilidade e proporcionam outra atmosfera à casa são almofadas, quadros, tapetes, adornos e cortinas”, afirma.
A especialista explica ainda quais cores são ideais para cada ambiente. “Para salas, nós podemos ousar mais, então, cores mais fortes e vibrantes podem ser utilizadas. Nos quartos, as cores mais neutras e acolhedoras proporcionam relaxamento. Banheiro e cozinha são ambientes que exigem mais limpeza, por isso cores claras denotam mais cuidado e limpeza”, ensina Carmen.
E são justamente as cores que a arquiteta Melina Mundin recomenda para transformar a casa em um ambiente mais alegre. “Não precisa ser muito, mas todos nós precisamos de toques de cor em casa para nos deixar mais alegres. Pequenos quadros, vasos de flor e almofadas já ajudam bastante. Mas para aqueles que, assim como eu, amam as cores, começar o ano com uma parede pintada de outra cor, ou reformar uma velha poltrona e deixá-la estampada já faz muita diferença.
Também para quem quer renovar a casa com a cor do ano, o verde trazido pela Pantone combina com tudo e estimula boas vibrações para um ano cheio de harmonia”, frisa Melina (leia mais abaixo sobre a cor do ano).
Para quem vai receber parentes e amigos na virada do ano em casa, ela recomenda abusar das luzes na decoração. “Seja com velas ou luzes, tipo as de Natal. Plantas para inspirar esperança através do verde. Peças douradas na mesa como souplat, por exemplo, inspiram confiança. Também é interessante usar toques de azul na toalha de mesa, nas taças ou em algum enfeite para representar coisas boas. O azul é a cor de todos os bons sentimentos”, afirma Melina.
Entre as plantas recomendadas por ela estão a suculenta e o cactus. “Eles exigem pouca manutenção, duram bastante e caem bem com qualquer decoração”, pontua a arquiteta.
Fragrância
Pensar no aroma do ambiente também é uma forma de decorar. O cheiro transmite sensações de aconchego, revigoramento e frescor. Segundo Nayana Pedreira, fundadora da Acqua Aroma, empresa pioneira no ramo de aromatizadores no Brasil, para cada cômodo há uma fragrância ideal.
O quarto, ambiente mais íntimo da casa, combina com lavanda, que traz tranquilidade e relaxamento, e com baunilha, para um clima mais romântico. Na sala, Nayana recomenda um aroma mais suave, como a brisa, uma vez que esse ambiente é de uso coletivo, voltado para receber visitas e relaxar. Se for trabalhar nesse cômodo, a dica é adotar o alecrim.
Já na cozinha, onde é comum a mistura de cheiros, os aromatizantes ideais são aqueles com função neutralizante, preferencialmente com notas cítricas. Para o banheiro, Nayana indica as fragrâncias como verbena e limão siciliano, cítricas e suaves, assim como a lavanderia, com toque floral e que transmite sensação de limpeza.
Plantas e flores
As plantas e flores conferem sensação de aconchego e alegria às casas. Essa é uma simples solução para melhorar os ambientes, renovando as energias. “Faltam verde e vida em nosso cotidiano e as flores trazem essa beleza e estética para dentro de casa”, destaca a arquiteta e designer Katalin Stammer, supervisora dos cursos de Design de Interiores e Design de Jardins do Centro Europeu.
Katalin destaca que é necessário identificar se o espaço é quente, úmido, iluminado ou escuro para escolher a melhor planta para cada local e casa. “As flores são muito sensíveis e precisam de um cuidado especial para que elas continuem bonitas e saudáveis durante o maior tempo possível. Mas ao contrário do que muitos pensam, não é tão complicado assim. Dedicando alguns minutos do dia para as plantas, é fácil ter uma casa aconchegante, colorida e perfumada”, detalha.
Para a profissional, plantas como astromélia, orquídea e gloxínia são boas opções para quem pretende dar um toque especial aos ambientes internos. Já o beijo americano, a vinca, a sálvia, a onze-horas e a margarida são indicadas para os jardins de verão.
A Cor do Ano 2017 simboliza novos começos
O Instituto Pantone, famoso mundialmente pela normatização de cores, acaba de divulgar a Cor do Ano 2017: a Greenery. Trata-se de um tom fresco, moderno, amarelo-esverdeado, que evoca os primeiros dias da primavera, quando a vegetação se renova. A cor lembra ainda a exuberância da vida ao ar livre, e está presente em paisagens de todo o mundo.
O tom busca envolver as pessoas mais modernas nesse mundo natural. “Greenery abre o caminho para 2017 trazendo a autoconfiança pela qual aspiramos em meio a um quadro político e social tumultuado. Satisfazendo nosso desejo crescente de rejuvenescer e revitalizar, Greenery simboliza a reconexão que desejamos com a natureza, com nós mesmos e com um propósito maior”, afirma Leatrice Eiseman, diretoraexecutiva do Pantone Color Institute.
Harmonização
A Greenery é um tom versátil “trans-sazonal” que permite muitas combinações de cores. Pode ser harmonizada com neutros, brights, tonalidades mais profundas, tons pastéis, metálicos e também com as Cores do Ano 2016, Rose Quartz e Serenity. A Cor do Ano 2017 simboliza novos começos.
Fonte: O Tempo

As cores de 2017

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As principais marcas de tintas apontam as tonalidades que serão tendência no próximo ano. Está aí uma boa desculpa para mudar o astral da casa!

A beleza natural do Brasil serviu de inspiração para a nova coleção da marca americana Colorhouse. A colorista carioca Fabiane Mandarino colaborou na criação de seis novas cores, entre elas, este rosa suave, chamado Bromélia. Apesar da homenagem, a empresa ainda não entrega no país.

O azul-claro fresco Mergulho Sereno é a aposta da Coral. A coleção 2017 da marca conta com outras 44 tonalidades divididas em quatro tendências.

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A mistura do cinza com o marrom deu origem à cor Poised Taupe (SW 6039), da Sherwin-Williams.

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A Lukscolor elegeu como cor do ano um marrom com toques de amarelo queimado, que ganhou o nome de Lizard (LKS 2275).

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Cortina de teatro é o nome da cor escolhida pela Suvinil. O tom, que mistura vermelho e violeta, é o mesmo encontrado na brasilina, um corante extraído do pau-brasil.

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O azul vibrante Arquipélago é a escolha da Eucatex. A marca apresentou outras 20 cores, divididas em quatro grupos.

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Fonte: Revista Casa e Jardim

 

Empresário comenta sobre perspectivas para o mercado imobiliário brasileiro

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O mercado imobiliário é um dos preferidos pelos brasileiros para investimentos. Nos últimos anos, este setor apresentou queda na rentabilidade, principalmente nas grandes capitais do Brasil, como São Paulo e Rio de Janeiro. Mas, de acordo com Tarik Faraj, proprietário da TRK Imóveis, imobiliária de Brasília especializada em imóveis de luxo, o cenário que vem por aí é de otimismo.

Segundo Tarik, especialistas acreditam que os primeiros sinais para que o mercado imobiliário apresente melhora são a queda de inflação e a queda dos juros – que incentivam o consumo de imóveis. Afinal, com isso, as condições para financiamento ficam mais atrativas, aquecendo o mercado brasileiro como um todo. A projeção do especialista é que o ano de 2016 termine com uma taxa básica de juros de 13% ao ano. Atualmente, os juros são de 14,25% ao ano.

Para 2017, a expectativa é a de que a taxa continue a cair e encerre o ano em 11,25% ao ano. Essa tendência de recuo prossegue até 2018, o último ano da atual gestão, quando os juros podem cair para 10,5%.

“Por isso, estamos otimistas, pois com a queda do juros e os preços dos imóveis estabilizados, cria-se um cenário positivo para a aquisição de imóveis, interferindo diretamente também no mercado de imóveis de luxo”, explica Tarik.

Entenda o ciclo de recuperação do mercado imobiliário

Segundo especialistas, toda crise econômica acarreta em um ciclo para o mercado imobiliário, composto pelas seguintes etapas: recuperação, expansão, excesso de oferta e recessão, etapa em que o Brasil se encontra atualmente. Entenda cada um desses ciclos:

A recuperação é o início de uma nova alta. É quando a atividade econômica recupera seu fôlego, impulsionando o setor de construção civil e diminuição na taxa de vacância.

A expansão é quando a recuperação se consolida – acabam as desconfianças geradas pelo ciclo de baixas. Há aumento na renda do trabalhador, incentivo para crédito (com a baixa do juros) e aumento no preço dos imóveis.

Excesso de oferta acontece após a fase de expansão. É quando os preços dos imóveis se estabilizam. A taxa de vacância tende a aumentar enquanto o setor de construção desacelera. Porém, ainda é uma fase de otimismo em que ocorre bastante compra de imóveis.

A fase seguinte é a recessão: quando a oferta de imóveis é maior do que a demanda por motivos variados, como a alta taxa de juros, queda na renda e no emprego. Essa fase gera um pessimismo com o setor.

As principais recessões no Brasil ocorreram de 1986 a 1990 (queda de 80%); e de 2000 a 2004 (queda de 32%), segundo projeções da Fipe.

E ainda não há motivos para preocupação. De 2014 a março de 2016, a queda real foi cerca de 9%. E já no fim de 2017, o ciclo de recessão completará 8 semestres, ou seja, tempo médio de um ciclo de baixo, indicando nova alta para o setor, com incentivos que já começam a acontecer, como o aumento no limite do financiamento da Caixa Econômica Federal.

Mercado de Luxo ganha incentivo da Caixa Econômica Federal

O valor máximo para financiamento de imóveis pela Caixa Econômica Federal subiu de R$ 1,5 milhão para R$ 3 milhões. “Certamente, isso acaba beneficiando o mercado de luxo e serve como um indicativo positivo para a melhora do mercado”, diz Tarik.

Essas mudanças influenciam nas operações de crédito do Sistema Financeiro Imobiliário, que financia imóveis de luxo sem usar o dinheiro do FGTS.

O aumento do teto do financiamento subiu de 70% para 80% do imóvel. Para uma construção de R$ 2 milhões, por exemplo, antes o cliente deveria dar uma entrada de R$ 600 mil. Agora, o valor de sinal pode ficar em R$ 400 mil. Dessa forma, acaba sobrando dinheiro para que o consumidor invista em outros setores da economia.

Fonte: Exame