Essa capela sustentável é um sonho para casamentos!

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Uma construção nos Estados Unidos uniu amor e sustentabilidade: A capela de Thorncrown é uma das primeiras construções a adotar a arquitetura sustentável no mundo. Localizada no estado de Arkansas, a igreja é toda feita de madeira ecológica e estruturas de vidro (são 425 janelas do material) para valorizar a luz natural. Além disso, ela fica localizada no meio de uma floresta!

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O local foi construído nos anos 80 pelo arquiteto norte-americano Frank Lloyd Wright. A estrutura transparente proporciona aos convidados uma experiência direta com a natureza durante as cerimônias. Como as estações do ano são bem marcadas no hemisfério norte, o cenário apreciado em um casamento realizado no verão é bem diferente do inverno, por exemplo.

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Mas engana-se quem acha que o lugar é só para “casamenteiros”. A capela é uma atração turística a parte da cidade Eureka Springs. Desde a sua inauguração, em 1981, a igreja já recebeu mais de 6 milhões de visitantes e ficou em 4º lugar na premiação dos principais edifícios do século XX.

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Fonte: Eugosto.de

Telhados verdes são uma aposta bonita e sustentável para as casas

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Colorir os centros urbanos de verde parece impossível, mas um projeto de arquitetura que utiliza plantas nas coberturas dos imóveis pode mudar essa realidade. Os chamados telhados verdes são uma forma de trazer a sustentabilidade e o cuidado com o meio ambiente para a casa ou apartamento. Além de alegrarem o cenário predominantemente cinza das cidades, eles auxiliam na drenagem da água da chuva e proporcionam isolamento acústico e térmico.

Os telhados vivos, como também são chamados, podem ser jardins em edifícios com telhado plano ou podem ser uma cobertura de gramíneas em telhados com inclinação. A grande vantagem é o isolamento acústico e térmico. Uma pesquisa realizada na Universidade de São Paulo (USP) mostrou que a diferença de temperatura entre um prédio com telhado verde pode ser até 5°C menor do que um com cobertura de concreto. Além disso, nos edifícios com esse cuidado sustentável, a umidade relativa do ar é cerca de 15% maior.

A drenagem da água das chuvas também é feita por esse jardim no alto das residências, assim como a absorção de poeira e poluição. Com isso, reduz-se a necessidade de escoamento de água e de sistemas de esgoto. Nesse jardim, pode-se plantar pequenas hortas, com alface, brócolis e olerícolas em geral além de se colocar vasos e flores. “É uma maneira de trabalhar uma questão ambiental, com uma visão não tão urbana, além de retomar o contato com a natureza”, explica o engenheiro agrônomo da empresa curitibana Esalgarden, Gustavo Milak.

Instalação

Para quem quer optar por esse projeto, é necessário muito estudo. Para casas e edifícios já construídos, a ajuda de um engenheiro é essencial, já que deve ser observada a capacidade da laje de suportar a estrutura. “Hoje o que muitos fazem é trocar o telhado por uma laje para produzir hortas e ter um jardim, mas é importante verificar quanto a estrutura comporta de peso, para evitar rachaduras na casa”, destaca o engenheiro agrônomo. Com a aprovação de um engenheiro em mãos, o proprietário precisa seguir algumas dicas. Para locais com laje, ela deve ser impermeabilizada, para impedir vazamentos e infiltrações.

Fonte: Bonde

Casa sustentável é feita de papelão e dura 100 anos

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É isso mesmo o que você leu. Essa casa é feita de papelão e não se desfaz com a chuva. Aliás, ela não se desfaz por nada e é capaz de durar 100 anos! Os criadores são integrantes do estúdio de design holandês Fiction Factor. Batizada de Wikkel House, o lar é construído em apenas 24 horas e tem 50 anos de garantia.

Você deve estar se perguntando: “Mas como é que ela dura tanto tempo e sobrevive às mudanças climáticas sendo de papelão?”. A responsável por tudo isso, segundo os desenvolvedores, é uma supercola que é aplicada em todas as camadas e, depois, a casa é revestida de madeira ou outro material à escolha do cliente.

Optar pela casa de papelão é três vezes mais sustentável do que escolher uma tradicional de alvenaria. Além disso, ela é mais barata. Custa cerca de 25 mil euros, aproximadamente R$ 90 mil. E sabe o que mais? Ela é construída em blocos e, por isso, pode ser desmontada, transportada e se adaptar ao tamanho que você quiser.

O imóvel funciona perfeitamente, com instalações hidráulicas e elétricas. Você pode também customizar o interior, que é todo de madeira, com cores, estampas ou como preferir. Atualmente existem 12 unidades construídas, todas na Europa. Na verdade, ela pode ser o que você quiser: uma casa de praia, uma cabana no interior, um escritório ou o lar da sua família.

Confira as fotos abaixo:

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O segredo para o papelão não se desfazer com as mudanças climáticas é uma supercola aplicada em todas as camadas  (Foto: Divulgação/Wikkel House)

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Depois de receber a supercola, a casa é revestida de madeira ou outro material à escolha do cliente (Foto: Divulgação/Wikkel House)

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A casa pode ser construída em qualquer lugar: praia, campo ou cidade (Foto: Divulgação/Wikkel House)

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O imóvel é capaz de receber instalações elétricas e hidráulicas (Foto: Divulgação/Wikkel House)

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Além de ser três vezes mais sustentável que uma casa de alvenaria comum, a Wikkel House sai por cerca de R$ 90 mil (Foto: Divulgação/Wikkel House).

 

Fonte: Revista Casa e Jardim

Casa de praia com as tendências para 2017

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O equilíbrio entre materiais brutos, como tijolo, madeira e cimento, mantendo uma leveza de formas e um frescor que se deseja para uma casa de praia. Este contemporâneo projeto na praia de Xangri-lá traz a assinatura dos arquitetos Marcelo Seferin, Gustavo Seferin, Camila Sanguiné e Eduardo Abreu em uma composição também suavizada pelos grandes vãos de vidro.

– O que possibilitou criarmos uma ventilação cruzada na sala de estar e jantar, tornando o ambiente confortável também nos dias mais quentes, sem necessidade de ar-condicionado – explica Marcelo Seferin.

Materiais com tecnologias atuais e propostas atemporais foram pensados para a maior parte dos revestimentos. No piso térreo, a escolha recaiu para o cimento queimado, que compõe com os tijolos de olaria que surgem em paredes pontuais. Uma textura que reproduz o visual do piso foi aplicada na churrasqueira, com o cinza quebrado pelo colorido das luminárias de Fernando Jaeger – cujos tons são rebatidos em outros elementos, como a cristaleira e as banquetas altas.

A marcenaria sob medida, executada pela Collet Móveis, traz alguns toque de bossa, como os azulejos com aparência de ladrilho hidráulico no tampo e a base de madeira de demolição. As cadeiras assinadas por Charles & Eames criam o contraponto entre o rústico e o design icônico.

Traços contemporâneos
Referências internacionais, como os balneários uruguaios e a arquitetura australiana, foram a base da pesquisa dos arquitetos. Entre os materiais, a madeira cumaru tem recursos de estilo, como os painéis que são estendidos e “transformam-se” em brises, que, além do conforto térmico, garantem privacidade ao pavimento superior. As esquadrias são de PVC com pintura que faz referência aos amadeirados. As poltronas do estar são assinadas por Aristeu Pires, e o sofá é do Estúdio Bola

Foto: Marcelo Donadussi / Divulgação

 

Paisagem de sonho
Uma das premissas da arquitetura era que todos os dormitórios tivessem janelões para o jardim, criado em parceria com a empresa Gramoterra

Foto: Marcelo Donadussi / Divulgação

 

Sintonia de cores
Os mesmos azulejos da parede da cozinha foram usados no tampo da mesa de jantar. As banquetas vermelhas e as luminárias são design de Fernando Jaeger

Foto: Marcelo Donadussi / Divulgação

Foto: Marcelo Donadussi / Divulgação

Foto: Marcelo Donadussi / Divulgação

Tendências da temporada: sem modismos

Os quatro profissionais que assinam este projeto listaram alguns materiais em que apostam para o top das listas de queridinhos entre lançamentos e releituras. Um ponto comum chama a atenção: a atemporalidade é a marca dos citados.

Pisos amadeirados – Os pisos de madeira estão em alta, e a instalação tipo espinha de peixe segue nas tendências. Para quem quer praticidade, as empresas de porcelanatos e vinílicos desenvolvem cada vez mais opções com aparência muito próxima à da natural.

Pedras – As versões de quartzo estão cada vez mais presentes. Porém, existe um retorno das pedras como mármores e granitos com veios mais imponentes – e são elementos que podem fazer toda a diferença na composição de um ambiente.

Cimento queimado – Veio pra ficar. Hoje é possível utilizar acabamentos com este efeito até em ambientes mais clássicos, segundo o quarteto. O mercado oferece opções com variações de textura, desenho e cor, atendendo aos mais diferentes estilos de espaços.

Vegetação – “Com panos envidraçados para áreas verdes, jardins internos, paredes verdes ou simplesmente vasos com pequenas plantas, transformamos os espaços que habitamos em ambientes muito mais agradáveis” diz Marcelo Seferin.

Fonte: DC

Luxo, design e sustentabilidade

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Na mesma intensidade com que o conceito do luxo vem se adaptando aos tempos atuais, deixando no passado a ideia da acumulação pura e simples e incorporando a importância da experiência e do engrandecimento pessoal, a definição de sustentabilidade também agrega novos elementos de forma sistemática, se moldando às exigências modernas.

Se, há algum tempo, atitudes sustentáveis diziam respeito de forma específica aos processos produtivos desenvolvidos levando em consideração o impacto das ações na natureza, atualmente a compreensão do tema é muito mais abrangente e engloba desde as comunidades que extraem a matéria-prima da natureza ou que fazem o beneficiamento primário dos produtos até o desejo cada vez mais forte dos clientes pelo consumo racional.

De forma geral, uma das características marcantes do perfil dos consumidores de bens de alto padrão é a exigência da qualidade em todas as fases do processo de fabricação de um determinado artigo. Por isso, nada mais natural que esse cliente, que é exigente por natureza, solicitar continuamente que as empresas e marcas de luxo desenvolvam serviços e produtos comprometidos com o futuro do planeta.

A indústria do luxo atende há tempos esse interesse de seus clientes pelos produtos ambientalmente sustentáveis, e um bom exemplo dessa realidade pode ser percebido no setor moveleiro. Unir o requinte dos acabamentos luxuosos, a sofisticação do design inovador com a compreensão politicamente correta no tratamento da natureza e das pessoas, é o desafio que, de forma contínua, mais empresas estão vencendo, conquistando clientes e tornando o mundo um lugar melhor.

E essa preocupação com a sustentabilidade impacta de fora contundente no desenvolvimento do país, já que entre os pilares do conceito está o incentivo aos produtores e artesãos nacionais. A empresa Meu Móvel de Madeira, que possui uma rica linha de produtos destinados à decoração, informa no seu site que respeita o valor da natureza e por isso todos os móveis “são fabricados com madeira de florestas plantadas: produtos que oferecem beleza e qualidade ao mesmo tempo em que são amigos da natureza. E como não podia deixar de ser, também valorizamos ao máximo tudo que é feito aqui na nossa terra. Todos nossos móveis são produções exclusivamente nacionais, sem exceção, assim como nossos acessórios decorativos – grande parte fruto de mãos habilidosas de artesãs e artesãos do Brasil afora”.

Uma tendência que vem se fortalecendo muito na decoração de alto padrão é a utilização das madeiras de demolição na composição dos mais diversos ambientes. Os arquitetos e decoradores apostam nas limitações, fragilidades, e potencialidades das madeiras rústicas, muitas vezes até mesmo em estado bruto, para extrair beleza e poesia da natureza através de releituras modernas e atuais.

E a incorporação de elementos sustentáveis na decoração pode acontecer de formas ainda mais inusitadas. A instalação de um espelho d’água ou mesmo uma parede repleta de flores e plantas, pode tornar os ambientes muito mais agradáveis e contribuir de forma efetiva para a melhoria da qualidade de vida, através da amenização dos problemas de poluição.

Atualmente, no momento de redecorar a casa com um móvel novo, o luxo e o design são características atentamente analisadas, assim como a sustentabilidade.

Fonte: Terapia do Luxo

 

Luxo sustentável: casa de campo tem piso retirado de caçambas de lixo

Dono da casa, designer Carlos Alcantarino também cria móveis a partir de descartes

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O designer Carlos Alcantarino conta os dias para chegar o fim de semana e poder zarpar para sua casa no Brejal, distrito de Petrópolis, construída por ele, que, embora pouca gente saiba, é também engenheiro civil.

A casa, de 280 m² e generosos 3 mil m² de terreno, tem três suítes, uma delas reversível e feita em dois blocos. O primeiro dele é todo em vidro, onde fica a área social. No segundo bloco, revestido de pedra-madeira, ficam os quartos com vista para a montanha.

A proposta é uma casa simples, prática, integrada na paisagem e com foco na sustentabilidade. O piso de peroba-do-campo foi coletado aos poucos em caçambas de lixo de Ipanema. As vigas metálicas foram reutilizadas, as árvores retiradas do terreno serviram para a confecção de móveis e as instalações elétrica e hidráulica estão preparadas para receber energia solar e coleta de águas pluviais — conta ele, que diz driblar o clima frio no inverno. A lareira dá conta de aquecer o ambiente ajudada pelas claraboias no teto e pelas telhas térmicas.

O mobiliário é simples e confortável. No jardim de inverno, a jacuzzi faz as vezes de piscina e pode ser aproveitada em qualquer época do ano.

Autodidata, o paraense Alcantarino, apesar de radicado no Rio, não esquece suas raízes. Além dos móveis e objetos que cria para várias empresas — muitos são feitos a partir de descartes —, ele desenvolve o projeto Experiência Design, que realiza oficinas para crianças das escolas públicas de Belém. As aulas acontecem numa balsa ancorada no porto da cidade. Atualmente, ele prepara o livro “Arquitetura e Design Caboclo na Amazônia”.

Fonte: O Globo

Arquitetos projetam casa sustentável com 85% de materiais recicláveis

A casa de 160 m² foi montada em apenas 90 dias

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A “Casa Manifesto”, como é chamada, é uma resposta dos arquitetos espanhóis James & Mau, que pretendiam provar que é possível aderir a uma arquitetura ecoeficiente e economicamente acessível. A casa, que tem 160 m², é feita com contêineres e 85% de materiais reciclados e foi montada em apenas 90 dias.

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