Mercado imobiliário do AM movimenta R$ 144 milhões no 2º trimestre de 2017

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O mercado imobiliário do Amazonas movimentou R$ 144 milhões no segundo trimestre deste ano. O número supera os valores referentes ao mesmo período do ano passado, quando o setor movimentou R$ 115 milhões em vendas. Os dados são do Censo Imobiliário Trimestral, apresentado nesta quinta-feira (26) pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Amazonas (SINDUSCON-AM) e Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (ADEMI-AM).
De acordo com o levantamento, foram vendidas 524 unidades no segundo trimestre deste ano. Desse total, 288 unidades são do padrão econômico, 156 dos demais padrões verticais, 63 de unidades horizontais e 17 são unidades comerciais.
A quantidade de unidades vendidas no segundo trimestre de 2017 também aumentou, se o número for comparado ao primeiro trimestre do ano, quando foram vendidas 362 unidades.
Das 524 vendidas no segundo trimestre deste ano, 444 são do tipo Residencial, 63 são unidades Horizontais e 17 são do tipo Comercial. As unidades do padrão Econômico (Minha Casa Minha Vida) representam 55% das vendas. O preço dessas unidades chega a até R$ 235 mil.
Na avaliação do presidente do SINDUSCON-AM, Frank Souza, os dados do Censo indicam que o mercado imobiliário voltou a crescer no Amazonas. “A redução da Taxa Selic e os subsídios da Caixa Econômica Federal ao Programa Minha Casa Minha Vida contribuem para esse resultado. Tem ainda a confiança do consumidor, que vem aumentando de forma gradual”, ressaltou.

Fonte: G1

5 coisas que um cliente quer ouvir na hora de comprar um imóvel

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Falar da compra de um imóvel é falar sobre “mexer” com o sonho das pessoas. Não à toa isso envolve muitas variações de pensamentos e naturalmente formas diferentes de atender. Uns querem comprar para morar, outros para investir, isso muda todo o processo.

O corretor de imóveis perde uma venda por algo que ele tenha falado durante a negociação e não deveria, ou por não ter mencionado a informação que faria toda a diferença na escolha do cliente.

Pensando nisso, resolvemos elaborar um post com itens determinantes que um cliente espera ouvir de um corretor para tomar sua decisão favorável a compra. Vamos a elas!

Honestidade aos questionamentos

O corretor de imóveis tem que entender que está iniciando ali um elo com este cliente que pode durar a vida inteira.

Mentir simplesmente para fechar uma venda vai causar uma dor de cabeça muito grande mais a frente. O ideal é pensar em dar um atendimento verdadeiro ao cliente e, sempre que ele precisar, vai procurar o mesmo corretor para lhe atender.

Nada melhor para o ouvido do cliente do que uma boa e verdadeira resposta para cada pergunta que ele fizer. Além de evitar dores de cabeça no futuro, pois o cliente irá procurar este corretor ou a imobiliária responsável quando descobrir que a informação dada não era verdadeira, a sinceridade pode gerar mais vendas no futuro.

Portanto falar sempre a verdade, independente de qualquer coisa, é dica de ouro!

Quem fala menos e escuta mais, ganha mais pontos

Pode parecer estranho em um post com dicas do que o cliente deseja ouvir trazermos um item onde o corretor deve falar menos que o cliente.

Mas não, não é estranho.

Corretores experientes e que já estão em níveis de excelência, primeiro escutam mais o cliente para saber como devem se comportar e a partir daí planejar melhor o que dizer durante o processo de atendimento e negociação do imóvel.

Afinidade de assuntos gera maior aproximação

Um dos segredos dos corretores de sucesso é agir como interessado e não como interesseiro. Está enganado quem acha que o cliente não percebe a diferença.

Utilizar palavras e assuntos que busquem uma aproximação entre você e o cliente que quer comprar um imóvel traz, muitas vezes, uma abertura de portas incrível.

Sabe como fazer dar certo isso? Fale sobre o assuntos que o cliente demonstre interesse, coisas que você tenha notado que ele gosta de fazer ou debater em sua rotina. Ele vai encontrar uma afinidade natural. Não precisa forçar a barra e nem entrar na intimidade, faça isso naturalmente.

Oportunizar possibilidades de negociação

Um cliente tende a se desmotivar em um atendimento onde percebe que não há oportunidades de negociação.

Estamos em um momento da economia brasileira onde as negociações de ofertas devem sempre estar de portas abertas.

Responder positivamente a uma indagação do cliente de que há a possibilidade de negociar determinadas ofertas durante o processo de atendimento é música para os ouvidos deles.

O corretor deve se preparar antes para este momento e verificar quais são as possibilidades de negociação. Um detalhe importante: não apresente todas as opções antes do cliente questionar. Guarde as cartas na manga para o final.

Respostas aos questionamentos sem titubear

Quase sempre os clientes têm pouco tempo para visitar um imóvel ou se dispor a um atendimento do corretor. O corretor tem que enxergar como uma oportunidade de ouro cada visita.

Deixar questionamentos básicos do cliente para um segundo momento pode decretar o fim de um atendimento e ali mais uma venda perdida.

O bom corretor se prepara antes do atendimento com todo o check list de informações, desde a descrição do imóvel, documentação e até mesmo informações diferenciais. Titubear em um questionamento do cliente não pega muito bem. Responder de pronto às dúvidas do cliente é chave fundamental.

Corretores devem ficar atentos a estas dicas, pois o momento é favorável a investimentos, haja visto que aumentou novamente neste ano a procura por imóveis, com a retomada da economia. Os bons negociadores devem seguir essas dicas para alcançar bons resultados.

Fonte: Blasting News 

Especialista revela os maiores erros dos brasileiros ao comprarem imóveis no exterior

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SÃO PAULO – Investir em imóveis no exterior é uma das formas mais utilizadas por investidores para diversificação e proteção cambial, permitindo alocar em mercados com moedas mais fortes e estáveis, como é o caso dos Estados Unidos, por exemplo. Por se tratar de um processo entre países com diferentes culturas, modos de se fazer negócio e leis, o investidor precisa estar atento aos detalhes, às regras e é fundamental que ele deixe para trás alguns hábitos.

De acordo com Daniel Rosenthal, diretor do Investir USA Expo, a busca por imóveis em território norte-americano tem se tornado muito comum entre brasileiros, que querem, além de proteção patrimonial, experimentar e vivenciar o “sonho americano” utilizando o imóvel quando este não se encontra alugado. Além disso, ele explica que os EUA oferecem confiança e crédito, algo que ‘já não se encontra mais no Brasil’: “Aliado ao sentimento de instabilidade financeira e insatisfação, o brasileiro tem procurado investir nos EUA, abrir um negócio ou se mudar e viver por lá”, conta.

Rosenthal explica que a vantagem não se encontra somente na possibilidade de financiamento para estrangeiros, mas também nas altas taxas de ocupação, na agilidade dos processos de venda e aluguel das propriedades e nos valores para investimento, que começam em R$ 180 mil para as casas de férias em Orlando, por exemplo.

Dentre os principais destinos, Orlando e Miami lideram a preferência dos brasileiros, seja pela proximidade cultural ou pela proximidade com a capital do entretenimento, Walt Disney World, em que a estrutura hoteleira já não suporta a demanda. Cidades como Georgia (Atlanta), Dallas (Texas), Los Angeles e San Diego, na Califórnia, também estão na lista.

Com relação à rentabilidade vinda do aluguel, Rosenthal afirma que a locação de imóveis nos Estados Unidos costuma apresentar uma taxa de 6% a 8% ao ano, contra 4 a 5% a.a. em imóveis residenciais no Brasil. Ainda segundo ele, em 2016 o mercado imobiliário norte-americano teve uma valorização média de 6%.

Para uma propriedade mais rentável e segura, Rosenthal listou os principais problemas dos brasileiros ao adquirir um imóvel nos EUA. São eles:

1- Não abandonar o “jeitinho brasileiro”

“O brasileiro deve abandonar o jeito de fazer negócios no Brasil quando for fazer negócios nos EUA, como o jeitinho brasileiro e a lei da vantagem, porque lá isso não funciona. Nos EUA as regras são sérias e é isso o que passa a credibilidade do negócio, pois as condições são iguais para todos”, afirma.

2- Não ter objetivos bem definidos

A venda de imóveis, segundo ele, é consultiva nos Estados Unidos, ou seja, o comprador precisa ter claro seus objetivos, preferências, tempo de utilização própria, orçamento, etc. “Nos EUA, é preciso entender os sonhos dos clientes para adequar o melhor produto”, diz.

3- Não valorizar o papel do corretor de imóveis

Rosenthal explica que nos Estados Unidos ninguém investe sem corretora, uma vez que quem paga a comissão do corretor de imóveis é a construtora. “Lá o preço é o mesmo com ou sem corretor. Por isso, seja assessorado por um corretor no Brasil ou de lá, pois você só tem a ganhar, já que a pessoa é preparada para ajudar nos detalhes do processo”.

4- Comprar um imóvel como Pessoa Física

Daniel conta que qualquer pessoa pode comprar um imóvel nos EUA, desde que tenha passaporte, visto (caso queira usufruir da propriedade), e comprovar a origem – lícita – do dinheiro. Não é recomendado, porém, que se compre um imóvel como Pessoa Física, pois o imposto de herança para estrangeiros pode chegar até 50% do valor do imóvel.

“Abra uma empresa – é somente um status de empresa e pode ser feito no mesmo dia (não precisa vender nada nem ter funcionários) – e compre como Pessoa Jurídica. Ao colocar o imóvel no nome desta empresa, ele, ficará protegido da tributação. Mais tarde, se quiser fechar, o processo será ainda mais rápido do que foi para abrir”.

5- Não conhecer as leis locais e de cada condomínio

Rosenthal explica que os condomínios possuem exigências próprias e regras de acordo com o per¸l da cidade. Em Orlando, por exemplo, o proprietário pode alugar o imóvel por curtas temporadas (dias, semanas, meses) e quando quer utilizar para si próprio, bloqueia na corretora. Isso, porém, não acontece em Miami. Lá, não há muita flexibilidade, como na terra do Mickey, e o mínimo permitido por lei para locação é seis meses.

Fonte: InfoMoney

O vínculo de emprego do corretor de imóveis

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Embora carente de uma Convenção Coletiva de Trabalho prevendo direitos dos corretores empregados, possui normas de seu órgão de Classe que garantes diversos direitos mínimos que devem ser respeitados sejam eles realmente autônomos ou empregados em sua essência.

 A profissão de corretores de imóveis está regulamentada pela Lei 6.530 de 1.978, contudo, tal legislação não proíbe em nenhum momento que os corretores de imóveis possam ter seu vínculo de emprego reconhecido ao contrário do que muitos pensam.

Assim, quando presentes os elementos caracterizadores do vínculo de emprego (art. 3º da CLT) pode o corretor de imóveis pleitear o vínculo de emprego na Justiça do Trabalho.

Ao analisarmos o dia a dia desses profissionais, percebemos que está cada vez mais difícil de encontrarmos aquele corretor verdadeiramente autônomo.

Na maioria das vezes esses profissionais para trabalharem para imobiliárias ou departamentos de vendas de construtoras têm de se sujeitar a assinar contratos de “autônomos” ou “associados”, sendo que algumas vezes observamos até mesmo a imposição de que o corretor de imóveis abra uma empresa, que tenha um CNPJ, muitas das vezes com o único intuito de mascarar o vínculo de emprego.

Contudo, não é a assinatura de um contrato ou a abertura de uma empresa que vai dizer ser o corretor autônomo ou empregado, mas, a realidade dos fatos, ou seja, como o corretor de imóveis exerce sua função no dia a dia de trabalho.

Assim, àquele corretor de imóveis que trabalha com escalas, tendo um superior hierárquico geralmente tendo de se reportar a coordenadores, gerentes e até mesmo superintendentes, muitas vezes submetido a um código de ética ou código de conduta, podendo inclusive sofrer punições é na verdade um empregado.

Portanto, é perfeitamente possível nessas hipóteses de pedir na Justiça a nulidade de contratos de “autônomo”, “associado” e pleitear o vínculo de emprego e demais consectários.

Observamos que estes profissionais muitas vezes trabalham em plantões chamados de “piratas” sendo muitas vezes expostos ao calor, trabalham em locais que não possuem nem mesmo sanitários, água, além de perceberem sua remuneração muito inferior ao que determina o órgão de classe, tendo seus direitos inclusive básicos desrespeitados.

Não é crível no nosso sentir, que uma imobiliária, por exemplo, que tem por atividade fim a venda de imóveis não tenha em seus quadros nenhum corretor de imóveis registrado, assim perfeitamente possível o julgador analisar a subordinação não apenas jurídica, como também analisar a subordinação estrutural, quando o corretor ao trabalhar na imobiliária, por exemplo, está inserido na dinâmica e na atividade-fim da imobiliária, sendo, portanto, um empregado.

O vínculo de emprego mostra-se mais acentuado quando observamos na estrutura hierárquica a figura dos coordenadores e gerentes, sendo que na grande maioria das vezes estes são também corretores e mesmo tendo a denominação de coordenadores e gerentes não são registrados em sua grande maioria.

Entendemos que a figura dos coordenadores e gerentes se mostra incompatível com o trabalho autônomo, isto porque é difícil acreditarmos que uma empresa entregue a um “autônomo” poderes para administrar-comandar. Assim, constatamos na prática uma maior facilidade em provar o vínculo de empregos destes profissionais (coordenadores e gerentes), porém tudo dependerá da análise do caso em concreto.

É preciso que o corretor de imóveis guarde provas como código de ética, escalas, ordens, muitas vezes estas sendo enviadas por escrito (e-mail), sendo que muitas vezes observamos determinações para comparecimentos em reuniões obrigatórias.

Outro fator importante vem a ser o corretor provar de quem está recebendo suas comissões, pois, na maioria das vezes estes profissionais recebem suas comissões com cheques de terceiros, mas os retiram em sua grande maioria na pagadoria ou tesouraria da empresa, pois esta que de fato remunera o seu pessoal.

Esta prova de que é a empresa que está pagando, muitas vezes se dá por meio informatizado (e-mails) quando o preposto ou superior hierárquico autoriza o corretor a retirar, por exemplo, “os cheques”, sendo, portanto, uma prova de quem está pagando o corretor é a empresa e não o cliente.

Além disso, é importante o corretor guardar o quanto recebeu, pois isso trará o valor correto (média salarial) para pleitear seus direitos trabalhistas na Justiça.
Outra cautela que o corretor deve ter vem a ser além do quanto recebeu, como também dos valores dos imóveis que vendeu, isto porque, em tais ações é comum se realizar pedidos de diferenças de comissões, seja para a tabela do CRECI ou até mesmo valores que foram contratados e não pagos no decorrer da relação de trabalho.

É importante que o profissional que for cuidar de processos que envolvam corretores de imóveis tenha cautela na entrevista ou na feitura da peça, isto porque em ações que envolvam corretores de imóveis existem várias peculiaridades com análises da tabela do órgão de classe, entre outras normas internas.

Tendo em vista a complexidade do tema e das ações que envolvem tais profissionais é perfeitamente cabível realizar pedidos sucessivos caso o magistrado não reconheça o vínculo de emprego, ou seja, o magistrado não deferindo o vínculo de emprego pode analisar os pedidos do trabalhador como autônomo.

Assim, conclui-se que os proprietários de imobiliárias e as construtoras com departamentos de vendas próprios devem se atentar não a forma de contratação (o documento que redige para os profissionais assinarem), mas sim a forma da execução dos préstimos de seu pessoal caso não tenham o objetivo de ter em seus quadros verdadeiros empregados, e os corretores que trabalham com os requisitos do vínculo de emprego podem requerer que o mesmo seja reconhecido em reclamações trabalhistas.

Não é somente o vínculo de emprego que pode existir quando tratamos da profissão do corretor de imóveis, mas também vendas ou intermediações que a ele não foram pagas e este profissional pode requerer o pagamento judicialmente, mas também diferenças de comissões ante a tabela do CRECI que é instituída por lei federal, e, portanto, no nosso sentir é obrigatória e não apenas opcional como alguns defendem.

Quanto as comissões destes profissionais ainda tratando da tabela do CRECI, questão pouco divulgada vem a ser a Resolução 1.256 de 2012 do COFECI, que versa sobre os lançamentos imobiliários e prevê que ao corretor de imóveis que trabalhe em tais empreendimentos deve receber o mínimo de 4% de comissão, não podendo haver qualquer desconto em sua percentagem seja a que título for.

Assim, nesta hipótese específica não se pode descontar desta comissão valores de gerenciamento, coordenação, divulgação, ou qualquer outra verba.

Portanto, para aqueles que possuíam um pré-conceito sobre os direitos desta profissão acreditando que estavam pouco resguardados se verifica que a categoria, embora carente de uma Convenção Coletiva de Trabalho prevendo direitos dos corretores empregados, possui normas de seu órgão de Classe que garantes diversos direitos mínimos que devem ser respeitados sejam eles realmente autônomos ou empregados em sua essência.

 

Fonte: Migalhas

“Corretor de imóveis representa 50% de segurança para o ato do tabelião”, diz presidente da Anoreg-PB

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Profissão é regulamentada pelo Creci e só pode ser exercida por credenciados.

O presidente da Associação dos Notários e Registradores da Paraíba (Anoreg-PB), Germano Carvalho Toscano de Brito, advertiu as pessoas que queiram fazer uma boa transação imobiliária a sempre procurar um corretor de imóveis de sua confiança, que seja competente. “Eu sempre fui um profissional do direito ligado ao cartório que elogio o trabalho do Creci-PB e do corretor imobiliário, porque sem ele nós não vamos trabalhar com segurança”, afirmou.
Segundo ele, isso já representa 50% de segurança para o ato do tabelião, que naturalmente é a pessoa que formaliza a vontade das partes. “Quando chega através de um corretor credenciado, um cidadão de bem, que tenha formação dentro daquele mercado que trabalha, evidente que gera uma segurança muito maior do que se não tivesse a assessoria dessa fatia do mercado imobiliário”, destacou.

A profissão do corretor é regulamentada pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis e só pode ser exercida por profissionais a ele credenciados, mediante qualificações e cumprimento com o Código de Ética da classe, sendo responsável por garantir a segurança na transação de compra e venda de um imóvel. Conhecedor do mercado imobiliário, por pode apresentar a melhor opção para objetivos do cliente, dentro do seu orçamento.

Fonte: Paraíba Total

Atrasou o condomínio? Nova regra cobra mais rápido e pode tirar sua casa

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Quem tem apartamento próprio ou alugado sabe que todo mês chega o boleto do condomínio. Porém, pode acontecer de o morador não ter dinheiro suficiente para quitar a dívida. O que acontece nesses casos?

Se o morador não pagar o condomínio, ele terá um prazo bancário, geralmente de 30 dias, para quitar a dívida, mas precisará arcar com multa de 2%, juros de 1% ao mês, mais correção pela inflação do período atrasado.

Renato Daniel Tichauer, presidente da Assosíndicos (Associação dos Síndicos de Condomínios Comerciais e Residenciais do Estado de São Paulo), afirma que, em geral, o primeiro passo é a administradora do condomínio entrar em contato com o morador por carta ou através do síndico para verificar se de fato não houve o pagamento.

Se o atraso entra para o segundo mês, a administradora passa o pedido de cobrança para um advogado, que precisa ser contratado pelo condomínio. Se não houver pagamento, o escritório de advocacia já pode entrar com a ação contra o proprietário para exigir o pagamento.

O advogado especialista em direito imobiliário e condominial Rodrigo Karpat diz que não existe um valor mínimo para entrar com um processo, mas é preciso avaliar a dívida. “Por uma taxa de condomínio de R$ 100 não se justifica o ingresso de ação antes de alguns meses de atraso. Já um condomínio de luxo, com cota condominial de R$ 3.000, por exemplo, uma única cota já justifica o ingresso da ação”.

Nova regra deixou cobrança mais rápida

Angélica Arbex, gerente de relacionamento da Lello Condomínios, explica que com o novo CPC (Código de Processo Civil), que entrou em vigor em março de 2016, a cobrança de condomínio ficou mais rápida.

Antes, os processos de cobrança eram feitos em duas fases. Na primeira, era necessário provar que a dívida existia, o que poderia demorar entre dois e três anos, segundo Arbex. Só depois disso é que se pedia a execução da dívida, ou seja, exigia-se o pagamento.

“Desde o ano passado, a primeira fase não existe mais. Deixar de pagar o condomínio passou a ser considerado uma dívida real”, disse a gerente de relacionamento da Lello. Se o condômino não pagar o que foi determinado pelo juiz em três dias, ele terá a penhora online, ou seja, tudo o que está em sua conta bancária é direcionado para o pagamento da dívida. Se não tiver o dinheiro na conta, os bens são penhorados. Nessa fase, o proprietário pode perder o imóvel.

“A penhora do imóvel é o último recurso. O prazo para perder o imóvel dependerá do andamento do processo”, diz o presidente da Assosíndicos.

O advogado especializado em direito imobiliário e cível Alessandro Calistro afirma que se o imóvel for a leilão e a dívida do condomínio for menor, o proprietário receberá a diferença. Ou seja, se ele deve R$ 10 mil de condomínio e o imóvel vale R$ 200 mil, ao ter o bem penhorado, o dono receberá R$ 190 mil de volta.

As administradoras estão tentando resolver a situação sem ter que brigar na Justiça. Esse é um dos motivos apontados pelo Secovi-SP (sindicato das empresas do mercado imobiliário) para a queda de 26,2% nas ações por falta de pagamento de condomínio em janeiro na comparação com dezembro de 2016 na cidade de São Paulo. Em relação ao mesmo mês do ano passado, a redução foi de 10,3%.

Lista de devedores atrasados

Arbex afirma que, em São Paulo, caso o pagamento do condomínio deixe de ser feito, o morador pode ter o nome protestado e ir para a lista de devedores atrasados (inadimplentes).

Segundo ela, é permitido que no boleto seja detalhado quais unidades deixaram de pagar o condomínio, já que é uma prestação de contas para os outros moradores.

Porém, não pode haver divulgação de quem não pagou em lugares públicos. “Não pode colocar a lista de devedores no elevador onde transitam pessoas que são de fora do condomínio”, disse.

Sem votação

O presidente da associação explica que é possível impedir o morador com o condomínio atrasado de votar em assembleias, no caso de ser o proprietário do imóvel. Porém, não aconselha que a proibição ocorra para o uso das áreas comuns, como piscina, por exemplo. “Pode ser considerado proibição do direito de ir e vir. Não é recomendado”.

Proprietário é responsável

Quando o atraso do pagamento do condomínio é do inquilino, a cobrança vai para o dono do imóvel, segundo Calistro. Ele afirma que, normalmente, o proprietário é avisado pela administradora sobre a falta de pagamento.

O especialista diz ainda que no contrato de locação deve estar detalhado que a partir da data de locação, o inquilino é quem será responsável por pagar água, luz, IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e a taxa condominial, além do valor do aluguel. Se atrasar o pagamento do aluguel, a multa pode chegar a 10% por atraso. Já o boleto do condomínio tem multa de 2%, mais juros e correção.

CPF no boleto

A partir deste ano, os boletos precisarão ter o CPF do dono do imóvel. A medida também vale para os boletos de cobrança do condomínio. No ano passado, de acordo com Arbex, as administradoras pediram para que os moradores fizessem um cadastro. Algumas estipularam um prazo e determinaram que, se não fosse feita a atualização, o dado seria extraído do cadastro de imóvel e o morador teria que arcar com os custos dessa pesquisa. Arbex orienta a quem ainda não fez a atualização a procurar a administradora do prédio ou o síndico.

A medida será implementada aos poucos. Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), a partir do dia 10 de julho, a regra valerá para boletos com valor igual ou superior a R$ 50 mil. Já a partir de 11 de dezembro, todos os boletos deverão ter o CPF.

Para Walter Tadeu de Faria, diretor-adjunto de Negócios e Operações da Febraban, a mudança facilitará o pagamento das contas vencidas, que poderão ser quitadas em qualquer banco, além de evitar o pagamento duplicado e fraudes.

Fonte: UOL

Especialista dá 5 dicas para quem está procurando imóveis

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Os preços dos imóveis caíram no ano de 2016. Segundo o Índice FipeZap, anunciado no encerramento do ano e que monitora os preços de imóveis de 20 capitais do país, houve uma queda real de 5,48% (descontando a inflação) nos preços do m² por todo o Brasil. Além disso, a inflação vem caindo fortemente. Para quem precisa comprar um imóvel, o cenário está ficando favorável. Porém, muitos são compradores de primeira viagem que não sabem exatamente por onde começar, nem quais os empreendimentos vale a pena investir. Para Mauro Jorge, gerente de vendas de imóveis, o comprador tem que estar atento a cinco itens principais, que devem ser considerados detalhadamente antes de fechar contrato:

1 – Localização
Segundo Mauro, a primeira coisa que o consumidor deve reparar é na localização do empreendimento, que varia conforme o tipo de consumidor. “Para casais que têm filhos, o mais indicado é observar se existem escolas e se o bairro é considerado seguro. Para jovens estudantes, a recomendação é procurar locais próximos a opções de lazer e entretenimento da cidade”. Outro ponto crucial é o transporte. “Se você possui transporte próprio, observe quais as opções de garagem que o empreendimento oferece. Caso dependa do transporte público, veja se existem linhas próximas do seu futuro lar”. Além disso, é importante atentar para comodidades do dia a dia como ir ao supermercados e se existem farmácias e hospitais próximos para emergências.

2 – Incidência solar
Numa cidade de clima quente como Teresina, é essencial pensar em como o sol afeta a região. “Observe qual o lado do nascer e do pôr do sol e prefira aqueles que possuem sombra na parte mais quente do dia”, diz Mauro. Além de proporcionar mais conforto para a família, receber sol pela manhã ajuda a evitar o acúmulo de umidade nas paredes e em alguns casos, a formação de infiltrações no imóvel.

3 – Segurança

A dica é sempre dar um passeio pelo bairro do empreendimento desejado antes de começar as negociações. Verifique se as ruas são bem iluminadas, se existe policiamento ou casos de atividades suspeitas próximas à região. Procure visitá-lo em diferentes horas do dia e converse com moradores do prédio ou da região. Caso o local apresente condições que não sejam favoráveis a sua rotina, procure outras opções junto ao seu corretor.

4 – Priorize o conforto
Ter em mente o conforto é essencial na escolha de um novo lar. Sempre tenham muito claro quais são as suas reais necessidades, como o tamanho da cozinha, sala para receber os amigos e quantos quartos o local possui. Defina suas prioridades e quais espaços da casa são mais importantes para você e invista nisso.

5 – Longo prazo
Mauro ressalta ainda a importância de pensar a longo prazo. “Faça projeções e não pense apenas no agora. Num investimento grande como é a compra de um imóvel, as suas necessidades podem variar conforme o tempo passe. Caso pense em ter filhos, escolha locais com mais de um quarto, por exemplo”, afirma. “Além disso, procure especialistas no mercado como corretores credenciados para ajudá-lo a fazer a melhor escolha”, finaliza.

Fonte: Cidade Verde

Saiba como identificar as fases do mercado imobiliário e o melhor período para comprar

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Depois de sofrer com a crise econômica em 2016, o mercado imobiliário finalmente tomou uma direção positiva. Mas, devido a esse caráter imprevisível, é preciso compreender cada uma de suas fases para determinar qual o melhor período para comprar um imóvel, sem cair em armadilhas. Para a advogada Joyce Bahiense, da empresa especializada em regularização de imóveis MR Consultoria, 2017 e 2018 são os anos ideiais para quem deseja e tem condições de investir ou de comprar um imóvel para morar. Veja quais são as fases do mercado imobiliário e como saber quando investir na casa própria:

Expansão

Joyce explica que a fase de expansão é marcada pelo encarecimento dos preços dos imóveis e início de aumento das ofertas:

– É quando as construtoras, com incentivos financeiros, dão início aos investimentos no setor, aumentando o número de lançamentos e a concorrência no mercado. Com estoque ainda alto, existem boas ofertas.

Boom imobiliário

Segundo a consultora, em um contexto de economia aquecida, mercado de trabalho estável, incentivo para o crédito e consequente baixa dos juros, o Brasil passou pela fase do boom imobiliário entre 2008 e 2013, período de expectativas pelos grandes eventos que o país receberia (Copa do Mundo de 2014 e Jogos Olímpicos Rio 2016).

Excesso de oferta

Em seguida, foi a vez do excesso de oferta, quando os preços dos imóveis se estabilizaram. Embora o contexto ainda seja caracterizado por otimismo com relação à economia, o número de imóveis vagos aumentou e a construção desacelerou.

– As construtoras ficam com um número elevado de empreendimentos para serem entregues, gerando um estoque maior. O crédito para novas construções também diminui e o endividamento aumenta – destaca Joyce, acrescentando que esta fase ocorreu a partir de 2013, quando a economia começou a dar sinais de desaquecimento e, principalmente, em 2015, ao se comportar como uma curva descendente.

Recessão

Em 2016, o país viveu a fase de recessão, com queda nos preços dos imóveis, enquanto a oferta continuava a crescer. Com o intuito de alavancar a economia, ainda no ano passado começaram a ser promovidos incentivos para as linhas de crédito, estimulando, portanto, a expansão do setor.

– Foi uma tentativa de reaquecer o mercado, porém esbarramos nas taxas de juros elevadas – diz Joyce.

Fonte: Extra

10 dicas de Marketing digital no Mercado Imobiliário

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O cenário de venda de imóveis mudou drasticamente ao longo dos últimos 20 anos. Os meios de comunicação e marketing digital, como internet, computadores, smartphones e redes sociais mudaram o modo como vivemos e nos comunicamos. Seguem 10 dicas de sobreviver nesta nova selva publicitária:

1 – Sobreviveram à estas grandes mudanças quem as reconheceu e se adaptou.

2 – O marketing digital imobiliário está evoluindo:

A Internet criou milhares de novas oportunidades de marketing, dado o aumento de conteúdo, e-mail e marketing de mídia social.

Mesmo com a tecnologia adentrando a área imobiliária, os corretores de imóveis de hoje dependem fortemente de meios tradicionais de marketing, ou seja, propagandas em anúncios em jornais por exemplo. Este meio é muito eficiente ainda mas não atinge pessoas on-line e é aí que as pessoas gastam muito do seu tempo.

3 – É fundamental para os agentes e corretores de imóveis abraçar o marketing digital porque as pessoas mais do que nunca estão usando a internet para encontrar casas em sua área que estão à venda.

4 – Social Media Marketing é essencial

Redes de mídia social são exatamente o que os agentes imobiliários precisam para construir relações com potenciais compradores dentro de sua comunidade. Quanto ás principais redes de mídia social, que você deve considerar como agente imobiliário são Pinterest, Twitter, Facebook, Instagram, Google+ e LinkedIn.

5 – O porquê da eficiência das redes sociais no marketing digital imobiliário:

Fique em contato com os clientes

Seja mais acessível aos clientes

Responda mais rapidamente aos clientes

Comercialize os seus negócios para um público mais jovem

6 – Interessados neste tipo de mídia:

Os clientes comuns

As empresas de construção

Agentes judiciais

Investidores

Jornais e emissoras de TV

7 – Precisa de algumas idéias de marketing de mídia social frescas?

Faça perguntas aos seus seguidores, como: “Qual cozinha você escolheria para esta casa na praia?”, em seguida dê opções, posts como este envolve seus seguidores e vai fazê-los comentar suas preferências e compartilhar sua página.

8 – Outra grande ferramenta de mídia social é o seu cabeçalho. Atualizando esta peça-chave da mídia social imobiliária pode-se aumentar o seu alcance social e permite que você se conecte com alguém à procura de um imóvel.

9 -Marketing de conteúdo é importante

Marketing de conteúdo está se tornando a forma mais eficaz de atrair e converter prospectos em clientes. Marketing de conteúdo exige que você escreva conteúdo coadjutor. Postar vídeos curtos e escrever artigos são as formas mais eficazes de marketing de conteúdo.

10 – 70% dos consumidores acham que as empresas que criam conteúdo são mais comprometidas com a construção de um melhor relacionamento com eles.

 

Um dos maiores benefícios do marketing imobiliário é como ele impacta positivamente no resultado de suas buscas, tanto você cliente que busca seu imóvel, como você construtora que procura o cliente para seu imóvel.

(Post escrito originalmente pela equipe do Blogtecnoword)

Fonte: digitalimob

O que é Dimob e por que os corretores precisam ficar atentos?

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Você sabe o que é Dimob? Se não sabe e é corretor de imóveis, é muito importante ficar atento a este conteúdo. e já ouviu falar, essa é uma boa oportunidade de saber mais informações sobre ela.

O que é Dimob?

Bom, primeiramente, vamos entender o conceito e como ela surgiu. Dimob quer dizer Declaração das Informações sobre Atividades Imobiliárias. É uma obrigação acessória anual, requerida pela Instrução Normativa 1.115 e deve ser entregue à Receita Federal via Certificado Digital. Como toda obrigação acessória, é de natureza fiscalizatória, ou seja, o governo instituiu para ter mais controle das movimentações existentes.

Quando e por que surgiu?

A Dimob surgiu em 2003. O motivo de sua criação foi o resultado de processos de fiscalização envolvendo grandes empresas do ramo de construção e administração de imóveis. Isso se seu um ano antes, em 2002, e foi identificado uma fraude da ordem de R$ 1 bilhão. Com base neste retorno dos processos, o governo instituiu a obrigação em 21 de fevereiro de 2003.

Quem deve entregar?

Deve entregar a Dimob todas as empresas de natureza jurídica que exercem as atividades de locação, intermediação ou venda de imóveis e é aí que entra a figura do corretor de imóveis, que está enquadrada no serviço de intermediação.

Fique atento a alguns pontos importantes: a Dimob só deve ser entregue se a sua empresa apresentou faturamento. Quando não apresentar faturamento, esta entrega é dispensada. Mas todo o recebimento de valores deve estar suportado por uma nota fiscal.

O que se pede na ficha?

Além disso, o empresário deve ter atenção às informações complementares, que também devem ser controladas por nota fiscal. São elas:

  1. – Dados do comprador (Nome completo e CPF)
  2. – Dados do vendedor (Nome completo e CPF)
  3. – Data do contrato de compra e venda do imóvel
  4. – Endereço completo do imóvel vendido
  5. – Valor do imóvel vendido

Prazo de Entrega:

A Dimob será entregue, até o último dia útil do mês de fevereiro do ano subsequente ao que se refiram as suas informações, por intermédio do programa Receitanet disponível na Internet.

Para a apresentação da Dimob referente aos fatos geradores ocorridos a partir do ano-calendário 2010, é obrigatória a assinatura digital da declaração mediante utilização de certificado digital válido, exceto para as pessoas jurídicas optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional) . Para os anos-calendário anteriores a 2010, a utilização do certificado digital é facultativa para a transmissão da Dimob.

Multa por atraso na entrega:

A não apresentação da Dimob no prazo estabelecido ou a sua apresentação com incorreções ou omissões acarretará a aplicação das seguintes penalidades, definidas no art. 57 da Medida Provisória nº 2.158-35, de 24 de agosto de 2001.

Art. 57 – O sujeito passivo que deixar de cumprir as obrigações acessórias exigidas nos termos do art. 16 da Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999, ou que as cumprir com incorreções ou omissões será intimado para cumpri-las ou para prestar esclarecimentos relativos a elas nos prazos estipulados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil e sujeitar-se-á às seguintes multas:

I – por apresentação extemporânea:

a) R$ 500,00 (quinhentos reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às pessoas jurídicas que estiverem em início de atividade ou que sejam imunes ou isentas ou que, na última declaração apresentada, tenham apurado lucro presumido ou tenham optado pelo Simples Nacional;

b) R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às demais pessoas jurídicas;

c) R$ 100,00 (cem reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às pessoas físicas;

II – por não cumprimento à intimação da RFB, para cumprir obrigação acessória ou para prestar esclarecimentos nos prazos estipulados pela autoridade fiscal: R$ 500,00 (quinhentos reais) por mês-calendário;

III – por cumprimento de obrigação acessória com informações inexatas, incompletas ou omitidas:

a) 3% (três por cento), não inferior a R$ 100,00 (cem reais), do valor das transações comerciais ou das operações financeiras, próprias da pessoa jurídica ou de terceiros em relação aos quais seja responsável tributário;

b) 1,5% (um inteiro e cinco décimos por cento), não inferior a R$ 50,00 (cinquenta reais), do valor das transações comerciais ou das operações financeiras, próprias da pessoa física ou de terceiros em relação aos quais seja responsável tributário.

§ 1º Na hipótese de pessoa jurídica optante pelo Simples Nacional, os valores e o percentual referidos nos itens II e III serão reduzidos em 70% (setenta por cento).

§ 2º Para fins do disposto no item I, acima, em relação às pessoas jurídicas que, na última declaração, tenham utilizado mais de uma forma de apuração do lucro, ou tenham realizado algum evento de reorganização societária, deverá ser aplicada a multa de que trata a letra b do inciso I do caput.

§ 3º A multa prevista no inciso I do caput será reduzida à metade, quando a obrigação acessória for cumprida antes de qualquer procedimento de ofício.

§ 4º Na hipótese de pessoa jurídica de direito público, serão aplicadas as multas previstas na alínea a do inciso I, no inciso II e na alínea b do inciso III.

Fonte: Conube