Mercado imobiliário do AM movimenta R$ 144 milhões no 2º trimestre de 2017

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O mercado imobiliário do Amazonas movimentou R$ 144 milhões no segundo trimestre deste ano. O número supera os valores referentes ao mesmo período do ano passado, quando o setor movimentou R$ 115 milhões em vendas. Os dados são do Censo Imobiliário Trimestral, apresentado nesta quinta-feira (26) pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Amazonas (SINDUSCON-AM) e Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (ADEMI-AM).
De acordo com o levantamento, foram vendidas 524 unidades no segundo trimestre deste ano. Desse total, 288 unidades são do padrão econômico, 156 dos demais padrões verticais, 63 de unidades horizontais e 17 são unidades comerciais.
A quantidade de unidades vendidas no segundo trimestre de 2017 também aumentou, se o número for comparado ao primeiro trimestre do ano, quando foram vendidas 362 unidades.
Das 524 vendidas no segundo trimestre deste ano, 444 são do tipo Residencial, 63 são unidades Horizontais e 17 são do tipo Comercial. As unidades do padrão Econômico (Minha Casa Minha Vida) representam 55% das vendas. O preço dessas unidades chega a até R$ 235 mil.
Na avaliação do presidente do SINDUSCON-AM, Frank Souza, os dados do Censo indicam que o mercado imobiliário voltou a crescer no Amazonas. “A redução da Taxa Selic e os subsídios da Caixa Econômica Federal ao Programa Minha Casa Minha Vida contribuem para esse resultado. Tem ainda a confiança do consumidor, que vem aumentando de forma gradual”, ressaltou.

Fonte: G1

Mercado Imobiliário e fundos do setor são apostas de longo prazo para investidores e empreendedores

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O norte-americano Jeffrey Gundlach, PhD e teórico em Matemática pela Universidade de Yale, recentemente afirmou que o investimento nos países emergentes é sim uma boa alternativa em meio à crise atual tanto no Brasil, quanto no exterior.

E ainda há especialistas que digam que os fundos imobiliários são viáveis para quem já está habituado com as oscilações de mercado. Para reforçar tais movimentos que parecem radicais ou de risco, empresas voltadas para internet e soluções B2B mantém suas margens de lucro.

Portais imobiliários que atuam focados em leads qualificados para construtoras e imobiliárias como o Loop imóveis é uma destas startups que em menos de um ano atingiram seu break even, atingem lucro de 10% previsto para o mês e conseguem taxas altas de conversão, em torno de 4%.

Ao que tudo indica não só Gundlach vê com bons olhos uma retomada do setor, afinal gestores que investem em ativos estão pensando a longo prazo, principalmente na demanda reprimida por espaços comerciais, como galpões por exemplo.

Com a taxa Selic em 10, 25%, as taxas de crédito de bancos e os empréstimos para a compra de imóveis mantém um certo equilíbrio ainda em junho, pois a sinalização do Banco Central é de que a taxa deve manter sua queda, ainda que moderada.

Os próprios empreendedores acreditam que num segundo semestre positivo para o setor imobiliário: “Já investimos cerca de 500 mil em Tecnologia este ano, e 40% deste montante ou 195 mil em inteligência artificial. Acreditamos que os dados que possuímos hoje, transformados em informações de perfis de futuros compradores serão um ativo essencial para facilitar a venda para construtoras e corretores” explicam os sócios, Luiz Eduardo Perna e Roonie Sang.

Se as startups crescem, elas aquecem a economia, favorecem a cadeia do setor !link imobiliário, criam novas oportunidades de emprego para a onda de corretores autônomos; por outro lado portais verticais trazem um modelo de negócio de sucesso já em voga nos Estados Unidos. Portais internacionais como o Zillow, o australiano REA já atingiram a confiança tanto de seu mercado local como em muitos outros países.

As construtoras terão sua chance de realizar seus lançamentos, queimar seus estoques e movimentar um setor que é capital para empresários, investidores e consumidor final. Só o portal imobiliário Loopimóveis.com impacta 6.5 milhões de pessoas/ usuários e mais de 1700 imobiliárias já cadastradas.

De acordo com os sócios do portal imobiliário, o setor de portais verticais tem muito mais potencial para crescer; somente em 2015 ele atingiu a soma de 400 milhões de faturamento. Analisando o fato de quem há 2 anos atrás a inteligência artificial ainda não havia chegado ao setor, “ queremos manter nossa base de dados sempre atualizada, estaremos focados nos lançamentos e buscamos colaboradores e parceiros cada vez mais profissionais neste segmento”, indicam os sócios da Loop imóveis.

Fonte: Exame

Como se tornar um corretor de imóveis

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Aposto que todos conhecem um corretor de imóveis ou uma imobiliária, logo o tema não é novidade para ninguém. Em tempos de crise, muitos profissionais tem apostado nessa nova carreira.

O que faz um Corretor de Imóveis?

Basicamente, um corretor avalia imóveis disponíveis para venda, os oferece a interessados e negocia valores entre as partes. Ou seja, intermedeia a relação entre o cliente vendedor e o cliente comprador na transação de um imóvel, deixando claras as informações relacionadas à propriedade para, se for o caso, efetivar a venda.

Vantagens

Entre as vantagens desse segmento, estão as diferentes possibilidades de trabalho e uma flexibilidade maior na rotina.

É comum que profissionais de outras áreas se interessem em se tornar corretores de imóveis pela maior independência e autonomia no trabalho, longe das atividades burocráticas ou sem contato pessoal de outras profissões. Com o atendimento a diferentes clientes e necessidades, a rotina do corretor envolve a participação em plantões, eventos de lançamento e captação de bons imóveis. Além disso, se optar por ser um profissional autônomo, não precisará lidar com as cobranças e pressões diretas de um chefe ou do ambiente corporativo.

Apesar de ter horários mais flexíveis em relação a outras profissões, é importante ressaltar que, em muitos momentos, os corretores precisam atender os clientes em horários alternativos e auxiliar com eventuais dúvidas mesmo fora do horário comercial ou até no fim de semana.

Desvantagens

Sem nenhuma cobrança de um chefe ou até mesmo do funcionário, o #Corretor de Imóveis autônomo precisa ser auto-disciplinado. Pois é! Se não haver disciplina, o corretor pode correr grandes riscos, como por exemplo perder um atendimento importante, pois esqueceu de anotar em seu CRM Imobiliário, ou perder a visita de um imóvel que era de suma importância para o cliente fechar.

Se ocorrer qualquer deslize, as chances de tornar sua reputação negativa são enormes. Portanto, o foco e objetivo em alcançar novas metas tem que ser acompanhados por um corretor sempre. Sem disciplina não haverá foco, e sem o foco não haverá um objetivo maior.

Se você pretende seguir sua carreira imobiliária como corretor autônomo ou já está seguindo, você pode se interessar em conhecer o Zyoon CRM Imobiliário.

Curso e Conselho Regional

Se você se interessou por essa profissão e deseja tornar-se um Corretor de Imóveis, o primeiro passo é frequentar o curso de TTI (Técnico em Transações Imobiliárias) ou cursos superiores Sequenciais e Tecnológicos de Ciências Imobiliárias ou de Gestão de Negócios Imobiliários na sua cidade ou estado.

Na frequência do curso, deverá o aluno requerer junto ao Conselho Regional dos Corretores de Imóveis – CRECI do seu estado, o registro de estágio, obrigatório para a obtenção do diploma e posterior registro profissional definitivo. Concluído o curso e obtido o respectivo diploma, já poderá o interessado promover o registro de sua inscrição definitiva, mediante requerimento específico, apresentação de determinada documentação e pagamento de uma taxa. #Consultor Imobiliário

Fonte: BlastingNews 

Hotelaria anuncia novidades em Miami durante mês de maio; veja

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Agitado, o mês de maio traz muitas novidades para a cosmopolita Miami (EUA), principalmente no ramo da hotelaria. Isso porque o destino recebe, este mês, três hotéis muito esperados. O Sheraton Miami Airport Hotel & Executive Meeting Centerque finalmente concluiu sua reforma de US$ 10 milhões; o Betsy-South Beach, que após dois anos de reforma se tornou praticamente um novo hotel; e o AC Hotel Miami Aventura by Marriott®, que será inaugurado ainda esse mês. Confira abaixo as novidades de cada um:

SHERATON MIAMI AIRPORT

O Sheraton Miami Airport Hotel & Executive Meeting Center, único hotel membro do IACC no sul da Flórida, anuncia oficialmente a conclusão de sua grande expansão e reforma de US$ 10 milhões, que foi comandada pelo Puccini Group, grupo de renome internacional em decoração de hotéis.

Durante a renovação, foram feitas inovações nos 405 quartos do hotel, no lobby e na área da piscina, além da entrada e da área de embarque e desembarque. A intervenção complementa aquela feita ao espaço de eventos do hotel, que teve seus 1.580 m2 reformados recentemente. As melhorias incluem ainda o espaço para eventos: são 1.580 m² de espaço renovado, versátil e personalizado, com capacidade para grupos de 30 a 300 pessoas em um único piso. O complexo conta ainda com um Club Lounge 24 horas, academia de ginástica, preços especiais para o renomado campo de golfe Melreese e transfer 24h de cortesia para o aeroporto.

BETSY HOTEL SOUTH BEACH

Betsy-South Beach, um dos mais aguardados projetos hoteleiros de luxo de Miami Beach, revela sua expansão após dois anos de reforma. O hotel recém-entregue agora conta com 130 quartos, dois restaurantes liderados pelo premiado Chef Laurent Tourondel, um extenso complexo de piscinas no topo do prédio e quase 1.400 m² de espaço dedicado a eventos especiais.

A expansão envolveu a preservação e reabilitação dos dois hotéis históricos e suas fachadas, reforma do emblemático hall do Carlton, adição de novas estruturas e do complexo do topo do edifício e revitalização da ruela 14th Place/Espanola Way, no lado norte da propriedade. O hotel completo inclui o edifício original na Ocean Drive, agora conhecido como o setor “Colonial”, que continuará a ser o local de recepção dos hóspedes, e o edifício da Collins Avenue, completamente reformado, agora conhecido como o setor “Art Deco”. Ele servirá de entrada para eventos privados e para o Conservatory, refinado café e bar para hóspedes e visitantes. As estruturas são conectadas por uma ponte, concebida como uma peça pública de arte conhecida como “The Orb”, e formam um único hotel.

AC HOTEL MIAMI AVENTURA

Viajantes que buscam um hotel estiloso e funcional em um centro urbano se encantarão com o AC Hotel Miami Aventura by Marriott®, que será inaugurado este mês. A propriedade de 233 quartos fica a poucos minutos do Aventura Mall e do Gulfstream Park. Os AC Hotels by Marriott apresentam um estilo cosmopolita e dinâmico, com fortes conexões com a comunidade local. Cada propriedade é construída do zero e projetada com o turista do século 21 em mente, definindo uma nova forma viajar.

O AC Lounge conta ainda com espaço para co-working durante o dia que, à noite, transforma-se em bar, onde são servidos coquetéis e aperitivos. Ele também oferece uma área de leitura com jornais, revistas, guias locais, área multimídia com sofás confortáveis, TV de 52″ e Wi-Fi gratuito. A cozinha oferece delícias do café da manhã durante todo o dia, como frios e queijos cortados ao estilo europeu, iogurtes, quiches e café Nespresso.

Fonte: Mercados&Eventos

Segundo estimativa, projeção de crescimento no mercado imobiliário é de 5% a 10% em 2017

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De acordo com o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), a projeção de vendas e lançamentos do mercado imobiliário residencial em 2017 deve crescer entre 5% e 10%. O anúncio foi realizado pelo presidente da entidade, que afirmou que “estamos no fim de um ciclo de baixa e iniciando um ciclo de recuperação”.

Vale destacar que esse cenário de melhora já foi apontado pelo Secovi no final do ano passado, quando a economia apresentou uma melhora e a política uma certa estabilização. Ele garantiu que percebeu que a perspectiva de fato tem se cumprido a partir da queda da inflação e da taxa de juros.

O presidente do Secovi ainda ponderou que esses elementos têm o poder de estimular a comercialização de imóveis nos meses que estão por vir. Contudo, ele também destacou que o setor só voltará a reaquecer, de fato, com a volta da criação de empregos e a recuperação da renda da população – algo esperado apenas para o segundo semestre deste ano.

“As instituições financeiras também começam a vislumbrar um cenário em que não precisarão mais ser tão restritivas na concessão de financiamentos imobiliários. Além disso, o mercado imobiliário está com ofertas para todos os bolsos e, portanto, é um momento favorável ao comprador”, disse o vice-presidente de Imobiliário do Sindicato da Construção (SindusCon-SP), em entrevista à imprensa.

Dessa forma, se a perspectiva a respeito do mercado de fato se cumprir, o setor irá sofrer uma grande virada: afinal de contas, são três anos consecutivos de quedas. O Secovi-SP afirmou que os lançamentos de imóveis residenciais em São Paulo chegaram a 17,6 mil unidades no ano passado, queda de 23,3% em relação às 23,0 mil unidades de 2015. Em 2014, os lançamentos alcançaram 34 mil unidades, e em 2013, 34,2 mil.

A entidade lançou uma publicação que aponta, ainda, as vendas de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo: em 2016, foram 16 mil unidades em 2016, retração de 19,7% frente às 20,1 mil unidades comercializadas em 2015. Já em 2014, as vendas somaram 21,6 mil unidades, e em 2013, 33,3 mil. Com esse resultado, as vendas em 2016 foram as mais baixas da série histórica, que se iniciou em 2004.

“Os imóveis que custam até R$ 500 mil, cujas metragens variam entre 45 e 65 metros quadrados, deverão ser os mais procurados. Vale lembrar que o incentivo gerado pelo aumento do teto do FGTS para compra do imóvel novo movimenta não só o mercado imobiliário, mas a economia como um todo, já que haverá mais mão de obra e serviços contratados”, completou o presidente da entidade, também em entrevista à imprensa. Oportunidade única: Tenha contato com experts do mercado mundial no Superlógica Xperience 2017. Patrocinado

Para quem deseja investir em um empreendimento residencial, a Construtora Planeta conta com ofertas competitivas para o público. São diversos tipos de apartamentos, tanto em obras quanto prontos para morar, com uma ampla oferta de empreendimentos em Sorocaba (SP).

Fonte: Exame

Como declarar venda e doação de imóveis no Imposto de Renda 2017

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São Paulo – Além de informar a compra e a posse de um imóvel na declaração de Imposto de Renda, o contribuinte também deve reportar à Receita a venda ou doação da casa ou apartamento.

Da mesma forma que a posse de imóveis de valor superior a 300 mil reais obriga o contribuinte a declarar o imposto, ainda que ele não se encaixe nas outras regras de obrigatoriedade de declaração, quem obteve lucro com a venda do imóvel em 2016 também está obrigado a declarar, mesmo que a operação seja isenta de Imposto de Renda.

Regras de isenção

O Imposto de Renda que incide sobre o lucro da venda de imóveis é de 15%. No entanto, a operação é isenta do pagamento do imposto se o contribuinte vender seu único imóvel por valor igual ou inferior a 440 mil reais, desde que não tenha vendido outra unidade nos últimos cinco anos.

Também é isento o lucro obtido na venda caso o imóvel tenha sido adquirido até 1969. Imóveis comprados antes de 1988 não têm isenção, mas contam com um percentual fixo de redução sobre o ganho de capital, que varia de acordo com o ano de aquisição ou incorporação do imóvel.

Um imóvel comprado em 1988, por exemplo, conta com um fator de redução de 5% sobre o imposto que incide sobre o ganho de capital; para imóveis comprados em 1980 o fator é de 45%; e para imóveis comprados em 1970 o fator redutor é de 95%.

O contribuinte também não paga tributos sobre a transação caso o lucro da venda do imóvel seja usado para a compra de outra unidade residencial situada no Brasil no prazo de 180 dias.

Nesse caso, é possível utilizar todo o dinheiro da venda para a compra de um ou mais imóveis residenciais e obter isenção total do imposto sobre os valores ou utilizar apenas parte do dinheiro obtido na venda do imóvel para essa finalidade e pagar a alíquota proporcional ao valor restante.

É necessário apontar a opção na hora de preencher o Programa de Ganhos de Capital (GCap) para utilizar o benefício, que pode ser usado apenas uma vez a cada cinco anos.

Caso o contribuinte não utilize o benefício fiscal ou parte dele após os 180 dias, deve pagar o imposto sobre o lucro obtido a partir da operação, acrescido de juros de mora, que são calculados a partir do segundo mês subsequente ao do recebimento do valor do imóvel vendido.

Além disso, se o imposto não for pago em até 210 dias contados da data da celebração do contrato, também é acrescida uma multa, de mora ou de ofício, calculada a partir do segundo mês seguinte ao do recebimento do valor do imóvel vendido.

Veja abaixo o passo a passo para declarar a venda ou doação de imóveis:

Imóvel vendido em 2016

O contribuinte que vendeu o imóvel no ano passado pode preencher o GCap ao concluir a venda, mesmo que a operação seja isenta de Imposto de Renda ou tenha gerado prejuízo. O programa auxiliar pode ser baixado no site da Receita.

Apesar de opcional, o preenchimento do programa é recomendável.  Isso porque o GCap permite calcular o tributo devido sobre o lucro obtido na venda do imóvel e, posteriormente, importar os dados diretamente para a declaração do Imposto de Renda.

Se a venda gerar algum lucro o preenchimento do GCap é obrigatório. Nesse caso, o tributo sobre o lucro obtido, de 15%, deve ser pago até o último dia útil do mês posterior à venda.

Caso não tenha recolhido o imposto no prazo certo, o contribuinte deve preencher o programa GCap para calcular o tributo devido e, depois, baixar o programa Sicalc, que irá emitir o boleto para pagamento do imposto (Darf) já com o acréscimo de juros e multas.

No momento de preencher a declaração, basta importar as informações incluídas no GCap para o programa gerador da declaração na aba “Ganhos de Capital”, ao clicar no item “Importação GCap 2016”.

Ao importar os dados para o programa gerador, o lucro obtido na operação será inserido de forma automática na ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”.

Se a operação for isenta de Imposto de Renda, o valor será transferido, também de forma automática, para a ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”.

Além de preencher e importar os dados do GCap, o contribuinte também deve excluir o imóvel da ficha “Bens e Direitos”. Para isso, deve abrir a ficha, selecionar o imóvel que já havia sido declarado, e clicar em “Editar”, no canto inferior direito da tela. Depois, basta repetir no campo “Situação em 31/12/2015” o valor do imóvel que já havia sido informado na declaração anterior e zerar o campo “Situação em 31/12/2016”.

Na coluna “Discriminação”, informe que a venda foi realizada, incluindo o nome e CPF ou CNPJ do comprador e o valor pelo qual o imóvel foi vendido.

Se o comprador tiver adquirido o imóvel por meio de financiamento, essa informação e o nome do banco que concedeu o crédito para o pagamento do imóvel também podem ser incluídos neste campo.

Caso o contribuinte tenha comprado e vendido o imóvel em 2016, as informações sobre o bem não devem ser inseridas na ficha “Bens e Direitos”.

Venda do imóvel financiado

O lucro obtido na venda de um imóvel em 2016, cujo financiamento não foi quitado, deve ser apurado de acordo com os valores efetivamente pagos pelo contribuinte no financiamento. Ou seja, se o vendedor quitou metade do valor do financiamento do bem, o contribuinte deverá declarar apenas a venda desse valor.

O lucro que será informado no GCap também deve ser proporcional à fatia já paga pelo imóvel, caso a venda da unidade não seja isenta do Imposto de Renda.

Após realizar esse cálculo, o lucro da transação deve ser declarado pelo contribuinte da mesma forma que a venda de um imóvel quitado. Posteriormente, o imóvel também deve ser excluído da ficha “Bens e Direitos”.

Venda de imóvel com recebimento do pagamento em parcelas

Se os pagamentos pela venda do imóvel no ano passado foram ou ainda estão sendo recebidos de forma parcelada, o vendedor deve preencher o GCap com a data do contrato e o valor total da venda, com a ressalva de que os valores estão sendo recebidos a prazo.

Dessa forma, o programa auxiliar da Receita irá emitir Darfs proporcionais aos valores recebidos pelo contribuinte. Ou seja, os impostos a serem pagos também serão proporcionais às parcelas recebidas.

Ao receber cada pagamento, o vendedor terá até o último dia útil do mês posterior à data de quitação da parcela para recolher o Imposto de Renda proporcional ao valor.

Se o vendedor continuar a receber os pagamentos neste ano, o contribuinte deve informar no GCap que o restante do valor será recebido em 2017.

Imóveis doados

A doação de um imóvel não gera lucro ao proprietário e é isenta de Imposto de Renda. Apenas quem recebe o imóvel doado pode ter de pagar um tributo estadual, o Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doações (ITCMD ou ITD), cuja sigla, limite de isenção e valor variam conforme o estado.

O imóvel doado em 2016 deve ser informado pelo contribuinte na ficha “Bens e Direitos”. Na linha referente ao imóvel, o doador deve informar a transferência e incluir os dados do beneficiário.

No campo “Situação em 31/12/2015”, repita o preço de aquisição do imóvel, informado na declaração anterior, e zere a coluna “Situação em 31/12/2016”.

A transferência do bem também deve ser informada na ficha “Doações Efetuadas”. O contribuinte deve preencher o campo “Discriminação” com os dados do beneficiado e o valor do imóvel doado.

Fonte: Exame

Assistente social reaproveita lixo e constrói objetos de decoração no Acre

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A assistente social potiguar Ângela Fontes, de 47 anos, nem sabe dizer ao certo quando começou a se interessar pela reciclagem. Ela mora no Acre há 17 anos e, desde o ano passado, transformou uma casa no “Santo Lixo Atelier”, onde reaproveita lixo na construção de diversas peças de decoração.

Com criatividade, a nordestina faz os mais variados itens. São quadros, portas-chaves, bancos, cadeiras, mesas, armários e luminárias. Todos os objetos totalmente sustentáveis, reutilizando madeira, vidro, garrafas e metal.

“Fazem alguns anos que reutilizo garrafas e pedaços de madeira. A ideia do Santo Lixo me ocorreu quando concluí a obra na minha casa, onde transformei no espaço para trabalhar. Moro em apartamento e vou aos fins de semana e feriados [ao atelier]”, conta.

A matéria-prima é coletada, segundo a artesã, em qualquer lugar, por exemplo, quando passa em frente a algum canteiro de obras. Ela ressalta que, devido à propaganda dos amigos, acaba trabalhando também na decoração de ambientes.

“Onde a gente passa que tem lixo, restos de obras, damos uma olhada, passamos devagar com o carro. Quando vemos que te algo interessante, já levamos e imaginamos o que dá para fazer. Às vezes os amigos pedem também para darmos ideias para a casa e assim vamos fazendo”, acrescenta.

A iniciativa efetivamente comercial é ainda despretensiosa, de acordo com Ângela. Normalmente, a produção não é feita em grande quantidade. Muitas vezes, as pessoas acabam entrando em contato e fazendo encomendas. O Santo Lixo tem uma página no Facebook.

“Virou um vício estar catando e observando as coisas interessantes. Os amigos que conhecem nosso trabalho vão encomendando e vamos entregando. Quando tem final de semana prolongado, fazemos peças pequenas de decoração, porque achamos bonito e que vão ter saída. Ofereço e às pessoas e elas já compram. Tem boa aceitação”, finaliza.

Fonte: G1

Especialista revela os maiores erros dos brasileiros ao comprarem imóveis no exterior

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SÃO PAULO – Investir em imóveis no exterior é uma das formas mais utilizadas por investidores para diversificação e proteção cambial, permitindo alocar em mercados com moedas mais fortes e estáveis, como é o caso dos Estados Unidos, por exemplo. Por se tratar de um processo entre países com diferentes culturas, modos de se fazer negócio e leis, o investidor precisa estar atento aos detalhes, às regras e é fundamental que ele deixe para trás alguns hábitos.

De acordo com Daniel Rosenthal, diretor do Investir USA Expo, a busca por imóveis em território norte-americano tem se tornado muito comum entre brasileiros, que querem, além de proteção patrimonial, experimentar e vivenciar o “sonho americano” utilizando o imóvel quando este não se encontra alugado. Além disso, ele explica que os EUA oferecem confiança e crédito, algo que ‘já não se encontra mais no Brasil’: “Aliado ao sentimento de instabilidade financeira e insatisfação, o brasileiro tem procurado investir nos EUA, abrir um negócio ou se mudar e viver por lá”, conta.

Rosenthal explica que a vantagem não se encontra somente na possibilidade de financiamento para estrangeiros, mas também nas altas taxas de ocupação, na agilidade dos processos de venda e aluguel das propriedades e nos valores para investimento, que começam em R$ 180 mil para as casas de férias em Orlando, por exemplo.

Dentre os principais destinos, Orlando e Miami lideram a preferência dos brasileiros, seja pela proximidade cultural ou pela proximidade com a capital do entretenimento, Walt Disney World, em que a estrutura hoteleira já não suporta a demanda. Cidades como Georgia (Atlanta), Dallas (Texas), Los Angeles e San Diego, na Califórnia, também estão na lista.

Com relação à rentabilidade vinda do aluguel, Rosenthal afirma que a locação de imóveis nos Estados Unidos costuma apresentar uma taxa de 6% a 8% ao ano, contra 4 a 5% a.a. em imóveis residenciais no Brasil. Ainda segundo ele, em 2016 o mercado imobiliário norte-americano teve uma valorização média de 6%.

Para uma propriedade mais rentável e segura, Rosenthal listou os principais problemas dos brasileiros ao adquirir um imóvel nos EUA. São eles:

1- Não abandonar o “jeitinho brasileiro”

“O brasileiro deve abandonar o jeito de fazer negócios no Brasil quando for fazer negócios nos EUA, como o jeitinho brasileiro e a lei da vantagem, porque lá isso não funciona. Nos EUA as regras são sérias e é isso o que passa a credibilidade do negócio, pois as condições são iguais para todos”, afirma.

2- Não ter objetivos bem definidos

A venda de imóveis, segundo ele, é consultiva nos Estados Unidos, ou seja, o comprador precisa ter claro seus objetivos, preferências, tempo de utilização própria, orçamento, etc. “Nos EUA, é preciso entender os sonhos dos clientes para adequar o melhor produto”, diz.

3- Não valorizar o papel do corretor de imóveis

Rosenthal explica que nos Estados Unidos ninguém investe sem corretora, uma vez que quem paga a comissão do corretor de imóveis é a construtora. “Lá o preço é o mesmo com ou sem corretor. Por isso, seja assessorado por um corretor no Brasil ou de lá, pois você só tem a ganhar, já que a pessoa é preparada para ajudar nos detalhes do processo”.

4- Comprar um imóvel como Pessoa Física

Daniel conta que qualquer pessoa pode comprar um imóvel nos EUA, desde que tenha passaporte, visto (caso queira usufruir da propriedade), e comprovar a origem – lícita – do dinheiro. Não é recomendado, porém, que se compre um imóvel como Pessoa Física, pois o imposto de herança para estrangeiros pode chegar até 50% do valor do imóvel.

“Abra uma empresa – é somente um status de empresa e pode ser feito no mesmo dia (não precisa vender nada nem ter funcionários) – e compre como Pessoa Jurídica. Ao colocar o imóvel no nome desta empresa, ele, ficará protegido da tributação. Mais tarde, se quiser fechar, o processo será ainda mais rápido do que foi para abrir”.

5- Não conhecer as leis locais e de cada condomínio

Rosenthal explica que os condomínios possuem exigências próprias e regras de acordo com o per¸l da cidade. Em Orlando, por exemplo, o proprietário pode alugar o imóvel por curtas temporadas (dias, semanas, meses) e quando quer utilizar para si próprio, bloqueia na corretora. Isso, porém, não acontece em Miami. Lá, não há muita flexibilidade, como na terra do Mickey, e o mínimo permitido por lei para locação é seis meses.

Fonte: InfoMoney

Shopping de luxo em Miami terá expansão ainda este ano

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SÃO PAULO – O Aventura Mall, shopping de luxo de Miami, na Flórida, está com planos de expandir seu complexo ainda este ano. Atualmente com mais de 300 lojas, o shopping está construindo uma nova ala projetada pelo arquiteto Carlos Zapata, que será formada por três andares e 30 mil m2, que prometem uma maior variedade de lojas, restaurantes, uma galeria de arte contemporânea e também um lounge VIP.

Em comunicado, o shopping afirmou que o novo espaço foi projetado para criar uma integração convidativa entre o interior e o exterior do estabelecimento, o que inclui uma seleção de obras e uma escultura de 28 metros de altura do famoso artista belga Carsten Höller, por onde os visitantes poderão deslizar.

“Nossa visão é criar um novo local de confraternização, onde os residentes locais e visitantes possam conectar-se com diversas experiências interativas”, disse Jackie Soffer, CEO e membro do conselho da Turnberry Associates, proprietária e administradora do Aventura Mall. “A nova ala é destinada a tornar-se um dos espaços mais dinâmicos do Sul da Flórida”, completa.

De acordo com a empresa, o destaque da nova ala será a loja de dois andares da britânica Topshop Topman, a primeira da marca na cidade. Além disso, a loja Zara voltará ao shopping e novas marcas como Pomellato e Under Armour também farão parte das opções para compras.

Com relação à praça de alimentação, o shopping promete uma evolução do modelo tradicional, trazendo o Treats Food Hall, com curadoria de mais de 12 galerias de diferentes culinárias, assim como, um ambiente “mais descontraído”, com mesas, balanços, banquetas e mesas de bar compartilhadas. Além disso, será possível jantar ao ar livre em restaurantes como CVI.CHE 105, Serafina, Pubbelly Sushi, Harry’s Pizzeria e Blue Bottle.

Já o espaço VIP, por sua vez, será um lounge central que incluirá espaços para convidados, onde será possível jogar sinuca, assistir TV, relaxar, ler, e aproveitar a área de bar e restaurante que se abrirá para o terraço. O local poderá ser ainda, locado para eventos privados.

Confira algumas imagens do projeto:

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Fonte: InfoMoney

O vínculo de emprego do corretor de imóveis

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Embora carente de uma Convenção Coletiva de Trabalho prevendo direitos dos corretores empregados, possui normas de seu órgão de Classe que garantes diversos direitos mínimos que devem ser respeitados sejam eles realmente autônomos ou empregados em sua essência.

 A profissão de corretores de imóveis está regulamentada pela Lei 6.530 de 1.978, contudo, tal legislação não proíbe em nenhum momento que os corretores de imóveis possam ter seu vínculo de emprego reconhecido ao contrário do que muitos pensam.

Assim, quando presentes os elementos caracterizadores do vínculo de emprego (art. 3º da CLT) pode o corretor de imóveis pleitear o vínculo de emprego na Justiça do Trabalho.

Ao analisarmos o dia a dia desses profissionais, percebemos que está cada vez mais difícil de encontrarmos aquele corretor verdadeiramente autônomo.

Na maioria das vezes esses profissionais para trabalharem para imobiliárias ou departamentos de vendas de construtoras têm de se sujeitar a assinar contratos de “autônomos” ou “associados”, sendo que algumas vezes observamos até mesmo a imposição de que o corretor de imóveis abra uma empresa, que tenha um CNPJ, muitas das vezes com o único intuito de mascarar o vínculo de emprego.

Contudo, não é a assinatura de um contrato ou a abertura de uma empresa que vai dizer ser o corretor autônomo ou empregado, mas, a realidade dos fatos, ou seja, como o corretor de imóveis exerce sua função no dia a dia de trabalho.

Assim, àquele corretor de imóveis que trabalha com escalas, tendo um superior hierárquico geralmente tendo de se reportar a coordenadores, gerentes e até mesmo superintendentes, muitas vezes submetido a um código de ética ou código de conduta, podendo inclusive sofrer punições é na verdade um empregado.

Portanto, é perfeitamente possível nessas hipóteses de pedir na Justiça a nulidade de contratos de “autônomo”, “associado” e pleitear o vínculo de emprego e demais consectários.

Observamos que estes profissionais muitas vezes trabalham em plantões chamados de “piratas” sendo muitas vezes expostos ao calor, trabalham em locais que não possuem nem mesmo sanitários, água, além de perceberem sua remuneração muito inferior ao que determina o órgão de classe, tendo seus direitos inclusive básicos desrespeitados.

Não é crível no nosso sentir, que uma imobiliária, por exemplo, que tem por atividade fim a venda de imóveis não tenha em seus quadros nenhum corretor de imóveis registrado, assim perfeitamente possível o julgador analisar a subordinação não apenas jurídica, como também analisar a subordinação estrutural, quando o corretor ao trabalhar na imobiliária, por exemplo, está inserido na dinâmica e na atividade-fim da imobiliária, sendo, portanto, um empregado.

O vínculo de emprego mostra-se mais acentuado quando observamos na estrutura hierárquica a figura dos coordenadores e gerentes, sendo que na grande maioria das vezes estes são também corretores e mesmo tendo a denominação de coordenadores e gerentes não são registrados em sua grande maioria.

Entendemos que a figura dos coordenadores e gerentes se mostra incompatível com o trabalho autônomo, isto porque é difícil acreditarmos que uma empresa entregue a um “autônomo” poderes para administrar-comandar. Assim, constatamos na prática uma maior facilidade em provar o vínculo de empregos destes profissionais (coordenadores e gerentes), porém tudo dependerá da análise do caso em concreto.

É preciso que o corretor de imóveis guarde provas como código de ética, escalas, ordens, muitas vezes estas sendo enviadas por escrito (e-mail), sendo que muitas vezes observamos determinações para comparecimentos em reuniões obrigatórias.

Outro fator importante vem a ser o corretor provar de quem está recebendo suas comissões, pois, na maioria das vezes estes profissionais recebem suas comissões com cheques de terceiros, mas os retiram em sua grande maioria na pagadoria ou tesouraria da empresa, pois esta que de fato remunera o seu pessoal.

Esta prova de que é a empresa que está pagando, muitas vezes se dá por meio informatizado (e-mails) quando o preposto ou superior hierárquico autoriza o corretor a retirar, por exemplo, “os cheques”, sendo, portanto, uma prova de quem está pagando o corretor é a empresa e não o cliente.

Além disso, é importante o corretor guardar o quanto recebeu, pois isso trará o valor correto (média salarial) para pleitear seus direitos trabalhistas na Justiça.
Outra cautela que o corretor deve ter vem a ser além do quanto recebeu, como também dos valores dos imóveis que vendeu, isto porque, em tais ações é comum se realizar pedidos de diferenças de comissões, seja para a tabela do CRECI ou até mesmo valores que foram contratados e não pagos no decorrer da relação de trabalho.

É importante que o profissional que for cuidar de processos que envolvam corretores de imóveis tenha cautela na entrevista ou na feitura da peça, isto porque em ações que envolvam corretores de imóveis existem várias peculiaridades com análises da tabela do órgão de classe, entre outras normas internas.

Tendo em vista a complexidade do tema e das ações que envolvem tais profissionais é perfeitamente cabível realizar pedidos sucessivos caso o magistrado não reconheça o vínculo de emprego, ou seja, o magistrado não deferindo o vínculo de emprego pode analisar os pedidos do trabalhador como autônomo.

Assim, conclui-se que os proprietários de imobiliárias e as construtoras com departamentos de vendas próprios devem se atentar não a forma de contratação (o documento que redige para os profissionais assinarem), mas sim a forma da execução dos préstimos de seu pessoal caso não tenham o objetivo de ter em seus quadros verdadeiros empregados, e os corretores que trabalham com os requisitos do vínculo de emprego podem requerer que o mesmo seja reconhecido em reclamações trabalhistas.

Não é somente o vínculo de emprego que pode existir quando tratamos da profissão do corretor de imóveis, mas também vendas ou intermediações que a ele não foram pagas e este profissional pode requerer o pagamento judicialmente, mas também diferenças de comissões ante a tabela do CRECI que é instituída por lei federal, e, portanto, no nosso sentir é obrigatória e não apenas opcional como alguns defendem.

Quanto as comissões destes profissionais ainda tratando da tabela do CRECI, questão pouco divulgada vem a ser a Resolução 1.256 de 2012 do COFECI, que versa sobre os lançamentos imobiliários e prevê que ao corretor de imóveis que trabalhe em tais empreendimentos deve receber o mínimo de 4% de comissão, não podendo haver qualquer desconto em sua percentagem seja a que título for.

Assim, nesta hipótese específica não se pode descontar desta comissão valores de gerenciamento, coordenação, divulgação, ou qualquer outra verba.

Portanto, para aqueles que possuíam um pré-conceito sobre os direitos desta profissão acreditando que estavam pouco resguardados se verifica que a categoria, embora carente de uma Convenção Coletiva de Trabalho prevendo direitos dos corretores empregados, possui normas de seu órgão de Classe que garantes diversos direitos mínimos que devem ser respeitados sejam eles realmente autônomos ou empregados em sua essência.

 

Fonte: Migalhas