Queda dos juros incentiva mercado imobiliário

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Nas últimas semanas, as projeções para a taxa básica de juros vêm caindo tanto para 2017 quanto para o próximo ano. O boletim Focus de junho, apresentado pelo Banco Central, previa taxa Selic de 8,5% para os dois anos. O relatório de 14 de julho, no entanto, apontou expectativa de queda, com 8% de Selic.

Alguns segmentos do mercado reagiram de forma imediata às novas projeções. O Santander saiu à frente dos concorrentes e anunciou redução de juros para créditos imobiliários. Segundo Gilberto Abreu, diretor executivo de negócios imobiliários e investimentos do banco, a decisão segue a posição de pioneirismo da instituição no mercado de crédito. “Mais do que acompanhar, o Santander quer ser protagonista na retomada do mercado imobiliário no Brasil.”

A nova taxa praticada pelo banco é de 9,49% ao ano pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), válido para imóveis usados com valores de 90 000 a 950 000 reais em Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e no Distrito Federal, e de 9,99% ao ano para Carteira Hipotecária (CH), que vale para imóveis acima de 950 000 reais nas mesmas regiões.

As novas taxas são válidas para clientes com relacionamento, ou seja, é preciso estar adimplente, realizar pelo menos uma nova compra por mês no cartão de crédito e escolher uma opção entre receber salário no Santander, capitalização, depósito programado em poupança ou seguro de vida, acidentes pessoais ou residencial.

Abreu garante que a taxa abaixo de dois dígitos não é o único diferencial do Santander. O banco está lançando uma plataforma online que permite aos clientes fazer uma simulação, aprovar crédito e enviar documentos por meio do celular ou de qualquer computador conectado à internet. “O interessado só precisará ir à agência uma única vez, para assinar o contrato”, afirma o executivo. Com a novidade, a expectativa é que o tempo médio de contratação desse tipo de financiamento se reduza de 60 para 30 dias.

 

 

Fonte: Exame

A hora é de alugar ou comprar a casa própria? Veja dicas em vídeo

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Em tempos de crise, o melhor é alugar ou comprar um imóvel? E quando a
crise passar, será que a resposta a essa pergunta muda?

Nos últimos meses, o mercado imobiliário viu notícias como períodos de
deflação no índice que regula contratos de aluguel e, na outra ponta, o
aumento na retomada de imóveis por causa da inadimplência nos contratos
de financiamento.
Neste vídeo da série “FolhaInvest”, produzida pela TV Folha, a repórter de
“Mercado” Danielle Brant dá dicas para ajudar a tirar o fator “depende” da
frente de quem está na dúvida.

 

 

Fonte: Folha de São Paulo

Como o mercado imobiliário vai reagir nos próximos meses

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Após anos de boas vendas e previsões de crescimento, o mercado imobiliário passa por um momento de calmaria para quem olha de fora, apesar de já ter beirado o desespero para quem depende dele. Porém, esta é uma época de fortalecimento. O setor dá sinais de que já não está mais tão fácil encontrar compradores para casas e apartamentos lançados no mercado. O aumento do endividamento da classe C, as taxas de juros mais altas e a baixa oferta de crédito já freiam a antes aquecida demanda. A mudança de cenário tem desafiado as áreas de Marketing das incorporadoras, que apostam em bonificações, brindes e descontos para atrair o comprador e fechar negócios. A estratégia visa facilitar a escolha por um determinado imóvel, dando ao cliente algo de que ele usufrua ao receber as chaves da nova casa.

Essas ações denotam uma preocupação com a estagnação da construção civil. Com a crise econômica no país, vem ocorrendo uma desaceleração nas vendas, tornando a oferta maior do que a procura em determinadas áreas. No período de janeiro de 2016 a janeiro de 2017, inclusive, foram lançados 22.431 apartamentos na capital paulista, em 494 novos empreendimentos. Deste total, 11.602 unidades foram vendidas, ou 52% do total. Assim, o estoque corresponde a 48% de tudo que foi lançado no período, segundo pesquisa feita pela Geoimovel – VivaReal.

Para dar conta de repassar todas as unidades dos empreendimentos, as incorporadoras presenteiam compradores com descontos, abono de impostos e eletrodomésticos, além de realizarem ações para serem lembrados por quem decide comprar um apartamento. A criatividade para atrair interessados já é pensada muito antes de um empreendimento ser lançado.

Para não haver mudança nos preços dos imóveis, os brindes são incluídos nas verbas de Marketing, antes restritas às ações em pontos de venda. Os presentes deixam os compradores mais animados com a decisão e não representam queda nos valores de venda de forma direta. Mesmo assim, regiões como o Rio de Janeiro sofrem com a taxa de vacância – impulsionada pelo fim dos grandes eventos, crise financeira do estado e aumento na taxa de violência. Por outro lado, outras regiões do Brasil passaram a ganhar investimentos no setor, como Nordeste e Sul do Brasil.

Mesmo em um período marcado pela crise econômica e política, as previsões para o ano de 2017 são mais positivas. A estimativa é de que o índice da inflação diminua para 5,07%, as taxas de juros sejam reduzidas e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) fique em 1,3%, de acordo o Banco Central. A inflação, que voltou com força nos últimos anos, foi uma das principais razões para que o mercado imobiliário ficasse retraído. Entretanto, de acordo com as previsões de especialistas em economia, a inflação está em fase de desaceleração, o que permitirá que os negócios voltem a ficar aquecidos. Ela saiu de 10,7% em 2015 para, aproximadamente, 7,2% em 2016, o que mostra que ela vem caindo aos poucos.

Fonte: Terra

Como se tornar um corretor de imóveis

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Aposto que todos conhecem um corretor de imóveis ou uma imobiliária, logo o tema não é novidade para ninguém. Em tempos de crise, muitos profissionais tem apostado nessa nova carreira.

O que faz um Corretor de Imóveis?

Basicamente, um corretor avalia imóveis disponíveis para venda, os oferece a interessados e negocia valores entre as partes. Ou seja, intermedeia a relação entre o cliente vendedor e o cliente comprador na transação de um imóvel, deixando claras as informações relacionadas à propriedade para, se for o caso, efetivar a venda.

Vantagens

Entre as vantagens desse segmento, estão as diferentes possibilidades de trabalho e uma flexibilidade maior na rotina.

É comum que profissionais de outras áreas se interessem em se tornar corretores de imóveis pela maior independência e autonomia no trabalho, longe das atividades burocráticas ou sem contato pessoal de outras profissões. Com o atendimento a diferentes clientes e necessidades, a rotina do corretor envolve a participação em plantões, eventos de lançamento e captação de bons imóveis. Além disso, se optar por ser um profissional autônomo, não precisará lidar com as cobranças e pressões diretas de um chefe ou do ambiente corporativo.

Apesar de ter horários mais flexíveis em relação a outras profissões, é importante ressaltar que, em muitos momentos, os corretores precisam atender os clientes em horários alternativos e auxiliar com eventuais dúvidas mesmo fora do horário comercial ou até no fim de semana.

Desvantagens

Sem nenhuma cobrança de um chefe ou até mesmo do funcionário, o #Corretor de Imóveis autônomo precisa ser auto-disciplinado. Pois é! Se não haver disciplina, o corretor pode correr grandes riscos, como por exemplo perder um atendimento importante, pois esqueceu de anotar em seu CRM Imobiliário, ou perder a visita de um imóvel que era de suma importância para o cliente fechar.

Se ocorrer qualquer deslize, as chances de tornar sua reputação negativa são enormes. Portanto, o foco e objetivo em alcançar novas metas tem que ser acompanhados por um corretor sempre. Sem disciplina não haverá foco, e sem o foco não haverá um objetivo maior.

Se você pretende seguir sua carreira imobiliária como corretor autônomo ou já está seguindo, você pode se interessar em conhecer o Zyoon CRM Imobiliário.

Curso e Conselho Regional

Se você se interessou por essa profissão e deseja tornar-se um Corretor de Imóveis, o primeiro passo é frequentar o curso de TTI (Técnico em Transações Imobiliárias) ou cursos superiores Sequenciais e Tecnológicos de Ciências Imobiliárias ou de Gestão de Negócios Imobiliários na sua cidade ou estado.

Na frequência do curso, deverá o aluno requerer junto ao Conselho Regional dos Corretores de Imóveis – CRECI do seu estado, o registro de estágio, obrigatório para a obtenção do diploma e posterior registro profissional definitivo. Concluído o curso e obtido o respectivo diploma, já poderá o interessado promover o registro de sua inscrição definitiva, mediante requerimento específico, apresentação de determinada documentação e pagamento de uma taxa. #Consultor Imobiliário

Fonte: BlastingNews 

O corretor de imóveis

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Quer um dia se tornar um corretor de imóveis? Obviamente se você começou a ler este artigo, tem esta intenção.

Quais são os preparatórios para esta jornada? Ousadia, determinação e quebra paradigmas. Não se pode admitir que investir em imóveis não é vantajoso, aliás, desde tempo remotos o homem lutou para ter um espaço de terra e ali construir sua moradia e família e esta situação é real ainda hoje é um dos alicerces da estabilidade, imóveis, quer seja para habitação ou investimento. Cada cidade ou município haverá culturas e hábitos diferenciados, que serão agregadores quando experiências entre profissionais da corretagem são compartilhadas. Salomão, um dos reis mais sábios de Israel, já dizia que ferro se afia com outro ferro e homem com outro homem, ou seja, aprimoram-se em suas atividades e habilidades, sem medo de expor as dificuldades encontradas. Aristóteles, filósofo grego, disse que a excelência não é um modo de agir, mas um hábito daquilo que se faz repetidamente; portanto, tudo isso não ocorre caminhando sozinho e sem conselhos. Bons colegas de trabalho, honestos e experientes não podem ser deixados de lado.

Vida de sucesso não se traduz apenas em abundância de dinheiro, embora ele seja um dos principais combustíveis das economias. O sucesso ocorre quando as ferramentas disponibilizadas na jornada da profissão são utilizadas de forma adequada e uma dessas ferramentas são pessoas, que fazem parte de empresas, que pertencem a diretorias ou hierarquias; nessa hierarquia, há o chefe, supervisor, coordenador ou líder, que irá orientar seus subordinados ou liderados para o rumo dos negócios/estratégia da empresa e aprender a estar sintonizado com eles requererá esforços, atenção e reflexões.

O mundo perfeito poderá existir após a morte, mas como muitos querem vida longa nesse planeta, a adversidade ou a dor de mudar hábitos serão os caminhos de crescimento, amadurecimento do caráter e das aptidões. Pessoas perfeitas não existem, mas há os que erram e aceitam ser corrigidas. Quanto aos rancorosos, não é necessário entrar em sintonia com suas amarguras, apenas faça o melhor com as ferramentas disponíveis, sem provocar-lhes a ira propositalmente. Nessa abordagem, Mario Sergio Cortella (faça o melhor que você pode com os recursos disponíveis) é bem enfático ao informar que não existem desculpas para se fazer o melhor trabalho proposto com as ferramentas disponíveis, tornando o ambiente de trabalho, mesmo precário de recursos ou investimentos, melhor.

O corretor de imóveis precisa ter disciplina, novos hábitos, reflexões e treino constante. Construir uma carreira sólida requer tempo e muito preparo. Não é fácil, não será fácil e mesmo que ganhe muito dinheiro sendo bom profissional, se não se cuidar e continuar a treinar habilidades, lutar contra a soberba e arrogância, a queda é certeira.

Conteúdo completo disponível  em http://flaviosodre.com.br/index.php/artigos/cotidiano/o-corretor-de-imoveis/ 

Fonte: Administradores

Segundo estimativa, projeção de crescimento no mercado imobiliário é de 5% a 10% em 2017

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De acordo com o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), a projeção de vendas e lançamentos do mercado imobiliário residencial em 2017 deve crescer entre 5% e 10%. O anúncio foi realizado pelo presidente da entidade, que afirmou que “estamos no fim de um ciclo de baixa e iniciando um ciclo de recuperação”.

Vale destacar que esse cenário de melhora já foi apontado pelo Secovi no final do ano passado, quando a economia apresentou uma melhora e a política uma certa estabilização. Ele garantiu que percebeu que a perspectiva de fato tem se cumprido a partir da queda da inflação e da taxa de juros.

O presidente do Secovi ainda ponderou que esses elementos têm o poder de estimular a comercialização de imóveis nos meses que estão por vir. Contudo, ele também destacou que o setor só voltará a reaquecer, de fato, com a volta da criação de empregos e a recuperação da renda da população – algo esperado apenas para o segundo semestre deste ano.

“As instituições financeiras também começam a vislumbrar um cenário em que não precisarão mais ser tão restritivas na concessão de financiamentos imobiliários. Além disso, o mercado imobiliário está com ofertas para todos os bolsos e, portanto, é um momento favorável ao comprador”, disse o vice-presidente de Imobiliário do Sindicato da Construção (SindusCon-SP), em entrevista à imprensa.

Dessa forma, se a perspectiva a respeito do mercado de fato se cumprir, o setor irá sofrer uma grande virada: afinal de contas, são três anos consecutivos de quedas. O Secovi-SP afirmou que os lançamentos de imóveis residenciais em São Paulo chegaram a 17,6 mil unidades no ano passado, queda de 23,3% em relação às 23,0 mil unidades de 2015. Em 2014, os lançamentos alcançaram 34 mil unidades, e em 2013, 34,2 mil.

A entidade lançou uma publicação que aponta, ainda, as vendas de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo: em 2016, foram 16 mil unidades em 2016, retração de 19,7% frente às 20,1 mil unidades comercializadas em 2015. Já em 2014, as vendas somaram 21,6 mil unidades, e em 2013, 33,3 mil. Com esse resultado, as vendas em 2016 foram as mais baixas da série histórica, que se iniciou em 2004.

“Os imóveis que custam até R$ 500 mil, cujas metragens variam entre 45 e 65 metros quadrados, deverão ser os mais procurados. Vale lembrar que o incentivo gerado pelo aumento do teto do FGTS para compra do imóvel novo movimenta não só o mercado imobiliário, mas a economia como um todo, já que haverá mais mão de obra e serviços contratados”, completou o presidente da entidade, também em entrevista à imprensa. Oportunidade única: Tenha contato com experts do mercado mundial no Superlógica Xperience 2017. Patrocinado

Para quem deseja investir em um empreendimento residencial, a Construtora Planeta conta com ofertas competitivas para o público. São diversos tipos de apartamentos, tanto em obras quanto prontos para morar, com uma ampla oferta de empreendimentos em Sorocaba (SP).

Fonte: Exame

Após ‘saga’ de quase 20 anos, hotel de luxo abre as portas em parque de SP

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Ao abrir as portas hoje, o Palácio Tangará – hotel que pretende se tornar um novo templo do alto luxo em São Paulo – põe fim a uma saga de quase 20 anos que inclui um sonho frustrado de um empresário ambicioso, brigas entre sócios e uma obra que se tornou um “fantasma” que assombrou o Parque Burle Marx, na zona sul de São Paulo, durante 12 anos. Após ser comprado por um fundo americano e ter a administração assumida por um grupo alemão, o hotel inicia as atividades com um novo desafio: enfrentar a atual crise do setor de hospedagem no País.

O projeto, idealizado pela constutora Birmann, que foi referência no desenvolvimento de edifícios comerciais na capital paulista nos anos 1980 e 1990, foi comprado há quatro anos pelo fundo GTIS – antes, era uma sociedade entre o empresário Rafael Birmann e a Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil).

As obras foram iniciadas em 1998, mas a Birmann entrou em crise em 2000, o que levou à paralisação dos trabalhos em 2001. Uma disputa entre os sócios, aliada à dificuldade em encontrar um novo investidor, deixou a obra parada por mais de uma década. Durante anos, soluções foram buscadas para o projeto – entre os que olharam o ativo esteve a espanhola OHL.

No entanto, foi o americano GTIS que, em 2013, chegou a um acordo com Birmann. O empresário abriu mão do empreendimento para se livrar de dívidas. Já os 49% que pertenciam à Previ foram comprados por R$ 45 milhões, em acordo separado.

O fundo investiu na conclusão das obras – ainda faltavam 30% dos trabalhos – e fechou acordo de administração com a alemã Oetker Collection, referência em hotéis cinco estrelas. Para dirigir o Tangará, veio o executivo Celso do Valle, que participou do início da operação do Emiliano, em 2001.

Luxo. Segundo Valle, o objetivo da Oetker é entregar um novo conceito de luxo em hotelaria ao mercado paulistano. A diária dos quartos vai variar de R$ 1,6 mil a R$ 38 mil – o menor quarto do Tangará tem 47 metros quadrados e a maior suíte, 530 metros quadrados. “Todos os quartos terão vista para o verde do Parque Burle Marx. Ninguém vai abrir a janela e ver uma parede”, garante Valle.

Os hóspedes ainda contarão com duas piscinas aquecidas (uma delas coberta), academia, spa administrado pela francesa Sisley, bar de drinques e um restaurante com cardápio desenvolvido pelo “chef-celebridade” Jean-Georges Vongerichten, entre outros “mimos”.

Para se diferenciar no segmento de luxo – onde enfrentará a concorrência de rivais como Emiliano, Fasano e Unique –, o Palácio Tangará pretende atrair o público paulistano para suas instalações. A meta é que o restaurante, o spa, o bar de drinques e adega possam ser usados por quem não estiver hospedado no hotel. Outra aposta é um espaço de eventos que comporta até 400 pessoas – e já tem 15 casamentos fechados para os próximos meses.

Desafios. Após quase 20 anos em “gestação”, o Palácio Tangará chega não só no meio de uma crise econômica, mas também em um dos piores momentos recentes para o setor hoteleiro. Mesmo em São Paulo, mercado considerado “blindado” pelo turismo de negócios, houve um recuo de 20% em três anos, segundo Diogo Canteras, sócio-diretor da consultoria Hotel Invest. Hoje, segundo a consultoria, a taxa de ocupação dos hotéis em todas as capitais brasileiras está abaixo de 60% – o ponto de equilíbrio médio do setor é de 70%.

Além disso, segundo o consultor, o fator localização também pode pesar contra o Tangará. O bairro do Panamby, onde fica o hotel, costuma registrar engarrafamentos pela manhã – o que pode prejudicar o trajeto de altos executivos a seus locais de trabalho. Embora se trate de um projeto ambicioso, Canteras lembra ainda que há outras marcas consolidadas no segmento luxo na cidade. E a concorrência está prestes a ficar ainda mais pesada, já que a rede Four Seasons tem estreia marcada em São Paulo para 2018.

Fonte: Estadão

Chalk art, a arte do giz, é tendência em decoração

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Tendência na Europa e Estados Unidos há alguns anos, a chalk art assumiu um protagonismo na decoração de festas, residências e empresas. A técnica se baseia no uso do giz – aquele mesmo, das salas de aula de antigamente – para ilustrar paredes e painéis. Entre as vantagens estão o preço, a personalização (ninguém vai ter uma arte igual a sua!) e a possibilidade de dar cara nova a um espaço sem que seja preciso fazer uma reforma.

O ilustrador Paulo Buarque conta que ano passado a procura pelo chalk art deu um salto. Festas infantis começaram como o grande vilão – Paulo é especialista em ilustração para história em quadrinhos e já fez a alegria dos pequenos com seus desenhos de Homem-Aranha, Super-Homem e até Mundo Bita nos aniversários. Para dar a cor exata do personagem, ele utiliza material importado, já que o giz encontrado nas papelarias tem paleta limitada. Casamentos e festas de 15 anos logo engrossaram os pedidos.

Mais uma opção

De alguns meses para cá, ter uma parede personalizada, única dentro de casa ou no trabalho virou objeto de desejo de muita gente. Segundo o ilustrador, para domicílios e empresas o mais comum é utilizar uma caneta especial que, à base de tinta branca, simula o giz, de forma que a pintura fique definitiva no local. Cada parede leva cerca de três horas para ficar pronta. Mas há quem queira usar o giz tradicional justamente para ter a chance de renovar o visual dos espaços, de tempos em tempos.

A Confraria da Barba foi a primeira a pedir a Paulo ilustrações com o giz legítimo. “Como nossa ideia é substituir as artes a cada seis meses, dando novos ares à casa, optamos pelo giz tradicional, que pode ser facilmente apagado”, conta o proprietário Marcos Canuto. Oito horas foram necessárias para pintar cinco paredes. Em média, o metro quadrado sai a R$ 100.

Você pode escrever o que quiser

A arquiteta e beersommelière Julyana Alecrim usou a técnica em casa e na empresa. “Minha intenção é constantemente mexer no desenho das paredes pra mudar a configuração do espaço sem ter que fazer uma nova decoração ou reformar”, diz Julyana. Para criar ambientes mais receptivos e agregadores, a parede preta tem sempre uma área sem ilustrações para que amigos e clientes se sintam convidados a pegar o giz e participar da construção do painel. No escritório do Mercado da Breja, empresa que administra ao lado do marido, a lousa ganha a contribuição de todos. Em casa, a arte recebe contornos ainda mais especiais: a pequena Valentina, 3 anos, diariamente cria suas obras no espaço.

Fonte: Blog Social 1

O mercado imobiliário europeu é uma boa opção para brasileiros? Números mostram que sim

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SÃO PAULO – Dados de outubro do ao passado apontam que, do total de investimentos estrangeiros no setor imobiliário português, 10% ficaram por conta dos brasileiros, que perdem somente para os franceses (25%) e britânicos (19%). O ano também apresentou um crescimento de 60% no número de compradores brasileiros de imóveis na Europa, segundo informações da Athena Advisers, imobiliária especializada em mercado europeu que atua no Brasil.

Apesar de os Estados Unidos ser o país que ainda concentra maior número de investimentos de brasileiros, fatores como a eleição de Donald Trump, a valorização do real contra o euro e a valorização de imóveis em cidades europeias, principalmente Lisboa, podem reverter isso e apontam para um bom momento para investir no mercado europeu, segundo Roman Carel, CEO da Athena Advisers no Brasil, em entrevista para o InfoMoney.

Para 2017, a perspectiva é de que a capital portuguesa continue na frente das demais cidades do continente europeu em termos de valorização do metro quadrado: nos últimos três anos, a valorização foi de 30%; ainda assim, ela continua com o metro quadrado mais barato das demais capitais da Europa.

O executivo explicou que um dos fatores que levou ao aumento de investimento brasileiro em Portugal foi a crise brasileira, que mostrou maior vantagem em investir no Velho Continente. “No momento, o Brasil não é um bom mercado para revenda de imóveis, característica que o mercado de Lisboa apresenta”, disse.

Lisboa é a nova “Miami?”

A cidade note-americana que concentra o maior número de investidores brasileiros é Miami, que também garante vantagens aos investidores. O número de brasileiros que apostam nesse mercado, segundo Roman, ainda não pode ser comparável: “está longe de ser parecido”, disse.

Entretanto, um aspecto que faz de Lisboa uma melhor aposta para investimento é, além do menor custo de vida, a valorização do metro quadrado a longo prazo: nos últimos três anos, a valorização média do m² em Lisboa foi de 30%, enquanto Miami registrou 15% nos últimos cinco anos. A rentabilidade do mercado imobiliário de Lisboa é, segundo a Athena Advisers, de 5% a 7% a longo prazo.

Outra vantagem do investimento é a isenção do imposto de imóveis, o IVA, por até cinco anos – e, posteriormente, a cobrança de um valor menor – para quem investe um mínimo de 400 mil euros em prédios abandonados da cidade, localizados no centro histórico. É uma região movimentada pelo turismo e cujo governo tem planos de restauração, por isso a isenção para os que apostam nesse local.

Para os estrangeiros que investem acima de 500 mil euros em Portugal, também há a vantagem de garantir o Golden Visa, visto temporário para estrangeiros.

“Lisboa ainda não é uma Miami, mas ela tem apresentado mais crescimento e números melhores”, explicou Carel.

Fonte: InfoMoney

Assistente social reaproveita lixo e constrói objetos de decoração no Acre

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A assistente social potiguar Ângela Fontes, de 47 anos, nem sabe dizer ao certo quando começou a se interessar pela reciclagem. Ela mora no Acre há 17 anos e, desde o ano passado, transformou uma casa no “Santo Lixo Atelier”, onde reaproveita lixo na construção de diversas peças de decoração.

Com criatividade, a nordestina faz os mais variados itens. São quadros, portas-chaves, bancos, cadeiras, mesas, armários e luminárias. Todos os objetos totalmente sustentáveis, reutilizando madeira, vidro, garrafas e metal.

“Fazem alguns anos que reutilizo garrafas e pedaços de madeira. A ideia do Santo Lixo me ocorreu quando concluí a obra na minha casa, onde transformei no espaço para trabalhar. Moro em apartamento e vou aos fins de semana e feriados [ao atelier]”, conta.

A matéria-prima é coletada, segundo a artesã, em qualquer lugar, por exemplo, quando passa em frente a algum canteiro de obras. Ela ressalta que, devido à propaganda dos amigos, acaba trabalhando também na decoração de ambientes.

“Onde a gente passa que tem lixo, restos de obras, damos uma olhada, passamos devagar com o carro. Quando vemos que te algo interessante, já levamos e imaginamos o que dá para fazer. Às vezes os amigos pedem também para darmos ideias para a casa e assim vamos fazendo”, acrescenta.

A iniciativa efetivamente comercial é ainda despretensiosa, de acordo com Ângela. Normalmente, a produção não é feita em grande quantidade. Muitas vezes, as pessoas acabam entrando em contato e fazendo encomendas. O Santo Lixo tem uma página no Facebook.

“Virou um vício estar catando e observando as coisas interessantes. Os amigos que conhecem nosso trabalho vão encomendando e vamos entregando. Quando tem final de semana prolongado, fazemos peças pequenas de decoração, porque achamos bonito e que vão ter saída. Ofereço e às pessoas e elas já compram. Tem boa aceitação”, finaliza.

Fonte: G1