Crédito imobiliário vai melhorar, diz presidente do Santander

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A retomada dos empréstimos para pessoas físicas no Brasil deve ocorrer neste semestre e será guiada pelo crédito imobiliário, de risco menor para os bancos, de acordo com Sérgio Rial, presidente do Santander Brasil.

“Acho que o crédito imobiliário vai destravar [o mercado de crédito]. Não vai ter muito empreendimento, porque não vai ter tanta demanda. Mas é por aí que vem uma retomada”, afirmou.

Esse tipo de empréstimo é considerado mais seguro para os bancos pela possibilidade de retomada do imóvel em caso de inadimplência do cliente que pegou o crédito.

De olho no segmento e para tentar aumentar sua participação em um mercado que mantém o cliente na instituição por um prazo que pode chegar a três décadas, o banco apresentará nesta quinta (6) uma iniciativa para incorporadoras e pessoas físicas.

O objetivo é encurtar o prazo de concessão do crédito imobiliário para o intervalo de 60 a 90 dias -hoje está na faixa de 90 a 120 dias.

O banco também anunciará que reduzirá a taxa de juros para o financiamento imobiliário para abaixo de 10% a partir desta sexta (7).

“Vamos lançar um aplicativo que representa todo um redesenho do nosso processo na tentativa de reduzir o prazo médio de concessão no Brasil”, afirmou Rial.

Segundo Gilberto Abreu, diretor do Santander, a redução do prazo se dará pela digitalizacão do processo, que será feita completamente por meio do aplicativo.

O cliente do banco interessado em comprar um imóvel de outro cliente terá só que fotografar a certidão de casamento ou nascimento e a documentação do local. Não clientes deverão também digitalizar identidade, comprovantes de renda e de residência.

O banco é o quarto maior em financiamento imobiliário no país, atrás de Caixa Econômica Federal, Itaú Unibanco e Bradesco, segundo a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança).

Até maio, o financiamento imobiliário concedido com recursos da poupança acumulava queda de 8,6%, somando R$ 16,8 bilhões.

EFEITO FGTS

De acordo com Rial, o dinheiro liberado das contas inativas do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) teve um impacto maior que o esperado no sistema financeiro e na economia.

Segundo ele, o impacto dos recursos liberados fez o banco reduzir a provisão contra calote de clientes.

O presidente do Santander Brasil afirmou, porém, que é preciso esperar pelo menos seis meses para avaliar o real impacto do dinheiro no sistema financeiro e na economia como um todo.

Fonte: Folha de S. Paulo

Mercado imobiliário do AM movimenta R$ 144 milhões no 2º trimestre de 2017

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O mercado imobiliário do Amazonas movimentou R$ 144 milhões no segundo trimestre deste ano. O número supera os valores referentes ao mesmo período do ano passado, quando o setor movimentou R$ 115 milhões em vendas. Os dados são do Censo Imobiliário Trimestral, apresentado nesta quinta-feira (26) pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Amazonas (SINDUSCON-AM) e Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (ADEMI-AM).
De acordo com o levantamento, foram vendidas 524 unidades no segundo trimestre deste ano. Desse total, 288 unidades são do padrão econômico, 156 dos demais padrões verticais, 63 de unidades horizontais e 17 são unidades comerciais.
A quantidade de unidades vendidas no segundo trimestre de 2017 também aumentou, se o número for comparado ao primeiro trimestre do ano, quando foram vendidas 362 unidades.
Das 524 vendidas no segundo trimestre deste ano, 444 são do tipo Residencial, 63 são unidades Horizontais e 17 são do tipo Comercial. As unidades do padrão Econômico (Minha Casa Minha Vida) representam 55% das vendas. O preço dessas unidades chega a até R$ 235 mil.
Na avaliação do presidente do SINDUSCON-AM, Frank Souza, os dados do Censo indicam que o mercado imobiliário voltou a crescer no Amazonas. “A redução da Taxa Selic e os subsídios da Caixa Econômica Federal ao Programa Minha Casa Minha Vida contribuem para esse resultado. Tem ainda a confiança do consumidor, que vem aumentando de forma gradual”, ressaltou.

Fonte: G1

Queda dos juros incentiva mercado imobiliário

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Nas últimas semanas, as projeções para a taxa básica de juros vêm caindo tanto para 2017 quanto para o próximo ano. O boletim Focus de junho, apresentado pelo Banco Central, previa taxa Selic de 8,5% para os dois anos. O relatório de 14 de julho, no entanto, apontou expectativa de queda, com 8% de Selic.

Alguns segmentos do mercado reagiram de forma imediata às novas projeções. O Santander saiu à frente dos concorrentes e anunciou redução de juros para créditos imobiliários. Segundo Gilberto Abreu, diretor executivo de negócios imobiliários e investimentos do banco, a decisão segue a posição de pioneirismo da instituição no mercado de crédito. “Mais do que acompanhar, o Santander quer ser protagonista na retomada do mercado imobiliário no Brasil.”

A nova taxa praticada pelo banco é de 9,49% ao ano pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), válido para imóveis usados com valores de 90 000 a 950 000 reais em Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e no Distrito Federal, e de 9,99% ao ano para Carteira Hipotecária (CH), que vale para imóveis acima de 950 000 reais nas mesmas regiões.

As novas taxas são válidas para clientes com relacionamento, ou seja, é preciso estar adimplente, realizar pelo menos uma nova compra por mês no cartão de crédito e escolher uma opção entre receber salário no Santander, capitalização, depósito programado em poupança ou seguro de vida, acidentes pessoais ou residencial.

Abreu garante que a taxa abaixo de dois dígitos não é o único diferencial do Santander. O banco está lançando uma plataforma online que permite aos clientes fazer uma simulação, aprovar crédito e enviar documentos por meio do celular ou de qualquer computador conectado à internet. “O interessado só precisará ir à agência uma única vez, para assinar o contrato”, afirma o executivo. Com a novidade, a expectativa é que o tempo médio de contratação desse tipo de financiamento se reduza de 60 para 30 dias.

 

 

Fonte: Exame

A hora é de alugar ou comprar a casa própria? Veja dicas em vídeo

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Em tempos de crise, o melhor é alugar ou comprar um imóvel? E quando a
crise passar, será que a resposta a essa pergunta muda?

Nos últimos meses, o mercado imobiliário viu notícias como períodos de
deflação no índice que regula contratos de aluguel e, na outra ponta, o
aumento na retomada de imóveis por causa da inadimplência nos contratos
de financiamento.
Neste vídeo da série “FolhaInvest”, produzida pela TV Folha, a repórter de
“Mercado” Danielle Brant dá dicas para ajudar a tirar o fator “depende” da
frente de quem está na dúvida.

 

 

Fonte: Folha de São Paulo

Quais as perspectivas para o mercado imobiliário no segundo semestre de 2017?

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Depois de um ano de incertezas e desaquecimento do mercado de imóveis, como foi 2016, os índices de vendas e aluguel de imóveis diminuiu em quase todas as regiões do Brasil, e logo, a demanda por novas construções também. Porém, a boa notícia é que 2017 prometeu ser um ano de retomada econômica e aos poucos as coisas vão acontecendo.

Para o segundo semestre, as expectativas são favoráveis, e isso se deve principalmente ao pacote de medida econômicas que foi anunciado no país desde o início do ano. As taxas de juros estão caindo e os preços de imóveis estão mais estabilizados, gerando uma onda de otimismo no setor imobiliário.

Mas você sabe quais são as perspectivas para o mercado imobiliário no segundo semestre de 2017? Separamos as principais tendências apontadas por especialistas para você se programar para as mudanças do mercado de imóveis nos próximos meses. Acompanhe.

Diminuição de taxas de juros e inflação 
A taxa de juros foi reduzida pela 3ª vez, e o mercado baixou sua previsão para 4,12%, por isso, a expectativa é que esse indicador fique abaixo da meta do ano, que seria 4,5%. Quando 2017 começou, a previsão era de 5,07%.

Isso mostra, de forma bastante clara, que as perspectivas para o mercado imobiliário no segundo semestre são muito otimistas. Essa situação reflete diretamente no poder de compra dos consumidores brasileiros e torna a compra de imóveis mais atraente.

Crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) 
A expectativa é que, ainda este ano, o PIB brasileiro cresça 0,47% e o mercado está bastante positivo com essa melhoria, já que, no ano anterior, o índice caiu pelo segundo ano consecutivo. Essa é uma mudança que contribui diretamente para a retomada do crescimento do mercado de imóveis, pois é um indicador utilizado para mensurar o comportamento da economia do país.

Redução da taxa de desemprego 
Com o crescimento do Produto Interno Bruto do Brasil, é natural que a geração de empregos aumente, colaborando para a redução da taxa de desemprego. Com mais pessoas empregadas, aumenta o público que tem condições de adquirir um imóvel e conseguir crédito, fazendo a economia girar e o mercado de imóveis crescer.

A taxa de desemprego é um dos fatores mais decisivos para o mercado imobiliário, já que, dificilmente, uma pessoa sem trabalho irá comprar um imóvel ou se mudar de casa.

Mudanças nas regras de financiamento de imóveis 
Outro ponto que influencia o mercado de imóveis são as regras para financiamento. As mudanças anunciadas pela Caixa Econômica Federal no começo do ano já estão tendo seus efeitos percebidos. A instituição aumentou o teto do financiamento de imóveis de R$1,5 milhão para R$3 milhões, além de lançar uma faixa R$1,5 milhão no programa Minha Casa Minha Vida.

Por isso, as perspectivas para o mercado imobiliário no segundo semestre são as melhores, afinal todas essas mudanças anunciadas pela Caixa Econômica Federal abrem novas possibilidades de compra de imóveis e amplia o público que pode financiar.

São muitos os sinais positivos para a economia e mercado de imóveis do Brasil para o segundo semestre de 2017. Por isso, se você tem um negócio ligado a este setor, como incorporadoras, imobiliárias ou fundos imobiliários, é importante estar preparado para a retomada do mercado ainda este ano. Algumas dicas são:

  • Melhoria de processos internos por meio de automatização de atividades e aumento da produtividade;
  • Trabalhar com entusiasmo, e principalmente, incentivar sua equipe;
  • Definir as melhores metas e objetivos de acordo com as tendências de mercado em busca de eficiência e resultados;
  • Manter uma boa rede de contatos para encontrar parcerias, indicações e fechar mais negócios;
  • Trabalhar todas as oportunidades geradas pelo seu negócio da forma mais inteligente possível.

Colocar essas estratégias em prática fica mais fácil quando você conta com um software que gera informações inteligentes e ajuda a automatizar atividades e controlar todas as áreas da sua empresa.

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Fonte: Terra

Como o mercado imobiliário vai reagir nos próximos meses

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Após anos de boas vendas e previsões de crescimento, o mercado imobiliário passa por um momento de calmaria para quem olha de fora, apesar de já ter beirado o desespero para quem depende dele. Porém, esta é uma época de fortalecimento. O setor dá sinais de que já não está mais tão fácil encontrar compradores para casas e apartamentos lançados no mercado. O aumento do endividamento da classe C, as taxas de juros mais altas e a baixa oferta de crédito já freiam a antes aquecida demanda. A mudança de cenário tem desafiado as áreas de Marketing das incorporadoras, que apostam em bonificações, brindes e descontos para atrair o comprador e fechar negócios. A estratégia visa facilitar a escolha por um determinado imóvel, dando ao cliente algo de que ele usufrua ao receber as chaves da nova casa.

Essas ações denotam uma preocupação com a estagnação da construção civil. Com a crise econômica no país, vem ocorrendo uma desaceleração nas vendas, tornando a oferta maior do que a procura em determinadas áreas. No período de janeiro de 2016 a janeiro de 2017, inclusive, foram lançados 22.431 apartamentos na capital paulista, em 494 novos empreendimentos. Deste total, 11.602 unidades foram vendidas, ou 52% do total. Assim, o estoque corresponde a 48% de tudo que foi lançado no período, segundo pesquisa feita pela Geoimovel – VivaReal.

Para dar conta de repassar todas as unidades dos empreendimentos, as incorporadoras presenteiam compradores com descontos, abono de impostos e eletrodomésticos, além de realizarem ações para serem lembrados por quem decide comprar um apartamento. A criatividade para atrair interessados já é pensada muito antes de um empreendimento ser lançado.

Para não haver mudança nos preços dos imóveis, os brindes são incluídos nas verbas de Marketing, antes restritas às ações em pontos de venda. Os presentes deixam os compradores mais animados com a decisão e não representam queda nos valores de venda de forma direta. Mesmo assim, regiões como o Rio de Janeiro sofrem com a taxa de vacância – impulsionada pelo fim dos grandes eventos, crise financeira do estado e aumento na taxa de violência. Por outro lado, outras regiões do Brasil passaram a ganhar investimentos no setor, como Nordeste e Sul do Brasil.

Mesmo em um período marcado pela crise econômica e política, as previsões para o ano de 2017 são mais positivas. A estimativa é de que o índice da inflação diminua para 5,07%, as taxas de juros sejam reduzidas e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) fique em 1,3%, de acordo o Banco Central. A inflação, que voltou com força nos últimos anos, foi uma das principais razões para que o mercado imobiliário ficasse retraído. Entretanto, de acordo com as previsões de especialistas em economia, a inflação está em fase de desaceleração, o que permitirá que os negócios voltem a ficar aquecidos. Ela saiu de 10,7% em 2015 para, aproximadamente, 7,2% em 2016, o que mostra que ela vem caindo aos poucos.

Fonte: Terra

Mercado Imobiliário e fundos do setor são apostas de longo prazo para investidores e empreendedores

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O norte-americano Jeffrey Gundlach, PhD e teórico em Matemática pela Universidade de Yale, recentemente afirmou que o investimento nos países emergentes é sim uma boa alternativa em meio à crise atual tanto no Brasil, quanto no exterior.

E ainda há especialistas que digam que os fundos imobiliários são viáveis para quem já está habituado com as oscilações de mercado. Para reforçar tais movimentos que parecem radicais ou de risco, empresas voltadas para internet e soluções B2B mantém suas margens de lucro.

Portais imobiliários que atuam focados em leads qualificados para construtoras e imobiliárias como o Loop imóveis é uma destas startups que em menos de um ano atingiram seu break even, atingem lucro de 10% previsto para o mês e conseguem taxas altas de conversão, em torno de 4%.

Ao que tudo indica não só Gundlach vê com bons olhos uma retomada do setor, afinal gestores que investem em ativos estão pensando a longo prazo, principalmente na demanda reprimida por espaços comerciais, como galpões por exemplo.

Com a taxa Selic em 10, 25%, as taxas de crédito de bancos e os empréstimos para a compra de imóveis mantém um certo equilíbrio ainda em junho, pois a sinalização do Banco Central é de que a taxa deve manter sua queda, ainda que moderada.

Os próprios empreendedores acreditam que num segundo semestre positivo para o setor imobiliário: “Já investimos cerca de 500 mil em Tecnologia este ano, e 40% deste montante ou 195 mil em inteligência artificial. Acreditamos que os dados que possuímos hoje, transformados em informações de perfis de futuros compradores serão um ativo essencial para facilitar a venda para construtoras e corretores” explicam os sócios, Luiz Eduardo Perna e Roonie Sang.

Se as startups crescem, elas aquecem a economia, favorecem a cadeia do setor !link imobiliário, criam novas oportunidades de emprego para a onda de corretores autônomos; por outro lado portais verticais trazem um modelo de negócio de sucesso já em voga nos Estados Unidos. Portais internacionais como o Zillow, o australiano REA já atingiram a confiança tanto de seu mercado local como em muitos outros países.

As construtoras terão sua chance de realizar seus lançamentos, queimar seus estoques e movimentar um setor que é capital para empresários, investidores e consumidor final. Só o portal imobiliário Loopimóveis.com impacta 6.5 milhões de pessoas/ usuários e mais de 1700 imobiliárias já cadastradas.

De acordo com os sócios do portal imobiliário, o setor de portais verticais tem muito mais potencial para crescer; somente em 2015 ele atingiu a soma de 400 milhões de faturamento. Analisando o fato de quem há 2 anos atrás a inteligência artificial ainda não havia chegado ao setor, “ queremos manter nossa base de dados sempre atualizada, estaremos focados nos lançamentos e buscamos colaboradores e parceiros cada vez mais profissionais neste segmento”, indicam os sócios da Loop imóveis.

Fonte: Exame

5 coisas que um cliente quer ouvir na hora de comprar um imóvel

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Falar da compra de um imóvel é falar sobre “mexer” com o sonho das pessoas. Não à toa isso envolve muitas variações de pensamentos e naturalmente formas diferentes de atender. Uns querem comprar para morar, outros para investir, isso muda todo o processo.

O corretor de imóveis perde uma venda por algo que ele tenha falado durante a negociação e não deveria, ou por não ter mencionado a informação que faria toda a diferença na escolha do cliente.

Pensando nisso, resolvemos elaborar um post com itens determinantes que um cliente espera ouvir de um corretor para tomar sua decisão favorável a compra. Vamos a elas!

Honestidade aos questionamentos

O corretor de imóveis tem que entender que está iniciando ali um elo com este cliente que pode durar a vida inteira.

Mentir simplesmente para fechar uma venda vai causar uma dor de cabeça muito grande mais a frente. O ideal é pensar em dar um atendimento verdadeiro ao cliente e, sempre que ele precisar, vai procurar o mesmo corretor para lhe atender.

Nada melhor para o ouvido do cliente do que uma boa e verdadeira resposta para cada pergunta que ele fizer. Além de evitar dores de cabeça no futuro, pois o cliente irá procurar este corretor ou a imobiliária responsável quando descobrir que a informação dada não era verdadeira, a sinceridade pode gerar mais vendas no futuro.

Portanto falar sempre a verdade, independente de qualquer coisa, é dica de ouro!

Quem fala menos e escuta mais, ganha mais pontos

Pode parecer estranho em um post com dicas do que o cliente deseja ouvir trazermos um item onde o corretor deve falar menos que o cliente.

Mas não, não é estranho.

Corretores experientes e que já estão em níveis de excelência, primeiro escutam mais o cliente para saber como devem se comportar e a partir daí planejar melhor o que dizer durante o processo de atendimento e negociação do imóvel.

Afinidade de assuntos gera maior aproximação

Um dos segredos dos corretores de sucesso é agir como interessado e não como interesseiro. Está enganado quem acha que o cliente não percebe a diferença.

Utilizar palavras e assuntos que busquem uma aproximação entre você e o cliente que quer comprar um imóvel traz, muitas vezes, uma abertura de portas incrível.

Sabe como fazer dar certo isso? Fale sobre o assuntos que o cliente demonstre interesse, coisas que você tenha notado que ele gosta de fazer ou debater em sua rotina. Ele vai encontrar uma afinidade natural. Não precisa forçar a barra e nem entrar na intimidade, faça isso naturalmente.

Oportunizar possibilidades de negociação

Um cliente tende a se desmotivar em um atendimento onde percebe que não há oportunidades de negociação.

Estamos em um momento da economia brasileira onde as negociações de ofertas devem sempre estar de portas abertas.

Responder positivamente a uma indagação do cliente de que há a possibilidade de negociar determinadas ofertas durante o processo de atendimento é música para os ouvidos deles.

O corretor deve se preparar antes para este momento e verificar quais são as possibilidades de negociação. Um detalhe importante: não apresente todas as opções antes do cliente questionar. Guarde as cartas na manga para o final.

Respostas aos questionamentos sem titubear

Quase sempre os clientes têm pouco tempo para visitar um imóvel ou se dispor a um atendimento do corretor. O corretor tem que enxergar como uma oportunidade de ouro cada visita.

Deixar questionamentos básicos do cliente para um segundo momento pode decretar o fim de um atendimento e ali mais uma venda perdida.

O bom corretor se prepara antes do atendimento com todo o check list de informações, desde a descrição do imóvel, documentação e até mesmo informações diferenciais. Titubear em um questionamento do cliente não pega muito bem. Responder de pronto às dúvidas do cliente é chave fundamental.

Corretores devem ficar atentos a estas dicas, pois o momento é favorável a investimentos, haja visto que aumentou novamente neste ano a procura por imóveis, com a retomada da economia. Os bons negociadores devem seguir essas dicas para alcançar bons resultados.

Fonte: Blasting News 

Startups do mercado imobiliário nacional e internacional chegam à terceira onda tecnológica

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Elas são mais de 4 mil no Brasil, segundo a ABS – Associação Brasileira de Startups. Precisamos dessas empresas que realmente surgem e crescem a despeito das crises econômicas e questões internas do país.

Surgiram a partir do começo dos anos 2000, são chamadas de startups online que oferecem informações sobre casas e apartamentos , com o toque da primeira onda de inovação tecnológica do mercado imobiliário .

Este perfil online chegou ao Brasil através de jovens empreendedores como a Loop imóveis, um dos maiores portais imobiliários nacionais, que já atingiu seu break even e parte para a segunda onda do mercado imobiliário.

Mas para entender que segunda onda é essa, é importante lembrar que a primeira onda online do setor é ainda representada pelos grandes players como o Zillow, Trulia e REA, este último na Austrália. Estas startups oferecem os imóveis para compra e aluguel via internet, e hoje já acompanham o nascimento de outras startups que irão ser suas parcerias para melhorar o volume da dados do segmento. Tais empresas parceiras são B2B e ofertam softwares de interface amigável para os players mundiais do mercado imobiliário conseguirem utilizar os dados armazenados na primeira onda e treinar seus corretores, além de atualizar constantemente as incorporadoras de forma a agilizar processos de compra e venda e ou aluguel de imóveis.

Tendências mundiais de segmentos em startups alinhados com os portais imobiliários

De acordo com especialistas internacionais acerca de empreendedorismo, as startups neste ano se concentrarão em determinados nichos:
• Cidades inteligentes;
• Realidade virtual;
• Acessibilidade e inclusão;
• Nanotecnologia;
• Soluções bancárias e Fintechs – segmento de finanças com operações mais baratas para os clientes;
• Internet das coisas – a internet na rotina do consumidor, com destaque para as soluções de eletroeletrônicos;
• Serviços em nuvem – ótima solução para empresas que precisam armazenar muitos dados. Além de um investimento de 50 bilhões de dólares até 2020 em inteligência artificial.

Ao que parece os portais verticais do mercado imobiliário , como o Loopimóveis.com, estão no caminho certo, afinal unem quase que todas as tendências acima e investem na tecnologia para romper qualquer crise econômica. Segundo os sócios da startup, Luiz Eduardo Perna e Roonie Sang, foram realizados investimentos da ordem de quase 500 mil reais em TI em 2017, destes cerca de 200 mil reais estão focados em inteligência artificial.

A startup surge com o diferencial da filtragem interna de leads. “O cliente investe pelo lead entregue, e todos os leads passam por uma triagem. Das 9 às 20 horas realizamos a verificação dos leads, todos os dias. No período de até 15 minutos entramos em contato com esse futuro comprador do imóvel”, afirmam os sócios do Loopimóveis.com. A nova e segunda onda do setor imobiliário chega através deste portal para 1600 cadastros entre imobiliárias e corretores; além de 65 construtoras de peso.

O movimento do setor está garantido com a inovação e o fôlego de uma utilização cada vez mais inteligente dos dados sobre consumidores e ainda para o crescimento dos negócios online B2B.

Fonte: Terra

Do alto do 10º andar, céu azul da cidade é a decoração perfeita para sala neutra

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Do décimo andar de um prédio nos altos da Avenida Mato Grosso, a sacada integrada à sala trouxe o céu de Campo Grande para dentro do apartamento. De ponta a ponta, janelas de vidro estampam o que é o destaque da decoração.

Projeto da arquiteta Carmen Silvia Almeida, o mobiliário e a cor das paredes seguem o tom neutro para serem coadjuvantes diante da vista.

“Você tem que ter a sensação de ver o céu, de ter uma planta ali, porque aquela sacada é o seu terraço”, explica a arquiteta.

 

Com essa vista que a família se reúne para fazer todas as refeições. (Foto: Fellipe Lima - fotografia de Arquitetura)
Com essa vista que a família se reúne para fazer todas as refeições. (Foto: Fellipe Lima – fotografia de Arquitetura)

Os donos são um casal jovem com uma filha pequena, que tem muito que brincar lá dentro. No interior, o projeto valorizou a integração da casa com o exterior, harmonizando-se com a estrutura de janelas e persianas que não escondem o céu, mas ainda assim protegem do sol.

Na sacada, a arquiteta usou do sistema reiki – conjunto de trilhos com vidros sem esquadrias – com um peitoral, em que, na parte superior, os donos conseguem abrir todas as folhas. As persianas para janelas basculantes controlam a luz, permitindo que os moradores não percam a vista nem a luminosidade do ambiente.

E é olhando o azul do céu que a família passa a maior parte do tempo em que está em casa. Café da manhã, lanche, almoço e jantar são feitos na mesa posta diante da vista. “O dia a dia deles está ali. Ao lado, a prateleira ficou decorativa e ao mesmo tempo funcional, servindo de apoio para a mesa”, fala a arquiteta.

 

Poltronas a postos para quem quiser contemplar a vista. (Foto: Fellipe Lima - fotografia de Arquitetura)
Poltronas a postos para quem quiser contemplar a vista. (Foto: Fellipe Lima – fotografia de Arquitetura)
De qualquer parte da sala se enxerga o céu na varanda que vai de ponta a ponta do apartamento.(Foto: Fellipe Lima - fotografia de Arquitetura)
De qualquer parte da sala se enxerga o céu na varanda que vai de ponta a ponta do apartamento.(Foto: Fellipe Lima – fotografia de Arquitetura)

Somando as cadeiras, banco e poltronas, só na sacada a casa comporta oito pessoas sentadas. “Mas de todos os assentos você consegue ter essa vista e não se sente como se estivesse dentro de um apartamento e sim numa varanda suspensa”, prega Carmen.

O projeto levou quatro meses para ficar pronto. As persianas motorizadas como dessa sacada são da loja Perfatto e começam com valores a partir de R$ 1,4 mil o metro quadrado. Para fechar a sacada com o sistema reiki, a média de custos é de R$ 10 mil.

 

Projeto foi pensado para valorizar o céu de Campo Grande. (Foto: Fellipe Lima - fotografia de Arquitetura)Projeto foi pensado para valorizar o céu de Campo Grande. (Foto: Fellipe Lima – fotografia de Arquitetura)

Fonte: Campo Grande News