Resort oferece estadia ‘detox’ em região isolada de Miami

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“Não há nada aqui por perto, nem bares nem boates. As pessoas vêm aqui para descansar.” Um concierge engravatado chamado Mickey dá o tom dessa colônia de férias logo na entrada, já me preparando para a experiência “detox” que o spa promete.

Turnberry Isle fica a quase uma hora -no trânsito de Miami do epicentro das feiras de arte que dominam o balneário americano. No norte da cidade, perto de um shopping gigantesco e único sinal de vida por ali, ele é um dos favoritos de brasileiros e colecionadores após semanas de compras milionárias.

Toda virada de ano, na época da Art Basel Miami Beach e dos cerca de 30 eventos paralelos que agitam os hotéis à beira-mar, endinheirados migram para os campos de golfe desse hotel em busca de paz interior e sossego, tal qual pavões de ressaca.

Mas é difícil largar maus hábitos. Na entrada do meu “circuito de bem-estar”, um mocinho de sotaque afrancesado logo me estende a mão com uma taça de champanhe.

No lobby da chamada sala de relaxamento, há uma escultura de Ugo Rondinone, queridinho da cena artística atual e famoso por empilhar pedras, e gravuras do mestre pop Robert Rauschenberg
-lembrando que esse é um resort para escravos da arte.

Todos falam baixinho e muito devagar, intercalando sorrisos em câmera lenta entre as palavras. Uma terapeuta explica que vou passar por uma sauna a vapor, depois uma sala com paredes de sal do Himalaia para secar, seguida de chuveirada com dezenas de jatos de água superpotentes e outras surpresas criadas para revitalizar, hidratar e desanuviar a mente.

Não fosse a hidratação à base de champanhe, não teria aguentado a eternidade na sauna a vapor. Na seguinte, à luz rósea dos blocos de sal que formam as paredes, passei um tempo observando um senhor, também com uma taça na mão, em contemplação profunda. Quis perguntar, com a solidariedade de outro encarcerado, que transação o levara ali, mas me rendi aos encantos do sal.

Turnberry tem um jeito todo especial de restaurar a fé na vida. E isso envolve mais sal. Logo me levaram a uma sala escura onde um enorme objeto branco descansa solitário. É uma espécie de nave da Xuxa com uma banheira dentro. A tina de água morna está saturada de sal, simulando o efeito do mar Morto.

É impossível afundar ou ver qualquer coisa. Nu, você é fechado ali tal qual num sarcófago. As luzes se apagam e, com elas, qualquer noção de espaço, tempo e localização. Talvez seja a sensação mais próxima de voltar ao útero que um adulto pode sentir.

Depois de outras taças de champanhe -elas nunca param de vir-, uma massagista me leva, a mão colada nas minhas costas, a uma sala com uma mesa coberta de minúsculas pedras cor-de-rosa. Ali, ela me enterra ao som de gongos e música de elevador com flautas peruanas para restaurar minhas energias.

Nunca me senti tão leve. No dia seguinte, uma professora de ioga ensinou alguns movimentos para expandir o corpo, que “tem um tamanho muito maior do que ele ocupa de verdade”. A ideia é espairecer esticando todos os músculos, ossos e tendões.

E a viagem termina com a fé restaurada nos encantos do mundo da arte. Pegar o trânsito rumo aos shoppings de quadros que domina a cena do balneário volta a ser um alívio para almas consumistas bem descansadas.

Fonte: Folha de S.Paulo

10 dicas de Marketing digital no Mercado Imobiliário

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O cenário de venda de imóveis mudou drasticamente ao longo dos últimos 20 anos. Os meios de comunicação e marketing digital, como internet, computadores, smartphones e redes sociais mudaram o modo como vivemos e nos comunicamos. Seguem 10 dicas de sobreviver nesta nova selva publicitária:

1 – Sobreviveram à estas grandes mudanças quem as reconheceu e se adaptou.

2 – O marketing digital imobiliário está evoluindo:

A Internet criou milhares de novas oportunidades de marketing, dado o aumento de conteúdo, e-mail e marketing de mídia social.

Mesmo com a tecnologia adentrando a área imobiliária, os corretores de imóveis de hoje dependem fortemente de meios tradicionais de marketing, ou seja, propagandas em anúncios em jornais por exemplo. Este meio é muito eficiente ainda mas não atinge pessoas on-line e é aí que as pessoas gastam muito do seu tempo.

3 – É fundamental para os agentes e corretores de imóveis abraçar o marketing digital porque as pessoas mais do que nunca estão usando a internet para encontrar casas em sua área que estão à venda.

4 – Social Media Marketing é essencial

Redes de mídia social são exatamente o que os agentes imobiliários precisam para construir relações com potenciais compradores dentro de sua comunidade. Quanto ás principais redes de mídia social, que você deve considerar como agente imobiliário são Pinterest, Twitter, Facebook, Instagram, Google+ e LinkedIn.

5 – O porquê da eficiência das redes sociais no marketing digital imobiliário:

Fique em contato com os clientes

Seja mais acessível aos clientes

Responda mais rapidamente aos clientes

Comercialize os seus negócios para um público mais jovem

6 – Interessados neste tipo de mídia:

Os clientes comuns

As empresas de construção

Agentes judiciais

Investidores

Jornais e emissoras de TV

7 – Precisa de algumas idéias de marketing de mídia social frescas?

Faça perguntas aos seus seguidores, como: “Qual cozinha você escolheria para esta casa na praia?”, em seguida dê opções, posts como este envolve seus seguidores e vai fazê-los comentar suas preferências e compartilhar sua página.

8 – Outra grande ferramenta de mídia social é o seu cabeçalho. Atualizando esta peça-chave da mídia social imobiliária pode-se aumentar o seu alcance social e permite que você se conecte com alguém à procura de um imóvel.

9 -Marketing de conteúdo é importante

Marketing de conteúdo está se tornando a forma mais eficaz de atrair e converter prospectos em clientes. Marketing de conteúdo exige que você escreva conteúdo coadjutor. Postar vídeos curtos e escrever artigos são as formas mais eficazes de marketing de conteúdo.

10 – 70% dos consumidores acham que as empresas que criam conteúdo são mais comprometidas com a construção de um melhor relacionamento com eles.

 

Um dos maiores benefícios do marketing imobiliário é como ele impacta positivamente no resultado de suas buscas, tanto você cliente que busca seu imóvel, como você construtora que procura o cliente para seu imóvel.

(Post escrito originalmente pela equipe do Blogtecnoword)

Fonte: digitalimob

Para setor imobiliário, teto do FGTS não trará lançamentos

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O novo teto para financiar imóveis com o FGTS, de R$ 1,5 milhão, vai ajudar as incorporadoras a diminuir o estoque de unidades, mas não resolverá os gargalos do setor, segundo diretores de empresas do segmento.

Novos lançamentos só vão acontecer se houver mudança na maneira como os distratos (desistência de transação) são tratados pela Justiça, diz Emílio Fugazza, diretor financeiro da Eztec.

Compradores que desistem de contratos arcam com custos que variam de 10% a 20% dos valores desembolsados, de acordo com o preço do imóvel em transação.

“Precisamos vender o estoque, e as novas regras do SFH (Sistema Financeiro Nacional) ajudam, mas lançamentos, que geram empregos, dependem de uma solução para o distrato.”

Imóveis cujos valores estão entre R$ 950 mil e R$ 1,5 milhão, que, agora, podem contar com recursos do SFH, representam cerca de 11% do estoque da Cyrela, diz o diretor de relações com investidores, Paulo Gonçalves.

É a terceira faixa com mais unidades em estoque, segundo ele. A nova medida, que vale até o fim de 2017, vai impulsionar negócios nos locais onde o metro quadrado é mais alto, casos de São Paulo e Rio de Janeiro afirma.

“Há casos de pessoas que moravam de aluguel porque fazia mais sentido econômico, mas que têm renda para comprar apartamentos de valores mais altos. Se elas possuem FGTS, podem usar como entrada”, diz o executivo.

Fonte: Folha de São Paulo

As três mulheres ‘excepcionais’ que ajudaram a desenhar a paisagem de São Paulo

24_arquiteturaPainel de Aço no Instituto Tomie Ohtake – obra com 45 metros de altura e 10,80 metros de largura.

O paisagismo e a arquitetura brasileiros costumam ser lembrados pelo trabalho de homens como Oscar Niemeyer (1907 – 2012) e Roberto Burle Marx (1909 – 1994). Muitas mulheres, contudo, ajudaram a desenhar prédios, lugares e paisagens mundialmente famosos, como o MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand – um dos principais cartões postais da capital paulista.
“As mulheres no Brasil, à semelhança do que ocorreu em toda a América Latina, começam a contribuir mais efetivamente para a arquitetura em torno da década de 1940. Na maior parte das vezes, atuaram em parceria com seus colegas homens, mas essa contribuição é pouco conhecida porque os nomes delas foram omitidos ou desconsiderados na atribuição da autoria dos projetos”, explica a professora do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Ana Gabriela Godinho Lima.

Em São Paulo, maior cidade da América Latina, três mulheres ajudaram a projetar os principais espaços públicos: a arquiteta Lina Bo Bardi, a artista plástica Tomie Ohtake e a urbanista Rosa Kliass.

“A força plástica da presença das obras de Tomie Ohtake e Lina Bo Bardi em São Paulo, somadas aos projetos paisagísticos de Rosa Kliass, formam um roteiro maravilhoso da história da cidade de São Paulo”, explica Lima.

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Painel da Ladeira da Memória, no Vale do Anhangabaú, no centro de São Paulo.

Além da importância do ponto de vista da arquitetura e urbanismo, a pesquisadora afirma que estas três mulheres e suas obras ajudam a descrever a diversidade cultural de São Paulo.

“Tomie Ohtake, de origem japonesa, nasceu em Quioto em 1913, naturalizou-se brasileira e faleceu em São Paulo em 2015. Lina Bo Bardi, nasceu em Roma em 1914, naturalizou-se brasileira em morreu em São Paulo em 1992. Rosa Grena Kliass, nascida em São Roque e formada em 1955 na FAU – USP, é uma representante da comunidade judaica. As três formam, portanto, um trio que representa muito da história e cultura paulistana”, conta.

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Escultura vermelha e prata da Av Paulista. Em aço carbono, a escultura mede 8,5m de altura e pesa 7 toneladas.

Mulheres “excepcionais”

Lima explica que profissionais que ganharam protagonismo na projeção de construções públicas, como a arquiteta Lima Bo Bardi – que se tornou um marco internacional na arquitetura de museus com a construção do MASP – foram chamadas pela academia como “excepcionais”.

“O papel de ‘arquiteta excepcional’ foi identificado em primeiro lugar pela pesquisadora americana Gwendolyn Wright e dá conta de explicar como essas mulheres, à custa de renúncias pessoais, como a constituição de uma família, ter filhos etc, alcançaram grande projeção e prestígio”.

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Escultura em Aço Carbono em Frente ao Edificio Berrini – projeto de Tomie Ohtake.

A pesquisadora lembra que muitas dessas profissionais “excepcionais” tiveram seu protagonismo ignorado por anos. Um exemplo é a engenheira Carmem Portinho, que ajudou no Projeto do Conjunto Residencial Prefeito Mendes de Moraes, conhecido por “Pedregulho” (1947), e no Museu de Arte Moderna (1952), ambos no Rio de Janeiro. “A autoria de ambos projetos foi atribuída, por muitas décadas, apenas a Affonso Eduardo Reidy. Até hoje é possível encontrar textos recentes que não reconhecem o papel de Portinho na concepção destas duas obras”, informa Lima.

A construção do maior aterro do mundo, o Parque do Flamengo, inaugurado em 1965 no Rio de Janeiro, teve a participação de Maria Carlota Costallat de Macedo Soares que, segundo Lima, também teve seu protagonismo ignorado na arquitetura.

Apesar do pouco reconhecimento na arquitetura das cidades, algumas “excepcionais” conseguiram ter seu protagonismo valorizado: em 1997, uma das obras de Tomie Ohtake dedicadas a homenagear a imigração japonesa no Brasil foi inaugurada pelo próprio imperador japonês Akihito e imperatriz Michiko; em 2016, o conjunto arquitetônico do Sesc Pompeia, na Zona Oeste de São Paulo, projetado por Lina Bo Bardi, foi eleito pelo jornal britânico The Guardian a sexta melhor construção do mundo.

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Conjunto arquitetônico do SESC Pompéia por Lina Bo Bardi.

Roteiro pelas construções de mulheres em São Paulo

A reportagem da BBC Brasil visitou as principais obras públicas de Bo Bardi, Ohtake e Kliass que ajudam a contar a história da cidade de São Paulo no século 20 e montou o roteiro abaixo.

– Construções de Lina Bo Bardi

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A casa em que morou a vida toda, Casa de Vidro, no Morumbi, foi a primeira construção de Lina Bo Bardi.

A italiana Lina Bo Bardi se mudou para o Brasil em 1946, com o final da Segunda Guerra Mundial, à procura de um país onde não se destruía, mas se construía. Tornou-se mundialmente famosa por projetar espaços voltados às artes em São Paulo.

MASP: Construído na década de 1960, Lina projetou o MASP, localizado na Avenida Paulista, a convite do jornalista Assis Chateaubriand. Vários de seus objetos pessoais, como parte da sua biblioteca particular, pertencem hoje ao acervo do museu. O prédio é tombado pelo Iphan.

Teatro Oficina: Além do MASP, Bo Bardi ajudou a construir um dos principais e mais antigos teatros em funcionamentos do Brasil, o Teatro Oficina, no bairro do Bixiga. Amiga do diretor e ator Zé Celso, Lina, que também atuou como designer, ajudou a montar diversos cenários e figurinos do Teatro Oficina.

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A Casa de Vidro – Moradia Lina Bo Bardi e Pietro Maria Bardi por Lina Bo Bardi.

Casa de Vidro: A casa em que morou a vida toda, Casa de Vidro, no Morumbi, foi a primeira construção de Lina Bo Bardi, hoje museu dedicado à memória da arquiteta, o Instituto Bardi. A construção, cercada paredes de vidro sem parapeitos, é ícone da arquitetura moderna no Brasil. O jardim de 7.000 m2 da casa foi plantado pela própria Lina, assim como parte dos móveis também foram desenhados pela arquiteta. Construída em 1951, a Casa de Vidro também ajuda contar parte da história cultural do Brasil, pois reunia amigos de Lina como Glauber Rocha.

Conjunto arquitetônico do SESC Pompéia: inaugurado na década de 1980, é outra obra de Lina e tombada pelo Iphan. O prédio apareceu na lista do The Guardian como um dos 10 melhores prédios do mundo.

– Paisagens de Rosa Kliass

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Rosa Kliass, 84 anos, nascida no interior de São Paulo, foi a primeira arquiteta paisagista mulher do Brasil, sendo a criadora da Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas.

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Parque da Junvetude – Utilizando partes do antigo Carandiru – por Rosa Kliass

Na gestão do prefeito Faria Lima (1965-1969), ajudou a organizar o Departamento de Parques e Áreas Verdes da Prefeitura de São Paulo (Depave). Projetou as áreas verdes da Avenida Paulista (1973) e a sinalização das placas da avenida, revitalizou a paisagem do Vale do Anhangabaú (1981), no centro de São Paulo, e transformou a área que abrigava o Complexo Penitenciário do Carandiru em um dos principais parques públicos paulistanos, o Parque da Juventude, na Zona Norte (concluído em 2007).

– Obras de Tomie Otake

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Com esculturas e painéis gigantes, Tomie Ohtake se transformou em ‘ícone múltiplo’, segundo Paulo Miyada

Com esculturas e painéis gigantes, Tomie Ohtake ajudou a narrar a participação dos imigrantes japoneses na formação de São Paulo, mas não somente. Segundo o arquiteto e curador do Instituto Tomie Ohtake, Paulo Miyada, “No campo simbólico, Tomie Ohtake é reconhecida como ícone múltiplo, que contempla, a um só tempo: a singularidade da cultura nipo-brasileira desenvolvida no último século; a importância e ousadia das artistas mulheres na modernidade nacional; e o potencial inventivo de criadores que não cabem na alcunha de ‘jovens'”.

“Relembrar as obras de Tomie Ohtake é uma forma de identificar muitos dos espaços simbólicos que já tinham papel fundamental na vida na metrópole, como o centro histórico de São Paulo e a Avenida Paulista, e outros que ganharam mais e mais importância nesse período, como o Monumento à Imigração Japonesa na Avenida Vinte e Três de Maio e os painéis na linha verde do Metrô”, explica o curador.

Monumento à Imigração Japonesa – Localizado na Avenida 23 de Maio. São quatro faixas de 12 metros de concreto, em formato de ondas, que representam as gerações de japoneses que vieram para o Brasil.

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Monumento à Imigração Japonesa.

Painéis “As Quatro Estações”, localizados no metrô Consolação. Trata-se de um conjunto de quatro painéis de 2 metros por 15,40 metros.

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Painel no metrô Consolação.

Escultura vermelha e prata da Av Paulista – Em aço carbono, a escultura mede 8,5m de altura e pesa 7 toneladas.

24_arquitetura12Escultura vermelha e prata da Av Paulista.

Painel do Edifício Tomie Otake – Obra com 45 metros de altura e 10,80 metros de largura.

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Painel de Aço no Instituto Tomie Ohtake – obra com 45 metros de altura e 10,80 metros de largura.

Fonte: BBC 

Quer um jantar exclusivo na Disney? Ele custa mais de R$ 45 mil

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O 21 Royal é uma experiência de jantar exclusiva e quase secreta do Disneyland Park, na Califórnia.

São Paulo – Se você acha que os parques da Disney são apenas diversão e pouco glamour, você está enganado. Uma experiência de jantar exclusiva e quase secreta no Disneyland Park, na Califórnia, pode custar 15 mil dólares, ou seja, mais de 45 mil reais para um grupo fechado de 12 pessoas.

Trata-se de um serviço único oferecido pelo parque e pouco conhecido por seus frequentadores.  Batizado de 21 Royal, a experiência está localizada na New Orleans Square bem próxima à atração Piratas do Caribe.

O jantar é servido em uma espécie de residência com decoração clássica de Nova Orleans do século XIX e conta com 21 funcionários entre chefs, mordomos e um sommelier.

Quando contratado o serviço, o grupo é recepcionado no Disney’s Grand Californian Hotel & Spa e levado até o local com escolta.

Já na residência, os convidados são recebidos com coquetéis assinados por renomados bartenders. Todos podem conhecer os ambientes da casa antes de o jantar ser oficialmente anunciado.

Na hora do jantar, louças banhadas a ouro e cristais compõem a mesa que também é da decorada com flores naturais.

O menu personalizado é preparado por dois chefs que priorizam ingredientes frescos e orgânicos e um sommelier responsável pela harmonização dos vinhos.

Para contratar a experiência, é necessário fazer uma reserva com antecedência por meio do serviço de concierge do parque.

Fonte: Exame

Três pilares das casas de luxo podem desaparecer em 20 anos

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(Bloomberg) — Algumas amenidades imobiliárias são eternas — uma vista panorâmica para o Central Park, por exemplo, ou um porteiro que sabe quem é seu motorista preferido. Outras, no entanto, podem ser surpreendentemente fugazes: o que hoje parece um must poderia desaparecer dos empreendimentos de amanhã. A seguir, três itens básicos e inesperados do mercado de imóveis de luxo que, segundo projeções de especialistas, poderiam se tornar obsoletos em breve.

O home theater

O mercado de home theater dos EUA chegou a US$ 1,4 bilhão em 2015, um aumento de mais de 50 por cento desde o mesmo período em 2010, segundo a Cedia, associação comercial para empresas de tecnologia doméstica. Claro que já não basta instalar uma tela gigantesca e um projetor digital: os verdadeiros cinéfilos podem construir sua própria sala Imax por US$ 1 milhão e assinar o Prima Cinema, um serviço estilo Netflix para a fatia de 1 por cento que aluga lançamentos por US$ 500.

Mas esse investimento poderia estar com os dias contados, pelo menos de acordo com o arquiteto Duan Tran, da KAA Design. “Nossos clientes estão pedindo ambientes de realidade virtual completamente envolventes porque eles estão muito ocupados e querem uma dose mais elevada de escapismo”, disse Tran em uma entrevista por telefone, de seu escritório em Los Angeles.

A suíte principal

Suítes enormes já foram o maior troféu de uma casa luxuosa, mas incorporações recentes vêm substituindo esses quartos sem paredes, estilo loft, por um complexo de câmaras privadas, montadas ao redor de um espaço menor e mais aconchegante que abriga apenas a cama. Roy Kim, da Douglas Elliman, usa como exemplo o Park Grove de Miami, projetado por Rem Koolhas. “Você verá uma antessala, como um estúdio ou uma biblioteca, além de um grande closed e um banheiro que parece um spa”, disse Kim em entrevista por telefone, da Califórnia. “As pessoas já não querem entrar sem cerimônia em uma suíte principal e ver a cama — criar privacidade nunca foi tão importante.”

Cozinhas de revista

De acordo com Jonah Disend, fundador da empresa de inovação Redscout, cozinhas complexas que ocupam um lugar central, assim como as suítes principais, são outra das amenidades que estão na lista das espécies em extinção nas casas de alto nível. Em parte, isso se deve a que os serviços de entrega como Blue Apron ou Amazon Prime Now vão minimizar a necessidade de armazenar qualquer coisa além do indispensável, junto com novas amenidades como cozinha centralizada e catering dentro de um empreendimento imobiliário. Um exemplo é o 432 Park Avenue, de Rafael Viñoly, onde Shaun Hergatt, chef premiado com estrelas Michelin, vai comandar um restaurante exclusivo para os moradores, oferecendo o suprassumo das comidas de luxo para levar.

Fonte: UOL

Como corretor imobiliário, Trump se saiu mal desde o começo

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Em 2008, a Trump Mortgage desmoronou quando o mercado imobiliário implodiu e a economia dos EUA afundou em sua pior recessão desde a Grande Depressão.

Donald Trump tinha ouvido toda aquela conversa fiada sobre como o mercado imobiliário dos EUA estava superaquecido e sobre os problemas que vinham por aí.

Ele não se deixou abalar. Era o segundo trimestre de 2006 e ele estava abrindo caminho para um novo empreendimento de financiamentos imobiliários, a Trump Mortgage.

O hoje candidato à presidência dos EUA tinha grandes planos para a empresa. A sede ficaria em seu emblemático edifício, no número 40 de Wall Street, e iria intermediar US$ 3 bilhões em empréstimos só no primeiro ano e uns US$ 100 bilhões em dez anos.

Seu filho, Donald Jr., tinha ajudado a montar o plano de negócios. Naquele mês de abril, quando consultado sobre o surgimento de rachaduras nas fundações do mercado imobiliário, ele desdenhou e disse à rede de televisão CNBC que aquele era “um ótimo momento para abrir uma empresa de hipotecas”.

Um ano e meio depois, a Trump Mortgage estava fora do mercado. Junto com dezenas de outros bancos e corretoras, a empresa desmoronou quando o mercado imobiliário implodiu e a economia dos EUA afundou em sua pior recessão desde a Grande Depressão.

A empresa nunca chegou perto de suas metas de captação de recursos e deixou pelo menos um processo judicial, movido por uma corretora que alegou ter sido trapaceada em relação a uma comissão de US$ 238.000.

De todos os empreendimentos de Trump que não em imóveis – como filés de carne bovina, vodca, empresa aérea, jogo de tabuleiro, website de viagens, revista – este é talvez o que menos combina com a imagem de guru financeiro que ele cultiva durante a campanha à presidência.

Além de expor a pressa do bilionário para entrar em um mercado que estava à beira do abismo, este episódio ocorreu em um segmento intimamente vinculado aos imóveis.

Negócio arriscado

“Trump escolheu o pior momento para entrar nos financiamentos imobiliários, perto do fim do período de expansão”, disse Cliff Rossi, professor de finanças da Escola de Administração Robert H. Smith, da Universidade de Maryland.

É claro que outros executivos do setor financeiro também foram pegos de surpresa pela crise imobiliária. Contudo, Rossi, que já foi analista de risco de empréstimos ao consumidor do Citigroup, disse que a angústia no segmento hipotecário era palpável em 2006 e que muitos alertavam sobre o quanto o negócio tinha se tornado arriscado.

Hope Hicks, porta-voz de Trump, não respondeu aos pedidos de comentário da reportagem.

A Trump Mortgage era uma corretora de financiamentos de prédios comerciais e residenciais e também de empréstimos que usavam imóveis como garantia. A empresa cobrava taxas por atuar como intermediária entre os mutuários e os bancos. A instituição em si não concedeu nenhum empréstimo, por isso é difícil encontrar documentos e dados sobre o número de empréstimos geridos por ela.

Quando a empresa fechou, Trump adotou uma postura que agora é conhecida do público, distanciando-se do desfecho. Em agosto de 2007, ele disse à publicação Crain’s New York Business que tinha meramente concedido a licença de seu nome à empresa, responsabilizou as pessoas contratadas para administrá-la e voltou atrás em sua opinião em relação à atratividade das hipotecas.

“O setor de hipotecas”, disse ele, “não é um setor do qual eu particularmente gostava ou queria muito fazer parte”.

Fonte: Exame

Pesquisa revela que consumidores, imobiliárias e corretores de imóveis estão otimistas com 2017

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Flexibilização da negociação de preços para compra e aluguel é outro fator compartilhado por todos.

 

Os consumidores e o mercado imobiliário acreditam que os preços de imóveis atuais estão altos, segundo pesquisa realizada pelo VivaReal. No entanto, 40% dos consumidores acreditam mais na diminuição dos mesmos, enquanto 64% dos corretores/imobiliárias apostam na estabilidade dos valores atuais. A pesquisa dentre outros temas, aborda as percepções principalmente relacionadas à economia, ao mercado imobiliário e ao perfil de consumidores, corretores e imobiliárias.

A pesquisa VivaReal (Pesquisa de Expectativas 2017) está disponível em http://bit.ly/VivaReal_perspectivas2017_dezembro2016. Pela primeira vez, o levantamento publicado semestralmente desde dezembro de 2014, também aborda expectativas do setor imobiliário. A pesquisa foi realizada com 1.545 Consumidores, 482 Corretores, 32 Imobiliárias espalhados em 326 cidades do País.

“O consumidor que ainda não encontrou seu imóvel pretende comprar em até 6 meses e observamos o aumento de flexibilização por parte de corretores e imobiliárias para negociação desses empreendimentos no próximo ano. Além de todos esperarem uma estabilidade nos preços, inclusive 45% dos consumidores”, explica Lucas Vargas, CEO do VivaReal.

De forma geral, o ano de 2017 traz maior confiança econômica tanto por parte dos consumidores quanto das imobiliárias e corretores. A incerteza em relação a economia do país representa 43% dos consumidores. Apesar disso, há otimismo em 41% deles e o pessimismo representa 16%. Os principais motivos que os consumidores incertos e pessimistas justificaram foram corrupção, crise econômica e crise política. Já 61% do mercado imobiliário está otimista, 35% está incerto sobre o panorama e o pessimismo assola apenas 4%.

A expectativa do consumidor, corretores e imobiliárias é muito positiva para o mercado imobiliário em 2017. Cerca de 70% dos players do setor estão otimistas com o mercado imobiliário em 2017 e 53% daqueles que estão procurando a casa dos sonhos também. A incerteza representa 27% e 36%, respectivamente.

Consumidores

O perfil do consumidor que participou do VivaReal Pesquisa de Expectativas 2017 é em maioria o público feminino (51%). Os entrevistados são casados ou estão em união estável (60%) e 65% ganham tem renda familiar média acima de R$ 3.418,00. A faixa etária de consumidores está concentrada entre 25 a 39 anos (40%).

Do público que buscou um imóvel recentemente, 84% ainda não encontrou a sua casa dos sonhos. A compra de imóveis representa 71% das intenções, o aluguel (22%) e apenas 7% já desistiram da busca . Entre os consumidores que buscam comprar imóveis e ainda não encontraram o imóvel dos sonhos, 66% desejam imóveis usados e 52% planejam usar financiamento e 28% devem pagar à vista. A permuta (17%) e o consórcio (3%) também foram listados. Já os 34% daqueles que desejam comprar lançamentos (novos) sugerem o financiamento (72%) como a principal forma de pagamento, seguido por permuta (12%), à vista (11%) e consórcio (3%). Esses consumidores esperam comprar o imóvel em até 6 meses.

Entre quem busca imóvel para aluguel (22%) e ainda não encontrou o imóvel dos sonhos, a pretensão é iniciar a locação por meio de antecipação de parcelas como garantia de pagamentos futuros, seguida do fiador (28%) e do seguro fiança (18%). Esses consumidores esperam alugar o imóvel em até 3 meses.

Entre aqueles que já encontraram (16%) sua casa dos sonhos, a locação representou 48%. Os novos proprietários de imóveis usados (30%) revelaram que obtiveram um desconto médio de 13% no preço inicial. Já os 22% que compraram lançamentos (novos), o desconto médio foi maior e atingiu 14%.
Segundo Vargas, a expectativa do mercado e dos consumidores segue a tendência das últimas previsões econômicas. “Há uma expectativa de melhora em diversos indicadores. Os dados da pesquisa demonstram que o mercado imobiliário e os consumidores estão mais otimistas e abertos para negociação. Diante do momento do mercado, são características interessantes para gerar maior liquidez”, conclui o CEO do VivaReal.

Sobre o VivaReal

VivaReal é uma plataforma digital que conecta imobiliárias, incorporadoras e corretores com consumidores que buscam um imóvel. São mais de 5 milhões de anúncios para compra e locação em mais de mil cidades brasileiras reunidos em um só lugar.

Com mais de 15 milhões de visitas por mês em seu site e aplicativos móveis, o VivaReal é líder em seu segmento de atuação e está presente com escritórios locais em 15 cidades brasileiras.

Fonte: Segs

Arquitetura com personalidade para todos os tamanhos

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É possível desenvolver um ambiente moderno, multifuncional e cheio de personalidade, mesmo com apartamentos e casas cada vez menores. A ideia fica evidente no projeto assinado pelos arquitetos Diogo Luz e José Guilherme Carceles, da Casa 100 Arquitetura, para o apartamento de 65 m² localizado em São Paulo, batizado de Poledance.

Projetado para um jovem advogado, solteiro e que gosta de receber amigos, a morada surpreende pela sua multifuncionalidade e design de interiores. Com todo o desenho de marcenaria desenvolvida pelos arquitetos, a proposta do projeto foi criar um ambiente amplo e que atendesse todas as necessidades do cliente. Os móveis baixos que contornam toda a sala, foram pensados para servir de bancos, apoios ou mesa.

“O cliente queria um espaço para dar festas e receber os amigos. Quando perguntamos o que ele queria no projeto, ele respondeu ‘Quero um Poledance’. Por isso o nome. A partir disto, criamos um ambiente leve, mutável, multifuncional, contemporâneo, urbano e livre“, conta o arquiteto Diogo Luz.

Além de pensar no design e no uso dos espaços, Diogo e José Guilherme desenvolveram um projeto luminotécnico com luz indireta na sanca de gesso, que possui duas funções: a iluminação comum do dia a dia ou a colorida para festas. Por estarem sobre a sanca, elas não aparecem, deixando o espaço mais agradável.

O balcão da cozinha foi desenhado com um fecho “toque”, ficando maior conforme o desejo do morador. E para fazer o papel da mesa de jantar foi usado um quadro grafitado, que quando não está sendo utilizado, está pendurado na parede. Um pendente foi instalado sobre o balcão, coroando o ambiente.

Fonte: NH

Melhora no preço e crédito ajudarão na compra da casa

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A perspectiva de que a economia brasileira vai trilhar um caminho de estabilização no ano que vem deve injetar algum ânimo no mercado imobiliário.

Para especialistas e profissionais da área, mais consumidores podem voltar a fazer planos para comprar um imóvel.

Dois fatores vão pesar a favor de quem está em busca da casa própria: os preços devem continuar relativamente estáveis e o custo do crédito deve baratear por causa da redução da taxa de juros.

Os dois lados da equação – compradores e corretores/imobiliárias – estão com expectativas semelhantes sobre o rumo dos negócios em 2017, segundo uma pesquisa do portal imobiliário VivaReal obtida com exclusividade pelo Estado.

Praticamente o mesmo porcentual nos dois grupos (58% e 59%) projeta um aumento da flexibilização das negociações no ano que vem, o que pode se traduzir em mais descontos no valor de venda dos empreendimentos.

Para 76% dos consumidores, o preço do metro quadrado está muito elevado, impressão compartilhada por 51% da ponta vendedora.

“Em outras épocas, a percepção dos corretores em relação à necessidade dessa flexibilização era bem menor, mas a queda da procura forçou essa postura”, afirma Lucas Vargas, presidente do VivaReal.

No lado do crédito, uma projeção da Abecip, associação das instituições financeiras que emprestam com recursos da poupança, aponta que a possível aceleração no corte dos juros pelo Banco Central vai tornar mais baratos os financiamentos e estimular o mercado.

A estimativa mais otimista mostra um aumento de 11% nas concessões, para R$ 50 bilhões. Neste ano, a projeção é que o mercado encerre com R$ 45 bilhões liberados para compra e construção de imóveis, segundo Gilberto Abreu, presidente da Abecip. O volume representa uma queda de mais de 60% ante o praticado em 2015.

Duas medidas recentes foram tomadas para tentar desafogar o crédito. O teto máximo do Sistema de Financiamento Habitacional (SFH), que dá acesso a juros menores, foi elevado de R$ 750 mil para R$ 950 mil no Distrito Federal e Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Nos demais Estados, o limite foi de R$ 650 mil a R$ 800 mil. Os limites estavam inalterados desde 2013.

Também foi permitido o financiamento de imóveis de até R$ 1,5 milhão pelo SFH, mas a medida foi limitada a um ano de duração e também não prevê o uso do FGTS para compor o valor de entrada do imóvel ou abater o financiamento.

Nas contas do coordenador do Núcleo de Real Estate da USP, João da Rocha Lima Jr., tanto o aumento do teto do SFH como a ligeira melhora da demanda dos consumidores não devem ser suficientes para provocar grande pressão no preço dos imóveis.

Segundo ele, com uma projeção de alta de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017, o valor do metro quadrado pode ter apenas uma leve alta.

A opinião é compartilhada pelo pesquisador Eduardo Zylberstajn, coordenador do índice de preços FipeZap.

“Talvez os preços terminem 2017 com um viés um pouco maior de alta, mas ainda perdendo para a inflação”, afirma. “Existe uma demanda constante por moradia apesar de todos os problemas da economia. Não é que os anos dourados voltarão, mas pode ser um ano mais positivo”, completa.

Três indicadores do mercado mostram que o preço dos imóveis ficou praticamente parado e variando menos do que a inflação em 2016. Na Abecip, o Índice Geral do Mercado Imobiliário Residencial, recém-lançado, mostra recuo médio de 2,3% em nove regiões do País.

Outros dois indicadores, o FipeZap, do site Zap e da Fipe, e DMI, ligado à plataforma VivaReal, mostram avanço de 0,45% e 1,45%, respectivamente, em 2016. Estas pesquisas são baseadas em anúncios na internet. Mesmo que os resultados pareçam divergentes, eles caminham, na verdade, para a mesma direção (leia mais na pág. ao lado).

Aluguel

O horizonte de retomada do mercado imobiliário é um alerta para quem ainda depende do aluguel. Tradicionalmente, o mercado de locação de imóveis tende a mudar seus preços mais rápido do que o de venda.

“Nos sinais iniciais de retomada, o aluguel volta a subir”, diz Vargas, do VivaReal.

No atual ciclo, isso foi benéfico para o consumidor porque os preços de aluguel caíram antes do valor de venda começar a ceder. Mas, quando a situação se inverter, quem está à procura de uma unidade para locar vai sentir esse efeito primeiro.

Dados do VivaReal mostram que a zona sul da cidade de São Paulo lidera em ofertas de locação de até R$ 2 mil. São mais de 14 mil unidades disponíveis em bairros como Morumbi, Jardim Marajoara e Vila Andrade, a maioria entre 50 e 70 metros quadrados.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Exame