Como o mercado imobiliário vai reagir nos próximos meses

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Após anos de boas vendas e previsões de crescimento, o mercado imobiliário passa por um momento de calmaria para quem olha de fora, apesar de já ter beirado o desespero para quem depende dele. Porém, esta é uma época de fortalecimento. O setor dá sinais de que já não está mais tão fácil encontrar compradores para casas e apartamentos lançados no mercado. O aumento do endividamento da classe C, as taxas de juros mais altas e a baixa oferta de crédito já freiam a antes aquecida demanda. A mudança de cenário tem desafiado as áreas de Marketing das incorporadoras, que apostam em bonificações, brindes e descontos para atrair o comprador e fechar negócios. A estratégia visa facilitar a escolha por um determinado imóvel, dando ao cliente algo de que ele usufrua ao receber as chaves da nova casa.

Essas ações denotam uma preocupação com a estagnação da construção civil. Com a crise econômica no país, vem ocorrendo uma desaceleração nas vendas, tornando a oferta maior do que a procura em determinadas áreas. No período de janeiro de 2016 a janeiro de 2017, inclusive, foram lançados 22.431 apartamentos na capital paulista, em 494 novos empreendimentos. Deste total, 11.602 unidades foram vendidas, ou 52% do total. Assim, o estoque corresponde a 48% de tudo que foi lançado no período, segundo pesquisa feita pela Geoimovel – VivaReal.

Para dar conta de repassar todas as unidades dos empreendimentos, as incorporadoras presenteiam compradores com descontos, abono de impostos e eletrodomésticos, além de realizarem ações para serem lembrados por quem decide comprar um apartamento. A criatividade para atrair interessados já é pensada muito antes de um empreendimento ser lançado.

Para não haver mudança nos preços dos imóveis, os brindes são incluídos nas verbas de Marketing, antes restritas às ações em pontos de venda. Os presentes deixam os compradores mais animados com a decisão e não representam queda nos valores de venda de forma direta. Mesmo assim, regiões como o Rio de Janeiro sofrem com a taxa de vacância – impulsionada pelo fim dos grandes eventos, crise financeira do estado e aumento na taxa de violência. Por outro lado, outras regiões do Brasil passaram a ganhar investimentos no setor, como Nordeste e Sul do Brasil.

Mesmo em um período marcado pela crise econômica e política, as previsões para o ano de 2017 são mais positivas. A estimativa é de que o índice da inflação diminua para 5,07%, as taxas de juros sejam reduzidas e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) fique em 1,3%, de acordo o Banco Central. A inflação, que voltou com força nos últimos anos, foi uma das principais razões para que o mercado imobiliário ficasse retraído. Entretanto, de acordo com as previsões de especialistas em economia, a inflação está em fase de desaceleração, o que permitirá que os negócios voltem a ficar aquecidos. Ela saiu de 10,7% em 2015 para, aproximadamente, 7,2% em 2016, o que mostra que ela vem caindo aos poucos.

Fonte: Terra

Queda na inflação faz mercado imobiliário retomar crescimento em 2017

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Após um ano marcado pela crise econômica e política, as previsões para o ano de 2017 são mais positivas. De acordo o Banco Central, a estimativa é de que o índice da inflação diminua para 5,07%, as taxas de juros sejam reduzidas e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), fique em 1,3%.
A inflação, que voltou com força nos últimos anos, foi uma das principais razões para que o mercado imobiliário ficasse retraído. Entretanto, de acordo com as previsões de especialistas em economia, a inflação está em fase de desaceleração, o que permitirá que os negócios voltem a ficar aquecidos.

A inflação brasileira saiu de 10,7% em 2015 para, aproximadamente, 7,2% em 2016, o que mostra que ela vem caindo, aos poucos. O presidente do Banco Central também informou que tentará atingir uma meta central de inflação de 4,5% estipulada para o próximo ano.

Diante das expectativas otimistas, o Governo Federal está aprovando medidas positivas que atingem diversos segmentos da economia brasileira. O setor imobiliário é um deles. No dia 16 de fevereiro, o Ministério do Planejamento anunciou que o Conselho Monetário Nacional (CMN) aumentou o valor para compra de imóveis usando recursos do FGTS.

No Rio de Janeiro, em São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, o teto para compra de imóveis usando recursos do FGTS era de R$ 950 mil. Em outras regiões, o valor máximo era de R$ 800 mil. Agora, o valor atual é de R$ 1,5 milhão e deve movimentar especialmente os negócios relacionados a imóveis de alto padrão.

Em 2017, os economistas preveem que o desemprego também irá ceder, o que certamente influenciará positivamente o mercado imobiliário. Com uma economia mais estável, o mercado imobiliário volta a se movimentar, já que os consumidores voltam a ter crédito disponível.
De acordo com especialistas também haverá uma retomada no crescimento da área de construção civil que consequentemente irá favorecer o setor imobiliário, uma vez que os preços mais baratos dos materiais e da mão de obra reduzirão os custos, incentivando lançamentos e também tornando o valor dos imóveis mais acessíveis para uma parcela maior da população.

A recuperação do mercado imobiliário também está diretamente relacionada ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), visto que é esse índice que acompanha o comportamento da economia brasileira, assim como mostra todos os bens e serviços feitos no Brasil. O Banco Central acredita num cenário satisfatório durante o ano 2017. A instituição prospecta um crescimento de 1,3% nos próximos meses.

De acordo com dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), a expectativa é de que a economia brasileira terá um crescimento satisfatório em 2017. Desta forma, o fundo estima um avanço de 0,5% no PIB, contra uma projeção de crescimento nula feita nos dois últimos levantamentos do órgão.

Como tudo indica, esse ano será marcado pelo retorno das atividades do mercado imobiliário. A época também será favorável para quem deseja adquirir um empreendimento residencial. Segundo especialistas, os que desejam comprar a casa própria devem buscar orientações e o auxílio de imobiliárias especializadas. A Construtora Planeta , por exemplo, atua no mercado imobiliário desde 1998 com experiência e foco em empreendimentos residenciais. A empresa é reconhecida no mercado imobiliário pela excelente qualidade de seus empreendimentos e cumprimento rigoroso dos prazos de entrega.

De acordo com especialistas, esse será o ano para o mercado imobiliário retomar o seu crescimento. A queda da inflação será o grande responsável por esse momento que também trará ótimas oportunidades para a aquisição de empreendimentos residenciais.

Fonte: Dino

Secovi-SP reitera projeção de crescimento de 5% a 10% no mercado imobiliário

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O presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Flávio Amary, reiterou nesta terça-feira, 14, a projeção de crescimento de 5% a 10% nas vendas e nos lançamentos do mercado imobiliário residencial da capital paulista em 2017. “Estamos no fim de um ciclo de baixa e iniciando um ciclo de recuperação”, afirmou, durante entrevista à imprensa.

A perspectiva de crescimento neste ano já vinha sendo citada pelo sindicato desde o fim de 2016, em meio aos primeiros sinais de melhora do quadro econômico nacional e estabilização política. Nesta terça, Amary afirmou que esse ambiente de melhora tem se confirmado, com manutenção na trajetória de queda da inflação e da taxa de juros, elementos que devem estimular a comercialização de imóveis daqui para frente. Por outro lado, ele destacou que o setor só voltará a reaquecer, de fato, com a volta da criação de empregos e a recuperação da renda da população, o que é esperado apenas para o segundo semestre deste ano.

Se a projeção de crescimento do mercado imobiliário em 2017 for confirmada, representará uma virada para o setor, que diminuiu de tamanho por três anos consecutivos. De acordo com dados publicados hoje pelo Secovi-SP, os lançamentos de imóveis residenciais em São Paulo somaram 17,6 mil unidades em 2016, queda de 23,3% em relação às 23,0 mil unidades de 2015. Em 2014, os lançamentos atingiram 34,0 mil unidades, e em 2013, 34,2 mil.

Já as vendas de imóveis residenciais novos na capital paulista totalizaram 16,0 mil unidades em 2016, retração de 19,7% frente às 20,1 mil unidades comercializadas em 2015. Em 2014, as vendas somaram 21,6 mil unidades, e em 2013, 33,3 mil. Com esse resultado, as vendas em 2016 foram as mais baixas da série histórica, com início em 2004.

O economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, observou que os níveis de comercialização chegaram a um nível muito abaixo da média, o que indica que há uma grande demanda reprimida. “É justamente essa demanda que voltará a reaquecer o mercado em algum momento futuro”, explicou.

Petrucci acrescentou que o sindicato cogita elevar, em junho, a projeção de crescimento no mercado imobiliário ao longo do ano, dependendo do ritmo de recuperação da economia brasileira, mas frisou que não espera nova retração no setor. “Nos meses anteriores, nós considerávamos a possibilidade de rever essa projeção para baixo, dado o nível elevado de incertezas. Agora, se mudarmos a projeção, é mais provável que seja para cima. Seguramente, o fundo do poço foi o ano passado.”

Fonte: Isto É

2017 de muito trabalho

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O mercado imobiliário deve continuar firme e o aquecimento, lento e contínuo, o levará a colher bons frutos em 2017. A projeção positiva é de empresários do setor, que dizem ter sentido este ano um incremento no volume de vendas em relação ao ano passado. “O setor vem apresentando uma melhora, acho que isso é sensível para todo mundo, mas a gente tem muito a melhorar, muito trabalho a fazer”, avalia Francisco Philomeno Gomes, sócio diretor da Construtora Preferencial.

Supervisor comercial da Muza Construtora, Araújo Ataick observa o mercado imobiliário em pleno processo de reformulação. “Ele (mercado) teve momentos ruins em 2013, em 2014, e em 2015 teve uma desaceleração por conta da situação macroeconômica, mas graças às mudanças políticas está muito melhor em 2016”. A expectativa é de maior crescimento e estabilidade no ano que vem.
Gerente comercial da Construtora Mota Machado, Felipe Capistrano afirma que o mercado imobiliário sentiu um impacto “muito forte” com a crise econômica, visto que, por se tratar de um alto investimento de longo prazo, o imóvel pesa de forma preponderante no orçamento familiar. “Se você tem um momento de crise, a primeira coisa que você segura um pouco são os grandes investimentos. Então, a crise foi muito prejudicial para o nosso mercado, mas a gente vê que esse final de 2016 já apresenta uma melhora”, destaca Felipe, também certo de que 2017 será favorável para impulsionar os negócios em Fortaleza. Conforme análise feita em julho, sobre informações apuradas pelo setor de inteligência da Lopes Immobilis, a expectativa é que o mercado imobiliário encerre o ano com R$ 2 bilhões em vendas na Cidade.
Precauções

Marcelo Prado, diretor comercial da A&B Engenharia, relata que a resiliência, competência cada vez mais essencial no mundo corporativo, e a antecipação à crise garantiram um fôlego a mais ao setor. “Acho que essa sensação de que a crise não nos afetou muito é porque essa preocupação foi vista logo no princípio e o mercado imobiliário, como um todo, segurou, repensou lançamentos, focou nas vendas dos estoques. Isso fez com que o mercado ficasse sadio”.

Observa ainda que o segmento em Fortaleza conseguiu se manter mais estável por não ter sofrido problemas mais sérios, como a falência de incorporadoras. “Hoje, os estoques estão bem menores do que no final do ano passado. Ano que vem fatalmente terão vários lançamentos e, dentro das áreas de maior necessidade da população, com certeza surgirão belos empreendimentos e serão muito bem vendidos”, calcula Marcelo.
Além de identificar “vácuos” no mercado imobiliário e continuar a investir em lançamentos, a partir da demanda de cada região, as empresas também vêm lançando mão de bônus e brindes para atrair clientes e fechar novos negócios. Eduardo Rodrigues, gerente comercial da Helbor, conta que a incorporadora realiza promoções “visando mesmo atrair o cliente”. “Dentro do mercado competitivo que a gente tem hoje, o cliente busca isso”.

“Acho que essa sensação de que a crise não nos afetou muito é porque essa preocupação foi vista logo no princípio”.

Fonte: O Povo

Mercado imobiliário começa a perceber recuperação

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Um dos primeiros a serem afetados pela crise, setor começa a retomar a confiança do consumidor.

O primeiro semestre de 2016 não foi favorável ao mercado imobiliário, que viu seus estoques estacionando, com pouco investimento pelo consumidor, que depende do crédito e do financiamento imobiliário para adquirir a tão sonhada casa própria. Fato é que a crise que assolou o país está ficando para trás e fazendo com que aos poucos o consumidor retome a confiança no mercado imobiliário.

De acordo o economista José Pio Martins, outras crises virão. “Essa não é a primeira crise pela qual passamos e nem mesmo será a última, e geralmente, este é o ciclo da crise: há um retraimento, justamente pela incerteza do dia de amanhã, mas há também novas perspectivas, porque é na crise que novos cenários e novas possibilidades se desenham”, diz o economista.

Pio afirma que há um déficit habitacional no Brasil de 7 milhões de moradias, isso sem contar o crescimento anual da população, que é cerca de 1 milhão e 600 mil pessoas. “Para que cada brasileiro pudesse ter uma moradia, anualmente teriam que ser construídas 400 mil novas habitações, isso sem contar o déficit existente”, diz.

Boa hora para comprar um imóvel

Vários fatores impactaram para que a busca de imóveis diminuísse, entre eles, o desemprego e a alta dos juros. “A taxa de juros subiu, tivemos altos índices de desemprego e as expectativas se deterioraram. A aquisição de um imóvel é diferente de aquisição de um bem de consumo, e por isso, as pessoas preferiram segurar o seu dinheiro na incerteza do dia de amanhã”, diz o economista.

Pio ainda destaca que fugir do “efeito manada” é a melhor estratégia para quem quer investir. “Costumo sempre usar uma frase do Warren Buffett, que diz: quando todo mundo está agitado, eu me recolho, quando todos estão deprimidos, eu vou ao mercado comprar. Pois é justamente quando há um clima negativo, com preços em baixa, que há uma liquidação do estoque, para que venha uma nova fase”, afirma o especialista.

Para o CFO do Grupo Thá, Alexandre Leal, o crescimento das linhas alternativas e programas de crédito, assim como a diversificação das instituições financeiras, é bastante favorável, pois oferece ao consumidor várias possibilidades e modalidades de compra. “A obtenção de crédito é fundamental. Quanto mais crédito houver, mais as incorporadoras vendem. Quando os bancos públicos recuam, as instituições financeiras privadas encontram uma oportunidade de mercado. Quanto mais agentes financeiros atuando no mercado, melhor para o consumidor, pois dessa forma ele consegue escolher qual a melhor linha de crédito e que instituição oferece condições mais flexíveis para financiamentos”, diz.

De acordo com Pio, o sistema habitacional e financeiro deverá ser remodelado pelos bancos nos próximos anos. “Com a abertura do mercado e os bancos se tornando cada vez mais protagonistas nos financiamentos imobiliários, acredito que em breve os bancos reestruturem os seus sistemas de financiamento. Os bancos gostam de financiamento imobiliário por uma razão: porque ao mesmo tempo que a pessoa tem um passivo, ela também tem um ativo, e o ativo é a garantia, é o próprio bem”, afirma o economista.

Para o CEO do Grupo Thá, Arsenio de Almeida Neto, o ano de 2017 trará boas surpresas, e o mercado poderá retomar o fôlego, inclusive com novos lançamentos. “Estamos com uma visão otimista do mercado como um todo. Novos lançamentos estão previstos, e nossos estoques já estão muito abaixo do mesmo período do ano passado. O cenário nacional e a política econômica antecipam dias melhores no mercado da construção civil, que sentiu um impacto muito negativo com a crise econômica e política do país, temos que ser cautelosos, porém, otimistas”, conclui.

Fonte: Segs

Vendas de imóveis residenciais crescem 23,3% em setembro, diz Secovi-SP

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O mercado imobiliário na capital paulista teve melhora no mês de setembro, com crescimento das vendas e dos lançamentos, de acordo com pesquisa divulgada nesta quinta-feira, 10, pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP).

As vendas de imóveis residenciais novos em setembro de 2016 chegaram a 1.717 unidades, crescimento de 59,3% em relação a agosto e expansão de 23,3% ante setembro de 2015. No acumulado deste ano, porém, as vendas totalizaram 10.817 unidades, volume 21% inferior ao total vendido no mesmo período do ano passado.

Os lançamentos de imóveis residenciais em setembro atingiram 2.165 unidades, volume 83,9% superior a agosto e 66,9% maior do que em igual mês de 2015. De janeiro a setembro, os lançamentos totalizaram 10.172 unidades, queda de 27,9% em relação ao mesmo intervalo do ano passado.

Com isso, a velocidade das vendas (relação entre a quantidade de unidades comercializadas e o total de unidades recém-lançadas e no estoque) foi de 6,6% em setembro, mostrando aceleração frente aos 4,2% de agosto. O desempenho também foi melhor do que em setembro de 2015, quando foi de 5,0%.

O estoque de unidades residenciais (na planta, em obras e recém entregues) encerrou o mês de setembro em 24.426 unidades, redução de 6,8% frente a setembro de 2015.

Os resultados de lançamentos e vendas em setembro foram os segundos maiores no ano, de acordo com pesquisa do Secovi-SP, e correspondem às expectativas de mudança na conjuntura econômica do País. No entanto, o sindicato ainda não confirma que há uma recuperação, de fato.

“Apesar dos resultados positivos, não classificamos a melhora como reação, pois os resultados do acumulado do ano ainda estão abaixo dos índices registrados em 2015, tanto nos lançamentos como nas vendas. Acreditamos que o mercado vai reagir de forma mais gradual, ao longo dos próximos meses”, avalia o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, em nota distribuída à imprensa.

Para o presidente da entidade, Flavio Amary, o aumento nas vendas e nos lançamentos registrado em setembro significa um novo ânimo. Por outro lado, reivindica continuidade da redução da taxa de juros, para que o setor imobiliário retome suas atividades aos patamares normais.

Fonte: Em

A nova relação entre imobiliárias e corretores de imóveis

A legislação, que foi construída com a união e apoio de todas as entidades que representam o setor, demonstra que de forma unida é possível construir modelos que desburocratizam com segurança as atividades empresariais.

Flavio Amary

No último dia 19 de janeiro foi sancionada a Lei número 13.097, que, entre outros tantos assuntos, inclusive da área imobiliária, criou segurança jurídica para a relação profissional entre os corretores de imóveis e as imobiliárias.

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Venda de consórcio: opção para corretores aumentarem ganhos

Com um crescimento de 7,7% em 2014 na comparação com o ano de 2013 em consorciados ativos, o segmento de consórcio encerrou o ano com 6,18 milhões de participantes ativos, de acordo com dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac).
Este potencial de mercado tem despertado o interesse de diversos corretores de seguros em comercializar a venda de cotas.
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Recomendações de livros para Corretores, pelo VivaReal

Absorver novos pontos de vista, lições e o uso de novas técnicas é essencial para o desenvolvimento profissional. Os livros, por sua vez, tem o dom e dever de trazer a palavra certa para que você se cresça na carreira.

Aqui no VivaReal temos diversos profissionais, com muito conhecimento e uma cultura de devoradores de livros. São pessoas extremamente focadas no seu desenvolvimento profissional. Read more