Mercado imobiliário do AM movimenta R$ 144 milhões no 2º trimestre de 2017

07_ml

O mercado imobiliário do Amazonas movimentou R$ 144 milhões no segundo trimestre deste ano. O número supera os valores referentes ao mesmo período do ano passado, quando o setor movimentou R$ 115 milhões em vendas. Os dados são do Censo Imobiliário Trimestral, apresentado nesta quinta-feira (26) pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Amazonas (SINDUSCON-AM) e Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (ADEMI-AM).
De acordo com o levantamento, foram vendidas 524 unidades no segundo trimestre deste ano. Desse total, 288 unidades são do padrão econômico, 156 dos demais padrões verticais, 63 de unidades horizontais e 17 são unidades comerciais.
A quantidade de unidades vendidas no segundo trimestre de 2017 também aumentou, se o número for comparado ao primeiro trimestre do ano, quando foram vendidas 362 unidades.
Das 524 vendidas no segundo trimestre deste ano, 444 são do tipo Residencial, 63 são unidades Horizontais e 17 são do tipo Comercial. As unidades do padrão Econômico (Minha Casa Minha Vida) representam 55% das vendas. O preço dessas unidades chega a até R$ 235 mil.
Na avaliação do presidente do SINDUSCON-AM, Frank Souza, os dados do Censo indicam que o mercado imobiliário voltou a crescer no Amazonas. “A redução da Taxa Selic e os subsídios da Caixa Econômica Federal ao Programa Minha Casa Minha Vida contribuem para esse resultado. Tem ainda a confiança do consumidor, que vem aumentando de forma gradual”, ressaltou.

Fonte: G1

Saiba como identificar as fases do mercado imobiliário e o melhor período para comprar

10_mercadoimob

Depois de sofrer com a crise econômica em 2016, o mercado imobiliário finalmente tomou uma direção positiva. Mas, devido a esse caráter imprevisível, é preciso compreender cada uma de suas fases para determinar qual o melhor período para comprar um imóvel, sem cair em armadilhas. Para a advogada Joyce Bahiense, da empresa especializada em regularização de imóveis MR Consultoria, 2017 e 2018 são os anos ideiais para quem deseja e tem condições de investir ou de comprar um imóvel para morar. Veja quais são as fases do mercado imobiliário e como saber quando investir na casa própria:

Expansão

Joyce explica que a fase de expansão é marcada pelo encarecimento dos preços dos imóveis e início de aumento das ofertas:

– É quando as construtoras, com incentivos financeiros, dão início aos investimentos no setor, aumentando o número de lançamentos e a concorrência no mercado. Com estoque ainda alto, existem boas ofertas.

Boom imobiliário

Segundo a consultora, em um contexto de economia aquecida, mercado de trabalho estável, incentivo para o crédito e consequente baixa dos juros, o Brasil passou pela fase do boom imobiliário entre 2008 e 2013, período de expectativas pelos grandes eventos que o país receberia (Copa do Mundo de 2014 e Jogos Olímpicos Rio 2016).

Excesso de oferta

Em seguida, foi a vez do excesso de oferta, quando os preços dos imóveis se estabilizaram. Embora o contexto ainda seja caracterizado por otimismo com relação à economia, o número de imóveis vagos aumentou e a construção desacelerou.

– As construtoras ficam com um número elevado de empreendimentos para serem entregues, gerando um estoque maior. O crédito para novas construções também diminui e o endividamento aumenta – destaca Joyce, acrescentando que esta fase ocorreu a partir de 2013, quando a economia começou a dar sinais de desaquecimento e, principalmente, em 2015, ao se comportar como uma curva descendente.

Recessão

Em 2016, o país viveu a fase de recessão, com queda nos preços dos imóveis, enquanto a oferta continuava a crescer. Com o intuito de alavancar a economia, ainda no ano passado começaram a ser promovidos incentivos para as linhas de crédito, estimulando, portanto, a expansão do setor.

– Foi uma tentativa de reaquecer o mercado, porém esbarramos nas taxas de juros elevadas – diz Joyce.

Fonte: Extra

10 dicas de Marketing digital no Mercado Imobiliário

2_corretor

O cenário de venda de imóveis mudou drasticamente ao longo dos últimos 20 anos. Os meios de comunicação e marketing digital, como internet, computadores, smartphones e redes sociais mudaram o modo como vivemos e nos comunicamos. Seguem 10 dicas de sobreviver nesta nova selva publicitária:

1 – Sobreviveram à estas grandes mudanças quem as reconheceu e se adaptou.

2 – O marketing digital imobiliário está evoluindo:

A Internet criou milhares de novas oportunidades de marketing, dado o aumento de conteúdo, e-mail e marketing de mídia social.

Mesmo com a tecnologia adentrando a área imobiliária, os corretores de imóveis de hoje dependem fortemente de meios tradicionais de marketing, ou seja, propagandas em anúncios em jornais por exemplo. Este meio é muito eficiente ainda mas não atinge pessoas on-line e é aí que as pessoas gastam muito do seu tempo.

3 – É fundamental para os agentes e corretores de imóveis abraçar o marketing digital porque as pessoas mais do que nunca estão usando a internet para encontrar casas em sua área que estão à venda.

4 – Social Media Marketing é essencial

Redes de mídia social são exatamente o que os agentes imobiliários precisam para construir relações com potenciais compradores dentro de sua comunidade. Quanto ás principais redes de mídia social, que você deve considerar como agente imobiliário são Pinterest, Twitter, Facebook, Instagram, Google+ e LinkedIn.

5 – O porquê da eficiência das redes sociais no marketing digital imobiliário:

Fique em contato com os clientes

Seja mais acessível aos clientes

Responda mais rapidamente aos clientes

Comercialize os seus negócios para um público mais jovem

6 – Interessados neste tipo de mídia:

Os clientes comuns

As empresas de construção

Agentes judiciais

Investidores

Jornais e emissoras de TV

7 – Precisa de algumas idéias de marketing de mídia social frescas?

Faça perguntas aos seus seguidores, como: “Qual cozinha você escolheria para esta casa na praia?”, em seguida dê opções, posts como este envolve seus seguidores e vai fazê-los comentar suas preferências e compartilhar sua página.

8 – Outra grande ferramenta de mídia social é o seu cabeçalho. Atualizando esta peça-chave da mídia social imobiliária pode-se aumentar o seu alcance social e permite que você se conecte com alguém à procura de um imóvel.

9 -Marketing de conteúdo é importante

Marketing de conteúdo está se tornando a forma mais eficaz de atrair e converter prospectos em clientes. Marketing de conteúdo exige que você escreva conteúdo coadjutor. Postar vídeos curtos e escrever artigos são as formas mais eficazes de marketing de conteúdo.

10 – 70% dos consumidores acham que as empresas que criam conteúdo são mais comprometidas com a construção de um melhor relacionamento com eles.

 

Um dos maiores benefícios do marketing imobiliário é como ele impacta positivamente no resultado de suas buscas, tanto você cliente que busca seu imóvel, como você construtora que procura o cliente para seu imóvel.

(Post escrito originalmente pela equipe do Blogtecnoword)

Fonte: digitalimob

O que é Dimob e por que os corretores precisam ficar atentos?

15_corretor

Você sabe o que é Dimob? Se não sabe e é corretor de imóveis, é muito importante ficar atento a este conteúdo. e já ouviu falar, essa é uma boa oportunidade de saber mais informações sobre ela.

O que é Dimob?

Bom, primeiramente, vamos entender o conceito e como ela surgiu. Dimob quer dizer Declaração das Informações sobre Atividades Imobiliárias. É uma obrigação acessória anual, requerida pela Instrução Normativa 1.115 e deve ser entregue à Receita Federal via Certificado Digital. Como toda obrigação acessória, é de natureza fiscalizatória, ou seja, o governo instituiu para ter mais controle das movimentações existentes.

Quando e por que surgiu?

A Dimob surgiu em 2003. O motivo de sua criação foi o resultado de processos de fiscalização envolvendo grandes empresas do ramo de construção e administração de imóveis. Isso se seu um ano antes, em 2002, e foi identificado uma fraude da ordem de R$ 1 bilhão. Com base neste retorno dos processos, o governo instituiu a obrigação em 21 de fevereiro de 2003.

Quem deve entregar?

Deve entregar a Dimob todas as empresas de natureza jurídica que exercem as atividades de locação, intermediação ou venda de imóveis e é aí que entra a figura do corretor de imóveis, que está enquadrada no serviço de intermediação.

Fique atento a alguns pontos importantes: a Dimob só deve ser entregue se a sua empresa apresentou faturamento. Quando não apresentar faturamento, esta entrega é dispensada. Mas todo o recebimento de valores deve estar suportado por uma nota fiscal.

O que se pede na ficha?

Além disso, o empresário deve ter atenção às informações complementares, que também devem ser controladas por nota fiscal. São elas:

  1. – Dados do comprador (Nome completo e CPF)
  2. – Dados do vendedor (Nome completo e CPF)
  3. – Data do contrato de compra e venda do imóvel
  4. – Endereço completo do imóvel vendido
  5. – Valor do imóvel vendido

Prazo de Entrega:

A Dimob será entregue, até o último dia útil do mês de fevereiro do ano subsequente ao que se refiram as suas informações, por intermédio do programa Receitanet disponível na Internet.

Para a apresentação da Dimob referente aos fatos geradores ocorridos a partir do ano-calendário 2010, é obrigatória a assinatura digital da declaração mediante utilização de certificado digital válido, exceto para as pessoas jurídicas optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional) . Para os anos-calendário anteriores a 2010, a utilização do certificado digital é facultativa para a transmissão da Dimob.

Multa por atraso na entrega:

A não apresentação da Dimob no prazo estabelecido ou a sua apresentação com incorreções ou omissões acarretará a aplicação das seguintes penalidades, definidas no art. 57 da Medida Provisória nº 2.158-35, de 24 de agosto de 2001.

Art. 57 – O sujeito passivo que deixar de cumprir as obrigações acessórias exigidas nos termos do art. 16 da Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999, ou que as cumprir com incorreções ou omissões será intimado para cumpri-las ou para prestar esclarecimentos relativos a elas nos prazos estipulados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil e sujeitar-se-á às seguintes multas:

I – por apresentação extemporânea:

a) R$ 500,00 (quinhentos reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às pessoas jurídicas que estiverem em início de atividade ou que sejam imunes ou isentas ou que, na última declaração apresentada, tenham apurado lucro presumido ou tenham optado pelo Simples Nacional;

b) R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às demais pessoas jurídicas;

c) R$ 100,00 (cem reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às pessoas físicas;

II – por não cumprimento à intimação da RFB, para cumprir obrigação acessória ou para prestar esclarecimentos nos prazos estipulados pela autoridade fiscal: R$ 500,00 (quinhentos reais) por mês-calendário;

III – por cumprimento de obrigação acessória com informações inexatas, incompletas ou omitidas:

a) 3% (três por cento), não inferior a R$ 100,00 (cem reais), do valor das transações comerciais ou das operações financeiras, próprias da pessoa jurídica ou de terceiros em relação aos quais seja responsável tributário;

b) 1,5% (um inteiro e cinco décimos por cento), não inferior a R$ 50,00 (cinquenta reais), do valor das transações comerciais ou das operações financeiras, próprias da pessoa física ou de terceiros em relação aos quais seja responsável tributário.

§ 1º Na hipótese de pessoa jurídica optante pelo Simples Nacional, os valores e o percentual referidos nos itens II e III serão reduzidos em 70% (setenta por cento).

§ 2º Para fins do disposto no item I, acima, em relação às pessoas jurídicas que, na última declaração, tenham utilizado mais de uma forma de apuração do lucro, ou tenham realizado algum evento de reorganização societária, deverá ser aplicada a multa de que trata a letra b do inciso I do caput.

§ 3º A multa prevista no inciso I do caput será reduzida à metade, quando a obrigação acessória for cumprida antes de qualquer procedimento de ofício.

§ 4º Na hipótese de pessoa jurídica de direito público, serão aplicadas as multas previstas na alínea a do inciso I, no inciso II e na alínea b do inciso III.

Fonte: Conube

Como corretor imobiliário, Trump se saiu mal desde o começo

7_corretor

Em 2008, a Trump Mortgage desmoronou quando o mercado imobiliário implodiu e a economia dos EUA afundou em sua pior recessão desde a Grande Depressão.

Donald Trump tinha ouvido toda aquela conversa fiada sobre como o mercado imobiliário dos EUA estava superaquecido e sobre os problemas que vinham por aí.

Ele não se deixou abalar. Era o segundo trimestre de 2006 e ele estava abrindo caminho para um novo empreendimento de financiamentos imobiliários, a Trump Mortgage.

O hoje candidato à presidência dos EUA tinha grandes planos para a empresa. A sede ficaria em seu emblemático edifício, no número 40 de Wall Street, e iria intermediar US$ 3 bilhões em empréstimos só no primeiro ano e uns US$ 100 bilhões em dez anos.

Seu filho, Donald Jr., tinha ajudado a montar o plano de negócios. Naquele mês de abril, quando consultado sobre o surgimento de rachaduras nas fundações do mercado imobiliário, ele desdenhou e disse à rede de televisão CNBC que aquele era “um ótimo momento para abrir uma empresa de hipotecas”.

Um ano e meio depois, a Trump Mortgage estava fora do mercado. Junto com dezenas de outros bancos e corretoras, a empresa desmoronou quando o mercado imobiliário implodiu e a economia dos EUA afundou em sua pior recessão desde a Grande Depressão.

A empresa nunca chegou perto de suas metas de captação de recursos e deixou pelo menos um processo judicial, movido por uma corretora que alegou ter sido trapaceada em relação a uma comissão de US$ 238.000.

De todos os empreendimentos de Trump que não em imóveis – como filés de carne bovina, vodca, empresa aérea, jogo de tabuleiro, website de viagens, revista – este é talvez o que menos combina com a imagem de guru financeiro que ele cultiva durante a campanha à presidência.

Além de expor a pressa do bilionário para entrar em um mercado que estava à beira do abismo, este episódio ocorreu em um segmento intimamente vinculado aos imóveis.

Negócio arriscado

“Trump escolheu o pior momento para entrar nos financiamentos imobiliários, perto do fim do período de expansão”, disse Cliff Rossi, professor de finanças da Escola de Administração Robert H. Smith, da Universidade de Maryland.

É claro que outros executivos do setor financeiro também foram pegos de surpresa pela crise imobiliária. Contudo, Rossi, que já foi analista de risco de empréstimos ao consumidor do Citigroup, disse que a angústia no segmento hipotecário era palpável em 2006 e que muitos alertavam sobre o quanto o negócio tinha se tornado arriscado.

Hope Hicks, porta-voz de Trump, não respondeu aos pedidos de comentário da reportagem.

A Trump Mortgage era uma corretora de financiamentos de prédios comerciais e residenciais e também de empréstimos que usavam imóveis como garantia. A empresa cobrava taxas por atuar como intermediária entre os mutuários e os bancos. A instituição em si não concedeu nenhum empréstimo, por isso é difícil encontrar documentos e dados sobre o número de empréstimos geridos por ela.

Quando a empresa fechou, Trump adotou uma postura que agora é conhecida do público, distanciando-se do desfecho. Em agosto de 2007, ele disse à publicação Crain’s New York Business que tinha meramente concedido a licença de seu nome à empresa, responsabilizou as pessoas contratadas para administrá-la e voltou atrás em sua opinião em relação à atratividade das hipotecas.

“O setor de hipotecas”, disse ele, “não é um setor do qual eu particularmente gostava ou queria muito fazer parte”.

Fonte: Exame

Pesquisa revela que consumidores, imobiliárias e corretores de imóveis estão otimistas com 2017

24_corretor

Flexibilização da negociação de preços para compra e aluguel é outro fator compartilhado por todos.

 

Os consumidores e o mercado imobiliário acreditam que os preços de imóveis atuais estão altos, segundo pesquisa realizada pelo VivaReal. No entanto, 40% dos consumidores acreditam mais na diminuição dos mesmos, enquanto 64% dos corretores/imobiliárias apostam na estabilidade dos valores atuais. A pesquisa dentre outros temas, aborda as percepções principalmente relacionadas à economia, ao mercado imobiliário e ao perfil de consumidores, corretores e imobiliárias.

A pesquisa VivaReal (Pesquisa de Expectativas 2017) está disponível em http://bit.ly/VivaReal_perspectivas2017_dezembro2016. Pela primeira vez, o levantamento publicado semestralmente desde dezembro de 2014, também aborda expectativas do setor imobiliário. A pesquisa foi realizada com 1.545 Consumidores, 482 Corretores, 32 Imobiliárias espalhados em 326 cidades do País.

“O consumidor que ainda não encontrou seu imóvel pretende comprar em até 6 meses e observamos o aumento de flexibilização por parte de corretores e imobiliárias para negociação desses empreendimentos no próximo ano. Além de todos esperarem uma estabilidade nos preços, inclusive 45% dos consumidores”, explica Lucas Vargas, CEO do VivaReal.

De forma geral, o ano de 2017 traz maior confiança econômica tanto por parte dos consumidores quanto das imobiliárias e corretores. A incerteza em relação a economia do país representa 43% dos consumidores. Apesar disso, há otimismo em 41% deles e o pessimismo representa 16%. Os principais motivos que os consumidores incertos e pessimistas justificaram foram corrupção, crise econômica e crise política. Já 61% do mercado imobiliário está otimista, 35% está incerto sobre o panorama e o pessimismo assola apenas 4%.

A expectativa do consumidor, corretores e imobiliárias é muito positiva para o mercado imobiliário em 2017. Cerca de 70% dos players do setor estão otimistas com o mercado imobiliário em 2017 e 53% daqueles que estão procurando a casa dos sonhos também. A incerteza representa 27% e 36%, respectivamente.

Consumidores

O perfil do consumidor que participou do VivaReal Pesquisa de Expectativas 2017 é em maioria o público feminino (51%). Os entrevistados são casados ou estão em união estável (60%) e 65% ganham tem renda familiar média acima de R$ 3.418,00. A faixa etária de consumidores está concentrada entre 25 a 39 anos (40%).

Do público que buscou um imóvel recentemente, 84% ainda não encontrou a sua casa dos sonhos. A compra de imóveis representa 71% das intenções, o aluguel (22%) e apenas 7% já desistiram da busca . Entre os consumidores que buscam comprar imóveis e ainda não encontraram o imóvel dos sonhos, 66% desejam imóveis usados e 52% planejam usar financiamento e 28% devem pagar à vista. A permuta (17%) e o consórcio (3%) também foram listados. Já os 34% daqueles que desejam comprar lançamentos (novos) sugerem o financiamento (72%) como a principal forma de pagamento, seguido por permuta (12%), à vista (11%) e consórcio (3%). Esses consumidores esperam comprar o imóvel em até 6 meses.

Entre quem busca imóvel para aluguel (22%) e ainda não encontrou o imóvel dos sonhos, a pretensão é iniciar a locação por meio de antecipação de parcelas como garantia de pagamentos futuros, seguida do fiador (28%) e do seguro fiança (18%). Esses consumidores esperam alugar o imóvel em até 3 meses.

Entre aqueles que já encontraram (16%) sua casa dos sonhos, a locação representou 48%. Os novos proprietários de imóveis usados (30%) revelaram que obtiveram um desconto médio de 13% no preço inicial. Já os 22% que compraram lançamentos (novos), o desconto médio foi maior e atingiu 14%.
Segundo Vargas, a expectativa do mercado e dos consumidores segue a tendência das últimas previsões econômicas. “Há uma expectativa de melhora em diversos indicadores. Os dados da pesquisa demonstram que o mercado imobiliário e os consumidores estão mais otimistas e abertos para negociação. Diante do momento do mercado, são características interessantes para gerar maior liquidez”, conclui o CEO do VivaReal.

Sobre o VivaReal

VivaReal é uma plataforma digital que conecta imobiliárias, incorporadoras e corretores com consumidores que buscam um imóvel. São mais de 5 milhões de anúncios para compra e locação em mais de mil cidades brasileiras reunidos em um só lugar.

Com mais de 15 milhões de visitas por mês em seu site e aplicativos móveis, o VivaReal é líder em seu segmento de atuação e está presente com escritórios locais em 15 cidades brasileiras.

Fonte: Segs

Corretor de imóveis: 4 dicas para ter exclusividade na venda

Falar de exclusividade na venda no mercado imobiliário não é fácil, mas é  uma reflexão extremamente necessária. A captação por si só já é um tema que causa certo alvoroço entre os corretores, em função dos desafios que ela apresenta. E quando se fala em captação com exclusividade, o assunto fica ainda mais polêmico e envolve opiniões das mais diferentes vertentes.

De um lado, temos vendedores ávidos por uma negociação rápida e rentável. Em outro ponto, temos corretores que muitas vezes não estão plenamente capacitados para oferecer a exclusividade e transmitem uma visão deturpada desta importante forma de garantir maior segurança e agilidade à venda do imóvel. E entre estes dois elementos temos os potenciais compradores que, por sua vez, sentem-se acuados diante de uma possível instabilidade na transação imobiliária.

Legal? Ético? Não estou aqui para falar sobre princípios jurídicos e morais que englobam a exclusividade na venda do imóvel. Minha intenção é fazer uma abordagem prática que contribua para o aprimoramento do corretor de imóveis que neste momento está “em campo” e não sabe o que fazer para um direcionamento de percepção que consolide um contrato de venda em exclusividade.

E são exatamente estes comportamentos diferenciados que refletiremos nas 4 dicas a seguir que poderão torná-lo um especialista na obtenção da exclusividade e brilhante na arte de ser um corretor de imóveis de sucesso.

1. Por que devo lhe dar a exclusividade do imóvel?

Responda rápido a essa pergunta, você consegue? Caso demore mais de três segundos para começar a responder, sinto  dizer, você não deve continuar a ler este artigo. É isto mesmo, esta é uma resposta que o corretor deve ter na “ponta da língua”, pois é o principal questionamento que o vendedor do imóvel irá fazer.

Se você não souber responder satisfatoriamente ao proprietário do imóvel, não há NADA, eu repito, NADA que fará você conquistar bons resultados na captação de imóveis exclusivos.

Perceba, não estou aqui escrevendo sobre como fazer milagres. Já afirmei isso várias vezes: não há passe de mágica ou fórmula pronta no mercado imobiliário. Portanto, essa é a nossa primeira dica: Capacite-se, saiba dizer exatamente quais são as vantagens que o vendedor do imóvel terá ao trabalhar com você, amigo corretor. Quais são os aspectos que o diferencia no mercado e que o torna capacitado a ter a exclusividade na venda? Essa resposta não é minha, mas somente sua. Empenhe-se em descobri-la.

2.  Apresente a segurança e as vantagens da exclusividade

Se você chegou até aqui é sinal de que respondeu a primeira dica e sabe exatamente o que precisa ser dito. Parabéns, você está no caminho certo para prosperar no mercado imobiliário. Agora é a hora de apresentar a segurança e as vantagens que o vendedor terá ao deixar o imóvel em exclusividade com você.

Neste momento, é primordial que o corretor deixe evidente, não só com palavras, mas sobretudo, com atitudes e dados do mercado, que o seu maior objetivo  é oferecer a melhor solução imobiliária para o proprietário do imóvel e, consequentemente, para o cliente que vier a fechar o negócio, gerando  uma relação satisfatória para todas as partes envolvidas.

O vendedor, de uma maneira geral, quer que o seu imóvel seja negociado de uma forma ágil e por isso ele precisa de um corretor que esteja envolvido de fato na venda. Ele quer ter a certeza de que para o corretor essa não é mais uma venda, mas  a venda. Se o corretor perceber a sutileza desta relação e transformá-la em atitudes, não tenha dúvidas de que a exclusividade será conquistada.

Nesta etapa, é fundamental mostrar que a preocupação do corretor é com o melhor resultado da negociação. E uma das formas de demonstrar isso é explicando como na prática a exclusividade é vantajosa. Por exemplo, quando o imóvel está sob a exclusividade de um corretor ou de uma imobiliária, o proprietário tem a segurança de que não vai ter dissonância entre as informações acerca do imóvel.

É muito comum encontrar no mercado o mesmo imóvel, cuja venda não é exclusiva, ser negociado por valores diferentes, gerando instabilidade na negociação, pois o potencial comprador não encontra a confiança necessária para concretizar a compra. Essas incoerências, que só dificultam o fechamento, acontecem por que cada imobiliária ou corretor tem uma estratégia diferente. E o resultado disso, na maioria das vezes, é um prolongamento do período para a venda do imóvel.

3. Evidencie um trabalho direcionado da exclusividade

Quer ganhar a confiança do proprietário do imóvel? Apresente a ele como funcionam os bastidores de quem trabalha no mercado imobiliário. Explique como é a atitude dos profissionais em relação ao imóvel em exclusividade. Normalmente, este é um tipo de venda que é prioritária, pois o imóvel é visto como diferenciado. O corretor sabe da dificuldade que é conseguir um contrato de exclusividade e por isso valoriza mais as unidades inseridas nesta categoria.

Um imóvel exclusivo tem um trabalho mais direcionado, ele é a todo o momento acompanhado e monitorado. Além disso, o vendedor terá a tranquilidade de saber, exatamente, quais são os profissionais que estarão visitando a unidade. Isto reduz o número de especulações e garante uma maior segurança quanto aos visitantes que serão colocados dentro de casa, uma vez que em grande parte dos casos os proprietários ainda residem na unidade.

E mais, o imóvel em exclusividade conta com uma publicidade mais focada. Há um maior investimento e engajamento. Tudo isso deve ser transmitido ao vendedor do imóvel e esta terceira dica está diretamente ligada à dica número 1.

Assim sendo, a captação em exclusividade dá total controle ao corretor e ao vendedor. Por isso estas dicas que abordamos aqui funcionam como engrenagens que, cuidadosamente, precisam ser trabalhadas a fim de conquistar o resultado final:  maior rapidez e satisfação na transação imobiliária.

4. Transparência na negociação

Imagine-se contando o seguinte caso, que por sinal é real, para o proprietário do imóvel: Um imóvel é negociado em diferentes imobiliárias e por diferentes corretores. Um cliente interessado em comprar procura pelas imobiliárias A e B e solicita alguns documentos que para ele são essenciais para garantir a segurança na negociação. Na imobiliária A não há a documentação do imóvel, diferente do que acontece na imobiliária B. Pergunte ao proprietário em qual imobiliária ele julga que o cliente irá fechar o negócio?

Será exatamente na resposta do proprietário que estará o principal motivo para lhe dar a exclusividade. Ele precisa entender que a venda do imóvel requer transparência e a exclusividade gera isso. Com a exclusividade aumenta-se a probabilidade de que todos os documentos estejam em posse do corretor, possibilitando uma melhor análise da situação do imóvel, trazendo mais transparência para a negociação.

Corretor de imóveis tenha transparência na negociação do imóvel

É importante destacar que alguns documentos estão prontamente disponíveis, outros precisam ser pagos para ter acesso. Você acredita que um corretor que não tem a exclusividade do imóvel irá investir para ter acesso a toda uma documentação correndo o risco do negócio ser fechado por outro profissional? Dificilmente!

Consequentemente, é necessário ser transparente e explicar todas estas nuances ao vendedor que deixa sob a responsabilidade dos profissionais do mercado imobiliário a intermediação do imóvel. Eu, por exemplo, já identifiquei em uma análise de documentos que o vendedor estava em débito com a Receita Federal, o que impossibilitava a obtenção de uma documentação importante, e o vendedor nem sabia deste débito.

Desse modo, é necessário deixar claro que este processo de captação com exclusividade é uma troca, uma sociedade que se consolida e que dá ao corretor a tranquilidade para negociar, deixando comprador e vendedor mais seguros, pois sabem que estão lidando com um profissional diferenciado. Isso é desviar-se do padrão do mercado, quebrando as regras e buscando a qualidade suprema.

Muitas vezes o vendedor tem receio de deixar o imóvel em exclusividade por não compreender o trabalho do corretor de imóveis. Porém, isto não é culpa do proprietário e sim do próprio corretor de imóveis que muitas vezes não  está capacitado para conquistar a exclusividade.

É preciso inovar e ousar e estas quatro dicas aqui hoje apresentadas têm um poder incrível para provocar esta transformação de atitude. Tenha certeza que seus resultados serão superados na proporção da satisfação dos proprietários que deixam o imóvel em exclusividade com você.

Compartilhe conosco a sua opinião: para você, quais são os principais desafios para a captação em exclusividade? O que você tem feito para superar estes desafios? A sua prática pode ajudar  muitos profissionais que visam melhorar o seu desempenho na captação com exclusividade.

Fonte: Guilherme Machado