Segundo estimativa, projeção de crescimento no mercado imobiliário é de 5% a 10% em 2017

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De acordo com o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), a projeção de vendas e lançamentos do mercado imobiliário residencial em 2017 deve crescer entre 5% e 10%. O anúncio foi realizado pelo presidente da entidade, que afirmou que “estamos no fim de um ciclo de baixa e iniciando um ciclo de recuperação”.

Vale destacar que esse cenário de melhora já foi apontado pelo Secovi no final do ano passado, quando a economia apresentou uma melhora e a política uma certa estabilização. Ele garantiu que percebeu que a perspectiva de fato tem se cumprido a partir da queda da inflação e da taxa de juros.

O presidente do Secovi ainda ponderou que esses elementos têm o poder de estimular a comercialização de imóveis nos meses que estão por vir. Contudo, ele também destacou que o setor só voltará a reaquecer, de fato, com a volta da criação de empregos e a recuperação da renda da população – algo esperado apenas para o segundo semestre deste ano.

“As instituições financeiras também começam a vislumbrar um cenário em que não precisarão mais ser tão restritivas na concessão de financiamentos imobiliários. Além disso, o mercado imobiliário está com ofertas para todos os bolsos e, portanto, é um momento favorável ao comprador”, disse o vice-presidente de Imobiliário do Sindicato da Construção (SindusCon-SP), em entrevista à imprensa.

Dessa forma, se a perspectiva a respeito do mercado de fato se cumprir, o setor irá sofrer uma grande virada: afinal de contas, são três anos consecutivos de quedas. O Secovi-SP afirmou que os lançamentos de imóveis residenciais em São Paulo chegaram a 17,6 mil unidades no ano passado, queda de 23,3% em relação às 23,0 mil unidades de 2015. Em 2014, os lançamentos alcançaram 34 mil unidades, e em 2013, 34,2 mil.

A entidade lançou uma publicação que aponta, ainda, as vendas de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo: em 2016, foram 16 mil unidades em 2016, retração de 19,7% frente às 20,1 mil unidades comercializadas em 2015. Já em 2014, as vendas somaram 21,6 mil unidades, e em 2013, 33,3 mil. Com esse resultado, as vendas em 2016 foram as mais baixas da série histórica, que se iniciou em 2004.

“Os imóveis que custam até R$ 500 mil, cujas metragens variam entre 45 e 65 metros quadrados, deverão ser os mais procurados. Vale lembrar que o incentivo gerado pelo aumento do teto do FGTS para compra do imóvel novo movimenta não só o mercado imobiliário, mas a economia como um todo, já que haverá mais mão de obra e serviços contratados”, completou o presidente da entidade, também em entrevista à imprensa. Oportunidade única: Tenha contato com experts do mercado mundial no Superlógica Xperience 2017. Patrocinado

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Fonte: Exame

Atrasou o condomínio? Nova regra cobra mais rápido e pode tirar sua casa

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Quem tem apartamento próprio ou alugado sabe que todo mês chega o boleto do condomínio. Porém, pode acontecer de o morador não ter dinheiro suficiente para quitar a dívida. O que acontece nesses casos?

Se o morador não pagar o condomínio, ele terá um prazo bancário, geralmente de 30 dias, para quitar a dívida, mas precisará arcar com multa de 2%, juros de 1% ao mês, mais correção pela inflação do período atrasado.

Renato Daniel Tichauer, presidente da Assosíndicos (Associação dos Síndicos de Condomínios Comerciais e Residenciais do Estado de São Paulo), afirma que, em geral, o primeiro passo é a administradora do condomínio entrar em contato com o morador por carta ou através do síndico para verificar se de fato não houve o pagamento.

Se o atraso entra para o segundo mês, a administradora passa o pedido de cobrança para um advogado, que precisa ser contratado pelo condomínio. Se não houver pagamento, o escritório de advocacia já pode entrar com a ação contra o proprietário para exigir o pagamento.

O advogado especialista em direito imobiliário e condominial Rodrigo Karpat diz que não existe um valor mínimo para entrar com um processo, mas é preciso avaliar a dívida. “Por uma taxa de condomínio de R$ 100 não se justifica o ingresso de ação antes de alguns meses de atraso. Já um condomínio de luxo, com cota condominial de R$ 3.000, por exemplo, uma única cota já justifica o ingresso da ação”.

Nova regra deixou cobrança mais rápida

Angélica Arbex, gerente de relacionamento da Lello Condomínios, explica que com o novo CPC (Código de Processo Civil), que entrou em vigor em março de 2016, a cobrança de condomínio ficou mais rápida.

Antes, os processos de cobrança eram feitos em duas fases. Na primeira, era necessário provar que a dívida existia, o que poderia demorar entre dois e três anos, segundo Arbex. Só depois disso é que se pedia a execução da dívida, ou seja, exigia-se o pagamento.

“Desde o ano passado, a primeira fase não existe mais. Deixar de pagar o condomínio passou a ser considerado uma dívida real”, disse a gerente de relacionamento da Lello. Se o condômino não pagar o que foi determinado pelo juiz em três dias, ele terá a penhora online, ou seja, tudo o que está em sua conta bancária é direcionado para o pagamento da dívida. Se não tiver o dinheiro na conta, os bens são penhorados. Nessa fase, o proprietário pode perder o imóvel.

“A penhora do imóvel é o último recurso. O prazo para perder o imóvel dependerá do andamento do processo”, diz o presidente da Assosíndicos.

O advogado especializado em direito imobiliário e cível Alessandro Calistro afirma que se o imóvel for a leilão e a dívida do condomínio for menor, o proprietário receberá a diferença. Ou seja, se ele deve R$ 10 mil de condomínio e o imóvel vale R$ 200 mil, ao ter o bem penhorado, o dono receberá R$ 190 mil de volta.

As administradoras estão tentando resolver a situação sem ter que brigar na Justiça. Esse é um dos motivos apontados pelo Secovi-SP (sindicato das empresas do mercado imobiliário) para a queda de 26,2% nas ações por falta de pagamento de condomínio em janeiro na comparação com dezembro de 2016 na cidade de São Paulo. Em relação ao mesmo mês do ano passado, a redução foi de 10,3%.

Lista de devedores atrasados

Arbex afirma que, em São Paulo, caso o pagamento do condomínio deixe de ser feito, o morador pode ter o nome protestado e ir para a lista de devedores atrasados (inadimplentes).

Segundo ela, é permitido que no boleto seja detalhado quais unidades deixaram de pagar o condomínio, já que é uma prestação de contas para os outros moradores.

Porém, não pode haver divulgação de quem não pagou em lugares públicos. “Não pode colocar a lista de devedores no elevador onde transitam pessoas que são de fora do condomínio”, disse.

Sem votação

O presidente da associação explica que é possível impedir o morador com o condomínio atrasado de votar em assembleias, no caso de ser o proprietário do imóvel. Porém, não aconselha que a proibição ocorra para o uso das áreas comuns, como piscina, por exemplo. “Pode ser considerado proibição do direito de ir e vir. Não é recomendado”.

Proprietário é responsável

Quando o atraso do pagamento do condomínio é do inquilino, a cobrança vai para o dono do imóvel, segundo Calistro. Ele afirma que, normalmente, o proprietário é avisado pela administradora sobre a falta de pagamento.

O especialista diz ainda que no contrato de locação deve estar detalhado que a partir da data de locação, o inquilino é quem será responsável por pagar água, luz, IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e a taxa condominial, além do valor do aluguel. Se atrasar o pagamento do aluguel, a multa pode chegar a 10% por atraso. Já o boleto do condomínio tem multa de 2%, mais juros e correção.

CPF no boleto

A partir deste ano, os boletos precisarão ter o CPF do dono do imóvel. A medida também vale para os boletos de cobrança do condomínio. No ano passado, de acordo com Arbex, as administradoras pediram para que os moradores fizessem um cadastro. Algumas estipularam um prazo e determinaram que, se não fosse feita a atualização, o dado seria extraído do cadastro de imóvel e o morador teria que arcar com os custos dessa pesquisa. Arbex orienta a quem ainda não fez a atualização a procurar a administradora do prédio ou o síndico.

A medida será implementada aos poucos. Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), a partir do dia 10 de julho, a regra valerá para boletos com valor igual ou superior a R$ 50 mil. Já a partir de 11 de dezembro, todos os boletos deverão ter o CPF.

Para Walter Tadeu de Faria, diretor-adjunto de Negócios e Operações da Febraban, a mudança facilitará o pagamento das contas vencidas, que poderão ser quitadas em qualquer banco, além de evitar o pagamento duplicado e fraudes.

Fonte: UOL

Qual o melhor bairro para morar?

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O lugar escolhido para morar tem muita influência na qualidade de vida. A escolha deve respeitar critérios definidos antes mesmo de começar a buscar novo imóvel e inclui tanto a negociação de compra como a área que atenda melhor as necessidades diárias. Pensando nisso, o portal imobiliário VivaReal reuniu nove dicas para ajudar a encontrar o melhor bairro para residir. Confira abaixo.

1. Entenda quais são os seus deslocamentos mais frequentes

A rotina determina seu conforto e qualidade de vida em um bairro. Para quem vive em um grande centro urbano, os deslocamentos entre os pontos que precisam ser visitados diariamente são mais ou menos estressantes, conforme as necessidades de enfrentar o trânsito.Por isso, é importante ter em mente como esses deslocamentos são feitos, com qual frequência eles acontecem e em que medida podem ou não ser alterados. Com base nisso, você deve escolher o bairro que melhor se encaixa nessa logística diária. Você também pode levar em conta algumas mudanças, como as sugeridas na próxima dica.

2. Prefira o bairro que permita deslocamentos menores ou mais fáceis

Suponha que o seu local de trabalho não possa ser alterado, o que provavelmente acontece na maioria dos casos. Isso significa que um bairro mais próximo à empresa ou que tenha boas vias de acesso deve ser mais conveniente do que outro que não apresente essas qualidades. Se for esse o caso, você pode pensar em outras necessidades de deslocamento e até alterar aquelas que forem possíveis. Por exemplo, escolha um bairro que tenha mercados, academias e comércio. A conveniência de ter esses locais ao redor com certeza facilitará sua rotina.

3. Valorize os centros comerciais

Como vimos na dica anterior, a proximidade com relação aos centros comerciais e aos locais de lazer pode ser conveniente para evitar tantos deslocamentos. Se você morar perto de um supermercado, poderá fazer suas compras com maior frequência, na medida da sua necessidade. Assim, se precisar de uma garrafa de vinho ou se o café acabar, talvez você não precise nem tirar o carro da garagem para fazer as compras.Considere o mesmo para bancos, farmácias e outras lojas de produtos e prestadores de serviços. Aliás, vale dizer que, atualmente, os urbanistas percebem que quanto mais os bairros possuem essas conveniências, mais saudável se torna a vida urbana.

4. Observe a infraestrutura

Um bairro autossuficiente é um aspecto muito interessante que merece ser valorizado. Porém, autossuficiência não significa isolamento, o que quer dizer que você também deve prestar atenção na oferta de transporte público para o bairro. Mesmo para quem não utiliza o transporte público, é preciso considerar que outras pessoas podem precisar dela, como ocorre com os empregados domésticos e outros prestadores de serviço e até visitantes.Preste atenção na qualidade da iluminação pública, das vias de acesso e dos demais equipamentos urbanos. Outro aspecto que deve ser valorizado é a presença de parques, jardins e áreas verdes, que não só tornam o lugar mais bonito, como também influenciam na qualidade do ar e do clima local e podem servir como ótimas alternativas de lazer e para a prática de esportes ao ar livre.

5. Fique de olho na vizinhança

Da mesma forma que uma boa vizinhança pode tornar um bairro um ótimo local para se viver, ter vizinhos ruins pode significar um transtorno incontornável. Por isso, é fundamental conhecer bem a vizinhança, observando tanto as pessoas que moram ali, quanto às atividades empresariais que possam ser desenvolvidas na região.Nesse sentido, você deve considerar suas preferências pessoais. Afinal, há quem considere uma boa vizinhança aquela que é tranquila e que respeita os horários e as regras da vida em comunidade. Também há quem prefira as vizinhanças mais agitadas, menos afeitas a padrões de comportamento pré-definidos. Qualquer que seja a sua preferência, procure um bairro que seja adequado ao seu estilo de vida.

6. Atente-se para a qualidade das construções

O conjunto das construções de um bairro define a qualidade de vida ali e diz muito sobre as pessoas que vivem no local. De modo geral, lugares onde as construções são mal conservadas costumam valer menos do que aqueles onde as fachadas são bem cuidadas e os jardins se encontram bem tratados, o que pode até se tornar um atrativo financeiro. Porém, é possível que a vivência diária em um lugar onde as construções não são muito boas seja também menos agradável do que seria nos lugares onde os prédios são mantidos em melhores condições.

7. Caminhe pelas ruas e converse com as pessoas

Uma excelente maneira de conhecer um bairro é caminhando pelas suas ruas. Assim, você não só poderá observar de perto as características da vizinhança, como também poderá conversar com as pessoas sobre o dia a dia do lugar.Tenha a certeza de que uma boa conversa de calçada pode revelar muito mais sobre um bairro do que a melhor descrição de um corretor.

8. Não abra mão da segurança

Atualmente, a segurança é um aspecto que deve ser considerado como essencial. Por isso, preste muita atenção na infraestrutura de segurança que o bairro oferece.Naturalmente, os locais bem iluminados, onde há a presença de câmeras de segurança públicas ou particulares e que contam com policiamento ostensivo, são mais seguros do que outros que não possuem essas características.

9. Faça as visitas em horários alternados

Por fim, para ter certeza de que a sua escolha realmente recairá sobre o melhor bairro para morar, procure visitá-lo em horários diferentes: durante o dia, à noite e, se possível, até na madrugada. Afinal, ao longo do dia as características de um bairro podem mudar bastante. Por exemplo, o que é tranquilo durante o dia pode se tornar bastante movimentado no período noturno, ou vice-versa.

Fonte: ZH Imóveis

 

Especialista dá 5 dicas para quem está procurando imóveis

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Os preços dos imóveis caíram no ano de 2016. Segundo o Índice FipeZap, anunciado no encerramento do ano e que monitora os preços de imóveis de 20 capitais do país, houve uma queda real de 5,48% (descontando a inflação) nos preços do m² por todo o Brasil. Além disso, a inflação vem caindo fortemente. Para quem precisa comprar um imóvel, o cenário está ficando favorável. Porém, muitos são compradores de primeira viagem que não sabem exatamente por onde começar, nem quais os empreendimentos vale a pena investir. Para Mauro Jorge, gerente de vendas de imóveis, o comprador tem que estar atento a cinco itens principais, que devem ser considerados detalhadamente antes de fechar contrato:

1 – Localização
Segundo Mauro, a primeira coisa que o consumidor deve reparar é na localização do empreendimento, que varia conforme o tipo de consumidor. “Para casais que têm filhos, o mais indicado é observar se existem escolas e se o bairro é considerado seguro. Para jovens estudantes, a recomendação é procurar locais próximos a opções de lazer e entretenimento da cidade”. Outro ponto crucial é o transporte. “Se você possui transporte próprio, observe quais as opções de garagem que o empreendimento oferece. Caso dependa do transporte público, veja se existem linhas próximas do seu futuro lar”. Além disso, é importante atentar para comodidades do dia a dia como ir ao supermercados e se existem farmácias e hospitais próximos para emergências.

2 – Incidência solar
Numa cidade de clima quente como Teresina, é essencial pensar em como o sol afeta a região. “Observe qual o lado do nascer e do pôr do sol e prefira aqueles que possuem sombra na parte mais quente do dia”, diz Mauro. Além de proporcionar mais conforto para a família, receber sol pela manhã ajuda a evitar o acúmulo de umidade nas paredes e em alguns casos, a formação de infiltrações no imóvel.

3 – Segurança

A dica é sempre dar um passeio pelo bairro do empreendimento desejado antes de começar as negociações. Verifique se as ruas são bem iluminadas, se existe policiamento ou casos de atividades suspeitas próximas à região. Procure visitá-lo em diferentes horas do dia e converse com moradores do prédio ou da região. Caso o local apresente condições que não sejam favoráveis a sua rotina, procure outras opções junto ao seu corretor.

4 – Priorize o conforto
Ter em mente o conforto é essencial na escolha de um novo lar. Sempre tenham muito claro quais são as suas reais necessidades, como o tamanho da cozinha, sala para receber os amigos e quantos quartos o local possui. Defina suas prioridades e quais espaços da casa são mais importantes para você e invista nisso.

5 – Longo prazo
Mauro ressalta ainda a importância de pensar a longo prazo. “Faça projeções e não pense apenas no agora. Num investimento grande como é a compra de um imóvel, as suas necessidades podem variar conforme o tempo passe. Caso pense em ter filhos, escolha locais com mais de um quarto, por exemplo”, afirma. “Além disso, procure especialistas no mercado como corretores credenciados para ajudá-lo a fazer a melhor escolha”, finaliza.

Fonte: Cidade Verde

Saiba como identificar as fases do mercado imobiliário e o melhor período para comprar

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Depois de sofrer com a crise econômica em 2016, o mercado imobiliário finalmente tomou uma direção positiva. Mas, devido a esse caráter imprevisível, é preciso compreender cada uma de suas fases para determinar qual o melhor período para comprar um imóvel, sem cair em armadilhas. Para a advogada Joyce Bahiense, da empresa especializada em regularização de imóveis MR Consultoria, 2017 e 2018 são os anos ideiais para quem deseja e tem condições de investir ou de comprar um imóvel para morar. Veja quais são as fases do mercado imobiliário e como saber quando investir na casa própria:

Expansão

Joyce explica que a fase de expansão é marcada pelo encarecimento dos preços dos imóveis e início de aumento das ofertas:

– É quando as construtoras, com incentivos financeiros, dão início aos investimentos no setor, aumentando o número de lançamentos e a concorrência no mercado. Com estoque ainda alto, existem boas ofertas.

Boom imobiliário

Segundo a consultora, em um contexto de economia aquecida, mercado de trabalho estável, incentivo para o crédito e consequente baixa dos juros, o Brasil passou pela fase do boom imobiliário entre 2008 e 2013, período de expectativas pelos grandes eventos que o país receberia (Copa do Mundo de 2014 e Jogos Olímpicos Rio 2016).

Excesso de oferta

Em seguida, foi a vez do excesso de oferta, quando os preços dos imóveis se estabilizaram. Embora o contexto ainda seja caracterizado por otimismo com relação à economia, o número de imóveis vagos aumentou e a construção desacelerou.

– As construtoras ficam com um número elevado de empreendimentos para serem entregues, gerando um estoque maior. O crédito para novas construções também diminui e o endividamento aumenta – destaca Joyce, acrescentando que esta fase ocorreu a partir de 2013, quando a economia começou a dar sinais de desaquecimento e, principalmente, em 2015, ao se comportar como uma curva descendente.

Recessão

Em 2016, o país viveu a fase de recessão, com queda nos preços dos imóveis, enquanto a oferta continuava a crescer. Com o intuito de alavancar a economia, ainda no ano passado começaram a ser promovidos incentivos para as linhas de crédito, estimulando, portanto, a expansão do setor.

– Foi uma tentativa de reaquecer o mercado, porém esbarramos nas taxas de juros elevadas – diz Joyce.

Fonte: Extra

Como a Selic e a inflação afetam aluguéis e financiamentos?

Internauta quer saber qual a relação da taxa básica de juros e da alta generalizada dos preços com os valores dos aluguéis de imóveis e os custos de empréstimos
Selic é usada para controlar a inflação e influencia financiamentos
Selic é usada para controlar a inflação e influencia financiamentos

Dúvida do internauta: Gostaria de saber como e por que as variações da taxa Selic e da inflação afetam diretamente o valor do aluguel de imóveis e também dos financiamentos. Continue lendo…

15 cidades veem queda real nos preços dos imóveis à venda

Maior parte das 16 cidades acompanhadas pelo Índice FipeZap viu alta inferior à inflação para seus imóveis em abril; índice tem a menor elevação de sua história
Florianópolis (SC)
Florianópolis: é a primeira vez que tantas cidades do índice têm alta de preços inferior à inflação, o que se traduz em queda real de preços

São Paulo – Em abril, os imóveis à venda no Brasil tiveram a menor alta desde que os preços começaram a ser acompanhados pelo Índice FipeZap, que cobre 16 cidades brasileiras. O metro quadrado dos imóveis anunciados ficou apenas 0,5% mais caro, abaixo da inflação esperada para o mês, de 0,80%, segundo o Boletim Focus do Banco Central. Continue lendo…

Vendas de imóveis novos em SP caem 50% em fevereiro

Número de unidades residenciais vendidas despencou em relação ao mesmo período do ano passado; volume de vendas no bimestre é o pior desde 2004
Visão aérea do Parque Ibirapuera, em São Paulo
Vista do Parque Ibirapuera, em São Paulo: em volume de vendas primeiro bimestre de 2014 é o pior primeiro bimestre desde 2004

São Paulo – A venda de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo caiu 49,1% em fevereiro deste ano com relação ao mesmo mês do ano passado, divulgou nesta terça o Secovi-SP, sindicato das empresas do ramo da habitação. Continue lendo…

Preços dos imóveis desaceleram pelo quarto mês seguido

Preços dos metros quadrados de imóveis à venda sobem menos que a inflação esperada em doze das 16 cidades monitoradas no mês de março
Pontes: vista aérea de Porto Alegre
Porto Alegre: preços dos imóveis à venda na capital gaúcha caíram mais de 1% em março

São Paulo – Os preços dos imóveis brasileiros à venda continuam a desacelerar. Pelo quarto mês seguido, os valores dos imóveis anunciados subiram, em março, menos que ainflação esperada para o período. Continue lendo…

Devo comprar imóvel agora, ou espero o estouro de uma bolha?

Internauta quer saber se deve esperar que preços de imóveis caiam após a Copa para comprar a casa própria na cidade para onde acabou de se mudar

Imóveis na região do Jardins, São Paulo

Dúvida do internauta: Vendi um imóvel em Brasília e me mudei para São Paulo, por questões profissionais. Estou com 200 mil reais em mãos e estou na dúvida em relação ao que fazer: compro um imóvel imediatamente para morar (complementando o resto do valor com um financiamento ou carta de crédito deconsórcio) ou invisto a quantia em uma aplicação sugerida pelo banco para me render juros, à espera de um horizonte mais concreto sobre um possível estouro de uma bolha imobiliária após a Copa do Mundo. O que fazer? Devo mesmo temer uma bolha? Continue lendo…