Queda dos juros incentiva mercado imobiliário

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Nas últimas semanas, as projeções para a taxa básica de juros vêm caindo tanto para 2017 quanto para o próximo ano. O boletim Focus de junho, apresentado pelo Banco Central, previa taxa Selic de 8,5% para os dois anos. O relatório de 14 de julho, no entanto, apontou expectativa de queda, com 8% de Selic.

Alguns segmentos do mercado reagiram de forma imediata às novas projeções. O Santander saiu à frente dos concorrentes e anunciou redução de juros para créditos imobiliários. Segundo Gilberto Abreu, diretor executivo de negócios imobiliários e investimentos do banco, a decisão segue a posição de pioneirismo da instituição no mercado de crédito. “Mais do que acompanhar, o Santander quer ser protagonista na retomada do mercado imobiliário no Brasil.”

A nova taxa praticada pelo banco é de 9,49% ao ano pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), válido para imóveis usados com valores de 90 000 a 950 000 reais em Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e no Distrito Federal, e de 9,99% ao ano para Carteira Hipotecária (CH), que vale para imóveis acima de 950 000 reais nas mesmas regiões.

As novas taxas são válidas para clientes com relacionamento, ou seja, é preciso estar adimplente, realizar pelo menos uma nova compra por mês no cartão de crédito e escolher uma opção entre receber salário no Santander, capitalização, depósito programado em poupança ou seguro de vida, acidentes pessoais ou residencial.

Abreu garante que a taxa abaixo de dois dígitos não é o único diferencial do Santander. O banco está lançando uma plataforma online que permite aos clientes fazer uma simulação, aprovar crédito e enviar documentos por meio do celular ou de qualquer computador conectado à internet. “O interessado só precisará ir à agência uma única vez, para assinar o contrato”, afirma o executivo. Com a novidade, a expectativa é que o tempo médio de contratação desse tipo de financiamento se reduza de 60 para 30 dias.

 

 

Fonte: Exame

Quais as perspectivas para o mercado imobiliário no segundo semestre de 2017?

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Depois de um ano de incertezas e desaquecimento do mercado de imóveis, como foi 2016, os índices de vendas e aluguel de imóveis diminuiu em quase todas as regiões do Brasil, e logo, a demanda por novas construções também. Porém, a boa notícia é que 2017 prometeu ser um ano de retomada econômica e aos poucos as coisas vão acontecendo.

Para o segundo semestre, as expectativas são favoráveis, e isso se deve principalmente ao pacote de medida econômicas que foi anunciado no país desde o início do ano. As taxas de juros estão caindo e os preços de imóveis estão mais estabilizados, gerando uma onda de otimismo no setor imobiliário.

Mas você sabe quais são as perspectivas para o mercado imobiliário no segundo semestre de 2017? Separamos as principais tendências apontadas por especialistas para você se programar para as mudanças do mercado de imóveis nos próximos meses. Acompanhe.

Diminuição de taxas de juros e inflação 
A taxa de juros foi reduzida pela 3ª vez, e o mercado baixou sua previsão para 4,12%, por isso, a expectativa é que esse indicador fique abaixo da meta do ano, que seria 4,5%. Quando 2017 começou, a previsão era de 5,07%.

Isso mostra, de forma bastante clara, que as perspectivas para o mercado imobiliário no segundo semestre são muito otimistas. Essa situação reflete diretamente no poder de compra dos consumidores brasileiros e torna a compra de imóveis mais atraente.

Crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) 
A expectativa é que, ainda este ano, o PIB brasileiro cresça 0,47% e o mercado está bastante positivo com essa melhoria, já que, no ano anterior, o índice caiu pelo segundo ano consecutivo. Essa é uma mudança que contribui diretamente para a retomada do crescimento do mercado de imóveis, pois é um indicador utilizado para mensurar o comportamento da economia do país.

Redução da taxa de desemprego 
Com o crescimento do Produto Interno Bruto do Brasil, é natural que a geração de empregos aumente, colaborando para a redução da taxa de desemprego. Com mais pessoas empregadas, aumenta o público que tem condições de adquirir um imóvel e conseguir crédito, fazendo a economia girar e o mercado de imóveis crescer.

A taxa de desemprego é um dos fatores mais decisivos para o mercado imobiliário, já que, dificilmente, uma pessoa sem trabalho irá comprar um imóvel ou se mudar de casa.

Mudanças nas regras de financiamento de imóveis 
Outro ponto que influencia o mercado de imóveis são as regras para financiamento. As mudanças anunciadas pela Caixa Econômica Federal no começo do ano já estão tendo seus efeitos percebidos. A instituição aumentou o teto do financiamento de imóveis de R$1,5 milhão para R$3 milhões, além de lançar uma faixa R$1,5 milhão no programa Minha Casa Minha Vida.

Por isso, as perspectivas para o mercado imobiliário no segundo semestre são as melhores, afinal todas essas mudanças anunciadas pela Caixa Econômica Federal abrem novas possibilidades de compra de imóveis e amplia o público que pode financiar.

São muitos os sinais positivos para a economia e mercado de imóveis do Brasil para o segundo semestre de 2017. Por isso, se você tem um negócio ligado a este setor, como incorporadoras, imobiliárias ou fundos imobiliários, é importante estar preparado para a retomada do mercado ainda este ano. Algumas dicas são:

  • Melhoria de processos internos por meio de automatização de atividades e aumento da produtividade;
  • Trabalhar com entusiasmo, e principalmente, incentivar sua equipe;
  • Definir as melhores metas e objetivos de acordo com as tendências de mercado em busca de eficiência e resultados;
  • Manter uma boa rede de contatos para encontrar parcerias, indicações e fechar mais negócios;
  • Trabalhar todas as oportunidades geradas pelo seu negócio da forma mais inteligente possível.

Colocar essas estratégias em prática fica mais fácil quando você conta com um software que gera informações inteligentes e ajuda a automatizar atividades e controlar todas as áreas da sua empresa.

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Fonte: Terra

Fundos imobiliários se recuperam e sinalizam a retomada do setor

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Após o fraco desempenho entre 2013 e 2015 devido à crise econômica, os fundos de investimento que aplicam recursos no setor imobiliário esboçaram recuperação em 2016 e podem oferecer ganhos mais expressivos aos investidores neste ano.

Com cotas negociadas em Bolsa, esse tipo de aplicação rendeu em média 32,3% no ano passado, conforme o índice Ifix, que reflete o desempenho dos fundos imobiliários mais negociados. Em 2017, acumulam retorno de 10,5% até a sexta­feira passada (12).

A volta dos rendimentos atraentes nesse segmento está diretamente relacionada a sinais recentes de possível retomada da economia, como o ciclo de redução da taxa básica de juros (Selic) iniciado em outubro de 2016.

Na prática, a queda dos juros afetou a rentabilidade das aplicações de renda fixa, levando os poupadores a buscar opções de investimentos mais rentáveis.

Os fundos também reagem à expectativa de uma melhora no mercado imobiliário. Entre os especialistas, o consenso é que o pior momento já passou, mas há desafios a serem enfrentados.

“Após um período de forte queda, a previsão é de estabilização no preço dos imóveis. Mas isso deve acontecer se a crise política não influenciar a recuperação econômica”, afirma o economista Luiz Calado, autor do livro “Imóveis” (Editora Saraiva).

ALTERNATIVA

Com aplicação de recursos em escritórios, shopping centers, agências bancárias, hospitais e hotéis, entre outros empreendimentos, os fundos imobiliários são uma alternativa mais barata para quem deseja investir em imóveis ­ em alguns casos, a aplicação mínima é de apenas R$ 100.

O investidor pode lucrar com a valorização das cotas na Bolsa, processo igual ao de compra e venda de ações. Entretanto, assim como ocorre com as ações, os preços também podem cair.

Outra vantagem é que muitos fundos oferecem rendimento mensal, isento de Imposto de Renda para pessoa física. “É uma opção de geração de renda com foco na aposentadoria”, diz Mauro Calil, especialista em investimentos do banco Ourinvest.

Para reduzir riscos, especialistas recomendam optar por carteiras diversificadas, compostas por imóveis de diferentes setores e regiões.

Com a crise, muitas empresas reduziram o quadro de funcionários e optaram por espaços menores, levando a um aumento no número de imóveis vagos.

“No Rio de Janeiro, por exemplo, construíram muitos prédios, mas como a economia não teve o ‘boom’ esperado com o pré­sal e a Olimpíada, os imóveis ficaram sem inquilino e, consequentemente, os preços caíram”, afirma André Lassance, da XP Investimentos.

Como os imóveis ficaram relativamente mais baratos, o investidor voltou a prestar atenção nesse investimento, com perspectiva de ganhos no longo prazo, à espera da ercuperação da economia.

VACÂNCIA

O cenário otimista esperado para fundos imobiliários não vale para todas as aplicações. A regra básica é pesquisar a qualidade e a localização do imóvel antes de investir neste tipo de produto.

“Ainda há fundos com alta vacância”, diz Anita Scal, sócia da área de investimentos imobiliários da Rio Bravo.

No caso dos fundos que investem em shoppings, a valorização depende do movimento varejista. Contratos de aluguel têm uma parcela fixa e uma variável, atrelada ao faturamento dos lojistas.

Mas o varejo não tem exibido sinais positivos.

Em março, as vendas caíram pela 24ª vez na comparação com o mesmo mês do ano anterior, segundo o IBGE. E, endividados, 25% dos paulistanos não iriam presentear mães neste domingo (15), segundo a FecomercioSP.

Produtos que investem em agências bancárias também merecem atenção redobrada.

Com a tendência de fechamento de agências, o retorno dos fundos imobiliários no segmento pode deixar a desejar, aponta Raul Grego, analista da Eleven Financial.

“O potencial de valorização e pagamento de dividendos no longo prazo é maior para fundos que investem em shoppings e edifícios comerciais”, afirma o analista.

Grego também vê boas oportunidades em prédios comerciais: “Há ativos excessivamente desvalorizados”.

Enquanto o setor vivia seu auge, em 2012, houve excesso de oferta de imóveis, lembra Demetrios Freitas de Araujo, analista da Rio Bravo Investimentos.

Fonte: Folha

Mercado do luxo já vale quase 5% do PIB. São 9000 milhões

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Foi em outubro do ano passado que Jo Ellison regressou a Portugal, após 15 anos sem visitar o país. A editora de moda do jornal britânico Financial Times veio ver com os próprios olhos os motivos para tanto burburinho. “O mundo inteiro quer visitar Portugal. O renascimento do país nos últimos anos é incrível”, conta em conversa telefónica com o Dinheiro Vivo, dias antes de aterrar em Lisboa, para onde quis trazer a Cimeira do Luxo, que arranca hoje na capital.

Depois de 12 anos a dar a volta ao mundo, os organizadores da FT Business of Luxury, que reúne os principais líderes do setor, quiseram perceber o segredo por trás da ascensão de Portugal como destino de luxo.

“A ideia de fazer o evento em Lisboa surgiu na cimeira do ano passado, em São Francisco, quando conversávamos sobre o incrível renascimento da cidade a nível cultural. E percebemos que todos partilhávamos a perceção de que Portugal, e Lisboa em particular, é hoje um dos melhores sítios para se estar e para aproveitar. Foi considerada pela Condé Nast Traveller como a cidade mais cool do mundo no ano passado, receberam a Web Summit em novembro, têm imensa arquitetura moderna e têm uma gastronomia incrível que está a ganhar popularidade”, sublinha Jo Ellison.

Das palavras aos atos foi um pequeno passo. “Fiz questão que a cimeira deste ano fosse em Portugal”, garante a britânica.

O setor do luxo não está a dar os primeiros passos no país, mas nos últimos cinco anos registou um crescimento sem precedentes. “O segmento não tinha qualquer expressão antes de 2012. Tudo o que está a acontecer hoje vem tudo do movimento do imobiliário, que depois gerou turismo”, explica Helena Amaral Neto, coordenadora dos cursos dedicados ao luxo do ISEG.

Não existem estudos concretos sobre o peso do setor como um todo na economia portuguesa, mas a especialista não tem dificuldade fazer as contas. “Só na componente imobiliária associada aos vistos Gold estamos a falar de 2,7 mil milhões de euros. Se juntarmos o turismo de luxo, o retalho, o setor automóvel, entre outros, chegamos facilmente a um valor de vendas global próximo dos 5% do PIB”, estima a docente. É qualquer coisa como 9000 milhões de euros.

Só no ano passado foram vendidas perto de 7500 casas consideradas de luxo em Portugal, ou seja, 20 imóveis milionários por dia, perto de 6% do total das propriedades vendias. Lisboa, Cascais, Sintra e Algarve estão no topo das preferências dos investidores, na grande maioria estrangeiros.

“Temos condições de luxo que não são comparáveis com qualquer capital europeia. Além de que no setor imobiliário somos muito baratos para o nível que temos. Dois milhões de euros não compram nem um T2 em Londres”, sublinha Helena Amaral Neto, que identifica uma tendência específica que terá vindo para ficar. “Costumo chamar-lhe a quarta invasão francesa”, brinca. É entre os gauleses que o estatuto de residente não habitual, criado em 2010, tem vindo a conquistar mais adeptos.

O regime que oferece uma década de benefícios fiscais atraiu mais de 10 mil estrangeiros em 2016. Um número que deverá triplicar este ano, caso se mantenha o ritmo registado nos dois primeiros meses do ano, em que foram feitos mais de seis mil pedidos. “A grande maioria são franceses e são do segmento alto, que vai alimentar o imobiliário de luxo”.

No retalho, as atenções estão todas viradas para Oriente. A criação de rotas diretas entre Portugal e China a partir do verão vai potenciar um mercado ainda por explorar. “Os chineses são dos principais consumidores de retalho de luxo da Europa. São turistas que organizam as viagens em função das compras. E compram na Europa porque lá os produtos de luxo custam quase o dobro, por motivos fiscais. Em Portugal temos uma vantagem adicional que é o IVA a 23%. Os clientes chineses podem pedir o reembolso, o que faz com que em Portugal as compras saiam ainda mais baratas”, explica a docente.

No primeiro trimestre do ano, segundo dados da Global Blue, cada cidadão chinês que fez compras em Portugal gastou em média 644 euros. A liderança continua a pertencer aos visitantes angolanos, que representam 38% das compras realizadas por cidadãos que não pertencem ao espaço europeu. Nos primeiros três meses de 2017, as compras tax-free aumentaram 51% face a 2016.

Não é só a venda de bens de luxo que está em alta no país. Aos pouco, Portugal está também a conseguir afirmar-se na produção de nível premium. “Há muitas marcas de luxo que começam a olhar para Portugal como opção para produzir roupa e sapatos. Acredito que em breve poderão competir com Itália, por exemplo”, refere Jo Ellison. A editora do Financial Times afirma ainda compreender a opção de estrelas como Michael Fassbender, Monica Belucci ou Eric Cantona, que recentemente compraram casa no país.

“As pessoas procuram Portugal devido à qualidade de vida. Sabem que vão comer bem, que o tempo vai estar incrível e que têm o mar sempre por perto. É um país que está a ser redescoberto também pelos portugueses. As pessoas reconhecem que o país tem imenso potencial para florescer. E o mercado do luxo está muito atento a isso porque sabe que Portugal não se restringe às lojas de marca para compras, vai muito além. Lisboa é o sítio ideal para se ter a experiência completa de uma vida de luxo. É a combinação perfeita entre o moderno e o tradicional”.

Prova de que Portugal está no epicentro do setor do luxo é a agenda dos próximos meses. No final de junho a capital recebe a INNOCOS Summit, um evento de dois dias dedicado ao setor da cosmética que contará com responsáveis de marcas como Chanel ou Estee Lauder.

Quem também escolheu Lisboa como palco da próxima grande conferência dedicada ao segmento foi o grupo Condé Nast, proprietário de publicações como a Vogue, GQ e Vanity Fair. O evento promete trazer a Portugal mais de 500 participantes entre 18 e 19 de abril do próximo ano.

Helena Amaral Neto destaca outro fator que está a colocar Portugal na rota dos milhões. “O contexto atual favorece-nos. As ameaças terroristas ou a situação política de países como Reino Unido, França ou Brasil tornam Portugal muito atrativo. A questão da segurança, que se calhar às vezes não valorizamos porque damos como adquirido, hoje em dia é um verdadeiro luxo”.

Fonte: Dinheiro Vivo

Preço de imóveis no Sul da Flórida sobe em ritmo mais lento desde 2012

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Os preços dos imóveis no sul da Flórida estão subindo em ritmo mais lento desde que a economia começou a se recuperar em 2012, permitindo aos trabalhadores a chance de recuperar o atraso de uma severa crise imobiliária, de acordo com um medidor econômico.

Os preços das casas nos condados de Miami-Dade, Broward e Palm Beach subiram 6,1% ano a ano, seguindo dados de novembro, de acordo com o índice S & P CoreLogic Case-Shiller. Essa taxa de crescimento lenta ainda é maior do que a média nacional de 5,6%.

Mas o crescimento local desacelerou significativamente nos últimos dois anos, à medida que os investidores latino-americanos tiveram que lidar com o dólar mais forte e o mercado imobiliário parado.

Os preços locais cresceram a taxas de dois dígitos em 2013 e 2014, pressionando os trabalhadores a encontrarem imóveis a preços acessíveis uma vez que os rendimentos se estagnaram.

Agora, o Sul da Flórida está alcançando outras regiões em crescimento anual, como Seattle (10,4%);Portland, Oregon (10,1%);Denver (8,7%);Dallas (8,1%);e Tampa (8,1%).

Em geral, os preços das casas no sul da Flórida ainda estão longe de retornar como eram antes do período da chamada “crise da bolha”, ficando ainda cerca de 78% do pico de 2006, de acordo com o índice Case-Shiller.

Nacionalmente, uma escassez de casas a preços acessíveis está levando a guerras de licitação e elevando os preços. Em novembro, a Case-Shiller atingiu recorde pelo terceiro mês consecutivo.

“Os preços domésticos continuam a crescer em um ritmo acelerado, impulsionado em grande parte pela alta demanda de compradores de casas e oferta limitada de casas disponíveis para venda”, disse Svenja Gudell, economista-chefe do site imobiliário Zillow.

“Mas mesmo que o ritmo de crescimento do valor de casas continue a crescer, o crescimento dos aluguéis está se esgotando e estabilizando, o que – combinado com uma série de outros fatores – provavelmente começará a impactar o mercado para venda mais cedo ou mais tarde”, afirmou.

Com informações do Miami Herald.

Fonte: Gazeta News

Saiba como identificar as fases do mercado imobiliário e o melhor período para comprar

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Depois de sofrer com a crise econômica em 2016, o mercado imobiliário finalmente tomou uma direção positiva. Mas, devido a esse caráter imprevisível, é preciso compreender cada uma de suas fases para determinar qual o melhor período para comprar um imóvel, sem cair em armadilhas. Para a advogada Joyce Bahiense, da empresa especializada em regularização de imóveis MR Consultoria, 2017 e 2018 são os anos ideiais para quem deseja e tem condições de investir ou de comprar um imóvel para morar. Veja quais são as fases do mercado imobiliário e como saber quando investir na casa própria:

Expansão

Joyce explica que a fase de expansão é marcada pelo encarecimento dos preços dos imóveis e início de aumento das ofertas:

– É quando as construtoras, com incentivos financeiros, dão início aos investimentos no setor, aumentando o número de lançamentos e a concorrência no mercado. Com estoque ainda alto, existem boas ofertas.

Boom imobiliário

Segundo a consultora, em um contexto de economia aquecida, mercado de trabalho estável, incentivo para o crédito e consequente baixa dos juros, o Brasil passou pela fase do boom imobiliário entre 2008 e 2013, período de expectativas pelos grandes eventos que o país receberia (Copa do Mundo de 2014 e Jogos Olímpicos Rio 2016).

Excesso de oferta

Em seguida, foi a vez do excesso de oferta, quando os preços dos imóveis se estabilizaram. Embora o contexto ainda seja caracterizado por otimismo com relação à economia, o número de imóveis vagos aumentou e a construção desacelerou.

– As construtoras ficam com um número elevado de empreendimentos para serem entregues, gerando um estoque maior. O crédito para novas construções também diminui e o endividamento aumenta – destaca Joyce, acrescentando que esta fase ocorreu a partir de 2013, quando a economia começou a dar sinais de desaquecimento e, principalmente, em 2015, ao se comportar como uma curva descendente.

Recessão

Em 2016, o país viveu a fase de recessão, com queda nos preços dos imóveis, enquanto a oferta continuava a crescer. Com o intuito de alavancar a economia, ainda no ano passado começaram a ser promovidos incentivos para as linhas de crédito, estimulando, portanto, a expansão do setor.

– Foi uma tentativa de reaquecer o mercado, porém esbarramos nas taxas de juros elevadas – diz Joyce.

Fonte: Extra

Pesquisa revela que consumidores, imobiliárias e corretores de imóveis estão otimistas com 2017

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Flexibilização da negociação de preços para compra e aluguel é outro fator compartilhado por todos.

 

Os consumidores e o mercado imobiliário acreditam que os preços de imóveis atuais estão altos, segundo pesquisa realizada pelo VivaReal. No entanto, 40% dos consumidores acreditam mais na diminuição dos mesmos, enquanto 64% dos corretores/imobiliárias apostam na estabilidade dos valores atuais. A pesquisa dentre outros temas, aborda as percepções principalmente relacionadas à economia, ao mercado imobiliário e ao perfil de consumidores, corretores e imobiliárias.

A pesquisa VivaReal (Pesquisa de Expectativas 2017) está disponível em http://bit.ly/VivaReal_perspectivas2017_dezembro2016. Pela primeira vez, o levantamento publicado semestralmente desde dezembro de 2014, também aborda expectativas do setor imobiliário. A pesquisa foi realizada com 1.545 Consumidores, 482 Corretores, 32 Imobiliárias espalhados em 326 cidades do País.

“O consumidor que ainda não encontrou seu imóvel pretende comprar em até 6 meses e observamos o aumento de flexibilização por parte de corretores e imobiliárias para negociação desses empreendimentos no próximo ano. Além de todos esperarem uma estabilidade nos preços, inclusive 45% dos consumidores”, explica Lucas Vargas, CEO do VivaReal.

De forma geral, o ano de 2017 traz maior confiança econômica tanto por parte dos consumidores quanto das imobiliárias e corretores. A incerteza em relação a economia do país representa 43% dos consumidores. Apesar disso, há otimismo em 41% deles e o pessimismo representa 16%. Os principais motivos que os consumidores incertos e pessimistas justificaram foram corrupção, crise econômica e crise política. Já 61% do mercado imobiliário está otimista, 35% está incerto sobre o panorama e o pessimismo assola apenas 4%.

A expectativa do consumidor, corretores e imobiliárias é muito positiva para o mercado imobiliário em 2017. Cerca de 70% dos players do setor estão otimistas com o mercado imobiliário em 2017 e 53% daqueles que estão procurando a casa dos sonhos também. A incerteza representa 27% e 36%, respectivamente.

Consumidores

O perfil do consumidor que participou do VivaReal Pesquisa de Expectativas 2017 é em maioria o público feminino (51%). Os entrevistados são casados ou estão em união estável (60%) e 65% ganham tem renda familiar média acima de R$ 3.418,00. A faixa etária de consumidores está concentrada entre 25 a 39 anos (40%).

Do público que buscou um imóvel recentemente, 84% ainda não encontrou a sua casa dos sonhos. A compra de imóveis representa 71% das intenções, o aluguel (22%) e apenas 7% já desistiram da busca . Entre os consumidores que buscam comprar imóveis e ainda não encontraram o imóvel dos sonhos, 66% desejam imóveis usados e 52% planejam usar financiamento e 28% devem pagar à vista. A permuta (17%) e o consórcio (3%) também foram listados. Já os 34% daqueles que desejam comprar lançamentos (novos) sugerem o financiamento (72%) como a principal forma de pagamento, seguido por permuta (12%), à vista (11%) e consórcio (3%). Esses consumidores esperam comprar o imóvel em até 6 meses.

Entre quem busca imóvel para aluguel (22%) e ainda não encontrou o imóvel dos sonhos, a pretensão é iniciar a locação por meio de antecipação de parcelas como garantia de pagamentos futuros, seguida do fiador (28%) e do seguro fiança (18%). Esses consumidores esperam alugar o imóvel em até 3 meses.

Entre aqueles que já encontraram (16%) sua casa dos sonhos, a locação representou 48%. Os novos proprietários de imóveis usados (30%) revelaram que obtiveram um desconto médio de 13% no preço inicial. Já os 22% que compraram lançamentos (novos), o desconto médio foi maior e atingiu 14%.
Segundo Vargas, a expectativa do mercado e dos consumidores segue a tendência das últimas previsões econômicas. “Há uma expectativa de melhora em diversos indicadores. Os dados da pesquisa demonstram que o mercado imobiliário e os consumidores estão mais otimistas e abertos para negociação. Diante do momento do mercado, são características interessantes para gerar maior liquidez”, conclui o CEO do VivaReal.

Sobre o VivaReal

VivaReal é uma plataforma digital que conecta imobiliárias, incorporadoras e corretores com consumidores que buscam um imóvel. São mais de 5 milhões de anúncios para compra e locação em mais de mil cidades brasileiras reunidos em um só lugar.

Com mais de 15 milhões de visitas por mês em seu site e aplicativos móveis, o VivaReal é líder em seu segmento de atuação e está presente com escritórios locais em 15 cidades brasileiras.

Fonte: Segs

COMO SER UMA IMOBILIÁRIA CAMPEÃ DE VENDAS

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Ter uma imobiliária campeã de vendas é o sonho de todo corretor de imóveis. Mas, como atingir esse objetivo? Fomos pesquisar os segredos das empresas que são sucesso e descobrimos que elas têm três fatores em comum.

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