Brasileiros investem no mercado imobiliário americano e conseguem o visto de cidadãos americanos, de forma rápida e fácil

 

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De acordo com dados do Banco Central, de 2007 a 2015 a compra de imóveis no exterior por brasileiros saltou 201% e o local que mais atrai investimentos é o Estados Unidos, que concentra 40% da preferência. Segundo dados da National Associationof Realtors, divulgados pela Profile ofInternational Activity in U.S.

Residential Real Estate, o Brasil está em 7º lugar entre os países que mais investem no mercado de imóveis americano, com um total de US$ 1,7 bilhão. Isso significa que, somente entre 2015 e 2016, os brasileiros compraram 6.446 imóveis nos Estados Unidos, representando 3% do total de investidores estrangeiros que adquiriram casas ou apartamentos no país.

Entre os benefícios de se investir em imóveis nos EUA está a oportunidade de se conseguir o Green Card, o visto de cidadão americano de forma rápida, fácil, sem sorteios ou listas de espera. Isso acontece através do EB-5, também conhecido como “visto de investidor”, que garante a cidadania americana aos estrangeiros que fazem investimento mínimo de US$ 500 mil no país com o objetivo de geração de postos de trabalho.

E o benefício ainda é estendido aos seus filhos com idade até 21 anos, que passam a ter os direitos de um cidadão americano, como a possibilidade de redução da anuidade nas universidades do país, por exemplo.

Organizado pela Legacy Plus Realty e Mirantte Soluções Imobiliárias, o evento trará palestras sobre câmbio e capitais com parceiros da Abrão Filho, além de especialistas com larga experiência em imigração e em negócios na área imobiliária para esclarecer dúvidas sobre diversos assuntos que são importantes para os investidores brasileiros, desde a segurança, a legislação tributária americana, como abrir e movimentar contas e tudo sobre o EB-5.

Orlando e Miami, na Flórida, cidades muito procuradas nas férias, despontam como as preferidas nas pesquisas sobre investimentos imobiliários e, no evento, serão apresentados dois empreendimentos nesses locais, o Le Rêve e o 5350 Park, como grande oportunidade de fazer negócios.

Entre os dias 17 e 19 de maio de 2017, São Paulo recebe o evento gratuito Miami Open House, que traz assessoria completa aos brasileiros que querem investir no mercado imobiliário americano.

A novidade deste ano é a escolha de renomados salões de beleza de alto luxo como locais dos eventos com o objetivo de atrair tanto homens como mulheres que são potenciais investidores da área. Realizado das 18h às 21h, o Miami Open House tem vagas limitadas e acontece dia 17 de maio no Espaço Be, na rua Augusto Tolle, 696, Santana e nos dias 18 e 19 de maio, no Jacques Janine, na rua Colômbia, 299, Jardim América.

Fonte: Terra

Confira três novidades no setor hoteleiro de Miami

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Um dos destinos favoritos dos brasileiros segue apresentando novos empreendimentos hoteleiros ao mercado. O Greater Miami Convention & Visitors Bureau destacou três novidades na hotelaria de Miami – que incluem renovações e inaugurações. Confira a seguir.

SHERATON MIAMI AIRPORT HOTEL & EXECUTIVE MEETING CENTER
O hotel anunciou oficialmente a conclusão de sua expansão e reforma, que teve investimentos na ordem de US$ 10 milhões.

As mudanças foram feitas nos 405 quartos do empreendimento, além das áreas da piscina, lobby, entrada e embarque e desembarque. A reforma no hotel é um complemento de uma reestruturação realizada na área de eventos da propriedade, que conta com mais de 1,5 mil metros quadrados. O Sheraton Miami Airport Hotel & Executive Meeting Center é o único hotel certificado pela Associação Internacional de Centros de Conferência (IACC) no sul da Flórida.

BETSY HOTEL SOUTH BEACH
Após reforma recente, o Betsy-South Beach agora conta com 130 quartos, dois restaurantes liderados pelo chef Laurent Tourondel, um complexo de piscinas no topo do prédio e quase 1,4 mil metros quadrados de espaço para eventos. A expansão do empreendimento envolveu a preservação e reabilitação dos dois hotéis históricos e suas fachadas, além da adição de novas estruturas e do complexo do topo do edifício.

AC HOTEL MIAMI AVENTURA
Com inauguração marcada para este mês, o AC Hotel Miami Aventura by Marriott irá oferecer 233 quartos e estará localizado a poucos minutos do Aventura Mall e do Gulfstream Park. O hotel contará com espaço para co-working durante o dia que, à noite, será transformado em um bar.

Além disso, os hóspedes também poderão utilizar uma área de leitura com jornais, revistas, guias locais, e outra área multimídia com sofás, televisão e serviço de wi-fi gratuito.

Fonte: Panrotas

Hotelaria anuncia novidades em Miami durante mês de maio; veja

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Agitado, o mês de maio traz muitas novidades para a cosmopolita Miami (EUA), principalmente no ramo da hotelaria. Isso porque o destino recebe, este mês, três hotéis muito esperados. O Sheraton Miami Airport Hotel & Executive Meeting Centerque finalmente concluiu sua reforma de US$ 10 milhões; o Betsy-South Beach, que após dois anos de reforma se tornou praticamente um novo hotel; e o AC Hotel Miami Aventura by Marriott®, que será inaugurado ainda esse mês. Confira abaixo as novidades de cada um:

SHERATON MIAMI AIRPORT

O Sheraton Miami Airport Hotel & Executive Meeting Center, único hotel membro do IACC no sul da Flórida, anuncia oficialmente a conclusão de sua grande expansão e reforma de US$ 10 milhões, que foi comandada pelo Puccini Group, grupo de renome internacional em decoração de hotéis.

Durante a renovação, foram feitas inovações nos 405 quartos do hotel, no lobby e na área da piscina, além da entrada e da área de embarque e desembarque. A intervenção complementa aquela feita ao espaço de eventos do hotel, que teve seus 1.580 m2 reformados recentemente. As melhorias incluem ainda o espaço para eventos: são 1.580 m² de espaço renovado, versátil e personalizado, com capacidade para grupos de 30 a 300 pessoas em um único piso. O complexo conta ainda com um Club Lounge 24 horas, academia de ginástica, preços especiais para o renomado campo de golfe Melreese e transfer 24h de cortesia para o aeroporto.

BETSY HOTEL SOUTH BEACH

Betsy-South Beach, um dos mais aguardados projetos hoteleiros de luxo de Miami Beach, revela sua expansão após dois anos de reforma. O hotel recém-entregue agora conta com 130 quartos, dois restaurantes liderados pelo premiado Chef Laurent Tourondel, um extenso complexo de piscinas no topo do prédio e quase 1.400 m² de espaço dedicado a eventos especiais.

A expansão envolveu a preservação e reabilitação dos dois hotéis históricos e suas fachadas, reforma do emblemático hall do Carlton, adição de novas estruturas e do complexo do topo do edifício e revitalização da ruela 14th Place/Espanola Way, no lado norte da propriedade. O hotel completo inclui o edifício original na Ocean Drive, agora conhecido como o setor “Colonial”, que continuará a ser o local de recepção dos hóspedes, e o edifício da Collins Avenue, completamente reformado, agora conhecido como o setor “Art Deco”. Ele servirá de entrada para eventos privados e para o Conservatory, refinado café e bar para hóspedes e visitantes. As estruturas são conectadas por uma ponte, concebida como uma peça pública de arte conhecida como “The Orb”, e formam um único hotel.

AC HOTEL MIAMI AVENTURA

Viajantes que buscam um hotel estiloso e funcional em um centro urbano se encantarão com o AC Hotel Miami Aventura by Marriott®, que será inaugurado este mês. A propriedade de 233 quartos fica a poucos minutos do Aventura Mall e do Gulfstream Park. Os AC Hotels by Marriott apresentam um estilo cosmopolita e dinâmico, com fortes conexões com a comunidade local. Cada propriedade é construída do zero e projetada com o turista do século 21 em mente, definindo uma nova forma viajar.

O AC Lounge conta ainda com espaço para co-working durante o dia que, à noite, transforma-se em bar, onde são servidos coquetéis e aperitivos. Ele também oferece uma área de leitura com jornais, revistas, guias locais, área multimídia com sofás confortáveis, TV de 52″ e Wi-Fi gratuito. A cozinha oferece delícias do café da manhã durante todo o dia, como frios e queijos cortados ao estilo europeu, iogurtes, quiches e café Nespresso.

Fonte: Mercados&Eventos

6 dicas para sua primeira viagem à Miami

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Viajar para um lugar diferente é sempre uma experiência única, mas nem tudo são flores quando você viaja para uma cidade com um estilo de vida diferente do seu, assim como Miami. Além de ter uma cultura diferente por ser em outro país, Miami é uma cidade muito turística e às vezes se programar é muito importante.

Se você está embarcando para Miami pela primeira vez, é bom conhecer algumas particularidades sobre a cidade e se preparar para os mais variados cenários.

Confira 6 dicas e aproveite ainda mais sua viagem para Miami:

1- Cuidado com as altas temperaturas

Miami é famosa por suas praias, o que acaba tornando uma parte essencial no roteiro de viagem de qualquer um. Mas em Miami, principalmente nos dias bons para praia, não dá para vacilar, pois o sol é muito forte. Para não acabar o dia com as costas ardendo, colocando a sua saúde em risco, não esqueça o protetor solar e evite horários em que o sol é muito forte.

2- Cuidado com o português

Ao viajar para um país estrangeiro às vezes temos tendência de falar qualquer coisa, pensando que as pessoas não vão entender. Em Miami, existem muitos brasileiros e latinos, então é bom tomar cuidado para evitar passar por situações desagradáveis, comentando sobre pessoas ou serviços de maneira explícita ou ofensiva.

3- Cuidado ao beber em Miami

Nos Estados Unidos existe restrição em relação à idade permitida para consumir bebidas alcoólicas. Menores de 21 não podem beber, e aqueles que tiverem bebido podem acabar a noite na delegacia, mesmo com níveis alcoolicos baixos. Beber e dirigir, assim como em qualquer lugar do mundo, é uma péssima ideia, e a polícia faz questão de testar os motoristas nas estradas durante a noite.

 4- Gorjetas em Miami

As gorjetas são muito importantes nos Estados Unidos e especialmente na Flórida. Com salários baixos, garçons dependem especialmente das gorjetas para viver, portanto, seja generoso. Cerca de 20% sobre a conta final é um valor considerado como correto.

5- Cuidado com as filas nas Baladas de Miami

Miami tem algumas das melhores baladas do planeta, somando isso ao fato de ser uma cidade turística é muito difícil fugir das filas na hora de entrar nos locais. É importante ficar ligado nas festas com maior aglomerado de pessoas e se programar com antecedência, para chegar com tempo e evitar a decepção de passar horas na fila, até por que se a casa lota você pode ainda ser barrado.

6- Defina antes seu roteiro

Miami é uma cidade repleta de atrações para todos os gostos. É de extrema importância, pesquisar antes de viajar e definir os principais passeios em Miami que você gostaria de fazer. O importante na hora de planejar os passeios é prestar atenção nos horários, para não ter um mínimo de tempo livre entre um passeio e outro. Assim você evita ser surpreendido por algum imprevisto e pode aproveitar melhor os passeios e ainda descobrir outros tipos de atrações. Ao planejar a sua viagem deixe um tempo livre para realizar atividades que poderá descobrir quando já estiver na cidade.

Por fim, o mais indicado é contratar um serviço de turismo e guia em Miami. Algumas empresas especializadas oferecem a possibilidade da realização de diversos city tours em Miami, assim como os serviços de traslado e turismo receptivo para brasileiros, com o foco de fazer você aproveitar ao máximo sua viagem sem nenhuma preocupação.

Fonte: Embarque na viagem

Disney revela detalhes da nova área de Star Wars

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Durante o Star Wars Celebration, que comemorou os 40 anos de uma das sagas mais conhecida do planeta, a Disney revelou mais alguns detalhes sobre o parque temático Star Wars, que tem previsão de lançamento em 2019.

Em um vídeo exibido na convenção foi revelado que a nova área será como uma extensão do universo Star Wars. O designer Doug Chiang, da Lucasfilm, disse que projetou a Star Wars Land como se fosse um filme.

Fazem ainda parte da atração personagens da Primeira Ordem e da Resistência, que aparecerão andando pelas ruas. Cada área contará com duas atrações e espaços para refeições.

O presidente e CEO da Walt Disney Company, Bob Iger, já havia mencionado que este seria um projeto ambicioso da Disney. As áreas de Star Wars serão as maiores expansões com temas únicos em seus resorts na Flórida e na Califórnia.

 

 

Fonte: Mercado&Eventos

Especialista revela os maiores erros dos brasileiros ao comprarem imóveis no exterior

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SÃO PAULO – Investir em imóveis no exterior é uma das formas mais utilizadas por investidores para diversificação e proteção cambial, permitindo alocar em mercados com moedas mais fortes e estáveis, como é o caso dos Estados Unidos, por exemplo. Por se tratar de um processo entre países com diferentes culturas, modos de se fazer negócio e leis, o investidor precisa estar atento aos detalhes, às regras e é fundamental que ele deixe para trás alguns hábitos.

De acordo com Daniel Rosenthal, diretor do Investir USA Expo, a busca por imóveis em território norte-americano tem se tornado muito comum entre brasileiros, que querem, além de proteção patrimonial, experimentar e vivenciar o “sonho americano” utilizando o imóvel quando este não se encontra alugado. Além disso, ele explica que os EUA oferecem confiança e crédito, algo que ‘já não se encontra mais no Brasil’: “Aliado ao sentimento de instabilidade financeira e insatisfação, o brasileiro tem procurado investir nos EUA, abrir um negócio ou se mudar e viver por lá”, conta.

Rosenthal explica que a vantagem não se encontra somente na possibilidade de financiamento para estrangeiros, mas também nas altas taxas de ocupação, na agilidade dos processos de venda e aluguel das propriedades e nos valores para investimento, que começam em R$ 180 mil para as casas de férias em Orlando, por exemplo.

Dentre os principais destinos, Orlando e Miami lideram a preferência dos brasileiros, seja pela proximidade cultural ou pela proximidade com a capital do entretenimento, Walt Disney World, em que a estrutura hoteleira já não suporta a demanda. Cidades como Georgia (Atlanta), Dallas (Texas), Los Angeles e San Diego, na Califórnia, também estão na lista.

Com relação à rentabilidade vinda do aluguel, Rosenthal afirma que a locação de imóveis nos Estados Unidos costuma apresentar uma taxa de 6% a 8% ao ano, contra 4 a 5% a.a. em imóveis residenciais no Brasil. Ainda segundo ele, em 2016 o mercado imobiliário norte-americano teve uma valorização média de 6%.

Para uma propriedade mais rentável e segura, Rosenthal listou os principais problemas dos brasileiros ao adquirir um imóvel nos EUA. São eles:

1- Não abandonar o “jeitinho brasileiro”

“O brasileiro deve abandonar o jeito de fazer negócios no Brasil quando for fazer negócios nos EUA, como o jeitinho brasileiro e a lei da vantagem, porque lá isso não funciona. Nos EUA as regras são sérias e é isso o que passa a credibilidade do negócio, pois as condições são iguais para todos”, afirma.

2- Não ter objetivos bem definidos

A venda de imóveis, segundo ele, é consultiva nos Estados Unidos, ou seja, o comprador precisa ter claro seus objetivos, preferências, tempo de utilização própria, orçamento, etc. “Nos EUA, é preciso entender os sonhos dos clientes para adequar o melhor produto”, diz.

3- Não valorizar o papel do corretor de imóveis

Rosenthal explica que nos Estados Unidos ninguém investe sem corretora, uma vez que quem paga a comissão do corretor de imóveis é a construtora. “Lá o preço é o mesmo com ou sem corretor. Por isso, seja assessorado por um corretor no Brasil ou de lá, pois você só tem a ganhar, já que a pessoa é preparada para ajudar nos detalhes do processo”.

4- Comprar um imóvel como Pessoa Física

Daniel conta que qualquer pessoa pode comprar um imóvel nos EUA, desde que tenha passaporte, visto (caso queira usufruir da propriedade), e comprovar a origem – lícita – do dinheiro. Não é recomendado, porém, que se compre um imóvel como Pessoa Física, pois o imposto de herança para estrangeiros pode chegar até 50% do valor do imóvel.

“Abra uma empresa – é somente um status de empresa e pode ser feito no mesmo dia (não precisa vender nada nem ter funcionários) – e compre como Pessoa Jurídica. Ao colocar o imóvel no nome desta empresa, ele, ficará protegido da tributação. Mais tarde, se quiser fechar, o processo será ainda mais rápido do que foi para abrir”.

5- Não conhecer as leis locais e de cada condomínio

Rosenthal explica que os condomínios possuem exigências próprias e regras de acordo com o per¸l da cidade. Em Orlando, por exemplo, o proprietário pode alugar o imóvel por curtas temporadas (dias, semanas, meses) e quando quer utilizar para si próprio, bloqueia na corretora. Isso, porém, não acontece em Miami. Lá, não há muita flexibilidade, como na terra do Mickey, e o mínimo permitido por lei para locação é seis meses.

Fonte: InfoMoney

Shopping de luxo em Miami terá expansão ainda este ano

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SÃO PAULO – O Aventura Mall, shopping de luxo de Miami, na Flórida, está com planos de expandir seu complexo ainda este ano. Atualmente com mais de 300 lojas, o shopping está construindo uma nova ala projetada pelo arquiteto Carlos Zapata, que será formada por três andares e 30 mil m2, que prometem uma maior variedade de lojas, restaurantes, uma galeria de arte contemporânea e também um lounge VIP.

Em comunicado, o shopping afirmou que o novo espaço foi projetado para criar uma integração convidativa entre o interior e o exterior do estabelecimento, o que inclui uma seleção de obras e uma escultura de 28 metros de altura do famoso artista belga Carsten Höller, por onde os visitantes poderão deslizar.

“Nossa visão é criar um novo local de confraternização, onde os residentes locais e visitantes possam conectar-se com diversas experiências interativas”, disse Jackie Soffer, CEO e membro do conselho da Turnberry Associates, proprietária e administradora do Aventura Mall. “A nova ala é destinada a tornar-se um dos espaços mais dinâmicos do Sul da Flórida”, completa.

De acordo com a empresa, o destaque da nova ala será a loja de dois andares da britânica Topshop Topman, a primeira da marca na cidade. Além disso, a loja Zara voltará ao shopping e novas marcas como Pomellato e Under Armour também farão parte das opções para compras.

Com relação à praça de alimentação, o shopping promete uma evolução do modelo tradicional, trazendo o Treats Food Hall, com curadoria de mais de 12 galerias de diferentes culinárias, assim como, um ambiente “mais descontraído”, com mesas, balanços, banquetas e mesas de bar compartilhadas. Além disso, será possível jantar ao ar livre em restaurantes como CVI.CHE 105, Serafina, Pubbelly Sushi, Harry’s Pizzeria e Blue Bottle.

Já o espaço VIP, por sua vez, será um lounge central que incluirá espaços para convidados, onde será possível jogar sinuca, assistir TV, relaxar, ler, e aproveitar a área de bar e restaurante que se abrirá para o terraço. O local poderá ser ainda, locado para eventos privados.

Confira algumas imagens do projeto:

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Fonte: InfoMoney

Fundador da Anhanguera inaugura universidade para brasileiros na Flórida

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Foi inaugurada nesta terça-feira (3) a Miami University of Science and Technology (Must), apresentada como a “primeira universidade dos Estados Unidos voltada preferencialmente para estudantes brasileiros”.

O empreendimento é uma iniciativa do professor brasileiro Antônio Carbonari Netto, que foi fundador da Anhanguera Educacional (criado em 1994, o grupo foi vendido em 2014). Atualmente Carbonari é membro do Conselho Nacional de Educação (CNE), cargo para o qual foi nomeado em julho de 2016.

O início das matrículas na Must será em agosto e o campus fica em Hollywood, na região do Aeroporto Internacional de Fort Lauderdale. O objetivo é que a universidade atenda também estudantes de outros países da América Latina e do Caribe. Inicialmente, estão previstos os seguintes cursos:

  • Mestrado em Administração de Saúde
  • Mestrado em Negócios Internacionais
  • Mestrado em Tecnologias Emergentes em Educação
  • Bacharel em Ciências em Gestão de Saúde
  • Bacharel em Ciência em Negócios Internacionais
  • Associado de Ciência em Gestão de Saúde
  • Associado de Ciência em Negócios Internacionais
  • Associado de Ciência em Gerenciamento de Segurança Privada

O ministro da Educação, Mendonça Filho, participou da inauguração na Flórida. “Precisamos olhar os brasileiros que residem no exterior como cidadãos em sua totalidade, que precisam da nossa atenção, respeito e acolhimento. (…) Nossos jovens passam a ter um campo mais vasto do ponto de vista profissional e pessoal”, afirmou o ministro em nota.

Ensino à distância ou presencial

De acordo com o fundador, a Must vai se adequar à realidade local. “O diploma universitário representa um melhor projeto de vida, ampliando a empregabilidade e a ascensão junto à comunidade de que participa. Além do mais, vamos tornar possível que pessoas que trabalham o dia todo tenham condições de estudar à noite ou pelo ensino on-line”, disse Carbonari em nota.

Segundo o MEC, é a primeira vez que um brasileiro monta uma universidade em território norte-americano. No empreendimento, 60% do capital foi investido por Carbonari e os demais 40% são de responsabilidade do americano John Peterson, responsável pela área acadêmica, e do administrador de empresas brasileiro Fernando Ruiz.

Fonte: G1

Crise no Brasil aumenta a oferta de imóveis no sul da Flórida

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Para quem busca investir no mercado de luxo, Miami se tornou um local atrativo e cheio de opções, onde compradores e investidores estão com o poder de negociação. Mas esse não é o caso das chamadas “single family homes” tanto em Broward, Palm Beach, e mesmo em Miami: as poucas opções no mercado continuam favorecendo mais os vendedores.

Miami, que até pouco tempo contava com 80% de seus compradores vindo da Venezuela, Brasil, Argentina e outros países da América do Sul, viu esse mercado diminuindo por causa da crise econômica, em paralelo com o surgimento de novos apartamentos de luxo sendo colocadas no mercado. Ou seja, a oferta está bem acima do que o número de compradores.

Para a corretora Sandra Key, da United Realty Group, que trabalha nos condados de Miami, Broward e Palm Beach, mesmo com a alta do dólar e a crise no Brasil, o brasileiro continua acreditando que investir em um imóvel nos EUA é mais seguro, mas a proporção e os valores que esses brasileiros podem investir diminuiu bastante.

Sandra trabalha com um público local, americanos, investidores, brasileiros e latinos também. “Eles continuam investindo nem que seja menos, $100 mil, $200 mil, $300 mil dólares. A ideia é ter algo seguro aqui”, conta.

“Este ano está muito mais favorável para os investidores conseguirem bons negócios no mercado de Miami. Em Broward e Palm Beach, ainda é favorável para quem está vendendo. Temos pouco inventário porque os donos estão segurando sem saber o que vai acontecer com a economia. Os preços estão altos comparados ao ano passado, até porque os aluguéis subiram drasticamente então é vantagem alugar os imóveis em vez de vendê-los”, diz Sandra.

Segundo ela, há bastante casas no mercado hoje, mas os preços ainda estão bem altos – principalmente em Broward e Palm Beach. “Muita gente resolveu segurar mais, esperar as eleições. Agora essas pessoas estão avaliando o que é melhor fazer. Tenho clientes que colocaram propriedades para vender e tiraram do mercado, com a esperança de vender mais caro após as eleições. E essa parece ser a tendência: do jeito que está, os preços estão subindo”.

O preço médio de casas (single family homes) no condado de Broward em janeiro era de $311 mil dólares (10% a mais que há um ano), de acordo com o Greater Fort Lauderdale Realtors Association. Em Palm Beach, o preço médio era $310 mil dólares (9% a mais que há um ano), segundo o Realtors Associaition de Palm Beach. Miami-Dade também viu um aumento de 15% em relação ao ano passado, com o preço médio de $310 mil dólares.

“Hoje, uma casa de três quartos e dois banheiros, em uma área de boas escolas, de classe média, entre Deerfield, Coconut Creek e Boca Raton não se encontra por menos que $300 mil dólares. Apartamentos de dois quartos nessas categorias começam por $150 mil dólares em Coconut Creek”, explica Sandra.

Financiamentos
“O que está acontecendo para favorecer o mercado para compradores são novos meios e oportunidades para facilitar o financiamento, tais como o Florida Grant, que garante 5% de entrada para o comprador de média/baixa renda; e o Conventional Lenders Finance, onde o comprador da 1% de entrada e o banco dá os outros 2%”.

Mesmo com preços altos, comprar ainda é a melhor opção frente aos aluguéis em alta. “Em relação aos clientes locais, se você está pagando um aluguel de $1.600 dólares (por dois quartos, hoje em dia) e tiver condição de receber uma ajuda e conseguir um financiamento com juros baixos, em que sua prestação ficará menor que o aluguel, sem sombra de dúvidas é melhor você pagar pelo seu imóvel do que pela prestação de outra pessoa”, avaliou Sandra. “Não tem matemática – é a lógica. Aluguel é bom negócio para o proprietário do imóvel, somente”.

Miami
Segundo Folko Weltzien, broker imobiliário e cofundador da Miami Realty Solution Group, em Downtown Miami, e da LUX Realty Solution, em Sunny Isles, “o estrangeiro não parou de procurar e comprar em Miami, mas houve uma redução”. “Os preços agora estão baixando, já que o estrangeiro que comprou há quatro anos agora está procurando revender. Só que, para isso, ele tem que dar um desconto que está mais ou menos 20% do valor pago no auge de 2014, um pouco antes de começar a crise no Brasil e o fortalecimento da moeda americana”.

Entre 2011 e 2016, 45 novos prédios foram construídos na cidade de Miami e 94% das 5.802 novas unidades colocadas no mercado foram vendidas. No entanto, de acordo com levantamento da Related ISG, publicado no segundo semestre de 2016, há 62 prédios (11.158 unidades) ainda sendo construídos, com 80% das unidades vendidas até a publicação do relatório, além de 26 prédios ainda na planta (2.574 unidades), das quais 20% das unidades já foram vendidas. O total chegará a 130 prédios (19.534 unidades).

De acordo com Folko, compradores estrangeiros, que antes representavam 80%, hoje são 50% dos compradores ante 50% locais. “Ainda temos bastante estrangeiros atrás da segunda casa, ou aqueles que querem se mudar para cá porque estão cansados de seus países, mas o número baixou bastante”, disse. “Como sabemos, grandes empresas de milionários no Brasil estão em crise e isso refletiu bastante na redução do mercado de luxo aqui – não só por causa do Brasil como o mundo todo, que não está no melhor momento econômico”.

Com escritório em Key Biscayne desde 1989, a decoradora de interiores residenciais, Adriana Sabino, viu uma queda drástica na sua quantidade de projetos, já que tem trabalhado somente com brasileiros nos últimos anos. “A crise no Brasil é certamente um dos fatores mais importantes no esfriamento do mercado imobiliário de Miami. O ano passado foi péssimo para os agentes imobiliários e a consequência natural foi a falta de trabalho na minha área. Se as propriedades imobiliárias não são vendidas, não tenho como trabalhar. Tive cliente que suspendeu o projeto por causa da crise no Brasil”.
Apartamentos

Em janeiro, houve uma queda de 10% nas vendas de apartamentos em Miami-Dade, de acordo com o Miami Realtors Association. Isso acontece por causa da quantidade de novas unidades no mercado, o que está baixando os preços também.Imóveis cujo pé quadrado custava $2.600 dólares, hoje estão saindo a $1.600 dólares, segundo Sandra Key.

“Miami vive sem dúvida um ‘buyers market’ em relação ao mercado de luxo. Para investidores e pessoas com o sonho de ter um apartamento em Miami-Dade, em Sunny Isles, por exemplo, esse momento é excelente com grandes barganhas. Apartamentos que antes não saíam por menos de $1 milhão de dólares, agora podem ser encontrados por $700 mil dólares”, disse Sandra.

“Vai ter muito apartamento saindo no mercado. A questão é que agora vai começar um período de absorção desses imóveis novos, mas tudo depende da economia estrangeira, o valor do dólar, quanto esses estrangeiros estão ganhando em seus países para poderem investir aqui, etc”, disse Folko.
Ainda é cedo para dizer em qual direção o mercado imobiliário irá após a eleição de Trump, mas Folko diz que o clima é de otimismo.
“Estamos otimistas, sim, que ele vá fazer alguma coisa pelo mercado imobiliário, já que esse é o mercado onde ele fez a própria fortuna. Por isso acreditamos que ele vai favorecer o mercado imobiliário”, conclui.

Fonte: Gazeta News

Bairro de Miami que inspira projeto de Doria obtém lucro com grafite de rua

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Era uma vez uma imensidão de galpões abandonados, de janelas lacradas, cegas à paisagem cinza recortada por cercas de arame farpado. Wynwood, hoje o bairro mais colorido de Miami, em nada lembra aquilo que já foi um dia.

No fim da década de 1990, o distrito do balneário americano que o prefeito João Doria (PSDB) mira como modelo do “grafitódromo” que quer implantar na capital paulista era um descampado urbano -a antiga zona industrial perdeu suas fábricas para a China e ninguém se atrevia a andar por suas calçadas.

“Não tinha gente por lá, era desolador. Era impossível tomar um café na rua”, lembra David Lombardi, primeiro empresário a desbravar há 20 anos aquilo que mais tarde viraria um shopping a céu aberto decorado por murais de grafiteiros badalados. “Sem querer, descobri uma cena artística ali que poderia acontecer.”

Lombardi então usou a tal cena como maior arma de seu projeto de maquiagem urbana. Deixou que grafiteiros pintassem todos os prédios dos quatro quarteirões que comprou e logo passou a alugar os antigos galpões do bairro para galerias de arte -o bairro chegou a ter 60 delas.

Na sequência, vieram restaurantes estrelados e butiques de luxo. Também vieram outros especuladores, como Tony Goldman, que “gourmetizou” a onda grafiteira convocando Jeffrey Deitch, poderoso galerista nova-iorquino, para fazer uma seleção dos melhores e mais rentáveis nomes para colorir as fachadas -as chamadas Wynwood Walls hoje atraem mais de 1 milhão de visitantes ao bairro a cada ano.

Wynwood foi de cenário de filme de terror a meca hipster pelas mãos desses dois homens. Agora, entra no estágio final de evolução com o projeto do israelense Moishe Mana, que comprou as últimas quadras do bairro já com planos de erguer museus inteiros, com mais paredes entregues aos jatos de spray.

Enquanto isso, desde que Doria iniciou seu programa zeladoria urbana, a cidade de São Paulo tem presenciado uma verdadeira “guerra do spray “. O prefeito promete agora criar lei para punir pichadores com multas de até R$ 50 mil, uma forma de desestimular essa prática.

LOUVRE NA SARJETA

“Será a maior instituição de arte do mundo, com 250 mil metros quadrados”, diz um extasiado Gene Lemay, presidente executivo do projeto de Mana. “É maior do que o Louvre e o Metropolitan.”

Esse espírito empreendedor grandiloquente vem sendo turbinado desde a virada do milênio pela Art Basel Miami Beach, evento suíço que abriu na cidade americana o que veio a ser a maior feira de arte dos Estados Unidos.

Ou seja, aquilo que Doria quer criar em São Paulo com respaldo da máquina pública é dominado pela iniciativa privada em Miami. Wynwood se tornou tão lucrativa que os empresários do bairro bancam do próprio bolso a limpeza das ruas e o reforço da segurança, já que, segundo eles, a prefeitura há tempos abandonou a região.

Só agora, quase duas décadas depois, o governo local quer implementar uma lei para submeter projetos de murais em locais públicos à aprovação de um conselho -até aqui, os proprietários decidem o que fazer com as fachadas.

Mas Wynwood, adianta a vice-diretora de planejamento urbano de Miami, Luciana Gonzalez, ficará de fora da regra, talvez porque ali o sistema não parece incomodar.

David Snow, chefe do departamento de urbanismo de Miami, diz que a “arte não é regulamentada pela cidade”. Também não faz distinção entre pichação e grafite. Tudo que não tenha sido autorizado pelo dono do imóvel, segundo Snow, é vandalismo.

Não é um problema das ruas coloridas de Wynwood, onde empreiteiros vêm até construindo prédios com aluguéis mais baratos para quem se dispõe a sair grafitando galpões.

Fonte: Folha de São Paulo