Incorporadora x construtora: você sabe a diferença?

Incoporadora x construtora: você sabe a diferença?

Você que trabalha no plantão de um lançamento ou comercializa as unidades em sua imobiliária, sabe qual é a diferença entre construtora e incorporadora e quais são as suas respectivas responsabilidades? Conhecer as especificações do empreendimento, como: cláusulas contratuais, unidades disponíveis e formas de financiamento são informações valiosas na hora de apresentar um empreendimento ao seu cliente. Porém,  quem é o responsável por construir o empreendimento e quem é o responsável por atrasos na obra ?

Assim que é identificada uma necessidade de um novo empreendimento no mercado imobiliário, é realizado um levantamento junto ao público (clientes, comunidade local, possíveis compradores, comércio local e etc). Este levantamento de informações visa identificar as necessidades que o cliente possui, como por exemplo, ele está em busca de um imóvel de quantos dormitórios? Quantos metros de área útil? Qual faixa de valor? Além disso também mostrará todas as formas de impacto que este novo empreendimento irá gerar na sociedade, sejam eles impactos ambientais, de tráfego e/ou sociais. É com base nestas respostas que a  incorporadora realiza o projeto do empreendimento.

Para que posso iniciar a comercialização das unidades, deve ser realizado o registro no cartório de imóveis das especificações de como será o empreendimento, exemplo:  número de unidades, o tamanho de sua área interna, externa e de lazer, etc. Todas estas funções estratégicas e de gerenciamento, são atribuições de uma incorporadora. O cliente que comprar uma unidade do empreendimento em questão está adquirindo-o da incorporadora, ou seja, qualquer problema de descumprimento de contrato ela deve ser acionada.

Após formalizar o empreendimento junto ao cartório, a incorporadora contrata uma construtora para a execução da obra. A construtora tem um única finalidade: construir o empreendimento. Normalmente aconstrutora é contratada pela incorporadora para executar as obras do projeto. São de responsabilidades da construtora todos os riscos inerentes à construção, como: acidentes na obra, o atraso nos pagamentos, pagamento de impostos sobre a mão-de-obra, responsabilidade técnica, etc.

Em alguns casos a incorporadora também é construtora, ou seja,  atuando nos dois papéis. É importante identificar os responsáveis por cada etapa do empreendimento. Assim é possível manter o seu cliente informado, evitando possíveis desconfortos no pós-venda, principalmente aqueles que são oriundos do descumprimento de cláusulas contratuais, atrasos da obra ou ainda problemas estruturais.

Fonte: Comunidade Imobex

AABIC aponta leve aumento em custos condominiais

Diretor de Condomínios da Associação comenta o índice e faz previsão para os próximos meses

No último mês de junho, o cálculo do IPEVECON (Índice Periódico de Variação de Custos Condominiais) registrou um pequeno aumento de 0,54% dos custos condominiais em relação ao mês anterior. Sendo assim, no último período de 12 meses, atingiu variação acumulada de 3,49%, enquanto o IGPM (Índice Geral de Preços do Mercado) apresenta aumento de 0,75%, com variação de 6,31% no mesmo período.
De acordo com o diretor de Condomínio da AABIC (Associação de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo), Omar Anauate, a partir de julho, a comparação do IPEVECON com os índices de inflação deve se alterar sensivelmente. “Isso porque estaremos completando um ano da alteração da amostragem do índice, conforme dados de edifícios em relação ao número de dormitórios da EMBRAESP, concluindo uma etapa importante da evolução do índice”, ressalta.
Os custos condominiais médios mantiveram a tendência ao equilíbrio, e os grupos de despesas não apresentaram oscilação específica considerável. As despesas com pessoal apresentaram aumento de 1,88%, acompanhada pelo item “Encargos Sociais”, que oscilou 2,52%. “As demais despesas não refletiram variação significativa e contribuíram para manter o equilíbrio no resultado final do IPEVECON”, explica Anauate.
Ainda segundo o diretor da AABIC, o IPEVECON deverá manter um viés de equilíbrio nos próximos meses, não havendo fatores sazonais ou pontuais que justifiquem variação significativa.
Fonte: AABIC – Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo

O que vem por aí

A cada seis meses, São Paulo é sede das mostras de decoração e utilidades domésticas mais disputadas do país. Gente do Brasil inteiro vem atrás das novidades apresentadas em eventos como a Paralela Gift e a Abup. Por ali são antecipadas tendências e é possível traçar um mapa decorativo do que iremos encontrar nas lojas de decoração nos meses seguintes.

Este ano nada ganhou no quesito “todo mundo deseja” dos utilitários com apelo retrô. Importadoras como a Prana, a Basic Kitchen e a All Import investiram pesado em carregamentos de latas de mantimentos, acessórios de confeitaria, vidros de conservas, suportes para canudos e guardanapos, saleiros, bandejas e até sacolas de compras com estampas e linhas inspiradas nos utilitários dos anos 1950 e 60.

Nunca se viu tamanha onda nostálgica nesse setor. E nem procura tão grande por parte dos lojistas – que se engalfinham nas mostras atrás de produtos novos para rechear seus estabelecimento comerciais.

O que justifica essa volta ao passado? Na minha sincera opinião, os fabricantes e importadores descobriram no universo decorativo vintage um segmento lucrativo. Os consumidores, por sua vez, se derretem por produtos que os levam para tempos mais singelos. Sentem saudade da avó, da tia que lhes preparava bolinhos no café da tarde, da mãe que acondicionava em latas com estampas de maçãs as bolachas de chocolate que iam para a lancheira da escola.

Tendências, têm a ver com vontades coletivas. Mas quando ganham valor de mercado, aí ninguém escapa a movimentação toda que provocam.

Fonte: Blog Tecnisa – Por Chris Campos

Mais que uma travessia, um destino

Ponte inglesa é também uma praça com jardim

  (Foto: Timothy Soar)

Na pequena cidade de Kingston upon Hull, nordeste da Inglaterra, ligar a Cidade Velha, localizada ao norte, à área industrial, ao leste, não era tarefa para simples passarela. Primeiro porque, apesar de estreito, o rio Hull comporta um certo tráfego de embarcações que não pode ser interrompido. Depois, porque além de uma alternativa de rota para pedestres, a cidade queria um novo lugar de passeio, como uma praça pública. Assim nasceu a Scale Lane, feita de aço, que se movimenta de acordo com o fluxo fluvial local – sem perturbar quem se encontra ali em cima.

Para idealização e execução foi necessário o trabalho conjunto das equipes de engenharia do M&E Quarter Hall, dos arquitetos McDowell+Benedetti e dos engenheiros estruturais da Alan Baxter Associates. A Scale Lane foi desenhada com um formato levemente curvado que remete à barbatana de um tubarão. Ali, bancos e jardins funcionam como área de descanso e um restaurante será inaugurado em breve.

  (Foto: Timothy Soar)

A coluna de suporte central é arqueada para que embarcações menores tenham espaço suficiente para passar. No caso de barcos maiores um mecanismo de acionamento elétrico é ativado movimentando a plataforma lentamente. Dessa maneira, os transeuntes podem continuar no local sem nenhuma agitação desagradável – só são alertados por uma sequência sonora de sinos rítmicos e luzes pulsantes.

O entorno da Scale Lane ganhou novos ares para receber os visitantes. Uma série de jardins foram feitos conduzindo ao Bairro dos Museus, uma das grandes atrações locais. “A abertura dessa ponte cria oportunidades para um novo desenvolvimento econômico, além de ser um projeto fantástico”, diz feliz Jacquie Boulton, gerente de áreas da agência de casas e comunidades local.

  (Foto: Timothy Soar)

  (Foto: Timothy Soar)

  (Foto: Timothy Soar)

  (Foto: Timothy Soar)

  (Foto: Timothy Soar)

  (Foto: Timothy Soar)

  (Foto: Timothy Soar)

Fonte: Casa Vogue; Fotos Timothy Soar

Horizonte à vista

Com skyline privilegiado da cidade de São Paulo, este apartamento, de 345 metros quadrados, teve a planta desconstruída para integrar a varanda à sala de estar. No novo projeto, ele ganhou espaço, paredes envidraçadas e móveis estrategicamente dispostos — tudo para observar de camarote a vida lá fora
<p>	As paredes e os pilares têm três tipos de revestimento: madeira africana ébano de macassar, aço inox e limestone. A pedra também foi usada no piso</p>As paredes e os pilares têm três tipos de revestimento: madeira africana ébano de macassar, aço inox e limestone. A pedra também foi usada no piso (Foto: Roberto Wagner )
<p>	Sala de estar: tapete persa, sofá de linho e estante de madeira. Sobre o sofá de couro azul com drapeados de Patricia Urquiola, luminária Philippe Starck</p>Sala de estar: tapete persa, sofá de linho e estante de madeira. Sobre o sofá de couro azul com drapeados de Patricia Urquiola, luminária Philippe Starck (Foto: Roberto Wagner )

<p>	Sala de jantar: mesa de madeira laqueada azul-carbono e cadeiras de couro da mesma cor assinadas pelo arquiteto</p>

Sala de jantar: mesa de madeira laqueada azul-carbono e cadeiras de couro da mesma cor assinadas pelo arquiteto (Foto: Roberto Wagner )
<p>	Sala de jantar: lustre modular de alumínio e fotografia do mineiro Lufe Gomes</p>Sala de jantar: lustre modular de alumínio e fotografia do mineiro Lufe Gomes (Foto: Roberto Wagner )
<p>	Home theater: sofá de jeans e o mesmo tapete da sala de estar. O quadro é de Valentino Fialdini, e a fotografia de carro é de Lufe Gomes</p>Home theater: sofá de jeans e o mesmo tapete da sala de estar. O quadro é de Valentino Fialdini, e a fotografia de carro é de Lufe Gomes (Foto: Roberto Wagner )

<p>	Cozinha: obra de Lufe Gomes reproduz engradados e dá profundidade à parede da cozinha</p>

Cozinha: obra de Lufe Gomes reproduz engradados e dá profundidade à parede da cozinha (Foto: Roberto Wagner )
<p>	No banheiro, o closet tem portas espelhadas e sem maçanetas, para simular paredes. O piso é de madeira de demolição , e a pia, de Corian</p>No banheiro, o closet tem portas espelhadas e sem maçanetas, para simular paredes. O piso é de madeira de demolição , e a pia, de Corian (Foto: Roberto Wagner )

<p>	Quarto de casal: o papel de parede reproduz textura de pedra. A fotografia erótica da Barbie é de Patricia Kaufmann, e a luminária, de Vico Magistretti. O tapete é de pelo de ovelha</p>

Quarto de casal: o papel de parede reproduz textura de pedra. A fotografia erótica da Barbie é de Patricia Kaufmann, e a luminária, de Vico Magistretti. O tapete é de pelo de ovelha (Foto: Roberto Wagner )

Quando foi contratado para desenhar o novo projeto de um apartamento no 20º andar de um prédio em Moema, Zona Sul de São Paulo, o arquiteto paranaense Guilherme Torres não teve dificuldade para decidir qual seria seu norte. Grande atração da casa, a vista do imóvel — para lugares como o Parque do Ibirapuera e o Aeroporto de Congonhas — continuaria com o status de estrela do lugar, e o restante do espaço seria usado para potencializá-la. Assim, durante uma reforma que durou um ano, ele pôs abaixo as paredes da varanda, removeu portas e janelas e nivelou o piso para integrá-la à sala (a área social aumentou de 58 para 125 metros quadrados). Para o entorno, escolheu cores, acabamentos e móveis sóbrios, dispostos em ambientes delimitados por paredes solteiras (que não se ligam entre si), o que faz do apartamento quase um labirinto. “À noite, é legal apagar todas as luzes e abrir as cortinas, para deixar quea cidade o ilumine”, diz Torres.

Fonte: Veja São Paulo – por Patricia Moterani

Mercado imobiliário fecha primeiro semestre com bons resultados.

Confirmando a tendência dos bons resultados apresentados nos últimos meses, o mercado imobiliário fechou o primeiro semestre de 2013 com números positivos.

De acordo com a pesquisa realizada mensalmente pelo Secovi-SP sobre o mercado imobiliário, as vendas de janeiro a junho deste ano atingiram 17.500 unidades, volume 46% superior ao mesmo período de 2012, quando foram comercializadas 11.981 unidades.

Resultados apresentados no primeiro semestre de 2013

Somados os valores acumulados relativos à comercialização de imóveis no semestre, medida pelo indicador VGV (Valor Geral de Vendas), os resultados representaram uma movimentação de R$ 10,6 bilhões, atualizados pela variação do INCC-DI (Índice Nacional de Custo da Construção), da Fundação Getúlio Vargas.

Estes números mostram um crescimento de 63% em relação ao valor de R$ 6,5 bilhões atingidos no mesmo período do ano anterior.

Acompanhando esse cenário positivo do mercado, o ritmo de comercialização de empreendimentos registrou alta em diversos bairros e regiões da cidade.

O indicador de desempenho VSO (Vendas sobre Oferta) medido em junho, considerando os últimos de 12 meses, apresentou o resultado de 64,9%, superior ao que foi obtido no segundo semestre de 2012, que foi de 56,7%.

Isso se deve ao número expressivo de imóveis lançados, que alavancaram as vendas e mantiveram os índices positivos do mercado.

Comportamento de mercado

Além dos números positivos, o comportamento do mercado no primeiro semestre também apresentou fatos interessantes.

Segundos dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio),os apartamentos de 2 dormitórios lideraram, com 5.732 unidades ofertadas representando 41% do total.

Em relação às vendas, as unidades de 2 dormitórios também tiveram maior participação no mercado, chegando a 44% com 7.753 unidades comercializadas

Um segmento que ganhou destaque foi o de 1 dormitório, que exibiu alta de 377% entre os primeiros semestres de 2012 e 2013, com 747 unidades e 3.565 unidades, respectivamente.

Comportamento de mercado no primeiro semestre 2013

Para quem quer investir

Aos que desejam uma opção de investimento com boas possibilidades de rendimentos, o mercado imobiliário tende a ser uma boa alternativa mais lucrativa rentável e segura.

Apesar de a economia do país apresentar algumas instabilidades, o ramo da construção civil vem apresentado bons números.

Diante dos bons resultados apresentados até o momento, a expectativa é que esse quadro de crescimento se mantenha pelos próximos meses, atingindo boas marcas como as conseguidas em anos anteriores.

Fonte: www.tiberio.com.br

Conheça dicas de iluminação para o apartamento

Montar um planejamento de iluminação para o seu apartamento pode ser mais simples do que você imagina.

Preparamos algumas dicas de iluminação para cada ambiente que vão ajudar você a acertar nas escolhas antes de começar a fazer as compras.

Living

No caso do living, uma luz suave, amarela, instalada em um ponto central gera aconchego, deixando o morador e convidados à vontade para relaxar.

Se quiser enfatizar a decoração ou o mobiliário, use uma pequena quantidade de lâmpadas coloridas ou brancas nos pontos estratégicos que tem interesse em salientar.

Living do HomeClub Guarulhos

Não coloque, em hipótese alguma, a luz direcionada para o sofá, para não atrapalhar a visão de quem está sentado, ou para os aparelhos eletrônicos. Além de gerar reflexo de imagem da TV, por exemplo, sobreaquece os itens, podendo causar danos.

Sala de jantar

Como o foco principal da sala de jantar é a mesa, a iluminação deve ser amarela e estar focada sobre ela para destacar a comida.

E para não incomodar as pessoas, mantenha a luz, no mínimo, a 90 cm de distância da mesa.

Sala de jantar do Class Guarulhos

Terraço

Embora a sintonia entre cores seja primordial, o terraço é o espaço que permite uma exploração maior dos efeitos de luz, e seu tom pode variar entre amarelo ou branco.

A lâmpada dever ser vedada para resistir a mudanças climáticas e chuva, sendo que a escolha de uma luminária propícia para ambientes externos deixa o terraço mais convidativo e confortável.

Dormitório infantil

Foto do dormitório do HomeClub Guarulhos

Quem tem filhos sabe muito bem que eles não param um segundo sequer.

Por isso, durante o dia, eles precisam de uma iluminação forte que estimule ao mesmo tempo o gasto de energia e a concentração para estudar quando necessário.

Agora, quando chegar a hora de dormir, troque por uma luz mais suave e quente para gerar um efeito calmante.

Uma luz de cabeceira ou um abajur causam essa sensação, mas dimmer é perfeito nesses casos porque permite o controle da iluminação, podendo ser aumentada ou diminuída.

Por serem crianças, você também pode ousar nas lâmpadas coloridas para compor a decoração e tornar o quarto ainda mais divertido.

Dormitório de casal

A suíte tem como foco principal a preservação do clima intimista e relaxante. Portanto, a iluminação dever ser central, de cor quente e com alguns pontos fixos em lugares estratégicos, como em frente ao guarda roupa e nas laterais da cama.

Foto da suíte do Privilège Parque Aclimação

Home office

Atualmente, o home office conquistou seu espaço na maioria dos imóveis e, como seu maior objetivo é manter a concentração, depende de uma iluminação fluorescente, branca e forte.

Explore o home office com um abajur, luminária ou spots de luz para dar destaque.

Cozinha

Como a cozinha requer uma preocupação maior com a higiene, trabalhe com uma iluminação fria (fluorescente, branca ou amarela), que ajuda a visualizar resíduos e sujeira.

Banheiro

O banheiro segue o mesmo perfil da cozinha e necessita de luz intensa, porém atente-se a uma dica importante para os homens que usam o espelho do banheiro para fazer a barba, e as mulheres para se maquiar:

Fita de LED

A iluminação nunca pode vir de cima. Isso cria muita sombra e acaba atrapalhando no resultado final. Utilize lâmpadas dicroicas nas laterais e observe como faz a diferença.

Se você gosta de aproveitar as tendências do mercado, invista em luzes de LED na decoração, tanto para ambientes internos quanto externos.

Dimmer

Apesar de serem um pouco mais caras, valem a pena porque são mais econômicas e tem durabilidade maior em comparação com as convencionais.

Se quiser aproveitar a onda do retrô, aposte no dimmer para criar efeitos de luz bem interessantes.

Tome cuidado com alguns detalhes, como não direcionar a luz para as paredes lisas, pois evidencia suas imperfeições. Deixe para enfatizá-las quando tiverem textura ou algum tipo de papel de parede.

Decorado do HomeClub Guarulhos

Durante a composição, priorize o aconchego, a utilidade e, por último, a estética. Só assim você terá certeza que está produzindo uma decoração equilibrada e harmoniosa.

Fonte: www.tiberio.com.br

Resolução do COFECI que trata dos direitos e deveres dos corretores de imóveis nos lançamentos imobiliários

Essa Resolução é muito importante para os corretores de imóveis, pois o responsável pelo empreendimento deve garantir ao corretor de imóveis no exercício da atividade profissional condições adequadas de trabalho.

Foi publicada no D.O.U. de 02/07/12, Seção 1, pág. 162) uma nova resolução do Conselho Federal de Corretores de Imóveis – COFECI N° 1.256/2012 que Torna obrigatório o arquivamento no CRECI de documentos referentes a lançamentos imobiliários e respectivas incorporações e dá outras providências.

Outro ponto interessante é o que trata dos honorários

CONSIDERANDO que é obrigação do Corretor de Imóveis, pessoa natural ou jurídica, respeitar a tabela mínima de honorários homologada por seu respectivo Regional (Conselho Regional de Corretores de Imóveis).

Art. 1º – Cópias do contrato de prestação de serviços para venda de imóveis integrantes de lançamentos imobiliários e dos atos constitutivos da respectiva incorporação devidamente registrada no Cartório de Registro Imobiliário competente deverão ser arquivados no Regional antes da data de início das operações de venda ou de cadastramento de interessados.

Art. 2º – Nos contratos a que se refere o artigo 1º os profissionais e empresas inscritos no Regional terão de obedecer à tabela de honorários mínimos homologada pelo Regional.

Parágrafo Único – Dos honorários a que se refere este artigo não poderão ser deduzidos valores para compensação de premiações por produtividade, taxas de gerenciamento, de coordenação ou qualquer outro tipo de desconto, seja a que título for.

Art. 3º – É vedado aos inscritos no Regional cobrarem de seus clientes, para si ou para terceiros, qualquer taxa a título de assessoria administrativa, jurídica ou outra, assim como devem denunciar ao Regional a cobrança de tais taxas quando feitas pelo incorporador, pelo construtor ou por seus prepostos.

E o mais importante

Art. 4º – Os plantões de vendas instalados junto a empreendimentos prontos ou em construção deverão oferecer condições mínimas de utilização, de modo a preservar a dignidade humana de seus usuários (Corretores e clientes), tais como aeração, instalações sanitárias, mobiliário, equipamento e pessoal especializado que garantam o mínimo aceitável de higiene, conforto e segurança.

O corretor de imóveis não pode ser usado como panfleteiro com isso acredito que assim as empresas vão pensar antes de encher os plantões de estagiários.

Art. 5º – Aos Corretores de Imóveis é vedado realizarem trabalho de panfletagem de material impessoal.

Fonte: Rony de lima Meneses; www.publicidadeimobiliaria.com

Na rota do test-drive

Brasileiros esquentam o mercado de aluguel de carros de luxo no exterior

O McLaren MP4-12C, disponível para locação nas perfeitas estradas alemãs: a partir de 2 640 euros por dia, na MobilityO McLaren MP4-12C, disponível para locação nas perfeitas estradas alemãs: a partir de 2 640 euros por dia, na Mobility

  • As Ferraris, como a F430 spider, são especialidade da Red Travel, na Itália: a partir de 1 800 euros por diaAs Ferraris, como a F430 spider, são especialidade da Red Travel, na Itália: a partir de 1 800 euros por dia

    Funciona mais ou menos assim: uma montadora — a alemã Porsche, digamos — coloca na vitrine um novo Carrera ou Boxster. No Brasil, começa o burburinho entre um grupo seleto de aficionados de carros. O primeiro a pisar no acelerador do lançamento conta a experiência aos camaradas e atiça ainda mais a curiosidade dos demais. Mas que ninguém espere ouvir esse Carrera zero-quilômetro rugindo pelos Jardins, na Barra ou em plena Savassi. O vrummvrumm reverbera a milhares de quilômetros do Brasil. De preferência, nas autoestradas da Alemanha, onde o limite de velocidade é determinado apenas pela potência dos motores, ou nas estradas da Provença ou da Toscana, de curvas desafiadoras. É no exterior que o mercado de aluguel de carros produzidos pelas fábricas dos sonhos de pilotos amadores vem crescendo — e os brasileiros ajudam a fazer essa roda girar.

    “Não são máquinas para o asfalto brasileiro”, diz o empresário paulistano André Soares, 44 anos. Ele viaja algumas vezes por ano para testar modelos inéditos. Chega a trocar de automóvel diariamente: de uma Ferrari 458 para um Mercedes SLS e depois para um Aston Martin DBS. Esse último, aliás, foi submetido ao crivo duas vezes. “Eu havia acabado de ver Daniel Craig, na pele de James Bond, dirigi-lo em Quantum of Solace e quis colocá-lo à prova em meio aos campos verdes do interior da Inglaterra”, conta. O segundo giro foi no sul da França, um roteiro bem explorado pelos fãs de carrões.O cardápio de caminhos ali é variado — vicinais, entre os vilarejos; estradas com estrutura, entre as cidades; e as grandes rodovias, para cortar trechos maiores. Nas duas primeiras alternativas, a presença de castelos e vinhedos é garantida, como na região de Haute-Provence ou nos Alpes-Maritimes. Como a locação vip faz o carro chegar até o cliente, dá para correr nas mesmas estradas com modelos diferentes.

    As oportunidades para dirigir sempre aparecem, segundo Soares. “Na viagem que fiz no ano passado para a Rússia e a Itália, dei um jeito de encaixar uma escala em Munique para poder pilotar o Lamborghini Aventador”, diz ele. A Alemanha é o destino mais procurado para o primeiro aluguel. A maioria das estradas do país permite velocidade livre na pista da esquerda — e o motorista aproveita para fazer os ponteiros do acelerador chegar quase ao limite. Quando há muito que ver no caminho, tanto melhor. Na chamada “rota romântica”, entre Würzburg e Füssen, ficam três cidades medievais muradas e um dos castelos mais famosos do mundo, o Neuschwanstein. A Estrada Alpina, perto da fronteira da Áustria, serpenteia montanhas por 450 quilômetros.

    Em viagens como essa, é possível curtir roteiros diferentes — um com o carrão, outro com a família. “Quem tem paixão por automóvel costuma alugar mais de um modelo no exterior, primeiro pela curiosidade de provar diversas máquinas, segundo por uma questão prática, já que os esportivos não acomodam todas as malas dos passageiros”, explica Gabriela Figueiredo, consultora da Matueté, agência especializada em viagens exclusivas. O mais usual, de acordo com Gabriela, é escolher um utilitário do tipo SUV para o trajeto do aeroporto até a primeira parada e pegar o carro desejado em seguida.

    Tanto a Matueté como a Teresa Perez, outra operadora de turismo paulistana, recorrem no exterior às empresas Elite Rent-a-Car e Red Travel, essa última voltada aos fãs da Ferrari. No Brasil, a agência com foco principal na locação de carros classudos é a Mobility, que providencia não apenas modelos esportivos recém-lançados mas também motos, motorhomes e SUVs nas versões mais sofisticadas. O empresário paulistano Oskar Kedor percebeu que aqui haviaum nicho inexplorado — justamente esse dos aficionados de carros — e abriu a agência de locação há doze anos. Seu primeiro cliente foi um grande empresário brasileiro, que queria alugar modelos específicos, pegando o carro no Porto e devolvendo em Lisboa, em Portugal. As locadoras tradicionais não eram flexíveis a esse tipo de arranjo. Nem sequer ofereciam os veículos nas condições em que o cliente desejava. Hoje, quem quiser pode sair com o carro do hotel, no horário que escolher, trocar de automóvel ou recorrer a um motorista. “Mais gente vem percebendo a vantagem de contar com esse prazer numa viagem”, diz Kedor. Entre os modelos preferidosdos brasileiros estão o Range Rover, da Land Rover, o Cayenne Turbo, da Porsche, e o X5, da BMW, todos grandões. Além, é claro, da última novidade no mundo dos esportivos de luxo.

    Fonte: por Denise Bobadilha; vejasp.abril.com.br

Luxo no mar – Brasil representa 1,5% do crescente mercado de iates de luxo no mundo, onde anualmente são vendidos 1000 unidades

Iates de luxo são verdadeiras casas em alto mar. Alguns medindo mais de 80 pés (24 metros), são considerados megaiates e chegam a ter cinco suítes e são decorados com muito requinte para oferecer todo o conforto a seus ocupantes. Podem ser equipados com televisores de plasma e home theaters, de acordo com o desejo do comprador. Em todo o mundo, são fabricados cerca de 1.000 iates de luxo por ano, com preços que chegam a ultrapassar facilmente R$ 10 milhões e levam de oito a dez meses para ser construídos.
No restrito mercado de vendas de iates de luxo, o Brasil representa aproximadamente 1,5% do consumo mundial. A Itália é maior produtora de iates de luxo do mundo, com 260 unidades, em segundo lugar está os Estados Unidos, com 85. Holanda, Reino Unido e Alemanha ocupam terceiro, quarto e quinto lugares, respectivamente. Para se considerar um iate como sendo de luxo, normalmente, existe uma referencia de preço. Dificilmente um iate de luxo custa menos do que R$ 1 milhão.O iate italiano Azimut de 47 pés (cerca de 15 metros) custa R$ 3 milhões no Brasil e o iate da Sea Ray de 35 péss (11 metros) chega no País por R$ 1,1 milhão.
Divulgação
Spirit Ferretti 88, de 88 pés (26 metros de comprimento) com 4 cabines, 5 banheiros e custa R$ 22 milhões
As principais fabricantes de iates no mundo são as italianas Azimut-Benetti e Ferretti Group. As duas têm parcerias com empresas brasileiras na fabricação de seus barcos. Desde 1996, a empresa náutica brasileira Intermarine mantém um acordo de fabricação sob a licença da Azimut, sendo a única no País a desenvolver os barcos da marca fora da Itália. A empresa de construção de barcos de luxo Ferretti possui uma parceria com a brasileira Spirit, que passou a se chamar Spirit Ferretti em 1992. Assim como a empresa Intermarine é a licenciada exclusiva da Azimut, a Spirit é a única empresa que pode montar as embarcações Ferretti fora da Itália.
Divulgação
Pilar Rossi, iate de Nelson Piquet, com 100 pés e valor aproximado de R$ 12 milhões
Marco Antonio do Carmo, diretor-executivo da YatchBrasil, empresa que representa no paí­s a americana Sea Ray (EUA) e as italianas Azimut, Benetti e Atlantis informa que, a empresa comercializa 60 iates novos por ano, entre 30 e 60 pés. A demanda Brasileira é estimada em 150 unidades novas por ano. Somente a marca Intermarine é responsável por atender 70% do mercado brasileiro de iates de luxo. A Schaefer produz no Brasil iates de  50 pés que são vendidos por R$ 2,8 milhões. Apesar da crise financeira, a empresa investiu em 2009 cerca de R$ 6 milhões na construção de um centro de usinagem para fabricar novos produtos. O investimento total, a ser concluído em 2010, deve chegar a R$ 15 milhões. Investimentos que demonstram a importância do mercado brasileiro de iates de luxo.

Os principais compradores dos iates de luxo no País são pessoas que têm aumentado seu poder aquisitivo através de investimentos na bolsa de valores. Mas há também celebridades comoLuma de Oliveira, proprietária de um iate de 52 pés (16 metros), Nelson Piquet, que possui um iate de 98 pés (30 metros), Ana Maria Braga, com seu barco de 82 pés (25 metros), e o empresário Eike Batista, que possui uma embarcação de 177 pés (54 metros), onde promove eventos badalados, com direito à vista da cidade do Rio de Janeiro a partir da baía de Guanabara e festa privada com a cantora Madonna. Apesar de o Brasil representar apenas 1,5% no mercado mundial de vendas de iates de luxo, o segmento vem crescendo no País.

Fonte: Portal do luxo