Parabéns professores!

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No Brasil, o Dia do Professor é comemorado em 15 de outubro. No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Teresa de Ávila), Pedro I, Imperador do Brasil baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil. Pelo decreto, “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. Esse decreto falava de bastante coisa: descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os professores deveriam ser contratados. A ideia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima – caso tivesse sido cumprida. Mas foi somente em 1947, 120 anos após o referido decreto, que ocorreu a primeira comemoração de um dia efetivamente dedicado ao professor. Começou em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como “Caetaninho”. O longo período letivo do segundo semestre ia de 1 de junho a 15 de dezembro, com apenas dez dias de férias em todo este período. Quatro professores tiveram a idéia de organizar um dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento e análise de rumos para o restante do ano. O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, Piracicaba, professores e alunos traziam doces de casa para uma pequena confraternização. A sugestão foi aceita e a comemoração teve presença maciça – inclusive dos pais. O discurso do professor Becker, além de ratificar a idéia de se manter na data um encontro anual, ficou famoso pela frase ” Professor é profissão. Educador é missão”. Com a participação dos professores Alfredo GomesAntônio Pereira e Claudino Busko, a idéia estava lançada. A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963. O Decreto definia a essência e razão do feriado: “Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias”.

Corretor de imóveis – Veja como atrair mais clientes para seu negócio.

Sempre recebo perguntas de corretores de imóveis de como atrair clientes sem fazer um grande investimento.
Existem varias formas de divulgar seu negócio mas os primeiro passos são: definir seu orçamento para publicidade, analisar o seu publico alvo e traçar um planejamento estratégico de como atingi-lo.

Selecionei algumas dicas de como divulgar seus serviços sem gastar muito.

Repita o que funciona: Procure entre seus colegas ações que foram feitas e que surtiram resultados, separe as que se enquadram a seu perfil e reaplique novamente.

Indicações: é o modo mais barato de conseguir clientes, quando eu trabalhava vendendo Enciclopédia Barsa sempre que atendia um cliente mesmo se ele não comprasse eu costumava pedir 5 indicações de amigos que possivelmente precisassem de uma enciclopédia, Com isso sempre tinha clientes para atender e sem contar que é mais fácil vender quando você é indicado.

Cartão de visitas:  o cartão de visitas é fundamental para um profissional que quer ter sucesso, não use aqueles cartões pré prontos que as empresas costumam dar, crie os seu cartão personalizado, mas não se apegue a eles, Lembre-se de que foram feitos com a intenção de divulgar informações sobre o seu negócio e o seu contato. Guarde apenas um como referencia para futuras reproduções.

Internet:  a internet cada vez atrai mais pessoas que estão a procura de um imóvel e é fundamental que você esteja na rede. Procure criar um perfil em redes sociais pois assim o cliente pode te encontrar com mais facilidade.

Site: É importante que você também tenha um site, pois a maioria dos clientes fazer pesquisas na rede antes de sair a procura de um imóvel. Alem de facilitar a sua vida na hora de passar as informações sobre suas ofertas para os seus clientes. Mas também não adianta ter um website se você não inserir imóveis com fotos e informações detalhadas,  afinal o cliente que ver o imóvel antes de visitá-lo.

Folhetos na rua: É um meio que não exige alto investimento em criação e produção e pode estar presente nas mãos do seu cliente em potencial. Ainda vale a pena.

Pós venda: não deixe de manter contato com seus clientes pois todo mundo tem um amigo querendo comprar, vender ou alugar um imóvel. E se você fez um bom trabalho, se esse cliente precisar com certeza vai te procurar.

Autor: Rony de lima meneses,
Responsavel pelo Blog Marketing e Publicidade Imobiliária

Alguns mitos e mentiras que o impedem de vender mais

Você esta tendo dificuldade de vender? Acha que o mercado imobiliário esta uma droga? Talvez esse problema não esteja no mercado e , sim, dentro de sua cabeça.

Corretor de imóveis faça uma análise do seu trabalho e procure listar seus pontos fortes e fracos procure melhorá-los, pois muitas vezes um pequeno detalhe esta atrapalhando seu desempenho.
O numero de corretores de imóveis tem aumentado muito nos últimos tempos e o mercado tende a selecionar os melhores profissionais. E naturalmente os corretores bem preparados vendem mais.
Acredite o mercado imobiliário não esta ruim. São algumas mentiras em que acreditamos que nos impede de crescer. Veja alguns mitos e mentiras que você precisa destruir para se tornar naquele campeão de vendas que você merece.
Um bom vendedor já nasce vendedor
Não, se fosse assim as empresas teriam um departamento de RH nas maternidades, um bom vendedor na maioria das vezes se forma através do conhecimento do produto e das necessidades do cliente.
Um produto barato é fácil de vender
Tente vender um punhado de areia na praia por um centavo. Acredito que será difícil vender.
O preço nem sempre é o fator determinante na venda pois o cliente não compra o produto e sim o beneficio que ele ira lhe proporcionar, então foque sua negociação no beneficio e você percebera que o preço não ira atrapalhar a venda.
Um bom vendedor sabe satisfazer as necessidades do cliente
Não é mais assim, o bom vendedor é aquele que encanta seus clientes
É um erro elogiar seus concorrentes
Errado quando o cliente fala sobre seu concorrente você deve elogiá-lo “tecnicamente” e mostrar os diferenciais competitivos e os benefícios da sua empresa .
As objeções tem que ser vencidas e totalmente refutadas.
Nunca. As objeções tem que ser encorajadas, faça o cliente falar, colocá-las para fora, pois se o cliente não jogar pra fora suas reais objeções você vai vender o que.
A internet vai acabar com o vendedor
Essa mentira eu escuto desde o tempo em que eu vendia Enciclopédia Barsa no sistema de porta em porta. E para minha surpresa ainda vendem Barsa da mesma forma.
A internet facilita e muito o trabalho do vendedor. É difícil encontrar uma imobiliária ou corretor de imóveis que não tenha um site ou no mínimo um e-mail. Um vendedor de sucesso deve se atualizar as novas tecnologias e agregá-las a sua forma de fazer negócios.
Um bom vendedor nunca perde uma venda
Muito errado. Todo vendedor perde vendas mas que diferencia o vendedor de sucesso é que após perder uma venda ele faz um auto-diagnóstico. Pois não vergonhoso perder uma venda. Vergonhoso é não saber o por que e não fazer uma autocrítica.
Um bom vendedor é aquele que acredita em seu conhecimento e seu grande potencial de superação.
Nem sempre, nunca diga que basta a si mesmo e que você sabe tudo e que a única chave para seu sucesso esta em seu poderoso interior.
Um bom vendedor é aquele que acredita em Deus. Em si mesmo. No seu mercado. Em seu pais. Em sua empresa. No produto que vende. O bom vendedor tem por meta transformar seus clientes em pessoas felizes e satisfeitas através de uma negociação segura
Fonte: Marketing e Publicidade Imobiliária – Por Rony de Lima Meneses

Momento é favorável para a compra da casa própria, afirmam especialistas

Taxas e preços menores são alguns dos atrativos para quem está procurando por um imóvel

É um bom momento para comprar a casa própria aproveitando os financiamentos com juros mais baixos. Além disso, segundo especialistas, os preços dos imóveis estão estáveis e, em alguns, bairros até menores. Para completar, construtoras e imobiliárias oferecem vantagens para fechamento de bom negócio.

Assim como a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil baixaram os juros do financiamento habitacional, o setor privado também mexeu nas taxas e reduziu os valores cobrados. No Santander, por exemplo, ela pode chegar a 8,8% ao ano mais TR (Taxa Referencial). O prazo de pagamento foi alterado, de 30 para 35 anos.

“A queda da taxa de juros é importante para o mercado imobiliário, pois oferece melhores condições para a compra da casa própria. Com o financiamento mais acessível e o crescimento da economia, a demanda do mercado imobiliário continuará aquecida. É uma redução significativa e que aponta tendência, já seguida por outros bancos”, diz Rubem Vasconcelos, presidente da Patrimóvel e vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ).

Segundo o diretor de Negócios Imobiliários do Santander, José Roberto Machado, quanto mais relacionamento com a instituição, melhores condições o correntista terá de conseguir taxa menor. O cliente conta com toda a assessoria especializada durante o financiamento.

“As condições são favoráveis. O déficit habitacional é grande. O alongamento de prazos, queda da taxa de juros e aumento da renda da população vão manter a procura”, acredita Machado.

Medidas são consideradas positivas por construtoras

Os construtores apoiam as medidas adotadas para reduzir ainda mais as taxas de juros dos financiamentos da compra da casa própria. “A iniciativa é positiva. Apesar de o nosso sistema financeiro ser bastante rígido quanto à liberação deste tipo de crédito, o aumento da escala de empréstimos é que será no futuro o grande resultado dos bancos”, diz Carlos Eduardo Penna, diretor da Efer.

Para o diretor do Grupo CPS Bruno Vaz, a competitividade entre os bancos é sempre vantajosa para todos os envolvidos no negócio. Hoje as empresas conseguem atingir um nicho de mercado maior em função das facilidades na concessão de credito.

“Havia clientes que com o prazo de 30 anos não conseguiam financiar um imóvel e, hoje, com a ampliação para 35 anos, este mesmo cliente já se adequa ao perfil deste imóvel”, lembra Vaz.

Bom relacionamento com o banco também define taxas

Os bancos passaram a levar em consideração ainda mais o relacionamento que o cliente mantém com a instituição financeira. A estratégia está presente no Itaú, Santander, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Os clientes que optam por ter conta salário com o banco, por exemplo, também são beneficiados com melhores condições.

A parceria da Brasil Brokers com o HSBC garante ainda mais vantagens para quem vai comprar um imóvel ofertado pelas 26 imobiliárias do grupo espalhadas pelo País. Segundo o diretor da empresa Josué Madeira, os juros são ainda mais competitivos e os prazos para assinatura do contrato menores.

“Os nossos clientes contam com uma estrutura exclusiva para a concessão do financiamento imobiliário. O contrato poderá ser assinado no local que o cliente preferir evitando a ida em uma das agências do banco”, explica Josué Madeira.

Confira as condições de financiamento

A Caixa Econômica Federal oferece juros de 7,8% a 8,85% ao ano mais TR (Taxa Referencial). O percentual varia de acordo com o relacionamento que o correntista possui com a instituição. As taxas valem para imóveis de até R$ 500 mil. O prazo de pagamento chega a 35 anos.

o Banco do Brasil, os percentuais variam de 7,9% a 8,9% ao ano mais TR, além do relacionamento que o correntista tem com o banco. O prazo de pagamento máximo é de 30 anos, conforme o percentual de financiamento, que pode chegar a 80% do valor do imóvel.

O Bradesco trabalha com juros entre 8,9% e 10,5% ao ano mais TR, conforme o valor do imóvel no SFH, ou seja, avaliados em até R$500 mil.

Por Cristiane Campos

Fonte: O Dia

Aprenda a fotografar seu imóvel para anúncios de locação e venda

A compra de um imóvel começa pelos olhos. Belas imagens feitas de um apartamento motivam a ligação do cliente e a visita ao local, depois desse passo, o resto é negociação.

Apesar de o conselho parecer óbvio, basta fazer uma busca de unidades para locação ou para venda e encontrar pérolas da fotografia: imagens que mostram desde roupa suja espalhada pela casa a detalhes do vaso sanitário.

A Folha pediu a imobiliárias que listassem os maiores problemas das imagens que recebem de seus anunciantes e dessem dicas de como preparar as fotos para uma propaganda.

Bagunça, falta de luz e ângulos que não mostram o cômodo são os erros mais comuns.

Se o imóvel não estiver vazio, a primeira coisa a fazer é tirar objetos pessoais das vistas da câmera e dar uma geral na organização. Com poucos objetos, o destaque fica para o espaço.

Abrir todas as janelas é o segundo passo. “As pessoas gostam de viver em lugares iluminados, uma foto com a janela fechada e pouca luz torna o lugar pouco atraente”, afirma Fernando Sita, diretor-geral de vendas da Coelho da Fonseca.

A foto a ser feita de cada cômodo é aquela que melhor mostra o espaço dele como um todo. Tentar focalizar um detalhe pode criar a sensação de que o ambiente é menor do que é.

Espaço é um ponto fundamental. Fotos tiradas a partir de cima melhoram a visão da área. Nessa missão, pode ser necessário reduzir obstáculos e tirar alguns móveis da sala, por exemplo.

QUESTÃO DE GOSTO

Apostar na decoração para as fotos pode ser um ponto a favor ou contra, dependendo do gosto do cliente. Lembre-se que, a não ser que o imóvel seja entregue mobiliado, as peças que ali estão pouco importam.

O número de fotos a serem feitas vai depender dos pontos fortes da unidade, mas é interessante que não ultrapassem dez imagens.

“Tem que fazer foto da sala, da cozinha, do quarto principal. Depois disso, vai depender do que há de interessante no imóvel”, indica Marco Villela, fotógrafo especializado no mercado imobiliário há 11 anos.

Se o apartamento tiver uma vista privilegiada, esta será uma cena a destacar.

No caso de apartamentos, também é conveniente produzir fotos nas áreas de lazer: piscina, salão de festa e churrasqueira, por exemplo.

Na hora de montar a galeria, a dica de Elaine Fouto, gerente de marketing da Lello Imóveis é colocar as imagens na sequência de visita. Isto é, primeiro o hall, depois a sala de jantar e assim vai.

Fonte: Folha de São Paulo

4 dicas essenciais para se tornar um corretor diferenciado

Em um mercado de tantas similaridades e de uma alta concorrência como o setor de imóveis, uma expressão nunca foi tão repetida quanto a necessidade de sermos “corretores de imóveis diferenciados”. Eu mesmo já recorri a este termo diversas vezes em minhas palestras e também em nossos posts.

Seja falando nas entrelinhas ou explicitando claramente a ideia que tenho de um corretor de imóveis diferenciado, muitas são as dúvidas sobre o que, de fato, constitui este profissional: Quem ele é? Como ele se comporta?

Quer saber como se tornar um corretor de imóveis diferenciado?

E foi pensando nisso que hoje resolvi aprofundar um pouco esta reflexão e provocá-lo a ir comigo nesta análise que não é só do mercado, mas sobretudo, das nossas próprias práticas. Você está disposto a ser tornar este corretor de imóveis diferenciado?

A chave-mestra de todas as características deste corretor de imóveis diferenciado é a alteridade. A concepção da alteridade parte do princípio básico de que todo ser social interage e interdepende do outro, e este outro em questão, para nós corretores de imóveis, é o cliente.  É a partir do cliente e para o cliente que deve seguir toda a ação do corretor.

Desde cedo aprendi que o principal negócio do mercado imobiliário não é a venda, mas sim o cliente, especialmente, os relacionamentos que constituímos. As vendas nada mais são do que consequências destas histórias consolidadas.

O corretor diferenciado busca sua motivação a partir da necessidade do outro.Ele sai de si nas diversas situações para dar lugar ao outro. 

E sair de si não é colocar-se como um coadjuvante da sua história, mas perceber que no seu dia a dia existem dois atores principais dividindo a cena, cada um com o seu papel, sendo necessário compreender que é preciso uma parceria, uma cumplicidade entre estes atores (corretor e cliente) para que o sucesso exista.

E essa não é uma tarefa fácil, pois a todo instante somos pressionados pelos resultados, pela cobrança das metas, por nossa família e até por nós mesmos. Com isso, acabamos colocando em segundo plano este elemento vital para o nosso dia a dia – o outro.

E a grande sacada está justamente em perceber que os nossos resultados e a nossa satisfação pessoal e profissional estão diretamente ligados à solução da necessidade do cliente. Encontrar o equilíbrio entre as nossas ambições pessoais e o desejo do cliente é o grande diferencial do corretor de sucesso.

Contudo, se você ainda não encontrou este equilíbrio, não se desespere! Ele não é fruto de uma ação imediata, mas sim de um processo. Este processo requer alguns elementos que jamais podem sair do foco da ação do corretor de imóveis que quer se consolidar enquanto um profissional diferenciado. Elencarei quatro dos elementos que considero imprescindíveis e que julgo como basilares para toda e qualquer mudança de atitude no ramo imobiliário.

 1. Situar-se no tempo e no espaço

Não há qualquer chance de ser um corretor diferenciado sem um profundo conhecimento do espaço que você ocupa. Portanto é fundamental entender as necessidades do seu tempo, que características marcam a sociedade que você vive, não só no que diz respeito ao mercado imobiliário, mas também em relação aos temas que provocam e motivam as pessoas e os negócios.

Além disso, é imprescindível compreender as especificidades do seu mercado, quem são os seus concorrentes, o seu papel neste cenário e o papel do seu cliente.

2. Capacitar-se constantemente

Não tenha dúvidas, é impossível lidar com coerência diante da complexidade dos elementos citados acima sem que haja uma capacitação frequente.

E aqui vale frisar um grande diferencial. Capacitar-se no mercado imobiliário não quer dizer apenas entender de imóveis e de técnicas de vendas, mas especialmente, entender de pessoas, de culturas, de projetos de vida, de trânsito e até de economia.

Capacitar-se constantemente é praticamente obrigação do corretor diferenciado.

Portanto, não se pode desprezar nenhuma fonte de conhecimento. Não espere lançar aquele grande curso, não espere acontecer a palestra com o consultor mais renomado, não espere, enfim, chegar o momento certo para aprender, pois este momento pode chegar e você pode não estar preparado para identificá-lo. Logo, todo lugar e todo momento devem ser o lugar e o momento certo para aprender e se capacitar.

Que momento e lugar certos podem ser esses? O jornal da padaria na hora que você dá uma pausa para tomar um cafezinho, o noticiário do rádio enquanto você está no trânsito, a conversa com o porteiro do seu prédio, a hora do almoço com o seu colega corretor, o momento em que você está navegando pela internet e encontra, por exemplo, o nosso blog e é provocado a quebrar as regras. Enfim, oportunidades não faltam.

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3. A busca pela inovação

Não tenha medo de quebrar as regras, não tenha medo de testar uma prática diferente da que todo mundo faz, não tenha medo, sobretudo, de ser julgado e até taxado como louco. Vou confessar um segredo para você: muitas vezes fui chamado de louco, porém não me abalei com isso, pois a minha loucura, ao contrário do que muitos pensavam, era consciente. Eu sabia exatamente onde queria chegar e me planejava para isso.

4. Construa relacionamentos

Este quarto elemento, na realidade, é uma junção de tudo o que falamos aqui, mas não poderia deixar de contemplá-lo com um tópico específico só para ele, dada a força e poder desta estratégia.

Empenhe-se em conhecer seu cliente e a necessidade dele. Gere diálogo, ouça mais do que palavras, capte ideias, anseios, motivações. Demonstre, por meio de uma postura profissional, coerente, capacitada e inovadora, que você é capaz de oferecer a melhor assessoria imobiliária que o seu cliente precisa.

Não tenha dúvidas de que o nosso destino só pode ser o sucesso quando nosso foco principal é o relacionamento e não a venda, quando entendemos que a venda é uma consequência das histórias que construímos.

Agora, a transformação está em suas mãos. Os elementos para sua consolidação como um corretor de imóveis diferenciado você já conhece. Então, o que você fará com isso? Compartilhe conosco.

Te espero no topo!!!

Fonte: Blog Guilherme Machado

Conami 2013: oportunidade de negócios e networking

De 13 a 16 de outubro de 2013, São Paulo sediará o XVII Conami (Congresso Nacional do Mercado Imobiliário) no Hotel Renaissance. A realização deste evento demonstra a importância estratégica do segmento em âmbito nacional e o prestígio das entidades organizadoras do encontro – da AABIC e do Secovi-SP (Sindicado da Habitação). 

As inscrições com desconto devem ser feitas até esta sexta-feira (20/9). Aproveite os preços promocionais e garanta já sua vaga: http://goo.gl/jZi9NO

O XVII Conami trará temas relevantes para compor uma vasta grade de palestras, a cargo de personalidades de alto nível. Nosso objetivo é atender ao diversificado e exigente público que estará presente.

O evento é um dos mais completos do gênero, abrangendo – direta ou indiretamente – todos os setores que o Secovi-SP representa: loteamentos, incorporação, comercialização, locação e administração de condomínios.

Pretendemos estimular o intercâmbio de conhecimentos e experiências bem-sucedidas, com vista à profissionalização do segmento, inclusive por meio dos estandes de expositores que apresentarão produtos e serviços de ponta.

Investir em um evento como esse é acreditar que os recursos alocados vão fomentar mais negócios e mais resultados.

Portanto, tenho certeza que a participação da sua empresa nesta edição do Conami vai reafirmar a posição estratégica como nosso parceiro, contribuindo para a modernização e o fortalecimento do segmento de administração de condomínios no Brasil.

Hubert Gebara
Vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi-SP (Sindicato da Habitação)

Administração condominial em debate

O Conami se tornou um dos principais eventos do setor imobiliário. Atualmente é de interesse não apenas de profissionais em busca de networking e atualização com as melhores práticas do mercado, mas também das empresas que identificaram a oportunidade para a realização de bons negócios.Promovido pela AABIC e pelo Secovi-SP, verdadeiros representantes do setor no Estado de São Paulo, o encontro reúne os principais especialistas e lideranças do País para debater as tendências da administração condominial, ilustrando como essa atividade se tornou dinâmica e complexa.Por isso, esse tipo de iniciativa, cujo propósito é preparar o setor para lidar de maneira mais eficiente com os desafios do dia a dia, é fundamental para aproveitarmos as oportunidades que o atual ambiente promissor oferece para nossas empresas.

Rubens Carmo Elias Filho
Presidente da AABIC (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo).

Objetivo

Congregar as lideranças e profissionais do mercado imobiliário, proporcionando troca de conhecimento, experiência e atualização profissional; diagnosticar dificuldades, soluções e oportunidades, bem como motivar ações, revisar conceitos e acrescentar conhecimento e profissionalismo ao público-alvo, tornando o mercado cada vez mais competitivo, ágil e capaz.

Público-Alvo

Empresários, administradoras de imóveis, lideranças empresariais, diretores, gerentes, advogados, entidades de classe e profissionais vinculados ao mercado imobiliário.

Local

Hotel Renaissance
End: Alameda Santos, 2.233 – (Próximo à Av. Paulista) – São Paulo/SP

Fonte: AAIBIC – Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paul

XVII CONAMI – Congresso Nacional do Mercado Imobiliário

Brasil: vivemos uma bolha imobiliária?

Na semana passada, matérias publicadas em alguns dos mais relevantes portais de notícias do país acenderam a luz de alerta no mercado imobiliário, trazendo muitas especulações e dúvidas. As notícias apresentavam pontos de vista antagônicos e trouxeram à tona um constante medo: corremos o risco de uma bolha imobiliária no Brasil? Enquanto na matéria do Portal Terra, especialistas descartavam o perigo da bolha, o Portal Folha de São Paulo dava o seu veredito – cedo ou tarde a bolha caminha para o estouro no Brasil. O que fazer? Em qual análise acreditar? Estas foram as perguntas que impactaram no mercado.

Nos últimos anos, vimos um crescimento vertiginoso no país, com os preços dos imóveis dobrando ou até triplicando em algumas regiões em um curto espaço de tempo. Indícios de uma bolha imobiliária? É o que veremos nos próximos parágrafos.

E aqui eu não quero sentenciar uma verdade irrefutável, mas contribuir um pouco mais para a abertura de novas linhas de reflexão para que você mesmo possa tirar suas próprias conclusões. Falo com a visão de um corretor de imóveis e consultor do mercado otimista, mas que tem muita responsabilidade ao compartilhar qualquer opinião, sendo esta fundamentada por muitos estudos e pesquisas das movimentações e tendências do mercado.

Diz uma velha máxima que a primeira palavra que aprendemos quando somos crianças não é M-A-M-Ã-E e nem P-A-P-A-I, mas sim C-A-S-A. Brincadeira à parte, o imóvel está no imaginário de grande parte da população brasileira, que aqui ouso dizer ser uma das principais decisões financeiras da vida de uma pessoa, seja para quem  adquire o imóvel com o intuito da obtenção de lucro com negociações futuras ou para quem  conquista a casa própria.

E quando falamos em casa própria, percebemos, ainda, um alto valor emocional agregado, como a sensação de maturidade social, que é aquele sentimento: “ah, agora sou um chefe de família e preciso ter a minha casa” ou “agora sou independente e quero minha própria casa”.

Neste sentido, vemos que uma grande verdade é que o mercado imobiliário gera grandes preocupações em função da sua dimensão e da força para a economia do país, devendo ser analisado constantemente e bem de perto.

Sou de uma época em que crédito imobiliário era uma raridade. Cada agência financeira recebia um valor “x” do Governo federal, e este valor era muito pequeno se comparado à demanda de crédito.

A inflação era alta e o mercado apresentava um baixo desenvolvimento. A partir de 2002, contudo, este cenário começou a melhorar com a mudança da legislação e a chegada do novo código civil. E assim, vimos um crescimento surpreendente e uma consequente disparada nos preços, principalmente a partir de 2005. Destaco, ainda, o acordo de Basileia,  criado para aumentar a segurança dos sistemas bancários.

Deixo aqui uma provocação para sua reflexão: seria este o início de uma bolha ou um movimento natural de um mercado que estava reprimido e que esperava um cenário favorável para sua expansão, frente aos anseios por crédito para moradia?

Mas e o caso dos EUA?

Nesta análise, é inevitável  lembrarmos da grande crise imobiliária vivida pelos Estados Unidos em 2008, que ainda tem impactos na economia mundial. Sentimos claramente os efeitos dela ainda nos dia hoje e esta constante ameaça se concretiza quando retomamos a reflexão sobre o risco de uma bolha.

Todavia, não devemos esquecer que o impacto da crise dos Estados Unidos não foi tão forte na economia brasileira. Prova disso é que em 2009 tivemos um crescimento acima de 8% no mercado imobiliário nacional, colaborando para que registrássemos em 2010 um dos melhores anos para o setor, com um crescimento de 15%.

É preciso entender que, apesar de estarmos falando de um mesmo segmento, temos realidades bastante distintas. Nos Estados Unidos, a concessão do crédito era feita sem uma análise mais apurada, chegando ao ponto de pessoas ganharem milhões de dólares sem investirem sequer um dólar na transação, tudo baseado apenas em especulações. E o final desta história você já sabe.

No Brasil, ao contrário, o sistema financeiro habitacional exige que os futuros compradores comprovem que têm condições de pagamento, diminuindo assim a compra e a venda desenfreada com a utilização de crédito bancário.

Além disso, a maioria dos recursos de financiamento advém do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). A poupança está batendo recordes de capitação, o que influencia a chegada de dinheiro barato para o mercado, e com isso temos uma economia pujante. Alinha-se a isso, ainda, o fato da inadimplência do crédito imobiliário ser cada vez menor, dando maior saúde para o segmento.

Esclarecida a questão do crédito bancário, cabe refletirmos sobre outro ponto que gera muita polêmica: a subida dos preços dos imóveis. Em minha análise, o que registramos nos últimos anos foi um mercado imobiliário se ajustando depois de anos de entrave econômico e social.

Comportamento diferente nos grandes centros

Mas você pode se perguntar: quem prefere morar nos grandes centros paga preços altíssimos nos imóveis. Não seria este um sinal claro da bolha? Eu respondo: Este, na realidade, é um procedimento natural do mercado onde há muita procura e pouca oferta.

Mesmo com o mercado buscando seu equilíbrio, algumas capitais apresentam alguns desvios de padrão, a exemplo do Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo. Percebemos que nestas capitais os crescimentos são altos, mas se os compararmos com anos anteriores, veremos que este percentual diminuiu significativamente.

Vale destacar que estas capitais têm suas particularidades e nem sempre refletem todo o mercado nacional. Eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas podem ser fortes indicadores para isto. Outras capitais seguem um aumento equilibrado de mercado, veja a última pesquisa FipeZap.

Diante do cenário apresentado, a minha análise é de que não corremos o risco de uma bolha imobiliária. O preço dos imóveis segue um caminho natural, registrando altas, mas também certas baixas, o que é mais um indicador de que a temida bolha não existe, pelo menos por enquanto.

O próprio mercado vem se prevenindo contra este risco. Como? Construtoras e incorporadoras, após lançamentos fabulosos onde tudo que lançavam era vendido, perceberam que este crescimento não era sustentável: falta mão de obra qualificada, a matéria prima ficou mais cara, por exemplo.

Com isso, tivemos um 2011 de alinhamento de portfólio e um 2012 de arrumação de casa, ou seja, houve menos lançamentos e um esforço para baixarem os estoques. Mesmo assim, os preços não pararam de subir nem tão pouco houve queda.

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Outro elemento que endossa esta análise é o fato de os preços terem acompanhado a economia do país e a própriaescassez de terrenos nos grandes centros. Tal realidade forçou, por exemplo, a expansão do setor imobiliário para regiões mais periféricas e para o interior dos estados, possibilitando também o crescimento de outras cidades fora do eixo dos grandes centros urbanos.

Entretanto, devemos estar sempre vigilantes, pois um mercado atento consegue prever movimentos e pautar ações de alinhamento de estratégias. Estamos diante de uma economia ativa e as análises devem ser feitas periodicamente, com cruzamentos de informações relevantes para possibilitar um parecer sempre contundente. Não podemos pegar índices “soltos” para formularmos avaliações confiáveis. Neste mercado, as conjecturas são variadas e as análises devem ser responsáveis.

Além disso, não podemos jamais fazer estas análises desvinculadas da realidade do mercado. É preciso estar em consonância com práticas diárias do setor. Na semana passada, por exemplo, estava conversando com um dono de incorporadora que acabara de lançar um empreendimento. E eu o sondava:

– E aí, vai ser sucesso, como estão as expectativas?

E ele, apesar de apresentar um lançamento com preço de mercado atrativo e em uma das regiões nobres de Vitória –ES, me respondeu:

– Estamos com boas perspectivas, mas não do jeito que vivemos no passado, em que a gente lançava e vendia tudo na mesma hora. Nossa meta é vender 30% até dezembro deste ano.

Pessimismo? Não julgo assim, muito ao contrário. Dá para notar o quanto este empresário está mais consciente de que não há mais uma compra irresponsável e que é preciso estar preparado para lidar com esta nova realidade.

Não podemos fechar os olhos para a bolha, o setor é dinâmico e pode mudar. Mas, não podemos permitir que essa ameaça nos impeça de evoluir.

É este o pensamento que deve nos nortear. Devemos guiar as nossas iniciativas cada vez mais pautadas por planejamentos e por análises do mercado. Isto não irá nos impedir de enfrentarmos uma bolha caso ela estoure, mas certamente nos dará condições de enfrentá-la com segurança e com a confiança de que podemos superá-la com sucesso.

Fonte: Blog Guilherme Machado

O que você precisa saber antes de comprar um barco

Saber qual o modelo mais adequado ao seu perfil, calcular os gastos fixos e tirar habilitação náutica são alguns dos cuidados que se deve ter antes de tornar esse sonho realidade
Cuidado para não comprar um barco inadequado para seu desejo de uso

Ter um barco disponível para aproveitar a vida em alto mar a qualquer momento que se queira é sonho de consumo de muita gente. Mas realizá-lo exige muito mais do que o valor de compra da embarcação. “É preciso analisar com cuidado qual o barco mais adequado para o seu estilo, ter consciência dos gastos fixos e, acima de tudo, envolver a família no seu sonho”, Marcos Pacheco, sócio da Vip Náutica, revendedora exclusiva do estaleiro Schaefer em São Paulo. Marcelo Simonini, da Viper Power Sports reforça: “Não adianta comprar um barco ideal para represa e colocar no mar, ou vice e versa, que a pessoa certamente vai se frustrar”.

1- Pesquise muito bem qual o melhor barco para o seu estilo e possibilidades financeiras. Há modelos de diferentes tamanhos, potência e sofisticação para agradar perfis variados: daqueles que querem um lugar para curtir com os amigos, àqueles que gostam de pescar, mergulhar ou apenas aproveitar a família.

2- O valor da embarcação dependerá de seu tamanho e configuração. Quanto mais pés, potência e personalização nos acabamentos você quiser, maior será o investimento.

3- Marinheiros de primeira viagem devem dar preferência a barcos novos ou seminovos, que oferecem menor risco de problemas e vêm com maior prazo de garantia. Deixe para se arriscar quando tiver maior conhecimento técnico sobre o assunto e puder avaliar melhor a escolha.

4- Compre um modelo de marca conhecida em loja autorizada ou com procedência garantida . Isso reduz a possibilidade de levar gato por lebre, além de garantir maior assistência e consultoria técnica. E, assim como acontece com carro, o peso da marca importa.

5- Não deixe para comprar barcos no verão . Com o calor, a crescente procura tende a elevar os preços e tornar o produto escasso.

6- Ter um barco significa ter um lugar para guardá-lo. Esse custo fixo varia de marina para marina, mas sai, em média, R$ 50 por pé do barco. Isto é, um barco de 30 pés exigirá pagamento mensal de R$ 1.500. Não se esqueça de prevê-lo no orçamento.

7- Caso decida pernoitar em outra marina saiba que uma taxa de visita será cobrada para que você possa utilizar a infraestrutura local.

8- Outro custo que não pode ser esquecido é o do próprio combustível. Pense bem nele quando for escolher o motor da embarcação . Para ter uma ideia, um barco de 16 pés, com motor de 50 hps, consome, em média, 12 litros de gasolina por hora, enquanto um barco de 36 pés, com dois motores de 320 hps chega a usar 140 l/h.

9- Equipar a embarcação com acessórios de segurança e lazer como coletes salva-vidas, apitos, sinalizadores, caixa de primeiros-socorros, boias, sistema de TV e som, GPS, radar, etc é inevitável e em alguns casos, obrigatório. Prepare-se para mais essa despesa.

10- Antes de sair navegando será necessário obter algumas documentações junto à Marinha, tais como o seguro obrigatório e o Título de Inscrição de Embarcação (TIE). Não saia sem elas a bordo.

11- Obrigatório é também tirar a habilitação náutica (Arraes amador), exigida pela Marinha do Brasil para qualquer pessoa que for navegar em território nacional. O processo exige aula teórica e prática.

12- Fazer um seguro do barco é mais do que indicado. Os valores costumam variar de 2% a 4% do preço da embarcação.

13- Revisões periódicas devem ser previstas e levadas a sério. O ideal é fazer uma pausa a cada seis meses ou a cada 50 horas de uso.

14- Se quiser um pouco de mordomia e apoio para navegar , pense em contratar um marinheiro. Além de pilotar o barco para você também curtir o passeio, limpar e abastecer o barco, ele ajuda com o serviço a bordo. O contrato mensal desse profissional custa a partir de R$ 1.500. Mas é possível valer-se de um free lancer.

15- Caso não queira contratar um marinheiro, saiba que ao menos um lavador será necessário para garantir a manutenção e limpeza do barco durante o período em que você não estiver usando.

Fonte:  IG Luxo