Este é o melhor momento da última década para negociar no mercado imobiliário

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Sinalização de redução de juros, queda no preço dos imóveis e liberação de recursos do FGTS inativo capitalizando clientes são fatores que, somados à perspectiva de retomada da economia, devem impactar positivamente o setor imobiliário.

O governo federal trabalha com a projeção de injeção de R$ 30 bilhões na economia brasileira neste ano com a liberação dos saques do FGTS inativo. A medida deve movimentar 0,5 % do Produto Interno Bruno (PIB) do país. Para o governo, a iniciativa pode levar de forma rápida à redução do endividamento das famílias, contribuindo para a volta do crescimento econômico.

O mercado imobiliário aposta que uma fatia desse capital que chega ao bolso dos brasileiros possa ser investida na compra de imóveis, e vê com otimismo a medida, que somada a outros fatores, pode indicar uma caminho para a saída da crise que ainda afeta o setor.

A mais recente pesquisa sobre o segmento imobiliário do país, realizada pela FIPE – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, e publicada com exclusividade pela Revista EXAME em maio, traz dados que indicam que esse é o melhor momento da última década para quem esta capitalizado e quer negociar a compra de um imóvel.

A pesquisa analisou preços em 5.600 bairros de 203 cidades brasileiras e constatou que os preços dos imóveis subiram apenas 0,8% em 2016. Em termos reais, os preços caíram 5%. Mesmo assim, as vendas não aumentaram por conta da queda da renda das famílias, os altos juros, dificultando financiamentos, e também pela insegurança econômica, desemprego e medo de perder o posto de trabalho.

Diante do cenário avaliado pela pesquisa, os analistas e representantes do setor imobiliário ouvidos afirmam que agora é a hora certa para negociar. Para muitos, a crise já chegou ao fundo do poço. O próximo passo é a recuperação, o que elevaria os preços dos imóveis.

Otair Guimarães, diretor comercial da Leste Realty, empresa que lançou em Ribeirão Preto no final de 2016, em parceria com o Grupo Engep, o empreendimento Quinta dos Ventos, localizado na zona sul da cidade, também avalia que este é o momento ideal para investir no sonho da casa própria.

O Quinta dos Ventos comercializa lotes com metragens a partir de 335 metros quadrados e oferece um padrão inteligente de urbanismo. “Entendemos o momento da economia e oferecemos um produto de qualidade e que cabe no bolso do consumidor. O cliente com condição de investir tem agora o cenário ideal. Os preços ainda estão baixos. Esta é a hora de comprar”, avalia Otair Guimarães.

O empresário ainda analisa como positivas para ao mercado a liberação de recursos do FGTS inativo e a redução de juros, como a taxa Selic. “O setor imobiliário ainda aguarda para avaliar o impacto da liberação desses recursos do FGTS inativo no mercado e também de um corte ainda maior na Selic. Mas a expectativa é positiva. O fato de o trabalhador poder sacar o dinheiro e utilizar naquilo que preferir é bastante interessante. Além disso, a expectativa do trabalhador quitar dívidas pode resultar na queda da inadimplência, que tem impacto na melhoria das condições de financiamento. Fato positivo para o mercado de forma geral”, afirma Otair Guimarães.

Fonte: G1

Passeio de trem no Japão pode custar até R$ 30 mil

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Inaugurado no começo de maio, o Shiki-shima é um trem de luxo japonês que oferece viagens pelo custo de R$ 10 mil a R$ 30 mil. Apesar do preço salgado, engana-se quem pensa que o passeio tem pouca procura: o serviço está com lotação esgotada até março do ano que vem.

Projetado pelo designer Ken Kiyoyuki Okuyama, o trem tem capacidade para apenas 34 passageiros e chama a atenção pelo modelo futurista e visão panorâmica. Todas as refeições são preparadas por chefs estrelados. As acomodações são luxuosas, com lareira e banheira. Nada mal, não?

Fonte: Terra

Mercado do luxo já vale quase 5% do PIB. São 9000 milhões

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Foi em outubro do ano passado que Jo Ellison regressou a Portugal, após 15 anos sem visitar o país. A editora de moda do jornal britânico Financial Times veio ver com os próprios olhos os motivos para tanto burburinho. “O mundo inteiro quer visitar Portugal. O renascimento do país nos últimos anos é incrível”, conta em conversa telefónica com o Dinheiro Vivo, dias antes de aterrar em Lisboa, para onde quis trazer a Cimeira do Luxo, que arranca hoje na capital.

Depois de 12 anos a dar a volta ao mundo, os organizadores da FT Business of Luxury, que reúne os principais líderes do setor, quiseram perceber o segredo por trás da ascensão de Portugal como destino de luxo.

“A ideia de fazer o evento em Lisboa surgiu na cimeira do ano passado, em São Francisco, quando conversávamos sobre o incrível renascimento da cidade a nível cultural. E percebemos que todos partilhávamos a perceção de que Portugal, e Lisboa em particular, é hoje um dos melhores sítios para se estar e para aproveitar. Foi considerada pela Condé Nast Traveller como a cidade mais cool do mundo no ano passado, receberam a Web Summit em novembro, têm imensa arquitetura moderna e têm uma gastronomia incrível que está a ganhar popularidade”, sublinha Jo Ellison.

Das palavras aos atos foi um pequeno passo. “Fiz questão que a cimeira deste ano fosse em Portugal”, garante a britânica.

O setor do luxo não está a dar os primeiros passos no país, mas nos últimos cinco anos registou um crescimento sem precedentes. “O segmento não tinha qualquer expressão antes de 2012. Tudo o que está a acontecer hoje vem tudo do movimento do imobiliário, que depois gerou turismo”, explica Helena Amaral Neto, coordenadora dos cursos dedicados ao luxo do ISEG.

Não existem estudos concretos sobre o peso do setor como um todo na economia portuguesa, mas a especialista não tem dificuldade fazer as contas. “Só na componente imobiliária associada aos vistos Gold estamos a falar de 2,7 mil milhões de euros. Se juntarmos o turismo de luxo, o retalho, o setor automóvel, entre outros, chegamos facilmente a um valor de vendas global próximo dos 5% do PIB”, estima a docente. É qualquer coisa como 9000 milhões de euros.

Só no ano passado foram vendidas perto de 7500 casas consideradas de luxo em Portugal, ou seja, 20 imóveis milionários por dia, perto de 6% do total das propriedades vendias. Lisboa, Cascais, Sintra e Algarve estão no topo das preferências dos investidores, na grande maioria estrangeiros.

“Temos condições de luxo que não são comparáveis com qualquer capital europeia. Além de que no setor imobiliário somos muito baratos para o nível que temos. Dois milhões de euros não compram nem um T2 em Londres”, sublinha Helena Amaral Neto, que identifica uma tendência específica que terá vindo para ficar. “Costumo chamar-lhe a quarta invasão francesa”, brinca. É entre os gauleses que o estatuto de residente não habitual, criado em 2010, tem vindo a conquistar mais adeptos.

O regime que oferece uma década de benefícios fiscais atraiu mais de 10 mil estrangeiros em 2016. Um número que deverá triplicar este ano, caso se mantenha o ritmo registado nos dois primeiros meses do ano, em que foram feitos mais de seis mil pedidos. “A grande maioria são franceses e são do segmento alto, que vai alimentar o imobiliário de luxo”.

No retalho, as atenções estão todas viradas para Oriente. A criação de rotas diretas entre Portugal e China a partir do verão vai potenciar um mercado ainda por explorar. “Os chineses são dos principais consumidores de retalho de luxo da Europa. São turistas que organizam as viagens em função das compras. E compram na Europa porque lá os produtos de luxo custam quase o dobro, por motivos fiscais. Em Portugal temos uma vantagem adicional que é o IVA a 23%. Os clientes chineses podem pedir o reembolso, o que faz com que em Portugal as compras saiam ainda mais baratas”, explica a docente.

No primeiro trimestre do ano, segundo dados da Global Blue, cada cidadão chinês que fez compras em Portugal gastou em média 644 euros. A liderança continua a pertencer aos visitantes angolanos, que representam 38% das compras realizadas por cidadãos que não pertencem ao espaço europeu. Nos primeiros três meses de 2017, as compras tax-free aumentaram 51% face a 2016.

Não é só a venda de bens de luxo que está em alta no país. Aos pouco, Portugal está também a conseguir afirmar-se na produção de nível premium. “Há muitas marcas de luxo que começam a olhar para Portugal como opção para produzir roupa e sapatos. Acredito que em breve poderão competir com Itália, por exemplo”, refere Jo Ellison. A editora do Financial Times afirma ainda compreender a opção de estrelas como Michael Fassbender, Monica Belucci ou Eric Cantona, que recentemente compraram casa no país.

“As pessoas procuram Portugal devido à qualidade de vida. Sabem que vão comer bem, que o tempo vai estar incrível e que têm o mar sempre por perto. É um país que está a ser redescoberto também pelos portugueses. As pessoas reconhecem que o país tem imenso potencial para florescer. E o mercado do luxo está muito atento a isso porque sabe que Portugal não se restringe às lojas de marca para compras, vai muito além. Lisboa é o sítio ideal para se ter a experiência completa de uma vida de luxo. É a combinação perfeita entre o moderno e o tradicional”.

Prova de que Portugal está no epicentro do setor do luxo é a agenda dos próximos meses. No final de junho a capital recebe a INNOCOS Summit, um evento de dois dias dedicado ao setor da cosmética que contará com responsáveis de marcas como Chanel ou Estee Lauder.

Quem também escolheu Lisboa como palco da próxima grande conferência dedicada ao segmento foi o grupo Condé Nast, proprietário de publicações como a Vogue, GQ e Vanity Fair. O evento promete trazer a Portugal mais de 500 participantes entre 18 e 19 de abril do próximo ano.

Helena Amaral Neto destaca outro fator que está a colocar Portugal na rota dos milhões. “O contexto atual favorece-nos. As ameaças terroristas ou a situação política de países como Reino Unido, França ou Brasil tornam Portugal muito atrativo. A questão da segurança, que se calhar às vezes não valorizamos porque damos como adquirido, hoje em dia é um verdadeiro luxo”.

Fonte: Dinheiro Vivo

Feira de turismo de luxo revela novas tendências para mercado de viagens

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SÃO PAULO -­ Aberta oficialmente na terça­feira, a Travelweek by ILTM, feira de turismo de luxo que acontece no Pavilhão da Bienal, até sexta­feira (28/4) em São Paulo, divulgou uma pesquisa que identifica mudanças nas tendências dos viajantes dessa categoria, cujo mercado mundial cresceu 4% em 2016 atingindo um valor estimado em US$ 1,06 trilhão. Realizada pelo instituto Skift junto a marcas hoteleiras consagradas e hotéis independentes, a enquete mostra que, apesar do crescimento, o aumento na oferta de viagens e experiências diferentes faz com que seja necessário ampliar o leque de produtos e oferecer outros tipos de vivência para os turistas.

Intitulado “Construindo amor e fidelidade pela marca na hotelaria de luxo”, mostra que grandes acontecimentos mundiais, crises políticas e debates ambientais tiveram um efeito na forma como os turistas buscam novas experiências de viagem. Diante disso, sugere que três novas tendências surgirão no mercado de luxo: foco, simplicidade e transformação. Em outras palavras, resume o estudo, os viajantes não querem que escolham o que eles farão; querem um cardápio mais variado de experiências e vivências para ter o que escolher.

— Turismo de luxo não quer dizer apenas dinheiro — resume Simon Mayle, gerente da Travelweek São Paulo. —Tenho amigos que viajaram para o Irã e tiveram uma experiência fascinante. Então, tem a ver também com a vivência e com o intercâmbio cultural.
O relatório Skift mostra que, quando perguntado sobre como as atividades de viagem evoluíram nos últimos 3-5 anos, mais de 60% dos entrevistados afirmaram estar mais interessados em experiências de viagens que lhes dão uma nova perspectiva do mundo do que anteriormente.

Hotéis e grupos hoteleiros estão redefinindo e recriando seus cardápios de produtos e identidades visuais para alinhá-las com as novas tendências. O uruguaio Álvaro Valeriani, vice-presidente regional de vendas e marketing do grupo Hyatt, fez um paralelo com a rede Starbucks, que tem um vasto cardápio de cafés para oferecer aos clientes que fazem fila em suas lojas.

— Estamos fazendo a mesma coisa — explicou ele. — Nós temos várias marcas, que proporcionam experiências diversas para os nossos clientes. Antes, o conceito era diferente. Tínhamos um padrão para tudo, em todos os lugares. Comprávamos o mesmo lençol, da mesma marca, que era igual em todos os nossos hotéis. Hoje, já não é mais assim.

Fonte: O Globo

Após ‘saga’ de quase 20 anos, hotel de luxo abre as portas em parque de SP

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Ao abrir as portas hoje, o Palácio Tangará – hotel que pretende se tornar um novo templo do alto luxo em São Paulo – põe fim a uma saga de quase 20 anos que inclui um sonho frustrado de um empresário ambicioso, brigas entre sócios e uma obra que se tornou um “fantasma” que assombrou o Parque Burle Marx, na zona sul de São Paulo, durante 12 anos. Após ser comprado por um fundo americano e ter a administração assumida por um grupo alemão, o hotel inicia as atividades com um novo desafio: enfrentar a atual crise do setor de hospedagem no País.

O projeto, idealizado pela constutora Birmann, que foi referência no desenvolvimento de edifícios comerciais na capital paulista nos anos 1980 e 1990, foi comprado há quatro anos pelo fundo GTIS – antes, era uma sociedade entre o empresário Rafael Birmann e a Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil).

As obras foram iniciadas em 1998, mas a Birmann entrou em crise em 2000, o que levou à paralisação dos trabalhos em 2001. Uma disputa entre os sócios, aliada à dificuldade em encontrar um novo investidor, deixou a obra parada por mais de uma década. Durante anos, soluções foram buscadas para o projeto – entre os que olharam o ativo esteve a espanhola OHL.

No entanto, foi o americano GTIS que, em 2013, chegou a um acordo com Birmann. O empresário abriu mão do empreendimento para se livrar de dívidas. Já os 49% que pertenciam à Previ foram comprados por R$ 45 milhões, em acordo separado.

O fundo investiu na conclusão das obras – ainda faltavam 30% dos trabalhos – e fechou acordo de administração com a alemã Oetker Collection, referência em hotéis cinco estrelas. Para dirigir o Tangará, veio o executivo Celso do Valle, que participou do início da operação do Emiliano, em 2001.

Luxo. Segundo Valle, o objetivo da Oetker é entregar um novo conceito de luxo em hotelaria ao mercado paulistano. A diária dos quartos vai variar de R$ 1,6 mil a R$ 38 mil – o menor quarto do Tangará tem 47 metros quadrados e a maior suíte, 530 metros quadrados. “Todos os quartos terão vista para o verde do Parque Burle Marx. Ninguém vai abrir a janela e ver uma parede”, garante Valle.

Os hóspedes ainda contarão com duas piscinas aquecidas (uma delas coberta), academia, spa administrado pela francesa Sisley, bar de drinques e um restaurante com cardápio desenvolvido pelo “chef-celebridade” Jean-Georges Vongerichten, entre outros “mimos”.

Para se diferenciar no segmento de luxo – onde enfrentará a concorrência de rivais como Emiliano, Fasano e Unique –, o Palácio Tangará pretende atrair o público paulistano para suas instalações. A meta é que o restaurante, o spa, o bar de drinques e adega possam ser usados por quem não estiver hospedado no hotel. Outra aposta é um espaço de eventos que comporta até 400 pessoas – e já tem 15 casamentos fechados para os próximos meses.

Desafios. Após quase 20 anos em “gestação”, o Palácio Tangará chega não só no meio de uma crise econômica, mas também em um dos piores momentos recentes para o setor hoteleiro. Mesmo em São Paulo, mercado considerado “blindado” pelo turismo de negócios, houve um recuo de 20% em três anos, segundo Diogo Canteras, sócio-diretor da consultoria Hotel Invest. Hoje, segundo a consultoria, a taxa de ocupação dos hotéis em todas as capitais brasileiras está abaixo de 60% – o ponto de equilíbrio médio do setor é de 70%.

Além disso, segundo o consultor, o fator localização também pode pesar contra o Tangará. O bairro do Panamby, onde fica o hotel, costuma registrar engarrafamentos pela manhã – o que pode prejudicar o trajeto de altos executivos a seus locais de trabalho. Embora se trate de um projeto ambicioso, Canteras lembra ainda que há outras marcas consolidadas no segmento luxo na cidade. E a concorrência está prestes a ficar ainda mais pesada, já que a rede Four Seasons tem estreia marcada em São Paulo para 2018.

Fonte: Estadão

Genebra, a cidade do luxo onde uma casa chega a custar 65.500 euros por m2

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A Suíça é o país com mais ricos do mundo, o que se reflete no mercado imobiliário. No centro financeiro da cidade de Genebra uma casa chega a custar 65.500 euros por m2, segundo a imobiliária de luxo Engel & Völkers. No segundo lugar do ranking das cidades mais caras do país encontram-se Zurique e Zug, onde os preços atingem os 28.000 euros por m2.

De acordo com a mediadora alemã, a Rue des Granges, em Genebra, é a zona mais cara do país, sendo que os valores praticados (os já referidos 65.500 euros por m2) são muito mais elevados face aos verificados em Cologny ou Bellevue, onde um imóvel custa 42.000 euros por m2 e 33.000 euros por m2, respetivamente.

Já em Lucerna os preços da habitação rondam os 17.000 euros por m2, um pouco mais que em Basileia (13.000 euros por m2). Estas são as cidades suíças mais económicas para comprar casa, conclui a Engel & Völkers.

Fonte: Idealista

Milionária turca investe em hotel de luxo em Lisboa

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Apaixonada por Lisboa, e de olho no mercado imobiliário português e nos vistos gold, a empresária Ahu Büyükkusoglu Serter tem no total 20 milhões de euros para investir no país.

Dois milhões de euros é o valor que a empresária turca Ahu Büyükkusoglu Serter, de 43 anos, herdeira de uma das maiores e mais valiosas coleções de arte da Turquia, vai investir para abrir em Portugal um novo hotel de luxo da cadeia Casa dell”Arte Hotel of Arts & Leisure, depois do sucesso das unidades hoteleiras já existentes desde 2007 na paradisíaca baía de Torba, em Bodrum, na Turquia.

Com inauguração marcada já para junho e morada no número 125 do Campo de Santa Clara, num edifício datado de 1783, coberto de azulejos do século XIX e com vista privilegiada para o Panteão e rio Tejo, o Casa dell”Arte Lisbon será o primeiro hotel do grupo fora da Turquia. Com apenas três quartos à disposição dos clientes, a um preço médio superior a 300 euros por noite, o novo hotel terá também, no piso térreo, uma galeria para exposições e um café (abertos ao público) e ainda uma biblioteca especializada em arte. As paredes surgirão forradas com quadros da coleção familiar e a esmagadora maioria dos móveis serão trazidos da Turquia.

O perfil dos futuros hóspedes está identificado: noivos turcos em lua-de-mel em Lisboa, investidores interessados no mercado imobiliário português e nos vistos gold, artistas internacionais, chefs de cozinha e turistas apaixonados por arte.

Além deste prédio na freguesia de São Vicente, o investimento já concretizado estende-se também a mais dois edifícios em Lisboa – na Praça das Flores e em Arroios, para reabilitação e revenda -, estando esta empresária à procura de novos negócios no país, em Lisboa e no Porto, com perspetivas de investir em Portugal mais de 20 milhões de euros nos próximos anos.

O projeto para fazer nascer em Lisboa um luxuoso hotel em que cada quarto terá na sua decoração obras de arte avaliadas, em média, em cem mil euros, surge no âmbito de um novo pacote de cerca de 300 milhões de euros de investimento direto turco em Portugal que será concretizado até ao final de 2017, anunciado pela nova Associação Portuguesa de Cooperação com a Turquia, The Trade Connection. “Os turcos têm muito dinheiro disponível para investir e estão a descobrir que Portugal é um país interessante. A maior parte dos turcos não conhece Portugal nem o potencial do país”, explicou João Pestana Dias, CEO da associação.

Esse era o caso de Ahu Büyükkusoglu Serter quando aterrou em Lisboa há quatro anos, sem conhecer ninguém, “às cegas, seguindo apenas os meus sentidos”. “Visitei muitas propriedades até que finalmente encontrei o sítio ideal”, contou a milionária, que se define como uma serial investor, em entrevista ao DN/Dinheiro Vivo. O negócio não se fez esperar: “Em 30 minutos tomei a decisão de comprar e fiz uma oferta. Disse ao agente imobiliário que ia apanhar um avião para Istambul e que quando aterrasse queria uma resposta. Cheguei à Turquia, liguei o telemóvel e o negócio estava fechado.”.

O interesse em Portugal é grande e prova disso é a empresa de investimentos já criada no país para apostar ainda mais no imobiliário, mas não só. Na mira da empresária estão também as startups portuguesas, bem como novos espaços de coworking e também a recapitalização de PME com boas perspetivas de mercado. “No setor do imobiliário já fiz outros investimentos e neste momento estou à procura de propriedades maiores para renovar e gerir para as nossas marcas de turismo”, garante Ahu Büyükkusoglu Serter, que também não esconde o interesse em comprar um armazém nas zonas de Marvila ou Alcântara para dedicar a uma galeria de arte de grandes dimensões.

Fonte: DN

Shopping de luxo em Miami terá expansão ainda este ano

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SÃO PAULO – O Aventura Mall, shopping de luxo de Miami, na Flórida, está com planos de expandir seu complexo ainda este ano. Atualmente com mais de 300 lojas, o shopping está construindo uma nova ala projetada pelo arquiteto Carlos Zapata, que será formada por três andares e 30 mil m2, que prometem uma maior variedade de lojas, restaurantes, uma galeria de arte contemporânea e também um lounge VIP.

Em comunicado, o shopping afirmou que o novo espaço foi projetado para criar uma integração convidativa entre o interior e o exterior do estabelecimento, o que inclui uma seleção de obras e uma escultura de 28 metros de altura do famoso artista belga Carsten Höller, por onde os visitantes poderão deslizar.

“Nossa visão é criar um novo local de confraternização, onde os residentes locais e visitantes possam conectar-se com diversas experiências interativas”, disse Jackie Soffer, CEO e membro do conselho da Turnberry Associates, proprietária e administradora do Aventura Mall. “A nova ala é destinada a tornar-se um dos espaços mais dinâmicos do Sul da Flórida”, completa.

De acordo com a empresa, o destaque da nova ala será a loja de dois andares da britânica Topshop Topman, a primeira da marca na cidade. Além disso, a loja Zara voltará ao shopping e novas marcas como Pomellato e Under Armour também farão parte das opções para compras.

Com relação à praça de alimentação, o shopping promete uma evolução do modelo tradicional, trazendo o Treats Food Hall, com curadoria de mais de 12 galerias de diferentes culinárias, assim como, um ambiente “mais descontraído”, com mesas, balanços, banquetas e mesas de bar compartilhadas. Além disso, será possível jantar ao ar livre em restaurantes como CVI.CHE 105, Serafina, Pubbelly Sushi, Harry’s Pizzeria e Blue Bottle.

Já o espaço VIP, por sua vez, será um lounge central que incluirá espaços para convidados, onde será possível jogar sinuca, assistir TV, relaxar, ler, e aproveitar a área de bar e restaurante que se abrirá para o terraço. O local poderá ser ainda, locado para eventos privados.

Confira algumas imagens do projeto:

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Fonte: InfoMoney

Virtuoso divulga estudo sobre mercado de viagens de luxo no Brasil

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O Virtuoso, empresa líder em conectar viajantes que buscam experiências de luxo com consultores em mais de 40 países, divulgou um levantamento sobre o mercado brasileiro feito em parceria com agências ligadas ao selo. Quase 100% dos entrevistados confirmaram que a crise política e econômica do País afetou de modo negativo as viagens de seus clientes.

No entanto, 38% dos entrevistados afirmaram que o volume de vendas em suas agências, em 2016, superou o ano anterior, em média de 5% a 10%. E outros 80% afirmaram que as vendas em janeiro deste ano superaram na mesma margem (5% a 10%) o mesmo período em 2016. Entre os destinos preferidos, as agências Virtuoso apontam a África do Sul, Japão e Portugal como emergentes, enquanto Estados Unidos e Itália seguem como os favoritos para viagens em família.

A importância dos consultores Segundo o estudo, a crise a que o País atravessa não está impedindo os viajantes de continuarem planejando suas viagens com o auxílio das agências e consultores em um mercado que continua a crescer. Cerca de metade das agências contrataram novos consultores para as equipes em 2016. Para estes, são oferecidos treinamentos especializados com foco nas técnicas de vendas, no conhecimento dos produtos e no tratamento com clientes de alto poder aquisitivo. Entre os maiores desafios encontrados pelas agências estão encontrar consultores qualificados, conquistar novos clientes e lidar com a competitividade da internet.

Benefícios de um mundo conectado
Para o Virtuoso, a internet e a tecnologia também são ferramentas que facilitam a colaboração global e aumentam a força e a visibilidade das agências Virtuoso. O poder de compra de uma agência na Austrália, que reserva uma grande quantidade de viagens para Bali, acaba beneficiando uma agência Virtuoso no México, que compra muito menos, mas cujos clientes terão os mesmos benefícios exclusivos reservados aos clientes da rede. “Este é o grande valor de uma rede como Virtuoso, para nossas agências e parceiros, e principalmente para o cliente. A tecnologia permite a todos estarem conectados uns aos outros”, explica Matthew D. Upchurch, CEO do Virtuoso.

A diferença no entanto, reside na conexão humana, no aconselhamento personalizado em uma viagem absolutamente segura e sob medida, e nos privilégios exclusivos para os clientes, impossíveis de se conseguir em uma reserva on-line e só obtidos com a assessoria de um consultor Virtuoso.

O efeito Trump
Ainda segundo o estudo, a nova política de imigração dos Estados Unidos não está afetando os brasileiros que seguem ao país em viagens de alto padrão. Sobre este tema, Upchurch destaca a importância da indústria turística em um nível global, não apenas pelo aspecto econômico, que tem se mostrado cada vez mais relevante, mas como uma força para o bem do mundo e da integração entre os povos.

Serviço
virtuoso.com

* Legenda da foto: Matthew D.Upchurch, CEO Virtuoso/arquivo HN/Hugo Massahiro Okada

Fonte: Hôtelier News

Sócio de Donald Trump ergue prédio de luxo em São Paulo

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Quem passa pela Rua Eusébio Matoso, nas imediações do Shopping Eldorado, deve ter se deparado com o VHouse. Trata-se de um dos edifícios mais luxuosos da capital, agora em fase de finalização. Previsto para terminar em agosto de 2017, o empreendimento tem um conceito chamado “residencial-boutique”. O que isso significa? A área comum terá cara de galeria de arte, com obras de artista como Flavio Samelo, Ricardo Alcaide e Tulio Pinto; um chef fará a comida dos condôminos quando requisitado, seja para uma pessoa ou mais convidados; serviços de hotel como camareira. As unidades variam de 36 a 197 metros quadrados, com preços que vão de 850 000 a 4,5 milhões de reais.

O edifício recebeu um investimento de 150 milhões de reais e já vendeu cerca de 60% de seus 303 apartamentos “Em vez de receber seus convidados no apartamento, que tal ter um chef a sua disposição para atendê-lo em outra área do prédio?”, questiona Jorge Pérez, o homem por trás do empreendimento. Ele é filho de cubanos nascido na Argentina. Com fortuna avaliada em quase 2,8 bilhões de dólares de acordo com a Forbes, o empresário de 67 anos ficou conhecido como o “Trump dos Trópicos” nos Estados Unidos ao construir uma série de prédios de luxo, especialmente em Miami. Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, é seu sócio em quatro de seus prédios, no estado da Flórida.

Você e Donald Trump eram amigos. Como está essa relação hoje? Nós continuamos muito amigos, por  mais de vinte anos agora. Nós só estamos em lados opostos na política.

O senhor discorda dele em quais aspectos? Ele está muito conservador. Não apenas nas questões de imigração, com a construção do muro o que eu sou totalmente contra, mas também em relação aos cortes de orçamento. Eu espero que ele escute o que tenho escrito a ele por e-mail. Ele é de Nova York, um homem de negócios, e nova-iorquinos costumam ser bem mais liberais que o resto do país.

Trump pediu para o senhor participar do governo dele? Sim, ele me convidou para o departamento de moradia e desenvolvimento urbano, no departamento de relações com a América Latina. Teria, assim, ligação com a construção do muro… Eu disse “não, não estou interessado”.

Fonte: Veja São Paulo