Queda dos juros incentiva mercado imobiliário

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Nas últimas semanas, as projeções para a taxa básica de juros vêm caindo tanto para 2017 quanto para o próximo ano. O boletim Focus de junho, apresentado pelo Banco Central, previa taxa Selic de 8,5% para os dois anos. O relatório de 14 de julho, no entanto, apontou expectativa de queda, com 8% de Selic.

Alguns segmentos do mercado reagiram de forma imediata às novas projeções. O Santander saiu à frente dos concorrentes e anunciou redução de juros para créditos imobiliários. Segundo Gilberto Abreu, diretor executivo de negócios imobiliários e investimentos do banco, a decisão segue a posição de pioneirismo da instituição no mercado de crédito. “Mais do que acompanhar, o Santander quer ser protagonista na retomada do mercado imobiliário no Brasil.”

A nova taxa praticada pelo banco é de 9,49% ao ano pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), válido para imóveis usados com valores de 90 000 a 950 000 reais em Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e no Distrito Federal, e de 9,99% ao ano para Carteira Hipotecária (CH), que vale para imóveis acima de 950 000 reais nas mesmas regiões.

As novas taxas são válidas para clientes com relacionamento, ou seja, é preciso estar adimplente, realizar pelo menos uma nova compra por mês no cartão de crédito e escolher uma opção entre receber salário no Santander, capitalização, depósito programado em poupança ou seguro de vida, acidentes pessoais ou residencial.

Abreu garante que a taxa abaixo de dois dígitos não é o único diferencial do Santander. O banco está lançando uma plataforma online que permite aos clientes fazer uma simulação, aprovar crédito e enviar documentos por meio do celular ou de qualquer computador conectado à internet. “O interessado só precisará ir à agência uma única vez, para assinar o contrato”, afirma o executivo. Com a novidade, a expectativa é que o tempo médio de contratação desse tipo de financiamento se reduza de 60 para 30 dias.

 

 

Fonte: Exame

Prédios vazios: o mercado imobiliário executivo em SP

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Os edifícios corporativos do Rio e de São Paulo nunca estiveram tão vazios. De acordo com a Buildings, o índice de vacância dos prédios de alto padrão fechou 2016 em 23,42% em São Paulo e em 38,33% no Rio.

Isso reflete o descompasso entre a aposta dos investidores e a evolução da atividade econômica do país. Muitos dos prédios ociosos começaram a ser erguidos no começo da década de 2010, quando a economia brasileira ia bem, havia uma demanda crescente novos escritórios, pouca oferta e preços de aluguel em alta.

Como as construções costumam levar de 5 a 6 anos, muitos prédios erguidos em meio à euforia desenfreada do setor imobiliário acabaram ficando prontos em plena recessão. Hoje os donos precisam dar generosos descontos para conseguir inquilinos.

Veja, no link, o ensaio fotográfico do G1 nos prédios corporativos.

Fonte: G1

Mercado imobiliário apresenta estabilidade, aponta Radar Abrainc-Fipe

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SÃO PAULO ­- Mercado imobiliário apresenta estabilidade, aponta Radar Abrainc-Fipe As condições do mercado imobiliário ficaram estáveis em novembro de 2016 na comparação com outubro, segundo o Radar Abrainc­Fipe. A nota média do indicador no mês foi de 2,4 pontos, com leve queda de 0,1 ponto.

Na comparação anual, houve queda de 0,8% na média geral.

Calculado pela Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) e pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o levantamento tem pontuação de zero a dez, conforme as condições sejam consideradas de desfavoráveis a favoráveis. Atualizado mensalmente, o Radar Abrainc­Fipe apresenta dados de lançamentos, vendas, entregas, oferta final e distratos para o mercado primário de imóveis residenciais e comerciais.

Em novembro, houve melhora no indicador de crédito imobiliário, enquanto os referentes à demanda e ao ambiente do setor pioraram. Já o indicador de ambiente macroeconômico não apresentou variação.

A dimensão ambiente macro teve nota de 2 pontos, a de crédito imobiliário, de 2,3 pontos, a de demanda, de 1 ponto e a de ambiente do setor, de 4,4 pontos.

O único indicador que melhorou foi o de ambiente macro. As dimensões de crédito imobiliário, demanda e ambiente do setor apresentaram notas menores do que as de novembro do ano passado.

(Chiara Quintão | Valor)

Fonte: Valor Econômico

Idosa de 68 anos volta ao mercado de trabalho como corretora de imóveis

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Aposentada há 5 anos, ela aproveitou oportunidade oferecida por imobiliária.
Empresa dá treinamento para quem tem mais de 55 anos e quer ser corretor.

Após cinco anos afastada do mercado de trabalho, a aposentada Jacira das Graças Pinheiro Azolino, de 68 anos, decidiu voltar a trabalhar, em Goiânia. Motivada por uma oportunidade de recolocação no mercado oferecida por uma imobiliária, a idosa achou que era a hora de recomeçar e está investindo na carreira para ser corretora de imóveis.

Ela conta que viu um anúncio em uma rede social sobre o programa para pessoas da terceira idade. No entanto, a aposentada não se inscreveu, pois explica que, mesmo interessada, achou que estava fora do perfil, que procurava pessoas com idades a partir de 55 anos.

“Não me candidatei porque vi que eu estava um pouco fora da idade, mas fiz um comentário na página falando que achei a ideia inteligente, porque eu realmente achei fantástico. Inclusive, tenho certeza que as demais imobiliárias vão copiar. Eu fiz o comentário, o pessoal viu, me ligou e eu comecei”, lembra.
Jacira explica que um dos motivos que a fez voltar à ativa foi à solidão após o falecimento do marido, há cinco anos. Ela conta que, antigamente, tinha uma casa grande, com muita gente da família.

“Eu tinha três filhos, mas um deles morreu ainda pequeno, então eu criei dois filhos. Meu marido e eu ficamos 43 anos casados e, depois que ele faleceu, ficou uma vida bem vazia”, relata a aposentada.

Professora primária de formação, a idosa também trabalhou como aeroviária por mais de 30 anos e chegou a ser gerente fora do Brasil pelas empresas aéreas que atuou, como Marrocos, Ásia, Europa e Estados Unidos da América. A aposentada afirma que, com estas experiências, desenvolveu várias habilidades, como a fluência em três idiomas.

“A experiência que eu adquiri contribui pra mim, hoje, no mercado imobiliário, porque tem muito estrangeiro aqui em Goiânia. E em um determinado momento, você encontrar uma pessoa que fala sua língua, só pra bater um papo, é bom. Eles gostam, é um diferencial”, lembra.

Ana Claudia Salatiel, coordenadora de rercursos humanos da URBS RT, a imobiliária responsável pelo “Programa Veteranos”, explica que, junto a Jacira, entraram 16 profissionais com idades igual ou superior a 55 anos. Segundo ela, a iniciativa tem trazido só experiências boas.
“Para nós é uma honra ter uma profissional como a dona Jacira. Poliglota, conhece o mundo inteiro, entrou com a maior vontade do mundo, com o conhecimento necessário, é um case de sucesso. O RH nunca foi tão elogiado, tanto quanto com a entrada deles aqui. Todas as outras equipes entenderam que eles entraram para fazer diferença, porque são pessoas que se interessam de verdade”, conta.

Programa

Em setembro, o “Programa Veteranos” foi lançado com a intenção de atingir o público da terceira idade. Ele oferece treinamento gratuito com aulas teóricas e de campo para pessoas com mais de 55 anos. Uma nova turma está sendo formada. As inscrições para participar do programa estão abertas até o dia 4 de novembro, pelo telefone (62) 4013-4029 ou pelo e-mail rh@urbsrt.com.br.

Salatiel explica que o programa busca oferecer treinamentos básicos sistemáticos de vários assuntos, entre eles, como ser um corretor de imóveis, dicionário de um corretor de imóveis, matemática financeira, crédito imobiliário, entre outros.
Conforme a coordenadora, vários são os motivos que levaram a realização da iniciativa voltada para os idosos, entre eles, a experiência, a capacitação e o compromisso destes profissionais.

“Começamos a observar que temos muitos cases de sucesso com profissionais que são dessa faixa etária. E como nós também estávamos contratando muitos jovens que não permaneciam, a gente resolveu apostar e oferecer esse programa de formação pra esses mais maduros”, revela a especialista em RH.

Entre os benefícios do profissional mais velho, de acordo com a coordenadora, além da experiência, que é um dos principais, os idosos podem ser profissionais extremamente resilientes e pacientes.

“O mercado imobiliário é muito dinâmico, ao mesmo tempo em que você trabalha aqui dentro, numa sala com ar condicionado, você faz ação na rua, faz uma panfletagem, lida com pessoas de diversos perfis, leva muitos nãos e não pode deixar isso te abater. O não tem que ser desafiador para você conseguir buscar cada vez mais e lutar pelo sim”, pontua.

Experiência

Conforme a coordenadora, a aposta nos profissionais mais experientes pode ser um diferencial nos negócios, pois, segundo ela, a pressa é um dos fatores que atrapalha o jovem no mercado imobiliário.

“O corretor de imóveis precisa ter um curso pra atuar na área e isso exige um tempo para que ele possa de fato começar a trabalhar, e o jovem não tem essa consciência. Eles não gostam de esperar toda essa burocracia”, explica.

Além disso, conforme a profissional, o fato do profissional da área ser autônomo também desinteressa o jovem neste ramo. Salatiel explica que o corretor de imóveis é um profissional 100% comissionado e que precisa vender pra ter remuneração.
“O jovem não quer isso. Ele quer começar a trabalhar e já ganhar no ato, e aqui não tem isso. Aqui exige um pouco mais de paciência, precisa de um pouquinho de desenvoltura, por que se não ele não vai conseguir ter sucesso”, conclui a profissional.

Fonte: G1

2017 de muito trabalho

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O mercado imobiliário deve continuar firme e o aquecimento, lento e contínuo, o levará a colher bons frutos em 2017. A projeção positiva é de empresários do setor, que dizem ter sentido este ano um incremento no volume de vendas em relação ao ano passado. “O setor vem apresentando uma melhora, acho que isso é sensível para todo mundo, mas a gente tem muito a melhorar, muito trabalho a fazer”, avalia Francisco Philomeno Gomes, sócio diretor da Construtora Preferencial.

Supervisor comercial da Muza Construtora, Araújo Ataick observa o mercado imobiliário em pleno processo de reformulação. “Ele (mercado) teve momentos ruins em 2013, em 2014, e em 2015 teve uma desaceleração por conta da situação macroeconômica, mas graças às mudanças políticas está muito melhor em 2016”. A expectativa é de maior crescimento e estabilidade no ano que vem.
Gerente comercial da Construtora Mota Machado, Felipe Capistrano afirma que o mercado imobiliário sentiu um impacto “muito forte” com a crise econômica, visto que, por se tratar de um alto investimento de longo prazo, o imóvel pesa de forma preponderante no orçamento familiar. “Se você tem um momento de crise, a primeira coisa que você segura um pouco são os grandes investimentos. Então, a crise foi muito prejudicial para o nosso mercado, mas a gente vê que esse final de 2016 já apresenta uma melhora”, destaca Felipe, também certo de que 2017 será favorável para impulsionar os negócios em Fortaleza. Conforme análise feita em julho, sobre informações apuradas pelo setor de inteligência da Lopes Immobilis, a expectativa é que o mercado imobiliário encerre o ano com R$ 2 bilhões em vendas na Cidade.
Precauções

Marcelo Prado, diretor comercial da A&B Engenharia, relata que a resiliência, competência cada vez mais essencial no mundo corporativo, e a antecipação à crise garantiram um fôlego a mais ao setor. “Acho que essa sensação de que a crise não nos afetou muito é porque essa preocupação foi vista logo no princípio e o mercado imobiliário, como um todo, segurou, repensou lançamentos, focou nas vendas dos estoques. Isso fez com que o mercado ficasse sadio”.

Observa ainda que o segmento em Fortaleza conseguiu se manter mais estável por não ter sofrido problemas mais sérios, como a falência de incorporadoras. “Hoje, os estoques estão bem menores do que no final do ano passado. Ano que vem fatalmente terão vários lançamentos e, dentro das áreas de maior necessidade da população, com certeza surgirão belos empreendimentos e serão muito bem vendidos”, calcula Marcelo.
Além de identificar “vácuos” no mercado imobiliário e continuar a investir em lançamentos, a partir da demanda de cada região, as empresas também vêm lançando mão de bônus e brindes para atrair clientes e fechar novos negócios. Eduardo Rodrigues, gerente comercial da Helbor, conta que a incorporadora realiza promoções “visando mesmo atrair o cliente”. “Dentro do mercado competitivo que a gente tem hoje, o cliente busca isso”.

“Acho que essa sensação de que a crise não nos afetou muito é porque essa preocupação foi vista logo no princípio”.

Fonte: O Povo

Corretor de imóveis: mercado de trabalho exige profissionais ainda mais qualificados

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Já não é mais novidade que o know-how de um corretor é fundamental para o fechamento de bons negócios durante as transações imobiliárias. O fato novo, diante da atual situação econômica vivenciada no país, é a permanência somente dos profissionais qualificados no mercado.

De acordo com José De Filippo Neto, diretor de Marketing da Rede Netimóveis, os corretores que se mantêm firmes no segmento têm como diferenciais o conhecimento e as constantes atualizações que são imprescindíveis para o alcance de resultados positivos no desenvolvimento do trabalho. “Mais que um atendimento, o corretor precisa prestar uma assessoria completa em investimentos imobiliários. Caso contrário, ele não consegue atender as atuais demandas dos clientes”, afirma.

A categoria, que completa 54 anos de regulamentação no dia 28 de agosto, tem sido cada vez mais valorizada e procurada por profissionais que querem entrar para o ramo. De acordo com pesquisa feita pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Minas Gerais (CRECI-MG), na última década, mais de 11 mil profissionais ingressaram no mercado como pessoas físicas, com um nível de escolaridade cada vez mais alto.

De Filippo explica que, com um perfil de clientes diversificado, o corretor de imóveis precisa saber lidar com as exigências e às expectativas de cada caso. “Por isso, é importante que o profissional conheça bem o mercado em que atua, desenvolva técnicas de marketing, de comunicação e de vendas online e off-line e, principalmente, tenha total percepção dos procedimentos que abrangem as transações imobiliárias”, afirma.

Segundo Ronaldo Starling, presidente da Rede Netimóveis Belo Horizonte, apesar dos atrativos que motivam uma pessoa a se tornar um corretor, entre eles, flexibilidade de horários, autonomia e comissões generosas, não basta escolher a profissão com base nesses bônus. O corretor precisa estar ainda mais atento à busca pela especialização e alta capacidade técnica.

Algumas imobiliárias adotam práticas de incentivo, além de cursos de graduação e pós-graduação para capacitação de seus profissionais. Empresas como a Rede Netimóveis estimulam seus colaboradores à ascensão no mercado trabalho por meio de programas de treinamentos contínuos.

A UNICON (Universidade do Conhecimento Netimóveis) é um exemplo. A instituição promove a capacitação dos colaboradores do grupo e oferece cursos básicos e complementares sobre o mercado imobiliário, presenciais e a distância, que são atrelados ao Plano de Carreiras Netimóveis (PCN). O PCN tem metas claras que potencializam os resultados, reconhecendo, valorizando, recompensando e fidelizando talentos.

Todo o processo é feito por meio de um sistema permite ascensão de níveis aos corretores, conforme seu desempenho dentro da empresa e da rede, com planejamento e benefícios diferenciados por categoria. Cada associado pode fazer o acompanhamento online da pontuação e comissionamentos, assim, é possível potencializar os resultados, beneficiando também os clientes com a qualidade na prestação do serviço.
Dicas para se alcançar bons resultados na profissão:

· Investir continuamente na capacitação profissional;

· Buscar constantemente a excelência;

· Informar e desenvolver com qualidade e credibilidade;

· Perseguir a integridade sistêmica e operacional;

· Sempre ter compromisso com a verdade e a transparência.

Fonte: Notícias Terra

A importância de se reinventar na crise

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Começarei escrevendo uma interessante frase que ouvi na FIESP de uma delegação de QINGDAO na China, onde depois descobri que o próprio Presidente John Kennedy teria utilizado.

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“Gosto muito do jeito que os chineses escrevem a palavra crise, pois é composto de dois caracteres: um representa perigo e o outro oportunidade”

Neste momento de crise é necessário que todos aproveitem esta oportunidade para se reinventar.

Todos sabemos como o mercado de trabalho está complicado, principalmente a recolocação no mesmo. Conheço alguns profissionais que estão  há mais de 10 meses buscando um emprego.

Como a situação ainda é crítica, muitos profissionais estão abrindo seus próprios negócios ou se tornando prestadores de serviços, tanto que o número de micro empresas abertas teve um enorme salto nos últimos meses, porém, o que muitas pessoas não reparam é que toda vez que alguém abre um negócio ou quer oferecer seu serviço ele estará fazendo algum tipo de venda.

Países como Estados Unidos e alguns locais na Europa já estão seguindo esta tendência de sermos prestadores de serviços, seja levando um cachorro para passear, reformando uma casa, fazendo a contabilidade ou etc…

Assim eu lhes pergunto: Vocês se consideram vendedores? Já venderam algo?

Muitas pessoas ao responderem esta pergunta dizem que não, porém, todos nós estamos nos vendendo todos os dias. Seja para uma entrevista de emprego, um encontro ou para ser aceito em um novo grupo.

Quem aqui nunca ensaiou uma conversa em uma entrevista de emprego, ou se arrumou para sair com uma homem ou uma mulher? Todos nós somos vendedores, porém, nem todos reconhecemos ou trabalhamos nosso potencial.

Na Marcelo Lara por exemplo tenho corretores em minha empresa que vieram da área de TI onde nunca tinham vendido nada e acabaram se tornando exímios vendedores.

Segue alguns pontos e perguntas que considero importante antes de resolver abrir seu negócio ou virar um prestador de serviços.

  1. Você conhece o segmento que você irá atuar?
  2. Sabe quem são seus concorrentes?
  3. Possui capital de giro para agüentar um tempo sem entrar dinheiro?

Além destes pontos, é muito importante se tornar um excelente vendedor, pois estará também oferecendo seus produtos ou serviços, porém, como se tornar um bom vendedor?

Eu já participei de milhares de palestras de vendas e motivadoras, onde todos gritavam no auditório, se abraçavam e achavam que o mundo mudou, que daquele momento em diante tudo seria melhor e eles conquistariam tudo, porém depois de alguns dias, todos estavam igual e até já tinham esquecido aquela sensação ou objetivos.

Sabendo disso pensei em criar aqui na empresa um método de treinamento diferente do praticado no mercado, pois se você não der ferramentas para as pessoas praticarem, e assim se tornar um hábito, de nada valerá a pena. Muitos palestrantes não fazem isso pois somente possuem a teoria do que estão falando, não sabem como é na prática alcançar aquilo que pregam.

Em meus cursos tanto presenciais como os on-line para os profissionais que trabalham de casa na Marcelo Lara, desenvolvi módulos onde o profissional aprende do básico ao avançado com teoria, prática e exercícios tanto em pdf. como em vídeo. É importante que boas práticas se tornem hábitos para você ser bem-sucedido.

No meu segmento, um bom profissional vende um imóvel a cada dois meses, porém, na minha empresa, um bom profissional vende todos os meses. Tenho corretores que sempre concretizam de 4 a 7 negócios todos os meses, e o mais importante é que alguns deles vieram de outros segmentos e nunca tinham vendido nada.

Se você quer abrir seu próprio negócio, oferecer seu serviço ou virar um corretor de imóveis, é muito importante prestar atenção nestas dicas, praticar e o principal, criar gosto por vendas. Ter paixão em vender e trocar experiências com pessoas, pois fazendo algo que você ama você consegue melhores resultados e ainda fica contente e feliz.

Não se desespere com a crise.

Se inove.

Tente novas coisas.

A crise irá passar e você sairá mais fortalecido dela.

 

Marcelo Lara Smith de Vasconcellos

(11) 3105-6300

rh@marcelolara.com.br

 

Por Marcelo Lara

Síndrome de Gabriela – Você sofre dela corretor?

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“Eu nasci assim, eu cresci assim, e sou mesmo assim, vou ser sempre assim… Gabriela… sempre Gabriela” o trecho da música cantada por Gal Costa explica o real significado da Síndrome de Gabriela, que ao contrário do que muitos pensam, ainda atinge grande parte do mercado, e não só do mercado imobiliário.

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