Mercado imobiliário do AM movimenta R$ 144 milhões no 2º trimestre de 2017

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O mercado imobiliário do Amazonas movimentou R$ 144 milhões no segundo trimestre deste ano. O número supera os valores referentes ao mesmo período do ano passado, quando o setor movimentou R$ 115 milhões em vendas. Os dados são do Censo Imobiliário Trimestral, apresentado nesta quinta-feira (26) pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Amazonas (SINDUSCON-AM) e Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (ADEMI-AM).
De acordo com o levantamento, foram vendidas 524 unidades no segundo trimestre deste ano. Desse total, 288 unidades são do padrão econômico, 156 dos demais padrões verticais, 63 de unidades horizontais e 17 são unidades comerciais.
A quantidade de unidades vendidas no segundo trimestre de 2017 também aumentou, se o número for comparado ao primeiro trimestre do ano, quando foram vendidas 362 unidades.
Das 524 vendidas no segundo trimestre deste ano, 444 são do tipo Residencial, 63 são unidades Horizontais e 17 são do tipo Comercial. As unidades do padrão Econômico (Minha Casa Minha Vida) representam 55% das vendas. O preço dessas unidades chega a até R$ 235 mil.
Na avaliação do presidente do SINDUSCON-AM, Frank Souza, os dados do Censo indicam que o mercado imobiliário voltou a crescer no Amazonas. “A redução da Taxa Selic e os subsídios da Caixa Econômica Federal ao Programa Minha Casa Minha Vida contribuem para esse resultado. Tem ainda a confiança do consumidor, que vem aumentando de forma gradual”, ressaltou.

Fonte: G1

5 coisas que um cliente quer ouvir na hora de comprar um imóvel

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Falar da compra de um imóvel é falar sobre “mexer” com o sonho das pessoas. Não à toa isso envolve muitas variações de pensamentos e naturalmente formas diferentes de atender. Uns querem comprar para morar, outros para investir, isso muda todo o processo.

O corretor de imóveis perde uma venda por algo que ele tenha falado durante a negociação e não deveria, ou por não ter mencionado a informação que faria toda a diferença na escolha do cliente.

Pensando nisso, resolvemos elaborar um post com itens determinantes que um cliente espera ouvir de um corretor para tomar sua decisão favorável a compra. Vamos a elas!

Honestidade aos questionamentos

O corretor de imóveis tem que entender que está iniciando ali um elo com este cliente que pode durar a vida inteira.

Mentir simplesmente para fechar uma venda vai causar uma dor de cabeça muito grande mais a frente. O ideal é pensar em dar um atendimento verdadeiro ao cliente e, sempre que ele precisar, vai procurar o mesmo corretor para lhe atender.

Nada melhor para o ouvido do cliente do que uma boa e verdadeira resposta para cada pergunta que ele fizer. Além de evitar dores de cabeça no futuro, pois o cliente irá procurar este corretor ou a imobiliária responsável quando descobrir que a informação dada não era verdadeira, a sinceridade pode gerar mais vendas no futuro.

Portanto falar sempre a verdade, independente de qualquer coisa, é dica de ouro!

Quem fala menos e escuta mais, ganha mais pontos

Pode parecer estranho em um post com dicas do que o cliente deseja ouvir trazermos um item onde o corretor deve falar menos que o cliente.

Mas não, não é estranho.

Corretores experientes e que já estão em níveis de excelência, primeiro escutam mais o cliente para saber como devem se comportar e a partir daí planejar melhor o que dizer durante o processo de atendimento e negociação do imóvel.

Afinidade de assuntos gera maior aproximação

Um dos segredos dos corretores de sucesso é agir como interessado e não como interesseiro. Está enganado quem acha que o cliente não percebe a diferença.

Utilizar palavras e assuntos que busquem uma aproximação entre você e o cliente que quer comprar um imóvel traz, muitas vezes, uma abertura de portas incrível.

Sabe como fazer dar certo isso? Fale sobre o assuntos que o cliente demonstre interesse, coisas que você tenha notado que ele gosta de fazer ou debater em sua rotina. Ele vai encontrar uma afinidade natural. Não precisa forçar a barra e nem entrar na intimidade, faça isso naturalmente.

Oportunizar possibilidades de negociação

Um cliente tende a se desmotivar em um atendimento onde percebe que não há oportunidades de negociação.

Estamos em um momento da economia brasileira onde as negociações de ofertas devem sempre estar de portas abertas.

Responder positivamente a uma indagação do cliente de que há a possibilidade de negociar determinadas ofertas durante o processo de atendimento é música para os ouvidos deles.

O corretor deve se preparar antes para este momento e verificar quais são as possibilidades de negociação. Um detalhe importante: não apresente todas as opções antes do cliente questionar. Guarde as cartas na manga para o final.

Respostas aos questionamentos sem titubear

Quase sempre os clientes têm pouco tempo para visitar um imóvel ou se dispor a um atendimento do corretor. O corretor tem que enxergar como uma oportunidade de ouro cada visita.

Deixar questionamentos básicos do cliente para um segundo momento pode decretar o fim de um atendimento e ali mais uma venda perdida.

O bom corretor se prepara antes do atendimento com todo o check list de informações, desde a descrição do imóvel, documentação e até mesmo informações diferenciais. Titubear em um questionamento do cliente não pega muito bem. Responder de pronto às dúvidas do cliente é chave fundamental.

Corretores devem ficar atentos a estas dicas, pois o momento é favorável a investimentos, haja visto que aumentou novamente neste ano a procura por imóveis, com a retomada da economia. Os bons negociadores devem seguir essas dicas para alcançar bons resultados.

Fonte: Blasting News 

Como se tornar um corretor de imóveis

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Aposto que todos conhecem um corretor de imóveis ou uma imobiliária, logo o tema não é novidade para ninguém. Em tempos de crise, muitos profissionais tem apostado nessa nova carreira.

O que faz um Corretor de Imóveis?

Basicamente, um corretor avalia imóveis disponíveis para venda, os oferece a interessados e negocia valores entre as partes. Ou seja, intermedeia a relação entre o cliente vendedor e o cliente comprador na transação de um imóvel, deixando claras as informações relacionadas à propriedade para, se for o caso, efetivar a venda.

Vantagens

Entre as vantagens desse segmento, estão as diferentes possibilidades de trabalho e uma flexibilidade maior na rotina.

É comum que profissionais de outras áreas se interessem em se tornar corretores de imóveis pela maior independência e autonomia no trabalho, longe das atividades burocráticas ou sem contato pessoal de outras profissões. Com o atendimento a diferentes clientes e necessidades, a rotina do corretor envolve a participação em plantões, eventos de lançamento e captação de bons imóveis. Além disso, se optar por ser um profissional autônomo, não precisará lidar com as cobranças e pressões diretas de um chefe ou do ambiente corporativo.

Apesar de ter horários mais flexíveis em relação a outras profissões, é importante ressaltar que, em muitos momentos, os corretores precisam atender os clientes em horários alternativos e auxiliar com eventuais dúvidas mesmo fora do horário comercial ou até no fim de semana.

Desvantagens

Sem nenhuma cobrança de um chefe ou até mesmo do funcionário, o #Corretor de Imóveis autônomo precisa ser auto-disciplinado. Pois é! Se não haver disciplina, o corretor pode correr grandes riscos, como por exemplo perder um atendimento importante, pois esqueceu de anotar em seu CRM Imobiliário, ou perder a visita de um imóvel que era de suma importância para o cliente fechar.

Se ocorrer qualquer deslize, as chances de tornar sua reputação negativa são enormes. Portanto, o foco e objetivo em alcançar novas metas tem que ser acompanhados por um corretor sempre. Sem disciplina não haverá foco, e sem o foco não haverá um objetivo maior.

Se você pretende seguir sua carreira imobiliária como corretor autônomo ou já está seguindo, você pode se interessar em conhecer o Zyoon CRM Imobiliário.

Curso e Conselho Regional

Se você se interessou por essa profissão e deseja tornar-se um Corretor de Imóveis, o primeiro passo é frequentar o curso de TTI (Técnico em Transações Imobiliárias) ou cursos superiores Sequenciais e Tecnológicos de Ciências Imobiliárias ou de Gestão de Negócios Imobiliários na sua cidade ou estado.

Na frequência do curso, deverá o aluno requerer junto ao Conselho Regional dos Corretores de Imóveis – CRECI do seu estado, o registro de estágio, obrigatório para a obtenção do diploma e posterior registro profissional definitivo. Concluído o curso e obtido o respectivo diploma, já poderá o interessado promover o registro de sua inscrição definitiva, mediante requerimento específico, apresentação de determinada documentação e pagamento de uma taxa. #Consultor Imobiliário

Fonte: BlastingNews 

Como declarar venda e doação de imóveis no Imposto de Renda 2017

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São Paulo – Além de informar a compra e a posse de um imóvel na declaração de Imposto de Renda, o contribuinte também deve reportar à Receita a venda ou doação da casa ou apartamento.

Da mesma forma que a posse de imóveis de valor superior a 300 mil reais obriga o contribuinte a declarar o imposto, ainda que ele não se encaixe nas outras regras de obrigatoriedade de declaração, quem obteve lucro com a venda do imóvel em 2016 também está obrigado a declarar, mesmo que a operação seja isenta de Imposto de Renda.

Regras de isenção

O Imposto de Renda que incide sobre o lucro da venda de imóveis é de 15%. No entanto, a operação é isenta do pagamento do imposto se o contribuinte vender seu único imóvel por valor igual ou inferior a 440 mil reais, desde que não tenha vendido outra unidade nos últimos cinco anos.

Também é isento o lucro obtido na venda caso o imóvel tenha sido adquirido até 1969. Imóveis comprados antes de 1988 não têm isenção, mas contam com um percentual fixo de redução sobre o ganho de capital, que varia de acordo com o ano de aquisição ou incorporação do imóvel.

Um imóvel comprado em 1988, por exemplo, conta com um fator de redução de 5% sobre o imposto que incide sobre o ganho de capital; para imóveis comprados em 1980 o fator é de 45%; e para imóveis comprados em 1970 o fator redutor é de 95%.

O contribuinte também não paga tributos sobre a transação caso o lucro da venda do imóvel seja usado para a compra de outra unidade residencial situada no Brasil no prazo de 180 dias.

Nesse caso, é possível utilizar todo o dinheiro da venda para a compra de um ou mais imóveis residenciais e obter isenção total do imposto sobre os valores ou utilizar apenas parte do dinheiro obtido na venda do imóvel para essa finalidade e pagar a alíquota proporcional ao valor restante.

É necessário apontar a opção na hora de preencher o Programa de Ganhos de Capital (GCap) para utilizar o benefício, que pode ser usado apenas uma vez a cada cinco anos.

Caso o contribuinte não utilize o benefício fiscal ou parte dele após os 180 dias, deve pagar o imposto sobre o lucro obtido a partir da operação, acrescido de juros de mora, que são calculados a partir do segundo mês subsequente ao do recebimento do valor do imóvel vendido.

Além disso, se o imposto não for pago em até 210 dias contados da data da celebração do contrato, também é acrescida uma multa, de mora ou de ofício, calculada a partir do segundo mês seguinte ao do recebimento do valor do imóvel vendido.

Veja abaixo o passo a passo para declarar a venda ou doação de imóveis:

Imóvel vendido em 2016

O contribuinte que vendeu o imóvel no ano passado pode preencher o GCap ao concluir a venda, mesmo que a operação seja isenta de Imposto de Renda ou tenha gerado prejuízo. O programa auxiliar pode ser baixado no site da Receita.

Apesar de opcional, o preenchimento do programa é recomendável.  Isso porque o GCap permite calcular o tributo devido sobre o lucro obtido na venda do imóvel e, posteriormente, importar os dados diretamente para a declaração do Imposto de Renda.

Se a venda gerar algum lucro o preenchimento do GCap é obrigatório. Nesse caso, o tributo sobre o lucro obtido, de 15%, deve ser pago até o último dia útil do mês posterior à venda.

Caso não tenha recolhido o imposto no prazo certo, o contribuinte deve preencher o programa GCap para calcular o tributo devido e, depois, baixar o programa Sicalc, que irá emitir o boleto para pagamento do imposto (Darf) já com o acréscimo de juros e multas.

No momento de preencher a declaração, basta importar as informações incluídas no GCap para o programa gerador da declaração na aba “Ganhos de Capital”, ao clicar no item “Importação GCap 2016”.

Ao importar os dados para o programa gerador, o lucro obtido na operação será inserido de forma automática na ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”.

Se a operação for isenta de Imposto de Renda, o valor será transferido, também de forma automática, para a ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”.

Além de preencher e importar os dados do GCap, o contribuinte também deve excluir o imóvel da ficha “Bens e Direitos”. Para isso, deve abrir a ficha, selecionar o imóvel que já havia sido declarado, e clicar em “Editar”, no canto inferior direito da tela. Depois, basta repetir no campo “Situação em 31/12/2015” o valor do imóvel que já havia sido informado na declaração anterior e zerar o campo “Situação em 31/12/2016”.

Na coluna “Discriminação”, informe que a venda foi realizada, incluindo o nome e CPF ou CNPJ do comprador e o valor pelo qual o imóvel foi vendido.

Se o comprador tiver adquirido o imóvel por meio de financiamento, essa informação e o nome do banco que concedeu o crédito para o pagamento do imóvel também podem ser incluídos neste campo.

Caso o contribuinte tenha comprado e vendido o imóvel em 2016, as informações sobre o bem não devem ser inseridas na ficha “Bens e Direitos”.

Venda do imóvel financiado

O lucro obtido na venda de um imóvel em 2016, cujo financiamento não foi quitado, deve ser apurado de acordo com os valores efetivamente pagos pelo contribuinte no financiamento. Ou seja, se o vendedor quitou metade do valor do financiamento do bem, o contribuinte deverá declarar apenas a venda desse valor.

O lucro que será informado no GCap também deve ser proporcional à fatia já paga pelo imóvel, caso a venda da unidade não seja isenta do Imposto de Renda.

Após realizar esse cálculo, o lucro da transação deve ser declarado pelo contribuinte da mesma forma que a venda de um imóvel quitado. Posteriormente, o imóvel também deve ser excluído da ficha “Bens e Direitos”.

Venda de imóvel com recebimento do pagamento em parcelas

Se os pagamentos pela venda do imóvel no ano passado foram ou ainda estão sendo recebidos de forma parcelada, o vendedor deve preencher o GCap com a data do contrato e o valor total da venda, com a ressalva de que os valores estão sendo recebidos a prazo.

Dessa forma, o programa auxiliar da Receita irá emitir Darfs proporcionais aos valores recebidos pelo contribuinte. Ou seja, os impostos a serem pagos também serão proporcionais às parcelas recebidas.

Ao receber cada pagamento, o vendedor terá até o último dia útil do mês posterior à data de quitação da parcela para recolher o Imposto de Renda proporcional ao valor.

Se o vendedor continuar a receber os pagamentos neste ano, o contribuinte deve informar no GCap que o restante do valor será recebido em 2017.

Imóveis doados

A doação de um imóvel não gera lucro ao proprietário e é isenta de Imposto de Renda. Apenas quem recebe o imóvel doado pode ter de pagar um tributo estadual, o Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doações (ITCMD ou ITD), cuja sigla, limite de isenção e valor variam conforme o estado.

O imóvel doado em 2016 deve ser informado pelo contribuinte na ficha “Bens e Direitos”. Na linha referente ao imóvel, o doador deve informar a transferência e incluir os dados do beneficiário.

No campo “Situação em 31/12/2015”, repita o preço de aquisição do imóvel, informado na declaração anterior, e zere a coluna “Situação em 31/12/2016”.

A transferência do bem também deve ser informada na ficha “Doações Efetuadas”. O contribuinte deve preencher o campo “Discriminação” com os dados do beneficiado e o valor do imóvel doado.

Fonte: Exame

O vínculo de emprego do corretor de imóveis

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Embora carente de uma Convenção Coletiva de Trabalho prevendo direitos dos corretores empregados, possui normas de seu órgão de Classe que garantes diversos direitos mínimos que devem ser respeitados sejam eles realmente autônomos ou empregados em sua essência.

 A profissão de corretores de imóveis está regulamentada pela Lei 6.530 de 1.978, contudo, tal legislação não proíbe em nenhum momento que os corretores de imóveis possam ter seu vínculo de emprego reconhecido ao contrário do que muitos pensam.

Assim, quando presentes os elementos caracterizadores do vínculo de emprego (art. 3º da CLT) pode o corretor de imóveis pleitear o vínculo de emprego na Justiça do Trabalho.

Ao analisarmos o dia a dia desses profissionais, percebemos que está cada vez mais difícil de encontrarmos aquele corretor verdadeiramente autônomo.

Na maioria das vezes esses profissionais para trabalharem para imobiliárias ou departamentos de vendas de construtoras têm de se sujeitar a assinar contratos de “autônomos” ou “associados”, sendo que algumas vezes observamos até mesmo a imposição de que o corretor de imóveis abra uma empresa, que tenha um CNPJ, muitas das vezes com o único intuito de mascarar o vínculo de emprego.

Contudo, não é a assinatura de um contrato ou a abertura de uma empresa que vai dizer ser o corretor autônomo ou empregado, mas, a realidade dos fatos, ou seja, como o corretor de imóveis exerce sua função no dia a dia de trabalho.

Assim, àquele corretor de imóveis que trabalha com escalas, tendo um superior hierárquico geralmente tendo de se reportar a coordenadores, gerentes e até mesmo superintendentes, muitas vezes submetido a um código de ética ou código de conduta, podendo inclusive sofrer punições é na verdade um empregado.

Portanto, é perfeitamente possível nessas hipóteses de pedir na Justiça a nulidade de contratos de “autônomo”, “associado” e pleitear o vínculo de emprego e demais consectários.

Observamos que estes profissionais muitas vezes trabalham em plantões chamados de “piratas” sendo muitas vezes expostos ao calor, trabalham em locais que não possuem nem mesmo sanitários, água, além de perceberem sua remuneração muito inferior ao que determina o órgão de classe, tendo seus direitos inclusive básicos desrespeitados.

Não é crível no nosso sentir, que uma imobiliária, por exemplo, que tem por atividade fim a venda de imóveis não tenha em seus quadros nenhum corretor de imóveis registrado, assim perfeitamente possível o julgador analisar a subordinação não apenas jurídica, como também analisar a subordinação estrutural, quando o corretor ao trabalhar na imobiliária, por exemplo, está inserido na dinâmica e na atividade-fim da imobiliária, sendo, portanto, um empregado.

O vínculo de emprego mostra-se mais acentuado quando observamos na estrutura hierárquica a figura dos coordenadores e gerentes, sendo que na grande maioria das vezes estes são também corretores e mesmo tendo a denominação de coordenadores e gerentes não são registrados em sua grande maioria.

Entendemos que a figura dos coordenadores e gerentes se mostra incompatível com o trabalho autônomo, isto porque é difícil acreditarmos que uma empresa entregue a um “autônomo” poderes para administrar-comandar. Assim, constatamos na prática uma maior facilidade em provar o vínculo de empregos destes profissionais (coordenadores e gerentes), porém tudo dependerá da análise do caso em concreto.

É preciso que o corretor de imóveis guarde provas como código de ética, escalas, ordens, muitas vezes estas sendo enviadas por escrito (e-mail), sendo que muitas vezes observamos determinações para comparecimentos em reuniões obrigatórias.

Outro fator importante vem a ser o corretor provar de quem está recebendo suas comissões, pois, na maioria das vezes estes profissionais recebem suas comissões com cheques de terceiros, mas os retiram em sua grande maioria na pagadoria ou tesouraria da empresa, pois esta que de fato remunera o seu pessoal.

Esta prova de que é a empresa que está pagando, muitas vezes se dá por meio informatizado (e-mails) quando o preposto ou superior hierárquico autoriza o corretor a retirar, por exemplo, “os cheques”, sendo, portanto, uma prova de quem está pagando o corretor é a empresa e não o cliente.

Além disso, é importante o corretor guardar o quanto recebeu, pois isso trará o valor correto (média salarial) para pleitear seus direitos trabalhistas na Justiça.
Outra cautela que o corretor deve ter vem a ser além do quanto recebeu, como também dos valores dos imóveis que vendeu, isto porque, em tais ações é comum se realizar pedidos de diferenças de comissões, seja para a tabela do CRECI ou até mesmo valores que foram contratados e não pagos no decorrer da relação de trabalho.

É importante que o profissional que for cuidar de processos que envolvam corretores de imóveis tenha cautela na entrevista ou na feitura da peça, isto porque em ações que envolvam corretores de imóveis existem várias peculiaridades com análises da tabela do órgão de classe, entre outras normas internas.

Tendo em vista a complexidade do tema e das ações que envolvem tais profissionais é perfeitamente cabível realizar pedidos sucessivos caso o magistrado não reconheça o vínculo de emprego, ou seja, o magistrado não deferindo o vínculo de emprego pode analisar os pedidos do trabalhador como autônomo.

Assim, conclui-se que os proprietários de imobiliárias e as construtoras com departamentos de vendas próprios devem se atentar não a forma de contratação (o documento que redige para os profissionais assinarem), mas sim a forma da execução dos préstimos de seu pessoal caso não tenham o objetivo de ter em seus quadros verdadeiros empregados, e os corretores que trabalham com os requisitos do vínculo de emprego podem requerer que o mesmo seja reconhecido em reclamações trabalhistas.

Não é somente o vínculo de emprego que pode existir quando tratamos da profissão do corretor de imóveis, mas também vendas ou intermediações que a ele não foram pagas e este profissional pode requerer o pagamento judicialmente, mas também diferenças de comissões ante a tabela do CRECI que é instituída por lei federal, e, portanto, no nosso sentir é obrigatória e não apenas opcional como alguns defendem.

Quanto as comissões destes profissionais ainda tratando da tabela do CRECI, questão pouco divulgada vem a ser a Resolução 1.256 de 2012 do COFECI, que versa sobre os lançamentos imobiliários e prevê que ao corretor de imóveis que trabalhe em tais empreendimentos deve receber o mínimo de 4% de comissão, não podendo haver qualquer desconto em sua percentagem seja a que título for.

Assim, nesta hipótese específica não se pode descontar desta comissão valores de gerenciamento, coordenação, divulgação, ou qualquer outra verba.

Portanto, para aqueles que possuíam um pré-conceito sobre os direitos desta profissão acreditando que estavam pouco resguardados se verifica que a categoria, embora carente de uma Convenção Coletiva de Trabalho prevendo direitos dos corretores empregados, possui normas de seu órgão de Classe que garantes diversos direitos mínimos que devem ser respeitados sejam eles realmente autônomos ou empregados em sua essência.

 

Fonte: Migalhas

“Corretor de imóveis representa 50% de segurança para o ato do tabelião”, diz presidente da Anoreg-PB

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Profissão é regulamentada pelo Creci e só pode ser exercida por credenciados.

O presidente da Associação dos Notários e Registradores da Paraíba (Anoreg-PB), Germano Carvalho Toscano de Brito, advertiu as pessoas que queiram fazer uma boa transação imobiliária a sempre procurar um corretor de imóveis de sua confiança, que seja competente. “Eu sempre fui um profissional do direito ligado ao cartório que elogio o trabalho do Creci-PB e do corretor imobiliário, porque sem ele nós não vamos trabalhar com segurança”, afirmou.
Segundo ele, isso já representa 50% de segurança para o ato do tabelião, que naturalmente é a pessoa que formaliza a vontade das partes. “Quando chega através de um corretor credenciado, um cidadão de bem, que tenha formação dentro daquele mercado que trabalha, evidente que gera uma segurança muito maior do que se não tivesse a assessoria dessa fatia do mercado imobiliário”, destacou.

A profissão do corretor é regulamentada pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis e só pode ser exercida por profissionais a ele credenciados, mediante qualificações e cumprimento com o Código de Ética da classe, sendo responsável por garantir a segurança na transação de compra e venda de um imóvel. Conhecedor do mercado imobiliário, por pode apresentar a melhor opção para objetivos do cliente, dentro do seu orçamento.

Fonte: Paraíba Total

Atrasou o condomínio? Nova regra cobra mais rápido e pode tirar sua casa

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Quem tem apartamento próprio ou alugado sabe que todo mês chega o boleto do condomínio. Porém, pode acontecer de o morador não ter dinheiro suficiente para quitar a dívida. O que acontece nesses casos?

Se o morador não pagar o condomínio, ele terá um prazo bancário, geralmente de 30 dias, para quitar a dívida, mas precisará arcar com multa de 2%, juros de 1% ao mês, mais correção pela inflação do período atrasado.

Renato Daniel Tichauer, presidente da Assosíndicos (Associação dos Síndicos de Condomínios Comerciais e Residenciais do Estado de São Paulo), afirma que, em geral, o primeiro passo é a administradora do condomínio entrar em contato com o morador por carta ou através do síndico para verificar se de fato não houve o pagamento.

Se o atraso entra para o segundo mês, a administradora passa o pedido de cobrança para um advogado, que precisa ser contratado pelo condomínio. Se não houver pagamento, o escritório de advocacia já pode entrar com a ação contra o proprietário para exigir o pagamento.

O advogado especialista em direito imobiliário e condominial Rodrigo Karpat diz que não existe um valor mínimo para entrar com um processo, mas é preciso avaliar a dívida. “Por uma taxa de condomínio de R$ 100 não se justifica o ingresso de ação antes de alguns meses de atraso. Já um condomínio de luxo, com cota condominial de R$ 3.000, por exemplo, uma única cota já justifica o ingresso da ação”.

Nova regra deixou cobrança mais rápida

Angélica Arbex, gerente de relacionamento da Lello Condomínios, explica que com o novo CPC (Código de Processo Civil), que entrou em vigor em março de 2016, a cobrança de condomínio ficou mais rápida.

Antes, os processos de cobrança eram feitos em duas fases. Na primeira, era necessário provar que a dívida existia, o que poderia demorar entre dois e três anos, segundo Arbex. Só depois disso é que se pedia a execução da dívida, ou seja, exigia-se o pagamento.

“Desde o ano passado, a primeira fase não existe mais. Deixar de pagar o condomínio passou a ser considerado uma dívida real”, disse a gerente de relacionamento da Lello. Se o condômino não pagar o que foi determinado pelo juiz em três dias, ele terá a penhora online, ou seja, tudo o que está em sua conta bancária é direcionado para o pagamento da dívida. Se não tiver o dinheiro na conta, os bens são penhorados. Nessa fase, o proprietário pode perder o imóvel.

“A penhora do imóvel é o último recurso. O prazo para perder o imóvel dependerá do andamento do processo”, diz o presidente da Assosíndicos.

O advogado especializado em direito imobiliário e cível Alessandro Calistro afirma que se o imóvel for a leilão e a dívida do condomínio for menor, o proprietário receberá a diferença. Ou seja, se ele deve R$ 10 mil de condomínio e o imóvel vale R$ 200 mil, ao ter o bem penhorado, o dono receberá R$ 190 mil de volta.

As administradoras estão tentando resolver a situação sem ter que brigar na Justiça. Esse é um dos motivos apontados pelo Secovi-SP (sindicato das empresas do mercado imobiliário) para a queda de 26,2% nas ações por falta de pagamento de condomínio em janeiro na comparação com dezembro de 2016 na cidade de São Paulo. Em relação ao mesmo mês do ano passado, a redução foi de 10,3%.

Lista de devedores atrasados

Arbex afirma que, em São Paulo, caso o pagamento do condomínio deixe de ser feito, o morador pode ter o nome protestado e ir para a lista de devedores atrasados (inadimplentes).

Segundo ela, é permitido que no boleto seja detalhado quais unidades deixaram de pagar o condomínio, já que é uma prestação de contas para os outros moradores.

Porém, não pode haver divulgação de quem não pagou em lugares públicos. “Não pode colocar a lista de devedores no elevador onde transitam pessoas que são de fora do condomínio”, disse.

Sem votação

O presidente da associação explica que é possível impedir o morador com o condomínio atrasado de votar em assembleias, no caso de ser o proprietário do imóvel. Porém, não aconselha que a proibição ocorra para o uso das áreas comuns, como piscina, por exemplo. “Pode ser considerado proibição do direito de ir e vir. Não é recomendado”.

Proprietário é responsável

Quando o atraso do pagamento do condomínio é do inquilino, a cobrança vai para o dono do imóvel, segundo Calistro. Ele afirma que, normalmente, o proprietário é avisado pela administradora sobre a falta de pagamento.

O especialista diz ainda que no contrato de locação deve estar detalhado que a partir da data de locação, o inquilino é quem será responsável por pagar água, luz, IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e a taxa condominial, além do valor do aluguel. Se atrasar o pagamento do aluguel, a multa pode chegar a 10% por atraso. Já o boleto do condomínio tem multa de 2%, mais juros e correção.

CPF no boleto

A partir deste ano, os boletos precisarão ter o CPF do dono do imóvel. A medida também vale para os boletos de cobrança do condomínio. No ano passado, de acordo com Arbex, as administradoras pediram para que os moradores fizessem um cadastro. Algumas estipularam um prazo e determinaram que, se não fosse feita a atualização, o dado seria extraído do cadastro de imóvel e o morador teria que arcar com os custos dessa pesquisa. Arbex orienta a quem ainda não fez a atualização a procurar a administradora do prédio ou o síndico.

A medida será implementada aos poucos. Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), a partir do dia 10 de julho, a regra valerá para boletos com valor igual ou superior a R$ 50 mil. Já a partir de 11 de dezembro, todos os boletos deverão ter o CPF.

Para Walter Tadeu de Faria, diretor-adjunto de Negócios e Operações da Febraban, a mudança facilitará o pagamento das contas vencidas, que poderão ser quitadas em qualquer banco, além de evitar o pagamento duplicado e fraudes.

Fonte: UOL

10 dicas de Marketing digital no Mercado Imobiliário

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O cenário de venda de imóveis mudou drasticamente ao longo dos últimos 20 anos. Os meios de comunicação e marketing digital, como internet, computadores, smartphones e redes sociais mudaram o modo como vivemos e nos comunicamos. Seguem 10 dicas de sobreviver nesta nova selva publicitária:

1 – Sobreviveram à estas grandes mudanças quem as reconheceu e se adaptou.

2 – O marketing digital imobiliário está evoluindo:

A Internet criou milhares de novas oportunidades de marketing, dado o aumento de conteúdo, e-mail e marketing de mídia social.

Mesmo com a tecnologia adentrando a área imobiliária, os corretores de imóveis de hoje dependem fortemente de meios tradicionais de marketing, ou seja, propagandas em anúncios em jornais por exemplo. Este meio é muito eficiente ainda mas não atinge pessoas on-line e é aí que as pessoas gastam muito do seu tempo.

3 – É fundamental para os agentes e corretores de imóveis abraçar o marketing digital porque as pessoas mais do que nunca estão usando a internet para encontrar casas em sua área que estão à venda.

4 – Social Media Marketing é essencial

Redes de mídia social são exatamente o que os agentes imobiliários precisam para construir relações com potenciais compradores dentro de sua comunidade. Quanto ás principais redes de mídia social, que você deve considerar como agente imobiliário são Pinterest, Twitter, Facebook, Instagram, Google+ e LinkedIn.

5 – O porquê da eficiência das redes sociais no marketing digital imobiliário:

Fique em contato com os clientes

Seja mais acessível aos clientes

Responda mais rapidamente aos clientes

Comercialize os seus negócios para um público mais jovem

6 – Interessados neste tipo de mídia:

Os clientes comuns

As empresas de construção

Agentes judiciais

Investidores

Jornais e emissoras de TV

7 – Precisa de algumas idéias de marketing de mídia social frescas?

Faça perguntas aos seus seguidores, como: “Qual cozinha você escolheria para esta casa na praia?”, em seguida dê opções, posts como este envolve seus seguidores e vai fazê-los comentar suas preferências e compartilhar sua página.

8 – Outra grande ferramenta de mídia social é o seu cabeçalho. Atualizando esta peça-chave da mídia social imobiliária pode-se aumentar o seu alcance social e permite que você se conecte com alguém à procura de um imóvel.

9 -Marketing de conteúdo é importante

Marketing de conteúdo está se tornando a forma mais eficaz de atrair e converter prospectos em clientes. Marketing de conteúdo exige que você escreva conteúdo coadjutor. Postar vídeos curtos e escrever artigos são as formas mais eficazes de marketing de conteúdo.

10 – 70% dos consumidores acham que as empresas que criam conteúdo são mais comprometidas com a construção de um melhor relacionamento com eles.

 

Um dos maiores benefícios do marketing imobiliário é como ele impacta positivamente no resultado de suas buscas, tanto você cliente que busca seu imóvel, como você construtora que procura o cliente para seu imóvel.

(Post escrito originalmente pela equipe do Blogtecnoword)

Fonte: digitalimob

O que é Dimob e por que os corretores precisam ficar atentos?

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Você sabe o que é Dimob? Se não sabe e é corretor de imóveis, é muito importante ficar atento a este conteúdo. e já ouviu falar, essa é uma boa oportunidade de saber mais informações sobre ela.

O que é Dimob?

Bom, primeiramente, vamos entender o conceito e como ela surgiu. Dimob quer dizer Declaração das Informações sobre Atividades Imobiliárias. É uma obrigação acessória anual, requerida pela Instrução Normativa 1.115 e deve ser entregue à Receita Federal via Certificado Digital. Como toda obrigação acessória, é de natureza fiscalizatória, ou seja, o governo instituiu para ter mais controle das movimentações existentes.

Quando e por que surgiu?

A Dimob surgiu em 2003. O motivo de sua criação foi o resultado de processos de fiscalização envolvendo grandes empresas do ramo de construção e administração de imóveis. Isso se seu um ano antes, em 2002, e foi identificado uma fraude da ordem de R$ 1 bilhão. Com base neste retorno dos processos, o governo instituiu a obrigação em 21 de fevereiro de 2003.

Quem deve entregar?

Deve entregar a Dimob todas as empresas de natureza jurídica que exercem as atividades de locação, intermediação ou venda de imóveis e é aí que entra a figura do corretor de imóveis, que está enquadrada no serviço de intermediação.

Fique atento a alguns pontos importantes: a Dimob só deve ser entregue se a sua empresa apresentou faturamento. Quando não apresentar faturamento, esta entrega é dispensada. Mas todo o recebimento de valores deve estar suportado por uma nota fiscal.

O que se pede na ficha?

Além disso, o empresário deve ter atenção às informações complementares, que também devem ser controladas por nota fiscal. São elas:

  1. – Dados do comprador (Nome completo e CPF)
  2. – Dados do vendedor (Nome completo e CPF)
  3. – Data do contrato de compra e venda do imóvel
  4. – Endereço completo do imóvel vendido
  5. – Valor do imóvel vendido

Prazo de Entrega:

A Dimob será entregue, até o último dia útil do mês de fevereiro do ano subsequente ao que se refiram as suas informações, por intermédio do programa Receitanet disponível na Internet.

Para a apresentação da Dimob referente aos fatos geradores ocorridos a partir do ano-calendário 2010, é obrigatória a assinatura digital da declaração mediante utilização de certificado digital válido, exceto para as pessoas jurídicas optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional) . Para os anos-calendário anteriores a 2010, a utilização do certificado digital é facultativa para a transmissão da Dimob.

Multa por atraso na entrega:

A não apresentação da Dimob no prazo estabelecido ou a sua apresentação com incorreções ou omissões acarretará a aplicação das seguintes penalidades, definidas no art. 57 da Medida Provisória nº 2.158-35, de 24 de agosto de 2001.

Art. 57 – O sujeito passivo que deixar de cumprir as obrigações acessórias exigidas nos termos do art. 16 da Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999, ou que as cumprir com incorreções ou omissões será intimado para cumpri-las ou para prestar esclarecimentos relativos a elas nos prazos estipulados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil e sujeitar-se-á às seguintes multas:

I – por apresentação extemporânea:

a) R$ 500,00 (quinhentos reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às pessoas jurídicas que estiverem em início de atividade ou que sejam imunes ou isentas ou que, na última declaração apresentada, tenham apurado lucro presumido ou tenham optado pelo Simples Nacional;

b) R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às demais pessoas jurídicas;

c) R$ 100,00 (cem reais) por mês-calendário ou fração, relativamente às pessoas físicas;

II – por não cumprimento à intimação da RFB, para cumprir obrigação acessória ou para prestar esclarecimentos nos prazos estipulados pela autoridade fiscal: R$ 500,00 (quinhentos reais) por mês-calendário;

III – por cumprimento de obrigação acessória com informações inexatas, incompletas ou omitidas:

a) 3% (três por cento), não inferior a R$ 100,00 (cem reais), do valor das transações comerciais ou das operações financeiras, próprias da pessoa jurídica ou de terceiros em relação aos quais seja responsável tributário;

b) 1,5% (um inteiro e cinco décimos por cento), não inferior a R$ 50,00 (cinquenta reais), do valor das transações comerciais ou das operações financeiras, próprias da pessoa física ou de terceiros em relação aos quais seja responsável tributário.

§ 1º Na hipótese de pessoa jurídica optante pelo Simples Nacional, os valores e o percentual referidos nos itens II e III serão reduzidos em 70% (setenta por cento).

§ 2º Para fins do disposto no item I, acima, em relação às pessoas jurídicas que, na última declaração, tenham utilizado mais de uma forma de apuração do lucro, ou tenham realizado algum evento de reorganização societária, deverá ser aplicada a multa de que trata a letra b do inciso I do caput.

§ 3º A multa prevista no inciso I do caput será reduzida à metade, quando a obrigação acessória for cumprida antes de qualquer procedimento de ofício.

§ 4º Na hipótese de pessoa jurídica de direito público, serão aplicadas as multas previstas na alínea a do inciso I, no inciso II e na alínea b do inciso III.

Fonte: Conube

Mercado imobiliário apresenta estabilidade, aponta Radar Abrainc-Fipe

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SÃO PAULO ­- Mercado imobiliário apresenta estabilidade, aponta Radar Abrainc-Fipe As condições do mercado imobiliário ficaram estáveis em novembro de 2016 na comparação com outubro, segundo o Radar Abrainc­Fipe. A nota média do indicador no mês foi de 2,4 pontos, com leve queda de 0,1 ponto.

Na comparação anual, houve queda de 0,8% na média geral.

Calculado pela Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) e pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o levantamento tem pontuação de zero a dez, conforme as condições sejam consideradas de desfavoráveis a favoráveis. Atualizado mensalmente, o Radar Abrainc­Fipe apresenta dados de lançamentos, vendas, entregas, oferta final e distratos para o mercado primário de imóveis residenciais e comerciais.

Em novembro, houve melhora no indicador de crédito imobiliário, enquanto os referentes à demanda e ao ambiente do setor pioraram. Já o indicador de ambiente macroeconômico não apresentou variação.

A dimensão ambiente macro teve nota de 2 pontos, a de crédito imobiliário, de 2,3 pontos, a de demanda, de 1 ponto e a de ambiente do setor, de 4,4 pontos.

O único indicador que melhorou foi o de ambiente macro. As dimensões de crédito imobiliário, demanda e ambiente do setor apresentaram notas menores do que as de novembro do ano passado.

(Chiara Quintão | Valor)

Fonte: Valor Econômico